60! DÉCADA DE ARROMBA – DOC. MUSICAL

Aos primeiros acordes da abertura da ópera “O Guarani” (Carlos Gomes), abrem-se as cortinas do espetáculo “60! Década de Arromba – Doc. Musical“, no palco do Theatro Net São Paulo.

O espetáculo, criado por Frederico Reder e Marcos Nauer, retrata – através de projeções de fotos e filmes – o que aconteceu no nosso país e no mundo durante a década de 60. E como estamos falando de teatro musical, a história é embalada por canções do mesmo período.

O que é um Documentário Musical

Nem os autores sabiam. O formato era algo inovador no gênero do Teatro Musical.

O que ambos sabiam era o desejo que Frederico Reder tinha por fazer um musical com a Wanderléa, segundo Marcos Nauer. Era uma relação de fã e ídola. Do convite até o sim, durou aproximadamente um ano.

O musical conta a história do mundo durante esta década. Não há um protagonista específico. Os autores criaram três fios condutores que atravessam o período: a exploração espacial pelos Estados Unidos e União Soviética; o desenvolvimento da juventude (já que até os anos 50, de criança passava-se direto para adulto) e a transformação do papel da mulher na família e sociedade.

Para contar a história, os autores também recorreram aos meios de comunicação. No prólogo, é mostrada a década de 20, com o início das transmissões de rádio no país. E passam-se quatro décadas, até chegar a década de 60, com a televisão e o cinema (o palco do teatro é uma grande televisão – que vai do preto e branco até a em cores).

O musical segue uma estrutura cronológica, que vai mostrando os fatos mais importantes, bem como as músicas lançadas, ano após ano. Há uma intercalação entre os momentos de projeção de filmes e fotos, com o dos atores no palco.

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60! Década de Arromba – Doc. Musical

Pelo palco do Teatro NET São Paulo desfilam cerca de 100 canções desta década, por cerca de 180 minutos, interpretadas por um elenco de 23 jovens atores/cantores. (Não há como destacar um só. Todos têm o seu momento de destaque. São a nova geração de atores do nosso Teatro Musical brasileiro)

Wanderléa aparece ao final do primeiro ato, com a canção “Ternura” (1965), que veio lhe dar o apelido de Ternurinha. É um dos momentos mais aguardados pela plateia. Depois ela volta para cantar outros clássicos, como “Pare o Casamento” (1966), “Pode vir quente que estou fervendo” (1966) e “Te Amo” (1967). Ela encerra o espetáculo com “Foi Assim” (1969) e “É preciso saber viver” (1968).

Durante o espetáculo, algumas cenas marcam emocionalmente a plateia: a construção do Muro de Berlim (1961), tragédia do Gran Circo Norte Americano em Niterói/Rio de Janeiro (1961), o envio dos jovens para lutar no Vietnam (1963), a censura durante o tempo da ditadura (1968); além da perda de personalidades, como Marylin Monroe (1962) e John Kennedy (1963).

Mas também há espaço para o humor. Podemos destacar os atores Rodrigo Naice e Tauã Delmiro, que além de interpretarem vários papéis, cuidam do número de plateia (começo do segundo ato). Ambos são duas freiras que irão reger o público num número musical.

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Os próximos Doc. Musicais

Marcos Nauer disse que, devido a receptividade do público carioca (a temporada inicial prevista era de dois meses, ficaram cinco) e do público paulista, já estão previstos os Doc. Musicais dos anos 70, 80 e 90. “2000 ainda não porque está muito perto.” As pesquisas já começaram. E conjuntamente, Marcos está escrevendo “As Vozes que Mudaram o Mundo“, um outro doc. musical que retrata as vozes negras femininas na América.

Ficou com vontade de ver alguns números musicais? Vá na nosso canal do youtube, que publicamos oito vídeos.

