OVO (CIRQUE DU SOLEIL)

O Cirque du Soleil volta ao Brasil em 2019 com o espetáculo OVO, dirigido por Deborah Colker, depois de passar pela América do Norte e Europa, nos últimos dois anos. Em curta temporada pelo país, o show irá passar por Belo Horizonte, de 07 a 17 de março, no Ginásio Mineirinho; Rio de Janeiro de 21 a 31 de março, na Jeunesse Arena; Brasília de 05 a 13 de abril, no Ginásio Nilson Nelson; São Paulo de 19 de abril a 12 de maio, no Ginásio do Ibirapuera.

Após emocionar mais de 5 milhões de pessoas por todo o mundo, desde que estreou em Montreal em 2009 como um show de tenda, OVO embarcou em uma nova jornada. Realizando a mesma produção cativante, apresentada de forma inédita no país em arenas, o espetáculo dá a oportunidade para que pessoas de diversas capitais possam assistir a um espetáculo do Cirque du Soleil.

A produção é amplamente inspirada na cultura brasileira, repleta de cores e com uma trilha musical bastante rica, passeando por ritmos típicos como a bossa nova, samba, xaxado, funk, entre outros. Tudo, claro, com muita percussão.

SOBRE O ESPETÁCULO OVO

Quando um ovo misterioso aparece em seu habitat, os insetos ficam maravilhados e intensamente curiosos sobre esse objeto icônico que representa o enigma e os ciclos de suas vidas. É amor à primeira vista quando um inseto desajeitado e peculiar chega nessa comunidade movimentada e se depara com uma joaninha fabulosa.

OVO é um mergulho em um ecossistema colorido e repleto de vida, onde os insetos trabalham, comem, rastejam, flutuam, brincam, brigam e buscam pelo amor em uma farra sem fim, cheia de energia e movimento. O universo dos insetos é um mundo de biodiversidade e beleza, cheio de ruídos e momentos de emoção silenciosa. O elenco de OVO é composto por 50 artistas de 14 países, incluindo quatro brasileiros, especializados em diversas acrobacias.

OVO transborda de contrastes. O mundo oculto e secreto aos nossos pés é revelado de maneira tenra e tórrida, barulhenta e silenciosa, pacífica e caótica. E quando o sol nasce em um novo e belo dia, o ciclo vibrante da vida dos insetos recomeça.

OVO é um símbolo atemporal do ciclo da vida e nascimento de numerosos insetos que sustentam a trama subjacente do show. Em sua criação gráfica, o logotipo com o nome do espetáculo remete à figura de um inseto: As duas letras “O” representam os olhos, enquanto da letra “V” saem duas pequenas antenas.

O Time Criativo por trás do mundo de OVO é: Guy Laliberté e Gilles Ste-Croix (Guias Artísticos); Deborah Colker, primeira diretora mulher no Cirque du Soleil (Autora, Diretora e Coreógrafa); Chantal Tremblay (Diretora de Criação); Gringo Cardia (Designer de cenário e adereços); Liz Vandal (Figurinista); Berna Ceppas (Compositor e Diretor Musical); Éric Champoux (Designer de Iluminação); Jonathan Dean (Designer de Som) e, pela primeira vez no Cirque du Soleil: Fred Gérard (Rigging e Designer de Equipamento Acrobático); Philippe Aubertin (Designer de Performance Acrobática); e Julie Bégin (Designer de Maquiagem).

CARMEN (3)

INGRESSOS

PRÉ-VENDA PARA CLIENTES BRADESCO
Clientes dos Cartões Bradesco, BradesCard e next contarão com pré-venda exclusiva nas quatro cidades.

Confira as datas em que os ingressos poderão ser adquiridos:
– Belo Horizonte, entre os dias 06 e 27 de novembro;
– Rio de Janeiro, entre os dias 07 e 28 de novembro;
– Brasília, entre os dias 08 e 29 de novembro;
– São Paulo, entre os dias 09 e 30 de novembro.

Os Clientes dos Cartões Bradesco, BradesCard e next têm benefícios exclusivos de 20% de desconto e parcelamento em até 6X sem juros (limitado a 6 ingressos inteiros por CPF e 50% dos ingressos disponibilizados). O parcelamento não é válido para os cartões de débito e corporativos. As compras on-line podem ser feitas com os Cartões de Crédito Bradesco, Bradescard e next. As compras nas bilheterias oficiais e pontos de vendas podem ser feitas com Cartões de Crédito e Débito Bradesco, Bradescard e next. O desconto não incidirá sobre o valor do serviço Tapis Rouge.

