A NOBRE ARTE DE BATER A PORTA

O CEFTEM (Centro de Estudos e Formação em Teatro Musical) traz aos palcos do Teatro Serrador, localizado no Centro do Rio de Janeiro, o espetáculo “A Nobre Arte de Bater a Porta”, um show teatralizado com músicas do teatro musical brasileiro, norte-americano e britânico, com temporada de 12 a 22 de dezembro.

Com direção de Reiner Tenente e direção musical de Marcelo Castro, o show é apresentado por atores de 11 a 30 anos e contou com a colaboração de todo o elenco, desde a criação artística até a produção.

Neste espetáculo, é premissa que todos os números tenham uma cena precedendo cada música, informando de onde o personagem vem ou para onde ele vai. Tais números musicais são ligados pela entrada ou saída dos atores por portas que compõem o cenário do show – explica Reiner.

Além do elenco fixo, o espetáculo terá participações especiais: Claudio Lins (dia 12), Gottsha (dia 14), Kacau Gomes (dia 18) e Izabella Bicalho (dia 19).

“A Nobre Arte de Bater a Porta” terá sessões de terça a sábado, às 19h30.

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A Nobre Arte de Bater a Porta

Com Ágatha Félix, Alex Junior, Beatriz Messias, Beatriz Vignoles, Bruna Giulia, Carol Enne, Carol Pita, Catarina Victorio, Daniel Rocha, Danniel Marinho, Felipe Manoulas, Isabel Miranda, Jessica Nogueira, João Pedro Chaseliov, Lara Magalhães, Laura Rabello, Luísa Valente, Malu Coimbra, Marcella Lyz, Paola Castro, Rebecca Solter, Rodrigo Melo, Sarah Plutarcho e Yasmin Lima. Participações especiais de Claudio Lins, Gottsha, Kacau Gomes e Izabella Bicalho

Teatro Municipal Serrador (R. Sen. Dantas, 13 – Centro, Rio de Janeiro)

Duração 120 minutos

12 a 22/12

Terça, Quarta, Quinta, Sexta e Sábado – 19h30

$40

Classificação Livre

MAS – MOSTRA DE ARTE SINGULAR

A PAR Produção em parceria com a FETAERJ, através da Co-gestão Chacrinha em Cena, apresentam o MAS – Mostra de Arte SINGULAR.

Acreditando que cada um tem suas próprias superações e que as limitações não impedem o fazer artístico, a mostra de arte singular surge com o intuito de criar um espaço onde artistas, com deficiência ou não, possam apresentar todas as suas singularidades, expondo através da arte suas características próprias e únicas. Com inscrições gratuitas até o dia 07 de Janeiro de 2019, a mostra será realizada no período de 23 a 28 de abril de 2019 na Arena Carioca Chacrinha.

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Poderão participar do edital “MAS – Mostra de Artes Singular” projetos de desenvolvimento e difusão de produtos culturais e artísticos, em que parte ou totalidade dos seus integrantes sejam PcD (Pessoas com Deficiência). As propostas deverão ser apresentadas dentro das categorias de teatro, dança, música, artes visuais ou multilinguagens.

Para se inscrever, basta acessar o site da Fetaerj:

www.fetaerj.com

Informações também através do email: fetaerj.chacrinha@gmail.com

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FETAERJ

A FETAERJ – Federação de Teatro Associativo do Estado do Rio de Janeiro – é uma instituição sem fins lucrativos e de utilidade pública estadual. Há 41 anos associa grupos de teatro com o objetivo de fomentar a criação, manutenção e a difusão do teatro no nosso estado e o incentivo à formação de plateia. Trabalha com o princípio da descentralização da produção cultural, realizando congressos, concursos, seminários, oficinas, mostras, intercâmbios, palestras, debates, leituras, cursos e festivais de teatro.

A partir dos trabalhos realizados, a Federação tem gerado oportunidades para o desenvolvimento de talentos mais diversificados: são autores, iluminadores, sonoplastas, maquinistas, contrarregras, atores, diretores, músicos com especialização na composição para o teatro, etc. Os resultados podem ser comprovados nas montagens que se multiplicam nos municípios e que excursionam pelo estado, sempre com primazia e qualidade artística, conteúdo e cultura e desta forma evidenciando o teatro de grupos, espaço em que jovens e adultos dedicam-se a aprimorar conhecimentos.

Por suas ações, a FETAERJ recebeu o Prêmio Golfinho de Ouro / Estácio de Sá (2000), concedido pelo Governo do Estado do Rio, o Troféu Mandacaru (2004), concedido pela prefeitura de Armação de Búzios pelos 4 anos de desenvolvimento teatral sistemático neste município, a Moção de Aplauso (2004), concedida pelo Ateneu Angrense de Letras, pela realização da FITA (Festa Internacional de Teatro de Angra) e a Moção De Congratulação (2006), concedida pela Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro pelo “excelente trabalho em prol da cultura brasileira”. Recentemente recebeu o Diploma Heloneida Studart de Cultura 2016, da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro.

