HA HA HA – FESTIVAL DE HUMOR

O Ha Ha Ha – Festival de Humor chega a sua terceira temporada ao Rio de Janeiro. Na abertura, dia 7 de fevereiro, sobem ao palco, os atores Nany People, Claudio Torres Gonzaga e Yuri Marçal sob o comando do mestre de cerimônia Matheus Mad.

Dia 14, o humorista Hélio de La Peña e Bispo Arnaldo fazem um super espetáculo no Shopping da Gávea. Fecha a temporada, no dia 21, os humoristas  Jeffinho Farias e Cézar Maracujá sobem ao palco.

Hélio de La Peña – Hélio é um velho conhecido no cenário do humor. Integrante do programa Casseta e Planeta desde sua formação original em 1992, está há mais de 30 anos à frente das câmeras. Já foi protagonista de grandes bilheterias no cinema e hoje também se dedica ao stand up comedy.

Matheus MAD é humorista, roteirista, produtor e estudante de publicidade. Em 2015, foi finalista do “Festival 10 anos Comédia em Pé”. Fez participações no stand up “Segura que eu quero ver”, do humorista Felipe Ruggeri, realizou participações nos shows “Comédia de Primeira” e “Sextas de Humor” com Felipe Ruggeri, Marcelo Smigol e convidados, participou de shows da cena paulistana no “Bevery Hills”. Foi campeão do concurso “Qual é sua graça”, promovido pela Rádio Globo. Além de ter feito participações nos programas “Alegria ao meio dia” e “Plantão de notícias”, ambos da Rádio Globo. Foi roteirista de diversos canais do youtube, como Canal Gil Brother, Marcelo Madureira, Canal Passaralho, etc. Escreveu o programa “Fim de Papo” que é exibido diariamente no canal de tv fechada Woohoo. Atualmente é também roteirista no filme “Operação Batom na Cueca” que está em pré produção e integrante do grupo de comédia “Os Caras”

Cézar Maracujá – Cezar Maracujá é ator, humorista, se apresentou em teatros e bares importantes da cena carioca, sendo um nome respeitado na comédia da baixada do Rio de Janeiro. Atualmente compõe o elenco do canal de humor do youtube “Parafernalha” com mais de 1 bilhão de visualizações.

Yuri Marçal – Yuri Marçal tem 25 anos e é carioca. Formado em teatro e TV pela Escola de Atores Wolf Maya, teve seu início na comédia em fevereiro de 2016 num curso ministrado pelo humorista Fábio Rabin. Desde então coleciona shows em capitais do Brasil e participações em quadros de TV, foi semifinalista do quadro “Quem Chega Lá” do Domingão do Faustão e tem milhões de visualizações em seus vídeos na sua fan page.  Conhecido também pelo seu personagem Michelzinho de Oxóssi. Atualmente nos canais Comedy Central e Multishow, concedeu entrevistas no Programa do Porchat e no Pânico na Rádio Jovem Pan. Yuri tem como principal característica o humor crítico já que fala bastante de racismo, intolerância religiosa e homofobia em seu Stand-up Comedy.

Claudio Torres Gonzaga – Ator, diretor e cenógrafo de teatro diversas vezes premiado. É redator da Rede Globo, escreveu para: “Escolinha do Professor Raymundo”, “Malhação”, “Brava Gente”, “Sai de Baixo” e “Os Caras de Pau”. Claudio assinou a redação final dos humorísticos “Sob Nova Direção” e “Zorra Total”, “A Grande Família” e “Divertics”. Atualmente, Claudio assina o roteiro e direção (e também atua) na websérie “O Incrível Superônix”, no portal Gshow e do novo programa dominical “Tomara que Caia”.

Jeffinho Farias – Humorista portador de deficiência visual, faz parte do grupo “Esse Cego é Ducarvalho” e é ator integrante de “A Praça é Nossa”, do SBT, onde interpreta o simpático “Zé Olhinho”. Já participou do “Quem chega lá” no programa Domingão do Faustão da Globo e do Humor na Caneca no Programa do Jô.

