SEGUE A CENA com RUY BRISSAC

E quando você está no meio da peça, atuando, e alguma coisa imprevista acontece?

Segue a cena!” é o quadro do Opinião de Peso, onde mostraremos situações incomuns que acontecem pelos palcos com os nossos queridos atores e como eles fizeram para seguir a cena.

O entrevistado de hoje é o ator Ruy Brissac, que lembrou de uma cena quando atuava como Dinho, em “O Musical Mamonas” (2016).

ALÔ ALÔ THEATRO MUSICAL BRAZILEIRO (OPINIÃO)

A atriz e cantora, Amanda Acosta, conta a trajetória do Teatro Musical do país no seu mais recente espetáculo – “Alô Alô Theatro Musical Brasileiro“, em cartaz, às terças feiras de abril, às 21 horas, no Teatro Morumbi Shopping.

Percorrendo de 1890 até 2016, Amanda canta 13 canções, e entre ela, conta em textos rápidos, como surgiu o Teatro de Revista no país, seu desenvolvimento e transformações ao decorrer dos anos até se tornar no nosso Teatro Musical Brasileiro.

É um show sobre as influências da identidade cultural do Brasil nos musicais. Um dos objetivos é reacender a interpretação de músicas maravilhosas que muitos ouvem sem saber que foram feitas para o teatro musical brasileiro”, diz a atriz.

Passam pelo palco, canções como “Feijoada do Brasil” e “Corta Jaca“, ambas composições de Chiquinha Gonzaga; os clássicos “Na Batucada da Vida” e “No Rancho Fundo“, além de “Tango de Nancy“, “Basta um Dia” e “Ode aos Ratos“, de Chico Buarque de Holanda, entre outras.

Além de interpretá-las de uma forma teatralizada, Amanda vai além. Ela emula os sotaques de cada época em que as canções foram compostas, situando o espectador antes de iniciar cada uma das faixas.

A atriz está bem acompanhada no palco pelos músicos Demian Pinto, pianista e que fez os arranjos do espetáculo, e Daniel Baraúna, na percussão.

Também tem a companhia de um dos mais importantes e criativos artistas do nosso Teatro/ Teatro Musical – Kleber Montanheiro. Em parceria com Amanda, Kleber assina a direção e roteiro, e também cuida do figurino e iluminação (realmente, um show a parte).

Em um país que não tem memória, “Alô Alô Theatro Musical Brasileiro” é quase um programa obrigatório. Além de se informar e se divertir, terá a oportunidade de (re)ver  Amanda Acosta, dona de uma linda voz e que prende a atenção do público em todos os minutos que está em cena.

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Alô Alô Theatro Musical Brazileiro
Com Amanda Acosta
Teatro Morumbi Shopping (Av. Roque Petroni Junior, 1089 – Jardim das Acácias, São Paulo)
Duração 70 minutos
04 a 25/04
Terça – 21h
$50
Classificação 14 anos
Direção e Roteiro: Amanda Acosta e Kleber Montanheiro.
Figurino e Iluminação: Kleber Montanheiro.
Adereço de Cabeça: Paulo Bordhin.
Arranjos e Piano: Demian Pinto.
Percussão: Daniel Baraúna.
Designer de cabelo e Maquiagem: Anderson Bueno.
Produção: Waldir Terence e Amanda Acosta.
Realização: Acosta Produções Artísticas & Terence Produções.
Assessoria de Imprensa: Arteplural Comunicação

PAPO NA COZINHA com LUDMILLAH ANJOS

Conversamos com a atriz Ludmillah Anjos no quadro Papo na Cozinha.

Conversamos sobre sua infância em Salvador. O início da carreira. A participação em Ídolos e The Voice Brasil. O papel de Oda Mae Brown em Ghost, o Musical.

