V PRÊMIO BIBI FERREIRA

A cerimônia do Prêmio Bibi Ferreira assumiu pelo segundo ano consecutivo o palco do Teatro Santander, na noite do dia 18 de novembro. O prêmio que reconhece os destaques do Teatro Musical brasileiro entregou suas 20 estatuetas em uma noite voltada de muito glamour.

Os grandes vencedores (13 estatuetas) foram musicais que já se apresentaram nos palcos brasileiros. “My Fair Lady” (1962 e 2007) ficou com seis prêmios, “Les Misérables” (2001), com cinco, e “Gota D’Água [a seco]” (1975) com duas. “AUÊ“, um musical brasileiro inédito, recebeu três.

Dessa vez, ao invés de uma Mestre de Cerimônias, a cerimônia teve dois Alessandra Maestrini, que apresentou as quatro primeiras edições, dividiu o palco com Miguel Falabella e ainda contou com as participações mais que especiais de Kiara Sasso, Jarbas Homem de Mello e Jan Onoszko.

Os discursos de agradecimentos lembraram os momentos escuros que a Arte brasileira está passando com a queda nos patrocínios e na censura de exposições e peças teatrais.

Um momento de emoção foi o “In Memorian”, quando lembramos as estrelas que nos deixaram neste ano. O ator Jarbas Homem de Mello voltou ao palco para interpretar “Deus do Céu” (“Bring Him Home”) em homenagem ao amigo Marcos Tumura, que foi o primeiro Jean Valjean nacional.

A noite também resolveu homenagear a diversidade. Vários vencedores agradeceram aos seus pares (casais heteros e homoafetivos) com declarações de amor. O número de encerramento teve seus mestres de cerimônia vestidos com os gêneros invertidos, e drags queens, trans, lésbicas e gays subiram ao palco para cantar “I Am What I Am” (do musical “Gaiola das Loucas”).

Abaixo, a lista completa dos vencedores por categoria

MELHOR DESENHO DE LUZ
Wagner Antônio – Gota D´Água [a seco]

MELHOR DESENHO DE SOM
Tocko Michelazzo – My Fair Lady

MELHOR CENÁRIO
Nicolás Boni – My Fair Lady

MELHOR FIGURINO
Fábio Namatame – My Fair Lady

MELHOR VISAGISMO
Hugo Daniel – Forever Young

MELHOR ARRANJO ORIGINAL
Alfredo Del Penho e Beto Lemos com colaboração de Duda Maia e a Barca do Corações Partidos – Auê

MELHOR LETRA E MÚSICA ORIGINAL
Alfredo Del Penho e Beto Lemos, Duda Maia e a Barca dos Corações Partidos – Auê

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
Fernanda Maia – Lembro Todo Dia de Você

MELHOR MUSICAL – VOTO POPULAR
Cartola – O Mundo é um Moinho

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MELHOR VERSÃO
Claudio Botelho – Les Misérables

MELHOR COREOGRAFIA
Alonso Barros – Alegria, Alegria O Musical

MELHOR DIREÇÃO MUSICAL
Luis Gustavo Petri – My Fair Lady

MELHOR DIREÇÃO
Jorge Takla – My Fair Lady

ATOR/ATRIZ REVELAÇÃO
Filipe Brangança – Les Misérables

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MELHOR ATOR COADJUVANTE
Ivan Parente – Les Misérables

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MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Andrezza Massei – Les Misérables

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MELHOR ATOR
Paulo Szot – My Fair Lady

MELHOR ATRIZ
Laila Garin – Gota D´Água [a seco]

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MELHOR MUSICAL BRASILEIRO
AUÊ – Sarau Agência e Companhia Barca dos Corações Partidos

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MELHOR MUSICAL
Les Misérables – T4F Entretenimento

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CRISE, QUE CRISE?

O Teatro J. Safra recebe no dia 2 de novembro, quinta-feira, o show inédito “Crise, que Crise?”, que reúne os mais diversos nomes e gerações através da música. Em única apresentação, o espetáculo que vai do pop rock, passando por músicas do folclore ao compositor Villa Lobos, foi idealizado por John Herbert Jr., o Johnnie Beat, cantor, compositor e filho da atriz Eva Wilma, promete grandes emoções. Além de Johnnie, o show traz ao palco sua mãe, Eva Wilma, o cantor e diretor musical paulista William Paiva e Heloá Holanda, cantora  semifinalista do programa X Factor Brasil, da Rede Bandeirantes.

Este espetáculo também marca a estreia de Eduardo Figueiredo como diretor de um show. Após receber o convite da própria Eva Wilma, aceitou o novo desafio. Muito respeitado no meio cultural, diretor de grandes sucessos no teatro, entre eles: “Mulheres Alteradas”, “Aprendiz de Feiticeiro”, “Frida y Diego” e atualmente “O Gatão de Meia Idade, a peça”.

