PLUFT, O FANTASMINHA

O novo Teatro Playcenter Family, localizado dentro do Playcenter Family no Shopping Aricanduva, apresentará o espetáculo, aclamado pelo público infantil, “Pluft, o Fantasminha” entre os meses de janeiro e fevereiro.

A peça, encenada pela Cia dos Reis, conta a cômica e inusitada história de Pluft, um fantasma que tem medo de gente. A trama também foca na amizade de Pluft com Maribel, uma jovem que irá ajudá-lo a superar seus medos. Com autoria de Maria Clara Machado, quem assina a direção da montagem é o ator e diretor Ivo Ueter.

Pluft, o Fantasminha começa quando o malvado e temido Pirata Perna de Pau, que está em busca do tesouro perdido do Capitão Bonança Arco-Iris, sequestra a jovem Maribel que é escondida na antiga casa de Bonança. Chegando lá, a menina descobre que a morada abriga uma família muito engraçada de fantasmas, inclusive Pluft, um gentil e bondoso fantasminha que tem medo de pessoas.

Quando os atrapalhados e divertidos marinheiros, amigos de Maribel percebem seu desaparecimento, logo começam a desconfiar que o maldoso Pirata possa ter levado a amiga para a antiga e assombrada residência do Capitão. Juntos, João, Julião e Sebastião vão atrás da garota para salvá-la, passando por momentos onde a coragem de cada um é colocada à prova. Com isso, o Pluft também terá que testar sua bravura e passar por cima do medo para enfrentar seus anseios e construir uma linda amizade entre ele e os humanos.

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Pluft, o Fantasminha
Com Carol Marafiga, Fábio Brasile, Filipe Bertini, Ivo Ueter, Johnny Gonçalves, Luisa Galatti, Pamela Almeida, Pietro Alonso, Otávio Negri, Thiago Mantovani, Vivian Nóbrega e William Avelar
Teatro Playcenter Family – Shopping Leste Aricanduva (Avenida Aricanduva, 5.555, Vila Matilde, São Paulo)
Duração 50 minutos
25/01 até 25/02
Sábado e Domingo – 16h
$40
Classificação Livre

OS TRÊS PORQUINHOS E O LOBO

Apreciado por todas as gerações, a obra de Joseph Jacobs adaptada pela Companhia dos Reis, ganhou uma versão repaginada de “Os Três Porquinhos e o Lobo” sem perder a essência do clássico, com músicas e sapateado, inovando com cenário em tamanho diferenciado e moderno.

O espetáculo está em cartaz no novo Teatro Playcenter Family localizado dentro do Playcenter Family, no Shopping Aricanduva até 25 de fevereiro.

Com direção de Ivo Ueter, a saga narra a incrível jornada de três porquinhos que decidem construir uma nova moradia, em meio a muitas trapalhadas precisaram escapar de um lobo que está rondando a vizinhança e que utiliza muitos disfarces para enganar e perseguir os irmãos, o  lobo que  se sente esperto com planos que nunca dão certo, tentará ainda destruir as três casinhas feitas de palha, madeira e tijolos.

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Os Três Porquinhos e o Lobo
Com Fábio Basile, Filipe Bertini, Ivo Ueter, Thiago Mantovani, Yago Senciani e William Avelar
Teatro Playcenter Family – Shopping Leste Aricanduva (Avenida Aricanduva, 5.555, Vila Matilde, São Paulo)
Duração 50 minutos
25/01 até 25/02
Sábado e Domingo – 19h
$40
Classificação Livre

 

SONHO DE UM HOMEM RIDÍCULO

Sucesso de público e crítica, o espetáculo SONHO DE UM HOMEM RIDÍCULO, com Celso Frateschi e direção de Roberto Lage, prorroga por mais três semanas sua temporada em São Paulo. A montagem fica em cartaz de 17 de fevereiro a 4 de março, sempre com apresentações aos sábados e domingos, às 19 horas, no Ágora Teatro. O espetáculo, que estreou em 2005, é baseado no conto homônimo do escritor russo Fiódor Dostoiévski, publicado pela primeira vez em 1877 no livro Diário de um Escritor.

Em SONHO DE UM HOMEM RIDÍCULO um funcionário público, sabe que é ridículo desde a infância, mas por orgulho jamais confessou esse fato a ninguém. Motivo de desprezo e zombaria de seus semelhantes, já não tem mais nenhum interesse na continuação da sua existência. Num dia, inútil como todos os seus outros dias, em que mais uma vez esperava ter encontrado o momento de meter uma bala na cabeça, foi abordado por uma menina de uns oito anos, que clamava por ajuda. Ele não só recusa o apoio à criança, como a espanta violentamente e aos berros.

