ALADDIN, O MUSICAL

Referência em teatro infanto-juvenil, a premiada diretora Carla Candiotto – Prêmio Governador do Estado na categoria Arte para Crianças, além de seis estatuetas APCA e cinco troféus São Paulo de Teatro Infantil/Jovem – traz sua linguagem artística diferenciada para embalar a nova produção da Chaim Produções. A marca criativa e inteligente da encenadora agora poderá ser vista em Aladdin, o Musical, que estreia em São Paulo dia 2 de novembro, sábado, no Teatro Porto Seguro. Apresentado pelo Ministério da Cidadania, com realização da Lei de Incentivo à Cultura, o espetáculo tem patrocínio da Porto Seguro, Rede Impar e Colgate.

No palco, uma carroça estilizada se transforma numa caixa mágica e funciona como teatro ambulante, mercado, quarto e gruta. Em cena, 12 atores e um pianista vestem 25 figurinos e interpretam uma trupe de teatro que viaja pelo mundo contando uma das mais incríveis narrativas de aventura. Entre os personagens, destaque para o tigre branco Namur (companheiro de Jafar, o feiticeiro maldoso e ávido por poder), o espirituoso gênio da lâmpada e o tapete que acha que é um cachorro e funciona, comicamente, com acrobacias.

Aladdin é um ladrãozinho de pequenos furtos, que, através de uma lâmpada mágica e um gênio, começa a repensar a vida e o amor. A princesa Jasmine é uma adolescente que deseja ser livre para escolher os seus próprios caminhos, diferente das mulheres de gerações anteriores que vislumbravam apenas o casamento como desejo máximo e definitivo.O ganancioso Jafar se comporta com a astúcia e movimentos corporais de um gato. O Tapete Voador faz várias acrobacias. O Tigre possui formação acrobática.

No Aladdin de Carla Candiotto, o personagem Gênio é um jovem bailarino. “O gênio gostaria de estar no mundo do show business, ele faz uma pequena homenagem a Broadway”, descreve a diretora.

Para embalar a história que se desenrola no universo da fantasia e imaginação, a diretora utiliza uma fusão de linguagens artísticas, característica marcante em sua obra. Tem teatro físico, circo, manipulação de bonecos e teatro de sombras, truques e efeitos especiais, além de vídeos com imagens de palácios, luas e estrelas. “É uma história sobre mágicas, tem um gênio que mora numa lâmpada, um tapete que fala e um tigre que pensa. Enfim, a magia existe o tempo todo.

Além de conteúdo e concepção, esta montagem de Carla Candiotto aposta na qualidade também na escolha da equipe de criativos, como tem sido ao longo de sua carreira. Com direção musical de Carlos Bauzys, design de luz de Wagner Freire, figurino de Fábio Namatame, cenário de Bruno Anselmo, coreografia de Alonso Barros, videografismo e videomapping de André Grynwask e Pri Argoud (Um Cafofo), design de som de Tocko Michelazzo e visagismo de Dicko Lorenzo, o espetáculo tem texto de Carla Candiotto e Igor Miranda e músicas de Carlos Bauzys (com letras de Igor). O elenco é formado por Andreza Meddeiros, Bruno Ospedal, Caio Mutai, Edmundo Vitor, Giu Mallen, Gustavo Della Serra, Joyce Cosmo, Léo Rommano, Marco Antonio Costa, Nábia Villela, Pedro Navarro e Thays Parente.

Carreira pautada por clássicos da literatura infantil

Aos 25 anos de carreira e, aproximadamente, 30 espetáculos, a diretora, paulista de Jundiaí, fez sua formação artística na França, Itália e Inglaterra. Estudou na Ecole Internationale Phillippe Gaullier, no Théâtre du Soleil, com Ariane Mnouchkine, e na Desmond Jones School of Mime. Há anos a diretora Carla Candiotto adapta contos da literatura infantil em suas montagens. “Trago as histórias do passado para os tempos atuais, com agilidade e piadas para toda a família, mantendo o significado delas; afinal, esses contos existem para ensinar, para dar voz a problemas que as crianças passam em seu crescimento”, diz. “Nunca deixo de contar a verdadeira história, sou sempre fiel a uma boa tradução ou uma boa autoria.

