O SHOW DA LUNA – MUSICAL

Após enorme sucesso de bilheteria e crítica, as crianças terão nova oportunidade para se encantar com o espetáculo ‘O Show da Luna – Musical’. As aventuras da garotinha curiosa que adora ciências, e famosa pelas descobertas na tela da televisão, voltam aoTeatro Opus, em São Paulo, nos dias 8 e 9 de junhoàs 15hConfira o serviço completo abaixo.
O musical Show da Luna é uma produção do núcleo teatral da TV PinGuim, criado e dirigido por Célia Catunda, Jonatan Pilolé e Kiko Mistrorigo. As canções que serão apresentadas no palco, de autoria de André Abujamra e Márcio Nigro, foram especialmente coreografadas para o espetáculo.
Em cena, há um grande elenco de bailarinos e atores que irá contracenar com a cientista preferida das crianças. Durante as apresentações, Luna, Júpiter e Cláudio tentarão desvendar como a água vira chuva, se há alguém vivendo em Marte e por que as bolhas são redondas. Tudo isso em uma aventura pra lá de divertida, e repleta de canções, danças e fantasias.
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O Show da Luna – Musical
Teatro Opus – Shopping Villa Lobos (Av. das Nações Unidas, 4777 – Alto de Pinheiros – São Paulo)
Duração 60 minutos
08 e 09/06
Sábado e Domingo – 15h
$80/$120
Classificação Livre

OS ANALFABETOS

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe, de 7 a 23 de junho, o espetáculo “Os Analfabetos”, com direção do curitibano Adriano Petermann e dramaturgia inédita de Paula Goja. A autora, que também está em cena e assina a produção, se inspirou em obras do cineasta sueco Ingmar Bergman, em especial em os filmes “Persona” e “Cenas de um casamento”. As apresentações acontecem de sexta a domingo, às 19h, com ingressos a partir de R$ 15.

A peça gira em torno do jantar promovido pelo ator Deco (Douglas Silveira), que finalmente consegue seu primeiro papel na televisão. Ele reúne amigos na casa de Mariana (Stella Mariss), uma famosa atriz famosa que, durante uma apresentação de “Vestido de noiva”, resolve calar-se perante o mundo. Não se sabe ao certo se ela está doente ou se, simplesmente, optou pelo silêncio. A sonhadora enfermeira Beth (Mariana Rosa) a acompanha em seu tratamento e, em paralelo, o casal Eva (Paula Goja) e Max (Paulo Maia), convidados para o evento, está prestes a assinar os papéis do divórcio, mas ainda depende emocionalmente um do outro. A essa comemoração, junta-se o personagem Luciano (Antonio Pina), que representa o alter ego do cineasta controlador que aparenta ser o mais bem sucedido de todos. Mas só aparenta.

Para a autora Paula Goja, todos os seis personagens querem romper com seus padrões, porém há uma enorme falta de conexão emocional entre eles. “Por isso o título analfabetos”, esclarece. “Em tempos atuais, de tanta intolerância e falta de escuta, a única coisa que pode nos salvar é o afeto”, reflete.

Apesar dos poucos elementos cênicos, o clima é sombrio, com referências diretas ao dark dos anos 80. O diretor Adriano Petermann criou uma realidade própria para a encenação, fugindo dos padrões habituais, com uma linguagem cheia de contrastes que alternam entre o surrealismo e metalinguagem e interferências Rodrigueanas. Em sintonia com a atmosfera do espetáculo, a trilha traz canções post-punks que se encaixam perfeitamente à iluminação de Fernanda Mantovani, que também é operada pelos atores em cena, e ao figurino com ares góticos de Maurren Miranda.

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Os Analfabetos

Com Antonio Pina, Douglas Silveira, Mariana Rosa, Paula Goja, Paulo Maia e Stella Mariss

CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena (Av. Almirante Barroso, 25 – Centro, Rio de Janeiro)

Duração 60 minutos

07 a 23/06

Sexta, Sábado e Domingo – 19h

$30

Classificação 12 anos

A FILHA DA MÃE

Realizado inteiramente por mulheres, o espetáculo A Filha da Mãetexto inédito de Livia Piccolo, estreia no Viga Espaço Cênico em curta temporada de 1º a 30 de junho. Com atuação de Joana Dória, a peça fala sobre a condição materna nos dias de hoje, desvinculando-a do idealismo e do romantismo que cerca o assunto. Para isso, atravessa temas como o patriarcado, o aborto, o feminismo e a morte.

