SAULO VASCONCELOS EM “POR TRÁS DAS MÁSCARAS”

Celebrando 20 anos de carreira, Saulo Vasconcelos apresenta seu primeiro show solo. Por Trás das Máscaras, é uma alusão ao O Fantasma da Ópera, musical que protagonizou no Brasil e no México. O repertório passeia também por temas de outros personagens vividos pelo protagonista, como Os MiseráveisA Bela e a FeraA Noviça RebeldeCatsMoana, entre outros.

Considerado uma referência do teatro musical brasileiro, Saulo iniciou a carreira em musicais em El Fantasma da Ópera, na Cidade do México, em 1999. Protagonizou produções como O Fantasma da ÓperaLes MiserablesA Bela e a FeraA Noviça RebeldeCatsMamma MiaPriscila, a Rainha do DesertoThe Drowsy Chaperone e O Homem de La Mancha. Atualmente está em cartaz com o musical Forever Young.

Saulo Vasconcelos em Por Trás Das Máscaras
Com Saulo Vasconcelos
Teatro Porto Seguro (Alameda Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 100 minutos
27/03
Terça – 21h
$90/$120
Classificação 10 anos

MANIFESTO INAPROPRIADO

 

As vozes da diversidade estão cada dia mais abafadas pelos discursos de ódio e pelo conservadorismo no Brasil, o país que mais mata sua população LGBT+ no mundo, como mostrou uma pesquisa feita pela Rede TransBrasil e o Grupo Gay da Bahia (GGB), em 2016. Para dar destaque aos anseios desses cidadãos que cansaram de ser oprimidos, a Cia. Histriônica preparou uma ocupação do Teatro de Arena Eugênio Kusnet, entre 15 de novembro e 23 de dezembro, com atividades de formação e a estreia do espetáculo Manifesto Inapropriado.

Dirigida por Rodrigo Mercadante (da Cia. do Tijolo), a peça foi construída coletivamente a partir de vários discursos sobre a população LGBT+, como depoimentos, entrevistas, notícias de jornal e denúncias de LGBTfobia em redes sociais. Alguns dos trágicos episódios citados em cena são as operações policiais Limpeza e Rondão, realizadas nos anos de 1980, com a missão de higienizar as ruas do centro de São Paulo ao retirar violentamente travestis e michês que se prostituíam na região.

A ideia desse manifesto cênico é questionar as estruturas sociais que oprimem à comunidade LGBT+, empoderar essas vozes e propor alternativas aos discursos de ódio por meio da poesia, da música e do canto, levando em conta a complexidade real de todas as questões que cercam esse universo.

A estrutura dramatúrgica da montagem posiciona o espectador em um lugar de pensamento crítico e ativo, sem deixar de  envolvê-lo emocionalmente com as situações mostradas. O elenco conta com os atores Lucas Sequinato e Ton Ribeiro e com os músicos Paulo Ohana e Theo Coelho Yepez.

FORMAÇÃO

A Ocupação da Cia. Histriônica ainda tem uma série de atividades de formação comandadas por artistas e pesquisadores que investigam temáticas LGBT+. Um dos destaques é a oficina “Dramaturgia através da escuta e da empatia”, com Ave Terrena Alves, inspirada em um workshop ministrado pela autora britânica Jo Clifford, em 2014. A ideia é ampliar a sensibilidade dos participantes para as narrativas de outras pessoas.

A programação também conta com a oficina “Representatividade Literária”,  com Helena Agalenéa, que apresenta aos participantes textos de autoras sobre violência contra a mulher para estimulá-los a criar novos produtos textuais (poesia, crônica, prosa ou cenas) com personagens trans representadas de forma adequada e não estereotipada.

Outra atração é a palestra “Gênero se ensina na escola e no teatro. Vamos falar sobre isso?”, de Bernardo Fonseca Machado, que discute os “marcadores sociais da diferença”, mostrando como as discussões sobre gênero, sexualidade, raça e geração estão interligadas. Ele também problematiza formas de poder, de produção de desigualdades e de naturalização da diferença na educação e dentro das convenções estéticas.

Já Gabriel Cruz conduz uma roda de conversa sobre “Masculinidades possíveis e sexualidades não-normativas”, a partir de obras de Paul Preciado e Judith Buttler. A conversa pretende discutir as possibilidades de desconstrução das masculinidades e feminilidades nocivas, além de outros binarismos que cotidianamente oprimem sexualidades não-normativas.

