“O POÇO” – DOS PALCOS PARA AS TELAS

Gruparteiro de Teatro, criado em 2015, já levou aos palcos as peças “A Ponte“, “Ruindade – o Musical“, “Entre 4 Parentes“, “Poço – o Musical” e “Noites de Sol – o Musical“.

Neste ano, a Borelli Produções (produtora responsável pelo Gruparteiro de Teatro) resolveu levar a história de “Poço – o Musical” para as telas de cinema.

A história aborda a reflexão sobre a depressão no indivíduo e na sociedade. Uma garota chamada “Bo”, misteriosamente acorda em um lugar estranho e escuro, precisa descobrir como sair dali. Aparentemente, ela é a salvação para os habitantes desse lugar, que a recebem como uma espécie de salvadora. A garota parece viver um sonho que se repete, mas será ela a verdadeira salvadora? Quem são os habitantes daquele lugar? Há uma saída?

A premiere vip de “O Poço” (“The Well“) acontece no dia 13 de novembro no cine Belas Artes. O filme tenta uma vaga para participar no ano que vem do Festival Sundance de Cinema, o maior festival de cinema independente.

Este é o segundo filme da Borelli Produções. O primeiro foi “Quase Livres“, lançado neste ano (o filme pode ser visto no canal do youtube da produtora – link). Inicialmente concebido como peça teatral, houve duas tentativas de montagem, mas que foram canceladas. Então, foi transposta diretamente para o cinema. Participou de vários festivais internacionais, sendo premiado no Cult Critic Movie AwardsL’Age d’Or International Arthouse Film Festival e Five Continents International Film Festival.

Agora é aguardarmos para que “O Poço” tenha uma boa recepção também e que alguma distribuidora lance o filme nas telas de cinema nacional.

O Poço (“The Well”)

Trailer oficial do longa-metragem musical independente de André Borelli.

Elenco: Aline Serra, Julia Rosa, Pablo Diego Garcia, Larissa Furtado, Gustavo Ceccarelli, Lucas Bamonte, Marcela Gibo e Tiago Prates

Roteiro, Direção e Produção: André Borelli

Músicas Originais: Vitor Moutte

Direção de Fotografia: Carina Borelli

Design de Produção: André Borelli, Carina Borelli e Melissa Maia

Figurino e Visagismo: Melissa Maia

Direção de Produção: Simone Borelli

Assistência de Produção: Augusto Jordão, Beatriz Oliveira, Mari Sasah, Naty Thyaie e Tallison Oliveira

Produção Executiva: Delduque Martins

Apoio: FAMBRAS, Estúdio 3-4, Recriarte, Jazz Nos Fundos, APRPP, Colégio Albert Sabin

A realização desta obra contou com o apoio da São Paulo Film Commission.

5ª EDIÇÃO DE O ‘DIA DOS MUSICAIS’

O Dia dos Musicais’ realiza sua quinta edição e conquista novos espaços no mercado e no país. Após três anos sendo promovido em São Paulo, o evento chega ao Rio de Janeiro dia 12 de novembro, no Teatro Prudential, para criar conexões a partir da Arte e do Teatro Musical através de workshops, fóruns, palestras, espetáculos musicais, a vivência de uma Audição Simulada e um grande show de encerramento. “Neste ano estamos falando especificamente do teatro musical brasileiro e autoral. Queremos estimular as pessoas a tirarem seus projetos do papel, tem muita coisa na programação direcionado pra essa galera mais empreendedora” comentam Jessé e Lurryan, produtores do evento. O projeto soma forças pela primeira vez com o grupo Nós do Morro, a fim de democratizar o evento, e se alia a Benfeitora, uma plataforma de mobilização de recursos, para promover um financiamento coletivo em prol de todo este acesso.

Produzido e idealizado por Lurryan Nascimento e Jessé Scarpellini, ‘O Dia dos Musicais’ foi projetado em 2016 para permitir o intercâmbio e troca de ideias no meio criativo do teatro musical. Durante um dia inteiro, fãs, atores, produtores, professores entre outros profissionais podem adquirir novos conhecimentos e ter contato com outras dinâmicas e práticas participando de aulas e palestras exclusivas com profissionais renomados no mercado nacional. O evento que reúne ao todo mais de 20 aulas com duração de 1:20h cada, criando durante 12h um grande espaço cultural e artístico, busca ainda promover a pesquisa, o estudo, o aprimoramento e o fortalecimento do gênero em todo o Brasil, sendo este o grande mote da edição, empenhada a estimular a criação de novos projetos, dramaturgias, espetáculos e parcerias por meio de sua grade cultural e educacional.

Para a edição carioca, foi criada uma campanha de financiamento coletivo para custear parte da estrutura da realização do evento e, fundamentalmente, viabilizar o acesso dos jovens do Morro do Vidigal atendidos pelo programa Nós do Morro. Na plataforma é possível encontrar todas as possibilidades de colaborar com o projeto, partindo de R$15, e conhecer as recompensas para os apoiadores.

PROGRAMAÇÃO

Aberta para maiores de 10 anos e desenvolvida a partir das três grandes verticais do Teatro Musical – Canto, Dança e Atuação – a programação deste ano contará com a participação de profissionais conhecidos do mercado como Reiner Tenente, Eduardo Rios, Marcelo Castro, Chiara Santo, Beatriz Lucci, Carol Botelho, Fabiana Tolentino, Tony Lucchesi e Hugo Kertz. Entre as possibilidades de trilhas de conteúdo que o público visitante poderá escolher, estão temas como expressão corporal, técnica vocal e modalidades de dança. Haverá ainda um circuito de palestras voltadas para o entendimento do mercado de Teatro, o cenário feminino na Arte e como impulsionar um projeto, esta última ministrada pela Benfeitoria.

Outra atividade desenvolvida com foco em possibilitar aos participantes vivenciarem a experiência do mercado é a Audição Simulada. Os interessados poderão se apresentar para uma banca e receber dicas dos profissionais para aprimorarem suas técnicas e se prepararem para os futuros processos seletivos.

Além da programação educativa, serão realizadas apresentações dos espetáculos “Lugar de Escuta”, do coletivo M.O.T.I.M, o premiado “Cargas D’Água – Um Musical de Bolso” e “Brilha La Luna – O Musical”, todos produções originais, seguindo a linha defendida pelo evento, que, neste ano, visa valorizar essencialmente o teatro musical brasileiro, munindo de ferramentas àqueles que desejem adentrar ao mercado em todas as suas áreas.

Como forma de flexibilizar o acesso ao evento e aos conteúdos promovidos, existem diversas formas de adquirir ingressos para o grande dia imersivo no universo dos musicais. Os interessados podem se inscrever em uma, duas ou três atividades, adquirindo passaportes com outras programações atreladas e a possibilidade de parcelar tudo em até 3x.

TRÊS ANOS DE SUCESSO

Realizado pela Dracma Produções, ‘O Dia dos Musicais’ já se posiciona no calendário anual como um dos pontos de encontro de quem vive e respira Teatro Musical. Crescendo ano após ano, o evento reuniu já na sua última edição em São Paulo mais de 1000 envolvidos entre artistas, professores, estudantes, imprensa e fãs. Além de São Paulo, outra capital que recebeu o evento foi Recife, em Pernambuco. A realização do evento no Nordeste, além de marcar a expansão do projeto, demonstra a preocupação em promover o Teatro Musical além do Sudeste.

