MANUAL PARA DIAS CHUVOSOS

A vida de três pessoas dentro de um apartamento durante um período de caos na cidade de São Paulo, devido à chuva que cai na cidade por mais de uma semana. Essa é a trama central escrita por Dan Rosseto, que ganha nova montagem nos palcos paulistanos. A peça estreia dia 05 de setembro na Giostri Livraria Teatro. No elenco os atores Eduardo Pelizzari, Larissa Ferrara e Marjorie Gerardi.

O texto escrito por Dan Rosseto, que também fará a direção, tem um uma linguagem verborrágica, com cenas de diálogos rápidos em que os personagens vão se redescobrindo e entendendo o motivo de estar ali. Dentro do palco será ambientado o apartamento de um dos personagens onde a peça se desenrola. O cenário é composto de objetos alternativos criando elementos comuns do nosso cotidiano. O figurino tem como referência as roupas dos anos 1980/90 por ser um período de fatos de grande importância na vida dos personagens.

O espetáculo propõe ao espectador entrar na vida dos personagens, para entender através do humor sarcástico e ácido que permeiam todo o texto, os motivos que levaram os personagens a cometer algumas atitudes tanto no passado como no presente. A peça aborda temas como vingança, bullying e abuso sexual.

A primeira versão da peça ocorreu em 2014 no Teatro Augusta, fazendo 02 temporadas em São Paulo e viagens por várias cidades do Brasil como Palmas, Rio Branco, Araguaína, São José dos Campos e Mogi das Cruzes. Esse ano, Manual para Dias Chuvosos foi transformado em livro lançado pela editora Giostri.

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Manual Para Dias Chuvosos

Com Eduardo Pelizzari, Larissa Ferrara e Marjorie Gerardi

Giostri Livraria Teatro (Rua Rui Barbosa, 201 – Bela Vista, São Paulo)

Duração 70 minutos

05/09 até 25/10

Quinta e Sexta – 21h

$60

Classificação 14 anos

HEATHERS, O MUSICAL

Heathers é um emocionante musical que pulsa a energia dos corações adolescentes. Baseado no filme homônimo de Daniel Waters, o musical de Laurence O’Keefe e Kevin Murphy, versionado para o português por Rafael Oliveira, se passa em 1989 e conta a história da jovem Verônica Sawyer (Ana Luiza Ferreira) em seu último ano do colégio. Em busca de um mundo melhor, Verônica, juntamente com seu namorado JD (Diego Montez), vivem a adolescência tentando se auto-descobrir. Será ela uma Heather capaz de tudo para ser popular? Qual o valor de uma real amizade? Entre canções que falam sobre amor, vida, morte, perdão e reconciliação, o universo jovem é apresentado de uma forma alegre e positiva, apesar de mostrar as crueldades do mundo real.

Trazendo aspectos de suspense e terror que marcam os clássicos da década de 80, Heathers, o musical é uma obra rock que tem uma legião de fãs pelo mundo e promete conquistar corações que são ou sempre serão jovens. Com estreia prevista para outubro no Teatro Viradalata, a montagem terá direção geral de Fernanda Chamma em parceria com a também diretora Daniela Stirbulov, coreografias de Mariana Barros e direção musical de Amanda Bamonte e Willian Sancar. O formato do show será inédito propondo que parte da plateia participe do espetáculo (espectadores estes que terão que chegar 40 minutos antes para orientações e “ensaio”).

