BOB SOOM EM O TREM DE FERRO

Ao som de clássicos do cancioneiro popular, como A BaratinhaPintor de JundiaíMarcha Soldado e Pula Pula Pipoquinha, a formiguinha azul Bob Zoom, que soma mais de 724 milhões de visualizações no Facebook, se apresenta ao lado dos seus amigos noTeatro MorumbiShopping com Bob Zoom em: O Trem de Ferro a partir do dia 19 de janeiro, sábado, 16 horas.

No espetáculo, Bob Zoom e os amigos Cachorro, Joaninha, Barata, Menininho e Menininha vão viver uma aventura animada para encontrar o trem de ferro que dá nome ao show. Nessa viagem divertida, os personagens vão se deparar com situações inusitadas que prometem surpreender e alegrar a criançada e seus pais.

O espetáculo é composto por 18 canções, todas bem conhecidas do público que se acostumou a acompanhar o Bob Zoom na internet e em outras plataformas. Em 2017, o espetáculo anterior do Bob Zoom (Bob Zoom – Show) foi apresentado em cidades como São Paulo, no próprio Teatro MorumbiShopping, Rio de Janeiro e Salvador.

Este novo show é um convite para a diversão e viagem no tempo, já que atualmente viajar de trem não é algo mais tão comum na realidade das crianças. Estamos muitos satisfeitos com o resultado e torcemos para que todos se divirtam ao máximo”, afirma Marcos Mello, um dos criadores da formiguinha.

O Bob Zoom foi criado em 2012 e logo alcançou grande sucesso na internet. Atualmente conta com mais de 724 milhões de visualizações no Facebook e quase um milhão de curtidas no Facebook. O personagem e sua turma lançaram quatro temporadas com clássicos da música infantil e músicas autorais com gravações em português, inglês e espanhol, alcançando mais de 200 países.

Bob Zoom em: O Trem de Ferro

Teatro Morumbi Shopping – Morumbi Shopping (Avenida Roque Petroni Júnior, 1089; Santo Amaro, São Paulo)

Duração 50 minutos

19/01 até 10/03

Sábado e Domingo – 16h

$60

Classificação Livre

CONCERTANDO A BROADWAY

Canções clássicas de musicais da Broadway como Grease, Funny Girl, O Fantasma da Ópera, Os Miseráveis, Cats, Cantando na Chuva, Um Violinista no Telhado, Cabaret e A Noviça Rebelde ganham versões satíricas e irreverentes no espetáculo Concertando a Broadway, peça com roteiro e direção geral do pesquisador de teatro musical e dramaturgo Gerson Steves e direção musical de Claudio Goldman. Claudio também está em cena, acompanhado das atrizes Sady Medeiros e Muriel Aronchi e do pianista Hamilton de Oliveira. O espetáculo estreia dia 24 de janeiro e segue em temporada de apenas seis sessões, sempre às quintas-feiras, 20h, no Teatro Sérgio Cardoso (Sala Paschoal Carlos Magno).

Idealizado por Goldman e Steves, o espetáculo é composto por mais de 15 versões inéditas de canções extraídas de espetáculos da Broadway. A dupla conecta os números a esquetes sobre os bastidores do teatro musical no Brasil e no mundo, curiosidades da vida artística nos palcos e a trajetória de Claudio Goldman, cantor, compositor e músico, iniciado na vida artística desde os 7 anos. Nas versões, há fortes componentes de brasilidade e brincadeiras em cima das letras, não deixando de lado gírias e expressões com a cara do Brasil.

Gerson, responsável pela direção e dramaturgia, explica: “O gênero musical, no Brasil, nasce da paródia – ela é o grande barato do teatro musical brasileiro. Trazemos esse espírito irreverente para a peça, brincando também com o termo ‘concertar’, que se remete tanto à ideia de um concerto musical quanto a esses ajustes (e consertos) que propomos para que os números ganhassem uma cara mais brasileira”, diz o dramaturgo.

Os criadores do espetáculo apostam no seu alcance tanto para os amantes dos musicais quanto para quem não tem tanta familiaridade com o gênero. “Como as cenas se intercalam com as histórias que o elenco conta, o espetáculo se torna muito íntimo, próximo do público”, conta Gerson, complementando que tudo foi pensado em um formato indicado para toda a família.

As coreografias, assinadas pelas atrizes Sady Medeiros e Muriel Aronchi também vão no registro do bom-humor, confirmando o objetivo do espetáculo em subverter a estrutura do musical clássico da Broadway. “Os fãs  do gênero vão ter a oportunidade de assistir a um novo ponto de vista sobre o que estão habituados a ver. O espetáculo é composto por versões improváveis e malcomportadas para clássicos inesquecíveis”, completa.