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O Dia dos Musicais

Teatro Prudential (R. do Russel, 804 – Glória, Rio de Janeiro)

12/11

Terça – 10h às 22h

Ingressos disponíveis no site e mais informações: www.odiadosmusicais.com.br

Classificação Livre

MUSICAIS NO CINEMA

Em novembro, o MIS apresenta sua nova exposição: Musicais no Cinema.
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Concebida pelo Musée de la Musique – Philharmonie de Paris e inédita na América, a mostra traça um panorama sobre o universo do gênero musical no cinema nacional e internacional desde os primórdios do cinema musicado até o premiado La La Land (2016).
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A partir de fotografias, vídeos, cartazes, documentos de produção, figurinos e depoimentos, a mostra reúne filmes musicais de diferentes partes do mundo, destacando marcos para o gênero, como Cantando na chuva (1952), Amor, sublime amor (1961) e Dançando no escuro (2000).
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A curadoria do pesquisador N. T. Binh e a adaptação da exposição para o MIS foi desenvolvida pelo jornalista e cineasta Duda Leite, que acrescentou espaços e conteúdos inéditos baseados na cultura brasileira, como Assim era a Atlântida, dedicada ao maior estúdio cinematográfico do Brasil do gênero musical, e uma área que homenageia a atriz e cantora Carmen Miranda.
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O projeto arquitetônico da exposição, realizado pela Caselúdico – parceira do MIS em mostras como O mundo de Tim Burton, Castelo Rá-Tim-Bum – A exposição e Quadrinhos – sugere uma imersão na atmosfera de cada filme.
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Musicais no cinema ainda destaca figuras marcantes do gênero como Fred Astaire, Jacques Demy, Julie Andrews, Cyd Charisse e John Travolta.
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A mostra ocupa os dois pavimentos expositivos do MIS e conta com uma extensa programação paralela que envolve mostras de cinema, cursos, workshops, palestras e atividades infantis.

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Musicais no Cinema
MIS (Av. Europa, 158, Jd. Europa)
13/11 até 16/02/20
Terça a Sábado – 10h às 20h, Domingo e Feriado – 10h às 19h
$30
Classificação Livre
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COMMUNE: 15 ANOS

Considerada patrimônio imaterial de São Paulo desde 2015, a COMMUNE celebra sua trajetória com o lançamento do livro “Commune: 15 Anos” .

Sob autoria e organização de Augusto Marin e redação e revisão de Edileuza Pereira, Liniane Haag Brum e Rose Araújo, a publicação registra todo o processo de criação, pesquisa e formação da companhia, além da construção de sua sede, o trabalho de formação de jovens aprendizes e de espectadores e o diálogo com outros grupos do Brasil e do mundo. Com tiragem de 500 exemplares, o livro será distribuído gratuitamente no teatro e enviado para bibliotecas públicas, escolas de teatro, grupos, teatros, órgãos públicos, pontos de cultura e outros espaços culturais.

 “Ao longo de 15 anos de trajetória, a COMMUNE tornou-se um importante núcleo de pesquisa, produção, formação e intercambio teatral na cidade de São Paulo, com foco na linguagem das máscaras, na formação de jovens espectadores, no uso da improvisação, na comicidade física e na montagem e adaptação de obras clássicas. O livro trata da continuidade de uma proposta estética que investiga os cruzamentos e sobreposições entre a tradição da Commedia Dell’Arte e os matizes e personagens do teatro popular brasileiro, que coloca em prática um diálogo entre o saber erudito e o saber popular, na qual a poética resulta de um olhar crítico sobre a realidade”, explica Augusto Marin, diretor da companhia e um dos organizadores da publicação.

Para ilustrar essa história, o livro traz fotografias de André Murrer, Acauã Fonseca, Alexandre Castilho, Alicia Peres, Augusto Paiva, Augusto Marin, Bianca Vasconcellos, Camila Ventura, Éder Pires, Dani Coen, Emerson Natividade, Hamilton Penna, Jamil Kubruk, José Márcio C. Cruz, João Luis de Castro, Lucas Gomes, Maria Cristina Fontão, Marcela Meneguello, Marcelo Apontes, Michelle Mifano, Paulo Henrique, Rui Mendes, Sebastião de Souza, Tamara Simes e outros fotógrafos.

Para a atriz e organizadora Rose Araújo, um dos temas mais importantes apontados pelo livro é o Projeto Teatro Cidadão. “Nele jovens da periferia recebem uma ajuda de custo com transporte e alimentação para estudar teatro no Commune. E é interessante que os jovens não aprendem só a atuar, mas adquirem noções de cenografia, figurino, sonoplastia e iluminação, produção, técnicas de palco, e, no final, montam um espetáculo com um diretor profissional e se apresentam em curta temporada”, acrescenta. “Muitos desses jovens viraram atores, músicos, técnicos e trabalham no Commune ou em outros teatros e companhias pelo mundo a fora.”, acrescenta Augusto Marin.

Capítulo a Capítulo

O livro está dividido em sete capítulos que contam a história da companhia sem seguir uma ordem cronológica, mas a partir de diferentes temas. O “Ato 1: O Teatro e A Cidade” aborda a inauguração do teatro projetado por Cyro Del Nero em um terreno abandonado na Rua da Consolação e reúne depoimentos de vários amigos da trupe. No “Ato 2: Commune em Cena”, o leitor encontra uma retrospectiva sobre todos os espetáculos apresentados pelo grupo ao longo desses 15 anos, bem como as coproduções internacionais.

O capítulo “Ato 3: Teatro Cidadão: Arte, Cultura e Educação” relata a experiência da companhia com formação teatral gratuita de jovens aprendizes das periferias da cidade no projeto “Teatro Cidadão”. As trocas de experiências e residências com artistas internacionais como Enrico Bonavera (Itália), Donato Sartori (Itália), José Sanchis Sinisterra (Espanha), João Garcia Miguel (Portugal), Sonia Daniel (Argentina) e John Mowat (Inglaterra) são temas do “Ato 4: Projetos Especiais”, que ainda aborda projetos a criação do centro de aprimoramento da Funarte (CAT) para jovens artistas, o programa Escola na Cena para a formação de jovens espectadores na era digital, a criação da REDE de Teatros e Produtores Independentes e outras atividades.

Histórias engraçadas de camarim e imagens da reforma do espaço que abriga o teatro pautam o “Ato 5: Bastidores”. Já o “Ato 6: COMMUNE 15 anos” traça uma linha do tempo da trajetória do grupo ano a ano, desde a criação do grupo, passando pela construção do teatro. Finalmente, o “Ato 7: COMMUNE na Mídia” revela como a mídia brasileira pautou a trajetória da companhia.

O lançamento do livro Commune: 15 anos é possível graças ao projeto “Territórios da Imaginação: 15 anos de Resistência da Commune”, que foi contemplado pela 31ª edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo. Esta foi a primeira e única vez que o grupo foi contemplado pela lei ao longo de sua trajetória.

O lançamento do livro fecha com chave de ouro esse projeto fomentado, após a inauguração da Sala Adilson Barros e da Galeria Cyro del Nero, em homenagem a dois grandes ícones do teatro paulistano.

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SOBRE A COMMUNE – COLETIVO TEATRAL

Fundada em 2003, a COMMUNE é formada por um grupo de artistas produtores que cria e produz espetáculos a partir da pesquisa sobre a comédia física e visual, da linguagem da Commedia Dell’Arte, envolvendo música ao vivo e a releitura e adaptação de obras clássicas e peças do teatro italiano.

Algumas das principais produções do grupo são: “O Inspetor Geral” (2004), “A Verdadeira história de Adão e Eva” (2006), “Arlecchino” de Dario Fo (2007),  “Nem todo Ladrão vem para Roubar” de Dario Fo (2009), “O Mentiroso de Goldoni” (2010), “3 vezes A Igreja do Diabo” (2011), “A Greve das Pernas Cruzadas” (2012),  “Ton Sur Ton e Dois Pra Lá, Dois Prá Cá” de Mario Viana (2014), “Uma Roça de Verão” (2015 ), “A História do Amor da Donzela Teodora e o Valente Jeremias no Sertão de Lampião” (2015), “Anti-Comics, Descontruindo Super Heróis” de Sonia Daniel (2016), “Revisitando o Teatro de Revista – Oba!” (2016), “Histórias de Verão” (2017), Paulicéia Desvairada” (2018), “Morte e Vida Severina e João Cabral de Melo Neto” (2018), “Otelo” (2018) e “Na Cama com Molière – baseado em O Doente Imaginário” -, ambas com direção de John Mowat.

