MARIA RITA EM “VOZ E PIANO”

Theatro NET São Paulo recebe a cantora Maria Rita com o show Voz e Piano, nos dias 17 e 18 de novembro, sexta-feira e sábado, às 21 horas. O show volta às bases do ofício da artista, que estará acompanhada do músico Rannieri Oliveira. No setlist estão canções como Grito de Alerta, Cara Valente, Pagu, Over The Rainbow e Vida de Bailarina. O espetáculo tem figurino de Fause Haten.

Maria Rita começou a cantar aos 24 anos. Seu disco de estreia, lançado em 2003, vendeu mais de um milhão de cópias. O primeiro DVD, que saiu no mesmo ano, alcançou marca de 180 mil cópias. No total foram 15 indicações ao Grammy Latino e algumas turnês pela Europa, América Latina e Estados Unidos.

Sobre o Theatro NET São Paulo

Dois anos depois de abrirem o Theatro NET Rio (antigo Teatro Tereza Rachel), na capital carioca, os produtores culturais Frederico Reder eJuliana Reder inauguraram o Theatro NET São Paulo, localizado no quinto andar do Shopping Vila Olímpia. Com uma grande festa, a noite do dia 18 de julho de 2014 foi marcada por um inesquecível show de Gilberto Gil. Desde então, o teatro já recebeu em seu palco grandes nomes da música brasileira, além de espetáculos teatrais, musicais e eventos corporativos. Com um pouco mais de dois anos de atividades, a casa realizou mais de 600 sessões, com um público de aproximadamente 370 mil pessoas. Apesar de grandioso, tudo noTheatro NET São Paulo é aconchegante. Com 2.300 m² a estrutura conta com arquitetura moderna e tecnologia de ponta, em um conceito chique-nostálgico.

Maria Rita em Voz e Piano
Com Maria Rita
Theatro NET São Paulo – Shopping Vila Olímpia (Rua Olimpíadas, 360 – Vila Olímpia, São Paulo)
Duração 60 minutos
17 e 18/11
Sexta e Sábado – 21h
$120/$240
Classificação 12 anos

HEBE, O MUSICAL

O programa “Encontro com Fátima Bernardes” recebeu na manhã de hoje a visita de uma parte do elenco de “Hebe, o Musical” e o diretor Miguel Falabella, para uma conversa.

Foi apresentado o número “Beija Me”, em homenagem aos selinhos que a rainha da televisão dava nos seus amigos e entrevistados.

Não deixe de ver a matéria que fizemos com várias curiosidades sobre Hebe e que estão no musical. Clique aqui.

Hebe, o Musical
Com Adriano Tunes, Brenda Nadler, Carlos Leça, Carol Costa, Clarty Galvão, Daniel Caldini, Debora Reis, Dino Fernandez, Fefa Moreira, Fernando Marianno, Frederico Reuter, Giovana Zotti, Guilherme Magon, Keka Quarterone, Mari Saraiva, Maysa Mundim, Renata Bras, Renata Ricci, Renato Bellini, Renato Caetano e Rodrigo Garcia
Teatro Procópio Ferreira (Rua Augusta, 2.823 – Jardins, São Paulo)
Duração 140 minutos
12/10 até 17/12
Quinta e Sexta – 21h, Sábado – 17h e 21h, Domingo – 18h
$50/$190
Classificação 12 anos

TULIPA RUIZ LANÇA ÁLBUM “TU” NO THEATRO NET RIO (Rio de Janeiro)

Em formato intimista, cantora e compositora paulista reúne canções inéditas e releituras de seu repertório e conta com produção do irmão e parceiro Gustavo Ruiz e de Stéphane San Juan; Gravado em Nova York, TU tem lançamento 100% em formato digital pela ONErpm e aposta em mercado internacional. Tulipa Ruiz sobe ao palco do Theatro Net Rio no próximo dia 21 de novembro, às 21h.

por Tulipa Ruiz

TU, com letra maiúscula. Em capslock para acentuar a grafia da palavra e assim mergulhar em seu significado. TU sou eu e é você. TU é a gente. Tu também é dois. Two. Eu e Gustavo, meu irmão e parceiro musical. Tu é para. É oferenda. A ideia do disco nasceu a partir de uma gira que fizemos voz e violão, formato que eu gosto de chamar de “nude”, porque é como se as músicas estivessem peladas. Tocar as músicas desse jeito nos aproximou da espinha dorsal de cada canção. E fiquei com vontade de gravá-las assim: um violão, uma voz e algumas poucas percussões.