“Crise, Que Crise?”, canção que dá nome ao show e será lançada nesta ocasião, é de autoria de Johnnie. Além disso, a música aborda o tema, tão em voga no país, de forma otimista. A capa do álbum da banda inglesa Supetramp, “Crisis, Wath Crisis”, de 1975, e este momento difícil que o Brasil passa, inspiraram o cantor e compositor.

Pensando na crise, não acho que devemos, de fato, nos preocupar e sim nos reinventar e passar por cima de tudo de maneira leve e com a esperança. Afinal, a música nos traz sentimentos bons. Estou muito feliz em levar tantos nomes bacanas e diferentes gerações ao palco. Minha mãe, que está ansiosa em relembrar os tempos em que aprendeu muito com Inesita Barroso, Heloá, uma voz feminina que trará delicadeza e encanto ao show, e, claro, William Paiva, um excelente cantor que trará força”, comentou Johnnie.

A participação de Eva Wilma, que, antes de iniciar sua carreira bem-sucedida como atriz, teve incursões na música, dá um colorido especial ao roteiro. E, como convidada de honra, homenageará o poeta ferreira Goulart e o compositor Heitor Villa Lobos, numa leitura moderna de suas obras.

A banda, composta especialmente para essa ocasião, ainda trará canções de sucesso de Nando Reis, Samuel Rosa, Erasmo Carlos, passando por The Beatles, Lou Reed e finalizando com o grande nome da música brasileira, Gilberto Gil. Sempre à sua maneira, com um pouco de rock n’roll e um sotaque blues.

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Crise, Que Crise?
Com John Herbert Jr, William Paiva, Johnny Mantelato, Leandre Gomes, Samuel Junior, Felipe Marques, Wellington Maia
Participações Especiais: Eva Wilma, Heloá Holanda e Roger W. Lima
Teatro J. Safra (Rua Josef Kryss, 318 – Barra Funda, São Paulo)
Duração 90 minutos
02/11
Quinta – 21h
$15/$60
Classificação 12 anos

 

 

POR+VIR

Companhia de Danças de Diadema apresenta o espetáculo “por+vir”,nos dias 27 e 28 de outubro (sexta e sábado, às 20h), no Teatro Clara Nunes, no Centro Cultural Diadema. A entrada é franca.

Em 2015, para comemorar 20 anos de carreira no cenário artístico, a Companhia de Danças de Diadema promoveu um reencontro com importantes coreógrafos que, ao longo de sua trajetória, já haviam criado obras para seu repertório.

A partir desse novo encontro com o elenco da Companhia, o espetáculo“por+vir” foi concebido. Assim, nove coreógrafos trouxeram a possibilidade de experimentação de momentos únicos, cada um pela sua ótica sobre a dança contemporânea.

As experimentações levaram a um mosaico de movimentos, gerando assim as cenas: Nós de Nós, de Cláudia Palma; Bakú,intervenções entre cenas de Ana Bottosso; Caminhos Traçados, criação coletiva – Pedro Costa e elenco da Cia; .entre pontos., de Fernando Machado; Gárgulas, de Sandro Borelli; Esse Samba é Meu, de Sérgio Rocha, Entremeios, de Mário Nascimento; 1 + Um, de Henrique Rodovalho; e  Novena, de Luís Arrieta.

Com a realização deste projeto, a Companhia de Danças de Diadema expressa seu gosto pela versatilidade, pelas múltiplas maneiras de olhar a dança. Por meio dos corpos de seus intérpretes e dos diferentes estilos desenvolvidos pelos coreógrafos, proporciona ao público um múltiplo panorama gestual e sensorial.

Por+Vir
Com Ana Bottosso, Carolini Piovani, Daniele Santos, Danielle Rodrigues, Elton de Souza, Fernando Gomes, Keila Akemi, Leonardo Carvajal, Thaís Lima, Ton Carbones, Zezinho Alves.
Teatro Clara Nunes – Centro Cultural Diadema (Rua Graciosa, 300 – Centro. Diadema/SP)
Duração 70 minutos
27 e 28/10
Sexta e Sábado – 20h
Entrada gratuita
Classificação 14 anos

EM NOME DO FILHO

“EM NOME DO FILHO” é uma comédia dramática que entremeia números musicais e shows de dança paracontar a história de  Liuba, o dono da Brasil Dourado, uma sauna gay decadente, que esconde um segredo.

Sucesso no Rio de Janeiro por quase dois anos, o texto é de Dolores delRio e a direção de Marco Miranda, que tem um vasto currículo nos palcos brasileiros e na Tv Globo, vencedor de vários prêmios. A estreia acontece no dia 3 de novembro, no Teatro Bibi Ferreira.