Em 2014, o COMPRESP e Patrimônio Histórico da Cidade de São Paulo declarou a COMMUNE um Bem Imaterial do Município de São Paulo, ao lado de outros 21 grupos teatrais da cidade.  Desde 2006, é um Ponto de Cultura.

O Teatro Commune é um espaço aberto para receber peças, shows, ensaios, cursos, eventos corporativos, comemorações, entre outros.

MUSICAL SOBRE AYRTON SENNA RODA POR RIO E SÃO PAULO

Uma caravana composta por um caminhão-palco exclusivo, além de outros veículos de produção, repletos de artistas se prepara para pegar a estrada pelo interior do país. A Stone, fintech de serviços financeiros, selou uma parceria com a Tenente Mendes e a Aventura, na qual fundaram uma nova companhia de teatro. Uma plataforma itinerante se apresentará a partir de novembro nas cidades de São José dos Campos, Taubaté e Guaratinguetá, em São Paulo, além de Resende e Volta Redonda, no Rio de Janeiro. O projeto é apresentado pelo Ministério da Cidadania e Stone, com produção da Tenente Mendes e coprodução Aventura.

A Stone sempre teve como um de seus grandes diferenciais a atenção e foco em ajudar pequenos e médios empreendedores do interior do Brasil a vender mais e gerir melhor o seu negócio para crescer sempre. Esse mesmo pensamento nos fez escolher essas cinco cidades que sempre nos acolheram para começarmos esse projeto grandioso, que levará cultura, entretenimento e lições de empreendedorismo”, explica Augusto Lins, presidente da Stone.

Em praças de cada cidade, um caminhão se transformará em palco com tecnologia de elevação de teto e estrutura impecável de iluminação e som para apresentação do espetáculo biográfico inédito “Ayrton Senna – O Musical”. Com dramaturgia de Ana Velloso e direção de Sérgio Modena e Gustavo Wabner, o musical conta a história de vida de um dos maiores pilotos de Fórmula 1 de todos os tempos, embalado por grandes nomes da música brasileira, como Roberto Carlos, Milton Nascimento, Seu Jorge, Paralamas do Sucesso e Caetano Veloso. “A história do Ayrton Senna irá inspirar a todos com sua determinação e resiliência, características essenciais, principalmente para donos de negócios”, conclui Augusto.

A cada semana, a partir do dia 01 de novembro, uma cidade diferente irá receber a Cia. Stone de Teatro, onde serão realizadas quatro apresentações gratuitas, sendo que uma delas será exclusiva para escolas da região.  Durante o final de semana, também serão oferecidas atividades para crianças, como contação de histórias e cinema, com filmes sobre o Senninha. Outro destaque serão os workshops de canto, dança e interpretação, com Reiner Tenente (coordenador pedagógico do projeto) e produção cultural, com Anita Carvalho, oferecendo oportunidades de aprendizados com nomes renomados do mercado de entretenimento. Boas risadas também não vão faltar. Durante a programação estão previstas sessões de stand up com Nelson Freitas, ator, produtor e humorista com 35 anos de carreira.

Sobre “Ayrton Senna, o musical”:

“Ayrton Senna – O Musical” é uma nova montagem, com texto de Ana Veloso, direção de Sérgio Modena e Gustavo Wabner, direção de movimento e coreografia de Roberta Serrado, direção musical de Tony Lucchesi e Cláudia Elizeu e figurino de Karen Brustolin. O elenco é formado por 12 atores/cantores/ dançarinos: Alex Martins, Alina Cunha, Ana Lobo, Augusto Volcato, Caio Lisboa, Gustavo Fagundes, Joana Mendes, Mateus Penna Firme (que interpretará o piloto), Reiner Tenente, Rhuan Santos, Sarah Plutarcho e Vitor Louzada.

A história do brasileiro Ayrton Senna, tricampeão mundial de Fórmula 1, o levou a ser reconhecido como um dos maiores pilotos de todos os tempos, herói nacional e ídolo internacional. A vida desse campeão, mundialmente consagrado, promete encantar a todos, com o elenco de novos talentos cantando clássicos da MPB, como “Johnny Furacão”, de Erasmo Carlos, “Eu Sou Terrível” (de Roberto e Erasmo) e “Calhambeque” (de Roberto Carlos). Não faltará também a música preferida do piloto, cantada por Bituca, “Canção da América”.

Outros clássicos da nossa música também poderão ser entoados pelas plateias que lotarem as praças, como “Tempo Rei” e “Andar com Fé”, de Gilberto Gil, “Coragem”, sucesso na voz de Diogo Nogueira, “Desesperar Jamais”, de Ivan Lins, “Alma de Guerreiro”, de Seu Jorge, “Velocidade”,  que foi cantada pelo Jota Quest, “Será que vai chover”, hit dos Paralamas do Sucesso e “Oração ao Tempo”, de Caetano Veloso, ajudam a abrilhantar a trilha sonora desse espetáculo musical, que promete emocionar a todos.  Não poderá faltar ainda o “Tema da Vitória”, com direito a imagens da primeira vitória de Ayrton Senna no Brasil.

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Cidades e datas:

São José dos Campos (SP) – 01 a 03 de novembro

Taubaté (SP) – 08 a 10 de novembro

Guaratinguetá (SP) – 15 a 17 de novembro

Resende (RJ) – 22 a 24 de novembro

Volta Redonda (RJ) – 29 de novembro a 01 de dezembro

Programação

Sexta-feira

Abertura

15H – Ayrton Senna, o musical – espetáculo especial para escolas

20H – Ayrton Senna, o musical – estreia para o público

Sábado

14H – Início das atividades infantis

15H – Cine Senninha

16H – Workshop produção cultural: Anita Carvalho

17H – Contação de histórias: Senninha

18H – Stand-up: Nelson Freitas, com Vida de Artista

20H – Ayrton Senna, o musical

Domingo

10H     – Início das atividades infantis

             – Workshop canto

11H     – Cine Senninha

11H30 – Workshop Dança

12H30 – Contação de histórias: Senninha

14H      – Cine Senninha

14H30  – Contação de histórias: Senninha

              – Workshop Interpretação

17H      – Show de artista local

19H      – Ayrton Senna, o musical

VIRADA SUSTENTÁVEL RIO 2019

No dia de Ação Global pela Agenda 2030 da ONU, 25 de outubro, foi lançada a programação da Virada Sustentável Rio 2019, a maior mobilização de cultura e educação para a sustentabilidade do Brasil. Diversos parceiros do festival estiveram no lançamento, que aconteceu na Casa Firjan. Meditação no Pão de Açúcar, um palco liderado por mulheres no Circo Voador e o Fórum Virada Sustentável são algumas das atrações entre as mais de 400 atividades gratuitas que acontecerão em aproximadamente 30 bairros da cidade, de 17 a 20 de outubro. A programação já está disponível no site  www.viradasustentavel.org.br.

O gerente de Sustentabilidade do Sistema Firjan, Jorge Peron, abriu as apresentações. “Estamos honrados pela parceria institucional com a Virada Sustentável, principalmente pelos nossos pontos de intersecção, que são o trabalho para o desenvolvimento, formação de valores e construção de uma sociedade mais justa e equilibrada. A Virada Sustentável é inclusiva, abrangente e social e tem o mesmo objetivo que o nosso, que é o de não deixar ninguém para trás”, disse.

