UNFAITHFUL

UNFAITHFUL estreou em 2014 no Edinburgh Fringe Festival. Uma segunda montagem do texto foi realizada em 2016, em Londres e agora estreia em São Paulo, sob direção de Lavínia Pannunzio. No elenco, Noemi MarinhoHelio CiceroLuna Martinelli e Laerte Késsimos (idealizador do projeto). A peça faz temporada de 9 de outubro a 14 de novembro no Sesc Consolação após integrar a programação do Festival Cultura Inglesa.
 
Owen McCfferty – autor irlandês de produção dramatúrgica focada nas relações humanas, com aproximadamente 20 textos escritos, vencedor de inúmeros prêmios de dramaturgia, nesta peça escreve a história de um casal de meia-idade no ápice da crise conjugal, Tom (Helio Cicero) e Joan (Noemi Marinho), e um casal de jovens na busca por sentido para suas vidas vazias, Tara (Luna Martinelli) e Peter (Laerte Késsimos). 
 
Uma noite em um bar de hotel, uma possível traição. Dois relacionamentos emaranhados, desejos não expressos, arrependimentos e conversas adiadas. Quatro personagens ligados pela sensação de que foram enganados pela vida. Um austero e abrasador vislumbre da realidade de nossos relacionamentos – dos desejos não ditos, dos arrependimentos penetrantes e das conversas adiadas que marcam a todos nós.
 
Lavínia Pannunzio criou um universo intimista para o espetáculo. Público e atores ficam muito próximos, já que a plateia é colocada no palco, ao redor do cenário. Assim, os diálogos muito bem escritos pelo autor e trabalho minimalista dos atores, podem ser ouvidos e vistos de perto. “UNFAITHFUL pretende, ao percorrer o labirinto do espelhamento desses casais formados por Tom, Joan, Peter e Tara, compreender o momento em que as “confissões das traições” – que o público sequer consegue saber se aconteceram ou não – estabelecem ou re-estabelecem os amorosos laços da confiança entre eles. Paradoxalmente. UNFAITHFUL é o nosso ´to be or not to be, that is the question´, o que quer que haja entre eles tece um labirinto de confiança e coisas ditas que se estende além de suas relações e toca algo no nosso coração de seres humanos”, comenta a diretora Lavínia Pannunzio.
 
A consciência do espectador fica maior que a consciência das personagens. O público passa a operar como um agente decifrador do comportamento anímico daqueles quatro personagens, na medida em que passa a conhecer os outros lados do quarteto de solitários.
 
Na trama Joan e Tom estão casados há quase trinta anos. Tom é um encanador de meia-idade que às vezes gosta de tomar uma bebida sozinho, após o trabalho, em um bar de hotel no centro da cidade. Certa noite, ele é abordado por Tara, uma jovem que insiste em ter relações sexuais com ele. Não é uma prostituta. Quando Tom diz a Joan o que aconteceu, ela não deixa por menos e se encontra com o garoto de programa, Peter, no mesmo hotel onde seu marido conheceu Tara. O público nunca tem certeza se que o que eles dizem é verdade.
 
“Ainda somos nós mesmos quando mentimos? O que significa ser infiel àqueles que você ama? A você mesmo? O amor é um tipo de fé. E quando duas pessoas acreditam, algo muito poderoso acontece. Se se está apaixonado, e um confia no outro o bastante para se inclinar em sua direção, eles se encontram no meio, como um triângulo, e sustentam um ao outro, e isso é muito forte. É inquebrável. Mas se um desaparece, o outro não pode manter o triângulo de pé. Ele cairá. Não existe amor sem confiança, sem fé. Por isso, quando alguém trai, é chamado de infiel (unfaithful)”, completa Lavínia.

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Unfaithful
Com Noemi Marinho, Helio Cicero, Laerte Késsimos e Luna Martinelli
Sesc Consolação – Sala Beta (R. Dr. Vila Nova, 245 – Vila Buarque, São Paulo)
Duração 60 minutos
09/10 até 14/11
Segunda e Terça – 20h
$20
Classificação 14 anos

DAS RUAS, UM ORFEU DE MOCHILA

O dramático mito de Orfeu e Eurídice ganha vida nas periferias paulistanas. O herói grego entra em cena como o jovem mais desejado da região, enquanto a sua amada é uma visitante que atrairá olhares impiedosos na comunidade. Separados por um rio, eles lutarão pelo seu amor em um caminho cheio de pedras e obstáculos cruéis. É assim que a Tô Em Outra Cia. de Teatro apresenta o musical inédito “Das ruas, um Orfeu de mochila”.

