_TEATRAL

Uma nova forma de vivenciar o teatro – e a cultura – na capital paulistana.

Nesta quinta, 02 de agosto, foi apresentado a imprensa, o _Teatral (lê-se Espaço Teatral). Um projeto inovador e multidisciplinar, apoiado pela Prevent Senior, que tem como objetivo transformar a maneira como o público vive o teatro

IMG_20180802_115515_333A idealizadora – e diretora geral – do projeto é a atriz e produtora, Claudia Raia. Ela pensou num espaço onde as artes acontecem simultaneamente, agregando suas características às outras, permitindo que o público tenha uma visão global sobre determinado assunto que estará “em cartaz”.

 

A experiência teatral começa no momento da compra do ingresso, passando pela chegada ao teatro, até sua volta a casa.

O _Teatral está localizado no Instituto Tomie Othake, nos dois espaços teatrais: o _Principal (antiga sala GEO/Cetip), com capacidade para 625 lugares; e o _Plural, uma sala de 324 m , preparada a receber todo tipo de performance.

Para nortear o projeto, e construir uma programação de qualidade e diferenciada, foram definidos sete pilares – Gastronomia, Dança, Audiovisual, Música, Cultura Contemporânea, Teatro e Esporte.

Cada pilar será gerido por dois curadores – profissionais da área e de renome internacional. São eles Carlos Bertolazzi e Mariella Lazaretti (Gastronomia), Ana Botafogo e Rodrigo Pederneiras (Dança), Rubens Ewald Filho e Ingrid Guimarães (Audiovisual), Adriana Calcanhotto e Rogério Flausino (Música), Thalita Rebouças e Fernanda Souza (Cultura Contemporânea), Beth Goulart e José Possi Neto (Teatro) e Fernanda Gentil e Felipe Andreoli (Esporte).

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Para nossa programação, buscamos um assunto que misture teatro com dança, com música, com superação na área do esporte. A gastronomia como arte. Assim é a procura de projetos novos, que sejam diferentes nessa concepção e apresentados de uma maneira nova para o público“, explica Claudia Raia.

_Teatral busca produzir uma programação democrática, que valorize não só a cultura brasileira, mas toda e qualquer cultura. O objetivo do local é permitir que outras tradições possam ser vistas e assimiladas num grande processo de troca, diálogo e envolvimento.

Para abertura das atividades, no _Principal será apresentada a nova temporada de “Chaplin, o Musical“, a partir de 09 de agosto. Está sendo estudado a colocação de uma tela de cinema onde antes (ou após) da sessão do espetáculo, serão apresentados filmes de Carlitos.  Às quintas feiras, haverá possibilidade da plateia ficar após o término do musical, para conversar com os atores/produtores. E também de montar no _Plural, sessões de debates com diretores de filmes.

Este é só o começo. Novas ideias multidisciplinares virão. O público brasileiro irá vivenciar o Teatro de uma nova maneira. Aguarde.

 

PIPPIN

Pippin’ fez uma revolução na Broadway na época de sua estreia, em 1972. Com uma estrutura ousada e a aposta na metalinguagem, o musical arrebatou cinco Tony Awards ao contar a fábula do príncipe Pippin, o herdeiro do trono do Rei Carlos Magno que segue uma atribulada jornada existencial em busca do sentido da vida. Contada por uma trupe teatral, a saga é conduzida por uma Mestra de Cerimônias e pela música de Stephen Schwartz, autor de ‘Godspell’ (1971), ‘Wicked’ (2003) e vencedor de prêmios como o Oscar, o Grammy e o Globo de Ouro.

Após 44 anos da única montagem que teve no Brasil (1974), o musical estará de volta aos palcos brasileiros pelas mãos de Charles Möeller & Claudio Botelho, que assinam juntos o seu 43º espetáculo. Com estreia marcada para 3 de agosto no Teatro Clara Nunes, o espetáculo, apresentado pelo Ministério da Cultura e Circuito Cultural Bradesco Seguros, terá em cena um elenco de 19 atores liderado por Felipe de Carolis, Totia Meireles, Nicette Bruno e Jonas Bloch e oito músicos.

