OS PALHAÇOS DE “CHAVES – UM TRIBUTO MUSICAL”

Precisamos falar sobre “Chaves – um tributo musical”. Mas, mais precisamente sobre os palhaços do musical.

A produtora Adriana Del Claro, em parceria com a Move Concerts, uniu-se novamente aos diretores Zé Henrique de Paula e Fernanda Maia (“Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812”, “Carrossel, o Musical”) para montar uma história original para este menino órfão, que vive numa vila junto com seus amigos.

Mas como fazer para criar algo que unisse os personagens de Chaves com o público brasileiro?

Bem, como Roberto Bolaños era um clown (palhaço), e temos na nossa história a figura do circo e de vários palhaços icônicos, nada melhor do que trazê-los novamente para o picadeiro.

(Linda e merecida homenagem para eles que nos fizeram e fazem rir – Arrelia, Pimentinha, Carequinha, Piolin, Torresmo, Atchim e Espirro, Patati e Patatá, entre tantos. A homenagem do musical se estende na canção “Nome de Palhaço”.)

Liderando a trupe, temos Benjamin de Oliveira, o primeiro palhaço negro brasileiro (1870 – 1954). Foi um artista completo (ator, compositor, cantor e palhaço), além de ser o idealizador e criador do primeiro circo-teatro no país.

No musical, o personagem Benjamin é o líder do palhacéu, onde residem também outros sete palhaços: Formiga, Paçoquinha, Patinete, Tatuzinho, Tufo, Wladimir e Dr. Zambeta. Cada ator deu vida ao seu personagem, com características peculiares, como jeito de andar e falar. Eles são o elo de ligação da história entre o personagem de Roberto Bolaños e as suas criações.

Eles me trouxeram um ar de recordação da infância. Uma memória ‘proustiana’ involuntária da criança que pôde ir ao circo, brincar na rua, ser livre (e não trancada em casa e presa no celular). Pedido de um fã – Zé Henrique e Fernanda, desenvolvam um novo espetáculo para estes ‘nossos palhaços’ (já fazem parte da história ‘palhacesca’ brasileira – se há clownesco, há palhacesco também). Com certeza, eles – e a gente – merecem.

Chaves e toda sua turma despedem-se em breve do público. Vá levar a criança que há em si para se divertir. Não se arrependerá. Lembrando que os palhaços do palhacéu só podem ser vistos na Terra por anjos. Temos certeza que você conseguirá vê-los!

FACE

Chaves – um Tributo Musical

Com Mateus Ribeiro, Andrezza Massei, Patrick Amstalden, Maria Clara Manesco, Fabiano Augusto, Carol Costa, Diego Velloso, Pedro Arrais, Ettore Veríssimo, Milton Filho, Maurício Xavier, Larissa Landim, Nay Fernandes, Dante Paccola, Davi Novaes, Lucas Drummond, Marcelo Vasquez, Thiago Carreira e Bia Freitas.

Teatro Opus – Shopping Villa Lobos (Av. das Nações Unidas, 4777 – Alto de Pinheiros – São Paulo)

Duração 120 minutos (com 15 minutos de intervalo)

10 a 01/03

Sábado – 16h e 20h, Domingo – 16h

$75/$140

Classificação Livre

A CASA DA ÓPERA – NOSSO PRIMEIRO TEATRO

Mesmo sendo uma pequena vila, de pouca importância econômica para o país, São Paulo teve seu primeiro teatro construído na segunda metade do século XVIII.

A Casa da Ópera ficava no Pateo do Colégio, local de fundação da cidade, quase em frente à igreja construída pelo Padre Anchieta e os jesuítas.

FACE (1)

 

Só por isso já teria sua importância, mas…

Na noite de sete de setembro de 1822, Dom Pedro I compareceu ao teatro. Ele estava vestido de gala, com um dístico de ouro com os dizeres “Independência ou Morte” no braço (feito às pressas pelo ourives Lessa), preso por um laço de fita verde e amarelo.

