CANTANDO NA CHUVA, O MUSICAL PRORROGA TEMPORADA

O público pode comemorar: “Cantando na Chuva”, com Claudia Raia e Jarbas Homem de Mello, acaba de ter prorrogada sua temporada no Teatro Santander. Serão 18 apresentações a mais para presentear o público com a oportunidade de ver de perto essa superprodução elogiada pela crítica e prestigiada pelo público. Com a extensão, o espetáculo passa a ficar em cartaz até o dia 17 de dezembro.

A clássica história se passa nos idos de 1920 em plena Hollywood. Os atores Don Lockwood (Jarbas Homem de Mello) e Lina Lamont (Claudia Raia) são as estrelas da época, o casal preferido da indústria cinematográfica. Sucesso entre o público, os dois são os queridinhos da mídia, que aposta num relacionamento mais íntimo entres eles, algo que jamais existiu.

O sucesso do casal 20, entretanto, é abalado com a transição do cinema mudo para o falado, que logo se torna a sensação do mercado. Dispostos a não perderem o que conquistaram, Don e Lina se veem obrigados a produzirem um filme para atender às expectativas da época.  Juntos, eles precisam superar as dificuldades que essa “nova interpretação” representa para os dois, e assim se manterem no topo. Nesse processo, entram duas figuras importantes para o sucesso da investida do casal: Kathy Selden e Cosmo Brown. Originalmente interpretados por Debbie Reynolds e Donald O´Connor, Bruna Guerin e Reiner Tenente dão vida aos personagens no musical brasileiro.

Superprodução

Para produzir o musical, Claudia Raia se associou a Stephanie Mayorkis, produtora do espetáculo e diretora da IMM Esporte e Entretenimento. A direção da obra ficou a cargo do americano Fred Hanson, conhecido por seus trabalhos em “Miss Saigon”, “Les Misérables (EUA)” e “O médico e monstro”.

“Cantando na Chuva” recebe todos os cuidados dignos da superprodução que é. Para a lendária cena em que Don Lockwood sapateia na chuva, o teatro ganhou dois tanques, com capacidade total para mais de 8 mil litros de água, que produzem o efeito da chuva. O palco do Teatro Santander foi adaptado para receber um sistema de filtragem da água e outro de aquecimento, que mantém a temperatura em 29° C. Uma rede de drenagem com bombas faz a receptação para reutilização da água, evitando qualquer desperdício. Do assento, o público assiste de perto à magia de uma das cenas mais marcantes do cinema.

A cena da chuva é a mais clássica de todos os tempos dos filmes musicais. E não poderia ser diferente no nosso espetáculo”, afirma Jarbas. Sobre a cena tão emblemática, Claudia Raia é categórica: “Quando toca aquela música, e você vê alguém cantando na chuva com aquele guarda-chuva aberto, é emocionante. O público vai ao delírio”.

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Cantando na Chuva, O Musical
com Claudia Raia, Jarbas Homem de Mello, Bruna Guerin, Reiner Tenente, Sérgio Rufino, Dagoberto Feliz, Thiago Machado, Nábia Villela, Fabio Saltini, Alessandra Dimitriou, Andreza Meddeiros, Carla Vazquez, Carol Tanganini, Claudia Rosa, Conrado Helt, Gabriela Rodrigues, Johnny Camolese, Julio Assad, Elcio Bonazzi, Luciana Milano, Marcelo Santos, Mariana Barros, Mariana Gallindo, Marisol Marcondes, Matheus Paiva, Nina Sato, Pedro Paulo Bravo, Sandro Conte, Leandro Naiss e Vanessa Mello.
Teatro Santander – Shopping JK Iguatemi (Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 2041 – Itaim Bibi, São Paulo)
Duração 150 minutos
Estreia 12/08 até 17/12
Quinta e Sexta – 21h; Sábado – 17h e 21h; Domingo – 16h e 20h
$50/$260
Classificação Livre

CANTANDO NA CHUVA, O MUSICAL (FOTOS)

Um dos filmes mais celebrados da história do cinema norte-americano ganhará os palcos de São Paulo em agosto.

