#EuValorizo SESC e SENAC

Este abaixo-assinado tem por objetivo respaldar, apoiar e fortalecer a atuação do Serviço Social do Comércio (Sesc), do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) em todo o Brasil, e de todo Sistema Comércio, composto pela Confederação Nacional do Comércio – CNC, Federações, Sindicatos, Sesc e Senac.

O Sistema Comércio faz parte da vida de milhões de brasileiros, seja na oferta de cursos profissionalizantes, nas atrações culturais ou no acesso a ações de saúde e qualidade de vida e na defesa e representação dos empresários com Comércio de Bens, Serviços e Turismo.

Ao assinar este documento, cada brasileiro está contribuindo para tornar ainda mais fortes tanto o Sesc quanto o Senac, ajudando a garantir a continuidade de um trabalho que valoriza os trabalhadores do comércio e suas famílias, gerando desenvolvimento e promovendo ações de educação, alimentação, saúde, cultura,
esporte e lazer em todo o território nacional.

 

LANÇAMENTO LIVRO “MEMÓRIAS SINCERAS”

Por quase cinco anos, Leilah Assumpção revolveu sua memória para pinçar o que mais lhe saltava à mente para compartilhar com os leitores: os bons e velhos amigos, o início de carreira, a família, as escolhas profissionais; histórias tristes e dolorosas, passagens de chorar de rir que compõem uma face mais íntima de sua vida e dos seus 50 anos dedicados ao teatro.

Dispostas em 15 capítulos curtos e sem se prender a uma sequência cronológica, as Memórias sinceras de Leilah desenham, quase em estilo de crônicas, toda a história de uma geração atuante no cenário brasileiro cultural, no teatro, na TV e no cinema. Estão no livro Leila Diniz, Odete Lara (sua melhor amiga por anos), Zé Celso, José Vicente, Antonio Bivar, Consuelo de Castro, Clóvis Bueno, Ruth Escobar, Antunes Filho, Flavio Rangel, Irene Ravache, Marieta Severo, Aderbal Freire Filho, Marcos Caruso e Vera Holtz (dupla que neste momento está em cartaz em Lisboa, com Intimidade indecente, sucesso de público onde quer que aporte).

As festas, os amigos que se tornaram famosos, sua origem como manequim do costureiro Dener, as terríveis lembranças dos duros anos de ditadura, o enfrentamento com a censura, tudo está no livro. E, pasme com essa revelação: Leilah também foi atleta campeã de saltos ornamentais em trampolim.

Leilah Assumpção conquistou reconhecimento como dramaturga, sobretudo por ressignificar em seus textos o papel da mulher na sociedade. Desde sua estreia com  Fala baixo senão eu grito, em 1969,  já mostrava que sua principal vocação estava em compor personagens femininas densas em busca do autoconhecimento e da liberdade. Ganhou com esta peça o Molière de melhor texto. O crítico Sábato Magaldi observou: “disposta a colocar em xeque determinadas posturas assumidas no mundo do trabalho e no espaço familiar, a autora voltou-se para os problemas existenciais da mulher imersa numa estrutura política ditatorial”.

Antes de 1969, já havia escrito Vejo um vulto na janela, me acudam que sou donzela (1964) e Use pó de arroz Bijou (1968). Continuou com Jorginho, o machão (1970) e Amanhã, Amélia, de manhã (1973), que foi rebatizada como Roda cor de roda (1975). Mais títulos foram se acrescentando à sua fértil produção: A Kuka de Kamaiorá (1975), que foi encenada sete anos depois na forma de musical com o título O segredo da alma de ouro (1983), Sobrevividos (1978), Seda pura e alfinetadas (1981) e Boca molhada de paixão calada (1984), além de novelas, minisséries e casos especiais para a televisão.

Maria Adelaide Amaral escreve fechando o livro: “O colorido coloquial e o humor se fundem para criar uma poética muito pessoal”, disse o saudoso Yan Michalsky, a propósito da dramaturgia de Leilah Assumpção. “Uma autora original e única”, disse Renata Pallotini sobre Leilah. Eu acrescentaria a inteligência, a vocação natural para escrever diálogos, criar subtextos, situações e conflitos inusitados. Uma a uma, Leilah remove todas as máscaras até revelar nua e crua a pequena tragicomédia do ser humano. Suas criaturas ultrapassam a classe que pertencem”.