O espetáculo tem agilidade, tiradas rápidas e é repleto de momentos engraçados, (como a personalidade de sua criadora), a começar pelas cenas do gênio, que sempre realiza os desejos de uma forma divertida. Nas palavras da diretora, “é uma historia antiga com uma visão moderna, por exemplo, da mulher que não quer ser apenas uma princesa e, sim, cuidar de seu povo”. “O texto é um pretexto para falar de amor, do amor próprio, da liberdade, que é muito mais importante do que depender de um príncipe. A história é eterna porque faz sentido. A adaptação e o conceito artístico são diferentes da linguagem de um musical da Disney”, detalha ela. “Um pequeno grande espetáculo, recheado de mágica e mistérios”, define a diretora, que geralmente parte de um roteiro de ações para improvisar com os atores e sorver deles suas influências. “Assim, a história vem carregada de modernidade e vida“, completa.

Trilha sonora composta

O elenco interpreta ao vivo as 13 canções compostas originalmente por Carlos Bauzys, responsável também por arranjos e orquestrações. Carlos já trabalhara com a diretora em Pinóquio (Teatro Imprensa) e Bichos do Mundo (Pia Fraus). O pianista Rodolfo Schwenger toca ao vivo e dispara efeitos e playbacks, gravados por Bauzys em estúdio com orquestra de 12 instrumentistas (2 violinos, viola, violoncelo, flauta, clarinete, sax alto, soprano, tenor e clarone, trompete, flugel, trombone, percussão árabe (vários instrumentos como carron e carrilhão), bateria, baixo acústico e elétrico e piano).

Figurino – inspiração oriental

Com referências contemporâneas e mais antigas, o figurino de Fábio Namatame tem cortes modernos. A estrutura é formada por uma base de cores neutras – em bege, cinza e azul acinzentado – e sobreposições coloridas em tons de verde, bordô e dourado. O Tigre tem uma roupa bem contemporânea, diferente de todas as montagens, um desenho quase futurista. “Conforme as personagens contam a história, fazem uma sobreposição de peças”, conta, ressaltando a inspiração oriental do figurino, em um mix de Japão, China e Arábia. “É um luxo criativo. Temos brocado, muita aplicação na própria roupa, pintura, textura, não tem paetê, nem predaria”, finaliza Namatame. O criativo fugiu de estereótipos ou referências da Broadway e seguiu as indicações da direção, que o deixou livre para criar e viajar pela fábula. “O tapete (quase um edredom, flexível) foi um grande desafio”, revela, ressaltando que Carla pediu bonecas balinesas para a cena das marionetes, em teatro de sombras.

Coreografia – sintonia

A criação das coreografias resulta de um conjunto de fatores, como explica Alonso Barros. “Primeiro eu me inspiro no texto e na música do espetáculo, que tem que me estimular a contar uma história.” O criativo gosta de trabalhar em sintonia com a dramaturgia, faz questão de contar uma história. “Jamais coreografo pensando apenas em fazer números de passos e, quando escolho o elenco, sei exatamente como vou aproveitar determinado ator ou atriz, tirando o melhor possível de suas qualidades.

Alonso prefere trabalhar alinhado com o diretor musical, principalmente quando as canções são originalmente compostas. Para a coreografia, “é importante que o coreógado e o diretor musical tenham afinidade”, diz Alonso, que repete com Carlos Bauzys a dobradinha de Peter Pan, o Musical.

Cenário – caixinha de surpresas

O elemento mais destacado do cenário é a carroça, estrutura feita de ferro e forrada com chapas de madeira, de 3 metros por 1.50. Trata-se de uma caixa mágica, quase um personagem, que se desloca e se transforma ao longo do espetáculo, e por onde Aladdin tem que entrar para pegar a lâmpada do gênio e encontrar seu tapete mágico para escapar. Criada com o intuito de revelar “coisas”, é chamada de caixinha de surpresas pelo cenógrafo Bruno Anselmo. As cenas acontecem em torno, em cima de seu palco e na frente da carroça, que também serve de passagem para os atores. Parada, ela gira no eixo e cada um de seus lados abriga mini cenários. “O fundo da carroça é o quarto da Jasimie, a frente é o palácio e assim, a cada movimento novas possibilidades de espaço são reveladas, como a gruta e os baús”, explica Glauco Bernardi, complementando que o teatro de sombras é projetado no seu interior.

