EU NUNCA

O Teatro Raul Cortez recebe a peça adolescente ‘Eu Nunca’, que conta a história de três jovens com vidas extremamente opostas. No espetáculo, eles convivem e dividem as suas intimidades, sempre trazendo à tona as questões mais urgentes da juventude moderna.

No elenco e direção estão nomes já conhecidos pelo grande público. Júlio Oliveira é o diretor e também atua no espetáculo. O ator possui larga experiência na área artística e seu último trabalho na televisão foi em ‘Os Dez Mandamentos’, da TV Record. O ator, cantor e dublador Nicholas Torres interpretou o ‘Jaime’ na novela ‘Carrossel’ e na série ‘Patrulha Salvadora’ do SBT. Já a atriz Gabriela Gama começou sua carreira no palco aos 15 anos e possui mais de 30 peças em seu currículo, incluindo ‘Fortes Batidas’ – vencedor do Prêmio APCA como melhor espetáculo e o prêmio especial Femsa Coca-Cola por experimentação de linguagem.

A peça foi montada a partir de um conjunto de textos, depoimentos e pesquisas, escritos de forma coletiva. O texto possui uma linguagem descolada e aborda situações realistas a cada cena, sempre quebrando os clichês já apresentados em outros espetáculos do gênero.

O objetivo é fazer com que o jovem possa repensar o lugar em que se encontra atualmente, a partir de reflexões e críticas, e através das narrativas de vida dos personagens, que buscam transmitir um retrato dos principais problemas que afetam a juventude de hoje. A peça fica em cartaz até 26 de março, com apresentações às sextas às 21h, sábados às 20h e domingos às 19h.

 

Eu Nunca
Com Júlio Oliveira, Nicholas Torres e Gabriela Gama.
Teatro Raul Cortez (Rua Dr. Plínio Barreto, 285 – Bela Vista, São Paulo)
Duração 80 minutos
10 a 26/03
Sexta – 21h; Sábado – 20h e Domingo – 19h
$40
Classificação 14 anos
 
Direção: Júlio Oliveira
Dramaturgia: Criação Coletiva
Fotografia: Adriano Duarte
Produção Executiva: Aryane Faria & tOn Miranda
Direção de Produção: Bia Ramsthaler & tOn Miranda
Assessoria de Imprensa: Sanseverino Comunicação
Produção e Realização: Júlio Oliveira e Diversão & Arte

MISSA PARA CLARICE – UM ESPETÁCULO SOBRE O HOMEM E SEU DEUS (RIO DE JANEIRO)

Depois de bem-sucedida trajetória de um ano de apresentações ininterruptas, passando por mais de 15 teatros pelo Brasil e arrebanhando plateias de todo o Brasil com seu belíssimo e comovente ritual, ESTUDO PARA MISSA PARA CLARICE – UM ESPETÁCULO SOBRE O HOMEM E SEU DEUS, retorna ao Rio de Janeiro  no Teatro Glauce Rocha, no Rio. Criado e dirigido por Eduardo Wotzik, e contando com Cristina Rudolph, Natally do Ó e o próprio Eduardo em seu elenco, o espetáculo fica em cartaz no Centro da cidade, de quarta a domingo, sempre às 19h.

“Estudo Para Missa para Clarice” – Um espetáculo sobre o Homem e seu Deus, se transformou em um daqueles espetáculos necessários. “Missa Para Clarice” nos ajuda a nos lembrarmos que somos humanos. E cumpre com louvor a função do Teatro. Todo dia uma catarse. Uma catarse apolínea, meditativa, que costura para dentro, como queria Clarice. É lindo ver as pessoas durante o espetáculo se aproximando de si mesmas.

ESTUDO PARA MISSA PARA CLARICE traz um arauto e duas beatas claricianas que organizam, professam e processam as palavras de Clarice e recebem os espectadores. Assim como acontece nos templos religiosos, seguindo um missal (que também terá uma versão em braile), o público senta, levanta, reza, canta, respira junto, como num ritual. Em formato de missa, a montagem une o espaço físico do Teatro e todo o seu poder de encantamento, ao poder da palavra transformando o teatro num templo de reflexão.