Fotos de Vania Toledo e do arquivo pessoal da dramaturga dão um toque emocionante e expressivo à edição.

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Lançamento livro “Memórias Sinceras”

De Leilah Assumpção

204 páginas (caderno de fotos de 16 páginas) Formato: 16×23 cm

ISBN: 978-85-8202-077-7 Preço de capa: R$49,90

Sá Editora

Livraria Cultura – Conjunto Nacional (Av. Paulista, 2073 – Cerqueira César, São Paulo)

23/11

Sábado – a partir das 16h

A IMPORTÂNCIA DA ARTE EM UMA SOCIEDADE

No dia 19 de novembro, terça, o filósofo Yuri Ulbricht participa do bate-papo “A Importância da Arte em Uma Sociedade”, ao lado da atriz Irene Ravache e de Andréa Bassitt, autora da peça Alma Despejada, dirigida por Elias Andreato.

O evento acontece na Escola de Atores Wolf Maya (no Teatro Nair Bello), às 19 horas, com entrada franca.

Yuri Ulbricht, que é graduado e doutorando em Filosofia pela USP, vai falar sobre a importância da cultura em uma sociedade, destacando o valor da arte como forma de expressão, identificação e retrato de um povo.

Esta iniciativa é da produção do espetáculo Alma Despejada em parceria com o Ministério da Cidadania e a Porto Seguro.

Alma Despejada – que está em cartaz no Teatro Porto Seguro até o dia 28 de novembro – conta a história de Teresa, uma mulher de mais de 70 anos que, depois de morta, faz sua última visita à casa onde morava porque a casa foi vendida e sua alma foi despejada. Teresa é uma professora de classe média, apaixonada por palavras, que construiu sua vida familiar ao lado de um marido trabalhador e bem-sucedido. A teatralidade do texto de Andrea Bassitt instiga o espectador a seguir uma história aparentemente trivial, mas que tem uma trajetória surpreendente, em sintonia com a nossa sociedade e os fatos atuais, valorizando o humor e a poesia.

Flyer -bate-papo Alma Despejada

Alma Despejada

Com Irene Ravache

Teatro Porto Seguro (Al. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos, São Paulo)

Duração 80 minutos

até 28/11

Quarta e Quinta – 21h

$30/$70

Classificação 14 anos

 

Bate-papo: A Importância da Arte em Uma Sociedade

Com: Irene Ravache, Andréa Bassit e Yuri Ulbricht

Teatro Nair Bello (

Duração 90 minutos

19/11

Terça – 19h

Grátis

Classificação não informada

CADAFALSO

Oficina Cultural Oswald de Andrade, equipamento da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, recebe a exposição [IN]VISÍVEIS – Polacas, memória e resistência, das artistas Eva Castiel, Fanny Feigenson e Fulvia Molina e curadoria de Márcio Seligmann-Silva. A realização da instalação inédita, mesa-redonda com especialistas, performances, além de visitas guiadas pelo bairro do Bom Retiro, recupera a história de mulheres judias, trazidas para a América do Sul em um esquema de exploração sexual e tráfico de pessoas. No espaço expositivo da Oficina, elementos físicos remetem às ideias de sepultamento, ausência e esquecimento dessa trajetória. Os visitantes também têm acesso a áudios e textos inéditos que resgatam as memórias dessas mulheres.
Capa - Cadafalso

Na tarde de sábado, dia 23/11, 16h, o espaço da exposição receberá Roberto Elisabetsky, autor do romance Cadafalso, lançado no último dia 24/10 pela Editora Terceiro Nome, que tem entre suas protagonistas duas judias polonesas ortodoxas vítimas dessa rede de tráfico de mulheres na década de 1930. O tempo histórico retratado pelo autor passa por períodos como a revolução que levou Getúlio Vargas ao poder pelas armas, a Revolução Constitucionalista e a tentativa do levante comunista no Brasil, planejada pela União Soviética. Nesse entremeio, figuras públicas como Olga Benario, Luís Carlos Prestes e até o jazzista Louis Armstrong passam pela obra.

