BRANCO MELLO – VOZ E VIOLÃO

Cantor, compositor e baixista da banda Titãs, Branco Mello canta clássicos da banda, além de interpretar outros artistas que fazem parte da sua trajetória musical. Acompanhado por seu violão, Branco Mello busca contato mais próximo com o público, contando sobre algumas passagens curiosas de suas composições e trajetória artística, num ambiente intimista.

No repertório, sucessos dos Titãs como Sonífera IlhaFloresMarvinTô CansadoTelevisão e uma descontraída versão para  Cabeça Dinossauro, além de The KKK Took My Baby Away, dos Ramones e Mon Amour, Meu Bem, Ma Femme, de Reginaldo Rossi.

Voz e Violão
Com Branco Mello
Teatro Porto Seguro (Alameda Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 70 minutos
30/01
Terça – 21h
$60/$80
Classificação 12 anos

ROMEU & JULIETA 80!

Os jovens apaixonados mais icônicos da dramaturgia universal serão vividos pelos atores Renato Borghi e Miriam Mehler, em versão adaptada e dirigida por Marcelo Lazzaratto, a partir de 18 de janeiro, quinta-feira, no teatro do Sesc Ipiranga.

Além de celebrar a longevidade da dupla — amigos, que começaram a fazer teatro no mesmo período (1957) — esta versão de Romeu e Julieta de W. Shakespeare vai homenagear o próprio Teatro, já que o biênio 2017/2018 marca os 60 anos de carreira dos dois atores que fizeram do palco suas moradas e ajudaram a alicerçar o moderno Teatro Brasileiro.

Os jovens que se cuidem. Ou “envelheçam”, como já dizia Nelson Rodrigues. “Devemos ser reverentes a eles e à sua geração: Renato Borghi e Miriam Mehler são ‘nossos’ inusitados Romeu e Julieta do século XXI; as marcas de seus corpos nascidos nas primeiras décadas do século XX dão testemunho de suas paixões e sacrifícios. E têm mais: Eles se amam de verdade, o afeto dos primeiros anos de carreira quando formaram pares enamorados em algumas montagens permaneceu intacto”, diz Lazzaratto, que concebeu há quase uma década a versão com a dupla.

Quando foram convidados para esse projeto, como lembra Lazzaratto, Renato e Miriam riram como duas crianças! Eles aceitaram no mesmo instante. Imaginaram-se… O que poderá vir à tona, quantas sutilezas da alma humana podem se manifestar se os intérpretes de Romeu e Julieta já conhecem a vida há 80 anos?  Esta é a questão mobilizadora desta montagem e os resultados são surpreendentes.

Carolina Fabri e Elcio Nogueira Seixas completam o elenco para tornar jogo mais dinâmico; são eles, o casal mais jovem de atores que dará voz aos demais personagens: Ama, Mercucio, Teobaldo, Frei Lourenço, mães e pais, Prefeito, Benvólio, Paris, Boticário. A ênfase será dada à ação. Os papéis se revelam pelo que fazem e não em como se mostram, acrescenta Lazzaratto.

Daniel Maia e Simone Mina se juntaram à equipe para assinar a trilha sonora e o cenário/figurino respectivamente.

  • Sinopse 

Em Verona, na Itália, por volta de 1600, à rivalidade entre os Montecchios e os Capuletos acentua-se e os conflitos estendem-se a parentes e criados, apesar do apelo do príncipe pela paz. Num baile de máscaras na casa dos Capuletos, Romeu Montecchio conhece Julieta Capuleto. A paixão é mútua e instantânea. Ao descobrir que pertencem a famílias inimigas, os dois se desesperam. Resolvem casar-se secretamente. Como todos já sabem, o destino do amor entre Romeu e Julieta seria trágico. Nesta inusitada montagem do clássico de Shakespeare, os jovens Romeu e Julieta são interpretados pelos consagrados atores Renato Borghi e Miriam Mehler, ambos na casa dos 80 anos de idade. Todos os outros personagens da peça são distribuídos entre os atores Elcio Nogueira Seixas e Carolina Fabri. Direção e adaptação de Marcelo Lazzaratto.