Este é um musical com muito mais substância e camadas do que se imagina. ‘Pippin’ é uma comédia cínica, que traz um protagonista absolutamente moderno, cheio de dúvidas e questionamentos, com um vazio existencial que jamais será preenchido. É um dos motivos pelo qual é chamado de ‘Hamlet’ dos musicais. Ele rejeita antigos clichês e quebra com algumas tradições do gênero.  Como se não bastasse, ele retoma essa ideia do ‘teatro dentro do teatro’ e traz um grupo teatral e a figura da Mestra de Cerimônias para contar a história‘, conta Charles Möeller, que adquiriu os direitos do espetáculo com Claudio Botelho após o revival da peça na Broadway em 2013.

Foram necessários quase cinco anos para levantar toda a produção, que envolve um número grande de atores e músicos em cena. Com total liberdade de criação, Möeller & Botelho vão manter em cena o clima de magia que envolve a obra original, a começar pelo número inicial, o clássico ‘Magic To Do’. ‘O musical fala muito sobre a decisão entre enfrentar um mundo real ou permanecer em um mundo de aparências ou de magia, como o que é mostrado em cima de um palco. É um tema muito atual, em um mundo de redes sociais e realidades falseadas’, analisa Möeller.

Além de toda a sua arrojada dramaturgia, ‘Pippin’ tem ainda uma das mais complexas partituras coreográficas do teatro musical contemporâneo. Dirigido e coreografado originalmente pelo ícone Bob Fosse (1927-1987), o espetáculo conta agora com o coreógrafo Alonso Barros, especialista no estilo de Fosse, responsável por criar toda uma cartilha própria que virou referência em uma série de musicais que foram produzidos nas últimas décadas.

Möeller & Botelho convocaram para a ficha técnica novos e antigos colaboradores, como o cenógrafo Rogério Falcão (com mais de vinte projetos idealizados para a dupla), o iluminador Rogério Wiltgen (‘Rocky Horror Show’), a figurinista Luciana Buarque (‘Os Saltimbancos Trapalhões’) e o diretor musical Jules Vandystadt (‘Beatles Num Céu de Diamantes’). Parceira da dupla desde 2003, Tina Salles assina, mais uma vez, a Coordenação Artística.

Um elenco de mágicas mil

Até a estreia desta nova versão, a saga de ‘Pippin’ tinha chegado aos palcos brasileiros apenas uma única vez, em 1974, em uma montagem que marcou época, com direção de Flávio Ragel e protagonizada por Marília Pêra (Mestra de Cerimônias) e Marco Nanini (Pippin). Coincidentemente, foi o primeiro musical visto por Totia Meireles, na época em 14 anos, quando começou a sua história de amor com os palcos.

Já fiz musicais em que só cantava, outros em que era bailarina e muitas peças sem música. É o meu primeiro trabalho em que preciso atuar, cantar e dançar muito’, celebra a atriz, famosa pela parceria com Möeller & Botelho em espetáculos como ‘Gypsy’ (2010), ‘Cristal Bacharach’ (2004) e ‘Nine – Um Musical Felliniano’ (2015).

Após um processo de testes, em disputadas audições, todo o elenco foi sendo escolhido. O desafio de encarar o complexo personagem-título recaiu sobre Felipe de Carolis, que estreou com a dupla em ‘O Despertar da Primavera’ (2009). Após produzir e estrelar os dramas ‘Incêndios’ e ‘Céus’, o ator retomou os laços com o teatro musical em ‘Rocky Horror Show’ (2016) e agora terá em mãos o primeiro protagonista de sua carreira.