Apóstolo Arnaldo – Arnaldo Taveira incorpora o personagem de um apóstolo de uma igreja, a igreja Pica das Galáxias, que o mesmo personagem fundou. Com muito bom humor e ironias, o personagem satiriza os cultos das igrejas e os pastores charlatões. Seu canal conta com mais de 590 mil inscritos no youtube.

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Ha Ha Ha – Festival de Humor

Teatro dos Quatro – Shopping da Gávea (R. Marquês de São Vicente, 52 – Gávea, Rio de Janeiro)

Duração 80 minutos

07, 14 e 21/02

Quinta – 21h

$50

Classificação 14 anos

 

Dia 7 de fevereiro 

Nany People

Yuri Marçal

Claudio Torres Gonzaga

Mestre de cerimônia: Matheus MAD

Dia 14 de Fevereiro

Bispo Arnaldo

Hélio de La Peña

Mestre de cerimônia: Matheus MAD

Dia 21 de Fevereiro

Jeffinho Farias

Cézar Maracujá

Mestre de cerimônia: Matheus MAD

RAPSÓDIA – O MUSICAL

O espetáculo “Rapsódia – O Musical” estreia temporada no Teatro Serrador (RJ). Com uma pegada que promete agradar aos fãs de Rocky Horror ou Sweeney Todd, o revival de Rapsódia – O Musical estreia dia 10 de janeiro e fica até 16 de fevereiro com sessões às quintas, sextas e sábados, às 19h30.

Apresentado pela primeira vez em 2013, o espetáculo da Cerejeira Produções, volta aos palcos repaginado. Com novas canções e direção, ele ganhou um ar mais contemporâneo.

Pode se dizer que quem assistiu o Rapsódia no passado vai viver uma nova experiência, bem mais sangrenta. No revival, haverá muito sangue no palco, mas não é para se enganar, o musical conta com muito humor e músicas divertidas – diz Mau Alves, que assina o texto e direção.

A história é contada por Pátrio (Hugo Kerth), um jovem sonhador que viaja para a cidade de Rapsódia a convite do seu primo mais velho, Jeremias (Mau Alves), que é dono de uma fábrica de sabonetes. Lá, ele conhece Rubi (Joana Mendes), Coné (Gustavo Klein) e Catarina (Julia Morganti), funcionários bem excêntricos do seu primo. Ao longo da história, Pátrio descobre um porão abandonado que esconde um segredo bem macabro.

No elenco ainda estão Anna Claudiah Vidal, Camila Matoso, a drag Velma Real, Isabela Quadros, Malu Cordioli, Clara da Costa, César Viggiani, Robson Lima e Vitor Lima.

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Rapsódia – o Musical

Com Mau Alves, Julia Morganti, Gustavo Klein, Hugo Kerth, Joana Mendes, Anna Claudiah Vidal, Camila Matoso, a drag Velma Real, Isabela Quadros, Malu Cordioli, Clara da Costa, César Viggiani, Robson Lima e Vitor Lima

Teatro Serrador (R. Sen. Dantas, 13 – Centro, Rio de Janeiro)

Duração 70 minutos

10/01 até 16/02

Quinta, Sexta e Sábado – 19h30

$40

Classificação 16 anos

A NOBRE ARTE DE BATER A PORTA

O CEFTEM (Centro de Estudos e Formação em Teatro Musical) traz aos palcos do Teatro Serrador, localizado no Centro do Rio de Janeiro, o espetáculo “A Nobre Arte de Bater a Porta”, um show teatralizado com músicas do teatro musical brasileiro, norte-americano e britânico, com temporada de 12 a 22 de dezembro.

Com direção de Reiner Tenente e direção musical de Marcelo Castro, o show é apresentado por atores de 11 a 30 anos e contou com a colaboração de todo o elenco, desde a criação artística até a produção.

Neste espetáculo, é premissa que todos os números tenham uma cena precedendo cada música, informando de onde o personagem vem ou para onde ele vai. Tais números musicais são ligados pela entrada ou saída dos atores por portas que compõem o cenário do show – explica Reiner.