A Virada Sustentável tem o propósito de aumentar o engajamento da sociedade em relação à sustentabilidade, unindo causas e organizações transformadoras. A programação é repleta de atividades culturais, exposições de artes visuais, shows musicais, oficinas, performances, atividades infantis, rodas de conversa e painéis de debate com temática ambiental, social e econômica. O eixo da programação são os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.

“O espírito da Virada Sustentável é fortalecer a rede de sustentabilidade. Hoje temos vários exemplos de patrocinadores que conheceram projetos durante a Virada, e de organizações que se conheceram no nosso festival e agora realizam projetos juntos. São várias as possibilidades de conexão e sinergia para a construção de uma cidade melhor para todos, e esse é o nosso melhor legado”, disse Renato Saraiva, diretor da Virada Sustentável no Rio de Janeiro.

Meditação nas Alturas | Bondinho Pão de Açúcar

No dia 17 de outubro (quinta-feira), às 7h, a Virada Sustentável começa no Bondinho Pão de Açúcar com uma grande atividade de meditação em um dos cenários mais inspiradores do Rio. E nos outros quatro dias de festival, estão programadas mais de cem atividades de saúde e bem-estar espalhados pela cidade como yoga restaurativa, constelação familiar, reiki, entre outras.

Palco Delas | Circo Voador

Uma noite comandada por mulheres no Circo Voador será um dos pontos altos da terceira edição da Virada Sustentável no Rio. A cirandeira mais famosa do mundo, Lia de Itamaracá, fará um encontro memorável com o Jongo da Serrinha. Também se apresentam a emblemática banda As Bahias e a Cozinha Mineira e o grupo lúdico e poético Slam das Minas RJ. A Feira Crespa marca presença com venda de artigos produzidos por empreendedoras e militantes da beleza negra. A programação no Circo Voador acontece no dia 17 de outubro, a partir das 19h.

Fórum Virada Sustentável | Casa Firjan

Nos dias 18 e 19 de outubro, o Fórum Virada Sustentável ocupa dois espaços da Casa Firjan: o Auditório e o Lab Cocriação. Cerca de 1500 pessoas são esperadas para debater questões sociais, econômicas e ambientais. Serão quase vinte painéis com especialistas em diversos temas, todos relacionados aos ODS. Amazônia, mudanças climáticas, segurança pública, educação, alimentação e fome zero, diversidade e equidade são alguns temas de exposição de ideias e debates.

Parque Lage e Sesc Tijuca

Arte, cultura, educação, promoção de saúde e bem-estar, ação e conhecimento são as bases das centenas de atividades que acontecem nos dias 18, 19 e 20 nestes dois endereços. No Parque Lage serão 11 espaços com atividades da Virada Sustentável, já o Sesc Tijuca reservou 9 locais para abrigar atividades, entre salas fechadas e espaços ao ar livre.

Alcance territorial

A Virada Sustentável tem o propósito de promover uma grande mobilização comunitária para a construção de uma sociedade mais justa, inclusiva e sustentável, por isso uma das características do festival é a realização de atividades em comunidades e bairros em todas as zonas da cidade. Esse objetivo é alcançado por meio da articulação e parceria com diversas organizações e coletivos sociais. Neste ano, a Virada Sustentável alcança mais de 30 bairros, de Sepetiba e Campo Grande, na zona oeste, a Ramos e Madureira, na zona norte, além das cidades de Niterói, São Gonçalo, Nova Iguaçu, Duque de Caxias e São João do Meriti.

Sobre a Virada Sustentável

A Virada Sustentável é um movimento de mobilização e educação para a sustentabilidade por meio do maior festival cultural sobre o tema do Brasil. A primeira edição no país aconteceu em 2011, em São Paulo. Hoje o festival já está em mais cinco cidades: Rio, Porto Alegre, Salvador, Fortaleza e Manaus.

O festival, idealizado por André Palhano e Mariana Amaral, envolve articulação e participação direta de organizações da sociedade civil, órgãos públicos, coletivos de cultura, movimentos sociais, equipamentos culturais, empresas, escolas e universidades, entre outros, com o objetivo de apresentar uma visão positiva e inspiradora sobre a sustentabilidade e seus diferentes temas para a população, além de reforçar as redes de transformação e impacto social existentes nas diferentes cidades.

OCUPAÇÃO ARENA CONTA AI-5

De 1 a 29/10, nos espaços do Teatro de Arena Eugênio Kusnet e da Cia. do Feijão, a Ocupação Arena Conta AI-5, organizada pelos artistas do Coletivo Ato de Resistência, trará em sua programação apresentações gratuitas e de contribuição livre, que colocam em pauta a discussão sobre o período histórico da ditadura civil-militar no Brasil e suas sequelas que perpetuam no período reacionário-conservador atual do país. Ao todo, mais de 50 atores e atrizes foram mobilizados para as ações da ocupação.

A ocupação Arena Conta AI-5 tem como objetivo resgatar memórias que estão sendo deixadas de lado por motivos políticos, todas as ações criam pontes políticas de reflexão entre o passado e o que acontece em nossos dias, acreditamos que a arte e a discussão sobre a arte são bases para uma sociedade mais justa e democrática”, afirma Paulo Maeda, um dos curadores da programação e diretor do espetáculo “AI-5, uma reconstituição cênica”, mote central da ocupação. “Buscamos convidar vozes múltiplas de caráter crítico e criativo. Pesquisando memória e resistência, o Coletivo conseguiu produzir diversos trabalhos e estabelecer parcerias que agora tomam o palco juntas”, complementa Renato Mendes, co-curador e proponente do projeto.

A peça “AI-5, uma Reconstituição Cênica”, que é a base temática da programação, foi criada em 2016, pós-golpe da presidenta Dilma Roussef, a partir da leitura da ata original e da escuta dos áudios da reunião do dia 13 de dezembro de 1968. Desde então, o espetáculo atualiza em sua dramaturgia a normatização da violência e dos discursos fascistas, preconceituosos, misóginos que surgem semanalmente na cobertura jornalística do cenário político brasileiro. “Do desgoverno Michel Temer e do atual presidente “democraticamente eleito” Jair Bolsonaro a peça ganha mais importância e uma urgência maior de que a história deve ser lembrada e de que paralelos devem ser feitos para reflexão e crítica entre artistas e espectadores”, complementa Maeda.

A ocupação também é uma homenagem ao próprio espaço que a recebe. No período em que esteve ativo de forma independente entre 1953 e 1972, o Teatro de Arena recebeu adaptações dos textos dramatúrgicos como “Liberdade, Liberdade”, de Millôr Fernandes e Flávio Rangel, e “Dois perdidos numa noite suja”, de Plínio Marcos, que estarão presentes em forma de leitura dramática, dirigidas por Caio Marinho e Rodolfo Morais, respectivamente. Além disso, pelos palcos do Arena também passou Augusto Boal, fundador do Teatro do Oprimido, gênero teatral que terá uma oficina de 4 encontros na programação do “Arena conta AI-5”, ministrados pelos artistas Danilo Minharro, Renato Mendes e Thales Alves. Entre os convidados para as mesas de debate, Celso Frateschi, ator e diretor que fez parte do Teatro de Arena nos anos de 1970.

A programação também conta com diversas mesas de debates que discutem o cenário atual do teatro e da política brasileira também terão a participação de Mariana Rossell, Artur Mattar, Mariana Rossel e Osmar Araújo, Adriano Diogo, Amelinha Teles e Rosalina Santa Cruz, Rodrigo Mercadante, Vera Lamy, Caio Marinho, Luiz Carlos Moreira, Julia Gumieri, Thalita Duarte, Ruivo, Ave Terrena, Rui Leon e Felipe Henrique Gonçalves.

