11 SELVAGENS

Espetáculo imersivo onde a plateia acompanha de perto situações em que as pessoas perdem o controle, 11 SELVAGENS volta em cartaz no Centro Cultural São Paulo para temporada de 5 a 28 de outubro,  com sessões sextas-feiras e sábados às 21h e domingos às 20h.

O ponto de partida para a criação da peça foi a tensão crescente no país em 2016,  que resultou em manifestações pelas ruas do País, para mostrar como a polarização afeta diferentes camadas, de discussões sobre política a briga de namorados. Agora, a peça retorna em um ambiente mais hostil estimulado pelas campanhas eleitorais.

Texto do premiado diretor Pedro Granato, coloca atores e público lado-a-lado em cenas do cotidiano em que explode um impulso descontrolado. Da violência à sensualidade, do absurdo ao trivial, são onze quadros interligados como uma camada de sociabilidade que pode rapidamente ser rompida em nossos dias.

11 SELVAGENS foi criada no intenso ano de 2016. Muitas vezes tínhamos como pano de fundo dos ensaios o som de bombas e manifestações. Ou gritos de toda a vizinhança, trocando ofensas e palavras de ordem. Os atores chegavam exaustos pelas discussões em família, amigos e no trabalho. E resolvemos tematizar isso, alertando para os perigos da polarização, a falta de escuta, o discurso de ódio”, fala Granato – que foi indicado ao Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem 2017 pelo texto original.

Desde que a peça estreou em 2017, o Brasil vem aumentando a temperatura e a violência de seus embates. Na última temporada realizada no teatro de Arena, haviam debates após as sessões que serviam de válvula de escape e reflexão para a enorme tensão política, após o assassinato de Marielle Franco e a prisão do ex-presidente Lula.

Agora marcamos a temporada exatamente durante o período eleitoral. Começa no primeiro turno e termina na véspera do segundo turno. Infelizmente tudo indica que o país deve estar envolto em violenta polarização e nós estaremos no teatro. Tematizando tudo isso, no olho do furacão, propondo o diálogo e a reflexão. No momento em que ninguém escuta mais ninguém”, comenta Granato.

As cenas se desenrolam como se a plateia estivesse na mesma situação dos atores. Algumas geram reações,  em outras o espectador é cúmplice e voyer. Cada quadro é levado ao paroxismo e quando parece não haver mais para onde ir, a música toma o ambiente e os atores extravasam em coreografias.

O figurino e a luz se baseiam em elementos minimalistas que são reconstruídos para cada cena. A intervenção musical dá agilidade à narrativa e permite uma explosão estética para além da verossimilhança. Histórias em que a plateia se identifica, músicas contemporâneas, tudo está equalizado para dialogar profundamente com a geração atual.

A peça já teve mais de 50 apresentações e figurou entre as melhores do ano de 2017 pela Revista Veja São Paulo. Cumpriu temporadas no Pequeno Ato (ficando em cartaz durante 6 meses seguidos) e Teatro de Arena Eugênio Kusnet. Circulou pela periferia de São Paulo por 10 Casas de Cultura, participou da Virada Cultural em sessão no Teatro Alfredo Mesquita e foi contemplado pelo edital do Proac  Circulação para fazer 5 cidades no interior do estado até o final do ano.

Leia nossa opinião – https://opiniaodepeso.com/2017/03/27/11-selvagens-opiniao/

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11 Selvagens

Com Anna Galli, Beatriz Silveira, Bianca Lopresti, Bruno Lourenço, Felipe Aidar, Gabriel Gualtieri, Inês Bushatsky, Isabella Melo, Jonatan Justolin, Fhelipe Chrisostomo, Gustavo Bricks, Mariana Marinho, Mariana Beda, Mau Machado, Rafael Carvalho e Thiago Albanese.

Centro  Cultural São Paulo – Sala Ademar Guerra (Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso, São Paulo)

Duração 70 minutos

05 a 28/10

Sexta e Sábado – 21h, Domingo – 20h

(Não haverá espetáculo em dia de eleição).