Além do elenco fixo, o espetáculo terá participações especiais: Claudio Lins (dia 12), Gottsha (dia 14), Kacau Gomes (dia 18) e Izabella Bicalho (dia 19).

“A Nobre Arte de Bater a Porta” terá sessões de terça a sábado, às 19h30.

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A Nobre Arte de Bater a Porta

Com Ágatha Félix, Alex Junior, Beatriz Messias, Beatriz Vignoles, Bruna Giulia, Carol Enne, Carol Pita, Catarina Victorio, Daniel Rocha, Danniel Marinho, Felipe Manoulas, Isabel Miranda, Jessica Nogueira, João Pedro Chaseliov, Lara Magalhães, Laura Rabello, Luísa Valente, Malu Coimbra, Marcella Lyz, Paola Castro, Rebecca Solter, Rodrigo Melo, Sarah Plutarcho e Yasmin Lima. Participações especiais de Claudio Lins, Gottsha, Kacau Gomes e Izabella Bicalho

Teatro Municipal Serrador (R. Sen. Dantas, 13 – Centro, Rio de Janeiro)

Duração 120 minutos

12 a 22/12

Terça, Quarta, Quinta, Sexta e Sábado – 19h30

$40

Classificação Livre

MAS – MOSTRA DE ARTE SINGULAR

A PAR Produção em parceria com a FETAERJ, através da Co-gestão Chacrinha em Cena, apresentam o MAS – Mostra de Arte SINGULAR.

Acreditando que cada um tem suas próprias superações e que as limitações não impedem o fazer artístico, a mostra de arte singular surge com o intuito de criar um espaço onde artistas, com deficiência ou não, possam apresentar todas as suas singularidades, expondo através da arte suas características próprias e únicas. Com inscrições gratuitas até o dia 07 de Janeiro de 2019, a mostra será realizada no período de 23 a 28 de abril de 2019 na Arena Carioca Chacrinha.

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Poderão participar do edital “MAS – Mostra de Artes Singular” projetos de desenvolvimento e difusão de produtos culturais e artísticos, em que parte ou totalidade dos seus integrantes sejam PcD (Pessoas com Deficiência). As propostas deverão ser apresentadas dentro das categorias de teatro, dança, música, artes visuais ou multilinguagens.

Para se inscrever, basta acessar o site da Fetaerj:

www.fetaerj.com

Informações também através do email: fetaerj.chacrinha@gmail.com

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FETAERJ

A FETAERJ – Federação de Teatro Associativo do Estado do Rio de Janeiro – é uma instituição sem fins lucrativos e de utilidade pública estadual. Há 41 anos associa grupos de teatro com o objetivo de fomentar a criação, manutenção e a difusão do teatro no nosso estado e o incentivo à formação de plateia. Trabalha com o princípio da descentralização da produção cultural, realizando congressos, concursos, seminários, oficinas, mostras, intercâmbios, palestras, debates, leituras, cursos e festivais de teatro.

A partir dos trabalhos realizados, a Federação tem gerado oportunidades para o desenvolvimento de talentos mais diversificados: são autores, iluminadores, sonoplastas, maquinistas, contrarregras, atores, diretores, músicos com especialização na composição para o teatro, etc. Os resultados podem ser comprovados nas montagens que se multiplicam nos municípios e que excursionam pelo estado, sempre com primazia e qualidade artística, conteúdo e cultura e desta forma evidenciando o teatro de grupos, espaço em que jovens e adultos dedicam-se a aprimorar conhecimentos.

Por suas ações, a FETAERJ recebeu o Prêmio Golfinho de Ouro / Estácio de Sá (2000), concedido pelo Governo do Estado do Rio, o Troféu Mandacaru (2004), concedido pela prefeitura de Armação de Búzios pelos 4 anos de desenvolvimento teatral sistemático neste município, a Moção de Aplauso (2004), concedida pelo Ateneu Angrense de Letras, pela realização da FITA (Festa Internacional de Teatro de Angra) e a Moção De Congratulação (2006), concedida pela Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro pelo “excelente trabalho em prol da cultura brasileira”. Recentemente recebeu o Diploma Heloneida Studart de Cultura 2016, da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro.