PRÉ-VENDA PARA MEMBROS CIRQUE CLUB
O Cirque Club é um clube gratuito e com diversos benefícios, que incluem ingressos antecipados e informações exclusivas de bastidores. Confira as datas em que os ingressos poderão ser adquiridos:
– Belo Horizonte, no dia 28 de novembro;
– Rio de Janeiro, entre os dias 29 e 30 de novembro;
– Brasília, no dia 30 de novembro;
– São Paulo, entre os dias 01 e 02 de dezembro.

Para participar do clube, acesse www.cirqueclub.com.

VENDA PARA O PÚBLICO GERAL
A venda para o público em geral começa nas seguintes datas:
– Belo Horizonte, a partir do dia 29 de novembro;
– Rio de Janeiro, a partir do dia 01 de dezembro;
– Brasília, a partir do dia 01 de dezembro;
– São Paulo, a partir do dia 03 de dezembro.

Durante toda a venda para o público em geral, os ingressos poderão ser parcelados em até 6x para Cartões Bradesco, Bradescard e next e em 3x para demais cartões.

Os Clientes dos Cartões Bradesco, BradesCard e next contam com 20% de desconto e parcelamento em até 6X sem juros (limitado a 6 ingressos inteiros por CPF e 30% dos ingressos disponibilizados). Ao atingir os 30% dos ingressos disponibilizados, o desconto passa a 10%. O parcelamento não é válido para os cartões de débito e corporativos. As compras on-line podem ser feitas com os Cartões de Crédito Bradesco, Bradescard e next. As compras nas  bilheterias oficiais e pontos de vendas podem ser feitas com Cartões de Crédito e Débito Bradesco, Bradescard e next. O desconto não incidirá sobre o valor do serviço Tapis Rouge.

TAPIS ROUGE BY BRADESCO
O Cirque du Soleil e o Banco Bradesco estarão juntos no espaço Tapis Rouge – área VIP dos espetáculos da companhia canadense – durante toda a turnê de OVO no Brasil. Os clientes que adquirirem ingressos para o setor Premium + o adicional de serviços, contarão com uma experiência especial e diferenciada, reservada para aproximadamente 300 pessoas. O cliente assistirá ao espetáculo de um lugar bem próximo ao palco e ainda irá usufruir de diversos benefícios.

Os ingressos estarão disponíveis através do site https://www.tudus.com.br/ e bilheterias oficias (Shopping Cidade, em Belo Horizonte; Shopping Metropolitano Barra, no Rio de Janeiro; Shopping ID, em Brasília; e Shopping Market Place em São Paulo).

Para mais informações sobre o Cirque du Soleil, visite www.cirquedusoleil.com.

CARMEN (2)

CIRQUE DU SOLEIL: OVO – TEMPORADA BRASILEIRA

Duração 140 minutos

Classificação Livre

Belo Horizonte

Ginásio Mineirinho (Av. Antônio Abraão Caram, 1001 – Pampulha)

07 a 17/03/19

Terça, Quarta e Quinta – 21h, Sexta – 17h* e 21h, Sábado – 17h e 21h, Domingo – 14h* e 18h*, 16h e 20h (* somente em datas específicas)

$260/$550

Rio de Janeiro 

Jeunesse Arena (Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401 – Barra da Tijuca)

21 a 31/03

Terça, Quarta – 21h, Quinta e Sexta – 17h* e 21h, Sábado – 17h e 21h, Domingo – 14h* e 18h*, 16h e 20h (* somente em datas específicas)

$260/$550

Brasília

Ginásio Nilson Nelson (SRPN – Brasília)

05 a 13/04

Terça, Quarta – 21h, Quinta e Sexta – 17h* e 21h, Sábado – 14h* e 18h*/ 17h e 21h, Domingo – , 16h e 20h (* somente em datas específicas)

$260/$550

São Paulo

Ginásio do Ibirapuera (R. Manuel da Nóbrega, 1267 – Paraíso)

19/04 até 12/05

Terça – 21h, Quarta, Quinta e Sexta – 17h* e 21h, Sábado – 13h*/ 17h e 21h, Domingo – 14h* e 18h* / 16h e 20h (* somente em datas específicas)