A Cia. Histriônica também compartilha com o público LGBT+ e outros artistas alguns procedimentos criativos de seu novo trabalho, que envolvem técnicas de teatro e canto, na oficina “Manifeste-se”. O objetivo é transformar as experiências, memórias e desejos dos participantes em material cênico.

Espetáculo “Manifesto Inapropriado”

A peça é um manifesto cênico construído a partir da compilação de diversos discursos sobre a população LGBT+, como depoimentos, entrevistas, notícias de jornal, denúncias de LGBTfobia em redes sociais, entre outros. A dramaturgia coletiva e o tratamento estético lidam com toda a complexidade das várias questões presentes nesse universo, transitando entre o lirismo e o humor, entre a beleza e a denúncia, entre os questionamentos e o empoderamento.

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Manifesto Inapropriado
Com Lucas Sequinato e Ton Ribeiro.
Músicos: Paulo Ohana e Theo Coelho Yepez
Teatro de Arena Eugênio Kusnet (Rua Dr. Teodoro Baima, 94 – Vila Buarque, São Paulo)
Duração 100 minutos
15/11 até 23/12
Quarta, Quinta, Sexta e Sábado – 20h, Domingo – 18h
$30
Classificação 16 anos

BICHO

bicho, com direção de Georgette Fadel, é um espetáculo do avesso. Nada do que parece, é. O texto de André Sant’Anna coloca duas travestis, um garoto de programa e um estudante de teatro dentro de um muquifo sujo e precário, onde eles conversam, entre outras coisas, sobre sexualidade, política e arte. Neste espaço eles se transformam, se torcem e extrapolam os limites da realidade, revelando ao público outros universos. A montagem estreia sábado, dia 4 de novembro, às 20h, na Cia. do Feijão.

A estética decadente se parece com o imaginário comum da prostituição, do mundo gay e trans. Mas não é. Apesar da montagem ter muitos momentos poéticos, a dramaturgia – com interpretação aguda e agressiva do elenco – revela esse ambiente-reflexo do bicho que é o ser humano. Podre, extremamente vivo e bonito. O jogo cênico entre prisão e liberdade, vítima e violência, luz e sombra é o que dá o tom da peça. A urgência do texto faz com que ele saia da boca dos atores como se estivesse engasgado.

Além da apresentação do espetáculo, Georgette Fadel junto com Jean Martins, ator e idealizador do espetáculo, prepararam uma ocupação com performances, espetáculos solos e shows, onde convidaram outros grupos e artistas paulistas para ocupar a Cia. do Feijão durante a temporada da peça bicho no mês de novembro. Um dos shows confirmados é o da banda Verónica Decide Morrer – liderada pela cantora trans Verónica Valenttino, que também atua na peça.

Outro trabalho confirmado é o solo Tigrela, da artista Glamour Garcia. Além disso, todas as segundas feiras – sob curadoria de Georgette Fadel – acontecerão mesas de debate com artistas atuantes em diversas áreas da cultura nacional e paulista. Já estão confirmados na programação os artistas Eugenio Lima (integrante do Núcleo Bartolomeu de Depoimentos) e André Sant’Anna (autor do espetáculo bicho).

A falta de discussões objetivas e de inserção de camadas sociais ignoradas ou pouco reconhecidas foi o que inspirou a realização deste espetáculo. A encenação de bicho traz à tona territórios, personagens, hábitos e práticas que estão muito presentes no cotidiano de brasileiros, mas que paradoxalmente, são pouco representados no teatro e na sociedade atual. Desde o começo a encenação deixa uma coisa clara: os personagens são a estrutura por onde a dramaturgia vai andar.

Através do encontro entre um estudante de teatro, um michê e duas travestis, a peça mergulha nas questões particulares de cada um, vivenciando assim uma história com tato e sensibilidade para falar, a partir da individualidade, do universal. Hoje, talvez mais do que nunca, se faz necessário “enxergar” os garotos(as) de programa e as travestis como seres humanos além da prostituição ou de qualquer outro estigma. Daí surge a relevância do espetáculo: a história de cada personagem proporciona um olhar aberto, nada óbvio, e indagativo sobre essas figuras.

