SILVIO SANTOS VEM AÍ

image1As comemorações dos 90 anos de Silvio Santos começaram cedo. O apresentador mais conhecido do país recebe um presente inusual e singular no dia 13 de março. É quando estreia o musical “Silvio Santos Vem Aí“.

Primeira produção da Paris Cultural – braço teatral da Paris Filme – o espetáculo biográfico levará recortes da vida pessoal e profissional do homenageado para o palco do 033 Rooftop. O texto é de Emílio Boechat e Marilia Toledo, que assina também a direção com Fernanda Chamma. Marco França além de ser o diretor musical, compôs junto com Fernando Suassuna canções originais para a história. Mas as músicas clássicas cantadas nos programas de Silvio também estarão no espetáculo.

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Velson D’ Souza

Velson D’ Souza foi o escolhido para interpretar Silvio Santos. Ator de mais de 17 espetáculos, Velson tem um bom conhecimento sobre o homenageado e o SBT. Participou de novelas do canal (Cristal, Revelação e Vende-se Um Véu de Noiva) e também do”Jogo dos Pontinhos”, quadro do Programa Silvio Santos.

Bianca Rinaldi e Ivan Parente viverão Íris Abravanel e Pedro de Lara. Para interpretar Wagner Montes, foi convidado seu filho, Diego Montez. Completando elenco temos Adriano Tunes, Andreas Trotta, Bruno Kimura, Daniela Cury, Gigi Debei, Giselle Lima, Gustavo Daneluz, Hellen de Castro, Juliana Bógus, Ju Romano, Léo Rommano, Lucas Colombo, Paula Flaibann, Rafael Aragão, Roney Facchini, Roquildes Junior, Thiago Garça, Verônica Goeldi e Vinícius Loyola.

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Vamos conhecer agora 40 fatos sobre a vida e a carreira de Silvio Santos.

1. Seu nome de batismo é Senor Abravanel.

2. Abravanel é uma das famílias judaicas mais antigas e ilustres. Pode também ser grafada como AbarbanelAbrabanelAvravanelBarbernell, ou Barbanel. Seu significado literal é Ab (pai) Rabban (sacerdote) El (Deus).

3. Nasceu no Rio de Janeiro em 12 de dezembro de 1930 no bairro da Lapa, região central da cidade.

 

Certidão Silvio Santos

4. Filho primogênito do casal de imigrantes grego e turca, Alberto Abravanel e Rebeca Caro.

5. Possui cinco irmãos: Beatriz (a mais velha), Perla, Sara (Sarita), Leon (Léo) e Henrique (o mais novo).

6. Silvio era o nome que sua mãe lhe chamava. O sobrenome Santos foi adotado quando participou do concurso de calouros do apresentador Jorge Cury.

7. Formado em Técnico em Contabilidade.

8. Seu primeiro produto vendido foi capa para título de eleitor, em 1945, na avenida Rio Branco (RJ).

9. Participou de um concurso para locutor de programa da rádio Guanabara. Ficou em primeiro lugar. Venceu 300 candidatos, entre eles, Chico Anysio, José Vasconcelos, Celso Teixeira e Fernanda Montenegro.

10. Serviu exército como paraquedista (1948).

11. Nos dias de folga do exército, trabalhava como locutor de rádios.

12. Uma delas ficava em Niterói (RJ). Durante os trajetos de ida e volta, assumiu o sistema de som da barca que fazia o transporte entre as duas cidades. Além de colocar música, vendia espaços para anúncios comerciais e até promovia jogos de bingo para os passageiros.

13. O famoso Baú da Felicidade foi comprado de Manoel de Nóbrega (pai de Carlos Alberto e criador da “Praça da Alegria”) em 1958. Era uma empresa que vendia baús de presentes de Natal para crianças mediante pagamento em prestações.

 

14. Recebeu o apelido “Peru que fala” do amigo Ronald Golias, porque ficava vermelho quando se envergonhava. Outra marca registrada é sua risada inconfundível.

15. Casou primeira vez com Maria Aparecida (Cidinha) e depois com Íris. Pai das famosas filhas número um – Cintia, dois – Silvia, três – Daniela, quatro – Patrícia, cinco – Rebeca e seis – Renata.

Cintia, Rebeca, Renata, Daniela, Patricia e Silvia

Cintia, Rebeca, Renata, Daniela, Patricia e Silvia

 

16. Silvio é avô do ator, cantor e apresentador, Tiago Abravanel.

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17. Durante suas férias, Silvio vai com a esposa para a casa na cidade de Celebration, Florida (EUA). Lá ele relaxa e faz as tarefas de casa, como qualquer outra pessoa.

18. Quando vai ao cinema ou teatro, costuma entrar na sala somente após iniciado o filme/peça. Mas gosta mesmo é de ficar em casa e ver NETFLIX (ele tem assinatura gratuita vitalícia dada pelo presidente do canal, após uma propaganda espontânea feita pelo apresentador no seu programa dominical).