Sagrada Clarice

É preciso dizer não à estupidificação, e sobreviver à miséria intelectual e espiritual a que estão nos submetendo. Nosso espaço artístico tem sido usado como passatempo ou entretenimento, em um verdadeiro desperdício de tempo, dinheiro e HD. Clarice Lispector usava uma expressão: “Use-se”. Complemento com o não “desperdice-se”, provoca o diretor. “A arte é o melhor remédio para o ser humano: ela nos ajuda a suportar a vida, a consciência da finitude e as doenças. Arte e religião são dois sistemas muito bem bolados pela humanidade, e, enquanto existirmos, lá estarão eles. ESTUDO PARA MISSA PARA CLARICE une esses dois sistemas num mesmo espetáculo e, as temporadas passadas, nos mostraram uma bela comunhão entre a palavra de Clarice, a cena, a música de Gorécki e o público”.

“Missa Para Clarice”, é um espetáculo reflexivo e divertido. Sem duvida, uma missa como você jamais viu.

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Missa para Clarice
Com Cristina Rudolph, Natally do Ó e Eduardo Wotzik.
Teatro Glauce Rocha (Avenida Rio Branco 179, Centro – Rio de Janeiro)
Duração 80 minutos
08/02 até 02/04
Quarta, Quinta, Sexta, Sábado e Domingo – 19h
$40
Classificação 14 anos
 
Da obra de Clarice Lispector.
Edição e Texto final: Eduardo Wotzik
Direção de Arte: Analu Prestes
Iluminação: Fernanda Mantovani
Direção Artística Geral: Eduardo Wotzik
Direção de Produção: Jessica Leite e Michele Fontaine
Produção Executiva e Administração: Luana Manuel
Realização: Wotzik Produções Artísticas Ltda.
Assessoria de Imprensa: Aline Salcedo

 

 

DZI CROQUETTES

Dando continuidade a temporada Paulista, o espetáculo “Dzi Croquettes” prossegue com as comemorações de 45 anos de história teatral e de vida conjunta do Grupo, que serviu de modelo para toda uma geração de artistas.

Devido ao sucesso alcançado nas suas duas últimas temporadas, o espetáculo voltara em cartaz para quatro únicas apresentações aos finais de semana, dias 11,12,18,19 de março, no Teatro Augusta, aos sábados as 21h30, e aos domingos as 20h00.

Mantendo suas características originais, sua irreverência peculiar e a reafirmação do Teatro Musical Brasileiro, o Dzi Croquettes, é liderado em cena por Ciro Barcelos, integrante da formação original do Grupo (que assina também a autoria, coreografia e direção geral do espetáculo), composto por uma nova geração de bailarinos,cantores e atores.

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Dzi Croquettes
Com Ciro Barcelos, Rogério Nóbrega, Paulo Victor Gandra, Filipe Ribeiro, Julio Aracack, Filipe Azeredo e Dante Paccola
Teatro Augusta Sala Paulo Goulart (Rua Augusta,943; Cerqueira Cesar, São Paulo)
Duração 90 minutos
11 a 19/03
Sábado – 21h30; Domingo – 20h
$80
Classificação 14 anos
 
Realização: ARTE-SE – Estúdio Ciro Barcelos
Concepção, Texto e Direção Geral: Ciro Barcelos
Assistente de Direção: Radha Barcellos
Direção Musical: Demetrio Gil
Trilha Sonora: Demetrio Gil e Flaviola
Percussão: Vitor de Toledo
Coreografia: Ciro Barcelos e Lennie Dale
Figurinos e Adereços: Claudio Tovar
Cenografia: Pedro Valério
Coreógrafos convidados: Elaine Carvalho (Flamenco), Neuza Abbes (Tango) e Rafael Leal( Afro)
Estamparia das asas das Borboletas, calcinhas do Cancan e sapatos de Carmem Miranda: Victor Dzenk.
Figurino do Yê Mele: Ciro Barcelos

2 x 2 = 5 O HOMEM DO SUBSOLO

O ator Cacá Carvalho retoma a obra do russo Fiodór Dostoiévski, em ‘2 x 2 = 5 O Homem do Subsolo’, encenado a partir do clássico ‘Memórias do Subsolo’, em curta temporada no Teatro FAAP, em São Paulo, no período entre 12/04 e 04/05, às quartas e quintas-feiras, às 20h. A turnê, com patrocínio da Petrobras, já passou por Belo Horizonte e Salvador e segue em maio para Vitória.