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60! Década de Arromba – Doc. Musical
Com Wanderléa, Amanda Döring, Analu Pimenta, André Sigom, Bel Lima, Cássia Raquel, Deborah Marins, Erika Affonso, Fabiana Tolentino, Giu Mallen, Jade Salim, Jullie, Leandro Massaferri, Leo Araujo, Marcelo Ferrari, Mateus Ribeiro, Pedro Arrais, Rachel Cristina, Raphael Rossatto, Rodrigo Morura, Rodrigo Naice, Rodrigo Serphan, Rosana Chayin, Tauã Delmiro
Theatro NET São Paulo – Shopping Vila Olímpia (Rua Olimpíadas, 360 – Vila Olímpia, São Paulo)
Duração 180 minutos
10/04 até 28/05
Quinta e Sexta – 20h30; Sábado – 17h e 21h; Domingo – 17h
$50/$220
Classificação 12 anos
Roteiro e Pesquisa: Marcos Nauer
Direção: Frederico Reder
Direção Musical: Tony Lucchesi
Coreografia: Victor Maia
Figurino: Bruno Perlatto
Cenário: Natália Lana
Iluminação: Daniela Sanchez
Diretora Assistente: Alessandra Brantes
Videografismo cenário: Thiago Stauffer
Desenho de Som: Talita Kuroda e Thiago Chaves
Direção de Produção: Juliana Reder e Frederico Reder
Produtores Associados: Tadeu Aguiar e Eduardo Bakr

A CASA DE BERNARDA ALBA

A aclamada peça de Federico García Lorca, em uma surpreendente adaptação feita só com homens, nos leva ao pequeno povoado de Andaluzia, em uma Espanha pré-guerra civil.

A sociedade é machista e o nome e a honra contam mais do que a vida e os prazeres carnais.

A austera Bernarda Alba fica viúva pela segunda vez, e, segundo suas ordens, suas filhas terão de viver um luto de oito anos em regime de clausura.

Bernarda tem cinco filhas e todas se interessam por um único homem do vilarejo, que é prometido à filha mais velha: Angustias. Numa trama de intrigas e amargura, as filhas são quase como soldados, e se digladiam longe dos olhos da mãe.

Nessa montagem especial, homens interpretam essas mulheres sem amantes, mostrando o quão brutas e fortes podem ser as personagens de Lorca que metaforizam os soldados da guerra civil espanhola.

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A Casa de Bernarda Alba
Com Rafael Mallagutti, Joaquim Araújo, Ivan Radecki, Caio Gorzoni, Alexandre Nunes, Rafael de Castro, Pedro Ruffo, Thiago Marangoni, Miguel Langone, Gustavo Dittrichi e Dan Rodrigues
Espaço Parlapatões (Praça Franklin Roosevelt, 158 – Consolação, São Paulo)
Duração 90 minutos
31/03 até 05/05
Sexta – 21h
$50
Classificação 12 anos

 

RETRATOS E CANÇÕES

Todos os diálogos de Retratos & Canções, sem exceções, foram extraídos de canções populares e contam a história do reencontro do caminhoneiro Tadeu e da tímida Carol. Na trama, o caminhoneiro Tadeu já teve mulheres do tipo atrevida, acanhada, vivida, mas nenhuma delas lhe fez tão feliz como a suburbana Carol. A moça é uma ingênua secretária que atende ao pedido do seu grande amor e comparece ao programa de encontros do apresentador Arlindo Orlando.

A retomada do casal provoca o ciúme do hipocondríaco Marvin e da cabeleireira Diana. Os personagens de Retratos & Canções, muitas vezes vistos como estereótipos, interagem com a memória afetiva do espectador e suprimem preconceitos nesta divertida e nostálgica história de amor.

Retratos e Canções
Com Bruno Ospedal, Carla Vazquez, Félix Graça, Márcio Cardoso e Tuti Müller
Teatro Augusta – Sala Paulo Goulart (R. Augusta, 943 – Cerqueira César, São Paulo)
Duração 60 minutos
01/04 até 28/05
Sábado – 20h; Domingo – 18h
$50
Classificação 12 anos
Texto e Direção: Renato Andrade
Assistente de Direção: Rafael Imbroisi
Direção de Arte: Cristiano Panzarin
Visagismo: Dicko Lorenzo
Figurino: Bia Miranda
Trilha Sonora: Renato Andrade
Designer: Thiago Sak
Fotos: Allan Bravos
Direção Executiva: Waldir Terence
Direção de Produção: Waldir Terence e Renato Andrade
Realização: Terence Produções Artísticas e Sintética Teatro, Cinema e TV

ARTAUD, LE MÔMO

O espetáculo “Artaud, le Mômo” estreou em 2016 no Teatro da Aliança Francesa para comemorar o 120º aniversário de Antonin Artaud (1896-1948).   A seguir foi apreciado em curta temporada no Teatro Sérgio Cardoso.