A Televisão

19. Entrou para a televisão em 1962, com o programa “Vamos Brincar de Forca“, na tv Paulista (que viria a se tornar na tv Globo).

20. O programa dominical começou no ano seguinte, com apenas duas horas (12h às 14h). Era um concurso de calouros.

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21. Veio ter a fama nacional na tv Globo, onde ficou por 14 anos (incluindo os anos da tv Paulista). Seu contrato terminou em 1976, quando a Globo cria seu padrão de qualidade, e encerra contrato com atores/apresentadores de cunho popular.

22. Criou em 1976 sua própria emissora, a TVS, que era transmitida apenas para o público carioca, apesar de sua sede ser em São Paulo, no bairro da Vila Guilherme. Foi o embrião para sua rede de televisão nacional:

23.  Sistema Brasileiro de Televisão (SBT) foi inaugurado em 1981.

Curiosidades

24. Como a concessão foi dada pelo governo (na época militar), Silvio criou o quadro dominical “A Semana do Presidente“. Começou no governo Figueiredo e durou vinte anos. Citava um resumo dos atos semanais do governo federal.

25. Chegou a ficar por 14 horas apresentando os vários quadros dominicais do Programa Silvio Santos.

26. Apresentou ao grande público nomes como Hebe Camargo, Ronald Golias, Carlos Alberto de Nóbrega, Celso Portiolli, Gugu Liberato, Maísa, Mara Maravilha e Luis Ricardo, entre outros.

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27. O locutor oficial do seu programa foi Luiz Lombardi Neto, que o público só conhecia pela voz. “Apareceu pela primeira vez” quando participou do desfile de carnaval em homenagem a Silvio.

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Lombardi

28. O Troféu Imprensa, criado por Plácido Manaia Nunes em 1958, começou a ser organizado, produzido e apresentado por Silvio Santos a partir 1970.

29. Gravou as marchinhas carnaval “Coração Corintiano” e “A Pipa do Vovô”. No total foram 135 músicas, 4 álbuns e 41 compactos. Gravou também a Série Silvio Santos para Crianças (1977).

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30. Em 1991, a escola de samba carioca Tradição, levou a história de Silvio para a avenida no enredo “Hoje É Domingo, É Alegria. Vamos Sorrir e Cantar!”.

31. Por um pedido de Hebe Camargo e Décio Goldfarb (Lojas Marisa), Silvio criou o Teleton em 1998. Um programa feito para arrecadar fundos para a Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD). Em 22 anos anos, ajudou a criar e manter 8 centros de reabilitação com os mais de 477 milhões de reais arrecadados.

32. É um homem que não gosta muito de mudar seus hábitos. O cabelo foi cuidado por 40 anos pelo cabeleireiro Jassa. Para se vestir, seus ternos foram feitos pela Camelo ou pelo alfaiate D’Carlos, por muitos anos. Se bem que no tempo livre, Silvio gosta de uma camisa florida ou um T_Jama (marca de roupas do neto, Tiago Abravanel). E não use perfumes ao seu lado, ele é alérgico ao odor forte de perfumes e desodorantes.

33. Diz a lenda que o apresentador não costuma falar com jornalistas e apresentadores, porque uma cigana teria dito que ele morreria no dia seguinte a entrevista.

34. Outra lenda é que Silvio seria careca. A revista Melodias teria divulgado na sua capa uma foto do apresentador careca. Foi apenas uma jogada de marketing para alavancar as vendagens da revista, de propriedade do amigo Placido Manaia – troféu imprensa, que estava com problemas financeiros.

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35. O licenciamento para o programa Big Brother foi oferecido a Silvio Santos. Ele ‘enrolou’ os produtores da ENDEMOL para dar a resposta se ficaria com os direitos ou não. No final, ele declinou. A Globo comprou os direitos e quando iria estrear o programa, Silvio estreou o “Casa dos Artistas” (2001), precursor do gênero reality show no país e que teve três edições.

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36. Silvio tem o seu coringa na programação – Chaves. Seriado de televisão mexicana, criado por Roberto Gomes Bolaños em 1971. Aqui no Brasil estreou no SBT em 1984 e está no ar até hoje.

37. Dentre os seus bordôes mais famosos estão “Má oê”, “Vai pra lá”,

38. Candidatou-se a prefeitura de São Paulo em 1988 e 1989 a presidência da República, pelo PMB. Esteve em primeiro lugar nas pesquisas. Mas teve sua candidatura cassada a pedido de Eduardo Cunha, do PRN.

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39. O Grupo Silvio Santos completou 51 anos, tem 34 empresas e mais de 11 mil funcionários. Entre as empresas a Liderança Capitalização (que opera a Tele Sena), o Hotel Jequitimar e a Jequiti Cosméticos.

