‘A COR PÚRPURA’ NOS CINEMAS

A Cor Púrpura” voltará aos cinemas agora em uma versão musical pelas mãos de Steven Spielberg, Oprah Winfrey e Quincy Jones. Todos os três também estiveram envolvidos no primeiro filme, lançado em 1985 e indicado para 11 Oscars – Spielberg era o diretor, Oprah estreava nas telas e Quincy foi o responsável pela trilha sonora. Por enquanto, não foram divulgados maiores informações.

O filme é uma adaptação do livro da romancista Alice Walker, vencedor do Prêmio Pullitzer. A história trata de questões de discriminação racial e sexual.Conta a história de Celie, uma negra moradora do Sul dos Estados Unidos, abusada pelo pai e marido. Para manter a sanidade mental, escreve cartas, enquanto aguarda o dia quando reencontrará sua irmã, de quem foi separada.

A obra foi também levada ao teatro. Estreou como musical na Broadway em 2005, tendo sido também indicada ao prêmio Tony. Depois teve um revival em 2015

A Estamos Aqui Produções fará uma montagem nacional do musical. Por enquanto o primeiro nome divulgado foi o da atriz e cantora, Jeniffer Nascimento.

Abaixo, a apresentação do musical na 70ª edição do Prêmio Tony (2016)

 

ARQUITETURA EFÊMERA – CONSTRUÇÃO COLETIVA DE UM MONUMENTO DE PAPELÃO

A construção coletiva de um grande monumento arquitetônico da cidade, feita com caixas de papelão, sem ajuda de máquinas ou guindastes, apenas com energia humana e força muscular. Ao final, tudo é desfeito! Os habitantes da cidade têm a oportunidade de se reunir para realizar uma obra surpreendente, efêmera e sem utilidade.

Essa é a proposta do artista francês Olivier Grossetête em Arquitetura Efêmera – Construção Coletiva de um Monumento de Papelão que chega a São Paulo para reproduzir uma construção efêmera da catedral da Sé, a maior igreja da cidade de São Paulo e um dos cinco maiores templos góticos do mundo, no Sesc Parque Dom Pedro II.

O projeto acontece em três etapas: oficinas, construção e desconstrução. As oficinas ocorrem de 23 a 26 de outubro, em dois horários, às 10h30 e às 14h30, com duração de 3 horas cada. O público pode participar de todas ou de apenas uma oficina. Inscrições a partir do dia 03/10 pelo e-mail: oficinas@carmo.sescsp.org.br ou na Central de Atendimento da unidade.

A montagem da construção efêmera da Catedral da Sé acontece no dia 27 de outubro, sábado. Os participantes são convidados a se reunir às 10h para começar a subir a torre. São necessárias cerca de 150 pessoas para cumprir essa etapa. A torre fica em exposição até o dia 4 de novembro, domingo, quando todos podem participar da desmontagem.

O objetivo do projeto é tanto compartilhar a experiência de uma construção coletiva como o resultado final da obra. Ele nos permite recriar conexões uns com os outros, compartilhando momentos em comum. Podemos erguer montanhas ou pelo menos uma construção de um monumento medindo mais de 20 metros de altura e pesando mais de 1 tonelada. Este é um projeto universal que mobiliza jovens e idosos e permite que as pessoas se encontrem e construam alegremente”, fala Olivier Grossetête.

Durante os dias de oficinas, adultos, crianças a partir de 6 anos, idosos de todas as idades e origens são recebidos para preparar elementos específicos da construção. É um momento no qual a abordagem artística é compartilhada e as técnicas usadas para construir são colocadas em prática. As partes específicas são construídas e os elementos do monumento, como telhados, arcos, varandas, são pré-montados. A programação conta com o apoio do Institut Français.