Além da temporada em São Paulo, curta turnê nacional:

Dias 5, 6, 12 e 13/10 – Rio de Janeiro, RJ – Teatro Clara Nunes
Dias 19 e 20/10 – Brasília, DF – Teatro do Hotel Royal Tulip
Dias 26 e 27/10 – Campinas, SP – Teatro Iguatemi
Dias 15 e 16/12 – Manaus, AM – Teatro Manauara

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Aladdin, o Musical

Com Andreza Meddeiros, Bruno Ospedal, Caio Mutai, Edmundo Vitor, Giu Mallen, Gustavo Della Serra, Joyce Cosmo, Léo Rommano, Marco Antonio Costa, Nábia Villela, Pedro Navarro e Thays Parente

Teatro Porto Seguro (Alameda Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos, São Paulo)

Duração 75 minutos

02/11 até 08/12

Sábado e Domingo – 15h

$50/$90

Classificação Livre

A CIDADE DE DENTRO

No dia 5 de outubro, sábado, às 16h, estreia o espetáculo infantil A Cidade de Dentro no Teatro Alfredo Mesquita, em Santana. A peça integra a Mostra Sonhos em Tempos de Guerra da República Ativa de Teatro, contemplada pela 32ª Edição do Programa de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo. A temporada vai até 27 de OutubroGrátis!

A Cidade de Dentro é um espetáculo teatral que aborda os conflitos de uma grande metrópole e os reflexos dos problemas originados entre as necessidades dos indivíduos e a má gestão do poder público. Em cena estão Leandro Ivo, Rodrigo Palmieri, Thiago Ubaldo e Vivi Gonçalves. A encenação é da República Ativa e a direção e provocação cênica é de Eliana Monteiro.

Mostra Sonhos em Tempos de Guerra contempla seis espetáculos teatrais, com linguagens distintas e com a participação de diversos outros artistas. O Inimigo foi apresentado no Teatro Décio de Almeida Prado em junho; A Sombra do Vale foi apresentado no Teatro João Caetano, em julho; Invocadxs cumpriu temporada entre agosto e setembro no Teatro Alfredo Mesquita. A Cidade de Dentro é o quarto dentre esses seis espetáculos que serão apresentados gratuitamente em teatros públicos municipais. O projeto promoverá ainda debates públicos sobre o Teatro e a Criança na Embaixada Cultural – sede da República Ativa -, que fica na Vila Dom Pedro II – Zona Norte da cidade.

Sinopse:

Perfeitolândia é uma cidade diferente que faz jus ao seu nome. Tudo nela funciona perfeitamente bem: árvores que contam histórias, estátuas vivas, ruas que se movem… Tudo milimetricamente planejado pelo Sr. Perfeito – o Prefeito. Mas o que é uma cidade senão as pessoas que nela vivem? Será que todos os seus cidadãos conseguem desfrutar de tudo aquilo que a cidade tem a oferecer?

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 A Cidade de Dentro

Com Leandro Ivo, Rodrigo Palmieri, Thiago Ubaldo e Vivi Gonçalves

Teatro Alfredo Mesquita (Av Santos Dumont, 1770 – Santana, São Paulo)