A nova temporada do espetáculo, entre 10 de março e 2 de abril de 2017, na Funarte São Paulo, dará ao público paulista a oportunidade de vivenciar a elaboração meticulosa e abusada do universo alucinatório do poeta surrealista. Inspirado em textos artaudianos selecionados – As novas revelações do ser; Verdadeira história de Artaud, o Momo; Supostos e Supliciações; A face humana; O homem árvore, entre outros – o espetáculo demonstra a atualidade da poética artaudiana diante dos conflitos sócio políticos, econômicos e culturais em tempos globais.

“Artaud, le Mômo” confronta os “mantenedores da ordem do lucro das instituições sociais e burguesas”, os agentes das guerras e todas as formas de “escravidão contemporânea” com um combate em favor da “liberdade autêntica” do ser humano criativo.

Sinopse

“Artaud, le Mômo” é um espetáculo teatrocoreográfico de Maura Baiocchi sobre a vida e obra de Antonin Artaud. A linha mestra da dramaturgia é “o problema da liberdade autêntica”. Mostra a luta do poeta francês contra a institucionalização das formas de vida e sua tentativa de conquistar um corpo soberano. ARTAUD, LE MÔMO mistura dança, voz, música e vídeoarte. A equipe de criação consiste de artistas do Brasil, Alemanha e Argentina.

“Artaud, le Mômo” é uma síntese e um processo antropofágico da coreografia desenvolvida em cARTAUDgrafia, trilogia dirigida por Wolfgang Pannek e que traduz dimensões específicas da produção artaudiana – as crises do espírito, da cultura e da linguagem – relativas ao problema da representação no Ocidente.

Na mitologia grega, Momo é uma divindade nascida de Nix, a noite. Expulso do Olimpo por criticar os outros deuses, Momo é a personificação do sarcasmo, das burlas, da zombaria e das grandes ironias.  Comparável à função do palhaço ou do bufão.

Maura Baiocchi conta com uma equipe internacional e multidisciplinar: o alemão Wolfgang Pannek, co-diretor da Taanteatro, na dramaturgia, os argentinos Onofre Roque Fraticelli e Candelaria Silvestro na criação das vídeo-animações e os brasileiros Gustavo Lemos na trilha sonora e Eduardo Alves no desenho de luz. A encenação integra o projeto Taanteatro 25 Anos e tem o suporte do Programa Municipal de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo.

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Artaud, Le Mômo
Com Maura Baiocchi
Funarte São Paulo – Sala Renée Gumiel (Alameda Nothmann, 1058, Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 90 minutos
10/03 até 02/04
Sexta e Sábado – 19h; Domingo – 18h
$20
Classificação 12 anos
 
Direção, teatrocoreografia, performance e figurino: Maura Baiocchi
Dramaturgia e cenário: Wolfgang Pannek, Maura Baiocchi
Trilha sonora: Gustavo Lemos
Desenho de luz: Eduardo Alves
Videos: Onofre Roque Fraticelli, Candelaria Silvestro, Paula Alves, Bruna de Araujo
Produção: Wolfgang Pannek, Mônica Cristina Bernardes

 

SILHUETAS

Com uma trajetória estelar no teatro musical brasileiro, a atriz, cantora, bailarina e produtora Kiara Sasso, que desde 1993 pode ser vista em grandes espetáculos e em inesquecíveis personagens, chega ao palco do Teatro Porto Seguro, dia 28 de março, com seu projeto “Silhuetas”, um show inédito e especial, capaz de revelar muito além do que já pôde ser visto.

Trazendo nele os mais variados contornos de sua história, desde a infância até a fase adulta, a produção conceitual que pode ser descrita como delicada, sensível, enérgica e profunda, transita pela vida pessoal e profissional da artista, que, despida de qualquer personagem, interpretará canções de muitos musicais em que teve a honra de fazer parte, bem como de produções que não estão em seu extenso currículo, tudo envolto por um clima emocionante e divertido, característico de seu universo.

O conceito do projeto, desenvolvido ao longo de oito meses, nasceu a partir da potência e atuação de alta performance da cantora e atriz Kiara Sasso; Embora o show apresente uma simplicidade na comunicação entre ela e a plateia,  sua estrutura é sofisticada, com uma estética visual e interpretativa que dará ao público a sublime sensação de um grande show, onde todos terão o prazer de não só contemplar, mas vivenciar as diferentes interpretações e sensações, explica Lázaro Menezes, diretor e roteirista.