40. Silvio Santos é um dos maiores pagadores de imposto de renda do país.

TOP FIVE quadros lendários do Programa Silvio Santos

Nestes mais de 60 anos de carreira, Silvio criou mais de 115 quadros, entre eles Topa Tudo por Dinheiro, Boa noite Cinderela e Câmera Escondida. Escolhemos o nosso TOP FIVE dos quadros que estão na nossa lembrança.

Domingo no Parque

Destinado ao público infantil. Apresentado entre 1977 e 1988. Era o primeiro quadro do programa e ia ao ar nas manhãs de domingo. Um quadro clássico é da criança no foguete que tinha que responder sim ou não para os prêmios que o apresentador oferecia. Mas sem poder ouvir nada.

É nele que uma criança ‘safadinha’ pergunta para Silvio a diferença entre o poste, a mulher grávida e o bambu. Ah criancinha, deixou o apresentador mudo pela primeira vez.

Qual é a música

Foi ao ar de 1976 a 1991. Um game show com personalidades da televisão e da indústria fonográfica. Servia como divulgação dos atores e cantores, que testavam seus conhecimentos musicais em uma série de provas. Os grandes vencedores foram Ronnie Von, Sílvio Brito, Nahim e Gretchen. No video abaixo, veja Sidney Magal ensinando Silvio o seu molejo. “Maestro, sete notas”.

Namoro na TV

Hora de encontrar a cara metade. Nada melhor do que ir até a televisão então. A partir do final dos anos 70, Silvio tentava aproximar casais. O quadro mudou de nome depois de algum tempo para Em Nome do Amor.

 Porta da Esperança

Quer ter seu sonho realizado? Mande sua carta, torça para ser escolhido e fique em frente a uma porta. Quando ela se abrir, ele se realizará ou não! Quadro exibido entre 1984 e 1996. A garota do vídeo vibrou quando teve seu desejo realizado.

Show de Calouros.

Um dos quadros mais lembrados e longevos. Pela bancada, “passaram diversas figuras do rádio, TV e jornalismo de suas épocas. José Fernandes, o lendário jurado que dava nota zero pra todo mundo, Elke Maravilha, a queridinha do público, Pedro de Lara e seus lírios, Aracy de Almeida e os “dez paus”, Sérgio Mallandro, Wagner Montes, Sônia Lima, Décio Piccinini, Flôr, Luis Ricardo, Leão Lobo, entre outros.

Silvio Santos realmente é coisa nossa!

VEM AÍ EM 2020 – MUSICAIS

O que tem em comum um apresentador popular, a Diva da Discoteca, jovens do século XIX, Romeu e Julieta nova iorquinos e um assassino em série?

Estes são alguns dos temas dos musicais que estarão em cartaz este ano na cidade de São Paulo. Teremos nos palcos as histórias de Silvio Santos e Donna Summer; uma nova montagem de “O Despertar da Primavera” e “West Side Story” e “Sweeney Todd“.

Vamos então conhecer o que vem por aí nos palcos dos teatros paulistanos. (As informações são retiradas da internet. Podem ser alteradas.)

JANEIRO

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“A Cor Púrpura – o musical” – dia 03 – Theatro NET

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“Chaves – Um Tributo Musical” – dia 10 – Teatro Opus

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“O Mágico di Ó” – dia 10 – Teatro Folha

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“O Mágico de Oz” – dia 11 – Teatro Bradesco

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“Diálogos” – dia 13 – Instituto Cultural Capobianco

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“Fadas e Gigantes – O Universo Encantado” – Dia 16 – Teatro Mooca Plaza Shopping

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“Hadassa – o musical” – dia 17 – Teatro Nissi

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“Agnaldo Rayol – A Alma do Brasil” – dia 18 – Teatro União Cultural

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“Lyson Gaster no Borogodó” – dia 18 – Teatro Itália

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“Belchior – Ano Passado EMorri, Mas Esse Ano ENão Morro – O Musical” – dia 18 – Teatro Liberdade

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“Carmen – A Grande Pequena Notável” – dia 19 – Teatro TUCA

Fevereiro

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“Prince Siddhartha – a vida do Buda, The Musical” – dia 19 – Teatro Renault

Março

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“Summer – Donna Summer Musical” – dia 05 – Teatro Santander

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“Silvio Santos Vem Aí – uma comédia musical” – dia 13 –  033 Rooftop

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“K-Pop Dreams – o musical” – dia 14 – Theatro NET

 

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“Charlie e a Fantástica Fábrica de Chocolate, o musical” – Teatro Alfa

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“Jackson do Pandeiro” (Barca dos Corações Partidos) – local não informado

Abril

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“Naked Boys Singing” – dia 04 – Centro Cultural da Diversidade (Teatro Décio de Almeida Prado)