Ao voltar para casa, não consegue dar fim a sua existência. Já com sua arma pousada em seu peito e perturbado pelos sentimentos causados por aquela criança, adormece e sonha com a sua própria morte, com seu enterro e com uma vida após o tiro disparado. Viaja pelo espaço e por desconhecidas esferas. Experimenta a terra não manchada pelo pecado original e conhece os homens na plenitude da sabedoria e equilíbrio. Ele acredita que aquilo tudo foi real, pois as coisas terríveis que sucederam não poderiam ter sido engendradas num

Construção de conhecimento

Para Celso Frateschi, o texto clássico encenado é sempre contemporâneo, por isso a importância de voltar a encenar SONHO DE UM HOMEM RIDÍCULO. “No momento em que a barbárie avança violenta e rapidamente, destruindo valores humanistas que imaginávamos consagrados pela história e quando o sonho de liberdade individual, justiça social e fraternidade passam a ser vistos como retrógrados, a diversidade como ofensa e que virtuoso é quem rouba bem, o teatro se mantém como espaço de prazer estético e construção de conhecimento”, explica ele, que sentencia: “A linguagem não deve estar a serviço da ideologia, mas da liberdade.

O ator afirma ainda que ao abordar os clássicos de outra maneira, há uma permissão para que ele se aproxime de nosso tempo não pelas semelhanças, mas pelas diferenças entre a época em que foi escrito ou apresentado e a atual. “Identificar os modos de agir, sentir, se relacionar e pensar de nossos ancestrais, característicos de suas épocas para que se choquem e ou se assemelhem aos nossos, livremente, sem freios e cabrestos ideológicos, para que a poesia de nossos mestres nos ilumine e nos transforme”, conta Frateschi.

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Sonho de Um Homem Ridículo
Com Celso Frateschi
Ágora Teatro – Sala Edith Siqueira (Rua Rui Barbosa, 672 – Bela Vista, São Paulo)
Duração 60 minutos
17/02 até 04/03
Sábado e Domingo – 19h
$40
Classificação 14 anos

A CASA DA MARIQUINHAS – UM CABARÉ PORTUGUÊS COM POESIA E FADO

O espetáculo musical A Casa da Mariquinhas – Um cabaré português com Poesia e Fado reestreia no dia 20 de janeiro (sábado, às 18 horas), no Botequim Contra Regra do Espaço Cia da Revista, onde permanece em cartaz até o dia 11 de março.

Tradicional estilo musical de Portugal, o fado dá o tom ao espetáculo que tem roteiro e concepção de Helder Mariani e direção de Dagoberto feliz.

No palco, os atores-cantores – Helder MarianiKatia Naiane,Ricardo Arantes, e Silmara Deon – costuram poesias de autores expressivos da literatura portuguesa como Fernando Pessoa, Florbela Espanca, José Régio e Bocage aos fados que marcaram a cultura lusitana. Entre as músicas, “É Loucura”, “Só Nós Dois É que Sabemos”, “Perseguição”, “Casa Portuguesa”, “Grândola Vila Morena”, “Esquina de Rua”, “Maldição” e “Estranha Forma de Vida”, além da canção-título “A Casa da Mariquinhas”. Segundo o idealizador do espetáculo Helder Mariani, “são todas obras instigantes, carregadas de nostalgia e com grande apelo dramático e teatral”.

Os espectadores, sentados em mesas espalhadas pelo salão da Cia da Revista, são envolvidos pela atmosfera dos antigos cabarés, como nos ambientes chamados “fado vadio”, em que as pessoas cantavam e bebiam junto com os fadistas.

No passado, Casa da Mariquinhas foi uma animada casa de raparigas, onde os frequentadores se encontravam para contar da vida e cantar o fado. A Casa foi leiloada e se tornou uma respeitável e discreta casa de penhor. Do antigo estabelecimento nada sobrou, nem mesmo as tabuinhas nas janelas para evitar os fuxicos.

O musical se desenvolve com base em canções interpretadas pelo fadista português Alfredo Marceneiro, criadas para retratar a história da Casa da Mariquinhas, então apresentada em três momentos: o apogeu com todo o glamour peculiar ao bordel, o duro momento em que a casa é leiloada e sua transformação em casa de penhor, tendo janelas de vidro no lugar das tábuas.

Na poesia e no fado se confundem as historias de Portugal, dos fadistas e das pessoas do povo. E nesse cabaré, os atores brasileiros, deste lado do Atlântico, se voltam para as terras lusitanas de além-mar e redescobrem as nossas próprias raízes e lutas, somadas às  artimanhas do amor para aproximar a plateia do universo da cultura lusitana.

O espetáculo A Casa da Mariquinhas é um antigo projeto de Helder Mariani de reunir duas de suas paixões: poesia e fado. Segundo ele, a criação seguiu dois critérios: “existencial, para ressaltar o caráter sentimental e nostálgico do fado com suas tragédias de vida, e a questão política, pois o fado é uma expressão artística relacionada diretamente à Revolução dos Cravos que derrubou o ditador Antônio de Oliveira Salazar, em 1974”, comenta.