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Concertando a Broadway

Com Claudio Goldman, Sady Medeiros e Muriel Aronchi

Teatro Sergio Cardoso – Sala Paschoal Carlos Magno (R. Rui Barbosa, 153 – Bela Vista, São Paulo)

Duração 70 minutos

24/01 até 28/02

Quinta – 20h

$40

Classificação Livre

NUNCA FOMOS TÃO FELIZES

O espetáculo Nunca Fomos tão Felizes, a nova produção da Applauzo e a Lugibi, está em cartaz no Teatro Itália, o. No elenco Eduardo Martini, Larissa Ferrara, Luccas Papp, Mateus Monteiro e Nicole Cordery, com texto e direção de Dan Rosseto (ganhador do Prêmio Nelson Rodrigues de personalidade do Teatro de 2018).

Esse novo espetáculo de Rosseto, acontece em uma noite de inverno de 1962. Nancy fez planos para comemorar o aniversário de casamento durante o jantar; seu marido Charlie sonha com a promoção na concessionária de Billie, um velho lascivo casado com Simone, uma mulher autentica com pensamentos de vanguarda.

Num clima de sedução e permissividade Charlie e Nancy são presos na teia de Billie e Simone. O velho se mostra desde o início seguro, uma persona que consegue tudo o que deseja. Simone, uma mulher à frente de seu tempo, extravasa sua frustração com o cinismo e a ironia de quem manipula cada situação a seu favor.

A verdade se torna algo degradante, após a entrada do subestimado e não convidado Frank. Aos poucos o espectador monta um quebra cabeça psicológico e cruel, observando cair às máscaras sociais assumidas pelas personagens por proteção e medo de expor os sentimentos.

O que era para ser um jantar de celebração transforma-se numa fogueira das vaidades, revelando a perturbadora face de cada um. O espectador, voyer da catástrofe alheia é testemunha dos acontecimentos sem imaginar a triste sentença. Afinal todo mundo oculta a verdade nos assuntos sexuais.

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Nunca Fomos Tão Felizes

Com Eduardo Martini, Larissa Ferrara, Luccas Papp, Mateus Monteiro e Nicole Cordery

Teatro Itália, (Av. Ipiranga 344 – República, São Paulo)

Duração 100 minutos

18/01 até 17/03 (não haverá apresentações 01, 02 e 03/03)

Sexta e Sábado – 21h, Domingo – 18h

$60

Classificação 12 anos

PEÇA PARA ADULTOS FEITA POR CRIANÇAS

É uma peça provocativa feita por crianças para adultos assistirem. Cada criança pensa, atua, dança Hamlet a partir das próprias experiências de vida, a partir da condição singular de cada uma. O texto foi escrito juntamente com as crianças e Elisa Ohtake respeitou o nível e o limite de entendimento que cada uma das cinco crianças tem de Hamlet de W. Shakespeare. “As crianças mergulham em Hamlet, ou seja, na apoteose da consciência humana, na entidade do mundo ocidental em crise, para aí sim poderem fazer estudos do transumano, de novas possibilidades do humano, da expansão da noção de humanidade. É o mergulho em Hamlet que permite a imaginação delas voar para o transumano” diz Ohtake.

As crianças atuam, dançam, vivem, passam por Hamlet, fazem estudos do transumano em todas as paredes do teatro, inventam brincadeiras para adultos contra a chatice, contra o antropocentrismo, contra a morte em vida. Posto isso, a peça vasculha como o mundo infantil pode potencializar o mundo adulto e vice-versa.

Os ensaios da peça duraram cerca de um ano e meio, sem parar e sem patrocínio algum. Em tempos catastróficos, obtusos e medrosos como o nosso Elisa Ohtake e as cinco crianças, sem desânimo, fizeram a dificuldade se transformar em força de união numa espécie de equipe de guerrilha amorosa resistente no backstage da produção.

A peça termina com a participação do ator Paulo César Pereio que entra em cena nos últimos 15 minutos. “Existem âmbitos de Hamlet nos quais, obviamente, crianças não penetram, não entendem ainda. Até para adultos Hamlet não é de todo compreensível, ele bruxuleia. Por isso a participação de Pereio, grande ator aparentemente oposto ao mundo infantil, é crucial”, explica Ohtake. “Há forças no mundo pedindo outras configurações e uma das questões principais do pensamento filosófico de hoje é saber como ultrapassar a figura chata do homem, que esteja para além da ideia egoísta de indivíduo. Essa questão também está sugerida em Hamlet, ‘a entidade do ocidente em crise’. Por isso, em PEÇA PARA ADULTOS FEITA POR CRIANÇAS, Hamlet e sua consciência infinita serviram de ponto de partida”, conclui Ohtake.