$260/$550

BILHETERIAS OFICIAIS – SEM TAXA DE SERVIÇO
Belo Horizonte – bilheteria disponível até o dia 01 de março de 2019
Shopping Cidade (Rua dos Tupis, 337 – Centro)
Horário de funcionamento:
Segunda-feira a Sábado – Das 10h às 20h
Domingo – Das 10h às 18h

Rio de Janeiro – bilheteria disponível até o dia 19 de março de 2019
Shopping Metropolitano Barra (Av. Embaixador Abelardo Bueno, 1300 – Barra da Tijuca)
Horário de funcionamento:
Segunda a quinta-feira – Das 10h às 22h
Sexta-feira e sábado – Das 10h às 23h
Domingo – Das 11h às 22h

Brasília – bilheteria disponível até o dia 03 de abril de 2019
Shopping ID (Setor Comercial Norte Q 6 Edifício Venâncio Conjunto A)
Horários de funcionamento:
Segunda-feira a sábado – Das 10h às 22h
Domingo – Das 13h às 19h

São Paulo – bilheteria disponível até o dia 17 de abril de 2019
Shopping Market Place (Av. Dr. Chucri Zaidan, 902 – Vila Cordeiro)
Horários de funcionamento:
Segundo-feira a sábado – Das 10h às 22h
Domingo – Das 14h às 20h

VENDAS ON-LINE – COM TAXA DE SERVIÇO
Através do site https://www.tudus.com.br/

MEIA-ENTRADA
Em conformidade com a legislação vigente no Estado e Município específico onde o evento for realizado. Obrigatória apresentação do documento comprobatório da condição de beneficiário, no ato da compra e no acesso ao evento.

70? DÉCADA DO DIVINO MARAVILHOSO – DOC. MUSICAL

Depois do sucesso arrebatador de ‘60! Década de Arromba – Doc.Musical’, que apresentou Wanderléa à frente do elenco e foi assistido por mais de 100 mil espectadores em todo Brasil, estreia no dia 15, no Theatro Net Rio, o aguardado espetáculo ‘70? Década do Divino Maravilhoso – Doc. Musical’, mais uma produção que faz parte da tetralogia do idealizador, produtor e diretor geral Frederico Reder e do roteirista, dramaturgo e pesquisador Marcos Nauer.  Desta vez, a dupla leva para o palco momentos marcantes dos anos 1970 em diversas esferas: acontecimentos da política, moda, comportamento, esportes e artes em geral são embalados por mais de

250 sucessos das músicas brasileira e internacional, divididos em duas partes, como num disco de vinil, em lado A (1970-1976) e lado B (1977-1979). De forma cronológica, depoimentos, fotografias e vídeos vão desfilar no grande telão que tomará conta do centro do palco nesta superprodução, apresentada pelo Circuito Cultural Bradesco Seguros, que conta com 24 jovens talentos, uma orquestra de dez músicos, 20 cenários, 300 figurinos, toneladas de luz e som, e mais de 100 profissionais dedicados a criar o espetáculo.

As Frenéticas Dhu Moraes, Leiloca Neves e Sandra Pêra são as três cerejas do musical, no bloco dedicado à febre das discotecas, fenômeno que estourou nas pistas de todo o mundo há exatos 40 anos, inclusive no Brasil, por meio da novela ‘Dancin’ Days’, de Gilberto Braga. “Símbolos de uma época”, como define Nelson Motta, as Frenéticas, que foram descobertas pelo jornalista e produtor musical em 1976, estouraram em todo o Brasil com a música “Perigosa”, de autoria dele em parceria com Rita Lee e Roberto de Carvalho.

O grupo de seis amigas (Leiloca, Sandra Pêra, Lidoca, Edyr, Dhu Moraes e Regina Chaves), que se reuniram na boate Frenetic Dancing Days, como garçonetes, logo largaram as bandejas e se transformaram em um dos maiores fenômenos da música brasileira. Estamparam a capa das principais revistas, lançaram clássicos instantâneos como o tema da novela homônima e ditaram moda. Elas abriram as asas, soltaram as feras e transgrediram em um Brasil que onde se confrontavam censura, liberdade de expressão, feminismo e empoderamento. Esses temas continuam atuais e são abordados na montagem, que segue o bem-sucedido gênero criado por Reder e Nauer em ‘60! Década de Arromba’, o Doc.Musical.  “Reunimos teatro, documentário e música. Este formato me permitiu unir tudo isso e ainda propor um novo olhar para a forma de se fazer um espetáculo musical”, vibra o diretor. “O doc.musical não apresenta a biografia de nenhum artista, porque o olhar está no coletivo, no grupo, numa época, portanto, é de fato, a música a grande protagonista”, explica Nauer.