Dagoberto Feliz explica que na ditadura portuguesa, enquanto alguns fadistas adaptavam letras, fazendo com que o governo de Salazar se apropriasse politicamente do fado, outros resistiram ao regime e mantiveram seu caráter contestatório e revolucionário. “Fato bastante semelhante ao que ocorreu na ditadura brasileira”, explica o diretor. Helder completa: “É inegável que o fado, ao registrar a história contemporânea de Portugal, passa também por nossa própria história”.

thumbnail_A Casa da Mariquinhas -foto de Rafael Sampaio -b

A Casa da Mariquinhas – Um cabaré português com Poesia e Fado
Com Helder Mariani, Katia Naiane, Ricardo Arantes e Silmara Deon.
Espaço Cia da Revista (Alameda Nothmann, 1135 – Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 70 minutos
20/01 até 11/03
Sábado e Domingo – 18h
$50
Classificação 12 anos

AS LOUCURAS QUE AS MULHERES FAZEM

Após passar dois anos viajando pelo Brasil, estreia no dia 12 de janeiro, em São Paulo, no Teatro Viradalata a comédia romântica As Loucuras que as Mulheres Fazem, estrelada pelos atores Fabio Rhoden e Maria Bia.
 
A peça escrita por Luciana Guerra Malta, com direção de Dan Rosseto, conta a história de Luiza e Fábio, um jovem casal em crise conjugal. Sem filhos e com carreiras independentes e diversas (ela professora de faculdade, ele analista de sistemas), decidem viver separados para que ambos entendam os motivos que os fizeram tomar esta decisão repentina.
 
Assim como Romeu e Julieta, um dos mais famosos casais da literatura, Luiza e Fabio, acreditaram que o amor era capaz de mover montanhas, sobreviver diferenças e passar pelas adversidades. No auge da paixão essas sensações são comuns a todos os amantes. Mas esse poderoso sentimento não é suficiente para garantir casamentos bem sucedidos e duradouros. Com o tempo a rotina revela divergências que vem a tona e que nem sempre o casal está disposto a lidar com os resultados que podem ser catastróficos.
 
Como conceito de encenação o diretor Dan Rosseto utilizará recursos de projeção em vídeo com depoimentos reais de atrizes com o tema “As Loucuras Que as Mulheres Fazem” que será exibido nas transições cênicas ajudando-o na narrativa e melhor compreensão da história pelo público. A cenografia remeter-se a um apartamento com aspecto Cult com mobília moderna, sob dois tapetes de iguais tamanhos representando os apartamentos de Luiza e Fabio. Recursos de trilha sonora (romântica), iluminação e adereços cênicos completam e enriquecem a arquitetura tornando a experiência teatral completa e extremamente profissional.
 
O espetáculo, além de divertir, também provoca reflexão e pretende fazer com que o assunto seja discutido em casa, para que casais que estejam passando por situações semelhantes aos personagens posam resolver ou amenizar sua rotina.
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As Loucuras Que As Mulheres Fazem
Com Fabio Rhoden e Maria Bia
Teatro Viradalata (Rua Apinajés, 1387 – Sumaré, São Paulo)
Duração 65 minutos
12/01 até 03/03
Sexta e Sábado – 21h30
$60
Classificação 12 anos

TADZIO

Nos últimos anos a Igreja Católica vem sofrendo uma série de denúncias de casos de pedofilia envolvendo lideranças religiosas, principalmente nos EUA e Europa, levando o Papa Francisco a criar, em 2013, uma comissão para investigar as acusações. Esse tema tão delicado é abordado no espetáculo Tadzio, que reestreia dia 14 de janeiro no Teatro Viradalata, para uma última temporada, com André Grecco, Rodrigo de Castro e Nana Pequini

A peça de Zen Salles, com direção de Dan Rosseto, é levemente inspirada no livro “Morte em Veneza” de Thomas Mann, que narra a paixão platônica do escritor Gustav von Aschenbach por um jovem polaco de apenas 13 anos. Outra inspiração foi o polêmico e notório caso da Escola Base de São Paulo, onde os seus diretores foram acusados pela opinião pública de abusarem sexualmente de alguns alunos. Após uma investigação sem nenhum rigor ou prova concreta, essas pessoas conseguiram provar a inocência, porém ficaram diversas marcas.

A partir desses fatos, dois aspectos foram trabalhados com maior destaque dentro do processo ficcional de “Tadzio”. O primeiro aspecto é o incontrolável desejo que perturba ferozmente as personagens envolvidas. Já o segundo é o julgamento precipitado que pode haver diante de alguns fatos inventados e que passam a ser encarados como uma verdade absoluta.