Arena Carioca Abelardo Barbosa – Chacrinha

Endereço: Rua Soldado Elizeu Hipólito, 138 – Guaratiba, Telefone: (21) 3404-7980 – 3305 1111

ELZA

A trajetória de Elza Soares é sinônimo de resistência e reinvenção. As múltiplas facetas apresentadas ao longo de sua majestosa carreira foram o ponto de partida para o musical “Elza”, que estreou em julho no Rio de Janeiro, passou por outras capitais e retorna ao Teatro Riachuelo após imenso sucesso popular e a aprovação irrestrita da homenageada.

De 7 a 23 de dezembro, Larissa Luz, convidada para a montagem, e outras seis atrizes selecionadas após uma bateria de testes (Janamô, Júlia Tizumba, Késia Estácio, Khrystal, Laís Lacorte e Verônica Bonfim) sobem ao palco para celebrar o trabalho, as indicações aos principais prêmios nacionais e os quatro troféus do Prêmio Reverência recém-conquistados (Melhor Espetáculo, Melhor Direção, Melhor Autor e Categoria Especial).

Em cena, as atrizes se dividem ao viver Elza Soares em suas mais diversas fases e interpretam outros personagens, como os familiares e amigos da cantora, além de personalidades marcantes, como Ary Barroso (1903-1964), apresentador do programa onde se apresentou pela primeira vez, e Garrincha (1933-1983), que protagonizou com ela um notório relacionamento.

Com texto inédito de Vinícius Calderoni e direção de Duda Maia, o espetáculo tem a direção musical de Pedro LuísLarissa Luz e Antônia Adnet. Além disso, o maestro Letieres Leite, da Orquestra Rumpilezz, foi o responsável pelos novos arranjos para clássicos do repertório da cantora, tais como LamaO Meu GuriA Carne e Se Acaso Você Chegasse. O projeto foi idealizado por Andrea Alves, da Sarau Agência, a partir de um convite da própria Elza e de seus produtores Juliano Almeida e Pedro Loureiro.

Ainda que muitos dos conhecidos episódios da vida da homenageada estejam no palco, a estrutura de Elza foge do formato convencional das biografias musicais. Se os personagens podem ser vividos por várias atrizes ao mesmo tempo, a estrutura do texto também não é necessariamente cronológica. Da mesma forma que músicas recentes (A Mulher do Fim do Mundo, a emblemática A Carne e Maria da Vila Matilde) se embaralham aos sucessos das mais de seis décadas de carreira da cantora, como Se Acaso Você ChegasseLamaMalandroLata D’Água e Cadeira Vazia.

Marcada por uma série de tragédias pessoais – a morte dos filhos e de Garrincha, a violência doméstica e a intolerância –, a jornada de Elza é contada com alegria.

A Elza me disse: ‘sou muito alegre, viva, debochada. Não vai me fazer um musical triste, tem que ter alegria’. Isso foi ótimo, achei importante fazer o espetáculo a partir deste encontro, pois assim me deu base para saber como Elza se via e como ela gostaria de ser retratada, conta Vinicius Calderoni, que leu e assistiu a infindáveis entrevistas que a cantora deu ao longo da vida e também pesquisou a obra de pensadoras negras, como Angela Davis e Conceição Evaristo, cujos fragmentos de textos aparecem na peça.

O espetáculo foi desenvolvido ao longo de um período em que Elza se encontra no auge de uma carreira marcada por reviravoltas e renascimentos. Ao lançar seus últimos dois discos, A Mulher do Fim do Mundo (2015) e Deus é Mulher (2018), a cantora não somente ampliou ainda mais seu repertório e sua base de fãs, como conquistou, mais uma vez, a crítica internacional, e se consolidou como uma das principais vozes da mulher negra brasileira.