CARMEN

A construção

Os habitantes da cidade, visitantes e passantes são bem-vindos durante todo o dia para construir o edifício. Os elementos produzidos anteriormente nas oficinas são preparados, novas caixas para completar a torre são construídas e a estrutura vai sendo levantada, andar por andar, etapa por etapa e fixadas com fitas adesivas. “À medida que progredimos, a estrutura se torna mais pesada e demanda mais pessoas para levantá-la. É chegada a hora em que precisamos de todos em seus devidos lugares e o momento chave do projeto quando sentimos a força da energia coletiva”, explica o artista.

A desconstrução

Os participantes são convidados a ajudar na demolição da construção. Ao final, o público é incentivado a pisar e pular em todas as caixas, num momento simbólico de diversão. Participam assim de um evento artístico em que cada um encontra seu lugar, numa performance coletiva.

O fim do projeto também é um momento de festa e alegria. Porém, com reflexão sobre a imagem e simbolismo da arquitetura que explora espaços urbanos e permite trazer questionamentos políticos e sociais.

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Sobre Olivier Grossetête 

Nascido em Paris em 1973, vive em Marselha e trabalha no mundo todo. Estudou na École des Beaux-Arts, em Valence, e através do seu trabalho artístico tenta manter a poesia e os sonhos vivos em nossas vidas cotidianas. Utilizando brincadeiras com falsa ingenuidade, ele enfrenta um determinado contexto para questionar as leis, tanto físicas quanto sociais, que nos governam. Em 2002, criou colagens de documentos administrativos, como notas bancárias, multas de estacionamento e multas ou cartas de recusa com as quais ele invoca a realidade para inventar novas ficções.

Uma outra faceta de seu trabalho se aproxima da escultura, apresentando “objetos poéticos” in loco. Esses funcionam cada um de sua própria maneira, indo e vindo entre sonhos, imagens poéticas e as leis que governam nosso mundo. Com as construções participativas de monumentos feitas de papelão, explora os espaços urbanos e nos permite vivenciá-los juntos.

Grossetête convida os habitantes de uma cidade a se unirem para erguer um prédio utópico, temporário e inútil, feito de papelão e fita adesiva. Para participar de uma experiência artística em que todos encontram seu lugar.

Seja com suas construções de monumentos de papelão usando energia coletiva em torno dele, ou com vias e pontes que desafiam a gravidade ou com seus cortes/colagens negando símbolos autoritários, tenta reverter, pelo menos simbolicamente, o equilíbrio de poder, que nos liga ao mundo, questionando o valor de nossas trocas e de nossos pertences.

 

Arquitetura Efêmera – Construção Coletiva de um Monumento de Papelão

Com Olivier Grossetête

SESC Parque Dom Pedro II (Praça São Vito, s/n – Brás, São Paulo)

23/10 a 04/11

Oficinas: dias 23, 24, 25 e 26/10. Terça a sexta – Inscrições a partir do dia 03/10.

e-mail: oficinas@carmo.sescsp.org.br

Grátis

IV PRÊMIO REVERÊNCIA

Após se consolidar no cenário cultural brasileiro em três prestigiadas edições, o Prêmio Reverência de Teatro Musical inicia uma nova fase em seu quarto ano consecutivo. A maior novidade é a criação de uma Academia, responsável por indicar e eleger os premiados. Cerca de 170 profissionais foram convidados para o novo júri, entre artistas já indicados ao Reverência, veteranos consagrados, produtores e jornalistas especializados. Eles escolheram os nomes que disputam as 15 categorias técnicas da premiação, marcada para o dia 13 de novembro no Teatro Alfa (SP).

O Prêmio Reverência nasceu do desejo genuíno de valorizar a classe do teatro musical brasileiro, reverenciar nossos talentos e criar mais oportunidades de visibilidade. Com novas vozes, engajadas e atuantes, reforçamos nossas escolhas passadas e também a crença de que ninguém melhor do que a própria classe para votar nela mesmo. É uma iniciativa para promover ainda mais união no meio e dar total protagonismo a quem dedica seu dia-a-dia à arte de fazer musical no Brasil’, ressalta Antonia Prado, idealizadora do Prêmio Reverência, ressaltando que o processo de votação continua com a supervisão da auditoria Ecovis Peemon e que os envolvidos não podem votar na categoria que concorrem. ‘Sempre tivemos como meta conquistar a credibilidade do meio, ao sermos reconhecidos como uma premiação transparente, correta e referência no mercado’, diz.