O projeto nasceu do encontro entre essas duas artistas e mães e marca a primeira direção teatral de Livia Piccolo. Ela começou a escrever as primeiras palavras do texto em 2016, pouco depois do parto de seu filho. “Não se trata de um relato autobiográfico ou filiado ao teatro documentário, mas sim de um texto ficcional que metaboliza referências estéticas e experiências reais do processo de tornar-se mãe”, explica.

A trama acompanha as aflições, questionamentos e dificuldades de uma mãe em três momentos de sua vida: o parto e os primeiros dias de maternidade com a sua filha, a morte de sua mãe e o aniversário de 30 anos da filha já adulta. Cada uma dessas etapas é narrada com características performativas diferentes. Por exemplo, na primeira parte, a linguagem tem caráter lírico e oral, representado pelo Spoken Word e textos em fluxo. O segundo momento é mais dramático e o terceiro em forma de cartas que a mãe escreve para a filha.

A autora Livia Piccolo conta sobre como surgiram esses três momentos no texto: “O primeiro momento escrevi em um lugar muito quente, elaborando a experiência do meu parto, que foi intenso, natural e desejado. Esse registro começou quase como um desabafo, mas depois foi se distanciando da minha experiência pessoal. Enquanto escrevia sobre isso, tive a ideia de falar sobre o fim da vida. E por que não falar do término da vida da mãe dessa personagem? A partir do momento que ela se torna mãe, passa a repensar a história com a própria mãe. Acho que essa é uma experiência comum na maternidade. Você começa a valorizar mais sua mãe ou a pensar naquilo que gostaria de fazer diferente. E o terceiro momento, que é dessa personagem mais velha, veio das referências literárias que eu metabolizei no texto. As principais foram os livros da Elena Ferrante, que retrata mulheres de diferentes idades, e de outra escritora italiana, a Natalia Ginzburg, sobretudo o romance ‘Caro Michele’, sobre uma mãe mais velha que escreve cartas para seu filho. O livro Monodrama, do poeta Carlito Azevedo, onde ele fala da morte de sua mãe, também foi bem importante.

A peça transita entre a materialização do ambiente doméstico e os vestígios dos pensamentos e memórias da personagem, convidando o público a uma experiência de desconstrução e desnudamento de ideias pré-concebidas sobre o que é ser mãe. A ideia é revelar aspectos concretos e pouco discutidos na vida das mulheres, como a solidão, o aborto como uma escolha real, a depressão pós-parto, as mudanças físicas e sociais, a reorganização dos sonhos a partir da notícia da gestação, o mito do amor materno, as dificuldades e os abusos de uma sociedade que não as acolhe.

Para a atriz Joana Dória, a maternidade contemporânea é mais acompanhada pelo sentimento de solidão em relação ao passado. “Tenho a sensação de que antigamente os núcleos familiares eram maiores e o cuidado com crianças, bebês e idosos era mais compartilhado. Por outro lado, o discurso social e cultural dizia que o cuidado com os filhos era responsabilidade exclusiva da mulher. Hoje, as mulheres almejam muitas coisas e questionam muito mais a maternidade como a principal realização feminina. Acho curioso que tenhamos uma aparência de maior liberdade – queremos ser profissionais bem-sucedidas, queremos nos realizar em outras áreas e a sociedade já defende a ideia de que o pai precisa ser de fato presente e responsável –, mas, ao mesmo tempo, estamos atribuladas de muitos desejos e demandas. É difícil equilibrar tudo isso. Sinto que a maternidade contemporânea é atravessada pelas muitas frentes das quais as mulheres estão tentando dar conta e por um tanto de solidão. Acho que esse sentimento sempre existiu, mas talvez esteja mais exposto agora que falamos sobre isso em muitos grupos de mães, redes sociais e textos de internet”, esclarece.

A encenação adota como duas principais referências a experiência da diretora Livia Piccolo com a maternidade e o ensaio “Mother Series”, da premiada fotógrafa holandesa Rineke Dijkstra. “A primeira referência é a minha experiência como mãe e o que aconteceu no meu ambiente doméstico. A minha casa passou a ficar muito desorganizada. Aconteceu todo um rearranjo dos objetos e dos espaços com a chegada do meu filho. E eu quis passar para a peça um pouco dessa desordem que o puerpério traz. No cenário, os objetos são todos suspensos, como se a casa estivesse de pernas para o ar. E a segunda referência são as imagens de Rineke Dijkstra, que retratou mães que acabaram de parir vestindo apenas roupa de baixo e segurando os filhos no colo. Essas fotos transmitem força e ao mesmo tempo fragilidade. Eu queria que a encenação trouxesse esse elemento cru”, comenta.