Na trama, um jovem de 25 anos é ordenado padre e diante da tão sonhada realização, passa a relembrar em tom de confissão como nasceu o seu desejo pelo “santo sacerdócio”. Também narra a maneira que conheceu o seu grande mestre e fonte de inspiração para a vida, o padre Enoque, que despertou nele uma “diabólica” paixão quando tinha apenas 13 anos. Os fatos são contados a partir do ponto de vista de Tadeu que, extremamente contrariado em seu desejo não consumado, resolve se vingar do padre Enoque a partir de uma escandalosa revelação.

É justamente aí que o espetáculo aborda um pouco da complexidade humana, que vai muito além do bem e do mal, do céu ou do inferno, de Deus ou do Diabo que nos faz pensar sobre as várias facetas de um desejo avassalador. Na mesma intensidade, também analisa como o mundo ao redor pode reagir diante de uma surpreendente confissão, seja ela verdadeira ou não.

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Tadzio
Com André Grecco, Nana Pequini e Rodrigo de Castro 
Teatro Viradalata (Rua Apinajés, 1387 – Sumaré, São Paulo)
Duração 70 minutos
14/01 até 04/03
Domingo – 19h
$60
Classificação 16 anos

A MULHER DE BATH

Uma mulher de vasta experiência conta a história de sua vida, seus amores incansáveis, seus rancores, paixões e vinganças, suas traições e sua grandeza, seu conhecimento profundo do pecado, da salvação e do espírito humano.

Com ardorosa oratória, sua história, ao mesmo tempo inusitada e exemplar, universal e única, é revelada por ela à beira de uma estrada, em plena Inglaterra medieval. “É um texto de interesse universal. Uma mulher falando dos jogos e artimanhas do amor, das guerras infernais no casamento, do sexo e suas armadilhas, das diferenças entre homens e mulheres, da necessidade da soberania feminina, de seu pleito por liberdade. São as mesmas questões de hoje. Ele foi surpreendente em sua época, e continua a surpreender agora”, conta Maitê Proença, atriz e idealizadora do projeto.

Alice viúva de cinco maridos está em busca do sexto.  Religiosa, não pode pecar e reza fervorosamente pela morte dos esposos para poder, assim, renovar o seu plantel.

A odisseia pessoal da personagem é entremeada com o relato fantástico de uma época imaginária: o mundo das lendas do Rei Artur, quando seres feéricos andavam pela Terra disfarçados em forma humana. Com texto de Geoffrey Chaucer e direção do premiado diretor Amir Haddad, a montagem de viés contemporâneo conta com a participação especial no palco do ator e músico Alessandro Persan.

Texto medieval, temática contemporânea

A Mulher de Bath é um dos personagens da obra “Contos da Cantuária”, de Geoffrey Chaucer,   uma das figuras basilares da literatura ocidental, precursora de Shakespeare e do indivíduo moderno.

Os “Contos da Cantuária”, escritos em 1380 e publicados pela primeira vez em 1475, faz parte das obras fundadoras da literatura inglesa. Assim como Dante, Cervantes e Camões, os contos de Chaucer ajudaram a sedimentar a língua, a poesia, a ficção e a oratória de todo um país. “Chaucer teve a audácia e a graça de colocar essa história, que nós transformamos em teatro, na boca de uma mulher, uma viúva libertária. Uma mulher que ama a vida, a alegria, o riso, o sexo, os homens, a diversão. A mulher de Bath é profundamente religiosa e tudo o que faz justifica pela Bíblia. Nela, o sagrado e o profano convivem perfeitamente. Isso resulta divertido e cômico.”, afirma Maitê.

A premiada tradução de José Francisco Botelho busca inspiração na poesia popular brasileira, do repente nordestino à trova gaúcha. Seus versos, que recriam os de Chaucer, são referência e objeto de estudo internacional, apostando em um sonho épico: a universalização da cultura brasileira. “Mas a nossa montagem é pé no chão, sem salto alto, sem pompa.  Fizemos questão que este texto primoroso se tornasse compreensível para todo tipo de espectador”, diz Maitê. “A Mulher de Bath parece uma mulher de agora, uma dessas neofeministas do movimento que ressurge, só que mais falante, mais bem articulada, inteligente e desbocada. E eu imaginava que as mulheres dessa época ficassem em casa rezando pelo marido que morreu. Esta já enterrou cinco e quer mais um”, completa a atriz.

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A Mulher de Bath
Com Maitê Proença
Sesc Bom Retiro (Al. Nothmann, 185 – Campos Elíseos, São Paulo)
25/01 até 04/03
Quinta – 18h, Sexta e Sábado – 21h, Domingo – 18h
$40 ($12 – credencial plena SESC)
Classificação 16 anos