Duração 45 minutos

05 a 27/10

Sábado e Domingo – 16h

Entrada gratuita

Classificação Livre

MADAGASCAR, UMA AVENTURA MUSICAL

Há mais de uma década, o mundo se encantou com personagens que viviam em um zoológico em Nova YorK: a Zebra Marty, o Leão Alex, Glória (um hipopótamo fêmea), Melman (uma girafa macho) e os impagáveis pinguins se tornaram um fenômeno entre os públicos de todas as idades. A adaptação para os palcos foi um caminho natural. Assim nasceu ‘Madagascar, uma aventura musical’, que ganha uma versão brasileira, a partir de 11 de outubro, no Theatro Net São Paulo. A superprodução tem direção de Marllos Silva, versão de Daniel Salve, cenografia de Renata Borges, direção musical de Natan Bádue, coreografias de Vivien Fortes, figurinos de Fause Haten e direção associada de Carina Gregório. A produção é da Touché Entretenimento.  “BB Seguros Apresenta” o espetáculo, que tem o UOL como “Patrocinador Master” e, como “Patrocinadores”, a Drogaria São PauloColgate e Lorenzetti, com “Apoio Oficial” da Panco e Sonda Supermercados. O “Apoio Cultural” é da UPL, TOTAL BR Everest.

“Madagascar – Uma Aventura Musical” é inspirado na animação realizada pela Dreamworks, em 2005, e desenvolvido pela divisão teatral do estúdio (DreamWorks Theatricals), escrito por Kevin Del Aguila, com músicas originais e letras de George Noriega e Joel Someillan.  O espetáculo conta a divertida história dos animais criados no Zoológico de Nova York, que organizam um plano de fuga, com o objetivo de conhecer o que existia fora dos muros do local que sempre viveram. Entretanto, algo dá errado e eles embarcam em um navio e acabam acidentalmente na ilha que dá nome ao espetáculo. O sucesso do filme foi tamanho que deu origem a duas continuações no cinema e ao musical. “Madagascar fala da busca de um sonho, da importância da amizade e da família e, principalmente, do respeito ao próximo e sobre aceitar as diferenças. São temas que devem sempre ser pauta de uma sociedade”, explica Marllos Silva.

O elenco já está definido: Maurício Xavier (Marty, a zebra), André Loddi (Alex, o leão), Ludmillah  Anjos (Glória, o hipopótamo fêmea), Ivan Parente (Melman, o girafa), Lucas Cândido (Rei Julien, Funcionário do zoo I), Will Sancar (Capitão, Funcionário do zoo V, Lêmure V , Marty (cover)), Renato Belini (Rico, Funcionário do zoo IV, Lêmure II, Foosa II), Fernando Palazza (Kowalski, Funcionário do zoo VII, Lêmure IV, Foosa I, Melman (cover)), Júlio Oliveira (Recruta, Funcionário do Zoo VI, Lêmure III, Mort, Rei Julien (cover) e Policial (cover)), Nalin Júnior (Maurice, Funcionário do zoo II, Capitão do Navio, Policial, Kowalsky e Rico (cover), Lêmure II e IV (cover), Foosa I e II (cover), Funcionário do Zoo IV e VII (cover)), Rafael Aragão (Zeke – Funcionário do zoo, Mason (o macaco), Controle de Animais, Lêmure I, Foosa líder e Alex (cover)), Brenda Nadler (Zelda – Funcionário do zoo, Dulce Napaforte, Lynn lêmure, Recruta (cover), Funcionário do Zoo VI (cover), Lêmure III (cover)), Vanessa Mello (Funcionário do Zoo III, Mort, Lars Lêmure, Glória (cover), Capitão (cover), Lêmure V (cover), Funcionário do Zoo V (cover)), Letícia Mamede (Swing Feminino) e Guilherme Pereira (Swing Masculino).

A montagem nacional é 100% original, com a equipe com total liberdade de criação. “Estamos criando um musical muito alegre, colorido e dançante, diferente de qualquer outra versão já encenada”, celebra Marllos. “O que torna esse espetáculo encantador é a história de amizade entre este grupo de animais. Estamos sendo fiéis ao original, mas com o nosso tempero brasileiro. Quando se faz uma versão, algumas piadas perdem a força e, para que elas voltem a fazer sentido dentro da história, nós as adaptamos para a nossa cultura. Nossas referências estão presentes no estilo de interpretação, nas coreografias e na forma como os personagens são construídos”, explica o diretor.