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Peça para Adultos feita por Crianças

Com Davi Hamer, Felipe Bisetto, Joana Arantes, Michel Felberg, Vitória Reich e Paulo Cesar Pereio

Duração 90 minutos

Espaço Parlapatões (Praça Franklin Roosevelt, 158 – Centro, São Paulo)

10/02 a 31/03

Domingo – 19h

$30

Classificação 10 anos

À LA CARTE

Em temporada de 14 a 23 de fevereiro (quintas e sextas, às 20h; sábados, às 18h), na Oficina Cultural Oswald de Andrade, a Cia Fragmento de Dança estreia “À La Carte”, trabalho que resulta de três residências artísticas, propostas no projeto “Dança depoimento em contágio”, realizadas no Espaço Cultural Casa da Vila, na Oficina Cultural Oswald de Andrade e no Coletivo Calcâneo, que se desdobraram numa emersão no Kasulo Espaço de Cultura e Arte, sede da companhia, com parte dos envolvidos. A entrada é gratuita.

A pesquisa parte do interesse em discutir o depoimento e a experiência de alteridade na construção da cena. Espaços privados e públicos se atritam para fazer perceber o que se produz a partir da relação eu-outro, como reconhecer o que nos é estrangeiro e o que se deseja produzir a partir desses encontros. Como disparadora, traz a questão “É possível estarmos juntos?”

Composto de entrada, prato principal e sobremesa, “À La Carte” se baseia em depoimentos pessoais, imagens e memórias de infância,  relações e proposições grupais, temperadas com uma pitada de política, e convida o público a escolher o que será degustado em forma de dança. Um processo de criação, inevitavelmente, passa por memórias; nos remetemos a nós mesmos em alguma atuação ou construção de um personagem. Para mim, depois de todas as pesquisas feitas, o que diferencia na dança depoimento ou no teatro do real ou no cinema documentário, não é o processo de criação, mas o pensamento disso como linguagem que acontece por meio do pacto com o público; a partir de como esse pacto é firmado, a relação muda e vai diferenciar a própria dramaturgia e a recepção do espectador”,considera Vanessa Macedo, diretora da Fragmento de Dança.

Concebido e dirigido por Vanessa Macedo, o trabalho traz 14 artistas em cena, cinco integrantes que compõem o elenco atual da Cia Fragmento de Dança – Chico Rosa, Diego Hazan, Letícia Mantovani, Maitê Molnar e Vinicius Francês -, e outros nove convidados – Ana Clara Poltronieri, Cristiano Saraiva, Gabriela Branco, Gervásio Braz, Joelma Souza, Júlia Lima, Larissa Pretti, Rafael Barzagli e Thainá Souza. A iluminação é de André Prado e Daise Neves assina o figurino.

O projeto “Dança Depoimento em Contágio” foi contemplado pela 24ª Edição do Programa de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo.

À La Carte

Com Ana Clara Poltronieri, Chico Rosa, Cristiano Saraiva, Diego Hazan, Gabriela Branco, Gervásio Braz, Joelma Souza, Júlia Lima, Larissa Pretti, Letícia Mantovani, Maitê Molnar, Rafael Barzagli, Thainá Souza e Vinicius Francês

Oficina Cultural Oswald de Andrade (Rua Três Rios, 363 – Bom Retiro, São Paulo)

Duração 70 minutos

14 a 23/02

Quinta e Sexta – 20h, Sábado – 18h

Entrada gratuita (distribuição 1h antes do horário da apresentação)

Classificação 14 anos

MANSA

Depois de estrear no Rio de Janeiro integrando a programação do festival Cena Brasil Internacional em junho de 2018 no CCBB Rio, Mansa, com dramaturgia de André Felipe e direção de Diogo Liberano, desembarca em São Paulo e estreia no Viga Espaço Cênico – sala Viga, no dia 8 de fevereiro. A temporada segue até 31 de março, com sessões às sextas e aos sábados, às 21h; e aos domingos, às 19h.

Na trama, Amanda Mirásci e Nina Frosi interpretam duas irmãs que, após anos de abuso em cárcere privado, matam o pai e enterram seu corpo nos fundos da casa. Mais do que apresentar um mero crime, a peça busca investigar a origem da violência contra a mulher.