O título do musical traz uma interrogação porque propõe questionamentos sobre as dualidades do período. “Uma década de incertezas”, como conceitua Cid Moreira em uma das retrospectivas apresentadas em projeção dentro do espetáculo.  Em toda a América Latina, a ditadura apertava o cerco, a censura era cada vez mais intensa, a liberdade, cerceada. E a arte surgiu exatamente como uma possibilidade de redenção. “Os anos 70 mostraram vários caminhos possíveis por meio da arte, da música e da dança. E em todos eles era preciso ser forte para sonhar com um mundo novo e melhor”, pondera Nauer. “Foram anos de muita luta e força. Há canções que captam essa aura, mas há também muitas outras de muita beleza e aquela explosão de alegria com o surgimento da disco music”, acrescenta Reder.

Na grande timeline do musical, outros movimentos, como o tropicalismo, o glam rock, o punk e o reggae serão revisitados com suas mais emblemáticas canções. De Novos Baianos (“A Menina Dança”) a David Bowie (“Starman”), Raul Seixas (“Há Dez Mil Anos Atrás”) a Led Zeppelin (“Stairway to Heaven”), Mutantes (“Top Top”) a Queen (“Bohemian Rapsody”), Caetano Veloso (“Sampa”) a Donna Summer (“Last Dance”), e Bob Marley (“No Woman, No Cry”) a Sex Pistols (“Anarchy in the UK”), os números não vão apresentar atores personificando os ícones da época. Os sentimentos que essas músicas emanam é que vão ditar as ações e coreografias assinadas por Victor Maia, que também cuida da direção de movimento. “70? Década do Divino Maravilhoso – Doc.Musical”, que chega agora ao palco do Theatro Net Rio, não se furta de narrar esse momentos polêmicos, mas é, sobretudo, uma ode à superação, à beleza, à alegria, à capacidade criativa de um povo que jamais se deixa abater. “É preciso estar atento e forte, não temos tempo de temer a morte”, como diz a emblemática canção-título de Caetano e Gil. Podemos e merecemos ser felizes.

Além de Frederico Reder e Marcos Nauer, o espetáculo ainda traz outros nomes de peso, como o do figurinista Bruno Perlatto, o iluminador Césio Lima, o diretor musical Jules Vandystadt, a cenógrafa Natália Lana e diretora de produção Maria Siman. Uma ficha técnica que promete mais décadas brilhantes, rumo aos 80, 90 e quem sabe muito mais.

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70? Década do Divino Maravilhoso – Doc. Musical

Com Amanda Döring, Amaury Soares, Aquiles Nascimento, Barbara Ferr, Bruno Boer, Camila Braunna, Debora Pinheiro, Diego Martins, Erika Affonso, Fernanda Biancamano, Larissa Landim, Laura Braga, Leandro Massaferri, Leilane Teles, Leo Araujo, Nando Motta, Pedro Navarro, Pedro Roldan, Rany Hilston, Rodrigo Morura, Rodrigo Naice, Rodrigo Serphan, Rosana Chayin, Tauã Delmiro

Participação especial das Frenéticas: Dhu Moares, Leiloca Neves e Sandra Pêra

Duração 150 minutos

Classificação 14 anos

Theatro Net Rio – Sala Tereza Rachel (Rua Siqueira Campos, 143 – Copacabana, Rio de Janeiro)

15/11 até 16/12

Quinta e Sexta – 20h30, Sábado – 17h e 21h, Domingo – 18h

$45/$220

Theatro Net SP – Shopping Vila Olímpia (Rua Olimpíadas, 360 – Itaim Bibi, São Paulo)

14/03 até 02/06/19

Quinta e Sexta – 20h30, Sábado – 17h e 21h, Domingo – 17h

$45/$220

IV PRÊMIO REVERÊNCIA

A próxima edição do Prêmio Reverência terá ingressos gratuitos distribuídos a partir das 19h (duas horas e meia antes do início), no dia 13 de novembro, no Teatro Alfa. A noite será apresentada por Tiago Abravanel e contará com números musicais inéditos, preparados especialmente para a ocasião, além de apresentação de cenas de vários musicais indicados nas 15 categorias da premiação. O evento é uma realização da AR e do Ministério da Cultura e conta com o patrocínio do BTG Pactual Digital, que pelo segundo ano seguido apoia essa celebração da classe e dos musicais no Brasil.