Renata Borges, Diretora Executiva da Touché Entretenimento, que já trouxe ao país grandes musicais, como “Cinderella” (de Rodgers & Hammerstein´s), “Sim! Eu Aceito”“Como Eliminar Seu Chefe” e por último, “Peter Pan, O Musical”, todos originais da Broadway, ressalta a importância de se incentivar a cultura. “É fundamental o patrocínio da BB Seguros, do UOL e de todos os patrocinadores de Madagascar que enxergam a cultura como uma ferramenta de mudança positiva, apostando em conteúdo para toda a família, de uma forma leve, que consegue atingir todas as classes sociais”, celebra.

Além de produzir o espetáculo, Renata faz sua estreia assinando a cenografia. O projeto une alta tecnologia, com diversos efeitos, cenários físicos, além de um grande painel de led de 50m², que proporciona interação do elenco com a cenografia. Foram criados mais de 30 microfilmes especialmente para esta montagem, sendo a maioria em 3D.  A cenografia foi produzida quase na totalidade na China, o que traz um novo modelo de produção.

O nosso led é único no Brasil, com tecnologia de ponta, com telas flexíveis. Teremos ainda alguns puppets, que dão uma dinâmica visual ao espetáculo e, ao público infantil, um toque a mais da ilusão. Eles foram concebidos foram do Brasil. Desenhei e busquei o que seria viável para que os atores não ficassem cansados ao manipular, inclusive com o uso de tela lcd nos olhos”, explica Renata. A boca de cena retrata uma das entradas do zoológico do Central Park e as projeções da Maze FX dialogam com o cenário.

Os mais de 60 figurinos foram criados por Fause Haten.  “Eles são uma experiência à parte e foram concebidos após muitos testes para encontrar a melhor solução para cada um dos animais. O Melman, por exemplo, é um projeto de 2,75 m de altura. Os lêmures têm um figurino diferente para cada ator, o que proporciona uma diversidade poucas vezes vistas em montagens de outros lugares do mundo”, entusiasma-se Marllos. O diretor destaca ainda o visagismo: “após longa pesquisa, o Anderson Bueno criou um projeto que conversa com a animação e com os figurinos. É um grande desafio para o elenco, tem uma concepção especial de maquiagem artística pouco usada no teatro musical, algo muito próximo ao que é usado no Cirque du Soleil”.

O musical propõe ainda uma forte interação com o público, que irá aprender uma coreografia antes de cada sessão. Sendo assim, a plateia terá a oportunidade de dançar com os animais do zoo e também será convidada a responder a algumas questões. “É um desafio imenso, mas o espetáculo está lindo, com todos olhando para a mesma direção. Um projeto para ser feliz e para deixarmos o público feliz”, finaliza Renata.

A ficha técnica do musical traz ainda Bruno Junqueira (efeitos especiais), André Garrido (designer de som) e Rafael Reis (stage manager). O próprio Marllos Silva assina o design de luz e Túlio Pezzoni é o designer de luz associado. A preparação de atores é de Inês Aranha.

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Madagascar, Uma Aventura Musical

Com Maurício Xavier, André Loddi, Ludmillah Anjos, Ivan Parente, Lucas Cândido, Will Sancar, Renato Belini, Fernando Palazza, Júlio Oliveira, Nalin Júnior, Rafael Aragão, Brenda Nadler, Vanessa Mello, Letícia Mamede e Guilherme Pereira

Theatro NET São Paulo – Shopping Vila Olímpia (R. Olimpíadas, 360 – Vila Olímpia, São Paulo)