Foi aclamado pelo povo como o primeiro Rei brasileiro por três vezes. Executou ao piano o “Hino da Independência“, composta por ele. Após, apresentou-se a peça “O Convidado de Pedra“.

dom-pedro-i-piano

Primeiros Sons do Hino da Independência” (Augusto Bracet, 1922)

Mas como era o interior do nosso primeiro Teatro?

O naturalista francês Saint-Hilaire, descreveu que “o prédio não tinha a aparência de um teatro. Era uma casa pequena, baixa, estreita e sem nenhum ornamento… Estava pintado de vermelho e as janelas eram negras. O interior, no entanto, era melhor e mais cuidado… um belo lustre de cristal. Havia três andares de camarotes e no centro do segundo, ficava o camarote do governador… Mas a plateia era pequena, tomada por bancos de madeira, que nos espetáculos eram ocupados só por homens, como era o costume. Demorou muito até que chegasse o tempo em que as mulheres pudessem ser vistas nas plateias dos teatros“. (”A Capital da Solidão”, Roberto Pompeu de Toledo)

A Casa da Ópera durou até 1870 quando o prédio foi demolido.

No terreno, atualmente, está localizada a Secretaria da Justiça e da Cidadania, projeto do arquiteto Ramos de Azevedo.

Captura de tela 2020-02-03 18.44.16

(fonte: site Assembléia Legislativa de São Paulo; livro “A Capital da Solidão”, vídeo “O Pátio do Colégio em São Paulo” – Paulo Rezzutti)

NAKED BOYS SINGING

Nove rapazes no palco, em um musical estilo vaudeville, se apresentando como vieram ao mundo – NUS.

Não há uma história no espetáculo. “Naked Boys Singing” (“Rapazes Pelados Cantando” – tradução literal) é composto de quatorze quadros musicais independentes, onde os atores abordam questões referentes ao homem e seu corpo, passando pelos temas de nudez, circuncisão, amor, aceitação e afirmação.

Por mais que os personagens estejam nus no palco, o espetáculo não tem uma temática vulgar ou pornográfica. É uma comédia musical, com ares eróticos.

O estar nu é um tabu na maior parte das sociedades. Nos vestimos para interpretarmos vários papéis. As roupas são como figurinos que usamos para passarmos uma mensagem para o outro. Já o estar nu é  fazer com que o outro nos veja como realmente somos. É a nossa mais completa verdade.

Naked Boys Singing“, musical off-Broadway, estreou em 1999 e continua em cartaz até hoje em Nova Iorque. A história e a direção é de Robert Schrock, a direção musical de Stephen Bates e coreografia de Jeffry Denman.

No Brasil, houve uma primeira montagem em 2003, que foi dirigida por Zé Henrique de Paula. Agora, a partir de três de abril, estreia uma nova montagem. A direção é de Rodrigo Alfer, a versão é de Rafael Oliveira, a direção musical de Ettore Verissimo. É uma produção da BACANA Produções Artísticas (O Príncipe DesEncantado, Las Muchachas de Chico e Vapor).

No elenco, temos Douglas Garcia, Gui Giannetto, João Hespanholeto, Leandro Naiss, Luan Carvalho, Ruan Rairo, Silvano Vieira, Thadeu Torres e Tiago Prates, e o pianista Gabriel Fabbri.

84583900_144050210389444_8117201929869721600_o

Naked Boys Singing

Com Douglas Garcia, Gui Giannetto, João Hespanholeto, Leandro Naiss, Luan Carvalho, Ruan Rairo, Silvano Vieira, Thadeu Torres e Tiago Prates, e o pianista Gabriel Fabbri

Centro Cultural da Diversidade – Teatro Décio de Almeida Prado (Rua Lopes Neto, 206, Itaim Bibi, São Paulo)

Duração 90 minutos

a partir 03/04

$ não informado

Classificação 16 anos

PAULO SZOT EM “CHICAGO” NAS VERSÕES EM INGLÊS E PORTUGUÊS

2020 será um ano especial para o ator barítono brasileiro, Paulo Szot. Neste ano, ele interpretará o mesmo personagem em um musical em dois idiomas.