A lista de finalistas foi marcada pelo equilíbrio. Entre os 35 espetáculos que concorrem neste ano, ‘Cantando na Chuva’ lidera com 11 indicações, enquanto três musicais empatam com 10: ‘Romeu e Julieta’, ‘Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812’ e ‘Peter Pan’. ‘Bibi, uma Vida em Musical’, ‘Elza’ e ‘Pippin’ tiveram nove indicações cada um.

A Categoria Melhor Espetáculo Voto Popular está aberta a todos e disponível para votação no site da premiação, a partir de hoje. Esta categoria contempla todos os 35 musicais inscritos nesta temporada.

Outra novidade é o lançamento da categoria Melhor Ensemble, valorizando o coro dos musicais, sempre tão importante e pouco lembrado nas premiações.

A cerimônia continuará no mesmo formato dos outros anos, com a apresentação ao vivo de trechos dos principais musicais indicados, além de números criados especialmente para a ocasião. Como acontece desde a sua criação, a festa se reveza entre Rio de Janeiro e São Paulo, pois este é o único prêmio que contempla espetáculos que estrearam nas duas cidades.

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LISTA DE INDICADOS AO 4º PRÊMIO REVERÊNCIA DE TEATRO MUSICAL

Melhor Direção

Duda Maia por ‘Elza’
Dani Barros por ‘Dançando no Escuro’
José Possi Neto por ‘Peter Pan, O musical da Broadway’
Miguel Falabella por ‘Hebe, O Musical’
Tadeu Aguiar por ‘Bibi, uma vida em musical’
Zé Henrique de Paula por ‘Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812’

Melhor Ator

Chris Penna por ‘Bibi, uma vida em Musical’
Gabriel Leone por ‘Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812’
Jarbas Homem de Mello por ‘Cantando na Chuva’
Marcelo Médici por ‘Se meu apartamento falasse’
Mateus Ribeiro por ‘Peter Pan, O musical da Broadway’

Melhor Atriz

Amanda Acosta por “Bibi, uma vida em musical’
Alessandra Maestrini por ‘O Som e a Sílaba’
Débora Reis por ‘Hebe, O Musical’
Larissa Luz por ‘Elza’
Totia Meireles por ‘Pippin’

Melhor Ator Coadjuvante

André Dias por ‘Se meu apartamento falasse’
Claudio Galvan por ‘Romeu e Julieta ao som de Marisa Monte’
Edgar Bustamante por ‘Os Produtores’
Fred Silveira por ‘O Fantasma da Ópera’
Patrick Amstalden por ‘Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812’
Tiago Abravanel por ‘A Pequena Sereia’

Melhor Atriz Coadjuvante

Andrezza Massei por ‘A Pequena Sereia’
Claudia Raia por ‘Cantando na Chuva’
Carol Bezerra por ‘Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812’
Cristiana Pompeo por ‘Pippin’
Nicette Bruno por ‘Pippin’
Stella Maria Rodrigues por ‘Romeu e Julieta ao som de Marisa Monte’

Melhor Autor

Leandro Muniz por ‘A Vida não é um musical’
Luanna Guimarães e Artur Xexéo por “Bibi, uma vida em musical’
Miguel Falabella por ‘O Som e a Sílaba’
Vinicius Calderoni por ‘Elza’
Vitor Rocha por ‘Cargas d’Água’

Melhor Coreografia

Alonso Barros por ‘Pippin’
Alonso Barros por ‘Peter Pan, O musical da Broadway’
Duda Maia por ‘Elza’
Gabriel Malo por ‘Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812’
Kátia Barros  e Chris Matallo por ‘Cantando na Chuva’