Este é o conceito do disco. Sobretudo em um momento onde a tecnologia nos dispersa e a overdose de informação nos sobrecarrega, quis fazer um disco mais íntimo, mais próximo, mais cru. Em tempos de relações rasas, esse é um disco que me aproxima do ritual da fogueira. Do olho no olho. Dos meus amigos. Os antigos e os novos. Os da floresta e os da cidade. Tu sou eu, Gustavo e Stéphane San Juan. Gustavo no violão e na inventação das músicas junto comigo. Stephane nas percussões. Os dois na produção do disco. Scotty Hard foi o engenheiro de som.

A primeira intuição que tivemos para TU é que seria um disco de releituras, mas durante o processo músicas novas apareceram. Cinco novas e quatro releituras. Ao todo são nove e eu gostei desse número porque o 9 contém a experiência de todos os números anteriores. Tem a ver com o conceito do disco: incorporar em sua atmosfera e existência a experiência dos discos anteriores.

Das regravações, vieram a minha “Pedrinho” e “Desinibida”, parceria com o músico português Tomás Cunha Ferreira, da banda Os Quais. Elas entraram para o disco porque trazem personagens livres e gente livre merece destaque. São praticamente a mesma pessoa. “Algo Maior” (minha, do Gustavo e do meu pai Luiz Chagas) e “Dois Cafés” (minha e do Gustavo) foram relidas porque que precisavam ser ditas de novo. Foram tocadas poucas vezes nos shows com banda e verbalizá-las me fortalece.

Das novas, fiz “Pólen”. “Game” e “Tu” são parcerias com Gustavo. “Terrorista del Amor” é a minha segunda experiência em uma composição coletiva (a primeira foi em Víbora). É uma parceria com Ava Rocha, Paola Alfamor, Gustavo Ruiz e Saulo Duarte.  “Pedra”, que fecha o disco, é uma música feita pelo meu pai, Luiz Chagas, no ano em que nasci e que nunca tinha sido gravada. Tenho dois convidados muito especiais no disco. Mauro Refosco, em “Algo Maior” e Adan Jodorowsky em “Terrorista del Amor”.

Gravamos as músicas no estúdio do Scotty, no Brooklyn, em duas semanas. Incrível o jeito que ele capta e o som. O violão do Gustavo ficou especial. Impressionante a sintonia que se deu entre a gente e a contribuição de cada um. Gustavo na arregimentação de tudo e na percepção da minha musicalidade. Stepháne, com seu olhar estrangeiro de francês radicado no Rio e no Mali, levou nossas músicas para novos lugares e, além de um ar cosmopolita, trouxe ancestralidade para a nossa fogueira.

Este é o nosso primeiro projeto 100% digital. E escolhemos como parceiros a ONErpm, que nos acolheu de braços abertos no Brasil e em Nova York colocando toda sua estrutura à nossa disposição. As parcerias foram fundamentais para que TU se materializasse.

Esse disco também é resultado de nossas andanças. Nos dois últimos anos tocamos muito pela América Latina, sobretudo México, e TU também vem da vontade de dialogar mais com que está ao nosso redor e parece distante pela barreira da língua.

Esse disco me aproxima de todos os meus cordões umbilicais.

 

 

Tulipa Ruiz lança Álbum Tu
Com Tulipa Ruiz
Theatro Net Rio – Sala Tereza Rachel (Rua Siqueira Campos, 143 – Copacabana, Rio de Janeiro)
Duração 75 minutos
21/11
Terça – 21h
$80/$100
Classificação 12 anos

A PEÇA AO LADO (RIO DE JANEIRO)

Durante uma noite chuvosa, um grupo de atores mambembes ocupa um teatro público no intuito de se proteger. Encantado com o local, encontra textos do dramaturgo francês Jean Tardieu e inicia encenações divertidíssimas. Com humor ácido, crítico e um texto livremente inspirado no universo de Tardieu e em Dario Fo, a montagem inédita de “A Peça ao Lado” marca a primeira parceria entre a “Cia Ao Lado” e o diretor Delson Antunes, que também assina a adaptação do texto ao lado de Victor Lósso e dos atores da Cia Ao Lado.

A peça conta ainda com a pesquisa de Clown e Bufão orientada por Daniela Carmona e traz no elenco João Telles, Luíza Surreaux, Marcos Guian, Milla Fernandez e Valléria Freire, acompanhados pelos músicos Dani Ruhm e Pedro Botafogo. O espetáculo reestreia dia 31 de outubro e fica em cartaz às terças e quartas-feiras, às 20h, até o dia 22 de novembro no Teatro Municipal Café Pequeno.