A meta é esvaziar os rótulos que recaem sobre esses personagens, até tudo se transformar em “arte”. O garoto de programa deixa de ser mais um michê amoral que pensa em dinheiro o tempo todo para ser um homem – poeta, com dores no coração. A travesti vai deixando de ser mulher para se ligar a Deus pelo dinheiro. Enquanto o jovem ator decide passar por experiências iniciáticas, que farão dele um artista. Num caminho original e radical, essa mutação necessária acontece diante do público”, conta o autor André Sant’Anna.

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bicho
Com Eduardo Speroni, Jean Martins, Rael Barja e Verónica Valenttino.
Companhia do Feijão (Rua Teodoro Baima, 68 – República, São Paulo)
Duração 100 minutos
04 a 27/11
Sexta, Sábado e Segunda – 20h, Domingo – 19h
$30
Classificação 18 anos

FOREVER YOUNG

Com grande sucesso de público, indicado aos principais prêmios em 2017, a comédia musical Forever Young retrata de forma bonita, poética e bem-humorada, a terceira idade. O espetáculo chega ao Teatro Municipal Da Mooca Arthur Azevedo com sessões sexta e sábado, às 21h, domingo, às 19h, de 3 a 26 de novembro. A nova temporada traz a entrada de Nany People no elenco, que também conta com Saulo Vasconcelos, Fred Silveira, Paula Capovilla, Naima Marcos Lanza.

Com grande sucesso de público, o espetáculo musical Forever Young do aclamado espetáculo Forever Young do suíço Erik Gedeon, estreou em agosto de 2016, no Teatro Raul Cortez em São Paulo, realizou temporada em 2017 no Rio de Janeiro e passou por mais oito capitais brasileiras, com grandes hits mundiais da música pop e rock’n’roll. O espetáculo foi indicado aos maiores prêmios de teatro musical como Prêmio Bibi Ferreira, Prêmio Reverência, e entre outros.

De forma bonita, poética e bem-humorada, o musical Forever Young aborda seis grandes atores que representam a si mesmos no futuro, quase centenários. Apesar das dificuldades eles continuam cantando, se divertindo e amando. Tudo acontece no palco de um teatro, que foi transformado em retiro para artistas, sempre sob a supervisão de uma enfermeira. Quando ela se ausenta, os simpáticos senhores se transformam e revelam suas verdadeiras personalidades através do bom e velho rock’n’roll e mostram que o sonho ainda não acabou e que eles são eternamente jovens.   A comédia musical consegue relatar não apenas o problema da exclusão social na “melhor idade”, mas também aborda questões sobre a velhice com muito humor e músicas que marcaram várias gerações.

Forever Young é uma grande homenagem a todos os artistas que trouxeram tanta magia para as pessoas. E, principalmente, passa a mensagem que ser jovem é algo eterno, que a vida não para, apenas muda-se a frequência das ações.

Os hits são sucessos do rock/pop mundial de diversos anos, passando pelas décadas de 50, 60, 70, 80 até chegar aos anos 90. Músicas que são verdadeiros hinos como “I Love Rock and Roll”, “Smells Like a Teen Spirit”, “I Wil Survive”, “I Got You Babe”, “Roxanne”, “Rehab”, “Satisfaction”, “Sweet Dreams”, “Music”, “San Francisco”, “California Dreamin”, “Let It Be”, “Imagine”, e a emblemática “Forever Young”. Já o repertório nacional conta com canções como “Eu nasci há 10 mil anos atrás” de Raul Seixas, “Do Leme ao Pontal” de Tim Maia e “Valsinha” de Chico Buarque.

Quem assina a direção é Jarbas Homem de Mello, tradução e adaptação de Henrique Benjamin, direção musical de Miguel Briamonte (piano ao vivo) e elenco composto pelos atores Saulo Vasconcelos, Fred Silveira, Paula Capovilla, Naima, Marcos Lanza e Nany People. (Participação especial da Fafy Siqueira, substituindo a Nany, nos dias 03/11 e 17/11).

Abaixo, uma matéria que fizemos sobre os bastidores do espetáculo, na temporada no Teatro Nair Bello.

Forever Young
Com Nany People, Saulo Vasconcelos, Fred Silveira, Paula Capovilla, Marcos Lanza, Naima. Piano: Miguel Briamonte
Teatro Municipal Da Mooca Arthur Azevedo (Av. Paes de Barros, 955 – Mooca, São Paulo)
Duração 100 minutos
03 a 26/11
Sexta e Sábado – 21h, Domingo – 19h
$30
Classificação 10 anos

DIAS PERFEITOS

O espetáculo Dias Perfeitos, após uma temporada no Rio de Janeiro e São Paulo volta no dia 17 de setembro para uma nova temporada, na capital paulista no Espaço Parlapatões.