Arena Carioca Abelardo Barbosa – Chacrinha

Endereço: Rua Soldado Elizeu Hipólito, 138 – Guaratiba, Telefone: (21) 3404-7980 – 3305 1111

ELZA

A trajetória de Elza Soares é sinônimo de resistência e reinvenção. As múltiplas facetas apresentadas ao longo de sua majestosa carreira foram o ponto de partida para o musical “Elza”, que estreou em julho no Rio de Janeiro, passou por outras capitais e retorna ao Teatro Riachuelo após imenso sucesso popular e a aprovação irrestrita da homenageada.

De 7 a 23 de dezembro, Larissa Luz, convidada para a montagem, e outras seis atrizes selecionadas após uma bateria de testes (Janamô, Júlia Tizumba, Késia Estácio, Khrystal, Laís Lacorte e Verônica Bonfim) sobem ao palco para celebrar o trabalho, as indicações aos principais prêmios nacionais e os quatro troféus do Prêmio Reverência recém-conquistados (Melhor Espetáculo, Melhor Direção, Melhor Autor e Categoria Especial).

Em cena, as atrizes se dividem ao viver Elza Soares em suas mais diversas fases e interpretam outros personagens, como os familiares e amigos da cantora, além de personalidades marcantes, como Ary Barroso (1903-1964), apresentador do programa onde se apresentou pela primeira vez, e Garrincha (1933-1983), que protagonizou com ela um notório relacionamento.

Com texto inédito de Vinícius Calderoni e direção de Duda Maia, o espetáculo tem a direção musical de Pedro LuísLarissa Luz e Antônia Adnet. Além disso, o maestro Letieres Leite, da Orquestra Rumpilezz, foi o responsável pelos novos arranjos para clássicos do repertório da cantora, tais como LamaO Meu GuriA Carne e Se Acaso Você Chegasse. O projeto foi idealizado por Andrea Alves, da Sarau Agência, a partir de um convite da própria Elza e de seus produtores Juliano Almeida e Pedro Loureiro.

Ainda que muitos dos conhecidos episódios da vida da homenageada estejam no palco, a estrutura de Elza foge do formato convencional das biografias musicais. Se os personagens podem ser vividos por várias atrizes ao mesmo tempo, a estrutura do texto também não é necessariamente cronológica. Da mesma forma que músicas recentes (A Mulher do Fim do Mundo, a emblemática A Carne e Maria da Vila Matilde) se embaralham aos sucessos das mais de seis décadas de carreira da cantora, como Se Acaso Você ChegasseLamaMalandroLata D’Água e Cadeira Vazia.

Marcada por uma série de tragédias pessoais – a morte dos filhos e de Garrincha, a violência doméstica e a intolerância –, a jornada de Elza é contada com alegria.

A Elza me disse: ‘sou muito alegre, viva, debochada. Não vai me fazer um musical triste, tem que ter alegria’. Isso foi ótimo, achei importante fazer o espetáculo a partir deste encontro, pois assim me deu base para saber como Elza se via e como ela gostaria de ser retratada, conta Vinicius Calderoni, que leu e assistiu a infindáveis entrevistas que a cantora deu ao longo da vida e também pesquisou a obra de pensadoras negras, como Angela Davis e Conceição Evaristo, cujos fragmentos de textos aparecem na peça.

O espetáculo foi desenvolvido ao longo de um período em que Elza se encontra no auge de uma carreira marcada por reviravoltas e renascimentos. Ao lançar seus últimos dois discos, A Mulher do Fim do Mundo (2015) e Deus é Mulher (2018), a cantora não somente ampliou ainda mais seu repertório e sua base de fãs, como conquistou, mais uma vez, a crítica internacional, e se consolidou como uma das principais vozes da mulher negra brasileira.

Vinícius Calderoni, autor do texto, chama a atenção para a coletividade presente em todo o processo de criação da montagem. Após ter escrito as primeiras páginas, ele começou a frequentar os ensaios e estabeleceu um rico intercâmbio com Duda Maia e as sete atrizes. ‘Hoje poderia dizer que elas são coautoras e colaboradoras do texto. São sete atrizes negras e múltiplas, como a Elza é. Diante da responsabilidade enorme, eu estabeleci limites de fala para mim, por exemplo, em relação a alguns temas. Limitei a minha voz e disse que não escreveria nada, queria os relatos delas e as opiniões. Pedi a colaboração delas, das experiências vividas por uma mulher negra. Do mesmo jeito que a Duda propôs muitas coisas, as atrizes também tiveram este espaço’, conta o dramaturgo.