No entanto, trazendo a pauta para questionamentos atuais da sociedade e censuras cada vez mais latentes, a ocupação realizará todas às sexta o “Arena Aberta”, um espaço democrático e poético de manifestações artísticas aberto com prioridade para grupos e artistas periféricxs convidadxs. A curadoria da atividade é de Letícia Negretti, Thammy Alonso, Lucas Scandura e Fernando Pernambuco.

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Programação:

01/10 – Terça-feira

Extensão Arena Conta AI-5 – Cia. do Feijão

Ciclo de Leituras Dramáticas – A Política em Cena

20h: Bailei na Curva (Júlio Conte)

Direção: Thales Alves

Elenco: Beatriz Porto, Juliane Maria, Letícia Negretti, Lucas Leite, Priscila Ioli, Rafael Castro, Rodolfo Morais.

Sinopse: Bailei na Curva apresenta em planos simultâneos a evolução de um grupo de crianças nos anos 60, sua juventude nos anos 70 chegando à fase adulta nos anos 1980. Aborda questões relacionadas à política, à identidade e à sexualidade desses jovens. O pano de fundo é o golpe civil-Militar de 1964 e seus desdobramentos. A peça revela através de cenas ágeis e cortes épicos, a angústia e o sofrimento gerados, tanto na sociedade, como na vida íntima de milhares de brasileiros.

Duração: 110 minutos

Classificação: 14 anos

Entrada Franca

02/10 – Quarta-feira

19h: Debate-papo: O Teatro como Frente Política – História do Teatro Engajado no Brasil

com Mariana Rossell, Artur Mattar, Mônica Raphael e Osmar Araújo

Entrada Franca

03/10 – Quinta-feira

Ciclo de Leituras Dramáticas – A Política em Cena

19h: O Novo Sistema (Hilda Hilst)

Direção: Thammy Alonso

Assistente de Direção e Técnico: Rafael Castro

Elenco: Ana Pereira, Danilo Minharro, Letícia Negretti, Lucas Scandura, Paulo Maeda, Ramon Gustaff, Renato Mendes, Rodolfo Morais e Thiago Marques

Sinopse: Em uma sociedade distópica, dominada pelo autoritarismo e pelo culto fanático à Ciência, um garoto tenta entender porque homens são amarrados e executados em praça pública, para desespero de seus pais, que temem as consequências do “desvio de conduta” do filho.

Duração: 70 minutos

Classificação: 12 anos

Entrada Franca

20h30: Eclipse das Cabeças (Danilo Minharro)

Direção: Danilo Minharro

Elenco: Caio Marinho, Letícia Negretti, Paulo Maeda, Renato Mendes, Rodolfo Morais e Thammy Alonso

Sinopse: Uma colagem de três textos icônicos sobre revolução e repressão. Os textos, que foram escritos e se passam em momentos distintos da história ilustram, por um lado a quebra de paradigmas de determinado tempo, e por outro, a reciclagem do obscurantismo e da repressão sob outras formas.

Duração: 90 minutos

Classificação: 12 anos

Entrada Franca

04/10 – Sexta-feira

16h: Espetáculo AI-5: Uma Reconstituição Cênica (apresentação para público estudantil)

19h: Arena Aberta

Sinopse: Espaço democrático e poético de manifestações artísticas aberto para grupos e artistas convidadxs. Cada semana uma programação diferente.

Classificação: 14 anos

Duração: 150 minutos aprox

Entrada: Ingresso Consciente

05/10 – Sábado

14h: Oficina Teatro do Oprimido para atores e não atores

OFICINA DE TEATRO DA PESSOA OPRIMIDA NO ARENA

Condução: Danilo Minharro, Renato Mendes e Thales Alves

O Teatro do Oprimido é uma metodologia teatral influenciada fortemente pela Educação Popular de Paulo Freire. Por meio da prática teatral, visa o empoderamento de grupos socialmente oprimidos. Foi criado por Augusto Boal, dramaturgo mundialmente conhecido, nomeado Embaixador Mundial do Teatro pela UNESCO, em 2009. O Teatro do Oprimido vem sendo amplamente utilizado por profissionais das areas da Educação, Saúde e Assistência social de todo o mundo, tendo reconhecida efetividade como ferramenta para o fortalecimento de vínculos e o desenvolvimento de processos de convivência e pertencimento do meio social. Seu objetivo é promover um processo de experiênciação das práticas do T.O., podendo ou não resultar em uma apresentação pública.

A Oficina terá duração de 4 encontros, sempre aos sábados, entre os dias 05 e 26 de outubro, das 14h às 18h.

18h: Cineclube 6ª Arte – O Teatro no Cinema

Discussão sobre interseções entre teatro, cinema e ditadura.

O que pode a cultura frente à barbárie?

Classificação: 14 anos

Duração: 120 minutos

Entrada Franca

20h30: Espetáculo AI-5: Uma Reconstituição Cênica

Direção: Paulo Maeda

Assistência de Direção: Letícia Negretti e Rodolfo Morais

Elenco: André Castelani, Michel Galiotto, Felipe Lima, Thales Alves, Renato Mendes, Danilo Minharro, Lucas Scandura, Lui Seixas, Gero Santana, Dover Buzoni, Eluane Fagundes, Rafael Augusto, Renan Alves, Felipe Tercetto, Rafael Castro, Mario Panza, Rodolfo Morais, Thiago Marques, Paulo Gircys, Luiz Campos e Silvia Souza

Sinopse: No dia 13 de dezembro de 1968 o presidente Costa e Silva chamou seus ministros para ler e aprovar o projeto do Ato Institucional número 5. A partir da ata

e dos áudios dessa reunião 21 artistas reproduzem a reproduzem e se utilizam de licenças poéticas para criar uma ponte com o momento político atual.

Classificação: 14 anos

Duração: 100 minutos

Entrada: Ingresso Consciente

06/10 – Domingo

14h: Oficina Teatro Documentário

Condução: Paulo Maeda, Roberto Mello e Fernando Pernambuco

Como criar poéticas a partir de documentos? Arquivos guardados (ou escondidos) que a princípio estariam carregados de burocracia e formalidades serão pensados e discutidos em coletivo para serem re-utilizados. A oficina investiga a transformação do real em ficção e quais as potencialidades desse encontro. Documentos oficiais apresentados pelos orientadores e materiais a serem pesquisados e caçados pelxs oficineirxs. A oficina terá duração de 4 encontros, sempre aos domingos, entre os dias 06 e 27 de outubro, das 14h as 18h.

Público alvo: atores/atrizes e estudantes de teatro e performance. Inscrições até dia 04 de outubro.

Número de vagas: 15
Inscrições pelo e-mail oficinadocteatro@gmail.com até o dia 05

19h: Espetáculo AI-5: Uma Reconstituição Cênica

Direção: Paulo Maeda

Assistência de Direção: Letícia Negretti e Rodolfo Morais

Elenco: Ricardo Socalschi, Michel Galiotto, Fernando Pernambuco, Dover Buzoni, Renato Mendes, Danilo Minharro, Lucas Scandura, Mario Panza, Gero Santana, Thales Alves,

Plínio Flima, Rafael Augusto, Renan Alves, Felipe Tercetto, Rafael Castro, Ramon Gustaff, Rodolfo Morais, Thiago Marques, Roberto Mello, Luiz Campos e Grasielli Gontijo

Sinopse: No dia 13 de dezembro de 1968 o presidente Costa e Silva chamou seus ministros para ler e aprovar o projeto do Ato Institucional número 5. A partir da ata

e dos áudios dessa reunião 21 artistas reproduzem a reproduzem e se utilizam de licenças poéticas para criar uma ponte com o momento político atual.