Os vídeos usados na matéria:
* O Canto dessa Cidade (The Voice Brasil) – https://youtu.be/xdm5wBVSS2Q
* Gravação DVD Ludmillah Anjos em Cachoeirahttps://youtu.be/u8Ryr7ALsE0
* Ghost o Musicalhttps://youtu.be/w47SqKgAU1E
* Making Of – O Amor e o Poderhttps://youtu.be/RLTUOU3iS4M
* Making Of – Babado, Confusão e Gritariahttps://youtu.be/Qe3YsGbOGmc

PLAYLIST MUSICAL com FELIPE DE CAROLIS

Playlist Musical é o quadro criado pelos canais Circuito Teatral SP, Opinião de Peso e Perdido in Sampa.

Estará no ar, todas as quartas feiras, ao meio dia. Durante a conversa, pedimos para o ator/atriz convidado(a) escolher três canções que marcaram sua vida. A 4a e última canção é a que o ator/atriz dedica ao público.

O nosso convidado hoje é o ator Felipe de Carolis ( Rocky Horror Show, Céus, Incêndios).

As músicas citadas na matéria são:
“Sobe a Montanha” (A Noviça Rebelde) – https://youtu.be/YliKs1OTqnE
“Some Enchanted Evening” (South Pacific) – https://youtu.be/XXnd5jjZT2w
“So Anyway” (Next to Normal) – https://youtu.be/l25BQ8jftJc
“Canção de um Verão Vermelho” (O Despertar da Primavera) – https://youtu.be/s4XheIpjuNk

SEGUE A CENA com PAULA CAPOVILLA

E quando você está no meio da peça, atuando, e alguma coisa imprevista acontece?

Segue a cena” é o quadro do Opinião de Peso, onde mostraremos situações incomuns que acontecem pelos palcos com os nossos queridos atores e como eles fizeram para seguir a cena.

A entrevistada de hoje é a atriz Paula Capovilla, que lembrou de uma cena quando ela atuava como Alice Beineke, em “A Família Addams” (2012).

A CASA DE BERNARDA ALBA

A aclamada peça de Federico García Lorca, em uma surpreendente adaptação feita só com homens, nos leva ao pequeno povoado de Andaluzia, em uma Espanha pré-guerra civil.

A sociedade é machista e o nome e a honra contam mais do que a vida e os prazeres carnais.

A austera Bernarda Alba fica viúva pela segunda vez, e, segundo suas ordens, suas filhas terão de viver um luto de oito anos em regime de clausura.

Bernarda tem cinco filhas e todas se interessam por um único homem do vilarejo, que é prometido à filha mais velha: Angustias. Numa trama de intrigas e amargura, as filhas são quase como soldados, e se digladiam longe dos olhos da mãe.

Nessa montagem especial, homens interpretam essas mulheres sem amantes, mostrando o quão brutas e fortes podem ser as personagens de Lorca que metaforizam os soldados da guerra civil espanhola.

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A Casa de Bernarda Alba
Com Rafael Mallagutti, Joaquim Araújo, Ivan Radecki, Caio Gorzoni, Alexandre Nunes, Rafael de Castro, Pedro Ruffo, Thiago Marangoni, Miguel Langone, Gustavo Dittrichi e Dan Rodrigues
Espaço Parlapatões (Praça Franklin Roosevelt, 158 – Consolação, São Paulo)
Duração 90 minutos
31/03 até 05/05
Sexta – 21h
$50
Classificação 12 anos

 

SILHUETAS

Kiara Sasso apresentou na noite do dia 28 de março o seu show solo, “Silhuetas“, no Teatro Porto Seguro.

O show começou de uma maneira mais intimista, falando da paixão de Kiara pela profissão e das transformações que sua carreira profissional está tendo com o passar dos tempos

A canção de abertura foi “I’m a Star” (Scott Alan). A música fala sobre a paixão que os atores/atrizes têm pelo seu ofício. Das audições, das dores pessoais, dos ensaios, para que, com a chance dada pelo produtor e diretor, eles possam estar sempre no palco.

Para interpretar este número de abertura, Kiara entrou pela lateral do teatro, com um holofote a perseguindo (escrevendo agora, lembra a cena de Crepúsculo dos Deuses (Sunset Boulevard), quando Norma Desmond pede para o iluminador que ponha o foco novamente nela).

Logo após, vieram duas canções – inéditas no palco na voz de Kiara: “I Am Changing” (Dreamgirls) e “Since I Don’t Have You” (Grease), que falam sobre o amadurecimento da carreira de todo ator.