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Heathers, o Musical

Com Ana Luiza Ferreira, Diego Montez, Murilo Armacollo, Bruna Vivolo, Gigi Debei, Veronica Goeldi, Mariana Fernandes, Carol Amaral, Isa Castro, Luisa Valverde, Ana Araújo, Arízio Magalhães, Bruno Kimura, Gustavo Daneluz, Roberto Justino, Lucas Colombo, Luanna Barbosa, Luisa Phoenix, Alice Zamur, Ana Bia Matos, Ana Itokazu, Ana Luiza Leal, Andreas Trotta, Augusto Follmann, Beatriz Soares, Carol Kiatake, Carol Pelegrini, Carol Pfeiffer, Clarice Sakamoto, Dante Morais, Davi Gazal, Deivisson Cruz, Diego Fecini, Duda Araujo, Estevão Souz, Esther Arieiv, Fabiana Marun, Giulia Propheta, Henrique Hadachi, Ingrid Sanchez, Isabella Arruda, Jean Cruz, John Seabra, Lorena Tucci, Luana Lavareda, Luís Vasconcelos, Lu Freixedas, Manu Casado, Manu Della Monica, Pedro Ogata, Renan Souza, Renata Regina, Sophia Almeida, Sophia Correia, Thayna Luanny e Vicky Maila.

Teatro Viradalata (Rua Apinajés, 1387 – Sumaré, São Paulo)

Duração 120 minutos

05/10 até 17/11

Sábado – 17h e 21h, Domingo – 15h e 19h, Segunda – 21h

$70/$150

Classificação não informada

SUKATA, O MUSICAL

O Musical Sukata é um espetáculo infanto juvenil que retrata a realidade de três atendentes da doceria delivery Pekatu que insatisfeitas com o trabalho, e com as péssimas condições do lugar onde vivem. Iniciam um trabalho de reciclagem que vai mudar suas vidas e das pessoas à sua volta.

Através da música busca levar de uma forma clara e sem muitas delongas, a possibilidade de uma sociedade mais sustentável, e com mais responsabilidade social.

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Sukata, o Musical

Com Amanda Matos, Bruna Story, Gabriela Silveira, Gabriele Annes, Isabelly Billota, Isack Paulino, Júlia Domingues, Luana Rodrigues, Madu Almeida, Marina Ginesta, Paloma Gomes, Raphaella Paes, Renan Wender

Teatro Shopping West Plaza – sala Nicette Bruno (Av. Antártica, 408 – Água Branca, São Paulo)

Duração 60 minutos

01 a 29/09

Domingo – 15h

$60

Classificação Livre

O QUE AINDA GUARDO

Depois do Grupo Corpo e da Les Ballets Jazz de Montreal, a 16ª Temporada de Dança do Teatro Alfa continua em alta temperatura, com a apresentação de uma das principais representantes da dança produzida no Brasil, a Quasar Cia. de Dança. Com 31 anos de atuação nos palcos nacionais e internacionais,  o grupo de Goiânia, que  já levou sua obra para mais de 25 países e para 24  Estados brasileiros, fará duas sessões do espetáculo O QUE AINDA GUARDO, nos dias 14 e 15 de setembro, no Teatro Alfa. No palco, a criação de Henrique Rodovalho, inspirada em icônicas composições da bossa nova.

Eleito pelo voto do público o melhor espetáculo de dança de 2018 (pelo Guia da Folha) e destaque da dança em 2018 (pelos especialistas do jornal O Globo), o espetáculo foi criado em 2018, ano em que a Quasar completou três décadas de existência e de uma trajetória reconhecida nacional e internacionalmente. Já foi apresentado nas seguintes cidades: Rio, São Paulo, Goiânia, Palmas, Gravataí, Canoas, Brasília, São Luis do Maranhão,  Santo André e Bonito. O que ainda guardo foi inspirado na bossa nova. Os mais de 60 anos de canções, nascidas de encontros entre compositores da zona Sul do Rio de Janeiro, e a memória emotiva que cada uma das letras e notas deste cancioneiro provoca, foram essenciais para o coreógrafo produzir e desenvolver o espetáculo.

