II MAS – MOSTRA DE ARTE SINGULAR

A PAR Produção, em parceria com a FETAERJ, através da cogestão, Chacrinha em Cena, apresentam a 2ª edição da “MAS – Mostra de Arte Singular.” As inscrições online acontecem através do site www.fetaerj.com até 10 de março de 2020.

Poderão participar do “MAS – Mostra de Artes Singular” projetos culturais (Teatro, Dança, Música e Artes Visuais) em que parte ou totalidade dos seus integrantes sejam PcD (Pessoas com Deficiência).

O evento visa uma interação em que a arte se sobreponha a todas as diferenças, demonstrando que cada um tem suas próprias superações e que as limitações não impedem o fazer artístico.

A mostra de arte singular surge com o intuito de criar um espaço em que os artistas, com deficiência ou não, possam apresentar todas as suas singularidades, expondo através da arte suas características próprias e únicas, ideias fora do comum, inusitadas.

A palavra usada para se referir a características únicas de um indivíduo foi escolhida também para nomear nosso novo projeto que busca expressões artísticas únicas. A mostra, gratuita, será realizada no período de 14 a 18 de abril de 2020, na Arena Carioca Chacrinha, gratuita.

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 FETAERJ

 A FETAERJ – Federação de Teatro Associativo do Estado do Rio de Janeiro – é uma instituição sem fins lucrativos e de utilidade pública estadual. Há 41 anos associa grupos de teatro com o objetivo de fomentar a criação, manutenção e a difusão do teatro no nosso estado e o incentivo à formação de plateia. Trabalha com o princípio da descentralização da produção cultural, realizando congressos, concursos, seminários, oficinas, mostras, intercâmbios, palestras, debates, leituras, cursos e festivais de teatro. A partir dos trabalhos realizados, a Federação tem gerado oportunidades para o desenvolvimento de talentos mais diversificados: são autores, iluminadores, sonoplastas, maquinistas, contrarregras, atores, diretores, músicos com especialização na composição para o teatro, etc. Os resultados podem ser comprovados nas montagens que se multiplicam nos municípios e que excursionam pelo estado. Por suas ações, a FETAERJ recebeu o Prêmio Golfinho de Ouro / Estácio de Sá (2000), concedido pelo Governo do Estado do Rio, o Troféu Mandacaru (2004), concedido pela prefeitura de Armação de Búzios pelos 4 anos de desenvolvimento teatral sistemático no município, a Moção de Aplauso (2004), concedida pelo Ateneu Angrense de Letras, pela realização da FITA (Festa Internacional de Teatro de Angra) e a Moção De Congratulação (2006), concedida pela Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro pelo “excelente trabalho em prol da cultura brasileira”. Recentemente recebeu o Diploma Heloneida Studart de Cultura 2016, da Assembleia Leg islativa do Estado do Rio de Janeiro.

 MAS – Mostra de Arte Singular

Abertura de inscrições: Até dia 10 de março de 2020 através do site: www.fetaerj.com

Arena Carioca Abelardo Barbosa – Chacrinha – Rua Soldado Elizeu Hipólito, 138 – Pedra de Guaratiba. – Telefone: (21) 3404-7980 – GRATUITO

FETAERJ – Federação de Teatro Associativo do Estado do Rio de Janeiro

Informaçõesfetaerj.singular@gmail.com

A MÁQUINA DO TEMPO

Para entender o mundo de hoje, um menino resolve usar objetos que tem em seu próprio quarto para construir uma máquina que o permita viajar ao passado em busca de respostas. Eis o ponto de partida de “A máquina do tempo”, peça infantojuvenil escrita pelo ator e músico Gui Stutz, com direção de Denise Stutz. O espetáculo inédito estreia em 7 de março no Clube Manouche, com sessões aos sábados e domingos, às 16h, até 29 de março.