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“O Jovem Frankstein” – Teatro Renault

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“O Despertar da Primavera – o musical” – Theatro NET

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“As Cangaceiras, Guerreiras do Sertão” – Teatro TUCA

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“West Side Story” – Theatro São Pedro

Maio

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“Seu Neyla” – dia 15 – Teatro FAAP

Junho

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“Conserto para Dois” – local não informado

Agosto

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“Sweeney Todd” – local não informado

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“Chicago” – Teatro Santander

Sem data, nem local informados

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“Barnum”

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“A Hora da Estrela” (Sarau Agência de Cultura)

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“Lilás – um musical em tons reais” (MP Produção Cultural)

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“O Pequeno Príncipe” (Teatro Renault)

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“Quarteto Fantasma” (Núcleo Experimental)

 

2020 – O ANO É DELAS

Ano novo se iniciou e parte da agenda cultural da cidade de São Paulo já foi divulgada. E o que percebemos é que em grande parte das atrações são elas que comandarão o espetáculo.

Nas telas dos cinemas, ao invés dos heróis que foram os grandes protagonistas do ano passado, temos a presença de Mulher Maravilha, Mulan, Arlequina e Viúva Negra. Temos também Renée Zellweger, que interpreta Judy Garland, e está cotada para o Oscar como melhor atriz. Não podemos esquecer as novas versões para os clássicos “Mulherzinhas” (Louisa May Alcott) e “Emma” (Jane Austen). Fabiana Karla, Larissa Manoela, Suzana Pires e Regina Casé, entre outras, são as representantes no cinema nacional.

Grandes atrações nacionais e internacionais estarão sob os palcos dos mais variados shows e festivais. Elas estão presentes, levantando a multidão, em todos os ritmos. Uma palhinha? Vamos lá! Começando com Angela Ro Ro e Ana Cañas, passando por Maria Rita e Mc Tha, pedindo as bençãos de Ilú Obá de Mim, seguindo a baianidade de As Bahias e a Cozinha Mineira e Margareth Menezes, além da sofrência de Marília Mendonça. As internacionais Bonnie Tyler, Billie Eilish, Gwen Stefani e Taylor Swift também estarão presentes. Não podemos esquecer do Festival Grls!, com lineup 100% feminino, e presença de Kylle Minogue e Linn da Quebrada.

O novo Paço das Artes abre suas portas no dia do aniversário da cidade. A artista plástica e educadora Regina Silveira foi a escolhida para inaugurar o espaço. Mariana Palma, Ximena Garrido-Lecca, Paz Errázuris, Trisha Brown, Senga Nengudi, Mathilde Rosier, Lygia Pape e Beatriz Milhares são alguns dos nomes que terão seus trabalhos expostos nos museus, galerias e centros culturais paulistanos.

Nos palcos teatrais, vários solos onde elas apresentarão suas divagações, histórias, questionamentos, alegrias, preocupações. Irene Ravache, Miá Mello, Monique Alfradique, Lavínia Pannunzio  e Gizelle Menon são alguns nomes. Bia Lessa é a primeira mulher brasileira a dirigir a montagem da ópera “Aída” no Theatro Municipal. A companhia de Deborah Colker volta aos palcos com “Vero“. E o amor pueril de Romeu e Julieta será contado em “Capuletos e Montéquios“, no Theatro São Pedro, onde os dois protagonistas serão interpretados por mulheres.

Quer saber mais? Segue o link para a matéria feita pelo Guia Folha (03 a 09/01/20) – http://bit.ly/OAnoÉDelas

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PRÊMIO DESTAQUE IMPRENSA DIGITAL 2019

Chegou o momento de sabermos quem foram os vencedores da terceira edição do Prêmio Destaque Imprensa Digital (DID). Formado por veículos digitais de Cultura e Entretenimento, além dos especializados em teatro musical, o prêmio avaliou 32 espetáculos musicais que tiveram temporadas com no mínimo 12 apresentações para público pagante, incluindo sessões noturnas, entre 1º de novembro de 2018 e 31 de outubro de 2019.

O prêmio surgiu da vontade de unir e somar não apenas os profissionais do gênero que une canto, dança e interpretação, mas também a imprensa online, que se dedica a ele de inúmeras formas ao longo do ano, já é considerada a maior no formato digital para as produções que se apresentam na cidade de São Paulo. Com apoio e valorização em constante crescente, a cerimônia anual, que fecha o ano de premiações segmentadas, se destaca por sua dinâmica audiovisual e números musicais inéditos, com versões exclusivas de canções dos espetáculos indicados na categoria Destaque Musical Estrangeiro – Versão Brasileira. Outro diferencial está na oportunidade de, através da abertura da cerimônia, poder relembrar uma canção especial da produção eleita Destaque na mesma categoria no ano anterior, totalizando assim seis números que se tornam verdadeiros presentes para quem participa e também para quem assiste.