O enredo original criado por Andreza Rodrigues e Thuane Campos aposta na mescla da fantasiosa mitologia grega com a dura realidade das periferias. As personagens da  narrativa de Orfeu são representadas por moradores de uma comunidade carente de São Paulo. O musical é composto por 15 músicas em tem uma hora e meia de duração.

Mais do que uma trágica história de amor, a peça tem como fundo um importante diálogo sobre as relações e o estilo de vida dos jovens que vivem em regiões mais pobres da capital. A descoberta do amor, o início da vida profissional e as relações que eles estabelecem com o tráfico, com o poder público e com a imprensa são alguns dos pontos trabalhados no espetáculo.

O texto surgiu em 2012 e foi apresentado por dois anos em periferias e no interior do Estado com o apoio do projeto Vizinho Legal, ação social da Roche Brasil na comunidade do Jaguaré, e com o patrocínio do Programa Aprendiz Comgás (PAC), iniciativa da Comgás em parceria com a Associação Cidade Escola Aprendiz.

Sinopse reduzida
Era um dia de festa. Dois amores se encontram. Orfeu e Eurídice, trazendo em suas mochilas seus encantos, músicas e alegrias. Ela com seus balões e ele com seu pandeiro encantado. Juntos encontram o amor, mas um acontecimento inesperado muda tudo. Orfeu terá que provar o quanto ama Eurídice, a “doidinha dos balões”. Texto baseado na mitologia grega (mito de Orfeu) e adaptado para os dias atuais.

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Das ruas, um Orfeu de mochila
Com Jose Paulo Rocha, Uédia Alves, Andreza Rodrigues, Bruno Gomes, Carlos Castro, Gabriel Hammer, Jorge Alves, Renan Marques, Thayna Rodrigues, Thuane Campos
Teatro Paiol Cultural (R. Amaral Gurgel, 164 – Vila Buarque, São Paulo)
02/09 até 28/10
Sábado – 19h
$30
Classificação 14 anos

PRA COMER DEPOIS

Depois de oito anos fazendo personagens cômicos, humor com texto, teatro físico, Yuri Gofman começou no stand up e agora estreia em São Paulo o show “Pra Comer Depois”, que começa temporada no Teatro Folha no dia 06 de outubro, em sessões às sextas-feiras, às 23h59.

Foi como mudar de sexo: você acha que ver é tão fácil quanto fazer, mas se você vai ter uma ferramenta nova precisa de habilidade com ela, afirma Yuri, que, com a vantagem de já ser humorista, antes de levar seu show aos palcos, o testou em vídeos e trouxe sua experiência como autor, a interação com o público e o improviso para pular etapas na criação de seus sets.

Criou seu primeiro show, testou na estrada, em teatros, escritórios, em eventos corporativos para seu patrocinador, a Germed. Foi um intensivo que o fez amadurecer ainda mais rápido. Quando o show entrou em cartaz, no Rio de Janeiro, já tinha um repertório, que melhorou e deu mais confiança ao autor/ator. E foi esse o caminho que o levou a criar e produzir o espetáculo “Pra Comer Depois”, com material novo e mais focado na interação com o público.

Partindo de sua biografia de ator, roteirista e diretor, do sonho de ser galã de novelas, à desistência da profissão – aconselhado pela própria mãe, a atriz Rosane Gofman – e como o humor o trouxe de volta, Yuri parte para a comicidade, em um texto que traz uma mistura da conversa com amigos no bar e das relações entre mãe e filho, vida a dois, trabalho, ansiedade, de viver tudo ao mesmo tempo, o que o aproxima da plateia. Yuri fala sobre ser um cara comum, nem bonito nem feio, para chegar à vida do ser humano igualmente comum.

Mais que um show de humor, “Pra Comer Depois” leva a plateia a uma experiência. Um bar montado no palco, com mesas e cadeiras, convida o público para beber uma cervejinha e Yuri cria em cima do que cada um tem pra contar na hora. Sabe quando você fala ‘po, lembra aquele dia no bar, que tava eu, você, o Yuri…’? É esse tipo de memória que a gente quer criar. “

 “Eu mesmo há um ano estava solteiro, pegando geral, mas sou um cara normal, nota 5, e pra pegar alguém eu tinha que conversar e às vezes você não quer, e quando você fala nem sempre a pessoa gosta do que você diz, então… em um ano eu tive um filho, ganhei uma filha, casei, me mudei pra São Paulo e estou devendo no SERASA. Dividir isso com as pessoas faz ficar mais leve, engraçado e cheio de identificação. Você pode se achar muito especial, mas no fundo todo mundo é parecido. E é nisso que foco meu show”, considera Yuri, que finaliza: “E com tanto comediante por aí, se uma empresa resolveu gastar seu dinheiro de marketing pra me patrocinar, não foi por amor, né? Eu devo ser engraçado.