A peça é uma adaptação do livro de mesmo do autor Raphael Montes, feita pelo diretor Cesar Baptista. Nesse suspense, Téo, um jovem e solitário estudante de medicina que divide seu tempo entre cuidar da mãe paraplégica e dissecar cadáveres nas aulas de anatomia, conhece Clarice, uma jovem de espírito livre que sonha tornar-se roteirista de cinema.

Téo fica viciado em Clarice: quer desvendar aquela menina diferente de todas que conheceu. Começa, então, a se aproximar de forma insistente. Diante das seguidas negativas, opta por uma atitude extrema. Passando por cenários oníricos, que incluem um chalé em Teresópolis e uma praia deserta em Ilha Grande, o casal estabelece uma rotina insólita, repleta de tortura psicológica e sordidez.

Dias Perfeitos tem clima sombrio e claustrofóbico, personagens em tensão permanente e diálogos afiados. Angustiante e repleto de reviravoltas, a montagem é uma história de amor obsessivo e paranoico.

Esse é o segundo espetáculo da parceria Raphael Montes e Cesar Baptista (ganhador do Prêmio Arte Qualidade Brasil de direção por Roleta Russa, livro também da obra Raphael) e tem no elenco Hélio Souto Jr., Dani Brescianini, Arno Afonso, Leonardo Vasconcelos.

SINOPSE – Téo é um pacato estudante de medicina que conhece Clarice por quem se apaixona de forma doentia, levando-o a tomar uma atitude extrema durante uma viagem.

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Dias Perfeitos
Com Dani Brescianini, Helio Souto Jr. Arno Afonso, Leonardo Vasconcelos
Espaço Parlapatões (Praça Franklin Roosevelt, 158 – Centro, São Paulo)
Duração 100 minutos
17/09 até 29/10
Domingo – 20h
$50
Classificação 16 anos

 

BOCA DE OURO

Boca de Ouro é um lendário bicheiro carioca, figura temida e megalomaníaca, que tem esse apelido porque trocou todos os dentes por uma dentadura de ouro. Também é conhecido como o Drácula de Madureira. Quando Boca é assassinado, seu passado é vasculhado por um repórter. Sua fonte é dona Guigui, a volúvel ex-amante do contraventor, uma mulher que, ao longo da peça, revela diferentes versões do bicheiro.

Malvino Salvador é Boca de Ouro, Mel Lisboa e Claudio Fontana fazem o casal Celeste e Leleco, e Lavínia Pannunzio vive a transtornada Guigui, ao lado de Leonardo Ventura, que faz seu fiel e apaixonado marido, Agenor. Chico Carvalho é Caveirinha, o repórter rodriguiano, que carrega em si o olhar afiado e crítico do dramaturgo-jornalista, que durante anos trabalhou em Redações e conheceu ele próprio os vícios e contradições da imprensa. Chico também interpreta a grã-fina Maria Luisa. Cacá Toledo e Guilherme Bueno completam o elenco.

Jonatan Harold assume o piano desta gafieira carioca oferecendo a ambiência musical para Mariana Elisabetsky interpretar as canções imortalizadas por Dalva de Oliveira (1917-1972).

Como toda a ação proposta por Nelson Rodrigues parte da mente contraditória de Dona Guigui, as diferentes narrativas da personagem são exploradas pelo encenador de forma muito diversa. A cada versão de Guigui, a arena de Villela circula, ressaltando o espaço arquetípico convergente, assim como o salão circular de uma gafieira, ou um ciclo de vida que se encerra.

Dentro das iconografias do subúrbio carioca, Gabriel se utiliza da simbologia do Candomblé e das mascaradas astecas no espetáculo. A casa de Celeste e Leleco traz muitas representações de Orixás sincretizados. A figura de Iansã, (Guilherme Bueno) aparece toda vez que uma cena de morte acontece. Iansã faz a contrarregragem das mortes da estória.

O Brasil cabe todo nesta arena: a política, as narrativas contraditórias, a libido, a festa da gafieira, o jogo do bicho, a fé e a música. Retratos de uma época que nos mostram que o Brasil pouco mudou, e que nosso dramaturgo nascido em Pernambuco em 1912 e radicado no Rio de Janeiro, nunca foi tão atual.

