ROMEU E JULIETA, O MUSICAL

Inspirado no clássico romântico de William Shakespeare, Gustavo Gasparani e Eduardo Rieche escreveram o texto de “Romeu e Julieta, o Musical“, que terá 25 canções de Marisa Monte. Sob direção de Guilherme Leme, o espetáculo tem estreia no Teatro Riachuelo (RJ) no dia 09 de março.

A produção divulgou na noite desta sexta feira o elenco completo do musical.

Como par romântico, temos Thiago Machado (“Cantando na Chuva”) e Bárbara Sut (“Rio Mais Brasil – O Musical”). Ícaro Silva (“S’imbora, o musical – A História de Wilson Simonal”) fará Mercúcio, Stela Maria Rodrigues (“Emilinha”) fará Ama, Claudio Galvan (“Forever Young”) fará Frei. Pedro Caetano (“Les Misérables”) fará Teobaldo, Bruno Narchi (“Rent”) fará Benvoglio e Diego Luri (“Mudança de Hábito”) fará Páris.

Os pais de Julieta serão interpretados por Marcello Escorel (de “12 Homens e uma Sentença”) e Kacau Gomes(“Les Misérables”). Os de Romeu serão interpretados por Max Grácio (“Les Misérables”) e Neusa Romano (“Mudança de Hábito”). Kadu Veiga (“O Musical Mamonas”) será o Príncipe de Verona.

Completando o elenco temos Daniel Haidar (“Trá lá lá”),Gabi Porto (“Beatles Num Céu de Diamantes”), Gabriel Vicente (“Cartola – O Mundo É um Moinho”), Franco Kuster (“Vamp, O Musical”), Laura Carolinah (“Alegria, Alegria”), Luci Salutes (“Salve, Malala”), Natalia Glanz (“Espelho, Espelho Meu”), Pedro Caetano (“Les Misérables”), Santiago Villalba (“On Broadway”), Saulo Segreto (“Bilac Vê Estrelas”), Thiago Lemmos (“Les Misérables”) e Vitor Moresco (“Les Misérables”)

Abaixo, uma parte de elenco durante uma pausa nos ensaios.

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PARA ONDE IR

Para onde ir” reestreia dia 23/2, sexta-feira, às 19h, no Teatro Laura Alvim – Sala Rogério Cardoso da Casa de Cultura Laura Alvim – espaço da Secretaria de Estado de Cultura/FUNARJ – com sessões sextas e sábados, 19h e domingos, 18h, até 18/03. Alcoolismo, desemprego, pobreza, miséria, violência contra a mulher, prostituição infantil, infanticídio e autodestruição são temas pelos quais passeia a bem-sucedida adaptação de Yashar Zambuzzi.

Construído a partir do personagem Marmieládov, do romance Crime e Castigo, escrito pelo russo Fiódor Dostoiévski(1821-1881), e da obra Uma temporada no inferno, do francês Arthur Rimbaud (1854-1891), em homenagem à poesia crítica do jovem poeta alemão Bertolt Brecht (1898-1956), o monólogo, com adaptação e atuação de Yashar Zambuzzi, marcou a estreia da atriz e produtora Viviani Rayes na direção. Ambos são fundadores da Te-Un TEATRO e, entre vários trabalhos juntos, atuaram e produziram a aclamada Blackbird (David Harrower).

Drama conta a história de Marmieládov, funcionário público, que após perder o emprego, entrega-se ao vício do álcool. Numa taberna ele acompanha a chegada dos fregueses e aproxima-se ora de um, ora de outro, para contar-lhes as dificuldades que passa por conta do vício, a necessidade de sustentar sua família e as desventuras de sua vida. A peça dialoga com o público numa linguagem dinâmica e coloquial, promovendo um contato direto e desmistificador com dois grandes autores da literatura universal cujas obras têm, em comum, as situações extremas da vida.

O público ao entrar na sala de espetáculo, ou melhor, na taberna, recebe uma dose de cachaça e/ou café, para serem consumidos com porções de amendoim presentes nas mesas, onde podem apoiar o jogo americano que recebem na entrada, que nada mais é que o programa da peça. Só um gole é o ponto de partida para a encenação. Tudo pensado e conduzido para tornar a experiência cênica num momento de grande interação.