Marcando seu retorno a Broadway (“South Pacific” 2008), o ator está em cartaz, desde 6 de janeiro, no musical “Chicago“, onde interpreta o advogado inescrupuloso, Billy Flynn. Paulo ficará em cartaz até o dia 19 de maio, quando depois virá para São Paulo, onde participará da montagem nacional do mesmo musical.

Ele fará par com a atriz Emanuele Araújo (Roxie Hart), até então o único nome divulgado no elenco brasileiro.

A produção nacional fica a cargo da EGG Entretenimento e da IMM. A direção é de Tania Nardini (responsável pelas montagens de “Chicago” pelo mundo desde 2007), com  Rob Bowman como supervisor de direção musical e Gary Christ como coreógrafo.

Esta é a segunda montagem do espetáculo no país. A primeira versão foi em 2004, no então Teatro Abril (atual Teatro Renault), com Danielle Winits, Adriana Garambone, Daniel Boaventura, Selma Reis e Jonathas Joba nos papéis principais.⁣

Abaixo imagens de Paulo Szot na estreia na Broadway.

 

INAUGURAÇÃO LONDON ESPAÇO CULTURAL & CAFÉ

O ano nem mal começou e já temos novidades da Companhia London de Teatro.

Em breve, será inaugurado o LONDON Espaço Cultural & Café, que servirá também como sede da companhia e local de ensaio para suas produções.

Entre as peças que fazem parte do portfólio, temos “Macbeth, a peça escocesa”, “A casa de Bernarda Alba“,  “Bodas de Sangue“, e as comédias “Manjar dos Deuses“, “Com a Pulga atrás da Orelha” e “Transilvânia“. O último espetáculo em cartaz foi a história do Rei Arthur, em “Avalon“.

cialondon_81350548_171987104136766_6075730165223305617_n

LYSON GASTER (1895 – 1970)

Nascida Agostinha Belber Pastor em 2 de setembro de 1895, na Espanha, veio criança com os pais, para o Brasil. Foram morar em Piracicaba. Aos 17 anos, casou-se pela primeira vez e vieram dois filhos.

Quando se separou, mudou-se com os pais para São Paulo. Foi trabalhar em um ateliê de modas. Talvez por ser dona de um borogodó (algo a mais que uma simples beleza, charme ou sensualidade), artistas de teatro que frequentavam o ateliê, a convidaram a ir para os palcos como cantante. Subiu a primeira vez no tablado em 1919, de onde não saiu mais.

Adotou o nome artístico de Lyson Gaster, personagem de um romance francês.

Participou de várias companhias teatrais, como Companhia Cassino Antarctica, a trupe Teatro Novo, e a Cia Zaparolli, ao lado de Manuel Pera, pai da atriz Marília Pera. Com eles, apresentou-se pelo interior do estado de São Paulo.

Casou com o ator e cantor Alfredo Viviane, em 1922, com quem montou a Companhia Lyson Gaster. Viajou se apresentando pelo Brasil todo, chegando a levar o teatro pela primeira vez para muitas cidades.

O Teatro de Revista era o tema principal das peças produzidas. Era um mix de teatro, música, dança, canto, piadas.

Ao todo, foram trinta anos de vida dedicadas ao nosso Teatro. Pela sua importância, foi elogiada por artistas e críticos como Procópio Ferreira, Henriette Morineu, Pedro Bloch, Rachel de Queiroz, Paschoal Carlos Magno, Eva Todor, Mario Lago e Nelson Rodrigues, entre outros.

Faleceu em 1970 na cidade de Teresópolis (RJ), onde está enterrada.

Na sua ‘cidade de coração’, uma rua do bairro Jardim Nova Iguaçu (Piracicaba/SP) recebeu seu nome.