Tal processo colaborativo se estendeu para a música, com a participação ativa das atrizes e das musicistas nos ensaios com os diretores musicais, e o maestro Letieres Leite, que liderou algumas oficinas com o grupo no período dos ensaios. O processo gerou ainda duas canções inéditas que estão na peça: Ogum, de Pedro Luís, e Rap da Vila Vintém, de Larissa Luz. Se a escolha de Pedro Luís para a função foi referendada pela própria Elza – que gravou e escolheu um verso do compositor para nomear seu último disco –, Larissa Luz já estava envolvida com o projeto desde o seu embrião.

Elza

Com Janamô, Júlia Tizumba, Késia Estácio, Khrystal, Laís Lacôrte, Verônica Bonfim e a atriz convidada Larissa Luz.

Teatro Riachuelo Rio (Rua do Passeio, 38/40 – Centro, Rio de Janeiro)

Duração 120 minutos

07 a 23/12

Quinta – 19h, Sexta e Sábado – 20h, Domingo – 19h

$40/$150

Classificação 14 anos

O FRENÉTICO DANCIN’ DAYS

A aura mítica em torno da Frenetic Dancing´Days Discotheque se mantem. Após ser um marco na noite carioca, com apenas quatro meses de funcionamento, a boate renasceu em forma de musical e, mais uma vez, a magia se fez.

Grande sucesso da temporada teatral carioca 2018, ‘O Frenético Dancin´Days’ já foi visto por mais de 40 mil pessoas e retorna para celebrar o verão carioca, a partir de 05 de janeiro, no Teatro Bradesco Rio. Nelson Motta (ao lado de Patrícia Andrade) assinou o texto com a absoluta propriedade de quem foi um dos fundadores da boate e viveu toda a agitação que marcou o Rio naquela época. O musical resgata esse clima de celebração da vida, de sentir a felicidade bater na porta e conta a história da Frenetic Dancing´Days Discotheque, boate idealizada, em 1976, pelos amigos Nelson Motta, Scarlet Moon, Leonardo Netto, Dom Pepe e Djalma. Deborah Colker aceitou o desafio e fez sua estreia na direção teatral, além de assinar as coreografias, ao lado de Jacqueline Motta. A realização é das Irmãs Motta e Opus e produção geral de Joana Motta.

Autor de musicais consagrados como ‘Elis, a musical’, ‘Tim Maia- Vale Tudo, o musical’ e ‘S´imbora, o musical – a história de Wilson Simonal’, Nelson Motta afirma que nunca foi tão feliz com um espetáculo. “Esse musical é uma festa, as pessoas ficam enlouquecidas na plateia, parece que estamos mesmo voltando aos tempos da boate. É uma alegria imensa”, festeja. “Eu sabia da potência, da força do Dancin´Days, de como ele mudou a cidade. A boate chegou com esse caráter libertário, lá as pessoas eram livres, podiam ser como elas são. Isso tem uma grande força política, social, filosófica, artística. Não há nada como o livre arbítrio, estar em um lugar onde você vai ser quem você é”, afirma Deborah.

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O musical é uma superprodução, com 17 atores e sete bailarinos, escolhidos através de audições, à exceção de Érico Brás (Dom Pepe) e Stella Miranda (Dona Dayse), uma das mais importantes atrizes de musicais do país, convidados especialmente para o projeto. O elenco é formado ainda por: Ariane Souza (Madalena), Bruno Fraga (Nelson Motta), Cadu Fávero (Djalma), Franco Kuster (Léo Netto), Ivan Mendes (Inácio/Geraldo), Renan Mattos (Catarino), Karine Barros (coro/stand in feminino), Larissa Venturini (Scarlet), Natasha Jascalevich (Bárbara),  além das Frenéticas: Carol Rangel (Edyr de Castro), Ester Freitas (Dhu Moraes), Ingrid Gaigher (Lidoca), Julia Gorman (Regina Chaves), Larissa Carneiro (Leiloca) e Ludmila Brandão (Sandra Pêra).

Deborah Colker (premiada na Rússia com o Prix Benois de la Danse, considerado o Oscar da Dança) assina também as coreografias (ao lado de Jacqueline Motta) e tem ao seu lado uma ficha técnica de peso: Gringo Cardia (cenografia e direção de arte), Maneco Quinderé (desenho de luz), Alexandre Elias (direção musical), Fernando Cozendey (figurinos) e Max Weber (visagismo). Passarão pelo palco os principais personagens que marcaram não apenas a história da boate, mas da cultura nacional.