Já Nicette Bruno está de volta aos palcos para dar vida a Berthe, a libertária e hedonista avó de Pippin, que aconselha o personagem a viver intensamente e desfrutar dos prazeres carnais. A atriz foi dirigida por Möeller & Botelho recentemente, no sucesso ‘O Que Teria Acontecido a Baby Jane?’ (2016). Enquanto Adriana Garambone (‘Gypsy’, ‘Como Vencer na Vida Sem Fazer Força’), Cristiana Pompeo (‘O Mágico de Oz’), Guilherme Logullo (‘Kiss Me, Kate’) e Luiz Felipe Mello (‘Nine – Um Musical Felliniano’) também repetem a parceria com os diretores, Jonas Bloch trabalha pela primeira vez com a dupla.

 Analu Pimenta, Bel Lima, Bruninha Rocha, Daniel Lack, Flavio Rocha, Jéssica Amendola, João Felipe Saldanha, Paulo Victor, Rodrigo Cirne, Sérgio Dalcin e Victoria Aguillera –  também escolhidos na bateria de audições – completam a trupe teatral e se revezam entre dezenas de personagens, dentro e fora da história contada no palco.

Uma trajetória extraordinária

Pippin’ estreou em outubro de 1972 no Imperial Theatre, em Nova York. Stephen Schwartz vinha de um sucesso no off-Broadway (‘Godspell’) e a partir daí se tornou um requisitado compositor, com trabalhos no cinema que lhe renderam três Oscars por conta de ‘Pocahontas’ (1995) e ‘O Príncipe do Egito’ (1998). Em 2003, ele retorna ao teatro e assina letra e música de ‘Wicked’, musical responsável por quebrar recordes de bilheteria ao redor do mundo em diversas montagens.

A encenação original de ‘Pippin’ teve onze indicações ao Tony e levou cinco prêmios: Melhor Ator, Cenografia, Iluminação e Bob Fosse ganhou os de Melhor Direção e Melhor Coreografia. Em 2013, uma remontagem da American Repertory Theatre dirigida por Diane Paulus chegou na Broadway com imenso sucesso, ficou em cartaz por quase dois anos e arrebatou quatro prêmios Tony.

Consagrado por Bem Vereen em 1972, o papel do Mestre de Cerimônias foi vivido por uma mulher (Marília Pêra e Suely Franco, que a substituiu posteriormente) pela primeira vez na montagem brasileira. Tal fato só se repetiu com a versão de 2013, protagonizada por Patina Miller. Foi a única vez na história do Tony Awards em que o mesmo personagem rendeu o prêmio principal a dois atores diferentes.

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 Pippin

Com Felipe de Carolis, Totia Meireles, Nicette Bruno, Jonas Bloch, Adriana Garambone, Cristiana Pompeo, Guilherme Logullo, Luiz Felipe Mello, Analu Pimenta, Bel Lima, Bruninha Rocha, Daniel Lack, Flavio Rocha, Jéssica Amendola, João Felipe Saldanha, Paulo Victor, Rodrigo Cirne, Sérgio Dalcin e Victoria Aguillera.

Teatro Clara Nunes – Shopping da Gávea (R. Marquês de São Vicente, 52 – Gávea, Rio de Janeiro)

Duração 120 minutos

03/08 até 21/10

Quinta – 17h, Sexta e Sábado – 21h, Domingo – 19h30

$50/$120

Classificação 12 anos

JUSTA

Depois estrear no Rio de Janeiro, o espetáculo JUSTA, com texto de Newton Moreno e direção de Carlos Gradim, desembarca em São Paulo para uma temporada no Sesc 24 de Maio, entre 28 de junho e 22 de julho. Com Yara de Novaes (ganhadora do Prêmio Shell de melhor atriz em 2017 pelo espetáculo “Love, Love, Love”) e Rodolfo Vaz (Prêmio Shell de melhor ator em 2007 pela peça “Salmo 91”) no elenco, a peça marca os 20 anos de trajetória da Odeon Companhia Teatral.

O trabalho foi idealizado por Gradim, que convidou Moreno para escrever um texto sobre a vida e a intimidade das prostitutas. Depois de discutir o esgotamento ético do Brasil atual e as mazelas sociais da população, eles criaram uma espécie de crônica política dos nossos tempos. Na trama, um investigador trabalha com crimes contra políticos corruptos brasileiros e tenta encontrar algum cidadão ético e incorruptível.