Classificação: 14 anos

Duração: 100 minutos

Entrada: Ingresso Consciente

20h30: Conversa com Adriano Diogo, Amelinha Teles e Rosalina Santa Cruz

08/10 – Terça-feira

Extensão Arena Conta AI-5 – Cia. do Feijão

Ciclo de Leituras Dramáticas – A Política em Cena

20h: Um Elefante no Caos (Millôr Fernandes)

Direção: Lucas Scandura

Elenco: Ana Pereira, Gero Santana, Michele Rodrigues, Pedro Stempniewski, Ricardo Socalschi e Rodolfo Morais

Sinopse: “Um elefante no caos” se passa em 1955, numa ilha. A ação acontece dentro de um apartamento cujas paredes estão permanentemente quentes. A peça – que por vezes entra em clima de fantasia – mostra um contexto sócio-político premonitório aos acontecimentos que culminariam no Golpe de 1964.

Duração: 120 minutos

Classificação: 12 anos

Entrada Franca

09/10 – Quarta-feira

19h: Debate-papo: Formas de Produção, Formas de (R)Existência – Quem somos? O que produzimos?

com Rodrigo Mercadante, Vera Lamy, Caio Marinho, Luiz Carlos Moreira

Entrada Franca

10/10 – Quinta-feira

Ciclo de Leituras Dramáticas – A Política em Cena

20h00: A Revolução Partida (Murilo Dias Cesar)

Direção: Roberto Borenstein

Elenco: Renato Mendes, Ricardo Socalschi e Roberto Borenstein

Sinopse: Num país imaginário e numa época não definida, dois ex-integrantes do alto escalão de um governo revolucionário são presos e submetidos a interrogatórios, acusados de serem contra-revolucionários.

Duração: 60 minutos

Classificação: 14 anos

Entrada Franca

11/10 – Sexta-feira

20h: Arena Aberta

Sinopse: Espaço democrático e poético de manifestações artísticas aberto para grupos e artistas convidadxs. Cada semana uma programação diferente.

Classificação: 14 anos

Duração: 150 minutos aprox

Entrada: Ingresso Consciente

12/10 – Sábado

14h: Oficina Teatro do Oprimido para atores e não atores

OFICINA DE TEATRO DA PESSOA OPRIMIDA NO ARENA

Condução: Danilo Minharro, Renato Mendes e Thales Alves

O Teatro do Oprimido é uma metodologia teatral influenciada fortemente pela Educação Popular de Paulo Freire. Por meio da prática teatral, visa o empoderamento de grupos socialmente oprimidos. Foi criado por Augusto Boal, dramaturgo mundialmente conhecido, nomeado Embaixador Mundial do Teatro pela UNESCO, em 2009. O Teatro do Oprimido vem sendo amplamente utilizado por profissionais das áreas da Educação, Saúde e Assistência social de todo o mundo, tendo reconhecida efetividade como ferramenta para o fortalecimento de vínculos e o desenvolvimento de processos de convivência e pertencimento do meio social. Seu objetivo é promover um processo de experiênciação das práticas do T.O., podendo ou não resultar em uma apresentação pública.

A Oficina terá duração de 4 encontros, sempre aos sábados, entre os dias 05 e

26 de outubro, das 14h às 18h.

18h: Experimento da Companhia do Feijão: “A Mãe, Canções para Acordar B.Brecht”

Texto e Direção: Vera Lamy

Direção Musical: Lincoln Antonio

Orientação Artística: Pedro Pires

Em cena (núcleo artístico Cia. do Feijão): Eduardo Schlindwein, Eugenia Cecchini, Vera Lamy e Zernesto Pessoa

Em cena (artistas convidados): Bruno Miotto, Clara Kok, João Attuy e Luiz Viola

Músicas: Lincoln Antonio e Vera Lamy

Sonoplastia: Pedro Semeghini

Sinopse: Pocket show musical, com algumas das canções do espetáculo. Exibição de filme-piloto presente na encenação. Trechos de cenas narrativas.

A obra em construção será finalizada como um cabaré-espetáculo-musical inspirado no romance A mãe, de M. Gorki, e na peça homônima de Bertolt Brecht. Nele, a Mãe se encontra no Brasil e torna-se atração de números e canções. Guiada, assim como nas obras que nos inspiraram, pelo seu aprendizado, observando e tornando seu o caminho escolhido pelo filho, agora não mais um operário, mas um escritor de peças. A mãe, já revolucionada, e um coro de seus “descendentes” apresentam canções de resistência poéticas, construindo um manifesto dos nossos tempos a partir do teatro proposto pelo filho: uma reflexão sobre o movimento perverso de funcionamento das relações humanas e a necessidade da desnaturalização destas relações.

20h30: Espetáculo AI-5: Uma Reconstituição Cênica

Direção: Paulo Maeda

Assistência de Direção: Letícia Negretti e Rodolfo Morais

Elenco: Ricardo Socalschi, Dagoberto Macedo, Fernando Pernambuco, Dover Buzoni, Renato Mendes, Felipe Tercetto, Lucas Scandura, Danilo Minharro, Guilherme Conradi,

Thales Alves, Plínio Flima, Caio Marinho, Michel Galiotto, Rodolfo Morais, Rafael Castro, Ramon Gustaff, Pedro Felício, Thiago Marques, Roberto Mello, Lécio Rabello

e Jamile Rai

Sinopse: No dia 13 de dezembro de 1968 o presidente Costa e Silva chamou seus ministros para ler e aprovar o projeto do Ato Institucional número 5. A partir da ata e dos áudios dessa reunião 21 artistas reproduzem a reproduzem e se utilizam de licenças poéticas para criar uma ponte com o momento político atual.

Classificação: 14 anos

Duração: 100 minutos

Entrada: Ingresso Consciente

13/10 – Domingo

14h: Oficina Teatro Documentário

Condução: Paulo Maeda, Roberto Mello e Fernando Pernambuco

Como criar poéticas a partir de documentos? Arquivos guardados (ou escondidos) que a princípio estariam carregados de burocracia e formalidades serão pensados e  discutidos em coletivo para serem re-utilizados. A oficina investiga a transformação do real em ficção e quais as potencialidades desse encontro. Documentos oficiais apresentados pelos orientadores e materiais a serem pesquisados e caçados pelxs oficineirxs. A oficina terá duração de 4 encontros, sempre aos domingos, entre os dias 06 e 27 de outubro, das 14h as 18h. Público alvo: atores/atrizes e estudantes de teatro e performance. Inscrições até dia 04 de outubro. Número de vagas: 15

Inscrições pelo e-mail oficinadocteatro@gmail.com até o dia 05

19h: Espetáculo AI-5: Uma Reconstituição Cênica

Direção: Paulo Maeda

Assistência de Direção: Letícia Negretti e Rodolfo Morais

Elenco: Ricardo Socalschi, Dagoberto Macedo, Fernando Pernambuco, Dover Buzoni, Renato Mendes, Danilo Minharro, Lucas Scandura, Mario Panza, Rodolfo Morais, Thales

Alves, Gero Santana, Caio Marinho, Michel Galiotto, Felipe Tercetto, Rafael Castro, Ramon Gustaff, Pedro Felício, Thiago Marques, Roberto Mello, Luiz Campos e Thammy

Alonso

Sinopse: No dia 13 de dezembro de 1968 o presidente Costa e Silva chamou seus ministros para ler e aprovar o projeto do Ato Institucional número 5. A partir da ata e dos áudios dessa reunião 21 artistas reproduzem a reproduzem e se utilizam de licenças poéticas para criar uma ponte com o momento político atual.

Classificação: 14 anos

Duração: 100 minutos

Entrada: Ingresso Consciente

20h30: Conversa com Julia Gumieri

15/10 – Terça-feira

Ciclo de Leituras Dramáticas – A Política em Cena

20h30: Dois Perdidos numa Noite Suja (Plínio Marcos)

Direção: Rodolfo Morais

Projeção: Panamérica Filmes – Barbara Morais e Marcelo Eme

Elenco: Danilo Minharro e Henrique Cardoso

Sinopse: Dois personagens – Paco e Tonho – dividem um quarto numa hospedaria

barata a noite e durante o dia trabalham de carregadores no mercado. No quarto em que convivem, todas as noites eles discutem sobre suas vidas, trabalho e perspectivas, mantendo uma relação conflituosa.