Os cenários e figurinos recriam a atmosfera disco, mas com uma identidade própria. “A minha inspiração foi a estética de como as pessoas se comportavam na época e o quão ousadas eram no vestir”, explica Fernando Cozendey. “O desafio foi trazer o shape 70 atualizado, criar algo que ainda provocasse espanto, alegria e libertação para um público em 2018. O espetáculo para mim é sobre transgressão de ser, vestir, dançar, existir”, acrescenta.

A direção musical de Alexandre Elias também acompanha o espírito da época e inova ao trazer um DJ pilotando a música ao vivo. “Quando a Joana Motta me convidou para esse projeto, ela veio com essa “sacada” que iríamos contar a história de uma discoteca e que devíamos ter um DJ. E, no caso do Dancing´Days, o DJ Dom Pepe era uma das figuras centrais”. Para construir os arranjos, Alexandre Elias passou meses pesquisando e optou pela técnica dos samples. “Estamos usando tecnologia de ponta nessa área, misturei elementos dos arranjos originais, que são clássicos presentes na nossa memória afetiva, com ideias minhas e da direção, para chegarmos ao resultado final”, explica Alexandre.

Abaixo, uma matéria feito pelo programa Cariocou, do SBT Rio, na época da estreia do musical.

 O Frenético Dancin’ Days

Com Érico Brás, Stella Miranda, Ariane Souza, Bruno Fraga, Cadu Fávero, Franco Kuster, Ivan Mendes, Renan Mattos, Karine Barros, Larissa Venturini, Natasha Jascalevich, Carol Rangel, Ester Freitas, Ingrid Gaigher, Julia Gorman, Larissa Carneiro e Ludmila Brandão

Teatro Bradesco Rio – Shopping VillageMall (Avenida das Américas, 3900 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro)

Duração 120 minutos

05/01 até 24/02/19

Sexta – 21h, Sábado – 18h e 21h, Domingo – 19h

$75/$160

Classificação 12 anos

FESTA INTERNACIONAL DE TEATRO DE ANGRA (FITA)

Depois de uma maratona de 17 dias e mais de 50 atrações, a 13ª edição da Festa Internacional de Teatro de Angra, realizada de 17 a 30 de setembro em Angra dos Reis, conhecerá os vencedores da sexta edição do PRÊMIO FITA DE TEATRO na próxima terça-feira, dia 27, no Arte Sesc Flamengo. O evento será apresentado pelo ator Alexandre Lino e contará com a participação musical de Izabella Bicalho.

O júri da FITA é formado pelo ator e escritor Sergio Fonta (presidente do Juri); a atriz Stella Freitas; o diretor de arte e cenógrafo José Dias e o diretor do Teatro Maison de France Cédric Gottesmann. Conheça os indicados:

Categoria Especial:

Dançando no Escuro (pela inclusão de músicos deficientes visuais no espetáculo).

Denise Stutz (Direção de movimento de “Dançando no Escuro”)

Elenco de “A Vida não é um Musical – O Musical”

Prêmio Especial do Juri:

Para Marcos Caruso e Guida Vianna pelas brilhantes atuações nos espetáculos “O Escândalo Philippe Dussart” e “Agosto”, respectivamente.

Melhor Figurino:

Jorge Farjalla (Vou Deixar de Ser Feliz por Medo de Ficar Triste?)

Carol Lobato (A Vida não é um Musical – O Musical)

Patricia Muniz (Agosto)

Melhor Cenário:

Lucas Isawa ( O Leão no Inverno)

Carla Berry e Paulo de Moraes (Hamlet)

Carlos Alberto Nunes (Agosto)

Revelação:

Jefferson Melo (Ator no espetáculo “Favela 2”)

Herton G. Cratto (Autor dos espetáculos “Rugas”)

Ator Coadjuvante: 

Fabricio Negri (Emilinha)

Rafael de Bonna (O Leão no Inverno)

Cláudio Mendes (Agosto)

Atriz Coadjuvante:

Lisa Eiras (Hamlet)

Cilene Guedes (Elizeth, A Divina)

Letícia Isnard (Agosto)

Melhor Ator:

Leopoldo Pacheco (O Leão no Inverno)

Flavio Migliaccio (Confissões de um Senhor de Idade)

Tonico Pereira (O Julgamento de Sócrates)

Melhor Atriz:

Janaína Bianchi (Forever Young)

Regina Duarte ( O Leão no Inverno)

Izabela Bicalho (Elizeth, a Divina)

Stella Maria Rodrigues (Emilinha)

Melhor Autor:

Yuri Ribeiro (Vou Deixar de Ser Feliz por Medo de Ficar Triste?)

Flavio Migliaccio (Confissões de um Senhor de Idade)

Leandro Muniz (A Vida não é um Musical – O Musical)

Ivan Fernandes (O Julgamento de Sócrates)

Melhor Diretor:

Ulysses Cruz (O Leão no Inverno)

Jorge Farjalla (Vou Deixar de ser Feliz por Medo de Ficar Triste?)