Após percorrer 1 ano em cartaz nos teatros do Rio de Janeiro, PARA ONDE IR reestreia sua 5ª temporada no Teatro onde fez a sua estreia, brindando suas mais de 50 apresentações e a repercussão positiva da crítica:

Para Onde Ir
Com Yashar Zambuzzi
Teatro Laura Alvim – Sala Rogério Cardoso (Av. Vieira Souto, 176 – Ipanema, Rio de Janeiro)
Duração 50 minutos
23/02 até 18/03
Sexta e Sábado – 19h, Domingo – 18h
$30
Classificação 14 anos

BIBI, UMA VIDA EM MUSICAL

Não consigo lembrar de mim fora de um teatro”. É assim que Bibi Ferreira, 95 anos, 76 como atriz, cantora, diretora e produtora, se descreve.

A trajetória pessoal e profissional dessa estrela brasileira só poderia ser contada e celebrada levando para o palco o próprio palco, das companhias de comédia, do teatro de revista, dos grandes musicais e do teatro engajado em que ela atuou.

E assim é BIBI, uma vida em musical, um espetáculo inédito, escrito por Artur Xexéo e Luanna Guimarães, sob direção geral de Tadeu Aguiar, que tem estreia nacional em 5 de janeiro de 2018, no Teatro Oi Casa Grande, no Rio de Janeiro.

Apresentado pelo Ministério da Cultura e Circuito Cultural Bradesco Seguros, através da lei Rouanet, o musical é uma realização da Negri e Tinoco Produções Artísticas [espetáculo “Excepcionalmente Normal” e diversos shows de Thereza Tinoco e Áurea Martins].

A atriz paulistana Amanda Acosta será Bibi. Ela foi Eliza Doolittle na montagem paulista de “My Fair Lady” de 2006, o mesmo papel que Bibi Ferreira fez na primeira montagem brasileira da peça americana. Amanda foi integrante do Trem da Alegria, de 1988 a 1992, quando o trio se desfez. Atriz de cinema e TV, ela fez no teatro musical “Essa é a nossa Canção”, “Baby, o Musical” e “4Faces do Amor”, todas sob direção de Tadeu Aguiar. Mais 18 atores integram o elenco.

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Em BIBI, uma vida em musical, a história familiar, profissional e amorosa da artista se enredam. A formação em música, dança e línguas estrangeiras foi estimulada pela mãe Aida Izquierdo, bailarina espanhola. A estreia profissional no teatro, aos 19 anos, foi pela mão do pai, o ator Procópio Ferreira, em papel escrito por ele para a filha. Assim, o musical percorre todas as fases da vida de Bibi, da escolha do seu nome, sua preparação para os palcos, os espetáculos musicais como os inesquecíveis “Gota d’Água”, de Paulo Pontes e Chico Buarque, “My Fair Lady”, “Alô Dolly” e “Piaf, a Vida de Uma Estrela da Canção”,  seus casamentos, o nascimento da filha única, Tina Ferreira,  as viagens para Portugal e Inglaterra a trabalho, a homenagem da escola de samba Viradouro até sua chegada a um teatro da Broadway, aos 90 anos.

Artur Xexéo [“Cartola – O Mundo é um Moinho”, “Eu Não Posso Lembrar Que Te Amei – Dalva e Herivelto”, “Hebe, o Musical”] avalia a importância de Bibi Ferreira na profissionalização do ator no Brasil, em relação ao seu ofício. “Em relação ao teatro musical, ela foi, sem dúvida, a primeira atriz brasileira pronta para o gênero. Antes dela, havia as vedetes de revista, não necessariamente atrizes“, diz o coautor do texto.

Sob direção musical de Tony Lucchesi [“60! Década de Arromba – Doc. Musical”, “Eu não posso lembrar que te amei–Dalva e Herivelto”], oito músicos interpretam 33 canções, das quais cinco foram criadas para o espetáculo, letra e música, por Thereza Tinoco [suas composições foram gravadas por Simone, Ney Matogrosso, Lucinha Araújo, entre outros. Sua canção O Viajante foi tema do personagem de Tony Ramos, na novela Baila Comigo, da TV Globo. Compôs para vários infantis, para “Fica Combinado Assim”, de Herval Rossano, e dois números musicais para Bibi in Concert Pop, III, a pedido de Bibi Ferreira].