Cacá Carvalho mergulha novamente no universo subterrâneo de um homem que abandona o convívio social para enfrentar sua própria consciência. Tanto pelo lado da consciência do mal que cada um traz dentro de si, quanto da piedade do homem quando não encontra outras vias de saída, por pura falta de consciência de si mesmo.

O russo Fiodór Dostoiévski (1821-1881) tornou-se alvo de estudo de Cacá há cerca de quatro anos, após as duas décadas de ofício dedicadas à obra de Luigi Pirandello (1867 – 1936): “O Homem com a Flor na Boca” [1994], “A Poltrona Escura” [2004] e “umnenhumcemmil” [2011].

“2X2 = 5 O Homem do Subsolo” é resultado da parceria longeva de mais de três décadas do ator com o Teatro della Toscana da Itália, com o diretor Roberto Bacci, o dramaturgo Stefano Geracci, o cenografista e figurinista Márcio Medina e o iluminador Fábio Retti – equipe que o acompanha em todas as incursões teatrais.

Queríamos falar do homem com uma contundência que nos perturbasse. E encontramos na novela ‘Memórias do Subsolo’, publicada em 1864, um homem que rompe com um sistema lógico e cartesiano de viver e pensar, o 2×2=4, e aciona a chave da fantasia, da loucura e da descrença e resolve ficar isolado num esconderijo para remoer com acidez e amargor tudo aquilo que é fruto de sua lucidez”, diz Cacá. “É quase um espelho negro diante de nós”, completa o ator.

Durante a criação do texto, época em que sua primeira mulher Maria Dmitrievna enfrentava a tuberculose, Dostoiévski dizia “Estou escrevendo um romance que me dá muito sofrimento”. Em outra carta escreve, “Eu tenho nervos fortes, e não consigo ter domínio de mim mesmo””.

Este tormento interior, que parece apertar o escritor russo, revela-se inevitavelmente em todas as páginas de ‘Memórias do Subsolo’. Nunca, como neste conto, Dostoiévski colocou-se tão a nu. Uma autoconfissão, do protagonista-narrador que golpeia com a sua dissecante crueldade as dores de um anti-herói, como ele mesmo se define, e representa perfeitamente a crise do homem moderno, numa época de transição e de conflitos.

Essa montagem de ‘2 x 2 = 5 – O Homem do Subsolo’ é a primeira produção do Teatro della Toscana, uma junção da antiga nomenclatura Fondazione Pontedera com o  atual Teatro de La Pergola, em Firenze, na Itália. O Teatro Della Toscana é hoje considerado um patrimônio cultural em nível nacional. Esse espetáculo é uma coprodução da Casa Laboratório para as Artes do Teatro com o Teatro della Toscana, estreou na Itália em fevereiro de 2016, circulou pela Toscana — foram três anos de adaptação, memorização em italiano e depois em português, — fez curta temporada no Sesc Santo Amaro, em São Paulo, passou pelo Rio de Janeiro e por cidades do interior do estado de São Paulo.

AS OFICINAS

As oficinas “O Subsolo Produtivo do Ator” são destinadas a atores. Cada oficina ministrada pelo próprio ator terá 25 vagas e a forma de inscrição será através da análise de currículo e carta de intenção dos inscritos. E-mail para inscrição:oficina2x2@gmail.com

Objetivos:

Ajudar o desenvolvimento e conhecimento técnico e humano para formação de um ator.

Conteúdo Programático:

Neste trabalho, será reafirmado o conceito que o trabalho de um artista é composto por fontes conhecidas, texto, figurino, parceiros de trabalho, objetos e fontes desconhecidas. Um manancial de cultura humana que precisa ser acionado pelo artista para fazer suporte às fontes  conhecidas. A estrutura [partitura física] é a análise combinatória entre essas tantas fontes, conhecidas e desconhecidas, do subsolo das pessoas.

Metodologia:

Palestras e exercícios práticos usando o romance “O Homem do Subsolo” de Dostoiévski.