Martín Flores Cárdenas (Entonces Bailemos)

André Paes Leme (Agosto)

Melhor Música:

Miguel Briamonte (Direção musical e canções adicionais de Forever Young)

Ricardo Rente (Direção musical e arranjos de Kid Morengueira)

João Paulo Mendonça (Direção musical de Vou Deixar de Ser Feliz Por Medo de Ficar Triste?)

Melhor Espetáculo:

Forever Young

Vou Deixar de Ser Feliz Por Medo de Ficar Triste?

Elizeth, A Divina

Agosto

Destaque na FITA:

Para Alexandre Lino que iniciou sua trilogia nordestina na FITA com os espetáculoS “Domésticas”, em 2012, “Nordestinos”, em 2015, e a concluiu nesta 13ª FITA com o cativante trabalho em “O Porteiro”.

Melhor Espetáculo Infantil (composto por crianças de Angra dos Reis):

Lololendi

O Pulgo e o Elefante

Da Mala que Sai

Melhor Espetáculo Júri Popular:

Forever Young

Confissões de um Senhor de Idade

Dançando no Escuro

O Júri do 6º Prêmio FITA de Teatro declara que:

1 – Apesar da inegável qualidade da cenografia do espetáculo “Vou deixar de ser feliz por medo de ficar triste?”, o jurado José Dias, cenógrafo da referida montagem, por uma questão de ética, não participou das indicações nesta categoria.

2 – Em virtude do alto nível dos espetáculos apresentados na FITA 2018, foram colocadas 4 indicações em algumas categorias

3 – O corpo de jurados parabeniza João Carlos Rabello, criador da Festa Internacional de Teatro de Angra, pela iniciativa de desenvolver há tantos anos uma abrangente formação de plateia trazendo de barco crianças de escola da região para o evento.

OVO (CIRQUE DU SOLEIL)

O Cirque du Soleil volta ao Brasil em 2019 com o espetáculo OVO, dirigido por Deborah Colker, depois de passar pela América do Norte e Europa, nos últimos dois anos. Em curta temporada pelo país, o show irá passar por Belo Horizonte, de 07 a 17 de março, no Ginásio Mineirinho; Rio de Janeiro de 21 a 31 de março, na Jeunesse Arena; Brasília de 05 a 13 de abril, no Ginásio Nilson Nelson; São Paulo de 19 de abril a 12 de maio, no Ginásio do Ibirapuera.

Após emocionar mais de 5 milhões de pessoas por todo o mundo, desde que estreou em Montreal em 2009 como um show de tenda, OVO embarcou em uma nova jornada. Realizando a mesma produção cativante, apresentada de forma inédita no país em arenas, o espetáculo dá a oportunidade para que pessoas de diversas capitais possam assistir a um espetáculo do Cirque du Soleil.

A produção é amplamente inspirada na cultura brasileira, repleta de cores e com uma trilha musical bastante rica, passeando por ritmos típicos como a bossa nova, samba, xaxado, funk, entre outros. Tudo, claro, com muita percussão.

SOBRE O ESPETÁCULO OVO

Quando um ovo misterioso aparece em seu habitat, os insetos ficam maravilhados e intensamente curiosos sobre esse objeto icônico que representa o enigma e os ciclos de suas vidas. É amor à primeira vista quando um inseto desajeitado e peculiar chega nessa comunidade movimentada e se depara com uma joaninha fabulosa.

OVO é um mergulho em um ecossistema colorido e repleto de vida, onde os insetos trabalham, comem, rastejam, flutuam, brincam, brigam e buscam pelo amor em uma farra sem fim, cheia de energia e movimento. O universo dos insetos é um mundo de biodiversidade e beleza, cheio de ruídos e momentos de emoção silenciosa. O elenco de OVO é composto por 50 artistas de 14 países, incluindo quatro brasileiros, especializados em diversas acrobacias.

OVO transborda de contrastes. O mundo oculto e secreto aos nossos pés é revelado de maneira tenra e tórrida, barulhenta e silenciosa, pacífica e caótica. E quando o sol nasce em um novo e belo dia, o ciclo vibrante da vida dos insetos recomeça.

OVO é um símbolo atemporal do ciclo da vida e nascimento de numerosos insetos que sustentam a trama subjacente do show. Em sua criação gráfica, o logotipo com o nome do espetáculo remete à figura de um inseto: As duas letras “O” representam os olhos, enquanto da letra “V” saem duas pequenas antenas.