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A Filha da Mãe

Com Joana Dória

Viga Espaço Cênico – Sala Piscina (R. Capote Valente, 1323 – Pinheiros, São Paulo)

Duração 60 minutos

01 a 30/06

Sábado – 21h, Domingo – 19h

$30

Classificação 12 anos

NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO

Na data que se comemora o centenário do cantor Nelson Gonçalves (✩ 1919 –  ✞ 1998), segundo maior vendedor de discos do Brasil, estará em cartaz o espetáculo Nelson Gonçalves – O Amor e o Tempo, uma peça de teatro musical em homenagem ao artista que imortalizou clássicos da MPB, como Chão de EstrelasCarinhoso Rosa. A montagem é idealizada e produzida por Guilherme Logullo, tem texto de Gabriel Chalita, direção e coreografia de Tânia Nardini, direção musical e arranjos de Tony Lucchesi, cenografia de Doris Rollemberg e figurinos de Fause Haten. Além da produção, Logullo também atua em parceria com a atriz e cantora Jullie. A temporada começa dia 3 de maio, sexta-feira, 21h, no Teatro Gazeta.
Sem a proposta de trabalhar questões biográficas da vida do artista, o musical se inspira em sentimentos e emoções expressas por Nelson Gonçalves nas canções que compunha e/ou interpretava. Na história, os protagonistas não representam personagens, mas sim a razão (Guilherme Logullo) e a emoção (Jullie), sentimentos que criam uma narrativa não-linear e de linguagem poética. 
Quis escrever um texto que, de alguma forma, fugisse um pouco dos musicais tradicionais. Nelson Gonçalves foi um homem que amou profundamente e que, também por isso, sofreu. O musical traça um diálogo entre a razão e a emoção, reforçado pela força e dramaticidade das canções interpretadas por ele. As músicas entrelaçam essas falas o tempo todo, enfatizando essa disputa de sentimentos”, explica o autor Gabriel Chalita.
O espetáculo reúne 33 canções, entre elas Naquela MesaA Volta do Boêmio e Chão de Estrelas. “A montagem tem um tom nostálgico e lírico. Vamos trazer fatos, histórias, emoções, músicas e sentimentos”, explica Guilherme Lagullo, que ‘descobriu’ Nelson Gonçalves durante estudos para um personagem, e por conta da semelhança do registro vocal, ficou encantado. A descoberta virou vício e admiração. E, aos poucos, nasceu a vontade de levar Nelson aos palcos.
Os figurinos criados pelo estilista Fause Haten se revelam ao longo do espetáculo. As peças vão sendo removidas uma a uma e trazem novas camadas que se traduzem em números musicais. Já o cenário de Doris Rollemberg faz uma verdadeira homenagem ao teatro, trazendo para a cena um camarim, coxias e até o urdimento de um palco. Uma banda composta por cinco músicos também acompanha a dupla de atores em cena.
 
O diretor musical Tony Lucchesi optou por incluir violões na orquestra, instrumento muito ligado ao homenageado. A emoção (o amor) a ser personificada na figura masculina e o tempo (a razão) na figura feminina também gera uma riqueza musical e mais diversidade às interpretações, já que, normalmente, se espera o contrário. Outros recursos, como uma marcação de relógio nas canções do repertório de Jullie, representando o tempo, e muitos mash-ups nos momentos que os protagonistas cantam juntos ajudam a associar os temas às interpretações. A direção e coreografias de Tânia Nardini faz com que os momentos da peça que pinçam situações vividas por Nelson não soem biográficos ou narrativos – a ideia é que a todo momento a poesia do homenageado seja traduzida em cena. 
Para Guilherme Logullo, que idealizou o projeto, a peça cria uma relação imediata com o público, já que as músicas escolhidas para a trilha são clássicos no país. “Nelson tem canções conhecidas em todo o Brasil, o que faz com que o espetáculo sempre traga uma série de recordações e sensações nostálgicas”, conclui o artista.
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Nelson Gonçalves – O Amor e o Tempo
Com Guilherme Logullo e Jullie
Teatro Gazeta (Av. Paulista, 900 – Bela Vista, São Paulo)
Duração 60 minutos
03/05 até 30/06
Sexta – 21h, Sábado – 20h, Domingo – 18h
$80
Classificação Livre

MÚSICA NO FOYER

De volta ao Música no Foyer do Auditório Ibirapuera – Oscar Niemeyer, o Coro Luther King apresenta na Sexta-feira da Paixão, 19 de abril, às 17h, o ciclo de cantatas “Membra Jesu Nostri”, de Dietrich Buxtehude.

Considerado um dos compositores mais importantes do período barroco alemão, Buxtehude influenciou a obra de G. F.Handel e J. S. Bach.

Com direção artística e regência do maestro Martinho Lutero Galati, o concerto contará com participação especial do grupo instrumental “La Barca del ’700”.