Seguindo o jogo proposto pela dramaturgia, as atrizes dão vida a diferentes personagens e, como detetives ou arqueólogas, vão progressivamente desenterrando uma história silenciada, deixada na terra e perdida no tempo. Os personagens – todos eles masculinos – observam o drama das irmãs por diferentes ângulos, anunciando um constante processo de “amansamento” feminino. A montagem chama atenção para inúmeros crimes praticados contra as mulheres e que não recebem a devida punição, naturalizando a violência contra elas em nossa sociedade contemporânea.

A dramaturgia é construída por meio de fragmentos que se estendem por vários tempos, desde a infância das duas irmãs, passando pela adolescência, até o ato do crime e momentos posteriores a ele: julgamento, prisão e futuro. O terreno onde o corpo do pai foi enterrado é o espaço que une as cenas passadas, presentes e futuras, ganhando contornos que extrapolam uma única narrativa e abrindo aos espectadores o mesmo desafio: como afirmar algo sobre uma história que não é contada por suas vítimas, mas quase sempre por seus violentadores?

A encenação de Diogo Liberano buscou construir, junto à direção de movimento de Natássia Vello, uma dramaturgia corporal que apresenta diversos momentos da vida dessas irmãs. Por meio de uma relação de encaixe e desencaixe, a dramaturgia se relaciona com tais movimentos buscando abrir perguntas sobre os fatos narrados pelos personagens masculinos e a realidade vivida e sentida pelas mulheres que foram emudecidas. A trilha sonora original de Rodrigo Marçal, o cenário e os figurinos de André Vechi e a iluminação de Livs Ataíde visam, de modos variados, encontrar e completar uma história que foi esquecida e silenciada.

O autor André Felipe partiu de referências sugeridas pelo diretor e pelas atrizes para criar a dramaturgia original. Uma das origens da investigação foi a clássica dramaturgia “Antígona” do grego Sófocles. “O embate vivido entre as irmãs Antígona e Ismênia: uma querendo tomar uma decisão que desafiaria o Estado e causaria a sua morte e a outra amedrontada em realizar uma ação considerada indevida para uma mulher naquela época”, comenta Liberano sobre o processo de pesquisa que também incluiu estudos filosóficos e filmes sobre penitenciárias e instituições de confinamento.

Tínhamos o desejo de falar do confinamento e da instituição prisão modelando e domesticando o corpo da mulher”, acrescenta o encenador. O nome do espetáculo foi uma sugestão do dramaturgo a partir do poema “Uma mulher limpa”, do livro “Um Útero é do Tamanho de Um Punho”, da escritora Angélica Freitas (que segue transcrito abaixo):

porque uma mulher boa

é uma mulher limpa

e se ela é uma mulher limpa

ela é uma mulher boa

há milhões, milhões de anos

pôs-se sobre duas patas

a mulher era braba e suja

braba e suja e ladrava

porque uma mulher braba

não é uma mulher boa

e uma mulher boa

é uma mulher limpa

há milhões, milhões de anos

pôs-se sobre duas patas

não ladra mais, é mansa

é mansa e boa e limpa

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Mansa

Com Amanda Mirásci e Nina Frosi

Viga Espaço Cênico – Sala Viga (Rua Capote Valente, 1323 – Pinheiros, São Paulo)

Duração 70 minutos

08/02 até 31/03

Sexta e Sábado – 21h, Domingo – 19h

$40

Classificação 16 anos

FESTIVAL TEATRO INFANTIL NO SESC PINHEIROS

Em fevereiro, as crianças poderão conferir uma série de shows e peças de teatro no Sesc Pinheiros.

O espetáculo Pequena Magdalenada Companhia de Copas, segue temporada até dia 10 de fevereiro.

No dia 9 de fevereiro, na praça, entra em cena a montagem Navegar, do grupo Esparrama.

O auditório recebe o show Bichos de Cá dias 17 e 24 de fevereiro. Nos dias 23 e 24 de fevereiro, a peça Um Canto para Carolina, da Cia dos Inventivos, será apresentada na praça.

A programação infantil encerra com o show Pelo Mundo com Mawacado grupo Mawacadia 24 de fevereiro, no Teatro Paulo Autran.

PROGRAMAÇÃO

Teatro – Pequena Magdalena

Com Companhia de Copas

Domingos, 15 e 17 horas, até 10 de fevereiro

Local: Auditório (98 lugares)

Recomendação: 5 anos. Duração: 60 minutos.