E agora nos palcos, tem um espetáculo em sua homenagem – “Lyson Gaster no Borogodó“, que conta a sua vida. A pesquisa é de Maria Eugenia de Domenico, dramaturgia de Fábio Brandi Torres, direção e figurinos de Carlos ABC, produção e cenários de Marcos Thadeus e direção musical de Tato Fischer.

Caso queira conhecer mais sobre a atriz, há o livro “Lyson Gaster, a Piracicabana que o Brasil Aplaudiu e Nunca Esqueceu“, de Waldemar Iglesias Fernandes, 1978.

lyson_03

Lyson Gaster no Borogodó
Com Bruno Parisoto, Felipe Calixto, Alexia Twister, Tiago Mateus, André Kirmayr, Marcos Thadeus, Giovani Tozi e Patrick Carvalho.
Teatro Itália (Av. Ipiranga, 344 – República, São Paulo)
Duração 90 minutos
18/01 a 15/02
Quinta, Sexta e Sábado – 21h, Domingo – 19h

$30

Classificação Livre

“CHARLIE E A FANTÁSTICA FÁBRICA DE CHOCOLATE”

Corre um boato pela cidade que um dono de uma fábrica de chocolates colocou cinco bilhetes dourados dentro de suas barras de chocolate. Quem os encontrar, poderá visitar a sua fábrica.

Charlie e a Fantástica Fábrica de Chocolate“, a mais nova produção da Atelier de Cultura (“Escola do Rock”, “Billy Eliot”, “Annie”), tem estreia prevista para março no Teatro Alfa. O musical é inspirado no livro homônimo de Roald Dahl.

FACE (1)

O ENREDO

Conta a história de um garoto pobre de onze anos, Charlie Bucket. Ele vive numa casa simples com seus pais e quatro avós. Um dia, seu avô Joe lhe conta sobre Willy Wonka, dono da fábrica de chocolates, que para evitar que concorrentes conhecessem seus segredos, fechou sua fábrica para visitantes. Até que no dia seguinte, os jornais anunciam que a fábrica seria reaberta e Wonka convidaria cinco crianças para visitá-la. Mas para tanto, teriam que encontrar um dos cinco bilhetes dourados escondidos nas suas barras de chocolate.

Os primeiros bilhetes foram encontrados pelo glutão Augustus Bloop; a garota mimada e petulante, Veruca Salt; a garota viciada em chiclete, Violet Beauregard; e o fanático em televisão, Mike Teavee. Ao encontrar uma moeda na rua, Charlie compra a sua barra de chocolate e torna-se o último ganhador do bilhete dourado. Pelas regras do concurso, ele poderá levar um acompanhante. O escolhido é seu avô Joe.

Na fábrica, as crianças e seus acompanhantes encontram os Oompa-Loompas, trabalhadores da fábrica. Durante a visita, as primeiras quatro crianças vão sendo expulsas por não respeitarem os códigos de moralidade e ética da vida (crítica aos pais que estragam seus filhos sendo permissivos). Ao final da história sobra Charlie e seu avô. Com isso, Wonka diz que Charlie será o seu herdeiro sucessor no comando da Fantástica Fábrica de Chocolates.

O AUTOR

220px-Roald_Dahl

Roald Dahl (1916 – 1990)

Roald Dahl nasceu no País de Gales, filhos de imigrantes noruegueses. Além de ser um autor de livros para crianças e adultos, Dahl também foi poeta, roteirista de filmes e piloto de avião na Segunda Guerra. Entre seus livros infantis, temos “James e o Pêssego Gigante“, “Matilda” e “O Fantástico Sr. Raposo“. Já foram vendidos mais de 250 milhões de cópias de seus livros no mundo.

Entre os prêmios que recebeu, estão o “Prêmio Fantasia Mundial pela Realização de Vida” (World Fantasy Award for Life Achievementtradução livre), em 1983, e o “Prêmio do Autor Britânico de Livros Infantis do Ano (British Book Awards’ Children’s Author of the Year – tradução livre), em 1990. A revista Times incluiu seu nome na 16ª posição na lista dos 50 maiores autores britânicos desde 1945.