Nesse caminho, ele colhe o depoimento de várias prostitutas, todas interpretadas por Yara de Novaes, que são alegorias para o povo brasileiro. Uma delas é Justa, uma mulher ética no trabalho, na vida e no relacionamento com os clientes. ”A realidade do Brasil vem através dos discursos da vida dessas mulheres, do que as levou até ali, das injustiças e desigualdades sociais que sofrem. Em alguma delas, há uma defesa da prostituição como uma escolha do feminino, uma atitude política consciente”, comenta Newton Moreno.

Com um clima investigativo típico do Cinema Noir, a peça está recheada de metáforas que apontam para o reencantamento do povo pela justiça. “Nossa fábula metaforiza a necessidade de erradicar uma velha política. Após este momento de esgotamento ético, como avançar em tempos de extremos, quando parece que a única forma de diálogo é a violência? (ou o não diálogo?). Mas em nossa fábula, pensamos não mais a política como prostituição, mas a prostituição como política”, instiga o dramaturgo. Outra referência é a obra “Mãe, Filha, Avó e Puta”, de Gabriela Leite.

Antes de chegar a São Paulo, o espetáculo estreou no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB Rio) no final de 2017 e foi selecionado para duas apresentações na Arena Carioca Jovelina Pérola Negra, no município de Pavuna, em janeiro de 2018.

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Justa

Com Yara de Novaes e Rodolfo Vaz

Sesc 24 de Maio (Rua 24 de Maio, 109, República, São Paulo)

Duração 90 minutos

28/06 até 22/07

Quinta, Sexta e Sábado – 21h, Domingo e Feriado – 18h

$40 ($12 credencial plena)

Classificação 18 anos

 

LEOPOLD E LOEB, O MUSICAL

A Néctar Cultural (“Meu Amigo, Charlie Brown”, “O Louco e a Camisa”) prepara sua versão musical sobre a história de dois amigos, Nathan Leopold e Richard Loeb, que assassinaram um jovem de 14 anos de idade, em 1924, pela simples vontade de cometer um crime perfeito.

O caso inspirou vários filmes e peças. Em 1929, Patrick Hamilton lançou sua peça “Rope” (“Corda” – 1929), que inspirou o filme homônimo (“Festim Diabólico“) de Alfred Hitchcock (1948). Depois vieram livro, filme, peças, seriados e até graphic novel (“Ice Haven” – 2005).

Os dois assassinos serão interpretados por Leandro Luna (“Chaplin – O Musical”) e André Loddi (“Cinderella, o Musical”).

(P.S. O título da matéria não é o título do musical)

A história dos dois assassinos

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Leopold e Loeb

Nathan Freudenthal Leopold, Jr. (1904-1971) e Richard Albert Loeb (1905 – 1936), mais conhecidos como “Leopold e Loeb“, eram dois jovens, namorados, estudantes da Universidade de Chicago. Ambos pertenciam as famílias mais ricas e prósperas da cidade, e eram extremamente inteligentes.

Baseados na obra de Friedrich Nietzsche, “Übermensch” (“Super-Homem”), resolveram cometer o crime perfeito. O escolhido foi Robert Franks, de 14 anos de idade, primo de Loeb.

Antes do assassinato, Leopold escreveu para Loeb: “Um super-homen (…) é, em virtude de certas qualidades superiores inerentes a ele, isento das leis comuns que regem os homens. Ele não é responsável por qualquer coisa que ele possa fazer.

O crime

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Robert Franks e seu pai (1924)

O crime aconteceu em 1924, quando ambos atraíram o garoto para dentro de um carro e o mataram com uma pancada em sua cabeça. Depois, jogaram ácido clorídrico no corpo para dificultar seu reconhecimento, e o abandonaram em um uma rodovia no estado vizinho de Indiana.