Duração 85 minutos

11/10 até 01/12

Sexta – 20h30, Sábado e Domingo – 15h e 18h

$70/$240

Classificação Livre

CIRCO DOS SONHOS NO MUNDO DA FANTASIA

Senhoras e senhores, preparem-se para uma grande viagem ao divertido universo de magia e fantasia do Circo dos SonhosNo dia 27 de setembro inicia a temporada do espetáculo Circo dos Sonhos no Mundo da Fantasia, que será apresentado no Mooca Plaza Shopping até 03 de novembro.
Dirigido por Rosana Jardim, o espetáculo traz à cena uma aventura fantástica num reino mágico cheio de ação e encantamento, com performances de grande impacto e números circenses de báscula, contorção, rola, malabares, monociclo, equilíbrio no arame, tecido aéreo, faixa e muita palhaçada.
Em uma sociedade cada vez mais ligada no mundo globalizado, onde as fronteiras não existem mais, pelo menos na internet, as brincadeiras de criança deram lugar à diversão tecnológica dentro de casa, nas telas de vídeo-games, tablets e telefones de última geração. Será que a infância se reduziu a essa realidade eletrônica? Será que as crianças não precisam de mais brincadeiras, mais encontros com os amigos e brincadeiras com os pais? Será que elas ainda reservam na imaginação um espaço para o encantado, a magia e para a Fantasia?
Pensando em resgatar os aspectos lúdicos da garotada, o Circo dos Sonhos levará ao picadeiro a história de uma criança que não desgrudava um só minuto do videogame, até o aparelho entrar em curto circuito e sua tela dar lugar a um portal, que a leva à fronteira da realidade e da ilusão: o Mundo da Fantasia. Depois de ultrapassar esse portal, a menininha Ly é recepcionada pelos palhaços, que como bobos da corte, apresentam a ela aquele reino encantado.
Toda a ação do espetáculo acontece em um castelo, onde um show de surpresas com personagens, figurinos e cenários que povoam os contos infantis são exibidos ao público. Reis, rainhas, príncipes, princesas, sapos, bruxas e fadas são representados por competentes e renomados artistas circenses, que surpreendem a todos com muita força, graça e destreza nas suas performances inéditas. “Esse é um espetáculo criado para toda a família com muito carinho. Um espetáculo lúdico que oferece aos adultos a oportunidade de voltarem a ser crianças. O programa ideal para a criançada!” – Afirma o ator Marcos Frota, Embaixador do Circo dos Sonhos.
 
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Circo dos Sonhos no Mundo da Fantasia
Com trupe do Circo dos Sonhos
Mooca Plaza Shopping (R. Cap. Pacheco e Chaves, 313 – Mooca, São Paulo)
Duração
27/09 até 03/11
Terça, Quarta, Quinta e Sexta – 20h, Sábado, Domingo e Feriado – 16h, 18h e 20h
$30/$70
Classificação Livre

PETER PAN, O MUSICAL

Depois de temporada bem-sucedida em São Paulo e no Rio de Janeiro, o espetáculo Peter Pan, o Musical retorna à cena paulistana a partir do dia 5 de outubro, sábado, às 16 horas, no Teatro Bradesco.

Com direção do italiano Billy Bond, que coleciona 10 adaptações de clássicos, entre elas, Cinderella, Bela Adormecida, Alice, Natal Mágico e A Bela e a Fera, a curta temporada reúne no palco 27 artistas que cantam e dançam em diferentes cenários, alternando o uso de mais de 100 figurinos.

Os atores Matheus Ueta e Gabriela Sêga – que também atuam juntos na série infantil Casakadabra, um dos destaques da nova programação da TV Cultura – interpretam Peter Pan e Wendy, os personagens principais, respectivamente. Ueta traz no currículo, ainda, participação na novela Carrossel (Kokimoto) e na apresentação do Bom Dia & Cia, do SBT. No teatro, atuou em outros musicais como A Bela e a Fera e O Pequeno Príncipe. Gabriela Sêga esteve em nove musicais dirigidos por Billy Bond, entre eles Alice, Natal Mágico e A Bela e a Fera.

Peter Pan, O Musical conta a história de um garoto que se recusa a crescer. Peter e a fada Sininho levam seus amigos Wendy, Michael e John para conhecer o lugar em que vivem a Terra do Nunca, onde o tempo não passa. Uma sucessão de aventuras espera a turma. Eles vão se deparar com um navio pirata e enfrentar o temível Capitão Gancho, conhecer a aldeia dos índios e os meninos perdidos. O espetáculo tem direção geral e direção de arte de Billy Bond (que assina adaptação com Lilio Alonso e a direção musical com Villa), figurinos de Carlos Alberto Gardin, cenografia de Silvio Galvão e Billy Bond, iluminação de Paul Stewart e coreografia de Ítalo Rodrigues e Paula Perillo.