Em 2019, a premiação teve início com ‘Peter Pan – O Musical da Broadway’, da Touché Entretenimento, escolhido Destaque Musical Estrangeiro – Versão Brasileira 2018 pelos jurados da segunda edição. Um dueto lúdico foi apresentado pela atriz Karina Mathias, intérprete de Wendy, e pelo ator Mateus Ribeiro, responsável por dar vida ao papel-título e que lhe rendeu também o troféu de Destaque Ator no mesmo ano.

Na sequência, entre os anúncios das 10 categorias artísticas, o público pôde conferir canções de espetáculos como ‘Billy Elliot – O Musical’, vencedor do ano, e ‘Escola do Rock – O Musical’ na voz doce e marcante de Sara Sarres (Sarah Elliot e Rosalie Mullins), ‘Pippin’ na interpretação mágica de João Felipe Saldanha (Pippin), ‘Sunset Boulevard’ com uma apresentação vigorosa de Júlio Assad (Joe Gillis) e ‘Tick, Tick… Boom!’ em um harmonioso encontro de vozes e pura sintonia entre os atores Thiago Machado (Michael), Bruno Narchi (Jonathan) e Giulia Nadruz (Susan). As gravações de ‘Canção dos Sonhos’, ‘Canto sob o Sol’, ‘Sunset Boulevard’, ‘A Carta’ e ‘Onde Foi Parar o Meu Rock’ foram acompanhadas pelo pianista Anderson Beltrão, já ‘Será Real’ contou com a participação do pianista Rodolfo Schwenger.

Em um processo de votação eletrônico e democrático dividido em duas etapas e que enalteceu o trabalho de mais de 165 profissionais, destacando 40 deles, a 3ª edição contou com a participação de 18 jurados, representantes da imprensa digital, que se dedicam a divulgar e fomentar o mercado frequentemente, são eles: Andy Santana, Bruno Cavalcanti, Claudio Erlichman, Cristiane Santos, Elaine Cristina, Fabiana Seragusa, Filipe Vicente, Grazy Pisacane, Joaquim Araújo, Lucas Müller, Miguel Arcanjo Prado, Pedro de Landa, Priscila Ribeiro, Rodrigo Alcobia, Tatiana Cavalcanti, Ubiratan Brasil, Wall Toledo e William Amorim.

DESTAQUE COREOGRAFIA

 

  • Bárbara Guerra (Coreografia) e Johnny Camollese (Coreografia de Flamenco) | Zorro – Nasce Uma Lenda

 

DESTAQUE ROTEIRO ORIGINAL

 

  • Fernanda Maia | Chaves – Um Tributo Musical

 

DESTAQUE ATOR COADJUVANTE

 

  • Diego Velloso | Chaves – Um Tributo Musical

 

DESTAQUE ATRIZ COADJUVANTE

 

  • Carol Costa | Chaves – Um Tributo Musical

 

DESTAQUE ATOR

 

  • Arthur Berges | Escola do Rock – O Musical

 

DESTAQUE ATRIZ

 

  • Larissa Luz | Musical Elza

 

DESTAQUE DIREÇÃO

  • Duda Maia | Musical Elza

DESTAQUE DIREÇÃO MUSICAL

 

  • Pedro Luís, Larissa Luz e Antônia Adnet | Musical Elza

 

DESTAQUE MUSICAL BRASILEIRO

 

  • Musical Elza | Sarau Agência

 

DESTAQUE MUSICAL ESTRANGEIRO (Versão brasileira)

 

  • Billy Elliot – O Musical | Atelier de Cultura Produções Artísticas

 

IMPACTO ECONÔMICO DO TEATRO MUSICAL NO PAÍS

A Sociedade Brasileira do Teatro Musical (SBTM) reuniu convidados – produtores, artistas, patrocinadores, representantes do poder público do estado e município de São Paulo, e membros da imprensa – na manhã desta segunda feira, 23 de setembro, no Teatro Opus, para apresentar os resultados da primeira pesquisa sobre o Impacto Econômico do setor.

Realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o estudo aponta dados relevantes da atividade dentro da  indústria criativa, retorno sobre investimento via leis de incentivo à cultura, criação de empregos diretos e indiretos, além de geração de impostos.

A SBTM é uma associação composta por produtores de espetáculos musicais no país. Fazem parte Carlos Conrad e Noemia Matsumoto (Opus Promoções), Julio Figueiredo e Bárbara Guerra (Atual Produções), Renato Chiquito (Chiquito Produções), Carlos Cavalcanti (Atelier de Cultura), Adriana Del Claro e Simone Carneiro (Del Claro Produções), Almali Zraik (Caradiboi) e Stephanie Mayorkis (IMM Esporte e Entretenimento e EGG Entretenimento), que é a atual presidente.