Duração: 80 minutos

Classificação: 14 anos

Entrada Franca

16/10 – Quarta-feira

19h: Debate-papo: Periferia e Corpos Periféricos – Vozes que o AI-5 tentou calar

com Thalita Duarte, Ruivo Lopes, Ave Terrena

Entrada Franca

17/10 – Quinta-feira

Ciclo de Leituras Dramáticas – A Política em Cena

19h: A Mancha Roxa (Plínio Marcos)

Direção: Letícia Negretti

Elenco: Ciça Coutinho, Marina Affarez, Natalia Bonilha, Shadiyah Becker, Priscila Ioli e

Silvia Sousa e Juliane Maria.

Sinopse: Em uma cela de presídio feminino, a convivência entre as detentas fica tensa e violenta depois de descobrirem uma mancha roxa, um indício de uma doença altamente transmissível e sem cura (uma analogia à AIDS), em uma das presas.

Duração: 70 minutos

Classificação: 14 anos

Entrada Franca

20h30: Liberdade, Liberdade (Millôr Fernandes e Flávio Rangel)

Direção: Caio Marinho

Elenco: Caio Marinho, João Attuy, Karen Menatti, Laruama Alves e Rebeka Teixeira

Sinopse: Liberdade, Liberdade recorre a textos de vários autores sobre o tema que dá a título a peça, entremeados por números musicais. Cinco atores interpretam 57 personagens e se revezam na interpretação de textos de Jean-Louis Barrault, Geir Campos, Billy Blanco, Robert Thompson, Baden Powell de Aquino, Aristóteles, Manuel Bandeira, Ascenço Ferreira, Jean Vilar, Osório Duque Estrada, Noel Rosa, Dorival Caymmi, Sócrates, entre outros.

Duração: 90 minutos

Classificação: Livre

Entrada Franca

18/10 – Sexta-feira

20h: Arena Aberta

Sinopse: Espaço democrático e poético de manifestações artísticas aberto para grupos e artistas convidadxs. Cada semana uma programação diferente.

Classificação: 14 anos

Duração: 150 minutos aprox

Entrada: Ingresso Consciente

19/10 – Sábado

14h: Oficina Teatro do Oprimido para atores e não atores

OFICINA DE TEATRO DA PESSOA OPRIMIDA NO ARENA

Condução: Danilo Minharro, Renato Mendes e Thales Alves

O Teatro do Oprimido é uma metodologia teatral influenciada fortemente pela Educação Popular de Paulo Freire. Por meio da prática teatral, visa o empoderamento de grupos socialmente oprimidos. Foi criado por Augusto Boal, dramaturgo mundialmente conhecido, nomeado Embaixador Mundial do Teatro pela UNESCO, em 2009. O Teatro do Oprimido vem sendo amplamente utilizado por profissionais das áreas da Educação, Saúde e Assistência social de todo o mundo, tendo reconhecida efetividade como ferramenta para o fortalecimento de vínculos e o desenvolvimento de processos de convivência e pertencimento do meio social. Seu objetivo é promover um processo de experiênciação das práticas do T.O., podendo ou não resultar em uma apresentação pública.

A Oficina terá duração de 4 encontros, sempre aos sábados, entre os dias 05 e

26 de outubro, das 14h às 18h.

18h: Cineclube 6ª Arte – O Teatro no Cinema

Discussão sobre interseções entre teatro, cinema e ditadura.

O que pode a cultura frente à barbárie?

Classificação: 14 anos

Duração: 120 minutos

Entrada Franca

20h30: Espetáculo AI-5: Uma Reconstituição Cênica

Direção: Paulo Maeda

Assistência de Direção: Letícia Negretti e Rodolfo Morais

Elenco: Ricardo Socalschi, André Castelani, Fernando Pernambuco, Roberto Borenstein, Renato Mendes, Dover Buzoni, Lucas Scandura, Danilo Minharro, Guilherme Conradi,

Thales Alves, Gero Santana, Caio Marinho, Alexander Vestri, Felipe Tercetto, Rafael Castro, Ramon Gustaff, Cristiano Alfer, Thiago Marques, Roberto Mello, André

Hendges e Letícia Negretti

Sinopse: No dia 13 de dezembro de 1968 o presidente Costa e Silva chamou seus ministros para ler e aprovar o projeto do Ato Institucional número 5. A partir da ata e dos áudios dessa reunião 21 artistas reproduzem a reproduzem e se utilizam de licenças poéticas para criar uma ponte com o momento político atual.

Classificação: 14 anos

Duração: 100 minutos

Entrada: Ingresso Consciente

20/10 – Domingo

14h: Oficina Teatro Documentário

Condução: Paulo Maeda, Roberto Mello e Fernando Pernambuco

Como criar poéticas a partir de documentos? Arquivos guardados (ou escondidos) que a princípio estariam carregados de burocracia e formalidades serão pensados e discutidos em coletivo para serem re-utilizados. A oficina investiga a transformação do real em ficção e quais as potencialidades desse encontro. Documentos oficiais apresentados pelos orientadores e materiais a serem pesquisados e caçados pelxs oficineirxs. A oficina terá duração de 4 encontros, sempre aos domingos, entre os dias 06 e 27 de outubro, das 14h as 18h.

Público alvo: atores/atrizes e estudantes de teatro e performance.

Inscrições até dia 04 de outubro.

Número de vagas: 15

Inscrições pelo e-mail oficinadocteatro@gmail.com até o dia 05

19h: Espetáculo AI-5: Uma Reconstituição Cênica

Direção: Paulo Maeda

Assistência de Direção: Letícia Negretti e Rodolfo Morais

Elenco: Ricardo Socalschi, André Castelani, Fernando Pernambuco, Roberto Borenstein, Renato Mendes, Dover Buzoni, Lucas Scandura, Danilo Minharro, Gero Santana, Thales Alves, Plinio Flima, Caio Marinho, Alexander Vestri, Felipe Tercetto, Rafael Castro, Ramon Gustaff, Cristiano Alfer, Thiago Marques, Roberto Mello, André Hendges e Letícia Negretti

Sinopse: No dia 13 de dezembro de 1968 o presidente Costa e Silva chamou seus ministros para ler e aprovar o projeto do Ato Institucional número 5. A partir da ata e dos áudios dessa reunião 21 artistas reproduzem a reproduzem e se utilizam de licenças poéticas para criar uma ponte com o momento político atual.

Classificação: 14 anos

Duração: 100 minutos

Entrada: Ingresso Consciente

20h30: Conversa com Rui Leon e Felipe Henrique Gonçalves

22/10 – Terça-feira

14h: Ônibus-livraria Rizoma

Extensão Arena Conta AI-5 – Cia. do Feijão

Ciclo de Leituras Dramáticas – A Política em Cena

20h: Cadeiras Proibidas (André Castelani)

Direção: André Castelani

Elenco: Thaís Natel, Dover Buzoni, Douglas Litaldi, Andrezza Rebuti, Danilo Rodriguez, Maria Lúcia Branco,  Sil Fagundes e Hudson Bonilha

Standings: Lucas Profirio e Carol Campos

Sinopse: Em contexto totalitário e por meio do realismo fantástico o texto narra os absurdos de num país altamente tecnocrático.  Escrito em 1976 por Ignácio de Loyola Brandão e adaptado por André Castelani.