Sozinho em cena, Gui Stutz narra a história do menino de forma lúdica e entremeada por canções autorais. Nessa aventura pelo tempo, o menino é capturado por um navio pirata, vê diferentes dinossauros na pré-história, testemunha Santos Dumont voando no 14-Bis, vai trabalhar num circo de 1923 como o “menino do futuro” e passa por muitas cidades e países até voltar ao ano de 2020. Seu desejo nessa viagem é observar as florestas, os mares e as cidades para tentar entender como o passado se tornou o presente.

Acostumado a trabalhar com companhias teatrais, Gui já cultivava há tempos a vontade de montar um solo que reunisse música e dramaturgia. Para escrever “A máquina do tempo”, ele se inspirou na própria infância e na paternidade. “Sou filho único. Minha memória da infância tem muito de brincar sozinho e acompanhar as viagens de trabalho dos meus pais. Desenhava muito, criava mundos e histórias na minha cabeça”, recorda. Hoje pai de três filhos com idades entre dois meses e quatro anos, Gui se vê rodeado pelo universo da criança.

A música é um elemento constante nos trabalhos de artes cênicas de Gui Stutz, e não foi diferente na construção da dramaturgia de “A máquina do tempo”. Em cena, ele utiliza guitarra, e sintetizador ligados a um equipamento de looping para compor em tempo real a trilha sonora original.

Mãe e filho, Denise e Gui já trabalharam juntos em muitas produções, mas é a primeira vez que estão apenas os dois na criação de uma obra. Na bagagem, compartilham experiências que vão desde o teatro de rua popular da Grande Companhia Brasileira de Mystérios e Novidades até o teatro contemporâneo do espanhol Fernando Renjifo. “A nossa vontade era de fazer uma peça que não infantilizasse a criança. Queríamos dar espaço para ela pensar sobre o tempo de hoje”, enfatiza Denise.

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A Máquina do Tempo

Com Gui Stutz

Clube Manouche/ Casa Camolese (R. Jardim Botânico, 983 – Jardim Botânico, Rio de Janeiro)

Duração 60 minutos

07 a 29/03 (dia 08 – sessão extra 14h / não haverá sessão dia 15)

Sábado e Domingo – 16h

$40

Classificação 5 anos

AQUILO QUE ACONTECE ENTRE NASCER E MORRER

Diante da vida, como lidar com a morte? Diante da morte, como lidar com a vida? Partindo destas questões, surgidas a partir da morte trágica de seus pais num acidente de trânsito, que o diretor e ator Fabricio Moser iniciou uma pesquisa artística que resultou no espetáculo “Aquilo que acontece entre nascer e morrer” que, após uma temporada de sucesso, volta em cartaz de 7 a 29 de março na Casa 136, em Laranjeiras.

A dramaturgia da peça toma como parâmetros dramáticos os verbos nascer e morrer, com base nas experiências autobiográficas do artista e do público. Com uma atmosfera artesanal, Fabricio articula todos os elementos da encenação — luz, som e projeção — e convida o público a conhecer sua história como se estivesse na sala de casa, entre abajures, caixas com objetos pessoais e os quadros que ele pinta. Para conduzir a narrativa documental, a atuação aposta no cruzamento de diferentes linguagens artísticas, transitando entre a performance, a contação de histórias, a dança e o audiovisual. O trabalho é fruto do encontro do ator e diretor com artistas de diversas áreas, como Cassiana Lima Cardoso, Gabriel Morais, Gabriela Lírio, Ricardo Martins, Silvana Rocco e Tato Teixeira.

Em determinados momentos da peça, motivada pelas questões que sustentam o espetáculo, a plateia é convidada a dividir suas experiências. Em cena, Fabricio coloca no horizonte da criação artística as vozes do passado, do presente e do futuro, entre memórias e variados documentos. Artista e plateia são confrontados a buscar, por meio do teatro, a força dramática da vida numa tentativa de assegurar um sentido à jornada humana.