O Time Criativo por trás do mundo de OVO é: Guy Laliberté e Gilles Ste-Croix (Guias Artísticos); Deborah Colker, primeira diretora mulher no Cirque du Soleil (Autora, Diretora e Coreógrafa); Chantal Tremblay (Diretora de Criação); Gringo Cardia (Designer de cenário e adereços); Liz Vandal (Figurinista); Berna Ceppas (Compositor e Diretor Musical); Éric Champoux (Designer de Iluminação); Jonathan Dean (Designer de Som) e, pela primeira vez no Cirque du Soleil: Fred Gérard (Rigging e Designer de Equipamento Acrobático); Philippe Aubertin (Designer de Performance Acrobática); e Julie Bégin (Designer de Maquiagem).

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INGRESSOS

PRÉ-VENDA PARA CLIENTES BRADESCO
Clientes dos Cartões Bradesco, BradesCard e next contarão com pré-venda exclusiva nas quatro cidades.

Confira as datas em que os ingressos poderão ser adquiridos:
– Belo Horizonte, entre os dias 06 e 27 de novembro;
– Rio de Janeiro, entre os dias 07 e 28 de novembro;
– Brasília, entre os dias 08 e 29 de novembro;
– São Paulo, entre os dias 09 e 30 de novembro.

Os Clientes dos Cartões Bradesco, BradesCard e next têm benefícios exclusivos de 20% de desconto e parcelamento em até 6X sem juros (limitado a 6 ingressos inteiros por CPF e 50% dos ingressos disponibilizados). O parcelamento não é válido para os cartões de débito e corporativos. As compras on-line podem ser feitas com os Cartões de Crédito Bradesco, Bradescard e next. As compras nas bilheterias oficiais e pontos de vendas podem ser feitas com Cartões de Crédito e Débito Bradesco, Bradescard e next. O desconto não incidirá sobre o valor do serviço Tapis Rouge.

PRÉ-VENDA PARA MEMBROS CIRQUE CLUB
O Cirque Club é um clube gratuito e com diversos benefícios, que incluem ingressos antecipados e informações exclusivas de bastidores. Confira as datas em que os ingressos poderão ser adquiridos:
– Belo Horizonte, no dia 28 de novembro;
– Rio de Janeiro, entre os dias 29 e 30 de novembro;
– Brasília, no dia 30 de novembro;
– São Paulo, entre os dias 01 e 02 de dezembro.

Para participar do clube, acesse www.cirqueclub.com.

VENDA PARA O PÚBLICO GERAL
A venda para o público em geral começa nas seguintes datas:
– Belo Horizonte, a partir do dia 29 de novembro;
– Rio de Janeiro, a partir do dia 01 de dezembro;
– Brasília, a partir do dia 01 de dezembro;
– São Paulo, a partir do dia 03 de dezembro.

Durante toda a venda para o público em geral, os ingressos poderão ser parcelados em até 6x para Cartões Bradesco, Bradescard e next e em 3x para demais cartões.

Os Clientes dos Cartões Bradesco, BradesCard e next contam com 20% de desconto e parcelamento em até 6X sem juros (limitado a 6 ingressos inteiros por CPF e 30% dos ingressos disponibilizados). Ao atingir os 30% dos ingressos disponibilizados, o desconto passa a 10%. O parcelamento não é válido para os cartões de débito e corporativos. As compras on-line podem ser feitas com os Cartões de Crédito Bradesco, Bradescard e next. As compras nas  bilheterias oficiais e pontos de vendas podem ser feitas com Cartões de Crédito e Débito Bradesco, Bradescard e next. O desconto não incidirá sobre o valor do serviço Tapis Rouge.

TAPIS ROUGE BY BRADESCO
O Cirque du Soleil e o Banco Bradesco estarão juntos no espaço Tapis Rouge – área VIP dos espetáculos da companhia canadense – durante toda a turnê de OVO no Brasil. Os clientes que adquirirem ingressos para o setor Premium + o adicional de serviços, contarão com uma experiência especial e diferenciada, reservada para aproximadamente 300 pessoas. O cliente assistirá ao espetáculo de um lugar bem próximo ao palco e ainda irá usufruir de diversos benefícios.

Os ingressos estarão disponíveis através do site https://www.tudus.com.br/ e bilheterias oficias (Shopping Cidade, em Belo Horizonte; Shopping Metropolitano Barra, no Rio de Janeiro; Shopping ID, em Brasília; e Shopping Market Place em São Paulo).

Para mais informações sobre o Cirque du Soleil, visite www.cirquedusoleil.com.