Que seja fast food, como faz referência na arte da peça, mas que importe o momento, a lembrança, quem está com você. Quando trabalhava no McDonalds, eu sempre deixava um sanduíche na estufa pra comer depois do expediente, porque quando sobrava nós comíamos. Mas, às vezes, quando estávamos fechando, aparecia um cliente que comia o meu sanduíche. A gente nunca sabe, nessa vida, se deixar pra comer depois,  alguém vai comer nosso sanduiche. Ou não, pondera Yuri. Ao mesmo tempo o slogan da peça, “vamos rir de tudo isso”, é emulação do “amo muito tudo isso”, da rede de fast food. Rir sozinho é ruim. É coisa de maluco. E da minha mulher também, ela ri sozinha. Mas deve ser meio maluca, é casada comigo”.

Existe essa impressão que não só a vida, mas o humor aqui é fast food: as pessoas consomem de forma imediata. Esse é o conceito que norteou a criação de “Pra comer depois”. Pela rapidez e proximidade do público, acaba criando uma experiência. Memórias você cria assim, compartilhando”, diz Yuri, que completa: “e ainda temos parcerias com estabelecimentos 24 horas, caso alguém queira sair pra comer um sanduiche depois”.

Yuri optou por chamar “Pra Comer Depois” de comédia ou show porque faz cenas que não consideradas stand up. Então é um show de humor em que se pode notar a influência da precisão e dedicação dos comediantes, mas também as experiências que acumulou como ator. Esse é o show sobre a vida de todo mundo, sobre família, relacionamentos e como tudo isso é louco, a vida corrida que a gente leva.

Pensa nisso e vem me ver. Vem com os amigos, com a namorada, com o amante, com a mãe, com o pai. A vida tá difícil? Tá ruim pra todo mundo? Vamos rir de tudo isso. E com saideira.

Pra Comer Depois
Com Yuri Gofman 
Teatro Folha – Shopping Pátio Higienópolis (Av. Higienópolis, 618 – Consolação, São Paulo)
Duração 70 minutos
06/10 até 24/11
Sexta – 23h59
$40/$50
Classificação 14 anos

 

 

ABELHA RAINHA

A Senhoura Antonieta de Bernardo é a figura central de uma nobre família aristocrata em meados do Século XVIII. Ela viveu atormentada pelos desejos mais obscuros de sua mente. Lembranças do seu passado retornam no dia em que sua enteada é pedida em casamento por um jovem rapaz. Ao aceitar o compromisso formal entre os dois jovens, o Comendador Alcântara, esposo de Antonieta e pai da menina, não imaginava o que sua família enfrentará. Para Tibéria, a sua escrava de confiança, Antonieta revelou a sua pior faceta, transformando este segredo íntimo no maior e mais doloroso tormento para a sua nobre família. 

Sobre o Grupo Trapo

Grupo Trapo em 17 anos de trabalhos ininterruptos, volta á cena com seu elenco fixo para uma temporada do espetáculo teatral “Abelha Rainha” concebido e dirigido pelo jovem diretor Muriel Vitória. A história nos transporta para meados do Século XVIII e para as relações conflituosas de uma família aristocrata, cuja personagem principal sofre com transtornos de personalidade. Como o título mesmo indica, a personagem principal vivida pela atriz Marília Pacheco, é a matriarca da nobre família, a “abelha-mestra”: de comportamento tidos como “estranhos” e incompreendida pelos familiares e até por ela mesma em dados momentos, visto que o Brasil do século XVIII, era precário em informações de cunho psiquiátrico.

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Abelha Rainha
Com Diego Brito, Hélio Leão, Marília Pacheco, Marília Vitória, Priscilla Rosa.
Teatro Municipal da Mooca – Arthur Azevedo – Sala Multiuso (Av. Paes de Barros, 955 – Mooca, São Paulo)
Duração 80 minutos
29/09 até 22/10
Sexta e Sábado – 21h, Domingo – 19h
$20
Classificação 14 anos

 

 

TOUR DU MONDE

A noite paulistana será presenteada com a estreia do novo show do Burlesque Paris 6: Tour Du Monde. Multissensorial e surpreendente, o espetáculo é uma superprodução que mistura teatro físico, dança, circo, ilusionismo, acrobacia, humor e música.