$30 (05/10 – preço popular $3)

Classificação 16 anos

11 SELVAGENS

Espetáculo inspirado pela polarização e o contexto político e social que tomaram as ruas do país nos últimos três anos, 11 Selvagens volta em cartaz no Teatro de Arena Eugênio Kusnet, de 6 a 29 de abril.

Com direção de Pedro Granato, a peça reúne os atores Anna Galli, Beatriz Silveira, Bianca Lopresti, Bruno Lourenço, Felipe Aidar, Gabriel Gualtieri, Inês Bushatsky, Isabella Melo, Jonatan Justolin, Fhelipe Chrisostomo, Gustavo Bricks, Mariana Marinho, Mariana Beda, Mauricio Machado, Rafael Carvalho e Thiago Albanese, em situações onde as pessoas perdem o controle.

As cenas se desenrolam a poucos metros do público, por vezes até na cadeira ao lado, e a identificação é imediata. São cenas do cotidiano em que explode um impulso descontrolado. Da violência à sensualidade, do absurdo ao trivial, são onze quadros interligados como uma camada de sociabilidade que pode rapidamente ser rompida em nossos dias.

O ponto de partida foi a tensão crescente no país em 2016, mas parece que o espetáculo foi criado hoje. As manifestações, a violência, a sensação de impotência que mexem com os extremos, deixam a peça muito atual”, fala Granato – que foi indicado ao Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem 2017 pelo texto original.

O público acompanha tudo de perto. Em algumas cenas, é como se a plateia estivesse na mesma situação dos atores. Em outras é cúmplice e voyer, já que as cenas passeiam pelos diferentes lados da arena colocando atores e público lado-a-lado.

Chegamos ao Teatro de Arena, um local histórico, coroando uma trajetória de sucesso que começou em 2017, no Pequeno Ato, com apresentações sempre lotadas. Vamos acomodar um número maior de expectadores numa peça feita em arena. O jogo com o espaço cênico tem esse aspecto imersivo de colocar o espectador na situação em que os atores estão trazendo. É a sensação de que tudo poderia acontecer com qualquer pessoa ali presente”,

O trabalho é hiper-realista, com o público próximo, como em um close detalhado de cada cena. Cada quadro é levado ao paroxismo e quando parece não haver mais para onde ir, a música toma o ambiente e os atores extravasam em coreografias.

O figurino e a luz se baseiam em elementos minimalistas que são reconstruídos para cada cena. A intervenção musical dá agilidade à narrativa e permite uma explosão estética para além da verossimilhança. Histórias em que a plateia se identifica, músicas contemporâneas, tudo está equalizado para dialogar profundamente com a geração atual. “São fragmentos que formam um conjunto em que se observa essa polaridade e explosão que a gente percebe nas relações hoje em dia”.

11 Selvagens estreou em 2017 no Teatro Pequeno Ato. Figurou nas listas das melhores peças em cartaz pela Revista Veja São Paulo, pelo Portal Anna Ramalho e entre os melhores textos do ano pelo Site Pecinha é a Vovózinha, do jornalista Dib Carneiro Neto.

Sinopse:

11 Selvagens reúne onze atores em situações onde as pessoas perdem o controle. Da violência à sensualidade, do absurdo ao trivial, são cenas do cotidiano que explodem em impulsos descontrolados. Como uma camada de sociabilidade pode rapidamente ser rompida em nossos dias?

Fiquei muito impressionado com o espetáculo 11 Selvagens ontem, sábado. Parecia o cruzamento de Hobbes, do meu livro Todos Contra Todos, do filme Relatos Selvagens e das próprias criações de Pedro Granato. Cenas distintas unidas pelo jogo da violência: sexualidade, controle, narciso, ambiguidade, preconceitos, falsos sentimentos piedosos, hybris… Jovens talentosos, atores vivendo teatro com o uso intenso de música, luz, corpo e diálogos rascantes. Basta isso para uma noite de muita reflexão. Agradeço muito o convite. O Brasil precisa destas cenas inteligentes para o ano de 2018 ser menos doloroso.”