No ano em que completa os 65 anos de sua estreia nas telonas, chega ao Brasil o musical “Cantando na Chuva”, no Teatro Santander. Os icônicos papeis interpretados por Gene Kelly e Jean Hagen agora ganham vida através de Jarbas Homem de Mello e Claudia Raia.

Veja abaixo fotos da produção, com destaque para a participação de Marcelo Médici e Reynaldo Gianecchini, que gravaram filmes de época, que serão mostrados durante o espetáculo. (crédito – Produção, Caio Gallucci e Gabriela Bilo/Estadão)

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Cantando na Chuva
com Claudia Raia, Jarbas Homem de Mello, Bruna Guerin, Reiner Tenente, Sérgio Rufino, Dagoberto Feliz, Thiago Machado, Nábia Villela, Fabio Saltini, Alessandra Dimitriou, Andreza Meddeiros, Carla Vazquez, Carol Tanganini, Claudia Rosa, Conrado Helt, Gabriela Rodrigues, Johnny Camolese, Julio Assad, Lázaro Menezes, Leandro Naiss, Luciana Milano, Marcelo Santos, Mariana Barros, Mariana Gallindo, Marisol Marcondes, Matheus Paiva, Nina Sato, Pedro Paulo Bravo, Sandro Conte, Tutu Morasi e Vanessa Mello.
Teatro Santander – Shopping JK Iguatemi (Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 2041 – Itaim Bibi, São Paulo)
Duração 150 minutos
Estreia 12/08
Quinta e Sexta – 21h; Sábado – 17h e 21h; Domingo – 16h e 20h
$50/$260
Classificação Livre

RENT

Como você conta um ano de sua vida? Vencedor de 4 Tony Awards (Melhor Musical, Melhor Texto, Melhor Trilha Original e Melhor Ator Coadjuvante), RENT conta um ano na vida de oito jovens que tem que encarar as aventuras e desventuras de seus amores, amizades, conflitos, problemas financeiros, o transparecer da sexualidade e o embate com a finitude humana. Mais que um musical, Rent é uma corrente de amor!

A história começa na véspera de natal, na cobertura de uma antiga editora musical. Um loft industrial onde moram Mark (Bruno Narchi), cineasta perdido que saiu debaixo das asas de seus pais para tentar a sorte na cidade grande e Roger (Thiago Machado), musico ex integrante de uma quase bem-sucedida banda de punk rock, que perdeu sua inspiração ao se ver frente a frente com a morte.

Em meio ao frio congelante, Mimi (Ingrid Gaigher), a vizinha do andar de baixo, bate na porta deles em busca de fogo e acaba reacendendo a vida de Roger. Collins (Max Grácio), gênio da computação e professor universitário, aparece na cidade para passar a noite de natal com seus amigos. Após um assalto, acaba caído em um beco qualquer onde encontra seu salvador, Angel (Diego Montez), percussionista de rua e Drag Queen. Benny (Mauro Sousa), antigo amigo e proprietário do imóvel, aparece para cobrar o aluguel.

Maureen (Myra Ruiz), ex parceira de Mark, é uma artista performática que prepara seu protesto, contra a cobrança e a desapropriação dos terrenos da região, com a ajuda de Joanne (Priscila Borges), advogada feminista e sua atual namorada. A partir de uma única noite, acompanhamos o recorte de um ano na vida dessas pessoas. ‘Um close’ nos encontros e desencontros, na amizade, no agora, na saudade, na solidão, na companhia, na vida, na perda, no cuidar do outro e, acima de tudo, no amor.

Jonathan Larson, que venceu o Prêmio Pulitzer de Teatro com o musical, não pode nem comemorar o sucesso de sua principal obra, pois faleceu às vésperas da estreia, vítima de uma doença rara. O musical que revolucionou a Broadway comemora, em 2016, 20 anos de história. Estreou em 1996 como um musical Off Broadway. Hoje, é um dos 11 musicais com mais tempo em cartaz na Broadway (12 anos consecutivos). A adaptação para o cinema foi feita em 2005, sob a direção de Chris Columbus.