Preços: Grátis para crianças até 12 anos. R$ 17,00 (inteira), R$ 8,50 (meia entrada: estudante, servidor de escola pública, + 60 anos, aposentados e pessoas com deficiência) e R$ 5,00 (credencial plena do Sesc – trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes).

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Às vésperas do Dia dos Mortos, uma animada festa no México, Magdalena se envolve em uma grande confusão e corre o risco de arruinar a mais tradicional festa de seu país. A peça é inspirado na infância da artista plástica mexicana Frida Kahlo (1907 – 1954).

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Teatro – Navegar

Com Grupo Esparrama

9 a 17 de fevereiro, sábados e domingos, 16 horas

Local: Praça

Recomendação: Livre. Duração: 50 minutos.

Grátis

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Grupo Esparrama apresenta o espetáculo Navegar – originalmente encenado no Minhocão – que traz como tema a relação das crianças com os espaços urbanos e a forma como elas interagem com a cidade. Durante a viagem de dois navegadores de cidade, Nina e Samuel, eles se juntam para transformar as ruas e vielas por onde passam. Porém, eles são surpreendidos pelo Gatão que se proclamou o dono de todas as coisas do mundo e que agora quer o barco deles. Ele e seus capangas usarão de todos os disfarces para enganá-las, mas, com a ajuda de seus amigos pássaros, as crianças descobrirão que para a imaginação não há limites, se não for possível navegar pela cidade, sempre será possível voar por ela.

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Show – Bichos de Cá

Com Grupo Nhambuzim

Dias 17 e 24 de fevereiro, domingos, 15 e 17 horas

Local: Auditório (98 lugares)

Recomendação: Livre. Duração: 60 minutos.

Preços: Grátis para crianças até 12 anos. R$ 17,00 (inteira), R$ 8,50 (meia entrada: estudante, servidor de escola pública, + 60 anos, aposentados e pessoas com deficiência) e R$ 5,00 (credencial plena do Sesc – trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes).

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Misturando música, folclore e meio ambiente, o grupo apresenta espécies da nossa fauna a partir de expressões da cultura popular brasileira. Para cada bicho, uma canção, e cada canção num ritmo característico da região onde ele vive. Tem o carimbó do peixe-boi, o jongo do muriqui, o maracatu do jabuti e muito mais. O espetáculo propõe uma viagem às florestas, planícies e sertões do Brasil, revelando um pouco da nossa diversidade cultural e ambiental.

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Teatro – Um Canto para Carolina

Com Cia dos Inventivos

Sábado e domingo, 23 e 24 de fevereiro, 16 horas

Local: Praça

Recomendação: Livre. Duração: 50 minutos.

Grátis

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Inspirado na obra Quarto de Despejo, da autora mineira Carolina Maria de Jesus, o espetáculo dialoga com o público infantil ao mostrar para as crianças as injustiças e contradições em que vivem outras tantas crianças no país. Na peça são abordadas questões como o medo da morte, o questionamento das diferenças sociais, as relações com a sociedade e com a família.

Na trama, os irmãos João, José e Vera recebem de presente o primeiro exemplar da publicação do livro-diário Quarto de Despejo, escrito por sua mãe, Carolina Maria de Jesus. Mergulhando no cotidiano registrado por ela, os filhos revivem suas histórias de luta por uma vida melhor.

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Show – Pelo Mundo com Mawaca

Com Mawaca

Dia 24 de fevereiro, domingo, 17 horas

Local: Teatro Paulo Autran (1010 Lugares)

Recomendação: Livre. Duração: 60 minutos.

Preços: Grátis para crianças até 12 anos. R$ 30,00 (inteira), R$ 15,00 (meia entrada: estudante, servidor de escola pública, + 60 anos, aposentados e pessoas com deficiência) e R$ 9,00 (credencial plena do Sesc – trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes).

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O grupo Mawaca apresenta o espetáculo infantil Pelo Mundo com Mawaca, que propõe uma viagem pelos ritmos e canções de países como França, Albânia, Tanzânia, Índia, Portugal, Israel e Brasil. Por meio de uma trama de sons e histórias que educam e entretém a plateia, o show é baseado no livro De todos os cantos do mundo (Cia das Letrinhas), escrito por Heloisa Prieto e Magda Pucci. O grupo passeia também por uma canção em Suaíli, por uma dança portuguesa, um canto indígena da Amazônia, uma oração à deusa Kali e uma dança circular hebraica.

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