BIBI, uma vida em musical tem direção geral de Tadeu Aguiar [“Quase Normal”, “Ou tudo ou Nada”, “Essa é a nossa Canção” , “4Faces do Amor”, “Para sempre ABBA”, “Eu não posso lembrar que te amei–Dalva e Herivelto”].

 

Veja, abaixo, o convite do ator que interpreta o pai da atriz, Procópio Ferreira.

Bibi, Uma Vida em Musical
Com Amanda Acosta, Analu Pimenta, André Luiz Odin, Bel Lima, Caio Giovani, Carlos Darzé, Chris Penna, Fernanda Gabriela, Flavia Santana, Guilherme Logullo, João Telles, Julie Duarte, Leandro Melo, Leo Bahia, Leonam Moraes, Luísa Vianna, Moira Osório, Rosana Penna, Simone Centurione.
Teatro Oi Casagrande (Av. Afrânio de Melo Franco, 290 – Leblon, Rio de Janeiro)
Duração 140 minutos
05/01 até 01/04
Quinta e Sexta – 20h30, Sábado – 17h e 21h, Domingo – 19h
$50/$150
Classificação 10 anos

CAUBY! CAUBY! UMA LEMBRANÇA

Sob a interpretação de Diogo Vilela e texto de Flavio Marinho, Cauby Peixoto ganha vida nos palcos, no musical Cauby! Cauby! Uma Lembrança – numa homenagem ao saudoso e um dos mais populares cantores do Brasil.

Cauby! Cauby! Uma Lembrança, estreia no dia 11 de Janeiro no Teatro Municipal Carlos Gomes, na Praça Tiradentes (RJ). Apresentado pelo Ministério da Cultura e Bradesco Seguros, o musical fica em cartaz sempre de quinta a sábado às 19H e Domingo às 18 Horas. A produção terá em cena  nove atores Diogo Vilela, Sylvia Massari, Sabrina Korgut, Paulo Trajano, Aurora Dias, Luiz Gofman, Ryene Chermont, Luiz Menezes e Rafael de Castro além de banda com cinco músicos.

Após dez anos de sua montagem, Diogo Vilela e Flavio Marinho, que dividem a direção do espetáculo, revisitaram o texto e vão levar novamente ao público um extrato da vasta trajetória do artista-ícone dos anos de ouro do rádio nacional. Em duas horas de espetáculo, o musical narra a história do menino pobre de Niterói, que sonhava em ser príncipe, e acabou se transformando em “uma das figuras mais especiais do show-business brasileiro, dono de estilo e voz inconfundíveis”, como define Flavio Marinho.

Cauby contrapõe a exuberância de sua presença cênica com uma discretíssima vida pessoal. O que ele extravasa no palco, contém num dia a dia muito sóbrio, vivendo para a voz, o canto e o trabalho”, completa. O espetáculo será realizado com adereços  do próprio Cauby como parte do cenário e uma peça do vestuário do cantor exposta na entrada do teatro cedidas especialmente para esta grande homenagem.

Conduzida por uma entrevista da secretária pessoal do cantor com alunos aspirantes a jornalistas, a peça vai e volta no tempo, remontando os grandes sucessos musicais de Cauby, para contar as cenas da vida do artista. O musical tem Direção Musical de Liliane Secco, Cenário e Figurinos de Ronald Teixeira, Luz de Maneco Quinderé, Coreografia de Tania Nardini, Caracterização Mona Magalhães, Fotos Lenise Pinheiro e relembra grandes amigos e cantores, fundamentais na carreira do “mestre” – como Ângela Maria, Emilinha Borba, Lana Bittencourt, Maysa Matarazzo e o empresário e compositor, Di Veras, que ajudou a construir a imagem emblemática de Cauby Peixoto.

Cauby! Cauby! Uma Lembrança fica em cartaz no Teatro Municipal Carlos Gomes até o dia 11/03. Após este período o espetáculo passa a ser apresentado no Imperator, também no Rio de Janeiro do dia 16/03 até 01/04.