Produtor e realizador do projeto, ao lado de Bel Gomes, o ator Bruno Narchi iniciou essa jornada em 2014 e conta: “RENT foi o musical que me inspirou a fazer musicais. Foi também a primeira vez que pensei em montar e produzir um espetáculo. Somente dez anos depois, em uma conversa de camarim com outros colegas de elenco do musical ‘Cazuza – Pro Dia Nascer Feliz’, nos questionamos sobre qual musical gostaríamos de fazer e produzir. Mais uma vez apareceu o nome: RENT. Hoje, vejo e acredito muito que o próprio projeto fez sua seleção natural. Formamos um time que defende essa obra com tudo aquilo que ela merece. Garra, verdade, vontade e amor. Muito amor. Um grupo de amigos falando de um grupo de amigos.”

A opção em fazer uma temporada alternativa, com apresentações durante a semana, viabilizou o projeto. “Nos apresentaremos em dias em que podemos ter os melhores profissionais do mercado que terão liberdade de fazer outros trabalhos. Marcaremos as terças e quartas como um dia de festa, um evento semanal que não briga e nem compete com os outros musicais. Pelo contrário, vejo esse projeto como uma grande celebração de uma série de conquistas desse mercado. É uma homenagem aos musicais, aos profissionais, e aos amigos. Uma linda Corrente de Amor”, completa Narchi.

Poético, visceral e humano, RENT não pode ser visto apenas como “mais um musical”. Revolucionário e atual, ele nos envolve com nossos questionamentos diários, nos convida para sua realidade palpável e nos provoca com nossas semelhanças. Uma trama de escolhas e consequências que nos mostram a fragilidade da vida, a velocidade do tempo e a força de um sentimento.

A busca por uma voz. A vida mensurada em amor.

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Rent
Com Myra Ruiz, Bruno Narchi, Diego Montez, Thiago Machado,
Ingrid Gaigher, Mauro Sousa, Max Grácio, Priscila Borges,
Thuany Parente, Carol Botelho, Lívia Graciano, Zuba Janaina,
Bruno Sigrist, Arthur Berges, Philipe Azevedo, Felipe Domingues, Guilherme Leal e Kaíque Azarias.
Teatro Shopping Frei Caneca (Rua Frei Caneca, 569 – Consolação, São Paulo)
Duração 150 minutos
14 a 21/12/16
10/01 até 29/03/17
Terça e Quarta – 21h
(sessão extra 19/12 – segunda – 21h)
$100
Classificação 14 anos
 
Texto: Jonathan Larson
Versão Brasileira: Mariana Elisabetsky
Direção: Susana Ribeiro
Direção Musical: Daniel Rocha
Direção de Movimento e Coreografia: Kátia Barros
Cenografia: André Cortez
Figurino: Fause Haten
Visagismo: Leopoldo Pacheco
Iluminação: Wagner Freire
Produtores Associados: Bruno Narchi e Bel Gomes
Realização: IBELIEVE R.A. e BELELEO PRODS.
Assessoria de Imprensa: Morente Forte

ESMERALDA, O MUSICAL

Esmeralda, O Musical” apresenta a história do conturbado amor da cigana Esmeralda e do fidalgo Dom Carlos. O espetáculo se passa na Espanha no início do século XIX e traz toda magia, encanto e alegria do povo cigano. A trilha sonora é composta por músicas de FÁBIO JR., com suas letras românticas e fortes que receberam um novo arranjo composto com instrumentos ciganos e espanhóis.

O best-seller “Esmeralda” é um livro aclamado da renomada autora ZÍBIA GASPARETTO. A adaptação para o palco ficou a cargo de ANNAMARIA DIAS, dramaturga brasileira, e a adaptação musical e direção geral é assinada por LUCIENNE CUNHA.