Referência no estilo contemporâneo e conhecida por tentar provocar a plateia sobre o tema que seus bailarinos estão dançando, a Quasar preserva esta característica para este espetáculo. Os bailarinos fazem movimentos que aparentam ser simples, mas possuem uma técnica complexa, para transmitir ao público a origem da Bossa, derivada do samba e com elementos do jazz, e resgatar a história da Quasar. “O espetáculo retoma vários espetáculos meus ao longo desses 30 anos. Até por isso, a escolha do nome O Que Ainda Guardo. Trata-se do guardo da Bossa Nova e dos meus trabalhos”, afirma o coreógrafo.

O início do espetáculo é cronológico, passando pelo período que dá origem à Bossa Nova, com canções de Angela Maria, Nelson Gonçalves, Maísa e Cauby Peixoto, mas logo se torna “uma viagem por vários ambientes e climas”, comenta Rodovalho. “É um espetáculo eclético, de leveza, mas com uma técnica muito bem desenvolvida”, diz. A coreografia não será uma história ou uma ideia que se desenrolará no tempo da encenação. As letras das canções de Bossa Nova foram pontos-chave para que um tipo de movimento se arquitetasse entre coreógrafo e intérpretes. Os temas abordados pelos compositores, muitos deles ligados ao cotidiano da época, nesta trilha sonora são cantados como se fossem conversas entre amigos. A partir daí, o espetáculo se revela como um diálogo provocativo e nada previsível, entre as canções e seus temas, e as coreografias que foram criadas e seus movimentos. Este é um trabalho que antes de ter sido iniciado suscitou diversos questionamentos, principalmente sobre como a música move a dança da Quasar, e sobre como é possível traduzir uma obra musical tão própria em um espetáculo cênico instigante e modierno. Em resumo, a busca foi continuamente por produzir um resultado final sensível, belo, fascinante, pleno em sua forma e em sua importância para o mundo das artes.

O que ainda guardo não é um relato linear. A coreografia não será uma história ou uma ideia que se desenrolará no tempo da encenação. As relações criativas entre músicas e movimentos se darão em vários níveis de harmonia ou confronto. As letras das canções de Bossa Nova foram pontos-chave para que um tipo de movimento se arquitasse entre coreógrafo e intérpretes. Os temas abordados pelos compositores, muitos deles singelos e ligados a um cotidiano ingênuo e pueril, nesta trilha sonora são cantados como se fossem conversas entre amigos, e esta maneira coloquial de fazer poesia inspirou um tipo de movimentação que permeia toda obra. A partir daí o espetáculo foi se revelando como um diálogo provocativo e nada previsível, entre as canções e seus temas, e as coreografias que foram criadas e seus movimentos. O corpo se tornou, então, linguagem em si e expressão de algo maior. O espetáculo ainda faz uma homenagem aos 30 anos da Quasar, resgatando imagens que retomam a essência da companhia. Instantes de espetáculos que se tornaram preciosos e únicos em nossa trajetória, e que cintilam nesta nova criação, provocando uma espécie de reminiscência em nossos espectadores.

Guardo com carinho!

Guardo na memória!

Nas músicas…

Nas coisas da Quasar…

Guardo coisas preciosas para mim!

O QUE AINDA GUARDO… é o nome do espetáculo!

Henrique Rodovalho

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O Que Ainda Guardo

Com Claudionor Alves, Gabriela Leite, Gustavo Silvestre, Jackeline Leal, Jey Santos, Loretta Pelosi, Marcella Landeiro, Rafael Abreu, Rafael Luz e Thaís Kuwae

Teatro Alfa (R. Bento Branco de Andrade Filho, 722 – Santo Amaro, São Paulo)

Duração 64 minutos

14 e 15/09

Sábado – 20h, Domingo – 18h

$75/$90

Classificação Livre

À SOMBRA DOS OUTROS

Na segunda fase da ocupação artística do Teatro MorumbiShopping, o ator Pedro Cardoso estará sozinho no palco na comédia  inédita À Sombra dos Outros. Escrita e dirigida pelo próprio autor, monólogo estreia dia 5 de setembro, quinta-feira, às 21 horas.