Cauby! Cauby! Uma Lembrança
Com Diogo Vilela, Sylvia Massari, Sabrina Korgut, Paulo Trajano, Aurora Dias, Luiz Gofman, Ryene Chermont, Luiz Menezes e Rafael de Castro
Teatro Municipal Carlos Gomes (Praça Tiradentes, s/n – Centro, Rio de Janeiro – RJ)
Duração 120 minutos
11/01 até 11/03
Quinta, Sexta, Sábado – 19h, Domingo – 18h
$50/$80
Classificação 10 anos

BIBI, UMA VIDA EM MUSICAL

Bibi Ferreira, 95 anos de idade e 76 de palco, ganha em janeiro um espetáculo biográfico, com texto original de Luanna Guimarães e Artur Xexéo e direção geral de Tadeu Aguiar.

Bibi, uma vida em musical” tem estreia nacional em 5 de janeiro de 2018, no Teatro Oi Casa Grande. A atriz paulistana Amanda Acosta será Bibi. Mais 18 atores integram o elenco.

A trajetória pessoal e profissional de Bibi Ferreira só poderia ser contada e celebrada levando para o palco o próprio palco, através das companhias de comédia, do teatro de revista, dos grandes musicais, do teatro engajado em que ela atuou.

As músicas originais são de Thereza Tinoco e mais canções do repertório da biografada. O musical é uma realização da Negri e Tinoco Produções Artísticas, apresentado por Ministério da Cultura e Circuito Cultural Bradesco Seguros, através da lei Rouanet.

O elenco é composto por Amanda Acosta, Analu Pimenta, André Luiz Odin, Bel Lima, Caio Giovani, Carlos Darzé, Chris Penna, Fernanda Gabriela, Flavia Santana, Guilherme Logullo, João Telles, Julie Duarte, Leandro Melo, Leo Bahia, Leonam Moraes, Luísa Vianna, Moira Osório, Rosana Penna e Simone Centurione.

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BASTA ACENAR

Ator, músico, cantor e compositor, Wladimir Pinheiro vem atuando em importantes espetáculos musicais, tais como “Milton Nascimento – Nada Será como Antes”, “Sambra”, “Ataulfo Alves o Bom Crioulo”, “Era uma vez… Grimm”, “Zeca Pagodinho – Uma história de amor ao Samba”, entre outros.

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Sentindo necessidade de produzir um trabalho próprio, que o identificasse como intérprete, compositor e arranjador, idealizou Basta Acenar: um álbum acústico contendo doze faixas de diferentes autores, entre inéditas e regravações.

O show de lançamento do CD Basta Acenar acontecerá no Teatro Carlos Gomes, no dia 27 de novembro, e contará com participações mais que especiais dos atores e cantores, Lilian Valeska e Claudio Lins.

Wladimir pretende levar ao palco a mesma atmosfera do álbum, com arranjos adaptados para uma banda de onze integrantes.

Abaixo, um video  com o making of da gravação do CD.

Basta Acenar
Com Wladimir Pinheiro
Participações Especiais Lílian Valeska e Cláudio Lins
Banda – Tibor Fittel (Piano e Acordeom), Marcello Sader (Violão e Vocais), Pablo Arruda (Contrabaixo),Leonardo Pagani (Bateria), Felipe Tauil (Percussão), Whatson Cardoso (Clarineta, Clarone e Saxofone Tenor), Arimatéia (Trompete), Leandro Reis (Trompa), Wanderson Cunha (Trombone), Luiz Felipe Ferreira (Violino), Taís Duarte (Cello)
Teatro Carlos Gomes (Praça Tiradentes S/N, Centro, Rio de Janeiro – RJ)
27/11
Segunda – 19h
$40

TULIPA RUIZ LANÇA ÁLBUM “TU” NO THEATRO NET RIO (Rio de Janeiro)

Em formato intimista, cantora e compositora paulista reúne canções inéditas e releituras de seu repertório e conta com produção do irmão e parceiro Gustavo Ruiz e de Stéphane San Juan; Gravado em Nova York, TU tem lançamento 100% em formato digital pela ONErpm e aposta em mercado internacional. Tulipa Ruiz sobe ao palco do Theatro Net Rio no próximo dia 21 de novembro, às 21h.