Melhor Cenário

Bruno Anselmo por ‘Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812’
Daniela Thomas por ‘Romeu e Julieta ao som de Marisa Monte’
Josh Zangen por por ‘Cantando na Chuva’
Renato Theobaldo e Roberto Rolnik por ‘Peter Pan, O musical da Broadway’
Rogério Falcão por ‘Pippin’

Melhor Direção Musical

Apollo Nove por ‘Romeu e Julieta ao som de Marisa Monte’
Carlos Bauzys por ‘Cantando na Chuva’
Fernanda Maia por ‘Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812’
Pedro Luís por ‘Elza’
Tony Lucchesi por ‘Bibi, uma vida em musical’

Melhor Design de som

Carlos Esteves por ‘Romeu e Julieta ao som de Marisa Monte’
Gabriel D’Angelo por ‘Elza’
Gabriel D’Angelo por ‘Peter Pan, O musical da Broadway’
Marcelo Claret por ‘Pippin’
Tocko Michelazo por ‘Cantando na Chuva’

Melhor Iluminação

Cory Pattak por ‘Cantando na Chuva’
Fran Barros por ‘Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812’
Monique Gardenberg e Adriana Ortiz por ‘Romeu e Julieta ao som de Marisa Monte’
Renato Machado por ‘Elza’
Rogério Wiltgen por ‘Pippin’
Wagner Freire e José posse Neto por ‘Peter Pan, O musical da Broadway’

Melhor Figurino

Fabio Namatame por ‘Cantando na Chuva’
João Pimenta por ‘Romeu e Julieta ao som de Marisa Monte’
Ligia Rocha e Marco Pacheco por ‘Hebe, O Musical’
Ney Madeira e Dani Vidal por ‘Bibi, uma vida em musical’
Thanara Schonardie por ‘Peter Pan, O musical da Broadway’

Categoria Especial

Anderson Bueno pelo Visagismo de ‘Hebe, O Musical’
Bianca Tadini e Luciano Andrey pelas versões de ‘Peter Pan, O musical da Broadway’
Claudio Botelho pelas versões de ‘Pippin’
Miguel Briamonte  pelos Arranjos e Composições Originais  de ‘2 Filhos de Francisco’
Mariana Elisabetsky e Victor Mühlethaler pelas versões de ‘Cantando na Chuva’
Jules Vandystadt pela Direção Vocal de ‘Romeu e Julieta ao som de Marisa Monte’
Letieres Leite pelos arranjos de “Elza’
Projeto de Acessibilidade e Inclusão : 2 cegos na banda original + libras e audiodescrição em toda temporada, de ‘Dançando no Escuro’
Thereza Tinoco pelas composições originais de ‘Bibi, uma vida em musical’
Tauã Delmiro, Caio Scot, Junio Duarte, Carol Berres e Luisa Vianna pelas versões de texto e música de ‘Nome do Espetáculo’

Melhor Ensemble

Cantando na Chuva
Bibi, uma vida em musical
Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812
Peter Pan, O musical da Broadway
Romeu e Juleta ao som de Marisa Monte

Melhor Espetáculo

Bibi, uma vida em musical
Cantando na Chuva
Elza
Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812
Pippin
Peter Pan, O musical da Broadway
O Fantasma da Ópera
Romeu e Julieta ao som de Marisa Monte

CHACRINHA, O VELHO GUERREIRO

Chacrinha está de volta. Depois de temporada nos palcos do nosso teatro musical, o Velho Guerreiro toma as telas de cinema do nosso país.

O filme, assim como o musical, retrata a vida de Abelardo Barbosa desde sua juventude e a transformação no ícone da comunicação nacional.

Eduardo Sterblitch e Stepan Nercessian dividem o papel do comunicador. Gianne Albertoni dá a vida a Elke Maravilha. No elenco, outros nomes do nosso teatro, como Rodrigo Pandolfo, Thelmo Fernandes (Boni), Laila Garin (Clara Nunes), Karen Junqueira (Rita Cadillac), Marcelo Serrado, entre outros.

Chacrinha – O Velho Guerreiro estreia no dia 25 de outubro. A direção é de Andrucha Waddington.