O LIVRO

Charlie e a Fantástica Fábrica de Chocolate” foi lançado em janeiro de 1964 nos Estados Unidos e dez meses depois, no Reino Unido. Era para ser uma trilogia. O segundo livro “Charlie e o Grande Elevador de Vidro” (“Charlie and the Great Glass Elevator” – tradução livre) foi publicado em  1972. Mas Dahl não terminou o terceiro livro.

A inspiração para a história foi dos tempos em que o autor estudou na escola cristã Repton School (1929 – 1934). A escola era um lugar de abuso físico e psicológico tanto por parte dos estudantes mais velhos e ricos nos mais novos e pobres, como também pelos professores e direção.

Repton_School_-_geograph.org.uk_-_1303684

Repton School

Estes cinco anos influenciaram sua obra – um texto sombrio, com um humor macabro e personagens vilões adultos que perseguem os personagens infantis.

Mas houve algo que foi positivo. A fábrica de chocolates Cadbury mandava ocasionalmente amostras de seus novos chocolates para serem testados pelos alunos da Repton School. O jovem Dahl sonhava com a possibilidade de criar uma nova receita e, com isso, cair nas graças do dono da fábrica. O chocolate foi um tema recorrente em vários de seus livros.

OS FILMES

Várias de suas obras foram adaptadas para as telas de televisão e cinema.

A primeira versão de “Charlie e a Fantástica Fábrica de Chocolate” no cinema foi em 1971 com o filme “Willy Wonka e a Fábrica de Chocolates” (“Willy Wonka & the Chocolate Factory” – tradução livre), dirigido por Mel Stuart e com Gene Wilder e Peter Ostrum, nos papéis principais.

Em 2005, o diretor Tim Burton, fã do livro desde criança, lançou sua versão em “Charlie e a Fábrica de Chocolates” (“Charlie and the Chocolate Factory” – tradução livre), com Johnny Depp e Freddie Highmore, como Willy e Charlie.

No Brasil os dois filmes receberam o mesmo nome “A Fantástica Fábrica de Chocolate“, não fazendo referência a nenhum dos dois personagens principais no título.

O MUSICAL

Oito anos se passaram do último filme, e “Charlie e a Fantástica Fábrica de Chocolate” estreou no Theatre Royal Drury Lane (West End – Londres) em junho de 2013. O enredo é de David Greig, a música de Marc Shaiman e as letras das canções de Shaiman e Scott Wittman. A temporada durou quase quatro anos, encerrando em janeiro de 2017.

A Broadway recebeu o musical no Lunt-Fontanne Theatre, onde ficou em cartaz por nove meses – abril de 2017 a janeiro de 2018. Depois foi apresentado em turnê por cidades norte americanas, Austrália, Itália e Noruega.

DIFERENÇAS ENTRE MUSICAL EM WEST END E NA BROADWAY

Há várias diferenças entre as montagens de Londres e Nova Iorque. Em Londres, o espetáculo era mais voltado para o livro de Dahl, mostrando o relacionamento de Charlie e seu pai; enquanto na Broadway, o filme de 1971 e focando no relacionamento de Charlie e o dono da fábrica de chocolates.

Quanto a aparição de Willy Wonka, o público londrino tinha que aguardar pela metade do primeiro ato; já na Broadway, o musical começa com Wonka recepcionando o público na sua fábrica.

Na versão americana, foram incluídas canções clássicas do filme, bem como novas canções escritas por Shaiman e Wittman.

O grande elevador de vidro – usado no final do espetáculo – também foi adaptado para Broadway, oferecendo um visual mais agradável.

Qual será a versão que veremos no Brasil? Não sabemos! Teremos que esperar até Willy Wonka abrir as portas de sua Fantástica Fábrica de Chocolate no Teatro Alfa, previsto para março.