Apresentado por artistas com habilidades incríveis e com experiências internacionais, Tour Du Monde é uma grande homenagem ao mundo, suas particularidades e culturas. É um show repleto de beleza, tecnologia, festividade, com muita alegria, emoção, sensualidade em diferentes aspectos.

Com formato de dinner show, inovador no país, o público pode interagir com o espetáculo enquanto degusta um glamoroso jantar – uma oportunidade única de aliar uma experiência artística e gastronômica ao mesmo tempo.

O projeto é idealizado por Sandro Chaim e dirigido por ele em parceria com Monica Alla, fundadora e diretora do Grupo Ayres, um dos maiores em apresentações e performances acrobáticas do país. Alla também foi uma das coreógrafas de acrobacia aérea da abertura da Copa do Mundo de 2014.

A coreografia é de Weide Barbosa Leite, coreógrafo da abertura e do encerramento da Copa do Mundo 2014 e coreógrafo assistente de Deborah Colcker na abertura das Olimpíadas do Rio de Janeiro de 2016.

O show tem sua estreia no próximo dia 22 de setembro para toda a família e fica em cartaz até maio de 2018, sempre às sextas, sábados e domingos.

Elenco renomado

O elenco conta com a experiente e premiada cantora e atriz Leilah Moreno. Dotada de uma voz forte e inconfundível, Moreno já participou de inúmeros musicais e festivais de cinema no Brasil e Europa e já recebeu duas indicações ao Grammy Latino (Revelação) e uma indicação ao Emmy (Melhor Seriado de TV).

O famoso ilusionista Dimy também é uma das atrações. Campeão Latino Americano de Mágicas pela Federação Latino Americana de Sociedades Mágicas (FLASOMA), ganhou o prêmio máximo representando o Brasil no Congresso de Mágicos feito em Buenos Aires, na Argentina.

O elenco conta também 9 artistas performáticos, que realizarão números de dança e acrobacia solo e aérea, como tecido acrobático, lira e pole dance, além de interpretação e poesia. Para a trilha sonora do show, 4 músicos ficam responsáveis pelos instrumentos de percussão, teclado, violão, guitarra, bandolim, baixo e sopro.

Sinopse

O espetáculo conta a história da bailarina Sophie, que deseja viajar pelo mundo. Para ela, a dança é o início de tudo. É a chance de realizar seus sonhos e ir muito além de onde jamais imaginou estar. Em uma noite especial, tudo pode acontecer. Seu sonho pode se realizar de um minuto para o outro. No palco, onde a dança liberta, a magia acontece.

Com sua imaginação fértil, Sophie vai conhecer o mundo numa noite em que todos estão convidados a sonhar. Argentina, França, Portugal, Japão, Rússia, Espanha, Itália, Estados Unidos e Brasil são alguns dos lugares pelos quais viajaremos nessa mágica aventura. Cada país será representado no palco com suas particularidades. Na terra de Evita Perón, o tango não pode ficar de fora, enquanto o fado ganha a vez nos caminhos lusitanos. Sophie é a anfitriã de um espetáculo que fará o espectador viajar sem sair do lugar. Leilah Moreno interpretará as canções características de cada país visitado, enquanto Dimy conduz a história como um mestre de cerimônias.

Tecnologia e Acrobacia

Uma megaestrutura foi montada para criar esse universo lúdico. Aparelhos para acrobacias aéreas foram criados exclusivamente para apresentação. Será utilizado um telão de LED de alta qualidade para conceituar cada país visitado por Sophie. Através da tecnologia de video mapping, técnica inovadora e de alta qualidade, que reproduz vídeos de forma realista, o público irá até cenários característicos das maiores capitais do planeta. As ruas do Caminito, na Argentina, os cabarés luxuosos de Paris, azulejos portugueses, um piquenique nas cerejeiras japonesas e outras paisagens irão ilustrar a essa incrível viagem.

Espetáculo para toda a família

O show contará com uma versão adaptada para toda a família, em horário de matinê. Aos sábados, às 17h, será realizada uma apresentação com classificação etária livre. Na compra do evento, em qualquer data e horário, o espectador terá direito ao jantar especial*, feito especialmente para o Tour du Monde. Se preferir, o público também poderá optar pelos pratos disponíveis no menu do Paris 6 e por pagar o couvert artístico separadamente.