No livro, mulheres trazidas ao Brasil pela organização criminosa Zvi Migdal, sob coação e falsas promessas, têm ainda que lidar com a violenta repressão do governo getulista a cargo de Filinto Müller, e se veem involuntariamente enredadas nos eventos do fracassado levante comunista no Brasil em 1935. Na ocasião, Roberto falará sobre seu trabalho e as pesquisas que embasaram o desenvolvimento das questões sobre as polacas que vieram ao Brasil depois da Primeira Guerra.

O termo “polacas” tinha um tom depreciativo, tornando-se sinônimo de prostituta judia, ao referir-se a suas origens. Foram estigmatizadas ainda pelas políticas higienistas do então governador Adhemar de Barros, que criou uma zona de meretrício na Rua Itaboca, hoje Rua Césare Lombroso, no Bom Retiro, bairro que, desde aquela época, era habitado predominantemente por imigrantes.

As “polacas”, no entanto, resistiram, conservando sua identidade cultural, religiosa e étnica, suas próprias associações de ajuda mútua: como escolas, sinagogas, associações culturais e, até mesmo, seus próprios cemitérios, como o de Inhaúma, no Rio de Janeiro, Chora Menino, em São Paulo, e o de Cubatão. Fizeram de sua cultura um modo de resistência.

27º FESTIVAL MIX BRASIL DE CULTURA DA DIVERSIDADE

Acontece, na cidade entre os dias 13 a 20 de novembro, o 27º Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade com atividades de cinema, teatro, música, palestras e games.

Realizado pela Associação Cultural Mix Brasil, o Festival tem como objetivo a formação intelectual e de público em decorrência de sua programação inovadora e das atividades sociais que permitem a interação entre as mais diversas comunidades em prol da construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

A programação está espalhada pelo Centro Cultural São Paulo (CCSP)CineSescEspaço Itaú de Cinema, Cine Olido, Centro Cultural da Diversidade e, há a volta neste ano para o Museu da Imagem e do Som (MIS), primeira sede do Festival.

O tema deste ano é #Persistir – um complemento ao tema do ano passado que foi #Resistir – frente a uma guerra cultural que foi declarada unilateralmente e tem como principais alvos a educação, a cultura, a ciência e as minorias, em especial a população LGBTQI+. “Esse ano mais do que resistir, devemos persistir, palavra que vem do latim e quer dizer ‘manter com firmeza’. É importante nos mantermos unidos, buscando e compartilhando interesses e áreas comuns entre nossas diversas bolhas. Persistindo, juntos, ganhamos mais força“.

Referente a programação dramática, foram programados 5 peças: “Eu Não Sou Harvey” (Ensaio Aberto), “Sombra“, “Orlandx by Virginia Woolf” (Work in Progress), “40 Anos Esta Noite” e “Manifesto Transpofágico (Uma Transpofagia da Transpologia de uma Transpóloga)“. As atrações são todas gratuitas.

A programação completa do Festival pode ser acessada aqui.

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Eu Não Sou Harvey

Duração 45 minutos

Classificação 16 anos

Sinopse

Se uma bala entrar em meu cérebro, deixe que a bala destrua cada porta de armário.” Partindo dessa frase gravada em uma fita pelo próprio Harvey Milk, um ano antes de seu assassinato, o espetáculo narra os últimos dias e o julgamento do assassinato de um dos principais ícones da luta mundial pelos direitos humanos.

14/11 – Quinta – 20h – Centro Cultural São Paulo – Sala Adoniran Barbosa

15/11 – Sexta – 21h – Centro Cultural da Diversidade

Ficha Técnica

Texto e direção: Michelle Ferreira
Argumento e atuação: Ed Moraes
Iluminação: Karine Spuri
Trilha: Mau Machado
Fotos: Caio Oviedo
Cenotécnico: Marcio Macena
Arte: Pietro Leal

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Sombra

Duração 60 minutos

Classificação 18 anos

Sinopse

Através de uma sonorização especial com os textos que foram censurados ao longo da história, e inspirado pelo livro de Alberto Manguel, “A biblioteca à noite”, o Teatro da Pombagira cria um ambiente que revela as obras que foram deixadas nas prateleiras mais altas, trancadas ou até mesmo retiradas de circulação, por conta de seu conteúdo queer ou fantasioso. Na performance do coletivo o público recebe fones para ouvir os sussurros das palavras censuradas, e, em contraponto, os performers tomam conta do espaço e criam imagens que ora colaboram com a encenação, ora desnorteiam os entendimentos.