Acredito que o teatro é um espaço onde podemos transformar nossos dramas pessoais em experiências coletivas de aprendizado e assim descobrir, através dele e a cada novo encontro entre artista e público, um pouco mais sobre a natureza e o sentido da vida, com toda a poesia e toda a crueldade que ela tem”, analisa Fabricio. “A cena, o instante que nos é dado de presente através do encontro proporcionado pelo teatro se torna, então, um espaço fértil para evocar o passado e fortalecer a nossa caminhada em direção ao futuro”, acredita.

Cada apresentação de “Aquilo que acontece entre nascer e morrer” provoca no público uma sensação particular e, com isso, uma resposta diferente às perguntas colocadas pela peça. Para o artista, o teatro existe por meio desse risco e das relações de troca: ele nasce da presença e sobrevive através do encontro, da interação e do conhecimento que pode ser adquirido com ele.

Se morrer e nascer são os verbos que delimitam aquilo que entendemos por vida e a vida é uma sucessão de nascimentos e mortes, o teatro, que nasce e morre diante dos nossos olhos a cada vez que acontece, pode ser compreendido como um grande ritual de passagem, em que viver pode ser um limite”, acredita. “O desejo é proporcionar um espaço de experiência significativa tanto para o público quanto para mim. Essa me parece a melhor forma de aprender sobre a vida – e investigar o sentido dela, no teatro, é uma inclinação dos meus trabalhos artísticos”, defende.

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Aquilo que acontece entre nascer e morrer

Com Fabrício Moser

Casa 136 (Rua Ipiranga 136, Laranjeiras – Rio de Janeiro)

Duração 60 minutos

07 a 29/03

Sábado e Domingo – 20h

$ Contribuição Voluntária

Classificação 16 anos

O MENINO DAS MARCHINHAS – BRAGUINHA PARA CRIANÇAS

Sucesso de público e de crítica, o musical infantil O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças volta ao cartaz, no dia 07 de março, para quatro apresentações no Teatro Clara Nunes, no Shopping da Gávea, esticando o Carnaval por mais duas semanas. O espetáculo faz parte do projeto ‘Grandes Músicos para Pequenos’, criado pela produtora Entre Entretenimento com o objetivo de levar para os palcos nomes importantes da cultura brasileira em montagens que mesclam biografia e canções do artista escolhido. Fazem parte do projeto também “Raulzito Beleza”, “Bituca”, “Tropicalinha” e “Luiz e Nazinha”.

Grandes sucessos como “Balancê”, “Cantores do Rádio”, “Pirulito que bate bate”, “Carinhoso”, “Chiquita Bacana”, “Pirata da Perna de Pau”, “Tem Gato na Tuba”, “Yes, nós temos bananas” transportam o público aos divertidos carnavais de rua da década de 20. O resultado é um programa que agrada a toda a família. “Durante as temporadas anteriores, era comum vermos avós e netos numa sessão e aquela mesma avó em outra sessão sem os netos, mas com as amigas”, conta o diretor do espetáculo Diego Morais. “Nossa ideia é criar espetáculos com conteúdo atraente para as famílias, para aproximar as gerações”, destaca Pedro Henrique Lopes, autor do texto e ator do musical.

A peça conta a história de Carlinhos, um garoto que ouvia música em todo lugar por onde passava. A avó dele, pianista clássica, sempre estimulava a musicalidade do menino, mas o pai era contra. Carlinhos se junta a alguns amigos de escola e começa a criar belas canções de Carnaval. De forma engraçada e emocionante, O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças trata de temas como o valor da família, da amizade e das relações humanas, a perseverança na busca por um sonho, a criatividade e a cooperação artística entre as crianças.