Efeitos especiais

Para encenar a trama em formato de musical, o diretor seguiu a história original do escritor escocês J.M Berrie, criada em 1904 e publicada pela primeira vez no início do século 20, como peça teatral.  Posteriormente, o autor publicaria Peter & Wendy, em 1911. “Assim como Berrie ao escrever queria despertar a imaginação do leitor, procuro provocar a fantasia do público”, conta Billy Bond, informando que sua adaptação é pessoal. “Nosso musical é brasileiro.”Em sua versão, Billy Bond utiliza influências da cultura pop para aproximar ainda mais o espectador do clássico. Por trás das aventuras vividas na Terra do Nunca há uma história cheia de simbologias: viver eternamente a infância, preservar a inocência e a maneira colorida de se enxergar a vida.

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Peter Pan, o Musical

Com Matheus Ueta, Gaby Sêga, Karoline Sanches, Álvaro de Pádua, João Estevan, Tirzi Oliveira, Italo Rodrigues, Ana Saguia, Vanessa Ruiz, Tita Stoll, Clara Jordão, Murilo Martins, Marco Antonelli, Newton Yamassaki, Giulia Jordão, Queren Simplicio, Sidney Simplicio, Julia Duru, Mariana Campos, Tayanne Zandonato, Anton Uzhyk, Mateus Bertolli, Jenyfer Kauana, Camila Lacerda, Alessandra Suman, Gilmar Jr.

Teatro Bradesco – Bourbon Shopping São Paulo (Rua Palestra Itália, 500 – Perdizes, São Paulo

Duração 110 minutos

5/10 até 03/11

Sábado – 16h, Domingo – 11h e 16h

$60/$160

Classificação Livre

DOM QUIXOTE

Livremente inspirada na obra-prima do escritor espanhol Miguel de Cervantes (1547-1616), Dom Quixote, com direção de Rodrigo Audi, estreia no Teatro Cacilda Becker, de 5 a 27 de outubro, e em seguida, cumpre uma nova temporada no Centro Cultural da Vila Formosa, entre 2 e 23 de novembro. Pensada para agradar a todos os públicos, sobretudo crianças e idosos, a peça tem elenco formado por Angela Ribeiro, Carú Lima, Hercules Morais, João Attuy e Rita Pisano.

A trama narra as aventuras de um homem, interno de um hospício, apaixonado por livros, que decide tornar-se um cavaleiro andante, sob a alcunha de Dom Quixote, com o propósito de ajudar as pessoas a vencerem as opressões do mundo. Ele terá por companhia o fiel enfermeiro Sancho Pança, que se torna, nas mais diversas aventuras por uma Espanha atemporal, seu fiel escudeiro.

Juntos, eles se deparam com um mundo imaginário esquecido em meio a solidão e distância dos parentes que vivem na metafórica e plástica sociedade pragmática contemporânea. Assim como no clássico de Cervantes, a terceira peça da companhia lembra o espectador de que as pessoas podem criar narrativas próprias em detrimento a tanta informação superficial que já recebem pronta e esvaziada de sentido. Criar narrativas é uma maneira de entrar em contato consigo e possibilitar o alargamento de si.

A encenação aproxima a luta das crianças – contra a perda do imaginário – e de idosos – contra o esquecimento – em um diálogo afetivo, reflexivo e intergeracional, mostrando que os nossos limites e a possibilidade de superação de nossos desafios reais e imaginários são inventados por nós mesmos, pelas nossas sombras e por nossos dogmas.

Amparada na experiência da companhia na passagem de seus integrantes pelo CPT (Centro de Pesquisa Teatral do Sesc, coordenado por Antunes Filho), que tem como diferencial o debruce no teatro de classificação livre – um  infantil para adultos, um adulto para crianças –, a montagem, minimalista, privilegia a interpretação dos atores e o uso de recursos essenciais à cena, característica do trabalho do grupo, já vista nos espetáculo Oliver Twist e Agora Eu Era o Herói.