Mayorkis explicou que a pesquisa foi encomendada para que fosse confirmada a impressão inicial que eles tinham – a da importância do Teatro Musical na cadeia produtiva da indústria criativa; e com isso, suscitar o debate com a opinião pública e o poder público sobre o papel do setor.

Análise dos resultados da pesquisa

Luiz Gustavo Barbosa, economista da FGV, apresentou os resultados da pesquisa, que estudou 28 espetáculos musicais que estiveram em cartaz em 2018 na cidade de São Paulo.

Somados os impactos diretos e indiretos, estes espetáculos movimentaram aproximadamente R$ 1 bilhão. Deste montante, cerca de R$ 813 milhões (80,6%) foram referentes a gastos de espectadores, com alimentação, hospedagem, compras pessoais, passeios, transporte local e outros tipos de gastos. Os outros R$ 196 milhões (19,4%) foram referentes à organização dos espetáculos.

Isto resultou em um Índice de Alavancagem Econômica de R$8,25, ou seja, para cada $1,00 investido pelos organizadores nos espetáculos de teatro musical, foram movimentados R$ 8,25 na economia.

Foram gerados 12.824 postos de trabalho, sendo 8.622 (67,5%) postos de trabalho diretos e 4.162 (32,5%) indiretos.

A captação de recurso, por meio das leis de incentivo, dos organizadores dos espetáculos que fizeram parte desse estudo, foi de, aproximadamente, R$ 68 milhões. Destes, 99,8% foram incentivados através da Lei Rouanet. No ano, os 28 espetáculos geraram o retorno de $131,3 milhões em tributos, sendo R$ 29,3 milhões (22,3%) para o município, R$15,4 milhões (11,7%) para o estado, e R$88,6 milhões (66,0%) para a federação.

Portanto, o Retorno sobre o Investimento Público foi de R$1,92, ou seja, de cada R$ 1,00 captado através de mecanismos de incentivo nos projetos do segmento pesquisado, geram R$ 1,92 de retorno em tributos para o governo, em suas três esferas.

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O público total do Teatro Musical no ano passado foi de 1.091.673 pessoas, sendo que foram concedidos um total de 189.173 ingressos gratuitos para as apresentações e cerca de 100.000 ingressos a preços populares

Mas sem a possibilidade de captar verba através de mecanismos de incentivo, a conta dos produtores do setor não fechará, pois o gasto médio por espectador realizado pela organização para realização dos espetáculos musicais foi de R$ 112,11; e o valor médio do ingresso praticado nos espetáculos foi de R$ 82,47. Ou seja, um débito de R$ 29,64.

O futuro do setor

O resultado da pesquisa será apresentado pela Sociedade Brasileira do Teatro Musical para o governo, para que os números possam ser estudados, e a importância do setor possa ser reavaliada pela equipe econômica e governantes.

Mas, é quase uma certeza, que o cenário para o próximo ano será difícil. Se a mudança feita pelo governo federal – teto de R$ 1 milhão por projeto pela Lei Rouanet – se mantiver, o mercado de Teatro Musical retrocederá 20 anos, quando havia somente 2 musicais blockbuster por ano na cidade.

Com isso, vários postos de emprego deixarão de existir. Teatros que foram construídos especialmente para o setor poderão fechar as portas.

O público que consome Teatro Musical deixará de gastar seu dinheiro aqui e, quem pudesse, irá gastar no exterior (Broadway e West End). O valor dos ingressos serão aumentados e não haverá mais acessibilidade aos espetáculos para uma parte da população.

Algumas possibilidades para reverter este quadro foram pensadas pelo público presente:

  • mostrar a importância econômica do setor para o governo;
  • divulgar informações corretas sobre o setor, para esclarecer ‘preconceitos existentes’ por parte da sociedade;
  • ter uma força política atuante e articulada em Brasília;
  • e o principal, ter uma união da classe teatral (produtores, atores, empregados) para se ter uma voz ativa maior na sociedade;

BROADWAY HOMENAGEIA 20 ANOS DO “GOOD MORNING AMERICA”

Good Morning America (ou GMA) – programa televisivo norte americano – completou no dia 13 de setembro seus 20 anos de transmissão direto da Broadway.

Durante uma semana, foram relembrados vários momentos marcantes do programa, além de convidados que passaram por seus estúdios.

Para abrilhantar as festividades, parte do elenco de produções da Disney on Brodaway – “The Lion King“, “Aladdin” e “Frozen” – realizaram no dia 19 um mashup de suas canções.

O GMA é um programa misto de jornalismo com talk-show, entremeado de previsão do tempo, reportagens especiais e entretenimento. A produção costuma realizar várias inserções, durante o programa, direto da rua, do lado de fora dos estúdios. Se estiver por Nova York, não deixe de passar na frente dos estúdios – pode estar acontecendo a apresentação de algum artista famoso, ou simplesmente você mandar um oi para os amigos que estão no Brasil.