A Peça ao Lado é um espetáculo construído com diversas referências da comédia universal, como a Commedia dell’art, o melodrama e a farsa. O roteiro é o resultado de uma pesquisa de linguagens, com um grupo de jovens atores. É uma comédia aparentemente despretensiosa, mas, além de divertir, aos poucos se torna uma reflexão crítica sobre o teatro e sobre alguns valores da nossa sociedade. Uma homenagem aos artistas que dedicaram as suas vidas a essa arte milenar e seu poder de comunicar, emocionar e transformar o homem”, conta Delson, que desde o final de 2016 se reúne com os atores num processo colaborativo.

A falta de lugares para se apresentar, o emparelhamento da máquina pública, o não reconhecimento de artistas mambembes e qualquer outra crítica social não são apenas meras coincidências com a realidade atual do país. Essas coincidências são abordadas de maneira a levar o público à reflexão.

Estou muito grata a toda a equipe envolvida no projeto, cada um foi se chegando a seu tempo e contribuindo da melhor forma possível. Tudo isso deu muito confiança para todos nós atores, que iniciamos este encontro em um curso de teatro e agora vamos levar o resultado para o público” – diz Valléria, realizadora e atriz da peça.

A peça reflete sobre a profissão do teatro fora do glamour dos palcos e do audiovisual. Do grupo mambembe, de rua, que se alimenta puramente do amor à arte. O desafio foi criar uma dramaturgia que amarrasse os esquetes do texto de Tardieu.

O grupo se reúne com os diretores desde o ano passado, debatendo sob qual trama gostaríamos que esses esquetes fossem apresentados. O resultado veio desses encontros e de improvisos que foram feitos durante os ensaios. Busca-se a crítica à seletividade artística e a criminalização da arte, tão presente atualmente. Não é à toa que os personagens são inspirados em bufões que são, em sua essência, dejetos, perdedores sociais. Ao mesmo tempo, celebra-se e promove o enaltecimento ao teatro”, conclui Victor Lósso, que assina a adaptação.

 

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A Comédia ao Lado
Com João Telles, Luíza Surreaux, Marcos Guian, Milla Fernandez e Valléria Freire
Teatro Municipal Café Pequeno (Av. Ataulfo de Paiva 269 – Leblon, Rio de Janeiro)
Duração 60 minutos
31/10 até 22/11
Terça e Quarta – 20h
$40
Classificação 12 anos

ÁTMA

Devido ao grande sucesso de público e críticas, ÀTMA reestreia no Teatro dos Satyros em curta temporada.

Os homens acreditam que satisfazer os sentidos é a necessidade primordial da civilização humana, assim optam pela ignorância de sua origem espiritual. Com isto, até o fim de sua vida sua ansiedade é imensurável dado ao fato de não se conhecerem internamente.

ÀTMA é um espetáculo sobre a Alma que tem como concepção cênica o palco vazio, sem cenários, mantendo caixa preta e contando apenas com o desenho de luz. Os figurinos remetem às tribos nômades e conta com uma trilha sonora incidental e músicos percussionistas ao vivo. Corpo e voz são os instrumentos que dão vida a encenação. O texto escrito e organizado por Ciro Barcelos, conta também com citações de poetas como Erasmo De Rotterdam (1469-1536) Dante Alighieri (1265- 1321) e do Bhagavad Gita (Bhaktivedanta Swami Prabhupada) além de trechos extraídos de pesquisas feitas pelos atores.

Para conceber o espetáculo, Ciro Barcelos (que também assina a direção) baseou-se em seu processo pessoal em busca do autoconhecimento através das inúmeras experiências que teve ao longo de quarenta anos peregrinando pela Índia, Assis (Itália), onde chegou a ser noviço franciscano e Turquia junto aos Sufis e Dervixes giratórios. Na área do xamanismo indígena vivenciou durante 10 anos experiências com as plantas psicoativas como a Ayahuasca.

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Átma
Com Daniel Falcão, Diógenes Gonçalves, Gustavo Galliziano, Jhonatan Hoz, Ju Messias, Milton Aguiar, Patrícia Barbosa e Renata Toledo
Teatro Satyros (Praça Franklin Roosevelt, 134 – Centro, São Paulo)
Duração 60 minutos
11/11 até 17/12
Sábado – 21h, Domingo – 20h
$40
Classificação 12 anos

CRISE, QUE CRISE?