A peça reúne textos dos aclamados posts de Pedro e discussões com seus mais de 200 mil seguidores nas redes sociais (um feed, espontâneo e gerido pelo próprio Pedro). São esquetes de personagens que Pedro já fez e outros inéditos, numa colcha de retalhos interativa com a plateia. A peça cumpre temporada até o dia 3 de outubro, sempre às quintas-feiras, 21 horas.

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À Sombra dos Outros

Com Pedro Cardoso

Teatro Morumbi Shopping (Av. Roque Petroni Junior, 1089 –  Jardim das Acácias, São Paulo)

Duração 60 minutos

05/09 até 03/10

Quinta – 21h

$50

Classificação 12 anos

NESTE MUNDO LOUCO, NESTA NOITE BRILHANTE

Depois do sucesso com Contrações e Love, Love, Love (que ganharam os prêmios Shell, APCA, APTR, Questão de Crítica e Aplauso Brasil), o Grupo 3 de Teatro estreia o sexto espetáculo de sua trajetória: Neste Mundo Louco, Nesta Noite Brilhante, o novo texto da conceituada dramaturga Silvia Gomez. O espetáculo tem direção de Gabriel Fontes Paiva e fica em cartaz no Sesc Consolação de 23 de agosto a 6 de outubro.

Na trama, enquanto aviões de várias partes do mundo decolam e aterrissam, a vigia do KM 23 de uma rodovia abandonada encontra jogada no asfalto uma garota que delira após ser violentada naquela noite estrelada. 

A cada dez minutos uma mulher é vítima de estupro no Brasil. “Terminei este texto no final do ano passado, mas ele começou a se materializar mesmo em 2015, dia após dia, diante do aumento dos casos de estupro e violência contra a mulher no Brasil, histórias que temos visto tomar as notícias. Acho que a peça é um desabafo, alegoria, uma resposta artística a essa realidade, buscando falar dela em outra camada: escrevo sobre um encontro entre duas mulheres num KM abandonado do Brasil. Uma delas acaba de ser violentada e, no delírio da violência, fala. Busco no delírio um diálogo com a realidade impossível de alcançar. De que sintoma complexo do nosso tempo e do nosso país as estatísticas falam? Não tenho respostas exatas, mas muita perplexidade e perguntas que procuro elaborar na cena absurda. Escrevi pensando no Grupo 3, pois há muito tempo queria criar algo só para eles, que são minha turma de Belo Horizonte, MG, com a qual comecei e troco há mais de 20 anos”, revela a autora Silvia Gomez. 

Com linguagem não realista e poética e humor ácido, o texto discute as relações de dominação e resistência, de conflito e poder, praticadas pela humanidade desde tempos imemoriais. É uma obra ao mesmo tempo política e psicológica, local e universal, escrita por uma das principais dramaturgas brasileiras atuais, que já teve seus trabalhos publicados em sete idiomas.

Em geral, encontro personagens em situações de limite pessoal, emocional, às vezes físico. Nesse lugar, onde as convenções parecem de repente suspensas, uma espécie de lucidez-delirante – assim mesmo, contraditória – toma corpo nas relações e na fala perplexa. Aquilo que não gostamos de dizer vem à tona, as palavras ficam perigosas e ao mesmo tempo quase engraçadas – há uma espécie de humor instável nascido do impasse”, acrescenta a dramaturga.

Em cena, além das duas mulheres interpretadas por Yara de Novaes e Débora Falabella, há a banda Boliviana Las Majas, que toca ao vivo a trilha composta por Lucas Santtana dialogando com as atrizes. O grupo musical é formado por Mayarí Romero, Lucia Dalence, Lucia Camacho e Isis Alvarado e entrou para o espetáculo quando o Grupo 3 fez uma leitura encenada da peça em Santa Cruz de La Sierra, Bolívia, e convidou a banda para participar. A iluminação de André Prado e Gabriel Paiva também é operada em cena e participa desse diálogo.