Ao retornarem para Chicago, ligaram para os pais de Frank, dizendo que o filho havia sido sequestrado. Só que antes do resgate ser pago, um trabalhador encontrou o corpo do garoto, e junto a ele, um par de óculos com uma armação rara e sofisticada. Em Chicago, apenas 3 pessoas tinham comprado o modelo. Uma delas era Nathan Leopold.

Com isso, os dois rapazes acabaram confessando e começou uma cobertura do ocorrido pela imprensa, de uma maneira jamais vista. O crime chocou o país quando se soube o motivo que os levaram a assassinar o garoto.

O julgamento

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Clarence Darrow

O julgamento de Leopold e Loeb foi um dos primeiros casos nos Estados Unidos a ser apelidado de “julgamento do século“. Para atuar como advogado de defesa, foi contratado Clarence Darrow, que veio a se tornar uma lenda no direito americano.

Enquanto todos esperavam que os assassinos alegassem insanidade mental, Darrow surpreendeu a todos quando ambos se declararam culpados. Com isso, o advogado conseguiu evitar o júri popular, o que poderia levar seus clientes à pena de morte; e assim pode montar seu caso frente a apenas ao juiz do caso, John R. Caverly.

Foram nas horas finais do julgamento, que Darrow fez uma declaração, que foi considerada a melhor de sua carreira. O discurso incluía: “Esse terrível crime era inerente a esses garotos, que se originou no passado … devemos culpar alguém que tomou os ensinamentos de Nietzsche em sua vida? … devemos realmente condenar um garoto de 19 anos pela filosofia que foi obrigado a absorver na faculdade?”

A sentença

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Leopold e Loeb

O juiz sentenciou Leopold e Loeb a prisão perpétua por assassinato, adicionados 99 anos pelo sequestro.

Em 1936, Loeb foi morto por outro prisioneiro. Leopold chegou a ser solto em 1958, após 33 anos preso. Escreveu um livro sobre o assunto (“Life Plus 99 Years“). Morreu em 1971.

O ‘crime perfeito’, o tórrido envolvimento amoroso dos assassinos, o julgamento, a atuação magistral do advogado e todas as suas consequências,  impactaram profundamente a sociedade ocidental e em especial o mundo cultural.

 

PRÊMIO ARTE QUALIDADE 2017

Os melhores artistas do teatro com temporada em São Paulo em 2017 serão conhecidos, na próxima terça-feira, dia 20 de março. Espetáculos, atores, atrizes e diretores foram selecionados por uma comissão técnica especializada. A votação se encerra dia 19 de março. A cerimônia de gala para a entrega do Prêmio Arte Qualidade 2017 será no Clube Sírio e terá a presença de todos os indicados.

Neste ano, serão entregues estatuetas para os melhores de 2017: espetáculo, atriz, ator e diretor.Estrelas como Ary Fontoura, Renato Borghi, Cláudia Raia, Mel Lisboa, Andréa Beltrão, Débora Lamm, Thalita Carauta, Jarbas Homem de Mello, Malvino Salvador, Caio Blat, Amir Haddad, Gabriel Villela, Monique Gardenberg e Zé Celso Martinez Correa estão entre os indicados.

Os espetáculos 5X Comédia (Nós 3), Boca de Ouro (Cia Melodramática Brasileira, Cantando na Chuva (IMM, Raia Produções e EGG Entretenimento, Les Miserábles (Time Four Fun) e Refluxo (Daltrozo Produções) concorrem na categoria melhor espetáculo. Os indicados ao prêmio de melhor ator são: Ary Fontoura, por Num Lago Dourado; Jarbas Homem de Mello, por Cantando na Chuva; Malvino Salvador, por Boca de Ouro; Caio Blat, por Grandes Sertões: Veredas; e Renato Borghi, por O Rei da Vela.

As indicadas ao prêmio de melhor atriz são: Andréa Beltrão, por Antígona; Cláudia Raia, por Cantando na Chuva; Débora Lamm, por Mata teu pai; Mel Lisboa, por Boca de Ouro; e Thalita Carauta, por 5x Comédia.  Para melhor direção, os indicados são: Amir Haddad, por Antígona; Eric Lenate, por Refluxo; Gabriel Villela, por Boca de Ouro; Monique Gardenberg, por 5x Comédia; Zé Celso, por O Rei da Vela.