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2 X 2 = 5 O Homem do Subsolo
Com Cacá Carvalho
Teatro FAAP (R. Alagoas, 903 – Higienópolis, São Paulo)
Duração 80 minutos
12/04 até 04/05
Quarta e Quinta – 20h30
$40
Classificação 14 anos
 
Direção Roberto Bacci
Dramaturgia Stefano Geraci
Tradução para o Português Anna Mantovani
Cenário e Figurino Márcio Medina
Criação de Luz Fábio Retti
Música Ares Tavolazzi
Fotos Roberto Palermo
Assistente de direção Silvia Tufano
Montagem e Operação Técnica Fábio Retti
Arte gráfica Maristela Forti
Criação Teatro della Toscana, Teatro Era CSRT e Casa Laboratório para Artes do Teatro
Assessoria de imprensa Ofício das Letras
Produção Local Bandeira Branca
Marketing Cultural e produção Mina Consultoria
Assistente de produção Kelly Kurahayashi
Patrocínio Petrobras

 

INFERO

Contamos a história de quatro desconhecidos: Lucy, uma jovem indiana que sofreu muito preconceito por conta de sua aparência pouco convencional; Belle, uma jovem francesa com uma voz de mel; Luca, um rapaz americano extremamente melancólico e Ya, uma indígena da tribo guarani com problemas com o pai.

Cada um com sua cultura, sonho, crença, costume e vivência. Eles têm, contudo, algo em comum: anseiam viver longe de suas casas e estão viajando pelo mundo para se redescobrir cada um a sua maneira.

Repentinamente, estabelecem uma conexão sensorial após uma experiência tocante de renascimento, na qual conseguem lembrar-se de como foi nascer. Assim, relações começam a ser traçadas e dúvidas aparecem por não saberem ao certo os motivos pelos quais estão conectados.

Conforme a afinidade desenvolve-se, eles vão aproveitando esses momentos de intimidade para criar laços, dando espaço para romances e dramas se desenrolarem numa busca pela sua identidade.

Numa trama politizada, cheia de críticas e banhada pelas artes plásticas, a ação discorre, transforma e potencializa. Nossos quatro heróis nunca mais serão os mesmos. Aqui, há uma sutil e subjetiva observação de que eles, na realidade, não só sempre estarão conectados, como sempre estiveram. Os quatro são, na realidade, a mesma pessoa aprisionada nos mármores eternos do inferno, revivendo eternamente a tortura dos dramas mundanos. O ciclo se repete em uma espiral viciosa até que por motivo de morte de algum deles, o início de tudo é marcado e voltamos ao começo. Um limbo eterno. Nossos personagens estão no inferno e são bons e maus.

Absortos em nossos próprios problemas e perdidos nas várias facetas – boas, más, indefinidas e complexas – trazemos a discussão de que todos os povos e nações devem conversar, conectar e dialogar porque somos o mesmo, somos um só, sem classificar de maneira maniqueísta quem são os bons ou os maus. Uma mandala de almas humanas.

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Infrero
Com Isabela Bustamanti, Isabella de Salignac, Kaé Onofre e Karol Garrett
Teatro Commune (Rua da Consolação, 1218 – Consolação, São Paulo)
19/03 até 17/06
Sábado – 21h; Domingo – 20h
$50
Classificação 14 anos

NÃO SOU GORDO, SÃO SEUS OLHOS

O Teatro Bibi Ferreira, em São Paulo, apresenta a comédia “Não sou gordo, são seus olhos” às quartas-feiras, 21h. Espetáculo para todas as idades, que eleva a autoestima de todas as pessoas, fica em cartaz até o dia 29 de março e, em cena, discute com muito humor, questões variadas de bullying. O espetáculo traz vários personagens, encenados pelo próprio ator, contando suas aventuras e desventuras de estar um pouco fora dos padrões “aceitáveis” pela sociedade.

Historicamente, o preconceito com pessoas gordas é recente. Antes a obesidade era vista como fraqueza, hoje como incompetência. É uma lógica econômica, onde o corpo magro é sinônimo de agilidade e o corpo gordo de improdutividade, característica condenada pelo capitalismo.