Após se consolidar no cenário cultural brasileiro em três prestigiadas edições, o Prêmio Reverência de Teatro Musical inicia uma nova fase em seu quarto ano consecutivo. A grande novidade é a criação de uma Academia, responsável por indicar e eleger os premiados. Foram convidados para o novo júri, entre artistas já indicados ao Reverência, veteranos consagrados, produtores e jornalistas especializados.

‘O Prêmio Reverência nasceu do desejo genuíno de valorizar a classe do teatro musical brasileiro, reverenciar nossos talentos e criar mais oportunidades de visibilidade. Com novas vozes, engajadas e atuantes, reforçamos nossas escolhas passadas e também a crença de que ninguém melhor do que a própria classe para votar nela mesmo. É uma iniciativa para promover ainda mais união no meio e dar total protagonismo a quem dedica seu dia-a-dia à arte de fazer musical no Brasil’, ressalta Antonia Prado, idealizadora do Prêmio Reverência, ressaltando que o processo de votação continua com a supervisão da auditoria Ecovis Peemon e que os envolvidos não podem votar na categoria que concorrem. ‘Sempre tivemos como meta conquistar a credibilidade do meio, ao sermos reconhecidos como uma premiação transparente, correta e referência no mercado’, diz.

A lista de finalistas foi marcada pelo equilíbrio. Entre os 35 espetáculos que concorrem neste ano, ‘Cantando na Chuva’ lidera com 11 indicações, enquanto três musicais empatam com 10: ‘Romeu e Julieta’, ‘Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812’ e ‘Peter Pan’. ‘Bibi, uma Vida em Musical’, ‘Elza’ e ‘Pippin’ tiveram nove indicações cada um.

As montagens que completam a lista seguem ‘Hebe, O Musical’ (4), ‘O Fantasma da Ópera’ (2), ‘A Pequena Sereia’ (2), ‘Se Meu Apartamento Falasse…’ (2), ‘O Som e a Sílaba’ (2) e ‘Dançando no Escuro’ (2). ‘A Vida Não É Um Musical’, ‘Cargas D’Água’, ‘Os Produtores’, ‘O Nome do Espetáculo’ e ‘Dois Filhos de Francisco’ completam a lista, com uma indicação cada.

A Categoria Melhor Espetáculo Voto Popular está aberta a todos e disponível para votação no site da premiação, a partir de hoje. Esta categoria contempla todos os 35 musicais inscritos nesta temporada.

Outra novidade é o lançamento da categoria Melhor Ensemble, valorizando o coro dos musicais, sempre tão importante e pouco lembrado nas premiações.

A cerimônia continuará no mesmo formato dos outros anos, com a apresentação ao vivo de trechos dos principais musicais indicados, além de números criados especialmente para a ocasião. Como acontece desde a sua criação, a festa se reveza entre Rio de Janeiro e São Paulo, pois este é o único prêmio que contempla espetáculos que estrearam nas duas cidades.

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Sobre o Prêmio Reverência

Nas últimas duas décadas, o Teatro Musical Brasileiro ressurgiu com força, numa espécie de renascimento do gênero. Entre franquias de musicais estrangeiros, adaptações, produções originais e biografias, o cenário possibilitou a formação de um novo público e de muitos profissionais especializados no gênero.

A primeira edição do Prêmio Reverência aconteceu em agosto de 2015, no Hotel Fasano do Rio de Janeiro, sob comando de Heloísa Périssé. A cerimônia teve números musicais de Malu Rodrigues, Thiago Machado e Totia Meireles e premiou espetáculos como ‘Samba Futebol Clube’, ‘Os Saltimbancos Trapalhões’ e ‘Elis, a Musical’.