Transmitido diariamente, desde 1975, pela rede televisiva ABC para todo território norte americano, das 07h às 09h. A rede é uma subsidiária do grupo de mídia Disney-ABC Television Group.

Veja abaixo como foi a apresentação.

RUA AZUSA – O MUSICAL (OPINIÃO)

Segue em cartaz neste momento em São Paulo, o espetáculo chamado Rua Azusa, O Musical que contempla todos os principais requisitos para ser no mínimo considerado um bom musical – impecável argumento narrativo, um elenco composto por mais de 40 atores que buscam o jogo teatral o tempo todo, escolhas musicais que te guiam e convocam sua presença enquanto espectador e cenários que contribuem diretamente para a história contada.

Baseado na história de William Joseph Seymour, homem negro, filho de um casal escravizado, o musical narra em meio ao grande conflito da segregação dos EUA em 1906, o Chamado que William atendeu para liderar o movimento que quebrou barreiras raciais, criando buscar espaços onde não houvesse distinção entre brancos e negros e, ainda, num jogo metalinguístico existe um casal contemporâneo que nos conduz o olhar para sua busca pela paternidade.

O que seria mais um musical em cartaz no circuito teatral de São Paulo, me salta aos olhos quando compreendo que se trata de um musical autoral produzido por um coletivo cristão, e é em meio a esta informação e o privilégio de ter tido o encontro com esta história na última quinta dia 20 de junho de 2.019, que pretendo exercitar meu pensamento.

Não é novidade nenhuma que estamos vivendo nestes tempos tortos, onde há intolerância, perseguição religiosa, racismo e genocídio negro e indígena, homofobia, misoginia e tantos outros males nomeados que ganharam força nesta nossa sociedade atual. Logo qualquer ação que busca ao menos a tentativa da comunhão/do encontro, particularmente já diz muito sobre muita coisa.

Penso que existam três vertentes principais que culminam em RUA AZUSA:

A primeira seria o cunho histórico no âmbito teatral mesmo, de um coletivo teatral cristão que existe há 19 anos, com uma missão – acredito eu – que antes de evangelizar me parece ser a busca do se ENCONTRAR com o outro, este outro que não o conheço e por vezes é tão diferente de mim mesmo, mas por reconhecer que o OUTRO do OUTRO sou EU eu me coloco como instrumento e ajo, agir, ação, atua sobre algo, no nosso caso ATUAÇÃO!

Com um histórico de peças apresentadas em lugares não comuns ao clássico italiano como presídios, asilos, orfanatos, ruas etc. No qual não existe uma igreja oficial, pois os membros do coletivo provem de várias vertentes da igreja pentecostal, decidem produzir, sem patrocínio direto, um espetáculo musical do zero.

E este trabalho, no principal polo de teatro do brasil, que é a cidade de São Paulo, ganha voos tão altos, que uma temporada prevista para apenas 1 mês, ganha outros palcos e já esta findando seu primeiro semestre em cartaz, com um movimento de recomendação boca-a-boca (um trabalho de formação de público catártico) no qual a página oficial do instagram conta com mais de 40 mil seguidores. E ainda mais surpreendente quando o coletivo garante para os próximos 10 anos o arrendamento de um espaço teatral histórico de São Paulo que é o antigo teatro Brigadeiro. Isso de longe, é o sonho de qualquer coletivo teatral paulista, que possui ou busca fomentação para sua criação artística.

A segunda vertente que é outra força gigantesca que me arrebata, e talvez onde o exercício da fala começa a me dificultar é sobre o cunho carismático, ecumênico, religioso/sagrado, rito e metalinguístico que ocorre a cada apresentação de Rua Azusa. Espinosa já dizia sobre as paixões alegres e as paixões tristes que nos provocam revoluções que pode ou não nos impulsionar pra vida.

Como espectador não leigo de teatro e sendo negro, meus olhos brilharam por diversos momentos por diversas razões, por ver no palco tantos artistas gigantes e parecidos comigo fisicamente, por ver o cuidado em contar uma história que não é contada no Brasil, muito pelo contrario, consciente de que existe um racismo estrutural que insiste em nos retirar de toda e qualquer possibilidade/responsabilidade de entendimento sobre nós mesmos, afinal não se pode falar sobre política, políticas públicas-sociais, publico e privado sem entender a formação da sociedade em que estamos inseridos, não há como falar sobre cotas raciais, se o Brasil mais do que nunca vive um movimento de meritocracia efervescente, não há como vislumbrar melhorias sem entender que o Brasil foi o último país a abolir a escravidão e hoje o que esta em voga quando se trata destes temas são três sílabas repetidas “Mi Mi Mi”.