Foi só após estas três primeiras canções, que Kiara deu as boas vindas ao público. Falou sobre o que seria apresentado no show. Silhuetas de uma menina, de uma atriz, de uma mulher, de personagens, de tudo que compõem a sua personalidade.

O segundo bloco foi destinado ao Teatro Musical. Foi quando pudemos rever a garota que pisou pela primeira vez no Teatro Abril para dar vida a primeira superprodução Disney no país – “A Bela e a Fera” (2002).

Kiara também falou que “O Fantasma da Ópera” foi quem despertou sua paixão pelos musicais. Aos 11 anos, morando nos Estados Unidos, foi levada pela mãe para assistir em Nova Iorque o musical. Depois dessa, vieram mais 20 sessões (e pensar que depois, em 2005, ela passaria quase dois anos interpretando Christine).

Foram interpretadas as canções “Um Lar” (A Bela e a Fera), “Pense em Mim” (O Fantasma da Ópera), “Eu Confio” (Noviça Rebelde) e, de Mamma Mia (um dos seus musicais favoritos): “Fugindo entre os Dedos” e “Tudo ao Vencedor“.

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Além de atriz, Kiara também dublou alguns personagens da Disney. Neste bloco, ela relembrou Ariel em “Parte de Seu Mundo” (Pequena Sereia); e como não poderá interpretar a personagem Moana, caso a Disney faça um musical (a personagem é havaiana e tem a pele morena de sol e Kiara é mais clara), aproveitou para cantar “How Far I’´ll Go” (Moana).

Kiara Sasso

Nesta parte do show, o que seria o “Entreato“, a atriz aproveitou para fazer uma homenagem as duas mulheres mais importantes de sua vida, e que estiveram sempre a apoiando – sua mãe e sua avó. Dedicou para elas a canção “La Vie en Rose” (Edith Piaf).

A iluminação muda. Novo Bloco. É quando Kiara resolve se abrir e contar um pouco mais de sua carreira, que como todas, tem ganhos e perdas. Brinca com o que muitas pessoas dizem, sobre ela ter feito todos os musicais no país (“Não sou onipresente!“), e explica à plateia que faz audição como todo mundo, revelando-se uma fã agradecida à muitas produções e seus criativos responsáveis, independente do resultado.

Conta então que em “Chicago“, após não ter sido aprovada para o papel principal, resolveu audicionar para o coro, processo onde passou em cinco testes de dança e quando chegou ao de canto, foi reprovada (?!?).

Interpretou as canções “Roxie” (Chicago), “I Dreamed a Dream” (Les Misèrables) e “Popular” (Wicked). (Será que tem algo por trás destes dois últimos números? Uhm?)

Abaixa o telão e é projetada uma colagem de um espelho de camarim com fotos dos personagens interpretados por ela. Kiara se lembra que no colegial, nos Estados Unidos, em um show de talentos, ela resolveu interpretar a canção de um filme do momento – “I Will Always Love You” (Whitney Houston). A professora a pôs para encerrar o show. (Será que já previa o talento da aluna?)

Na última parte, ela brindou o público com interpretações únicas de “I’m Here” (A Cor Púrpura), “At Last” (Etta James) e “Empire State of Mind” (Alicia Keys).

Durante todo o show, Kiara esteve acompanhada de uma bande de quatro músicos, com direção musical e arranjos de Guilherme Terra. A produção foi de Tatiana Véliz, os figurinos de Geraldo Couto e o visagismo de Anderson Bueno. Direção geral, roteiro e cenografia foi do seu marido, Lázaro Menezes.

Para o bis, foram interpretadas “Defying Gravity” (Wicked) e “Dancing Queen” (Mamma Mia), que você pode ver no final da matéria.

Silhuetas” mostrou ao público novamente o carisma e a voz desta atriz, que com certeza, já tem há tempos seu nome gravado no Panteão do Teatro Musical Brasileiro. É um show não apenas para ‘one night only‘ (uma noite apenas), mas sim para uma temporada e para excursionar pelo país. (Que venham boas novas!)