O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças

Com Pedro Henrique Lopes, Erika Riba, Augusto Volcato, Jean Pontes e Beto Vandesteen

Teatro Clara Nunes – Shopping da Gávea (Rua Marques de São Vicente, 52 – Gávea – Rio de Janeiro)

Duração 50 minutos

07 a 15/03

Sábado e Domingo – 16h

$70

Classificação Livre

O MEU SANGUE FERVE POR VOCÊ

Embalado por clássicos do cancioneiro brega, como “Alma Gêmea”, “Sandra Rosa Madalena”, “Garçom”, “Escrito nas Estrelas”,  “Você Não Vale Nada, Mas Eu Gosto De Você” e “Evidências”, o espirituoso espetáculo O Meu Sangue Ferve Por Você faz turnê comemorativa de seus 10 anos de vida, a partir do dia 28 de fevereiro, no Teatro Clara Nunes, no Shopping da Gávea. Com roteiro de Pedro Henrique Lopes, direção de Diego Morais e direção musical de Tony Lucchesi, a comédia conquistou público e crítica, e lotou os teatros por onde passou, ao contar a história de um quadrilátero amoroso que vive intensamente as alegrias e as dores do amor.

Em cena, os atores Ana Baird, Cristiana Pompeo, Pedro Henrique Lopes e Victor Maia (os mesmos da montagem original) dão vida a quatro personagens: a mocinha virgem, o canalha, a mulher da vida e o bom moço rejeitado, que cantam as alegrias e dores de viver um amor intensamente. Com o espírito das grandes chanchadas, a trama acompanha a inocente Creuza Paula e o cafajeste Elivandro, que vivem uma relação tranquila até a chegada do ex-namorado da moça, Fernando Sidnelson, que vai se meter na vida do casal. A amante de Elivandro, Sandra Rosa Madalena, completa o quarteto que vai passar por momentos românticos, desentendimentos e reconciliações. Uma mistura que faz o público torcer pelo canalha, ter raiva da mocinha e chorar de rir do início ao fim.

Na montagem comemorativa, o repertório, que tem acompanhamento de músicos em cena, foi atualizado pelo autor Pedro Henrique Lopes, colocando outros sucessos consagrados e, também, músicas mais atuais. “A gente tentava brincar só com as músicas do passado, mas as pessoas não se cansam de sofrer por amor e cantar sobre isso, então tivemos que atualizar o roteiro. E tem coisa mais brega e mais atual que dor de cotovelo?”, questiona.

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O Meu Sangue Ferve por Você

Com  Ana Baird, Cristiana Pompeo, Pedro Henrique Lopes e Victor Maia

Teatro Clara Nunes (Rua Marques de São Vicente, 52 – Gávea, Rio de Janeiro)

Duração 80 minutos

28/02 a 22/03

Sexta e Sábado – 21h, Domingo – 20h

$80/$100

Classificação Livre

OS ÚNICOS

Depois de uma temporada bem sucedida no SESC Tijuca, a atriz e roteirista Lucília de Assis (indicada ao Prêmio Shell de Melhor Dramaturgia por “Não peça”) e o ator, músico e artista visual Alexandre Dacosta apresentam o espetáculo “Os únicos” nas terças-feiras de março (de 3 a 31, às 19h), no Teatro Prudential.

Em cena, eles são pesquisadores eruditos, especialistas no fenômeno musical fabricado Claymara Borges & Heurico Fidélis, dupla de cantores fakes consagrados que foi sensação na primeira metade dos anos 90. Numa conferência, eles se apropriam da trajetória dos artistas para elaborarem uma crítica à fabricação de mitos. A partir de músicas, imagens, gravações e recortes de jornais que comprovam a carreira da dupla, os palestrantes levantam a questão sobre o que significa existir no mundo contemporâneo. A direção é de Dadado (Fabiano de Freitas, indicado aos prêmios APTR e Cesgranrio de Melhor Direção por “3 maneiras de tocar no assunto”) e a direção de produção é de Maria Siman.