Vinícius Calderoni, autor do texto, chama a atenção para a coletividade presente em todo o processo de criação da montagem. Após ter escrito as primeiras páginas, ele começou a frequentar os ensaios e estabeleceu um rico intercâmbio com Duda Maia e as sete atrizes. ‘Hoje poderia dizer que elas são coautoras e colaboradoras do texto. São sete atrizes negras e múltiplas, como a Elza é. Diante da responsabilidade enorme, eu estabeleci limites de fala para mim, por exemplo, em relação a alguns temas. Limitei a minha voz e disse que não escreveria nada, queria os relatos delas e as opiniões. Pedi a colaboração delas, das experiências vividas por uma mulher negra. Do mesmo jeito que a Duda propôs muitas coisas, as atrizes também tiveram este espaço’, conta o dramaturgo.

Tal processo colaborativo se estendeu para a música, com a participação ativa das atrizes e das musicistas nos ensaios com os diretores musicais, e o maestro Letieres Leite, que liderou algumas oficinas com o grupo no período dos ensaios. O processo gerou ainda duas canções inéditas que estão na peça: Ogum, de Pedro Luís, e Rap da Vila Vintém, de Larissa Luz. Se a escolha de Pedro Luís para a função foi referendada pela própria Elza – que gravou e escolheu um verso do compositor para nomear seu último disco –, Larissa Luz já estava envolvida com o projeto desde o seu embrião.

Elza

Com Janamô, Júlia Tizumba, Késia Estácio, Khrystal, Laís Lacôrte, Verônica Bonfim e a atriz convidada Larissa Luz.

Teatro Riachuelo Rio (Rua do Passeio, 38/40 – Centro, Rio de Janeiro)

Duração 120 minutos

07 a 23/12

Quinta – 19h, Sexta e Sábado – 20h, Domingo – 19h

$40/$150

Classificação 14 anos

O FRENÉTICO DANCIN’ DAYS

A aura mítica em torno da Frenetic Dancing´Days Discotheque se mantem. Após ser um marco na noite carioca, com apenas quatro meses de funcionamento, a boate renasceu em forma de musical e, mais uma vez, a magia se fez.

Grande sucesso da temporada teatral carioca 2018, ‘O Frenético Dancin´Days’ já foi visto por mais de 40 mil pessoas e retorna para celebrar o verão carioca, a partir de 05 de janeiro, no Teatro Bradesco Rio. Nelson Motta (ao lado de Patrícia Andrade) assinou o texto com a absoluta propriedade de quem foi um dos fundadores da boate e viveu toda a agitação que marcou o Rio naquela época. O musical resgata esse clima de celebração da vida, de sentir a felicidade bater na porta e conta a história da Frenetic Dancing´Days Discotheque, boate idealizada, em 1976, pelos amigos Nelson Motta, Scarlet Moon, Leonardo Netto, Dom Pepe e Djalma. Deborah Colker aceitou o desafio e fez sua estreia na direção teatral, além de assinar as coreografias, ao lado de Jacqueline Motta. A realização é das Irmãs Motta e Opus e produção geral de Joana Motta.

Autor de musicais consagrados como ‘Elis, a musical’, ‘Tim Maia- Vale Tudo, o musical’ e ‘S´imbora, o musical – a história de Wilson Simonal’, Nelson Motta afirma que nunca foi tão feliz com um espetáculo. “Esse musical é uma festa, as pessoas ficam enlouquecidas na plateia, parece que estamos mesmo voltando aos tempos da boate. É uma alegria imensa”, festeja. “Eu sabia da potência, da força do Dancin´Days, de como ele mudou a cidade. A boate chegou com esse caráter libertário, lá as pessoas eram livres, podiam ser como elas são. Isso tem uma grande força política, social, filosófica, artística. Não há nada como o livre arbítrio, estar em um lugar onde você vai ser quem você é”, afirma Deborah.