Leandro Karnal

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11 Selvagens
Com Anna Galli, Beatriz Silveira, Bianca Lopresti, Bruno Lourenço, Felipe Aidar, Gabriel Gualtieri, Inês Bushatsky, Isabella Melo, Jonatan Justolin, Fhelipe Chrisostomo, Gustavo Bricks, Mariana Marinho, Mariana Beda, Mauricio Machado, Rafael Carvalho e Thiago Albanese.
Teatro de Arena (Rua Doutor Teodoro Baima, 94 – República, São Paulo)
Duração 70 minutos
06 a 29/04
Sexta – 21h, Sábado e Domingo – 19h
$40
Classificação 16 anos

11 SELVAGENS

Indicado ao Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem pelo texto original de Pedro Granato, o espetáculo 11 SELVAGENS volta em cartaz dia 22 de setembro, sexta-feira, às 21h, no Teatro Pequeno Ato.

A peça reúne onze atores em situações onde as pessoas perdem o controle. No elenco, Anna Galli, Bianca Lopresti, Gabriel Gualtieri, Isabella Melo, Jonatan Justolin, Gustavo Bricks, Mariana Marinho, Mariana Beda, Rafael Carvalho, Renan Botelho e Vítor diCastro.

O trabalho foi criado ao longo do ano de 2016 a partir de experiências e observações do grupo de atores. São cenas do cotidiano em que explode um impulso descontrolado. Da violência à sensualidade, do absurdo ao trivial, são onze quadros interligados como uma camada de sociabilidade que pode rapidamente ser rompida em nossos dias.

O ponto de partida para o espetáculo é a tensão crescente no país em 2016. Foi um processo colaborativo, em que os atores trouxeram histórias vividas por eles ou relatos de conhecidos. A chave para a interpretação é realista em situações que tem um desenvolvimento absurdo, levando para um lugar muito inesperado. A peça retrata o universo desses atores e busca uma universalidade pelo caminho da identificação”, explica Pedro Granato.

O público acompanha tudo de perto, em arena, próximo. Em algumas cenas, é como se a plateia estivesse na mesma situação dos atores. Em outras é cúmplice e voyer, já que as cenas passeiam pelos diferentes lados da arena colocando atores e público lado-a-lado. “O jogo com o espaço cênico tem um aspecto imersivo de colocar o espectador na situação em que os atores estão trazendo. É a sensação de que tudo poderia acontecer com qualquer pessoa ali presente”, fala Granato.

Cada cena é levada ao paroxismo e quando parece não haver mais para onde ir, a música toma o ambiente e os atores extravasam em coreografias. É um trabalho visceral, que busca intensificar o conflito de cada cena. Histórias em que a plateia se identifica, músicas contemporâneas, tudo está equalizado para dialogar profundamente com a geração atual. “São fragmentos que formam um conjunto em que se observa essa polaridade e explosão que a gente percebe nas relações hoje em dia”.

O trabalho é hiper-realista, com o público próximo, como em um close detalhado de cada cena. Sua estrutura fragmentada em quadros permite que cada um faz sentido isolado, mas sua conexão permite diferentes interpretações. O figurino e a luz se baseiam em elementos minimalistas que são reconstruídos para cada cena. A intervenção musical dá agilidade à narrativa e permite uma explosão estética para além da verossimilhança.

O diretor Pedro Granato e o Pequeno Ato, juntamente com um grupo de novos atores dão prosseguimento à pesquisa estética que gerou o premiado espetáculo jovem Fortes Batidas – Prêmio APCA de Melhor Espetáculo em Espaço não Convencional, Prêmio Especial por Experimentação de Linguagem no Prêmio São Paulo e Prêmio Zé Renato para circulação.

A ideia é trabalhar com temas atuais e atores jovens explorando diferentes formas de incluir a plateia na cena, de forma que o espectador se sinta impulsionado a interferir ou tomar um partido na situação que se apresenta diante dela”, explica o diretor.