Claymara Borges & Heurico Fidelis são uma sátira ao sucesso convencional que muitos perseguem. Aquelas armações que mal aparecem no mercado e já recebem tratamento de artistas consagrados”, lembra Lucília de Assis. “Já ‘Os Únicos’ são fãs da dupla. Eles se interessam pela farsa, pela vida como invenção e como obra de arte”, explica. “A ideia é falar sobre a criação do casal performático, uma camada a mais para filosofar sobre a existência. Sendo pensadores, ‘Os Únicos’ podem explorar outros campos”, completa Alexandre Dacosta.

Diretor do espetáculo, Dadado considera Claymara e Heurico um programa performático sofisticadíssimo, que desestabiliza a ideia de verdade, tão importante de pensarmos em tempos de fake news, dos mitos fabricados e sua chegada ao poder. “Reinventamos os mitos, a dupla sucesso, pegando emprestado a palestra como linguagem, mas sem abrir mão do teatro e da sua potência de inventar mundos. E o humor torna isso ainda mais forte e comunicativo”, conta.

CLAYMARA BORGES & HEURICO FIDELIS

Entre 1991 a 1996, Lucília de Assis e Alexandre Dacosta encarnaram a dupla de cantores e compositores famosos e premiados Claymara Borges & Heurico Fidelis, uma metalinguagem que discute as engrenagens comerciais fabricantes de falsas celebridades.

Os personagens fictícios, que surgiram já como estrelas de renome, com diversos hits nas paradas de sucesso, foram figurinhas fáceis nos circuitos artísticos do Rio de Janeiro e de São Paulo, parodiando os clichês de fama. Com seus figurinos e acessórios kitsch, Claymara e Heurico tocaram seu repertório irônico (que passeia do bolero ao samba-canção, passando pelo xote e pela guarânia), com letras românticas e melodias bem trabalhadas, e performaram em diversos contextos midiáticos, conquistando inúmeros fãs.

A repercussão foi tanta que Claymara e Heurico que participaram (de verdade!) de inúmeros programas de televisão como Jô Soares Onze e Meia (SBT), Programa Ronnie Von (TV Gazeta e CNT), Vídeo Show (Rede TV), Xou da Xuxa (Rede Globo), Clodovil Abre o Jogo (TV Gazeta e CNT), entre outros.

“A dupla foi criada para ser um sucesso real, ainda que fabricado. A ideia era ironizar os mecanismos comerciais que fabricam sucessos do dia para a noite”, explica Alexandre Dacosta. “Assim forjamos o próprio sucesso, com direito a disco de ouro falso, glamur e tudo mais. Inventamos dois personagens, demos biografias a eles e compusemos mais de 60 músicas dentro do universo de Claymara Borges & Heurico Fidélis”, lembra.

Uma das performances mais memoráveis foi no prêmio Sharp da música, em 1993, em que chegaram numa Mercedes branca com motorista e seguranças, repórter, câmera de TV e iluminador. Tudo fake para alimentar o conceito da dupla. O repórter Bermuda Bastos, alter ego do jornalista Joubert Martins, um dos criadores Rádio Fluminense, conferia a todas as apresentações um clima de estreia VIP ao entrevistar os presentes como se fossem verdadeiras celebridades.

Criamos uma dupla que já existia, com uma carreira consolidada. Quem não conhece é porque é desinformado”, brinca Lucília de Assis, casada com Alexandre há 32 anos. “Não navegamos no senso comum. Alexandre e eu temos uma piração compartilhada. Eu nunca poderia ter me casado com uma pessoa que não tivesse um grau de delírio. Deliramos juntos”, diz Lucília.

Em seis anos, Claymara Borges & Heurico Fidélis gravaram CD “Cascata de Sucessos” (Leblon Records 1992) – coletânea dos maiores sucessos da dupla; realizaram a exposição coletiva “Salão de Belezas”, no Paço Imperial, em que 30 artistas plásticos criaram obras em homenagem aos dois; lançaram sua grife “Simulacro” com desfile-show no Parque Lage; produziram um jornalzinho; e comandaram o programa de rádio “Na Fama com Claymara & Heurico”, na RPC FM, vice-líder em audiência naquela época. Em seguida, ganharam uma dupla de covers, interpretada por Lucília e Alexandre.