POR TRÁS DAS MÁSCARAS

Os mais de vinte anos de carreira do brasiliense Saulo Vasconcelos, ator, cantor e dublador que ficou especialmente conhecido por seus muitos trabalhos no teatro musical brasileiro, ganharão uma adaptação literária. Lançada pela Chiado Books, chega às livrarias a partir de 16 de outubro a biografia intituladaPor Trás das Máscaras” – uma alusão à dedicada vida de artista, construída com muitas camadas e histórias pelos palcos dentro e fora do país.

O protagonista de grandes superproduções como “Les Misérables”, “A Bela e a Fera”, “O Fantasma da Ópera”, “Aida”, “A Noviça Rebelde” e “Mamma Mia”, e que brilhou ainda em sucessos como “Cats”, “Priscilla, Rainha do Deserto”, “A Madrinha Embriagada”, “O Homem de La Mancha” e “Forever Young”, tem sua história partindo de 1997, quando após uma viagem à Londres, onde assistiu a sete musicais em quatro dias, se viu transformado pela arte da qual nem sonhava viver. Disposto a batalhar por um gênero que ainda se instalaria no Brasil, participou de musicais amadores em sua cidade e iniciou os estudos de canto com o Maestro Marconi Araújo, seu grande professor, e com o ator Sandro Christopher – que sempre o estimulou a seguir em frente -, adentrando assim ao promissor universo dos musicais.

Tendo sua grande estreia em solo internacional, Saulo estrelou a montagem mexicana de “O Fantasma da Ópera” em 1999, no papel título, e só dois anos depois passou a conquistar os principais protagonistas de seu país, tendo como o maior desafio aprender a emendar tantos espetáculos sem perder o frescor e a intensidade de dar vida a figuras icônicas, conhecidas do cinema ou da literatura. “Lembrar que fui o Fantasma, a Fera, Inspetor Javert, Capitão Von Trapp, que estive no elenco de Cats, me dá um arrepio no coração, uma onda de amor e gratidão sincera pelo que a vida me deu. Todos foram de extrema importância para o meu crescimento pessoal e artístico”, avalia.

Contando com o apoio da esposa, dos amigos mais próximos e da família, Saulo decidiu eternizar sua trajetória após reunir as principais memórias em um dossiê de quase 300 páginas, que até então serviria para tirar o visto canadense. Com mais de 40 anos revisitados, tamanha dedicação acabou originando a ideia da biografia, que, com uma estrutura dividida em oito capítulos, parte da infância e relata suas relações familiares, a descoberta da arte, as formações, a mudança de Brasília para São Paulo, experiências no exterior, as dificuldades da carreira, os grandes papéis, a vida de pai e marido, chegando até uma reflexão atual, de como vê e sente seu amor pelos palcos. Grandes nomes dos teatro musical brasileiro também ganham espaço entre um capítulo e outro, entre eles a Stage Manager Leslie Pierce, e os atores Sara Sarres, Marcos Tumura, Kiara Sasso e Cleto Baccic.

Cada personagem representa uma máscara. Me coloco na pele de outra pessoa, outra personalidade. Por isso é “Por Trás das Máscaras” no plural e não no singular. Foram muitas alegrias e aventuras. Teatros, colegas, cenários grandiosos, cenários simples, camarins, públicos. E há também a máscara que diferencia a personagem do homem, ou até mesmo a máscara que coloco quando me posiciono como figura pública. É uma grande metáfora”, explica sobre a escolha do título do livro, que nasce após uma campanha virtual.

Desenvolvido a partir de um financiamento coletivo, Saulo teve o valor necessário atingido – e ultrapassado – antes mesmo do término do prazo, tamanha aceitação e valorização das pessoas o encorajou a seguir em frente com este e tantos outros projetos, e para celebrar, o artista, junto a editora Chiado, realiza o lançamento oficial do livro no dia 16 de outubro, na Livraria Cultura, em São Paulo, onde aproveita o momento para realizar ainda um pocket show, cantando alguns dos grandes momentos descritos nas mais de 150 páginas.