Além da direção, Gabriel Villela assina os figurinos e a cenografia. A iluminação é de Wagner Freire, a direção musical epreparação vocal são assinadas por Babaya e a espacialização e antropologia da voz por Francesca Della Monica. Os diretores assistentes Ivan Andrade e Daniel Mazzarolo completam a equipe criativa.

As diferentes narrativas para um mesmo fato, impulsionadas pelos amplos aspectos psicológicos dos personagens, cerne da dramaturgia de Boca de Ouro, já foi anteriormente explorada em Rashomon, de Kurosawa, filme que descreve um estupro e assassinato por meio dos relatos amplamente divergentes de quatro testemunhas, e também em Assim É Se Lhe Parece, dePirandello, na qual os depoimentos conflitantes da sogra e do genro sobre suas situações familiares geram curiosidade doentia nos moradores da cidade no interior da Sicília.

Esta é a terceira montagem de Nelson Rodrigues feita por Gabriel Villela. Em 1994 ele montou A Falecida, com Maria Padilha no papel título, depois foi a vez de Vestido de Noiva, em 2009, protagonizado por Leandra leal, Marcello Antony e Vera Zimmerman.

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Boca de Ouro
Com Malvino Salvador, Lavínia Pannunzio, Mel Lisboa, Claudio Fontana, Chico Carvalho, Leonardo Ventura, Cacá Toledo, Mariana Elisabetsky, Jonatan Harold e Guilherme Bueno.
Teatro Tucarena (R. Monte Alegre, 1024 – Perdizes, São Paulo)
Duração 100 minutos
17/11 até 03/12
Sexta e Sábado – 21h; Domingo – 19h30
$50/$70
Classificação 14 anos

 

FOREVER YOUNG

Grande sucesso de público, o aclamado espetáculo do suíço Erik Gedeon volta em cartaz com grandes hits mundiais da música pop e rock’n’roll. No elenco também estão Fred Silveira, Paula Capovilla, Naima Ferreira e Fafy Siqueira (em participação especial)

Com temporadas em São Paulo, Rio de Janeiro e mais oito capitais o musical Forever Young volta em cartaz dia 4 de agosto, sexta-feira, às 21h30, no Teatro Nair Bello. Novidade dessa temporada é a entrada dos atores Saulo Vasconcelos e Marcos Lanza no elenco.

De forma poética e bem-humorada, Forever Young aborda seis grandes atores que representam a si mesmos no futuro, quase centenários. Apesar das dificuldades eles continuam cantando, se divertindo e amando. Tudo acontece no palco de um teatro, que foi transformado em retiro para artistas, sempre sob a supervisão de uma enfermeira. Quando ela se ausenta, os simpáticos senhores se transformam e revelam suas verdadeiras personalidades através do bom e velho rock’n’roll e mostram que o sonho ainda não acabou e que eles são eternamente jovens.   A comédia musical consegue relatar não apenas o problema da exclusão social na “melhor idade”, mas também aborda questões sobre a velhice com muito humor e músicas que marcaram várias gerações.

Forever Young é uma grande homenagem a todos os artistas que trouxeram tanta magia para as pessoas. E, principalmente, passa a mensagem que ser jovem é algo eterno, que a vida não para, apenas muda-se a frequência das ações.

Os hits são sucessos do rock/pop mundial de diversos anos, passando pelas décadas de 50, 60, 70, 80 até chegar aos anos 90.Músicas que são verdadeiros hinos como I Love Rock and RollSmells Like a Teen SpiritI Wil SurviveRoxanneRehabSatisfactionSweet DreamsMusicSan FranciscoCalifornia DreaminLet It BeImagine, e a emblemática Forever Young. Já o repertório nacional conta com canções como Eu Nasci Há 10 Mil Anos Atrás de Raul Seixas, Do Leme ao Pontal de Tim Maia e Valsinha de Chico Buarque.

 

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Forever Young
Com Fafy Siqueira, Saulo Vasconcelos, Fred Silveira, Paula Capovilla, Marcos Lanza, Naima Ferreira e Miguel Briamonte.
Teatro Nair Bello – Shopping Frei Caneca (Rua Frei Caneca, 569 – Consolação, São Paulo). 
Duração 100 minutos
04/08 até 01/10
Sexta – 21h30, Sábado – 21h, Domingo – 19h
$80/$90
Classificação 10 anos