Sinopse

Esmeralda era orgulhosa, absoluta! Linda! O mistério maravilhoso de sua dança em meio ao povo arrancava olés e aplausos acalorados. Sempre desejada, despertava paixões, exacerbava sentimentos, era amada. Porém não amava ninguém. Indiferente, pouco se importava com a dor dos seus apaixonados, exigindo tudo deles sem nada dar em troca. Foi em Valença, na primavera, que Esmeralda encontrou o amor. E esse amor arrastou consigo o destino. A vaidade tem um preço que o orgulho cigano sempre paga.

Esmeralda, o Musical
Com André Moreira, Danniel Corrêah, Eduardo Moreno, Fabiana Goddoy, Gabriela Hess, Laura Santini, Luna Milano, Marcelo Iazzetti, Marcos Furtado, Marina Costa, Mayara Evans, Nalin Junior, Rosa Guimarães e Valdir Ramos. Atores convidados: Débora Munhyz e Paulo Perez
Teatro Maria Della Costa (rua Paim, 72 – Bela Vista, São Paulo)
Duração 150 minutos
27/11
Domingo – 19h
$60
Classificação Etária: 14 anos

SOLIDÃO

Dirigida por Marco Antonio Rodrigues, com dramaturgia de Sergio Roveri e elenco de 12 atores que também se revezam em números musicais, o espetáculo Solidão reestreia no dia 4 de novembro no Galpão do Folias.

Ao longo da história, poucos foram os gêneros literários capazes de estabelecer com determinada região geográfica uma ligação tão umbilical como a que se consolidou entre o realismo mágico e a América Latina da segunda metade do século passado.

Pelas mãos de autores como o colombiano Gabriel García Márquez e os argentinos Julio Cortazar e Jorge Luis Borges, o continente sul-americano pôde exibir ao mundo um cartão de visitas suficientemente espaçoso para acomodar tanto a magia e os mistérios da região quanto suas injustiças e mazelas. Foi neste contexto literário, em que os acontecimentos do cotidiano insistem em desobedecer a qualquer ordem lógica, que o grupo Folias encontrou inspiração para seu mais recente trabalho.

A partir de uma sequência de cenas que se prestam a compor uma narrativa homogênea, mas que também podem ser compreendidas em suas potências individuais, Solidão mostra as transformações sofridas pelos moradores de um pequeno vilarejo, esquecido no tempo e no espaço, após a chegada de forasteiros com suas malas cheias de progresso e também de destruição.

A peça expõe o choque entre duas culturas: a nativa, não necessariamente inocente e ingênua, e a estrangeira, curiosa e extrativista, bem como os desdobramentos deste encontro nas relações de amor, poder e fraternidade. “Solidão é a fratura artística e cênica, resultante de um estado permanentemente febril que coloca o sujeito sempre entre duas pulsões antagônicas absolutamente complementares e paradoxalmente excludentes”, afirma o diretor Marco Antonio Rodrigues, que cita como exemplo desta tese o desejo que toda a sociedade brasileira tem de acabar com a corrupção e ao mesmo tempo a prática deste esporte por todos, no dia-a-dia e nas coisas mais comezinhas.

Para não ser tão abstrato e idealista: o desejo de amar e o impedimento de fazê-lo por medo do outro, da aventura, do desconhecido. O desejo de ter voz, de se fazer ouvir, de afirmar uma identidade emparelhado à submissão a tudo que brilha, a tudo que é estrangeiro e supostamente original”, prossegue o diretor, para quem o espetáculo não está preso a um período específico da história do continente. “Os fatos recentes ocorridos em grande parte dos países latino-americanos comprovam que a história retratada em Solidão continua a ser escrita, às vezes com tintas carregadas”.

SINOPSE
A chegada de um cigano imortal, que abre caminho para a vinda de uma onda de forasteiros, vai provocar mudanças irreversíveis na vida dos moradores de um vilarejo perdido no tempo e no espaço, onde todos os acontecimentos, até mesmo a morte, obedecem a uma lógica muito particular

Solidão
Com Ailton Graça, Bete Dorgam, Clarissa Moser, Joana Mattei, Lui Seixas, Nani de Oliveira, Pedro Lopes, Rafael Faustino, Rafaela Penteado, Rodrigo Scarpelli, Simoni Boer, Suzana Aragão.
Galpão do Folias ( R. Ana Cintra, 213 – Santa Cecília, São Paulo)
Duração 150 minutos
04/11 até 18/12
Sexta e Sábado – 21h; Domingo – 18h
$40
Classificação 14 anos
 