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Dom Quixote

Com Angela Ribeiro, Carú Lima, Hercules Morais, João Attuy e Rita Pisano

Duração 60 minutos

Grátis (ingressos distribuídos uma hora antes)

Classificação 6 anos

 

Teatro Municipal Cacilda Becker (Rua Tito, 295 – Lapa, São Paulo)

05 a 27/10 (sessão extra 10 e 24/10 – Quinta – 10h e 14h30)

Sábado e Domingo – 16h

Centro Cultural Municipal da Vila Formosa (Av. Renata, 163 – Vila Formosa, São Paulo)

02 a 23/11

Sábado e Domigo – 16h (sessão extra 21/11 – Quinta – 14h)

CASA DE BRINQUEDOS

O famoso CD Casa de Brinquedos, com canções de Toquinho e Mutinho, ganha uma versão teatral com texto e direção de Carla Candiotto. Depois de passar por várias cidades brasileiras, o musical infantil tem sua estreia em São Paulo no dia 14 de setembro no Teatro Frei Caneca, onde segue em cartaz até 27 de outubro, com sessões aos sábados às 16, e aos domingos, às 15h.

O espetáculo tem direção musical e arranjos de Daniel Tauszig, cenário e figurino de Kleber Montanheiro, iluminação de Wagner Freire, direção de movimento de Fabricio Licursi, direção de produção de Marlene Salgado, idealização e produção de Raul Leite. O elenco tem Bel Nobre, Caio Merseguel, Carolina Rocha, Pedro Arrais, Eduardo Leão, Flávia Strongolli, Gabriel Ebling e Adriano Tunes.

Lançado em 1983, o álbum Casa de Brinquedos reúne canções sobre brinquedos que ganham vida própria por meio das vozes de Toquinho e outros grandes intérpretes da música brasileira, como Simone, Tom Zé, Chico Buarque, Paulinho Boca de Cantor, Carlinhos Vergueiro, Baby Consuelo, Cláudio Nucci e Roupa Nova.

O musical costura dramaturgia e música, trazendo nove das onze canções do álbum original interpretadas ao vivo pelos atores, incluindo os sucessos O Caderno, A Bailarina, O Robô̂ e Aquarela. A trama explora as singularidades de uma turma de brinquedos que busca reviver um passado repleto de brincadeiras e momentos felizes.

A história apresenta um adulto que tem no lucro seu único objetivo de vida. Planeja ganhar muito dinheiro com a construção de um grande empreendimento comercial, mesmo que tenha que demolir tudo em sua volta. É quando surge em seu caminho uma Casa de Brinquedos, habitada pelos saudosos e divertidos brinquedos de seu passado de criança. Após inúmeras aventuras e confusões, os brinquedos entendem que o inquieto menino se tornou um “adulto” insensível e, por fim, desistem de tentar convencê-lo a não destruir tudo. Resolvem então partir, mas antes entregam um caderno que traz as recordações de quem um dia foi um inventivo menino. Com isso, o nosso adulto percebe que a criança que existe em cada um de nós jamais pode ser esquecida.

É a história de um adulto que perde o prazer de viver e só pensa em ganhar dinheiro. Quando se lembra de seu passado e se conecta com sua infância, muda a sua forma de ver o mundo. Toda essa metáfora fala sobre a memória dos brinquedos da nossa infância. Somos feitos de nosso passado”, explica a diretora e autora Carla Candiotto.

Poético e atual, o texto dá suporte para o estilo característico de Carla Candiotto nos palcos, apresentando diálogos ágeis, movimentos precisos e dinâmicas que exploram a magia e humor do universo musical, componentes que possibilitam uma fácil identificação das crianças

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Casa de Brinquedos

Com Bel Nobre, Caio Merseguel, Carolina Rocha, Pedro Arrais, Eduardo Leão, Flávia Strongolli, Gabriel Ebling e Adriano Tunes.

Teatro Frei Caneca – Shopping Frei Caneca (R. Frei Caneca, 569 – Consolação, São Paulo)

Duração 60 minutos

14/09 até 27/10

Sábado – 16h, Domingo – 15h

$80

Classificação livre