15/11 – Sexta – 18h – Centro Cultural São Paulo – Sala Adoniran Barbosa

19/11 – Terça – 20h – Centro Cultural São Paulo – Sala Adoniran Barbosa

Ficha Técnica
Direção: Marcelo D’Avilla e Marcelo Denny
Produção geral: Marcelo D’Avilla
Trilha sonora: Renato Navarro
Desenho de luz: François Monetti
Operação de luz: Quinho Gonça
Performers: Andres Vallejos, Andrew Tassinari, Hugo Faz, Lua Negrão, Marcelo D’Avilla, Mateus Rodrigues, Renato Teixeira, Ricardo Mesquita, Snoo, Walmir Bess, Wesley Lima e Zen Damasceno
Curadoria de textos: Ferdinando Martins
Cenografia: Denise Fujimoto
Fotos: Rick Barneschi

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Orlandx by Virginia Woolf (Work in Progress)

Duração 110 minutos

Classificação 16 anos

Sinopse

Novo espetáculo do VULCÃO [criação e pesquisa cênica], ainda em processo de construção, promove debate de representatividade a partir da obra Orlando – uma biografia, de Virginia Woolf. A dramaturgia de Orlandx, construída de forma processual, vem sendo pensada a partir de estudos teóricos sobre a obra de Woolf e de experimentações em sala de ensaio desde 2017. Neste momento, os propositores Elisa Volpatto e Paulo Salvetti, junto da diretora Vanessa Bruno, compõem a abertura do processo do trabalho e, na sequência, recebem convidadxs para construir um diálogo com o público sobre a criação e a recepção da obra apresentada – atividade nomeada [VULCÃO Conversa]. O projeto Orlandx by Virginia Woolf realiza um exercício conjunto de empatia por meio da obra universal de uma das maiores feministas do século XX.

15/11 – Sexta – 17h – Centro Cultural São Paulo – Sala Jardel Filho

Ficha Técnica
Proposição, interpretação e dramaturgia: Paulo Salvetti e Elisa Volpatto
Direção e dramaturgia: Vanessa Bruno
Iluminação: Rodrigo Campos
Direção de Arte: Vicente Saldanha
Figurinos: Juliana Yoshie
Produção: Corpo Rastreado
Realização: VULCÃO
[criação e pesquisa cênica]
Exercício de alteridade: construções identitárias em Orlando
Com Verônica Valentino e Raimundo Neto

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40 Anos Esta Noite

Duração 80 minutos

Classificação 16 anos

Sinopse

Em seu aniversário de 40 anos, Gabriela, que vive com sua esposa Clarice, convida seu melhor amigo de infância, Bernardo, e o novo namorado dele, João, para uma discreta celebração em seu apartamento. A festa sofre uma reviravolta quando a anfitriã surpreende a todos com o convite para que Bernardo seja o pai do filho que as duas estão tentando ter, sem sucesso, por inseminação artificial.

16/11 – Sábado – 21h – Centro Cultural São Paulo – Sala Jardel Filho

17/11 – Domingo – 20h – Centro Cultural São Paulo – Sala Jardel Filho

Ficha Técnica
Texto: Felipe Cabral
Direção: Bruce Gomlevsky
Elenco: Felipe Cabral, Gabriel
Albuquerque, Gisele de Castro e Karina Ramil
Ideia original: Gisela de Castro
Cenário: Fernando Mello da Costa
Figurino: Carol Lobato
Iluminação: Felício Mafra (Russinho)
Trilha sonora: Kleiton Ramil
Assistência de direção: Bruna Diacoyannis
Preparação vocal: Verônica Machado
Direção de produção: 2D Produções e Comunicação
Produção executiva: Luciana Duque
Realização: Felipe Cabral

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Manifesto Transpofágico (Uma Transpofagia da Transpologia de uma Transpóloga)

Duração 50 minutos

Classificação 18 anos

Sinopse

A história do corpo travesti é narrada pela atriz Renata Carvalho. Em cena, ela lança um manifesto sobre o nascimento desses corpos, mostrando a construção social e a criminalização que os permeiam, do imaginário à concretude. Essa pesquisa, chamada de Transpologia, foi iniciada em 2001, quando Renata tornou-se agente de prevenção voluntária de ISTs, hepatites e tuberculose, trabalhando com travestis e mulheres trans na prostituição. A partir dessa experiência leva aos palcos em 2012 o solo Dentro de Mim Mora Outra, no qual contava sua vida e a travestilidade. Desde então, vem reunindo histórias, fi lmes, livros e peças de teatro sobre o tema. Seu O Evangelho segundo Jesus, Rainha do Céu, também exibido no Festival Mix Brasil em 2017, foi censurado em diversas cidades do Brasil.