No segundo ano, a Cerimônia de Premiação ocupou o Teatro Alfa, em São Paulo, onde foram reproduzidas cenas dos principais indicados. Apresentada por Daniel Boaventura e Totia Meireles, a noite contou ainda com números inéditos e especialmente criados para a ocasião, como na homenagem para Marília Pêra, interpretada por Totia, Daniel, Laila Garin, Leticia Colin e Sandra Pêra. Os principais premiados foram ‘Kiss Me, Kate – O Beijo da Megera’ e ‘Urinal, O Musical’. A cerimônia foi transmitida pelo Canal Bis, da Globosat.

Para manter o revezamento de cidades, o Reverência voltou ao Rio de Janeiro no ano passado e tomou conta do palco do Teatro Bradesco (RJ), agora com transmissão ao vivo no Canal Bis e apresentação de Tiago Abravanel e Lucio Mauro Filho.

4º PRÊMIO REVERÊNCIA DE TEATRO MUSICAL
Dia 13 de novembro, às 21h30 (entrada na sala até 21h)
TEATRO ALFA (Rua Bento Branco de Andrade Filho, 772)
Ingressos distribuídos no local a partir de 19h (por ordem de chegada para os 100 primeiros da fila)

SUPER MOÇA

Baseado em histórias reais, a atriz Izabella Van Hecke dá vida à atrapalhada aeromoça Pérola, que, ao completar 25 anos de aviação e finalmente se aposenta, podendo agora retomar o sonho de adolescente, ser atriz.

Para esta realização junta suas economias  e aluga um teatro para montar um clássico grego: Jocasta. Mas louca como é, resolve inovar e arriscar na busca do tão sonhado prêmio Shell, trocando Édipo por Hamlet, e para mostrar todo seu potencial como atriz dramática, Pérola faz sua Jocasta ser paraplégica e com problemas auditivos.

Sem perceber, nossa aeromoça vai se distraindo do seu clássico e acaba contando inúmeras histórias ocorridas dentro dos seus voos, com classe de pessoas que ela mais tem pavor na vida: Os passageiros.

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Super Moça

Com Izabella Van Hecke

Teatro Municipal Café Pequeno (Av. Ataulfo de Paiva 269, Leblon, Rio de Janeiro)

Duração 60 minutos

08 a 29/11

Quinta – 22h30

$40

Classificação 14 anos

LOUCA TERAPIA

Guto e Will se conhecem e pouco tempo depois decidem morar juntos. Por terem vidas muito diferentes e comportamentos opostos logo surgem problemas na relação, então sem contar um para o outro eles decidem procurar terapia alternativa e acabam caindo nas mãos de dois farsantes que de terapeutas não tem nada. Os picaretas Jhon e Miguel ao invés de resolver as questões da relação acabam deixando o casal tão louco quanto eles.

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Louca Terapia

Com Filipe Bertini, Ivo Ueter, Kainan Ferraz e Thiago Mantovani

Teatro Ruth Escobar – Sala Gil Vicente (Rua dos Ingleses, 209 – Bela Vista, São Paulo)

Duração 90 minutos

25/10 até 29/11

Quinta – 21h

$50

Classificação 14 anos

JORNADA DE UM IMBECIL ATÉ O ENTENDIMENTO

Montada apenas três vezes, todas dirigidas pelo saudoso João das Neves (1935-2018), a peça Jornada de um Imbecil até o Entendimento, de Plínio Marcos (1935-1999), ganha nova encenação, com direção de Helio Cicero. O espetáculo estreia no dia 9 de novembro, sexta-feira, às 21h, no Centro Cultural São Paulo (CCSP) – Espaço Cênico Ademar Guerra, e segue em cartaz até 16 de dezembro. O elenco é formado por Jairo Mattos, Fernando Trauer, Fernanda Viacava, Rogério Brito e Douglas Simon, além do próprio diretor.

A comedia circense narra as articulações e malandragens de seis vagabundos – Mandrião, Teco, Manduca, Popô, Pilico e Totoca – que sobrevivem pedindo dinheiro nas ruas e becos de uma cidade grande. Apenas Mandrião e Pilico têm chapéus para pedir esmolas, sendo que o primeiro com a ajuda do Teco, uma espécie de secretário, contrata – ou praticamente escraviza – os demais pedintes, respaldados por uma falsa crença criada por um deles.