A montagem lembra o universo do cineasta Pedro Almodovar. “EM NOME DO FILHO” discute a diversidade sexual e coloca uma luz sobre este tema tão importante. Tudo de forma divertida e leve, mas sem deixar de tocar nos pontos importantes da questão.

Sinopse

A peça se passa em um dia numa sauna gay, a Brasil Dourado, onde é mostrada a realidade de uma sauna. Liuba, o dono, sofre com a perda de seu filho, que foi afastado de seu convívio desde criança. Liuba tem um romance complicado com Roby, um ex-garoto de programa. Odetinha, empregado da sauna é aliado de Liuba e o único que sabe de seu passado.

Na trama são apresentados ao público tipos característicos de gays que frequentam as saunas: o debochado, o poderoso, o prático, o casado e o carente. Eles interagem nas cenas cômicas com os garotos de programa, belos rapazes da sauna.

O foco central da trama é a procura de Liuba pelo seu filho Junio. Por intermédio de uma carta, e por coincidência perversa do destino, Liuba descobre que o filho trabalha como garoto de programa em sua sauna.  Ele então se aproxima do filho e conquista a confiança do rapaz para retirá-lo de lá. Para manter seu segredo, em paralelo Liuba termina seu romance com Roby,  que por não entender o motivo, se desespera. Num reencontro emocionado eles se entendem e os três terminam juntos, revelando uma grande história de amor.

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Em Nome do Filho
Com Dolores DelRio, Matheus Freira, Bruno Islam, Anderson Lopes, Gustavo Azaranys, Luiz Xaxu, Angelo Antonio, Angelo Barreto, Gleyson Lopes, Yago Custódio e Douglas Loyola
Teatro Bibi Ferreira (Av. Brigadeiro Luiz Antônio, 931 – Bela Vista, São Paulo)
Duração 90 minutos
03 até 24/11
Sexta – 23h15
$50
Classificação 16 anos

 

 

 

Em Nome do Filho
Com Dolores DelRio, Matheus Freira, Bruno Islam, Anderson Lopes, Gustavo Azaranys, Luiz Xaxu, Angelo Antonio, Angelo Barreto, Gleyson Lopes, Yago Custódio e Douglas Loyola
Teatro Bibi Ferreira (Av. Brigadeiro Luiz Antônio, 931 – Bela Vista, São Paulo)
Duração 90 minutos
03 até 24/11
Sexta – 23h15
$50
Classificação 16 anos

ERÓTICA – UMA COMÉDIA GOZADA

Erótica – Uma Comédia Gozada aborda de uma maneira cômica e crítica o universo do erotismo e do sexo, que são o pano de fundo para as divertidas esquetes apresentadas durante este espetáculo, criado e dirigido por Marco Fentanes.

Na peça, temos teatro negro, dança, humor, música, mímica e mágica.

Entre as esquetes estão:

  • O mágico atrapalhado e sua incrível partner que salva suas lambanças e diverte a plateia com um strip tease surpreendente;
  • Uma esquete em gênero burlesco: a Dança dos Leques;
  • A luta de MMA, que um desavisado juraria ser uma aula de Kamasutra;
  • Um strip tease diferente onde o palhaço Aquele Mario tira tudo. Mas tudo mesmo!;
  • Um número musical com flautas;
  • A apresentação de um medley sofisticado para as músicas mais erótico-cômicas da MPB; entre outras.

Um dos quadros presta homenagem a duas personalidades da cena paulistana: Claudia Wonder e Caio Fernando Abreu. O escritor ofereceu um belo texto para a artista transexual, ícone da cultura gay e pioneira na defesa dos direitos dos homossexuais e travestis. Esse texto foi apresentado no espetáculo Erótica – tudo pelo sensual, no Teatro Mambembe em São Paulo, em 1988.

 

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Erótica – Uma Comédia Gozada
Com Maria Cecilia Mansur, Cinthia Kadel, Laya, Aquele Mario, Esdras De Lúcia e Marco Fentanes
Bar Brahma (Av. São João, 677 – Centro, São Paulo)
Duração 75 minutos
16/10 até 13/11
Segunda – 21h30
$40
Classificação 18 anos

 

ALAIR (Opinião)