Direção: Marco Antonio Rodrigues
Dramaturgia: Sérgio Roveri
Dramaturgista: Gustavo Assano
Desenho de Luz: Tulio Pezzoni
Composição e Direção Musical: Sonia Goussinsky e Rafael Faustino
Canção Os Reis do Agronegócio: música de Chico César, letra de Carlos Rennó
Movimento Cênico: Joana Mattei
Cenografia e Figurino: Sylvia Moreira
Design Gráfico: Humberto Vieira
Fotografia: Lenise Pinheiro
Assistente de Cenário e Figurino: Sofia Fidalgo
Pintura Artística de Telões: Fernando Monteiro de Barros
Criação de máscaras: Carlos Francisco
Adereços: Luis Carlos Rossi
Costureiro: Otávio Matias
Cenotécnicos: Carlos Ceiro, João Donda
Operador de Som: Adriano Almeida
Contra-Regragem: Marcelo Machado e Giovanna Kelly
Direção de Produção: Ricardo Grasson
Produtor Executivo: Tomás Souza
Produção Geral: Gelatina Cultural
Administração do Projeto: Folias – Dagoberto Feliz e Paloma Rocha
Coordenação de projetos e leis : Patricia Palhares
Coordenação Administrativa: Olivia Maciel e Felipe Costa
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio
Estagiários: Carlos Marcato, Isabela Fikaris, Fhelipe Chrisostomo, Táiná Viana
Realização:  Folias – Projeto Contemplado pela 27ª Edição da Lei de Fomento ao Teatro da Cidade de São Paulo e SESC São Paulo.

O SANTO DIALÉTICO

Para comemorar os 20 anos da companhia, o Teatro do Incêndio reestreia o espetáculo O Santo Dialético, no dia 15 de outubro (sábado, às 20h), que fica em cartaz até 4 de dezembro.

Com texto e direção de Marcelo Marcus Fonseca, a montagem – resultante do processo de pesquisa do projeto A Teoria do Brasil – investiga os vestígios da essência ancestral do brasileiro por meio de pessoas que, vivendo em São Paulo, perderam o contato com suas origens, habitando um mundo determinado por valores urbanos.

Dividido em dois atos, o espetáculo parte do ponto de vista de pessoas comuns inquietas por questões perdidas de sua própria história que vão à busca de uma mitologia que possa explicá-la. Propõe o entendimento da descaracterização do negro, do índio e do próprio europeu (transformados em outra raça), indo à procura desse “novo povo”, o brasileiro, levando cada personagem numa espécie de voo interior rumo à própria raiz.

Itinerante, a peça percorre os dois andares do Teatro do Incêndio, levando o público por diversos cenários e instalações. No intervalo, pratos da culinária brasileira como baião de dois, galinhada, acarajé etc, preparados durante o primeiro ato pelo próprio diretor do espetáculo, são oferecidos ao público, por um valor à parte, em grandes mesas comunitárias. “A ideia é que o teatro seja, além de um lugar de apresentações, um espaço de agradável permanência, mesmo depois da sessão”, diz Marcelo Marcus Fonseca, autor e diretor de O Santo Dialético.

O enredo traz seis histórias paralelas, entrecortadas, que criam um mosaico da mistura racial brasileira: um índio, tirado aos oito anos de sua tribo por padres, retorna do seminário para encontrar sua aldeia; uma moradora de rua entende ser chamada para uma missão e encontra o sincretismo pelo caminho; um casal negro, evangélicos, vive o drama de não conseguir ter filhos, enquanto o marido é atormentado por sons antigos que ele não conhece; um publicitário não se encontra no próprio corpo, enquanto sua mulher sofre de uma doença terminal.

Com música ao vivo e trilha original, O Santo Dialético cumpriu temporada de quatro meses no primeiro semestre de 2016 e agora se despede de São Paulo com essas 16 apresentações.