Mandrião e Teco armam um plano para acabar com Pilico, porque eles descobrem que o concorrente estaria tentando trazer os outros pedintes para seu lado. No meio dessa disputa, os empregados Manduca, Popô e Totoca analisam as vantagens que vão ganhar ao se aliar a cada um desses dois lados.

A encenação caracteriza todos os personagens como palhaços e explora a linguagem do realismo fantástico. “Esta é uma forma de homenagear Plínio Marcos, porque, antes de mais nada, ele era um palhaço. A linguagem clownesca está na estrutura do texto, com as características clássicas do universo clown, no qual as duplas aparecem com suas figuras típicas e referências. A opção pelo realismo fantástico do diretor Helio Cicero foi feita porque a única forma de contar essa história é através da poesia, já que a realidade é tão crua e dura e se supera a cada dia”, revela o ator e idealizador do espetáculo Fernando Trauer.

Ainda segundo Trauer, a ideia de montar o espetáculo surgiu quando leu o texto publicado na Coleção Plinio Marcos, Obras Teatrais, de Alcir Pécora. “A linguagem do Teatro do Absurdo; as referências explícitas a Esperando Godot [de Samuel Beckett], Ionesco e Brecht; a atualidade de um texto de 50 anos, que reflete o momento político no qual vivemos, nos níveis político, social, econômico e jurídico; e o fato de a peça fugir muito das tradicionais características conhecidas do Plínio são motivos que me despertaram o interesse”, diz.

A própria realidade brasileira atual serviu como fonte de inspiração. “As referências são diárias sobretudo em época de eleições: a história recente do país, os conchavos políticos, o Poder Judiciário, a dominação religiosa, a nossa São Paulo brasileira de tanta miscigenação, sujeira e belezas misturadas, a pobreza e as riquezas antagônicas. Além disso, adotamos a palhaçaria com suas referências clássicas, o universo do artista das ruas e a análise do indivíduo social e suas mazelas e belezas que o fazem humano”, comenta Trauer.

A montagem é ambientada em uma estação de trem abandonada, com trilhos disformes que levam a diferentes caminhos – esta é uma forma de homenagear João das Neves e seu maior espetáculo, O Último Carro. “O porão do Centro Cultural São Paulo contribui para a estrutura cenográfica, criando uma atmosfera de desolação, na qual a reutilização é palavra de ordem nos trilhos de uma estação de trem abandonada, cujas direções levam e trazem a lugares que foram ou poderiam ter sido alternativas. Com forte influência de Banksy, retrataremos um pouco das ruas e da realidade que nos cerca”, esclarece o diretor Helio Cicero.

Assim como o cenário também criado pela Luiza Curvo, os figurinos estão sendo confeccionados com materiais recicláveis como plástico, cápsulas de café, retalhos de tecidos e sobras do mercado industrial, em contraponto aos trajes sociais dos cinco estagiários oriundos do Projeto Vocacional da Prefeitura Municipal de São Paulo, que além de receberem o público, interferirão nas cenas. A Iluminação de André Lemes segue o mesmo conceito, com o uso alternativo de fontes de luz criando o efeito necessário do realismo fantástico. As músicas sob direção de Dagoberto Feliz serão cantadas pelos atores e pelo coro de estagiários, proporcionando uma partitura contemporânea ao texto do Plínio”, acrescenta o encenador.

Indicada ao Prêmio Molière em 1968, a montagem icônica de João das Neves para a obra aconteceu no teatro Opinião, no Rio de Janeiro, com Milton Gonçalves, Ary Fontoura, José Wilker, Denoy de Oliveira, Jorge Cândido e Teca Calazans no elenco. As outras duas encenações ocorreram em 1969, no Teatro Maria Della Costa, em São Paulo, e em 1970, no Teatro Arena, em Porto Alegre.

1969=

Mesa de debates

O espetáculo é uma atração do projeto Plínio Marcos, uma Realidade da São Paulo Brasileira, que ainda prevê bate-papos e ciclo de leituras. Uma mesa redonda (em data a ser definida) vai contar com participação de Maria Thereza Vargas, Alcir Pécora, Oswaldo Mendes e Kiko Barros.

Na ocasião, também acontece o lançamento do documentário Jornada de um Imbecil, 50 anos de Entendimento, que comemora a primeira montagem da peça de Plínio MarcosA peça de 1968, tinha Milton Gonçalves, Ary Fontoura, José Wilker, Denoy de Oliveira, Jorge Cândido e Teca Calazans, no elenco. O filme também marca a última entrevista dada pelo diretor João das Neves.