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Romeu & Julieta 80!
Com Renato Borghi, Miriam Mehler, Elcio Nogueira Seixas e Carolina Fabri
Sesc Ipiranga (R. Bom Pastor, 822 – Ipiranga, São Paulo)
Duração 90 minutos
18/01 até 18/02
Sexta e Sábado – 21h, Domingo e Feriado – 18h (haverá espetáculo 25/01)
$30
Classificação 12 anos

RENATO RUSSO, O MUSICAL

Um espetáculo magnífico, sucesso de crítica e público por onde passa volta aos palcos de São Paulo para uma curta temporada no Theatro NET SP que promete muita emoção embalada pelas belíssimas canções e histórias curiosas sobre a vida e a obra do grande poeta, do Rock nacional.

O grande sucesso do musical também se dá pela combinação perfeita das músicas de Renato Russo, que marcaram toda uma geração, somados a  Dramaturgia de Daniela Pereira de Carvalho, Direção consagrada de Mauro Mendonça Filho, Iluminação de Wagner Pinto, Cenário de Bel Lobo e Bob Neri, além da banda Arte Profana que toca ao vivo para delírio dos fãs e também para os novatos que ainda não conhecem a fundo a grande importância do astro do rock nacional no cenário artístico brasileiro. “Apenas o ator que faz o Renato Russo é mais ou menos”, brinca Bruce Gomlevsky, protagonista de “Renato Russo – O Musical”.

A banda Arte Profana é formada por teclado, guitarra, baixo, bateria e ilustra com 22 canções, a peça que conta a história de Renato Russo desde a juventude “punk” em Brasília, quando fundou a banda Aborto Elétrico e ficou por dois anos em uma cadeira de rodas até o sucesso da Legião Urbana. O quebra-quebra num show em Brasília e os problemas com drogas estão na encenação.

Depoimentos, reportagens, entrevistas, livros e imagens de shows serviram como base para a concepção da obra biográfica, que estreou no centro do Rio há mais de 10 anos. “Renato é um grande poeta, e é por isso que continua causando comoção nas gerações de hoje. Sua obra gera um impacto enorme na nossa cultura”, afirma Gomlevsky.

Sem a menor dúvida o que move o espetáculo é a força do Renato e o legado que deixou na Legião Urbana, através das composições, que são a cada dia mais atuais. Os fãs se renovam e hoje temos além de adultos e idosos na plateia, jovens e adolescentes que se emocionam a cada sessão”, conta Bianca de Felippes, produtora do musical e do longa metragem “Eduardo e Mônica”, que está em produção.

Renato Russo- O Musical percorreu mais de 40 cidades, já foi assistido por quase 300 mil pessoas em 400 sessões. Após temporada no Teatro Frei Caneca, a peça realizará turnê por outras cidades brasileiras, reproduzindo toda a energia e brilhantismos das obras deste grande poeta e pensador que fez história e que até hoje segue como sendo um dos nomes mais importantes da história do rock nacional.

 

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Renato Russo, o Musical
Com Bruce Gomlevsky e Banda Arte Profana:
Theatro Net SP – Shopping Vila Olímpia (Rua Olimpíadas 360 – Vila Olimpia, São Paulo)
Duração 120 minutos
05/01 até 25/02
Sexta e Sábado – 21h, Domingo – 17h30
$50/$120
Classificação 12 anos

OS GUARDAS DO TAJ

À primeira luz da manhã, um novo edifício representando o poder crescente do império será revelado: o glorioso Taj Mahal. Mas para estes dois guardas, amigos de longa data e designados a proteger o palácio, a manhã vem trazer uma crise existencial que abalará sua fé no Império e nos outros humanos.

Os Guardas do Taj retrata dois homens comuns que se deparam com a beleza imensurável do Taj e ao mesmo tempo são varridos pela carnificina e pela injustiça que cerca uma das maravilhas mais famosas do mundo. O ano é de 1648 e os dois guardas imperiais estão em pé e de costas para o ainda não revelado Taj Mahal. Um deles, Babur (Ricardo Tozzi) está cheio de curiosidade inextinguível; o outro, Humayun (Reynaldo Gianecchini) é pura ortodoxia obediente. Amigos desde a infância acabam se confrontando diante das regras estabelecidas e da maneira que cada um deles vê a sociedade e suas vidas.