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CIRQUE DU SOLEIL: OVO – TEMPORADA BRASILEIRA

Duração 140 minutos

Classificação Livre

Belo Horizonte

Ginásio Mineirinho (Av. Antônio Abraão Caram, 1001 – Pampulha)

07 a 17/03/19

Terça, Quarta e Quinta – 21h, Sexta – 17h* e 21h, Sábado – 17h e 21h, Domingo – 14h* e 18h*, 16h e 20h (* somente em datas específicas)

$260/$550

Rio de Janeiro 

Jeunesse Arena (Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401 – Barra da Tijuca)

21 a 31/03

Terça, Quarta – 21h, Quinta e Sexta – 17h* e 21h, Sábado – 17h e 21h, Domingo – 14h* e 18h*, 16h e 20h (* somente em datas específicas)

$260/$550

Brasília

Ginásio Nilson Nelson (SRPN – Brasília)

05 a 13/04

Terça, Quarta – 21h, Quinta e Sexta – 17h* e 21h, Sábado – 14h* e 18h*/ 17h e 21h, Domingo – , 16h e 20h (* somente em datas específicas)

$260/$550

São Paulo

Ginásio do Ibirapuera (R. Manuel da Nóbrega, 1267 – Paraíso)

19/04 até 12/05

Terça – 21h, Quarta, Quinta e Sexta – 17h* e 21h, Sábado – 13h*/ 17h e 21h, Domingo – 14h* e 18h* / 16h e 20h (* somente em datas específicas)

$260/$550

BILHETERIAS OFICIAIS – SEM TAXA DE SERVIÇO
Belo Horizonte – bilheteria disponível até o dia 01 de março de 2019
Shopping Cidade (Rua dos Tupis, 337 – Centro)
Horário de funcionamento:
Segunda-feira a Sábado – Das 10h às 20h
Domingo – Das 10h às 18h

Rio de Janeiro – bilheteria disponível até o dia 19 de março de 2019
Shopping Metropolitano Barra (Av. Embaixador Abelardo Bueno, 1300 – Barra da Tijuca)
Horário de funcionamento:
Segunda a quinta-feira – Das 10h às 22h
Sexta-feira e sábado – Das 10h às 23h
Domingo – Das 11h às 22h

Brasília – bilheteria disponível até o dia 03 de abril de 2019
Shopping ID (Setor Comercial Norte Q 6 Edifício Venâncio Conjunto A)
Horários de funcionamento:
Segunda-feira a sábado – Das 10h às 22h
Domingo – Das 13h às 19h

São Paulo – bilheteria disponível até o dia 17 de abril de 2019
Shopping Market Place (Av. Dr. Chucri Zaidan, 902 – Vila Cordeiro)
Horários de funcionamento:
Segundo-feira a sábado – Das 10h às 22h
Domingo – Das 14h às 20h

VENDAS ON-LINE – COM TAXA DE SERVIÇO
Através do site https://www.tudus.com.br/

MEIA-ENTRADA
Em conformidade com a legislação vigente no Estado e Município específico onde o evento for realizado. Obrigatória apresentação do documento comprobatório da condição de beneficiário, no ato da compra e no acesso ao evento.

70? DÉCADA DO DIVINO MARAVILHOSO – DOC. MUSICAL

Depois do sucesso arrebatador de ‘60! Década de Arromba – Doc.Musical’, que apresentou Wanderléa à frente do elenco e foi assistido por mais de 100 mil espectadores em todo Brasil, estreia no dia 15, no Theatro Net Rio, o aguardado espetáculo ‘70? Década do Divino Maravilhoso – Doc. Musical’, mais uma produção que faz parte da tetralogia do idealizador, produtor e diretor geral Frederico Reder e do roteirista, dramaturgo e pesquisador Marcos Nauer.  Desta vez, a dupla leva para o palco momentos marcantes dos anos 1970 em diversas esferas: acontecimentos da política, moda, comportamento, esportes e artes em geral são embalados por mais de

250 sucessos das músicas brasileira e internacional, divididos em duas partes, como num disco de vinil, em lado A (1970-1976) e lado B (1977-1979). De forma cronológica, depoimentos, fotografias e vídeos vão desfilar no grande telão que tomará conta do centro do palco nesta superprodução, apresentada pelo Circuito Cultural Bradesco Seguros, que conta com 24 jovens talentos, uma orquestra de dez músicos, 20 cenários, 300 figurinos, toneladas de luz e som, e mais de 100 profissionais dedicados a criar o espetáculo.

As Frenéticas Dhu Moraes, Leiloca Neves e Sandra Pêra são as três cerejas do musical, no bloco dedicado à febre das discotecas, fenômeno que estourou nas pistas de todo o mundo há exatos 40 anos, inclusive no Brasil, por meio da novela ‘Dancin’ Days’, de Gilberto Braga. “Símbolos de uma época”, como define Nelson Motta, as Frenéticas, que foram descobertas pelo jornalista e produtor musical em 1976, estouraram em todo o Brasil com a música “Perigosa”, de autoria dele em parceria com Rita Lee e Roberto de Carvalho.