Leia nossa opinião sobre o espetáculo – https://goo.gl/bchAj3

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11 Selvagens
Com Anna Galli, Bianca Lopresti, Gabriel Gualtieri, Isabella Melo, Jonatan Justolin, Gustavo Bricks, Mariana Marinho, Mariana Beda, Rafael Carvalho, Renan Botelho e Vítor di Castro.
Teatro Pequeno Ato (Rua Doutor Teodoro Baima, 78 – Vila Buarque, São Paulo)
Duração 70 minutos
22 a 30/09
Sexta e Sábado – 21h
06/10 a 02/12
Sexta – 21h, Sábado – 19h
$40
Classificação 16 anos

11 SELVAGENS (OPINIÃO)

Quando você chega para assistir a peça “11 Selvagens“, é apresentado um mapa da sala do teatro para que você escolha o seu assento. O formato da sala é quadricular e todas as cadeiras estão dispostas de costas para as quatro paredes.

A montagem da sala é em formato arena (onde a plateia senta em volta do palco e a ação acontece no meio); mas também, após todos terem sentados, pelo título da peça, nos pareceu um ringue, onde os combates aconteceriam bem próximos de nós.

Pedro Granato, autor e diretor, escreveu 11 ações onde situações simples são levadas, de uma hora para outra, para momentos de agressão. Do nada. Não necessita de um gatilho grave para expor todo sentimento de fúria para fora. Basta um questionamento, um olhar torto, uma palavra.

Vemos o que acontece em um teatro onde alguém sentou no nosso lugar; em uma sala de aula com um professor que tenta se socializar com os alunos; um karaokê, onde todos se divertem; em um primeiro encontro romântico em um cinema,… Algumas ações são esperadas, outras não. Umas, você já espera pelo desfecho previsível, outras caminham para uma solução surpreendente.

São 11 atores jovens (6 homens e 5 mulheres), que demonstram muito bem toda essa descarga hormonal, que levam em seus corpos, para as cenas de selvageria. Todos terão seus momentos de destaque, bem como de coadjuvantes.

Muito interessante o recurso de fazer com que os atores estejam sempre no mesmo espaço que o público, ora atuando, ora observando – como nós –  o que acontece.

(spoiler: há momentos em que você também tende a extravasar sua inquietação perante uma situação apresentada. Se você não responder selvagemente, sua participação será aceita)

Tem que se destacar o playlist de músicas escolhidas que embalam toda as ações – a cena que acontece dentro de um estádio é muito boa. O som da torcida em sua volta, realmente lhe transporta para as arquibancadas onde está acontecendo o jogo; e também a iluminação, que faz com que algumas cenas aconteçam em penumbra, em uma luz estroboscópica, com lâmpadas que teimam em não funcionar direito.

O que é triste é ver como ações, como estas, fazem parte da nossa realidade e algumas já não nos chocam mais. Elas acontecem ao nosso lado, mas não levantamos um dedo para impedi-las. Estamos atordoados pelo tal grau de selvageria que nos ronda, que o título poderia ser transformado para “11 Normais”. Mas não deveria!

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11 Selvagens
Com Anna Galli, Bianca Lopresti, Gabriel Gualtieri, Isabella Melo, Jonatan Justolin, Gustavo Bricks, Mariana Marinho, Mariana Beda, Rafael Carvalho, Renan Botelho e Vítor di Castro.
Teatro Pequeno Ato (Rua Doutor Teodoro Baima, 78 – Vila Buarque, São Paulo)
Duração 70 minutos
24/03 até 03/06
Sexta – 21h; Sábado – 19h
$40
Classificação 16 anos
Direção e Dramaturgia: Pedro Granato.
Iluminação e assistência de direção: Gabriel Tavares.
Coreografia: Inês Bushatsky.
Produção: Victoria Martinez e Jéssica Rodrigues (Contorno).
Realização: Pequeno Ato.
Assessoria de Imprensa: Adriana Balsanelli

11 SELVAGENS

Com direção e dramaturgia de Pedro Granato, o espetáculo 11 SELVAGENS estreia dia 24 de março, sexta-feira, às 21h, no Pequeno Ato. A peça reúne onze atores em situações onde as pessoas perdem o controle. No elenco, Anna Galli, Bianca Lopresti, Gabriel Gualtieri, Isabella Melo, Jonatan Justolin, Gustavo Bricks, Mariana Marinho, Mariana Beda, Rafael Carvalho, Renan Botelho e Vítor diCastro.