Além de estarem proibidos de olhar para o edifício, os dois amigos também acabam sendo escalados para participarem da famosa história arbitrária que o imperador ordenou que executassem. O texto do americano Rajiv Joseph levanta questões potentes sobre o humano, o preço pago ao longo da história para realizar os caprichos dos poderosos, mesmo quando resultam em maravilhas arquitetônicas que, em última análise, serviriam para dar prazer às massas. Esta é uma das muitas lendas que cercam o Taj, mas que o autor usa de maneira brilhante para explorar, de forma inteligente e sem ser esmagadoramente dramática, uma série de ideias filosóficas. Uma delas é se há limites à busca humana pelo conhecimento, o que rege as relações de amizade e as proibições absurdas que muitas vezes nos são impostas.

Com direção de Rafael Primot e João Fonseca, os temas centrais do espetáculo sobre dois guardas imperiais proibidos de olhar para o esplendor do Taj Mahal em sua inauguração, são a curiosidade humana, o capricho dos poderosos e a amizade entre dois homens. Além disso, quando os guardas são ordenados a realizar uma tarefa impensável, as consequências os obrigam a questionar os conceitos como amizade, beleza e dever, e os muda para sempre de maneira única e poética.

Amizade, lealdade, subserviência, poder. Qual o real sentido da vida e das relações? Quando a luz se apaga, qual a única beleza que nos resta? A jornada desses dois amigos nos questiona se vale a pena pagar um preço tão alto para manter a ordem estabelecida.

Com produção de Selma Morente e Célia Forte, através da Morente Forte Produções Teatrais, Os Guardas do Taj é um espetáculo sobre a amizade, os valores e as escolhas que fazemos. Vale a pena simplesmente fazer as coisas sem questionar? Obedecer à ordem estabelecida sem pensar? Será que há um caminho melhor para seguirmos? Esses dois amigos, tão diferentes entre si, acabam descobrindo o que realmente importa na vida e vivem as consequências de suas escolhas.

 

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Os Guardas do Taj
Com Reynaldo Gianecchini e Ricardo Tozzi
Teatro Raul Cortez (Rua Dr. Plínio Barreto 285 – Bela Vista, São Paulo)
Duração 75 minutos
13/01 até 25/03
Sexta e Sábado – 21h, Domingo – 18h
$60/$80
Classificação 12 anos

COISAS ESTRANHAS ACONTECEM NESTA CASA

Um grande mistério chega aos teatros neste verão. A nova comédia de Pablo Diego Garcia tem co-direção de Marisa Orth e direção geral de Marcio Macena. A peça conta a história de 5 personagens excêntricos,  presos por uma tempestade, e muitos segredos dentro de uma mansão mau assombrada.

Coisas Estranhas Acontecem Nesta Casa celebra a diversidade dentro de um contexto absurdo. A peça fala sobre a família que podemos escolher, sobre os monstros que temos que matar para sobreviver, e sobre os problemas que devemos enterrar no nosso jardim.

Fleury, Kleber e Alfredo são três excêntricos, dramáticos e misteriosos homens, que moram juntos em um casarão no alto da serra em Campos do Jordão. Tudo poderia ocorrer bem na vida desses personagens não fosse o fato de eles estarem falidos e se odiarem. Fleury é o mais velho e está perdendo a memória; Kleber é alcoólatra, mau humorado e fumante compulsivo; Alfredo é um costureiro sem talento. Tudo começa quando Fleury esquece a panela de pressão no fogo e explode o jantar que seria servido para a cliente mais importante de Alfredo, a socialite Marcela Vitanozzi. A encomenda que Marcela fará ao costureiro poderá salvar os três da miséria. Isso faz com que eles se unam para preparar o melhor jantar já servido até hoje.