Neste hilário monólogo escrito por Jorge Tássio especialmente para Hermes, ator carioca que integrou o elenco das novelas “Meu pedacinho de chão”, da Rede Globo, “Além do tempo” e “Cúmplices de um resgate.”

Entre os trabalhos que mostram a versatilidade de Hermes destacam – se as gravações dos clipes de MC Sapão e Anitta, participação nos programas de Sérgio Malandro, no Multishow, Vai que Cola e Chapa quente.

Essa peça prova que todos nós podemos fazer o que quisermos na nossa vida, mesmo sendo gordinhos demais, magros demais, altos, baixos, novos ou velhos. Queremos, através do teatro, e de forma bem humorada, provar ao público que toda forma de bullying é uma besteira, que o que importa mesmo é estar de bem consigo mesmo, com o seu corpo e com a forma com que a pessoa se identifica.” afirma Hermes Carpes

Não Sou Gordo, São Seus Olhos
Com Hermes Carpes
Teatro Brigadeiro (Av. Brigadeiro Luís Antônio, 931 – Bairro Bela Vista, São Paulo)
Duração 60 minutos
08 a 29/03
Quarta – 21h
$60
Classificação 14 anos
 
Texto: Jorge Tássio
Direção: Hermes Carpes
Cenário: Hermes Carpes e Adriana Bortoloto
Coreografias e Preparação Corporal: Adriana Bortoloto
Figurinos e Adereços: Hermes Carpes e Adriana Bortoloto
Assessoria de Imprensa: Minas de Ideias

DOIS PERDIDOS NUMA NOITE SUJA

A renomada peça do autor Plínio Marcos “Dois perdidos numa noite suja” completou 50 anos em 2016 e, para comemorar esse marco, estreia uma temporada inédita, com nova montagem, no dia 18 de março no Teatro J. Safra, em São Paulo.

Protagonizada por Kayky Brito e Rodrigo Simas, que interpretam Paco e Tonho respectivamente, e com Bruno Gissoni e Maurício Pitanga como atores alternantes, o espetáculo conduzido pelo diretor Luiz Valcazaras aborda, de uma maneira profunda, sentimentos e valores de um universo marginalizado. Sucesso de bilheteria em todas as cidades por onde passou, como Belo Horizonte, Salvador e Maceió, as apresentações ficarão em cartaz na capital paulista, aos sábados e domingos, até o dia 30 de abril de 2017.

A trama apresenta as histórias de Paco e Tonho, moradores de uma hospedaria e carregadores de um caminhão do mercado da região. Tonho, personagem vivido por Simas, deseja procurar um emprego melhor, mas vive se lamentado por não possuir um par de sapatos decente e inveja o seu companheiro de quarto, Paco (Kayky), que ostenta belos calçados.

Como mote principal, esse par de sapatos torna-se o alvo simbólico desta peça em que, entre trocas de farpas, diálogos ríspidos e um humor sarcástico, os dois personagens trabalham a reflexão de uma sociedade marginalizada.

A concepção, nessa montagem, procura mesclar o real e o simbólico utilizando a iluminação, cenografia e adereços como forma de expressão da angústia daqueles que não encontram uma saída para seus sonhos.

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Dois Perdidos Numa Noite Suja
Com Kayky Brito e Rodrigo Simas
Teatro J. Safra (Rua Josef Kryss, 318 – Barra Funda, São Paulo)
Duração 70 minutos
18/03 até 30/04
Sábado – 21h; Domingo – 20h
$30/$70
Classificação 14 anos
 
Autor: Plínio Marcos
Direção e concepção: Luiz Valcazaras
Assistente de direção: Noêmia Oliveira
Desing Gráfico: Flávia Barion
Concepção Geral:(Cenografia,Iluminação, trilha sonora,figurino): Luiz Valcazaras
Maquiagem: Ana Mattos
Cenotécnico: Allan Torquatto
Coordenaçao de produção: Flavia Barion
Produçao Executiva e booking : Marly Silva
Assistente de produção: Lucas Maciel
Chefe de palco/contrarregra : Leonardo Machado
Operação de luz: Bruno Rocha
Operador se som: Renato Silva
Realização: Demorô Produções
Assessoria de Imprensa: Agência MAM