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Jornada de um Imbecil até o Entendimento

Com Jairo Mattos, Fernando Trauer, Fernanda Viacava, Rogério Brito, Douglas Simon e Helio Cicero e Luiza Curvo

Centro Cultural São Paulo – Espaço Cênico Ademar Guerra (Rua Vergueiro, 100 – Paraíso, São Paulo)

Duração 130 minutos

09/11 até 16/12

Sexta e Sábado – 21h, Domingo – 20h

$30

Classificação 14 anos

MESA PARA CINCO

Cinco amigos de infância sentados em um bar, calor do fim de tarde, happy hour, um bate-papo sobre a vida, trabalho, relacionamentos. Esse é o clima de Mesa Para Cinco, comédia com dramaturgia e direção de Gabriela Lemos, que estreia no dia 3 de novembro no foyer do Espaço Cia da Revista. A temporada será sempre, sábados e domingo, às 18h, até 2 de dezembro. As sessões de sábado contam com pocket show especial no final.

Na trama, uns amigos se reúnem pra animar Julio, que acaba de sair de um relacionamento longo depois de uma brutal traição.  Nessa mesa de bar, os cinco falam sobre suas vidas, seus relacionamentos e empregos. Suas personalidades e caráter vão se revelando na medida em que suas opiniões, controversas ou não, vão sendo expostas. Cada personagem revela uma fragilidade que aos poucos vai abalando a convivência e inflando os ânimos. Diante desse cenário, uma novidade específica da vida amorosa de Augusto, instaura o caos. Nenhum dos cinco sai ileso desse encontro no bar. Todos têm alguma ferida exposta e polemizada pelo grupo.

A montagem se passa em uma mesa de bar, tipicamente paulistana. Os personagens trazem características comuns do grupo ao qual pertencem e ao revelarem – orgulhosos e ignorantes- suas falhas morais, ironicamente transparecem também suas vulnerabilidades e fraquezas”, conta Gabriela Lemos.

Cadeiras e mesas vão transformar o foyer do Espaço Cia da Revista em um verdadeiro bar da cidade, um clima intimista que vai deixar o público praticamente dentro da história do espetáculo. Um dos pilares é a fácil identificação de cada personagem existente, todo mundo conhece ou vai conhecer algum dos cinco rapazes daquela mesa. O público se relaciona com eles como se coexistissem em um desses happy hours de São Paulo.

É a união da qualidade artística com entretenimento, feita com pesquisa em todas as camadas que envolvem a peça. É um lazer com reflexão. Para ser algo prazeroso não precisa ser raso”, enfatiza a diretora.

Além dos cinco, existe outra figura habitando o universo desse bar. Servindo a mesa, está uma drag queen extremamente glamorosa e bem montada. Sua presença acompanha indiferente as atrocidades proferidas por aqueles clientes, e tem como objetivo diferenciar essa situação da realidade, fazer resistência e ironizar a postura do tipo ali presente, e do ambiente carregado de uma masculinidade bronca e defasada.

Os personagens habitam um universo de “monstros urbanos” presentes no dia a dia. Quando paramos para ouvir e pensar criticamente sobre seus discursos, nos chocamos com a sua existência (antes despercebida no meio do cotidiano).

Mesa Para Cinco é um projeto que evidencia a parceria de Gabriela Lemos e Yorran Furtado.  Ambos foram realizadores de outras montagens como Oração Para Um Pé De Chinelo (Texto de Plínio Marcos) e a comedia Nem Romeu, Nem Julieta. A última trazia um outro lado para o clássico de Shakespeare, Romeu e Julieta, ao focar na história sob o ponto de vista de Rosalina, prima de Julieta Capuleto e o primeiro amor de Romeu Montéquio. 

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Mesa Para Cinco

Com Alexandre Menezes, Luis Gustavo Bricks, Mateus Menoni, Rafael Augusto de Carvalho, Thiago Albanese e Yorran Furtado

Espaço Cia da Revista (Alameda Nothmann, 1135 – Santa Cecilia, São Paulo)

Duração 60 minutos

03/11 até 02/12

Sábado e Domingo – 18h

$40

Classificação 14 anos