Falar sobre o avivamento da Rua Azusa é diretamente encarar as nossas próprias cicatrizes coloniais. Estar sentado na plateia e me ver rodeado de um público rapidamente identificado como “não público” cativo de teatro e/ou teatro musical é surpreendente, acompanhar os comentários, as respirações, os embates com o terceiro sinal e/ou o embate sobre lugar correto para se sentar em meio ainda de sussurros ou gritos de Aleluia – Glória a Deus! Onde acaba o teatro e onde começa a vida? Quando acaba o teatro realista e inicia o épico… ou ainda quando acaba o épico e se inicia o performativo!

Há muito a ser pensado antropologicamente falando sobre este interim de encontro, entre palco e plateia. O teatro por si só busca o tempo todo o convite pela convocação da presença, a presença dos atores e daqueles que fazem o espetáculo acontecer e principalmente a convocação do público, um público que não seja apenas conivente ou contemplativo, mas que haja conforme sua corporeidade  e vida se manifesta em detrimento aquilo que se vê, e isto sem dúvida acontece em Rua Azusa. O público está por que quer estar e se interessa em estar, o espetáculo como num diálogo abre espaço para o respiro e encanto que gera ação física e emocional  a plateia, ex: do meu lado havia um senhor negro, que no segundo ato quando um dos personagens fala textos racistas sobre uma criança negra – ele diz, como pra si mesmo e pra quem conseguir ouvir – Hey vou jogar o sapato em você!! Mas não posso porque é teatro (…). Isto pra mim é mágico é o vislumbre de algo que não está, é o sonho se manifestando como energia física e real, não é a toa que o teatro na história se apresenta como algo diretamente ligado a política, e hoje sem dúvida nenhuma, teatro é política e ele sim, sem sombra de dúvida atua e age como influenciador direto de uma sociedade, por isso fica mais evidente este momento de ataque aos movimentos de cultura do nosso país por partes de grandes conservadores que hoje mais do que nunca possui uma força gigante nas decisões do nosso país.

Aqui entra a terceira e última vertente sobre este meu exercício de pensamento sobre Rua Azusa. Eu cresci dentro da igreja católica, no interior de São Paulo, numa cidade de 4000 habitantes em que o tempo é literalmente outro, a força sensível de um instituição religiosa nestas áreas pode ser, e normalmente é imensa! Grande parte deste SER artista que tenho buscado ser, se semeou dentro das paredes desta igreja no interior; tenho um irmão mais velho que é Frade Franciscano, e portanto creio e para além de acreditar eu sinto energeticamente e exercito minha fé, e estou mais que familiarizado com palavras e conceitos como Espirito Santo e etc.

Porém, todavia, entretanto… nestas andanças, não posso ser hipócrita, e fechar os olhos para toda a barbárie que existiu e ainda existe dentro destas instituições religiosas, o teatro tem por princípio ser SUBVERSIVO, logo em Rua Azusa por mais que possa existir a instituição religiosa por trás e por tanto, provável, muitos membros adeptos a um conservadorismo extremo que separa, divide e julga, o movimento que se dá com este espetáculo é o de tolerância e busca pelo respeito e vislumbre do indivíduo privado e social, percebo a busca por validar a existência divina/sagrada do ser humano independente de sua aparência – vide que Rua Azusa coloca em cena o personagem de um Pastor Racista que consegue parar e encarar seus próprios monstros, e isto é lindo! Logo o que me pulsa é saber para onde vai este movimento?

Até onde esta luta artística pretende ir a favor destes direitos humanos que deve ser para todos e há de esbarrar em outras temáticas para além da questões raciais sobre negritude. Nesta “Rua Azusa” há espaço para os Índios, para questões LGBTs e tantos outros que ainda sofrem diariamente na nossa sociedade?

Como parte deste publico que esteve na plateia de Rua Azusa, meu sentimento é de encantamento, gratidão, vislumbre e sem dúvida Fé, esta Fé que crê em movimentos assim para que de fato haja a mudança, e quiçá um dia poder estar perto de alguma maneira e contribuir da maneira que puder para que este exercício de tolerância se expanda para lugares que outrora nem imaginávamos.

Vida LONGA a “RUA AZUSA”
Vida LONGA ao Teatro Nissi

 

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Renato Caetano (ator – julho 2019)

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Rua Azusa, o Musical

Com Adhemar de Campos, Aline Menezes, Benner Jacks, Fabricio Bittencourt, Jéssica Augusto, Kaiky Mello, Otavio Menezes, Soraya Moraes, Thales César e grande elenco composto por 47 atores.

Teatro Nissi (Av. Brigadeiro Luís Antonio, 884 – Bela Vista, São Paulo)
Duração 180 minutos
Sexta – 19h30, Sábado – 14h30 e 19h30, Domingo – 14h
$72/$92
Classificação 12 anos