por Tulipa Ruiz

TU, com letra maiúscula. Em capslock para acentuar a grafia da palavra e assim mergulhar em seu significado. TU sou eu e é você. TU é a gente. Tu também é dois. Two. Eu e Gustavo, meu irmão e parceiro musical. Tu é para. É oferenda. A ideia do disco nasceu a partir de uma gira que fizemos voz e violão, formato que eu gosto de chamar de “nude”, porque é como se as músicas estivessem peladas. Tocar as músicas desse jeito nos aproximou da espinha dorsal de cada canção. E fiquei com vontade de gravá-las assim: um violão, uma voz e algumas poucas percussões.

Este é o conceito do disco. Sobretudo em um momento onde a tecnologia nos dispersa e a overdose de informação nos sobrecarrega, quis fazer um disco mais íntimo, mais próximo, mais cru. Em tempos de relações rasas, esse é um disco que me aproxima do ritual da fogueira. Do olho no olho. Dos meus amigos. Os antigos e os novos. Os da floresta e os da cidade. Tu sou eu, Gustavo e Stéphane San Juan. Gustavo no violão e na inventação das músicas junto comigo. Stephane nas percussões. Os dois na produção do disco. Scotty Hard foi o engenheiro de som.

A primeira intuição que tivemos para TU é que seria um disco de releituras, mas durante o processo músicas novas apareceram. Cinco novas e quatro releituras. Ao todo são nove e eu gostei desse número porque o 9 contém a experiência de todos os números anteriores. Tem a ver com o conceito do disco: incorporar em sua atmosfera e existência a experiência dos discos anteriores.

Das regravações, vieram a minha “Pedrinho” e “Desinibida”, parceria com o músico português Tomás Cunha Ferreira, da banda Os Quais. Elas entraram para o disco porque trazem personagens livres e gente livre merece destaque. São praticamente a mesma pessoa. “Algo Maior” (minha, do Gustavo e do meu pai Luiz Chagas) e “Dois Cafés” (minha e do Gustavo) foram relidas porque que precisavam ser ditas de novo. Foram tocadas poucas vezes nos shows com banda e verbalizá-las me fortalece.

Das novas, fiz “Pólen”. “Game” e “Tu” são parcerias com Gustavo. “Terrorista del Amor” é a minha segunda experiência em uma composição coletiva (a primeira foi em Víbora). É uma parceria com Ava Rocha, Paola Alfamor, Gustavo Ruiz e Saulo Duarte.  “Pedra”, que fecha o disco, é uma música feita pelo meu pai, Luiz Chagas, no ano em que nasci e que nunca tinha sido gravada. Tenho dois convidados muito especiais no disco. Mauro Refosco, em “Algo Maior” e Adan Jodorowsky em “Terrorista del Amor”.

Gravamos as músicas no estúdio do Scotty, no Brooklyn, em duas semanas. Incrível o jeito que ele capta e o som. O violão do Gustavo ficou especial. Impressionante a sintonia que se deu entre a gente e a contribuição de cada um. Gustavo na arregimentação de tudo e na percepção da minha musicalidade. Stepháne, com seu olhar estrangeiro de francês radicado no Rio e no Mali, levou nossas músicas para novos lugares e, além de um ar cosmopolita, trouxe ancestralidade para a nossa fogueira.

Este é o nosso primeiro projeto 100% digital. E escolhemos como parceiros a ONErpm, que nos acolheu de braços abertos no Brasil e em Nova York colocando toda sua estrutura à nossa disposição. As parcerias foram fundamentais para que TU se materializasse.

Esse disco também é resultado de nossas andanças. Nos dois últimos anos tocamos muito pela América Latina, sobretudo México, e TU também vem da vontade de dialogar mais com que está ao nosso redor e parece distante pela barreira da língua.

Esse disco me aproxima de todos os meus cordões umbilicais.

 

 

Tulipa Ruiz lança Álbum Tu
Com Tulipa Ruiz
Theatro Net Rio – Sala Tereza Rachel (Rua Siqueira Campos, 143 – Copacabana, Rio de Janeiro)
Duração 75 minutos
21/11
Terça – 21h
$80/$100
Classificação 12 anos