O livro tem a pretensão de ser leve, divertido, talvez emocionante e, quem sabe, inspirar alguém de alguma maneira, pois entendo que no ramo artístico o talento é apenas um dos N fatores necessários para a prosperidade e sucesso. E acho que estive no lugar certo, na hora certa, na época certa, quando, em 1999, estava em São Paulo. Entendo ainda mais que, a melhor coisa que o artista, o verdadeiro artista, pode fazer, é seguir firme e positivo no seu propósito de servir a arte, com alegria no coração”, finaliza.

Para garantir o seu exemplar na pré-venda, acesse:

Livraria Cultura

Livraria Martins Fontes

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Por Trás das Máscaras

Autor: Saulo Vasconcelos

Editora: Chiado Books

Edição: 1ª

Ano: 2018

Valor: R$39,00

Idioma: Português

Categoria: Biografia

Especificações: Brochura

Páginas: 168

ISBN: 978-989-52-3894-1

Peso: 0,2kg

Dimensões: 14x22cm

Papel: Pólen – 80g

Impressão: Chiado Print

Pocket Show e Lançamento do Livro “Por Trás das Máscaras”

Livraria Cultura – Conjunto Nacional (Av. Paulista, 2073 – Consolação – São Paulo)

16/10

Terça – a partir das 19h

*Pocket Show 19h às 19h45 – gratuito aberto ao público.

**Autógrafos 20h às 22h – serão distribuídas na loja 120 senhas (uma por pessoa) à partir das 9h do dia 16.

‘O QUE É O TEATRO MUSICAL’ NOS EUA

Suellen Ogando lança seu livro “O Que é o Teatro Musical” nas cidades de Miami e Orlando (EUA), nesta segunda quinzena de setembro.
A obra traz um olhar a respeito deste estilo desde os primórdios até a atualidade, buscando reflexões sobre o tema, com a gentil participação de alguns artistas relevantes no cenário nacional. É um guia essencial para quem deseja saber mais sobre a história e estória do Teatro Musical, com suas origens, influências na Broadway, West End e Brasil
A atriz participou do programa “Máquina da Fama” (SBT), onde apresentou números do teatro musical – “Chicago”, “Cantoras do Rádio” e “Mary Poppins”, inclusive tendo vencido todas as vezes.
Se por acaso estiver na Flórida, pode encontrá-la nos dias 18 e 19 de setembro, no Hotel Daddy-O Bay Harbor Hotel (Miami) e nos dias 22 e 23 de setembro, no Best Western Orlando Gateway Hotel.

 

SUNSET BOULEVARD

Os primeiros nomes da produção nacional do musical “Sunset Boulevard” foram divulgados hoje – Marisa Orth e Daniel Boaventura.

Marisa interpretará a estrela dos tempos do cinema mudo, Norma Desmond, que vive  do seu passado, na sua decadente mansão na famosa rua de Los Angeles (Sunset Boulevard); e Daniel, será Max von Mayerling, o sombrio mordomo de Norma.

Com isso, além do restante do elenco, fica faltando a divulgação do nome do ator que interpretará a terceira parte do triângulo amoroso, o do jovem roteirista Joe Gillis, que acidentalmente cruza o caminho da ex-Diva das telas.

“Sunset Boulevard” é a mais nova coprodução da empresária e produtora Stephanie Mayorkis, da EGG Entretenimento e da IMM Esporte e Entretenimento (‘My Fair Lady’, ‘Cantando na Chuva’ e ‘A Pequena Sereia’).  A estreia está prevista para março de 2019 no Teatro Santander. A direção é de Fred Hanson, a direção musical de Carlos Bauzys e a coreografia de Kátia Barros.

Marisa e Daniel já se encontraram no palco antes. No musical “A Família Addams“, em 2012, interpretaram o casal de protagonistas, Morticia e Gomez Addams.

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créditos fotos – Francisco Cepeda (AgNews) / divulgação