Mas algo misterioso acontece e a socialite acaba falecendo durante o jantar. Desesperados eles resolvem enterrar o corpo no jardim, mas são surpreendidos por uma visita inesperada. Um jornalista misterioso aparece querendo entrevistar a socialite. E a confusão estará armada quando os três fizerem de tudo para a defunta parecer vivinha da silva! Muitos segredos serão revelados, uma fortuna em dinheiro estará em jogo e coisas estranhas acontecem pela casa.

A mansão foi erguida no topo da colina. Para chegar até ela é necessário um longo caminho entre as montanhas. Alguns pinheiros se escondem, mas quando se atravessa a densa floresta, já nos deparemos com o grande portão de ferro retorcido onde girassóis foram esculpidos nas grades como colagens infantis. E lá, ao fundo das árvores, a pequena mansão reina como uma velha senhora tomando um chá da tarde.

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Coisas Estranhas Acontecem Nesta Casa
Com Pablo Diego Garcia, Pedro Bosnich, Bruno Sperança, Deo Patricio e Daniel Aguiar
Teatro Augusta (R. Augusta, 943 – Cerqueira César, São Paulo)
Duração 90 minutos
13/01 até 04/03
Sábado – 22h, Domingo – 20h
$50
Classificação 12 anos

MICHEL III – UMA FARSA À BRASILEIRA

O espetáculo “Michel III – Uma Farsa à Brasileira” estreia dia 06 de janeiro no Teatro dos Arcos e ficará em cartaz aos sábados e domingos, às 19h, até 28 de janeiro, com entrada grátis. Escrita por Fabio Brandi Torres e dirigida por Marcelo Varzea, a montagem tem como personagem central Michel, um aspirante ao trono, cansado de viver em segundo plano, que resolve conspirar para assumir a coroa.

Esta é a última peça da primeira edição do projeto Berçário Teatral, que iniciou em agosto de 2017, e realizou seis montagens teatrais com o objetivo de revitalizar o Teatro dos Arcos. A ideia partiu do curador do projeto e diretor artístico do Teatro dos Arcos, Ian Soffredini, de criação um texto que tratasse da política brasileira, usando personagens das peças de William Shakespeare. Ele convidou o dramaturgo Fabio Brandi Torres para desenvolver o texto. O autor se inspirou em “Rei Lear”, “Macbeth”, “Ricardo III”, “Romeu e Julieta”, “Júlio César”, “Hamlet” e até “Sir Thomas More” (texto inédito em português), entre outras obras de Shakespeare, para revisitar o período histórico brasileiro do final do segundo mandato de Lula, passando pelo processo de impeachment de Dilma Rousseff, até o momento presente. O título Michel III remete a Michel Temer, o terceiro vice que se tornou presidente após a redemocratização.

Num ambiente de intrigas e obscuridades, cada personagem das cenas shakespeareanas tem o seu equivalente na política brasileira. Nesta sátira, os personagens fazem referência a figuras protagonistas do jogo político, além de Michel Temer: Lula,  Dilma Rousseff, Marta Suplicy, Marina Silva, Eduardo Cunha, Romero Jucá, Sergio Moro; empresários como Marcelo Odebrecht e Joesley Batista; e Janaína Paschoal, uma das autoras do pedido de impeachment.

“Michel III – Uma Farsa à Brasileira” usa a comédia como instrumento de crítica e observação do jogo de forças políticas que inclui acordos partidários e seus respectivos rachas de antigas alianças, políticos que são descartados na briga pelo poder, povo revoltado e dividido por posições extremistas. Áudios “vazados”, notícias falsas, memes na internet, delações premiadas, condenações de governantes, enfim, o que compõe o cenário político. “Foram necessários quatro meses de pesquisas sobre os fatos históricos para escrever a peça que fala de ambição e poder, fazendo a relação com os textos de Shakespeare”, explica Fabio Brandi Torres.

O autor acredita que a peça oferece diferentes níveis de leitura e compreensão, conforme o interesse na observação do jogo político e conhecimento da obra de Shakespeare. “Quem não conhece a obra de Shakespeare e não se atentou para os fatos políticos vai entender a trama porque a história que é contada trata de um assunto universal. Mas quem tem referências da dramaturgia e observou os fatos políticos vai perceber mais detalhes”, diz.