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O musical é uma superprodução, com 17 atores e sete bailarinos, escolhidos através de audições, à exceção de Érico Brás (Dom Pepe) e Stella Miranda (Dona Dayse), uma das mais importantes atrizes de musicais do país, convidados especialmente para o projeto. O elenco é formado ainda por: Ariane Souza (Madalena), Bruno Fraga (Nelson Motta), Cadu Fávero (Djalma), Franco Kuster (Léo Netto), Ivan Mendes (Inácio/Geraldo), Renan Mattos (Catarino), Karine Barros (coro/stand in feminino), Larissa Venturini (Scarlet), Natasha Jascalevich (Bárbara),  além das Frenéticas: Carol Rangel (Edyr de Castro), Ester Freitas (Dhu Moraes), Ingrid Gaigher (Lidoca), Julia Gorman (Regina Chaves), Larissa Carneiro (Leiloca) e Ludmila Brandão (Sandra Pêra).

Deborah Colker (premiada na Rússia com o Prix Benois de la Danse, considerado o Oscar da Dança) assina também as coreografias (ao lado de Jacqueline Motta) e tem ao seu lado uma ficha técnica de peso: Gringo Cardia (cenografia e direção de arte), Maneco Quinderé (desenho de luz), Alexandre Elias (direção musical), Fernando Cozendey (figurinos) e Max Weber (visagismo). Passarão pelo palco os principais personagens que marcaram não apenas a história da boate, mas da cultura nacional.

Os cenários e figurinos recriam a atmosfera disco, mas com uma identidade própria. “A minha inspiração foi a estética de como as pessoas se comportavam na época e o quão ousadas eram no vestir”, explica Fernando Cozendey. “O desafio foi trazer o shape 70 atualizado, criar algo que ainda provocasse espanto, alegria e libertação para um público em 2018. O espetáculo para mim é sobre transgressão de ser, vestir, dançar, existir”, acrescenta.

A direção musical de Alexandre Elias também acompanha o espírito da época e inova ao trazer um DJ pilotando a música ao vivo. “Quando a Joana Motta me convidou para esse projeto, ela veio com essa “sacada” que iríamos contar a história de uma discoteca e que devíamos ter um DJ. E, no caso do Dancing´Days, o DJ Dom Pepe era uma das figuras centrais”. Para construir os arranjos, Alexandre Elias passou meses pesquisando e optou pela técnica dos samples. “Estamos usando tecnologia de ponta nessa área, misturei elementos dos arranjos originais, que são clássicos presentes na nossa memória afetiva, com ideias minhas e da direção, para chegarmos ao resultado final”, explica Alexandre.

Abaixo, uma matéria feito pelo programa Cariocou, do SBT Rio, na época da estreia do musical.

 O Frenético Dancin’ Days

Com Érico Brás, Stella Miranda, Ariane Souza, Bruno Fraga, Cadu Fávero, Franco Kuster, Ivan Mendes, Renan Mattos, Karine Barros, Larissa Venturini, Natasha Jascalevich, Carol Rangel, Ester Freitas, Ingrid Gaigher, Julia Gorman, Larissa Carneiro e Ludmila Brandão

Teatro Bradesco Rio – Shopping VillageMall (Avenida das Américas, 3900 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro)

Duração 120 minutos

05/01 até 24/02/19

Sexta – 21h, Sábado – 18h e 21h, Domingo – 19h

$75/$160

Classificação 12 anos

FESTA INTERNACIONAL DE TEATRO DE ANGRA (FITA)

Depois de uma maratona de 17 dias e mais de 50 atrações, a 13ª edição da Festa Internacional de Teatro de Angra, realizada de 17 a 30 de setembro em Angra dos Reis, conhecerá os vencedores da sexta edição do PRÊMIO FITA DE TEATRO na próxima terça-feira, dia 27, no Arte Sesc Flamengo. O evento será apresentado pelo ator Alexandre Lino e contará com a participação musical de Izabella Bicalho.

O júri da FITA é formado pelo ator e escritor Sergio Fonta (presidente do Juri); a atriz Stella Freitas; o diretor de arte e cenógrafo José Dias e o diretor do Teatro Maison de France Cédric Gottesmann. Conheça os indicados:

Categoria Especial:

Dançando no Escuro (pela inclusão de músicos deficientes visuais no espetáculo).