Os Únicos

Com Lucília de Assis e Alexandre Dacosta

Teatro Prudential (Rua do Russel 804, Glória – Rio de Janeiro)

Duração 80 minutos

03 a 31/03

Terça – 19h

$30

Classificação 12 anos

GRANDES MÚSICOS PARA PEQUENOS

 Com o objetivo de homenagear e apresentar os expoentes da música brasileira para as novas gerações, o premiado projeto ‘Grandes Músicos para Pequenos’ apresenta seu mais novo espetáculo: Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças, que encerra temporada neste domingo, 16 de fevereiro, no Teatro Clara Nunes, no Shopping da Gávea.

O espetáculo se inspira na infância e em grandes sucessos da carreira de Raul Seixas para contar a história de um menino que era criativo demais. Tão criativo que sua falta de atenção ao mundo real começou a atrapalhá-lo na escola. A falta de foco e o excesso de energia de Raulzito trazem à cena questionamentos sobre a rotina e o tratamento de crianças que apresentam traços de hiperatividade e déficit de atenção (TDAH).

Preocupados e sem entender a genialidade do filho, os pais de Raul tentam de tudo para que o menino se adeque aos moldes padrões da sociedade. Para desespero dos pais de Raulzito, Mêlo, amigo imaginário de Raul, se materializa para guiá-lo em uma viagem de descobertas e auto aceitação. Juntos, eles percebem que Raulzito não tem que ser igual aos outros, e que cada pessoa é diferente e especial do jeito que ela é. No elenco, estão Rodrigo Salvadoretti, Pedro Henrique Lopes, Elisa Pinheiro e Pablo Áscoli.

Acredito que o ‘Raulzito Beleza’ vai emocionar e divertir adultos e crianças. A mente extremamente criativa e o espírito livre de Raul Seixas fizeram com que ele se tornasse o gênio da música que nós conhecemos. Se ele tivesse se fechado e tentado ser só mais um, nós não teríamos as grandes músicas que ele nos deixou. O espetáculo é uma ode à imaginação e à criatividade. É sobre se encontrar em você e em todos os universos que sua mente pode criar”, avalia Pedro Henrique Lopes, autor do espetáculo.

Com direção geral de Diego Morais e direção musical de Cláudia Elizeu, “Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças” apresenta grandes sucessos do artista como “Maluco Beleza”, “Gita”, “Mosca na Sopa”, “Como Vovó Já Dizia (Óculos Escuros)” e “O Carimbador Maluco (Plunct Plact Zuuum)”, mostrando a importância do músico para as novas gerações. A trama também mostra o valor da família e das relações humanas, estimula o debate sobre as diferenças e individualidades, celebra a importância do respeito às diferentes formas de aprendizagem do ser humano e valoriza os diferentes tipos de inteligência.

Contemplado na Categoria Especial no Prêmio CBTIJ de Teatro Infantil 2016 pela sua relevância ao teatro infantil, o projeto reúne os espetáculos “Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças”, “O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças”, “Bituca – Milton Nascimento para Crianças” e “Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças”, que já foram assistidos por quase 200 mil pessoas e somam juntos 12 prêmios de teatro infantil, entre outras 37 indicações.

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Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças

Com Rodrigo Salvadoretti, Elisa Pinheiro, Pablo Ascoli e Pedro Henrique Lopes

Teatro Clara Nunes – Shopping da Gávea (Rua Marques de São Vicente, 52 – Gávea, Rio de Janeiro)

Duração 60 minutos

11/01 a 16/02

Sábado e Domingo – 16h

$70

Classificação Livre