O ponto de partida para essa imersão musical e cheia de surpresas especiais se dá ainda em sua meninice, onde já era possível reconhecer em Kiara a silhueta de uma pequena grande estrela, que aos 11 anos vislumbrava uma longa estrada e se reconhecia em Christine, personagem central de “O Fantasma da Ópera” que cruzou seu caminho anos depois, em um dos mais de 20 espetáculos que celebra em sua carreira e que não foram esquecidos durante a escolha do repertório.

Acompanhada por uma banda de quatro músicos e apresentando versões em inglês e português, Kiara interpretará mais de 20 canções dos palcos e também dos cinemas – para onde já emprestou muito a voz – relembrando diversas personagens de clássicos como A Bela e a Fera’, O Fantasma da Ópera’, ‘A Noviça Rebelde’, ‘Mamma Mia’ e ‘A Pequena Sereia’.

Silhuetas é uma celebração de carreira, por isso escolhi músicas que ajudaram a me tornar a artista que sou, que de alguma maneira marcaram a minha vida e que mexem de alguma forma comigo. Após tanto tempo dando vida à mulheres incríveis em tantos espetáculos musicais, agora irei finalmente subir ao palco como Kiara, podendo dividir com as pessoas a mulher por trás das mulheres que já admiraram”, conta a artista.

“Silhuetas” revisita os capítulos de um livro que nunca deixou de ser escrito, representados por momentos que permitiram à Kiara moldar a própria face, hoje uma união de muitos outros perfis que aos poucos construíram sua identidade ímpar, e que a faz ser considerada pelo público e crítica um expoente de sua arte.

Produzido pela O Alto Mar Produções, responsável também pelo musical infantil “O Palhaço e a Bailarina”, indicado a diversos prêmios, a direção do show leva a assinatura de Lázaro Menezes, marido da artista – com quem divide a vida e o trabalho em parcerias de sucesso -, responsável também pelo roteiro e cenografia; Já a direção musical e arranjos ficaram a cargo de Guilherme Terra, a produção de Tatiana Véliz, os figurinos de Geraldo Couto e o visagismo de Anderson Bueno.

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Silhuetas
Com Kiara Sasso
Teatro Porto Seguro (Al. Barão de Piracicaba, 740 – ­ Campos Elíseos,São Paulo)
Duração 65 minutos
28/03
Terça – 21h
$60/$80
Classificação 12 anos
 
Direção Musical, Arranjos e Piano: Guilherme Terra
Bateria: Kiko Andriolli
Violão/Contrabaixo/Baixo Elétrico: Webster Santos
Estante de sopro: Zafe Costa
Iluminação: Rogerio Cândido
Figurino: Geraldo Couto
Visagismo: Anderson Bueno
Fotógrafo: Caio Gallucci
Assessoria de Imprensa: Grazy Pisacane
Produção e Realização: O Alto Mar Produções

 

O HOMEM DAS CAVERNAS

O Homem das Cavernas”, de Rob Becker, é um sucesso mundial que conquistou milhões de pessoas em quase 40 países e em mais de 15 idiomas diferentes. O ator Norival Rizzo faz a versão brasileira e volta a atuar no espetáculo que na primeira temporada em 2010 alcançou sucesso de crítica e público. A reestreia acontecerá no dia 14 de março no Teatro Folha, com sessões as terças e quartas-feiras.

A peça é uma brincadeira divertida e perspicaz sobre as formas como homens e mulheres se relacionam, conseguindo que ambos os sexos morram de rir e se reconheçam. O ator Norival Rizzo interpreta personagem que repensa sua vida amorosa enquanto, inspirado no homem das cavernas, disseca as diferenças entre homens e mulheres.

Com um efeito pacificador nos desentendimentos entre homens e mulheres, a primeira montagem estreou em São Francisco, em 1991, e foi rapidamente levada para Dallas, Washington, Philadelphia e Chicago, antes de sua estreia na Broadway, em 1995. Depois de dois anos e meio e 702 apresentações no teatro Helen Hayes Theater, “O Homem das Cavernas” entrou no livro dos recordes como o monólogo que mais tempo ficou em cartaz na história da Broadway.

Rob Becker escreveu “O Homem das Cavernas” depois de um período de três anos de estudo informal de antropologia, pré-história, psicologia, sociologia e mitologia. Usou como base as informações para criar um texto com grande capacidade de comunicação com o público.