O Santo Dialético
Com Gabriela Morato, Francisco Silva, Elena Vago, Valcrez Siqueira, André Souza, Victor Dallmann, Pamella Carmo, Juan Velasquez, Thiago Molfi e Lígia Souto.
Teatro do Incêndio (Rua 13 de Maio, 53 – Bela Vista, São Paulo)
Duração 150 minutos
15/10 até 04/12
Sábado – 20h; Domingo – 19h
Ingresso: Pague quanto puder (dinheiro ou cartão de débito) – Jantar: R$ 20,00 (opcional)
Classificação 14 anos
 
Texto e direção geral: Marcelo Marcus Fonseca
Direção musical, composições originais e música ao vivo: Bisdré Santos
Figurino: Gabriela Morato
Iluminação: Helder Parra e Marcelo Marcus Fonseca
Preparação vocal: Alessandra Krauss Zalaf
Assistência de direção: Sérgio Ricardo
Assistência de produção: Victor Castro
Adereços: Fabrízio Casanova
Trilha sonora mecânica: Marcelo Marcus Fonseca e Bisdré Santos
Coreografia: Gabriela Morato
Operação de luz: Helder Parra
Operação de som: Victor Castro
Responsável técnico: Antonio Rodrigues
Fotos: Giulia Martins e João Caldas
Assessoria de imprensa: Eliane Verbena
Realização e produção: Cia. Teatro do Incêndio
 
 
 

 

 

MY FAIR LADY

O espetáculo musical “My Fair Lady“, direção de Jorge Takla, tem sua temporada prorrogada para 11 de dezembro, em virtude da alta procura pelo público, que vai de quinta a domingo, ao Teatro Santander.

“My Fair Lady” é um dos musicais mais populares de todos os tempos, e está completando 60 anos de sua estreia. O espetáculo é baseado no clássico “Pigmalião“, de George Bernard Shaw.

Conta a história de Eliza Doolittle, uma mendiga que vende flores pelas ruas de Londres. Em uma noite, ela conhece o professor de fonética, Henry Higgins, que tem uma incrível capacidade de descobrir muito sobre as pessoas apenas através de seus sotaques. Quando ouve o horrível sotaque de Eliza, aposta com o amigo Coronel Pickering, que é capaz de transformar uma simples vendedora de flores numa dama da alta sociedade, num espaço de seis meses

Mas, infelizmente, o ator Paulo Szot, que vive o professor Henry Higgins, terá que se ausentar da produção, em virtude de compromissos previamente agendados com a  Ópera de Paris, onde fará Don Alfonso em Cosi Fan Tutte nas temporadas de 2016/17 e 2017/18. Sua última apresentação será no dia 06 de novembro.

Depois o papel passa ser interpretado por Fred Silveira, que faz o personagem Freddy Eynsford-Hill, e que  passará a ser vivido por Felipe Tavolaro.

 Para já ir matando a saudade de Paulo Szot, veja a apresentação do número “Me acostumei com o rosto dela“, apresentado durante a coletiva de imprensa.

My Fair Lady
Com Paulo Szot, Daniele Nastri, Sandro Christopher, Eduardo Amir, Frederico Silveira, Eliete Cigaarini, Daniela Cury, Ana Luiza Ferreira, Ana Paula Villar, Carol Costa, Claire Nativel, Debora Dib, Gisele Jesus, Janaina Bianchi, Luana Zenun, Maria Isabel Nobre, Talitha Pereira, Cadu Batanero, Cayo Caesar, Daniel Cabral, Diego Luri, Elton Towersey, Felipe Tavolaro, Fernando Cursino, Paulo Grossi, Marcio Louzada, Rafael Villar, Leo Diniz, Mariana Barros, Thiago Jansen
Teatro Santander – Complexo do Shopping JK (Av. Juscelino Kubitschek, 2041 – Itaim Bibi, São Paulo)
Duração 150 minutos
27/08 até 11/12
Quinta – 21h; Sexta – 21h; Sábado – 17h e 21h; Domingo – 16h e 20h
$50/$260
Classificação livre