O diretor Marcelo Varzea conta que se interessou em participar do projeto porque considera importante preservar a democracia e o poder do voto. “A peça fala de um trono que foi usurpado. Nós, no nosso país, estamos cada vez mais  treinados  a desvendar o que há por trás dos discursos políticos. A peça também favorece este exercício. Faz rir e, principalmente, faz pensar. Este é meu propósito: insuflar a análise crítica, sem a presença de heróis”, diz o diretor.

O texto evita tomar partido por um dos lados da disputa política, fugindo da polarização. Mas expõe os fatos de maneira que o público possa tirar as suas conclusões. Um dos assuntos tratados é a pedalada fiscal, que foi a justificativa para o afastamento da ex-presidente Dilma. As pedaladas foram legalizas dois dias após o impeachment, quando o governo de Michel Temer sancionou mudanças na lei orçamentária. Este fato está parodiado no texto de Fabio como a Cavalgada dos Fiscais.

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Michel III – Uma Farsa à Brasileira
Com Marcelo Diaz, Amazyles de Almeida, Martha Meola, Fabiano Medeiros, Lena Roque e Michel Waisman
Teatro dos Arcos (Rua Jandaia, 218. Bela Vista, São Paulo)
Duração 70 minutos
06 a 28/01
Sábado e Domingo – 19h
Entrada gratuita (entrega de convites no local uma hora antes da sessão)
Classificação 12 anos

ALÉM DO QUE OS NOSSOS OLHOS REGISTRAM

O Teatro J. Safra inicia sua temporada teatral de 2018 com uma peça estrelada pelas atrizes Priscila Fantin, Luíza Tomé e Letícia Birkheuer, na sexta-feira dia 19 de janeiro. A comédia dramática “Além do que os nossos olhos registram” é escrita por Fernando Duarte, mesmo autor de “Callas” e “Depois do amor”, ambos dirigidos pela saudosa Marília Pêra. A direção artística da peça é de Fernando Philbert, que esteve a frente de aclamados espetáculos, como “O topo da montanha”, com Lázaro Ramos e Thais Araújo e “O escândalo de Felippe Dussack”, com Marcos Caruso.

Inédito em São Paulo, o espetáculo que já foi sucesso de público em duas únicas apresentações em Porto Alegre no último mês de outubro, chega ao Teatro J. Safra trazendo temas super atuais como família, amizades, classes sociais, racismo, homofobia e bullying, discutidos entre mãe, filha e avó. “Além do que os nossos olhos registram” trata da convivência entre três gerações de mulheres, com visões diferentes de suas vivências particulares, para problemas semelhantes. De maneira emocional, o espetáculo aborda as angústias e alegrias do universo feminino.

As personagens são mulheres comuns, dessas que encontramos nas esquinas da vida, e por isso são tão fascinantes. Delfina – personagem interpretada por Luíza Tomé – quando jovem, casou-se com um rapaz negro, a família era contra e, mesmo assim, enfrentou o preconceito da época e foi viver sua história de amor. Desta união nasceu Violeta, personagem de Letícia Birkheuer – que veio ao mundo com os traços da mãe, com a cor do pai, e desde pequena sente vergonha dele. Aos vinte anos, entre viver uma história de amor e casar com um homem mais velho e rico, optou pelo casamento por interesse e, nasceu Sofia. Sofia – interpretada por Priscila Fantin – como toda filha única, sempre foi muito cobrada, é a filhinha do papai, que eles esperam ver casada com um bonito rapaz de família importante. Violeta sonha e planeja o casamento do século para sua única filha. Quando Sofia assume ser lésbica, o mundo de sua mãe desmorona e ela põe para fora todo o seu preconceito até então velado.

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Além do que os nossos olhos registram
Com Luíza Tomé, Priscila Fantin, Letícia Birkheuer
Teatro J. Safra (Rua Josef Kryss, 318 – Barra Funda – São Paulo)
Duração 65 minutos
19/01 até 11/03
Sexta – 21h30, Sábado – 21h, Domingo – 20h
$25/$80 – a partir 18/01 ($20/$50 – até 17/01)
Classificação 12 anos