Duração: 60 minutos

Classificação: 14 anos

Entrada Franca

23/10 – Quarta-feira

14h: Ônibus-livraria Rizoma

19h: Debate-papo: Censura – o AI-5 ontem e hoje

com Rudifran Pompeu, Biagio Pecorelli e Celso Frateschi

Entrada Franca

24/10 – Quinta-feira

14h: Ônibus-livraria Rizoma

Ciclo de Leituras Dramáticas – A Política em Cena

19h: Habeas Porcus (Lucas Venturin)

Direção: Cristiano Alfer

Elenco: Michel Galiotto, Letícia Negretti e Thiago Marques

Sinopse: Ficção onde um famoso e falecido ex delegado do Dops não morreu, envelheceu e mora com a esposa em um sítio, onde cria porcos. Ele tem como ajudante um ex cabo. Já velho, o ex-delegado, está sofrendo lapsos de memória. Quando acontece, volta no tempo e, confundindo seus porcos com prisioneiros políticos, passa a torturá-los.

Duração: 60 minutos

Classificação: 14 anos

Entrada Franca

20h30: Mumu, a Vaca Metafísica (Marcílio Moraes)

Direção: Renato Mendes

Elenco: Amanda Gamba, Caio Marinho, Jamile Rai, Nathália Bonilha e Thales Alves

Sinopse: Um casal de classe média recebe a feliz notícia de que sua amada filha voltará do internato e morará com eles. O conflito entre as diferenças de cada geração se intensifica quando a jovem não compreende, e tenta esconder de todos, o que considera o terrível segredo da família: há uma vaca morando em algum lugar na casa.

Duração: 100 minutos

Classificação: Livre

Entrada Franca

25/10 – Sexta-feira

14h: Ônibus-livraria Rizoma

20h: Arena Aberta

Sinopse: Espaço democrático e poético de manifestações artísticas aberto para grupos e artistas convidadxs. Cada semana uma programação diferente.

Classificação: 14 anos

Duração: 150 minutos aprox

Entrada: Ingresso Consciente

26/10 – Sábado

09h: Ônibus-livraria Rizoma

14h: Oficina Teatro do Oprimido para atores e não atores

OFICINA DE TEATRO DA PESSOA OPRIMIDA NO ARENA

Condução: Danilo Minharro, Renato Mendes e Thales Alves

O Teatro do Oprimido é uma metodologia teatral influenciada fortemente pela Educação Popular de Paulo Freire. Por meio da prática teatral, visa o empoderamento de grupos socialmente oprimidos. Foi criado por Augusto Boal, dramaturgo mundialmente conhecido, nomeado Embaixador Mundial do Teatro pela UNESCO, em 2009. O Teatro do Oprimido vem sendo amplamente utilizado por profissionais das areas da Educação, Saúde e Assistência social de todo o mundo, tendo reconhecida efetividade como ferramenta para o fortalecimento de vínculos e o desenvolvimento de processos de convivência e pertencimento do meio social. Seu objetivo é promover um processo de experiênciação das práticas do T.O., podendo ou não resultar em uma apresentação pública.

A Oficina terá duração de 4 encontros, sempre aos sábados, entre os dias 05 e 26 de outubro, das 14h às 18h.

17h: Lançamento Slam da Autonomia

20h30: Espetáculo AI-5: Uma Reconstituição Cênica

Direção: Paulo Maeda

Assistência de Direção: Letícia Negretti e Rodolfo Morais

Elenco: Ricardo Socalschi, André Castelani, Fernando Pernambuco, Roberto Borenstein, Heitor Gomes, Francisco Damasceno, Lucas Scandura, André Pastore, Rui Condeixa Xavier, Dover Buzoni, Gero Santana, Rafael Augusto, Emerson Grotti, Pedro Felício, Rafael Castro, Mario Panza, Cristiano Alfer, Thiago Marques, Roberto Mello, Mario Spatizziani e Ana Pereira

Sinopse: No dia 13 de dezembro de 1968 o presidente Costa e Silva chamou seus ministros para ler e aprovar o projeto do Ato Institucional número 5. A partir da ata e dos áudios dessa reunião 21 artistas reproduzem a reproduzem e se utilizam de licenças poéticas para criar uma ponte com o momento político atual.

Classificação: 14 anos

Duração: 100 minutos

Entrada: Ingresso Consciente

27/10 – Domingo

09h: Ônibus-livraria Rizoma

14h: Oficina Teatro Documentário

Condução: Paulo Maeda, Roberto Mello e Fernando Pernambuco

Como criar poéticas a partir de documentos? Arquivos guardados (ou escondidos) que a princípio estariam carregados de burocracia e formalidades serão pensados e  discutidos em coletivo para serem re-utilizados. A oficina investiga a transformação do real em ficção e quais as potencialidades desse encontro. Documentos oficiais apresentados pelos orientadores e materiais a serem pesquisados e caçados pelxs oficineirxs. A oficina terá duração de 4 encontros, sempre aos domingos, entre os dias 06 e 27 de outubro, das 14h as 18h.

Público alvo: atores/atrizes e estudantes de teatro e performance.

Inscrições até dia 04 de outubro.

Número de vagas: 15

Inscrições pelo e-mail oficinadocteatro@gmail.com até o dia 05

17h: Show “Macho” – O masculino em reconstrução

Macho que é macho é, antes de tudo, um homem, com suas angústias, anseios, medos, dores, felicidades, enfim, com várias emoções e sentimentos e com uma complexidade muito maior do que o “padrão”, a “fôrma” da sociedade machista impõe. O show MACHO é pensado e construído a partir de um apanhado de poesias e canções nas quais os autores se propuseram, e se permitiram, um mergulho mais profundo em suas próprias masculinidades e no que significa ser homem.

Performance: Lucas Scandura

Direção artística: Dagoberto Macedo e Silvia Mendes

Duração: 80 minutos

Classificação: 14 anos

Entrada: Ingresso Consciente

19h: Ensaio Aberto Arena Cont(r)a AI-5

Direção: Paulo Maeda

Elenco: Ana Pereira, Beatriz Diaféria, Denise Muramatso, Diane Boda, Elaine Gosta, Elisete Santos, Gabi Costa, Grasielli Gontijo, Jamile Rai, Juliana Sanches, Júnia Magi, Letícia Negretti, Lúcia Branco, Mara Helleno, Marba Goicochea, Nathália Bonilha, Sofia Botelho, Teka Romualdo e Thammy Alonso Sinopse: A peça-depoimento dá espaço a vozes caladas pelo Ato Institucional número 5, no lugar de homens que decidiram qual seria o futuro da nação, esse ensaio aberto pretende apresentar as mulheres que lutaram e viveram na ditadura civil-militar, criando pontos de conexão e reflexão com o que acontece hoje.

Duração: 100 minutos

Classificação: 14 anos

Entrada: Ingresso Consciente

20h30: Conversa com Elenco

29/10 – Terça-feira

Extensão Arena Conta AI-5 – Cia. do Feijão

Ciclo de Leituras Dramáticas – A Política em Cena

20h: A Cacatua Verde (Arthur Schnitzler)

Direção: Fernando Pernambuco

Elenco: Lucas Scandura, Roberto Borenstein, Letícia Negretti, Thales Alves, Jamile Rai, Rafael Castro e Dover Buzoni

Sinopse: Em pleno 14 de julho de 1789, em uma taverna em Paris um grupo de atores se apresenta na taberna Cacatua Verde. O público se mistura com os atores e se cria

um ambiente onde a realidade se mistura com a ficção.

Duração: 90 minutos

Classificação: 14 anos

Entrada Franca

Serviços:

Local: Teatro de Arena – Eugênio Kusnet
Endereço: Rua Teodoro Baima, 98, República

Acessibilidade: possui
Estacionamento: Não tem
Capacidade: 99 lugares

Formas de pagamento: Dinheiro e Cartão

Local: Cia. do Feijão

Endereço: Rua Teodoro Baima, 68, República

Acessibilidade: possui
Estacionamento: Não tem
Capacidade: 70 lugares

Formas de pagamento: Dinheiro e Cartão