Denise Stutz (Direção de movimento de “Dançando no Escuro”)

Elenco de “A Vida não é um Musical – O Musical”

Prêmio Especial do Juri:

Para Marcos Caruso e Guida Vianna pelas brilhantes atuações nos espetáculos “O Escândalo Philippe Dussart” e “Agosto”, respectivamente.

Melhor Figurino:

Jorge Farjalla (Vou Deixar de Ser Feliz por Medo de Ficar Triste?)

Carol Lobato (A Vida não é um Musical – O Musical)

Patricia Muniz (Agosto)

Melhor Cenário:

Lucas Isawa ( O Leão no Inverno)

Carla Berry e Paulo de Moraes (Hamlet)

Carlos Alberto Nunes (Agosto)

Revelação:

Jefferson Melo (Ator no espetáculo “Favela 2”)

Herton G. Cratto (Autor dos espetáculos “Rugas”)

Ator Coadjuvante: 

Fabricio Negri (Emilinha)

Rafael de Bonna (O Leão no Inverno)

Cláudio Mendes (Agosto)

Atriz Coadjuvante:

Lisa Eiras (Hamlet)

Cilene Guedes (Elizeth, A Divina)

Letícia Isnard (Agosto)

Melhor Ator:

Leopoldo Pacheco (O Leão no Inverno)

Flavio Migliaccio (Confissões de um Senhor de Idade)

Tonico Pereira (O Julgamento de Sócrates)

Melhor Atriz:

Janaína Bianchi (Forever Young)

Regina Duarte ( O Leão no Inverno)

Izabela Bicalho (Elizeth, a Divina)

Stella Maria Rodrigues (Emilinha)

Melhor Autor:

Yuri Ribeiro (Vou Deixar de Ser Feliz por Medo de Ficar Triste?)

Flavio Migliaccio (Confissões de um Senhor de Idade)

Leandro Muniz (A Vida não é um Musical – O Musical)

Ivan Fernandes (O Julgamento de Sócrates)

Melhor Diretor:

Ulysses Cruz (O Leão no Inverno)

Jorge Farjalla (Vou Deixar de ser Feliz por Medo de Ficar Triste?)

Martín Flores Cárdenas (Entonces Bailemos)

André Paes Leme (Agosto)

Melhor Música:

Miguel Briamonte (Direção musical e canções adicionais de Forever Young)

Ricardo Rente (Direção musical e arranjos de Kid Morengueira)

João Paulo Mendonça (Direção musical de Vou Deixar de Ser Feliz Por Medo de Ficar Triste?)

Melhor Espetáculo:

Forever Young

Vou Deixar de Ser Feliz Por Medo de Ficar Triste?

Elizeth, A Divina

Agosto

Destaque na FITA:

Para Alexandre Lino que iniciou sua trilogia nordestina na FITA com os espetáculoS “Domésticas”, em 2012, “Nordestinos”, em 2015, e a concluiu nesta 13ª FITA com o cativante trabalho em “O Porteiro”.

Melhor Espetáculo Infantil (composto por crianças de Angra dos Reis):

Lololendi

O Pulgo e o Elefante

Da Mala que Sai

Melhor Espetáculo Júri Popular:

Forever Young

Confissões de um Senhor de Idade

Dançando no Escuro

O Júri do 6º Prêmio FITA de Teatro declara que:

1 – Apesar da inegável qualidade da cenografia do espetáculo “Vou deixar de ser feliz por medo de ficar triste?”, o jurado José Dias, cenógrafo da referida montagem, por uma questão de ética, não participou das indicações nesta categoria.

2 – Em virtude do alto nível dos espetáculos apresentados na FITA 2018, foram colocadas 4 indicações em algumas categorias

3 – O corpo de jurados parabeniza João Carlos Rabello, criador da Festa Internacional de Teatro de Angra, pela iniciativa de desenvolver há tantos anos uma abrangente formação de plateia trazendo de barco crianças de escola da região para o evento.