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Tour du Monde
Com Leilah Moreno, Dimy, Thaina Feroldi, Lana Borges, Maria Celeste Mendozi, Renas, Julio Nascimento, Ciro Italo, Barbara Francesquine, Tarik Henrique, Alan Melo
Burlesque – Paris 6 (R. Augusta, 2809 – Jardins, São Paulo)
Duração 90 minutos
22/09 até 05/2018
Sexta – 21h, Sábado – 17h e 21h, Domingo – 18h
$80/$240
Classificação 14 anos (aos sábados, às 17h, será classificação Livre)
 
Informações Complementares: O espaço abre 1 hora antes do horário do show para entrada do público, serviço inicial de bebidas e entrada do jantar. Não será permitida a entrada após início do espetáculo.
*Bebidas serão cobradas à parte.

 

EUFORIA

Com a direção musical de Jesus Sanchez, Euforia é o terceiro álbum de Pélico. O novo CD, totalmente autoral, é um apanhado de dois anos de trabalho e percorre sonoridades bem diferentes de seus anteriores – O Último Dia de Um Homem Sem Juízo (2008) e Que Isso Fique Entre Nós (2011).

Acompanhado por Tony Berchmans (teclados e acordeon), Jesus Sanchez (baixo), Richard Ribeiro (bateria), Loco Sosa (percussão) e Régis Damasceno (guitarra), além de celebrar o último álbum, o músico passeia pelo repertório dos discos, anteriores, além de experimentar alguns covers que foram imortalizados por nomes como Marina Lima e Belchior. A faixa Não Há Cabeça, trilha da novela das 21h da Rede Globo, Velho Chico, conhecida inicialmente na voz de Ângela Rô Rô, também integra o setlist do show.

Euforia
Com Pélico
Teatro Porto Seguro (Alameda Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 80 minutos
24/10
Terça – 21h
$30/$40
Classificação 14 anos

ENQUANTO AS CRIANÇAS DORMEM

Após uma bem-sucedida temporada de 02 meses, no Teatro Aliança Francesa, o espetáculo Enquanto as Crianças Dormem, reestreia no dia 15 de setembro para uma curta temporada no Teatro Viradalata.

Nesse novo texto, um antimusical tragicômico, Dan Rosseto em que também assina a direção, discute o que o ser humano seria capaz de fazer para realizar os seus sonhos.

Enquanto as Crianças Dormem, conta a história de Kelly (Carol Hubner) uma fã do musical O Mágico de Oz, que trabalha como atendente de uma rede de fast-food e sonha em imigrar para a América e se tornar uma atriz de musical na Broadway.

Sem perspectivas para realizar o seu desejo, a mulher fantasia sua rotina transformando em números musicais momentos da sua vida: um dia difícil na lanchonete se torna um show onde ela é a grande estrela. Mas como a vida não sorri para a mulher, à medida que a história avança ela acumula experiências ruins, fazendo com que os sonhos se transformem em pesadelos terríveis.

Num inusitado encontro no supermercado, Kelly vê uma possibilidade de transformar o seu sonho em realidade ao conhecer Ellen (Carolina Stofella), uma mulher disposta a financiar passagem, passaporte e dólares para bancar as suas despesas na América.

Mas qual será o preço a pagar? E se há um preço, o que pode acontecer quando alguém muda por completo a sua vida e embarca numa jornada sem redenção? Kelly e Ellen, serão cúmplices ou inimigas? E você, estaria disposto a tudo para realizar um sonho?

O elenco além das atrizes Carol Hubner e Carolina Stofella, conta com os atores, Diogo Pasquim, Guilherme Araújo, Haroldo Miklos, Juan Manuel Tellategui, Roque Greco e Samuel Carrasco. A peça tem a trilha sonora original composta pelo cantor, ator e compositor Fred Silveira.

 

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Enquanto As Crianças Dormem
Com Carol Hubner, Carolina Stofella, Diogo Pasquim, Guilherme Araújo, Haroldo Miklos, Juan Manuel Tellategui, Roque Greco e Samuel Carrasco
Teatro Viaradalata (Rua Apinajés, 1387 – Sumaré, São Paulo)
Duração 120 minutos
15/09 até 27/10
Sexta – 21h
$50
Classificação 14 anos