O Teatro J. Safra recebe no dia 2 de novembro, quinta-feira, o show inédito “Crise, que Crise?”, que reúne os mais diversos nomes e gerações através da música. Em única apresentação, o espetáculo que vai do pop rock, passando por músicas do folclore ao compositor Villa Lobos, foi idealizado por John Herbert Jr., o Johnnie Beat, cantor, compositor e filho da atriz Eva Wilma, promete grandes emoções. Além de Johnnie, o show traz ao palco sua mãe, Eva Wilma, o cantor e diretor musical paulista William Paiva e Heloá Holanda, cantora  semifinalista do programa X Factor Brasil, da Rede Bandeirantes.

Este espetáculo também marca a estreia de Eduardo Figueiredo como diretor de um show. Após receber o convite da própria Eva Wilma, aceitou o novo desafio. Muito respeitado no meio cultural, diretor de grandes sucessos no teatro, entre eles: “Mulheres Alteradas”, “Aprendiz de Feiticeiro”, “Frida y Diego” e atualmente “O Gatão de Meia Idade, a peça”.

“Crise, Que Crise?”, canção que dá nome ao show e será lançada nesta ocasião, é de autoria de Johnnie. Além disso, a música aborda o tema, tão em voga no país, de forma otimista. A capa do álbum da banda inglesa Supetramp, “Crisis, Wath Crisis”, de 1975, e este momento difícil que o Brasil passa, inspiraram o cantor e compositor.

Pensando na crise, não acho que devemos, de fato, nos preocupar e sim nos reinventar e passar por cima de tudo de maneira leve e com a esperança. Afinal, a música nos traz sentimentos bons. Estou muito feliz em levar tantos nomes bacanas e diferentes gerações ao palco. Minha mãe, que está ansiosa em relembrar os tempos em que aprendeu muito com Inesita Barroso, Heloá, uma voz feminina que trará delicadeza e encanto ao show, e, claro, William Paiva, um excelente cantor que trará força”, comentou Johnnie.

A participação de Eva Wilma, que, antes de iniciar sua carreira bem-sucedida como atriz, teve incursões na música, dá um colorido especial ao roteiro. E, como convidada de honra, homenageará o poeta ferreira Goulart e o compositor Heitor Villa Lobos, numa leitura moderna de suas obras.

A banda, composta especialmente para essa ocasião, ainda trará canções de sucesso de Nando Reis, Samuel Rosa, Erasmo Carlos, passando por The Beatles, Lou Reed e finalizando com o grande nome da música brasileira, Gilberto Gil. Sempre à sua maneira, com um pouco de rock n’roll e um sotaque blues.

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Crise, Que Crise?
Com John Herbert Jr, William Paiva, Johnny Mantelato, Leandre Gomes, Samuel Junior, Felipe Marques, Wellington Maia
Participações Especiais: Eva Wilma, Heloá Holanda e Roger W. Lima
Teatro J. Safra (Rua Josef Kryss, 318 – Barra Funda, São Paulo)
Duração 90 minutos
02/11
Quinta – 21h
$15/$60
Classificação 12 anos

 

 

DANIEL BOAVENTURA NO THEATRO NET SP

Theatro NET São Paulo recebe Daniel Boaventura nos dias 24 e 25 de outubro, terça-feira e quarta-feira, às 21 horas. O show é uma prévia do que será o novo DVD do artista pela Sony Music, num registro que acontecerá no México neste mesmo mês.

O repertório do artista é formado por músicas que estão na memória de todos, os maiores hits de segmentos variados, o que torna o show vibrante com a participação ativa do público. No palco, Daniel Boaventura fará uma homenagem a dois de seus ídolos, Frank Sinatra e Tom Jobim.

Ele interpretará canções do álbum clássico Francis Albert Sinatra and Antonio Carlos Jobim. A música I’d Rather Hurt Myself, sucesso nas rádios na voz de Daniel Boaventura, também estará presente na apresentação junto com sucessos de Roberto Carlos, Luiz Miguel, George Michael, Bruno Mars, entre outros.

 

 

 

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Daniel Boaventura no Theatro NET São Paulo
Com Daniel Boaventura
Theatro NET São Paulo – Shopping Vila Olímpia (Rua Olimpíadas, 360 – Vila Olímpia, São Paulo)
Duração 80 minutos
24 e 25/10
Terça e Quarta – 21h
$180/$220
Classificação 12 anos