Em comemoração aos 45 anos de carreira, o ator Edwin Lusijunto de André Rosa e Claudio Andrade – está em cartaz com a peça “Alair” no Teatro Nair Bello (Shopping Frei Caneca).
A peça homenageia o fotógrafo, professor e crítico de arte, Alair Gomes, no ano em que se completam 25 anos da sua morte.
Alair é reconhecido como artista precursor da fotografia homoerótica no Brasil, que conquistou a consagração internacional com seu trabalho cujo tema central era a beleza do corpo masculino.
Morador do Rio de Janeiro, bem em frente a Ipanema, ele tirava fotos – secretamente – dos jovens que se exercitavam e frequentavam as areias da praia carioca. Somente algumas poucas, a pedido do artista, eram posadas no seu apartamento.
Ao total foram mais de 170 mil negativos e 16 mil ampliações entre os anos 1960 até 1992, quando morre.
Durante a peça, vemos Alair (Edwin Luisi) relembrando de fatos acontecidos na sua vida em três fases distintas – quando se apaixonou por um militar, nos anos 50; quando viajou para Europa nos anos 80; e quando veio a falecer nos anos 90 (estrangulado no seu apartamento em situações não esclarecidas até hoje).
André Rosa e Cláudio Andrade interpretam os outros personagens que passaram pela vida do fotógrafo. Em um momento específico, recriam poses dos rapazes que foram captados pela câmera de Alair (uma cena muito bonita com um jogo de luz – claro e escuro, mostrar e esconder).
A peça aborda, além da vida de Alair Gomes e seus trabalhos, dos preconceitos vividos por um homosexual da terceira idade – a solidão; não ter mais o ‘físico desejado’ pelos jovens e com isso ter que pagar para poder ter um relacionamento sexual. Constatando – e verbalizando – este sentimento, Alair/Edwin (e a plateia) vem às lágrimas (ah, juventude! como se todos fossem eternamente Apolos/Narcisos!)
 
Em tempos de discussão sobre a censura nas Artes, a peça continua atual – durante uma exposição dos trabalhos de Alair, na década de 80, num centro cultural carioca, um oficial do exército manda acabar com o evento.
 
“Alair” deve ser vista pela celebração da carreira de Edwin Luisi; pela atuação dos três atores; para homenagear Alair Gomes e seu trabalho; pela iluminação da peça; e para lembrarmos que todos envelheceremos.

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Alair
Com Edwin Luisi, Andre Rosa e Claudio Andrade
Teatro Nair Bello – Shopping Frei Caneca (R. Frei Caneca, 569 – Consolação, São Paulo)
Duração 65 minutos
06/10 até 05/11
Sexta e Sábado – 21h, Domingo – 19h
$80
Classificação 14 anos

OS SERVOS DE PAN

Os Servos de PAN é um espetáculo da Cia Terranova,  destinado a toda a família, que promove a parceria entre Euritmia, Teatro, Bonecos, Literatura e Música ao vivo (canto, piano, flauta e percussão), com 24 artistas em cena. Destaque para Euritmista Loreto Suárez*, formada pela Escola de Euritmia de Santiago do Chile, que faz participação especial nesta temporada e está em residência artística no Brasil. A direção é de Marília Barreto, coreógrafa e Euritmista formada pela Escola Superior Hogeschool Helikon em Haia/ Holanda, onde integrou o Nederlands Eurythmie Ensemble, antes de seu retorno ao Brasil em 1988.

O espetáculo já esteve em turnê pela Europa em 2016 e se prepara para nova temporada internacional em 2018. De 11 a 26 de novembro ele estará em cartaz em São Paulo, no Teatro Arthur Azevedo, com sessões aos sábados e domingos, às 16h.

Dinâmico e lúdico, inovador e profundo, o espetáculo Os Servos de Pan nos leva da turbulência à contemplação, através do intrigante deus Pan, com seus faunos bufanescos. E seus servos mais sutis – as ondinas das águas, os gnomos das cavernas, os silfos do ar, as fogosas salamandras… – quem serão eles? Onde se inserem? Será mera fantasia, alienante, ultrapassada? Ou serão entidades, potências atuantes no devir das coisas?

O Mito e os Contos de Fadas compõem, junto a outras fontes e narrativas, as “eternas histórias de antigamente”… que encerram os pequenos e grandes arquétipos curadores, conhecidos desde tempos imemoriais como fontes fortalecedoras da psique, atuantes no inconsciente da humanidade. 

Em Os Servos de Pan esses seres ganham ainda mais expressão, através da pesquisa do filósofo e cientista Rudolf Steiner acerca de tais entidades, que a Cia Terranova apresenta de forma arquetípica e inovadora, evitando clichês e caricaturas.

Os Servos de PAN
Com Ana Ghirello, Ana Paula Nigro, Anna Teresa Marsilio, Andréa Ikeda, Bruna Munhoz, Bárbara Salomé, Clarissa Mattoso, Denise Seignemartin, Eduardo Elias Gotlib, Evas Carretero, Fernando Aveiro, Guilad Haim,Isabela Leibl, José Sampaio, Julia Hebbel, Lilian Soarez, Loreto Suárez, Marília Barreto, Marília Duarte, Murilo Inforsato, Nadia Muradi.
Teatro Arthur Azervedo (Av. Paes de Barros, 955 – Mooca, São Paulo)
Duração 70 minutos
11 a 26/11
Sábado e Domingo – 16h
$16
Classificação Livre