O trabalho foi criado ao longo do ano de 2016 a partir de experiências e observações do grupo de atores. São cenas do cotidiano em que explode um impulso descontrolado. Da violência à sensualidade, do absurdo ao trivial, são onze quadros interligados como uma camada de sociabilidade que pode rapidamente ser rompida em nossos dias.

O ponto de partida para o espetáculo é a tensão crescente no país em 2016. Foi um processo colaborativo, em que os atores trouxeram histórias vividas por eles ou relatos de conhecidos. A chave para a interpretação é realista em situações que tem um desenvolvimento absurdo, levando para um lugar muito inesperado. A peça retrata o universo desses atores e busca uma universalidade pelo caminho da identificação”, explica Pedro Granato.

O público acompanha tudo de perto, em arena, próximo. Em algumas cenas, é como se a plateia estivesse na mesma situação dos atores. Em outras é cúmplice e voyer, já que as cenas passeiam pelos diferentes lados da arena colocando atores e público lado-a-lado. “O jogo com o espaço cênico tem um aspecto imersivo de colocar o espectador na situação em que os atores estão trazendo. É a sensação de que tudo poderia acontecer com qualquer pessoa ali presente”, fala Granato.

Cada cena é levada ao paroxismo e quando parece não haver mais para onde ir, a música toma o ambiente e os atores extravasam em coreografias. É um trabalho visceral, que busca intensificar o conflito de cada cena. Histórias em que a plateia se identifica, músicas contemporâneas, tudo está equalizado para dialogar profundamente com a geração atual. “São fragmentos que formam um conjunto em que se observa essa polaridade e explosão que a gente percebe nas relações hoje em dia”.

O trabalho é hiper-realista, com o público próximo, como em um close detalhado de cada cena. Sua estrutura fragmentada em quadros permite que cada um faz sentido isolado, mas sua conexão permite diferentes interpretações. O figurino e a luz se baseiam em elementos minimalistas que são reconstruídos para cada cena. A intervenção musical dá agilidade à narrativa e permite uma explosão estética para além da verossimilhança.

O diretor Pedro Granato e o Pequeno Ato, juntamente com um grupo de novos atores dão prosseguimento à pesquisa estética que gerou o premiado espetáculo jovem Fortes Batidas – Prêmio APCA de Melhor Espetáculo em Espaço não Convencional, Prêmio Especial por Experimentação de Linguagem no Prêmio São Paulo e Prêmio Zé Renato para circulação.

A ideia é trabalhar com temas atuais e atores jovens explorando diferentes formas de incluir a plateia na cena, de forma que o espectador se sinta impulsionado a interferir ou tomar um partido na situação que se apresenta diante dela”, explica o diretor.

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11 Selvagens
Com Anna Galli, Bianca Lopresti, Gabriel Gualtieri, Isabella Melo, Jonatan Justolin, Gustavo Bricks, Mariana Marinho, Mariana Beda, Rafael Carvalho, Renan Botelho e Vítor di Castro.
Teatro Pequeno Ato (Rua Doutor Teodoro Baima, 78 – Vila Buarque, São Paulo)
Duração 70 minutos
24/03 até 06/05
Sexta – 21h; Sábado – 19h
$40
Classificação 16 anos
 
Direção e Dramaturgia: Pedro Granato.
Iluminação e assistência de direção: Gabriel Tavares.
Coreografia: Inês Bushatsky.
Produção: Victoria Martinez e Jéssica Rodrigues (Contorno).
Realização: Pequeno Ato.
Assessoria de Imprensa: Adriana Balsanelli