16/11 – Sábado – 20h – Centro Cultural da Diversidade

Ficha Técnica

Dramaturgia e interpretação: Renata Carvalho
Direção: Luiz Fernando Marques
Diretora de cena: Juliana Augusta
Produção: Corpo Rastreado

“O POÇO” – DOS PALCOS PARA AS TELAS

Gruparteiro de Teatro, criado em 2015, já levou aos palcos as peças “A Ponte“, “Ruindade – o Musical“, “Entre 4 Parentes“, “Poço – o Musical” e “Noites de Sol – o Musical“.

Neste ano, a Borelli Produções (produtora responsável pelo Gruparteiro de Teatro) resolveu levar a história de “Poço – o Musical” para as telas de cinema.

A história aborda a reflexão sobre a depressão no indivíduo e na sociedade. Uma garota chamada “Bo”, misteriosamente acorda em um lugar estranho e escuro, precisa descobrir como sair dali. Aparentemente, ela é a salvação para os habitantes desse lugar, que a recebem como uma espécie de salvadora. A garota parece viver um sonho que se repete, mas será ela a verdadeira salvadora? Quem são os habitantes daquele lugar? Há uma saída?

A premiere vip de “O Poço” (“The Well“) acontece no dia 13 de novembro no cine Belas Artes. O filme tenta uma vaga para participar no ano que vem do Festival Sundance de Cinema, o maior festival de cinema independente.

Este é o segundo filme da Borelli Produções. O primeiro foi “Quase Livres“, lançado neste ano (o filme pode ser visto no canal do youtube da produtora – link). Inicialmente concebido como peça teatral, houve duas tentativas de montagem, mas que foram canceladas. Então, foi transposta diretamente para o cinema. Participou de vários festivais internacionais, sendo premiado no Cult Critic Movie AwardsL’Age d’Or International Arthouse Film Festival e Five Continents International Film Festival.

Agora é aguardarmos para que “O Poço” tenha uma boa recepção também e que alguma distribuidora lance o filme nas telas de cinema nacional.

O Poço (“The Well”)

Trailer oficial do longa-metragem musical independente de André Borelli.

Elenco: Aline Serra, Julia Rosa, Pablo Diego Garcia, Larissa Furtado, Gustavo Ceccarelli, Lucas Bamonte, Marcela Gibo e Tiago Prates

Roteiro, Direção e Produção: André Borelli

Músicas Originais: Vitor Moutte

Direção de Fotografia: Carina Borelli

Design de Produção: André Borelli, Carina Borelli e Melissa Maia

Figurino e Visagismo: Melissa Maia

Direção de Produção: Simone Borelli

Assistência de Produção: Augusto Jordão, Beatriz Oliveira, Mari Sasah, Naty Thyaie e Tallison Oliveira

Produção Executiva: Delduque Martins

Apoio: FAMBRAS, Estúdio 3-4, Recriarte, Jazz Nos Fundos, APRPP, Colégio Albert Sabin

A realização desta obra contou com o apoio da São Paulo Film Commission.

5ª EDIÇÃO DE O ‘DIA DOS MUSICAIS’

O Dia dos Musicais’ realiza sua quinta edição e conquista novos espaços no mercado e no país. Após três anos sendo promovido em São Paulo, o evento chega ao Rio de Janeiro dia 12 de novembro, no Teatro Prudential, para criar conexões a partir da Arte e do Teatro Musical através de workshops, fóruns, palestras, espetáculos musicais, a vivência de uma Audição Simulada e um grande show de encerramento. “Neste ano estamos falando especificamente do teatro musical brasileiro e autoral. Queremos estimular as pessoas a tirarem seus projetos do papel, tem muita coisa na programação direcionado pra essa galera mais empreendedora” comentam Jessé e Lurryan, produtores do evento. O projeto soma forças pela primeira vez com o grupo Nós do Morro, a fim de democratizar o evento, e se alia a Benfeitora, uma plataforma de mobilização de recursos, para promover um financiamento coletivo em prol de todo este acesso.