CONFIRA A LISTA COMPLETA DOS INDICADOS PELO SITE E APROVEITE PARA VOTAR:www.premioartequalidade.org.br

Prêmio

Prêmio Arte Qualidade é organizado pela Associação Prêmio Qualidade Brasil, que representa a International Quality Service (I.Q.S.). O prêmio foi criado originalmente para homenagear empresas destacadas no mercado, mas devido à grande receptividade, os organizadores acabaram estendendo as homenagens ao mundo artístico-cultural. O objetivo do Prêmio é reconhecer e incentivar a qualidade dos artistas e profissionais do teatro em São Paulo.

 

LARISSA MANOELA ESTÁ SIM EM “A NOVIÇA REBELDE”

A Noviça Rebelde” divulgou mais dois atores que farão parte do elenco.

Para acompanhar Malu Rodrigues (“Maria”), a jornalista Sônia Racy (“Estadão“) divulgou que o “Capitão Von Trapp” e a filha mais velha, “Liesl”, serão interpretados por Gabriel Braga Nunes e Larissa Manoela. (?!?)

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Ué, mas não haviam dito que ela não faria parte da produção???

Entenda o caso

No dia 27 de janeiro, o jornalista Fernando Oliveira (que assina como Fefito) publicou na sua coluna diária no jornal “Agora São Paulo“, que os atores Larissa Manoela e Nicolas Prattes haviam sido contratados para atuar na nova montagem do musical “A Noviça Rebelde”.

Larissa fez parte da última montagem do musical no país – Teatro Alfa em 2008, sob a direção de Charles Möeller e Claudio Botelho. Ela interpretou a filha mais nova da família Von Trapp, a pequena “Gretel”.

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Publicamos a matéria no dia seguinte, mas recebemos comunicado da produção que eles não estavam no elenco do espetáculo. Passados exatos 21 dias, veio a confirmação que Larissa faz sim parte do espetáculo.

Então, agora é aguardar para ver quem fará o papel de Rolf Gruber, a paixão da jovem Liesl.

O espetáculo é uma produção do Atelier de Cultura, e tem a direção de Möeller & Botelho. A estreia é dia 28 de março no Teatro Renault.

DANIEL BOAVENTURA – ENCERRAMENTO DE TURNÊ

O Theatro NET São Paulo recebe Daniel Boaventura nos dias 1 e 2 de dezembro, sexta-feira e sábado, às 21 horas. O show é o mesmo que o artista apresentou no México, em outubro, onde gravou seu novo DVD com uma homenagem aos 50 anos do álbum Sinatra e Jobim, no Teatro Metropolitan, com a casa lotada.

O repertório do artista é formado por músicas que estão na memória de todos, os maiores hits de segmentos variados, o que torna o show vibrante com a participação ativa do público. No palco, Daniel Boaventura fará uma homenagem a dois de seus ídolos, Frank Sinatra e Tom Jobim.

Ele interpretará canções do álbum clássico Francis Albert Sinatra and Antonio Carlos Jobim. A música I’d Rather Hurt Myself, sucesso nas rádios na voz de Daniel Boaventura, também estará presente na apresentação junto com sucessos de Roberto Carlos, Luiz Miguel, George Michael, Bruno Mars e entre outros.

Estou com certeza na melhor fase da minha carreira: um DVD de pura qualidade em todos os aspectos, especialmente nos arranjos, o momento que vivo no exterior e o fato de ser meu primeiro produto lançado ao mesmo tempo em três países me comprovam isso”, celebra o cantor.

Daniel Boaventura – Encerramento de Turnê
Com Daniel Boaventura
Theatro NET São Paulo – Shopping Vila Olímpia (Rua Olimpíadas, 360 – Vila Olímpia, São Paulo)
Duração 80 minutos
01 e 02/12
Sexta e Sábado – 21h
$180/$220
Classificação 12 anos