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Neste Mundo Louco, Nesta Noite Brilhante

Com Débora Falabella e Yara de Novaes

Teatro Anchieta – SESC Consolação (R. Dr. Vila Nova, 245 – Vila Buarque, São Paulo)

Duração 90 minutos

23/08 até 06/10

Sexta e Sábado – 21h, Domingo – 18h

$20 ($10 – credencial plena)

Classificação 16 anos

FLORESTA DOS MISTÉRIOS

Quando Guta, Rafa e Duda entram na Floresta dos Mistérios, conduzidos pelos misteriosos elementais, eles estão prestes a conhecer não só as forças da natureza, representados pelos mitológicos Saci Pererê, Sereia Iara e Boitatá, mas também a enorme força que existe dentro de cada um deles. Idealizado, escrito e dirigido por Márcio Araújo, o espetáculo infantil Floresta dos Mistérios estreia dia 7 de setembro, sábado, às 16 horas no Teatro Alfa. 

Inclusiva, com áudio-descrição e libras em todas as sessões, a peça utiliza bonecos manipulados que representam as crianças, cada uma com uma deficiência: surdez, Síndrome de Down e paralisia cerebral. “É muito importante dar representatividade a todas as pessoas, sobretudo às minorias, para que o mundo possa conviver em harmonia. Além disso, discutir com o público a questão do desmatamento e do meio ambiente é essencial nesse momento”, afirma Márcio Araújo. Guta, Rafa e Duda lutarão pela preservação da floresta e de toda vida existente lá dentro frente aos planos da ambiciosa prefeita Marta Lúcia, que pretende construir ali a maior fábrica de celulares do mundo, sempre acompanhada de seu fiel escudeiro, o atrapalhado Romildo. Mas os habitantes da mata não pretendem se entregar tão facilmente. Fica, então, a pergunta: é possível um mundo onde tecnologia e natureza possam conviver?

Nessa defesa em favor da floresta, as crianças contracenam com seres folclóricos como o Saci Pererê, a sereia Iara e o Boitatá, com os quais se identificam e criam laços afetivos em função das necessidades especiais de cada criança. Unidos, eles enfrentam a ganância da prefeita. Dessa reflexão, de que o mundo é um lugar com espaço para todos, nasceu a ideia e o desejo de Floresta dos Mistérios, um espetáculo acessível e que traz questões como inclusão, preservação da natureza e valorização da cultura popular brasileira em uma enorme aventura musical.

Criados por Márcio Pontes, referência no teatro de animação, os bonecos têm o tamanho real das crianças. As músicas são de Márcio Araújo e Tato Fischer, compostas especialmente para o espetáculo e cantadas ao vivo. O cenário de Nani Brisque e a luz de Wagner Freire ajudam a contar essa história de superação, inclusão e magia.Com produção e idealização da Humanize Produções e Marujo Produções, o espetáculo amplia a discussão sobre a inclusão social, defesa do meio ambiente e reflete também acerca da tecnologia/desenvolvimento e sustentabilidade. O projeto contempla um site com vídeos de entrevistas, material de apoio pedagógico e curiosidades sobre a peça. Para ter acesso ao conteúdo exclusivo acesse o site do projeto: www.florestadosmisterios.com.br  . É  apresentado pelo Ministério da Cidadania e Volkswagen Financial Services.

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Floresta dos Mistérios

Com Clayton Bonardi, Daniel Costa, Daniela Schitini, Débora Vivan, Mateus Menezes, Wesley Leal, Lucas Kelvin e Marizilda Rosa

Teatro Alfa – Sala B (R. Bento Branco de Andrade Filho, 722 – Santo Amaro, São Paulo)

Duração 60 minutos

07/09 até 20/10

Sábado e Domingo – 16h

$40

Classificação Livre