O diretor Alexandre Reinecke conta que a montagem será apresentada com novo cenário e figurino, mas manterá o estilo da direção visto na primeira temporada em 2010. “Faço uma grande parceria com o Norival. Já o dirigi em outros espetáculos e esta experiência serve para esta remontagem, que faz uma um paralelo divertido e pertinente entre o homem das cavernas e o homem contemporâneo”, observa o diretor, que também trabalhou com Norival Rizzo nas peças “Adultérios”, de Woody Allen, e “O Sucesso a Qualquer Preço”, de David Mamet.

O ator Norival Rizzo observa que a sua percepção sobre um texto teatral muda constantemente, de acordo com as novas experiências vividas e com o tempo de realização de uma temporada. O texto é o mesmo, mas a percepção para a obra resulta em outras nuances na atuação. “Agora estou percebendo muitos detalhes diferentes no espetáculo”, conta o ator que em 2005 recebeu o Prêmio Shell de Melhor Ator pelo espetáculo “Oração Para um Pé-de-Chinelo”, de Plínio Marcos, e direção de Reinecke.

Hoje a peça “O Homem das Cavernas” pode ser vista nos seguintes países: Austrália, Áustria, Bélgica, Canadá, Croácia, República Checa, Dinamarca, Estônia, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Guatemala, Hungria, Islândia, Irlanda, Israel, Itália, Japão, Letônia, Lituânia, México, Holanda, Noruega, Polônia, Rússia, Eslováquia, Eslovênia, África do Sul, Coreia do Sul, Espanha, Suécia, Suíça, Reino Unido, Estados Unidos, Argentina, Coréia e China.

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O Homem das Cavernas
Com Norival Rizzo
Teatro Folha – Shopping Pátio Higienópolis (Av. Higienópolis, 618 – Consolação, São Paulo)
Duração 75 minutos
14/03 até 31/05
Terça e Quarta – 21h
$50
Classificação 12 anos
 
Realização: Açafrão Produções
Texto: Rob Becker
Direção: Alexandre Reinecke
Diretor de produção: Evaristo Sánchez
Assistente de produção: Henrique Portela
Cenário e figurino: Alex Grilli
Desenho de iluminação: Henrique Portela
Adaptação do texto: Açafrão Produções
Produção: Açafrão Produções, Alafin Cultural, IRIA Producciones, Theatre MOGUL

PANCADÃO DO SEM DENTE

Depois de levar Dilma Ducheff aos palcos, com público de mais de 80  mil espectadores em 2016, agora é a vez de Marcelo Sem Dente ganhar vida fora da telinha. O personagem faz parte da galeria criada por Márvio Lúcio, o Carioca, do programa Pânico na Band. O show de humor Pancadão do Sem DentePague para Entrar e Reze para sair faz estreia nacional nos dias 17 e 18 de março, sexta-feira, às 21h30, e sábado, às 21h, no Teatro APCD. 

 O espetáculo promete muita interação com o público por meio da sátira ao jornalista e apresentador de televisão Marcelo Rezende (TV Record). Marcelo Sem Dente faz parte do quadro Quarto do Pânico, do programa Pânico na Band. A ideia de Carioca é mostrar ao público “o lado proibido da televisão”, com tiradas de humor que o canal nem sempre permite por causa da classificação indicativa de atração.

Nascido em Nova Iguaçu, Rio de Janeiro, Márvio é imitador, humorista, radialista e repórter da Rádio Jovem Pan. Versátil, foi premiado no festival de humor Risadaria (voto popular), nos anos de 2014 e 2015, como melhor imitador do Brasil. O artista faz sucesso com personagens inspirados em nomes conhecidos do grande público como Amaury Jr. (Amaury Dumbo, de 2009), Zeca Camargo (Zeca Tamagro, de 2011), Bispo Edir Macedo (Bispo Didi Mais Cedo, de 2010) e Ricardo Boechat (Bom Echá, de 2014).

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Pancadão do Sem Dente – Pague para Entrar e Reze para Sair
Com Márvio Lúcio
Teatro APCD ( R. Voluntários da Pátria, 547 – Santana, São Paulo)
Duração 90 minutos
17 e 18/03
Sexta – 21h30; Sábado – 21h
$60 ($20 – sócios APCD)
Classificação 12 anos