Produzido e idealizado por Lurryan Nascimento e Jessé Scarpellini, ‘O Dia dos Musicais’ foi projetado em 2016 para permitir o intercâmbio e troca de ideias no meio criativo do teatro musical. Durante um dia inteiro, fãs, atores, produtores, professores entre outros profissionais podem adquirir novos conhecimentos e ter contato com outras dinâmicas e práticas participando de aulas e palestras exclusivas com profissionais renomados no mercado nacional. O evento que reúne ao todo mais de 20 aulas com duração de 1:20h cada, criando durante 12h um grande espaço cultural e artístico, busca ainda promover a pesquisa, o estudo, o aprimoramento e o fortalecimento do gênero em todo o Brasil, sendo este o grande mote da edição, empenhada a estimular a criação de novos projetos, dramaturgias, espetáculos e parcerias por meio de sua grade cultural e educacional.

Para a edição carioca, foi criada uma campanha de financiamento coletivo para custear parte da estrutura da realização do evento e, fundamentalmente, viabilizar o acesso dos jovens do Morro do Vidigal atendidos pelo programa Nós do Morro. Na plataforma é possível encontrar todas as possibilidades de colaborar com o projeto, partindo de R$15, e conhecer as recompensas para os apoiadores.

PROGRAMAÇÃO

Aberta para maiores de 10 anos e desenvolvida a partir das três grandes verticais do Teatro Musical – Canto, Dança e Atuação – a programação deste ano contará com a participação de profissionais conhecidos do mercado como Reiner Tenente, Eduardo Rios, Marcelo Castro, Chiara Santo, Beatriz Lucci, Carol Botelho, Fabiana Tolentino, Tony Lucchesi e Hugo Kertz. Entre as possibilidades de trilhas de conteúdo que o público visitante poderá escolher, estão temas como expressão corporal, técnica vocal e modalidades de dança. Haverá ainda um circuito de palestras voltadas para o entendimento do mercado de Teatro, o cenário feminino na Arte e como impulsionar um projeto, esta última ministrada pela Benfeitoria.

Outra atividade desenvolvida com foco em possibilitar aos participantes vivenciarem a experiência do mercado é a Audição Simulada. Os interessados poderão se apresentar para uma banca e receber dicas dos profissionais para aprimorarem suas técnicas e se prepararem para os futuros processos seletivos.

Além da programação educativa, serão realizadas apresentações dos espetáculos “Lugar de Escuta”, do coletivo M.O.T.I.M, o premiado “Cargas D’Água – Um Musical de Bolso” e “Brilha La Luna – O Musical”, todos produções originais, seguindo a linha defendida pelo evento, que, neste ano, visa valorizar essencialmente o teatro musical brasileiro, munindo de ferramentas àqueles que desejem adentrar ao mercado em todas as suas áreas.

Como forma de flexibilizar o acesso ao evento e aos conteúdos promovidos, existem diversas formas de adquirir ingressos para o grande dia imersivo no universo dos musicais. Os interessados podem se inscrever em uma, duas ou três atividades, adquirindo passaportes com outras programações atreladas e a possibilidade de parcelar tudo em até 3x.

TRÊS ANOS DE SUCESSO

Realizado pela Dracma Produções, ‘O Dia dos Musicais’ já se posiciona no calendário anual como um dos pontos de encontro de quem vive e respira Teatro Musical. Crescendo ano após ano, o evento reuniu já na sua última edição em São Paulo mais de 1000 envolvidos entre artistas, professores, estudantes, imprensa e fãs. Além de São Paulo, outra capital que recebeu o evento foi Recife, em Pernambuco. A realização do evento no Nordeste, além de marcar a expansão do projeto, demonstra a preocupação em promover o Teatro Musical além do Sudeste.

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O Dia dos Musicais

Teatro Prudential (R. do Russel, 804 – Glória, Rio de Janeiro)

12/11

Terça – 10h às 22h

Ingressos disponíveis no site e mais informações: www.odiadosmusicais.com.br

Classificação Livre