O grupo de seis amigas (Leiloca, Sandra Pêra, Lidoca, Edyr, Dhu Moraes e Regina Chaves), que se reuniram na boate Frenetic Dancing Days, como garçonetes, logo largaram as bandejas e se transformaram em um dos maiores fenômenos da música brasileira. Estamparam a capa das principais revistas, lançaram clássicos instantâneos como o tema da novela homônima e ditaram moda. Elas abriram as asas, soltaram as feras e transgrediram em um Brasil que onde se confrontavam censura, liberdade de expressão, feminismo e empoderamento. Esses temas continuam atuais e são abordados na montagem, que segue o bem-sucedido gênero criado por Reder e Nauer em ‘60! Década de Arromba’, o Doc.Musical.  “Reunimos teatro, documentário e música. Este formato me permitiu unir tudo isso e ainda propor um novo olhar para a forma de se fazer um espetáculo musical”, vibra o diretor. “O doc.musical não apresenta a biografia de nenhum artista, porque o olhar está no coletivo, no grupo, numa época, portanto, é de fato, a música a grande protagonista”, explica Nauer.

O título do musical traz uma interrogação porque propõe questionamentos sobre as dualidades do período. “Uma década de incertezas”, como conceitua Cid Moreira em uma das retrospectivas apresentadas em projeção dentro do espetáculo.  Em toda a América Latina, a ditadura apertava o cerco, a censura era cada vez mais intensa, a liberdade, cerceada. E a arte surgiu exatamente como uma possibilidade de redenção. “Os anos 70 mostraram vários caminhos possíveis por meio da arte, da música e da dança. E em todos eles era preciso ser forte para sonhar com um mundo novo e melhor”, pondera Nauer. “Foram anos de muita luta e força. Há canções que captam essa aura, mas há também muitas outras de muita beleza e aquela explosão de alegria com o surgimento da disco music”, acrescenta Reder.

Na grande timeline do musical, outros movimentos, como o tropicalismo, o glam rock, o punk e o reggae serão revisitados com suas mais emblemáticas canções. De Novos Baianos (“A Menina Dança”) a David Bowie (“Starman”), Raul Seixas (“Há Dez Mil Anos Atrás”) a Led Zeppelin (“Stairway to Heaven”), Mutantes (“Top Top”) a Queen (“Bohemian Rapsody”), Caetano Veloso (“Sampa”) a Donna Summer (“Last Dance”), e Bob Marley (“No Woman, No Cry”) a Sex Pistols (“Anarchy in the UK”), os números não vão apresentar atores personificando os ícones da época. Os sentimentos que essas músicas emanam é que vão ditar as ações e coreografias assinadas por Victor Maia, que também cuida da direção de movimento. “70? Década do Divino Maravilhoso – Doc.Musical”, que chega agora ao palco do Theatro Net Rio, não se furta de narrar esse momentos polêmicos, mas é, sobretudo, uma ode à superação, à beleza, à alegria, à capacidade criativa de um povo que jamais se deixa abater. “É preciso estar atento e forte, não temos tempo de temer a morte”, como diz a emblemática canção-título de Caetano e Gil. Podemos e merecemos ser felizes.

Além de Frederico Reder e Marcos Nauer, o espetáculo ainda traz outros nomes de peso, como o do figurinista Bruno Perlatto, o iluminador Césio Lima, o diretor musical Jules Vandystadt, a cenógrafa Natália Lana e diretora de produção Maria Siman. Uma ficha técnica que promete mais décadas brilhantes, rumo aos 80, 90 e quem sabe muito mais.

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70? Década do Divino Maravilhoso – Doc. Musical

Com Amanda Döring, Amaury Soares, Aquiles Nascimento, Barbara Ferr, Bruno Boer, Camila Braunna, Debora Pinheiro, Diego Martins, Erika Affonso, Fernanda Biancamano, Larissa Landim, Laura Braga, Leandro Massaferri, Leilane Teles, Leo Araujo, Nando Motta, Pedro Navarro, Pedro Roldan, Rany Hilston, Rodrigo Morura, Rodrigo Naice, Rodrigo Serphan, Rosana Chayin, Tauã Delmiro

Participação especial das Frenéticas: Dhu Moares, Leiloca Neves e Sandra Pêra

Duração 150 minutos

Classificação 14 anos

Theatro Net Rio – Sala Tereza Rachel (Rua Siqueira Campos, 143 – Copacabana, Rio de Janeiro)

15/11 até 16/12

Quinta e Sexta – 20h30, Sábado – 17h e 21h, Domingo – 18h

$45/$220

Theatro Net SP – Shopping Vila Olímpia (Rua Olimpíadas, 360 – Itaim Bibi, São Paulo)

14/03 até 02/06/19

Quinta e Sexta – 20h30, Sábado – 17h e 21h, Domingo – 17h

$45/$220