Sobre o Coro Luther King:

Um dos grupos mais antigos na cidade de São Paulo, o Coro Luther King nasceu em 1970 e se dedica à performance artística e à pesquisa, divulgação e promoção da atividade coral.

Rumo aos 50 anos de atividade ininterrupta, com mais de 1.000 concertos realizados dentro e fora do Brasil, o grupo vocal se destaca no cenário nacional e internacional pela sua capacidade de entrelaçar a linguagem coral à diversas expressões artísticas como teatro, dança e literatura, do popular ao erudito, cantando a música de todos os tempos, de todos os povos, em todos os lugares.

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Música no Foyer

Com Coro Luther King

Auditório Ibirapuera – Foyer (Av. Pedro Álvares Cabral, s/n – Portão 2 do Parque Ibirapuera, São Paulo)

Duração: 60 minutos

19/04

Sexta – 17h

Entrada gratuita (entrada por ordem de chegada ao foyer do auditório)

Classificação Livre

O ANIVERSÁRIO DE JEAN LUCCA

O compositor e dramaturgo Dan Nakagawa, que figura entre os novos diretores da cena teatral paulistana atual, estreia seu terceiro espetáculo, O Aniversário de Jean Lucca, definido por ele mesmo como um “quase” musical do Teatro do Absurdo. A montagem, que teve sua primeira leitura dramática em Estocolmo, na Suécia, em dezembro de 2018, estreia no dia 3 de abril, no Teatro Sérgio Cardoso, onde segue em cartaz até 2 de maio.

Com forte influência da dramaturgia de Samuel Beckett, Matéi Visniec e Eugène Ionesco, a peça narra os preparativos da festa organizada por uma babá para comemorar o aniversário do menino Jean Lucca, filho único de um casal que mora em um luxuoso condomínio nos arredores de São Paulo. Essa criança nunca é vista na peça e sobre ela pouco se sabe, nem mesmo a sua idade ou aparência física. Assim a presença dele se faz pela sua constante ausência.

O enredo se passa durante o fragmento de tempo correspondente aos preparativos da festa até seu início. Nesse ínterim, a Babá e todas as pessoas que vão chegando na casa-bolha dessa família se mostram uma ameaça na vida desse casal, gerando ora uma paranoia excessiva, ora uma profunda apatia. A encenação fala sobre os muros visíveis e invisíveis, físicos e subjetivos que nos cercam, gerando incômodo frente a marginalização, segregação, apatia social, indiferença e a paranoia.

O texto nasce em consonância com estudos do psicanalista e professor paulistano Christian Dunker sobre o conceito de “Cultura da Indiferença”. Segundo o estudioso, tal cultura se desenvolve no interior de uma sociedade normatizante, branca e heteronormativa que nega, por meio da indiferença, as diversidades individuais, erguendo barreiras para anular essas subjetividades. Assim, transformamos o nosso entorno em uma bolha de iguais e, portanto, narcisista, onde tudo que se quer ver em um mundo previsível é a si mesmo e não o outro.

O elenco da peça traz Adriane Hintze, Alef Barros, Alexandre Fernandes, Camilla Ferreira, Dagoberto Macedo, Dalton Caldas, Elisete Santos, Igor Mo, Mariana Torres, Maristela Chelala e Vivian Valente. Os atores são acompanhados pelos músicos André Vilé(sonoplastia experimental ruidosa), Tatiana Polistchuk (cello) e Julia Navarro (piano), que executam ao vivo a trilha sonora composta por Nakagawa.

A canção brasileira é um forte traço da linguagem cênica do diretor e compositor, que já teve três de suas canções gravadas em álbuns de Ney Matogrosso. A última delas, “O Inominável”, foi composta para o último espetáculo de Nakagawa, “Normalopatas”.

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O Aniversário de Jean Lucca

Com Adriane Hintze, Alef Barros, Alexandre Fernandes, Camilla Ferreira, Dagoberto Macedo, Dalton Caldas, Elisete Santos, Igor Mo, Mariana Torres, Maristela Chelala e Vivian Valente

Teatro Sérgio Cardoso – Sala Paschoal Carlos Magno (Rua Rui Barbosa, 153, Bela Vista – São Paulo)

Duração 60 minutos

Quarta e Quinta – 19h30

$30

Classificação 12 anos

VAMOS COMPRAR UM POETA

Inspirado no livro homônimo de Afonso Cruz, o musical infantojuvenil inédito Vamos Comprar um Poeta estreia no dia 23 de março, no Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo (CCBB São Paulo), e segue em cartaz até 31 de agosto.

O musical narra a chegada de um Poeta à casa de uma família comum. Nesse lar, moram um pai que só pensa em ganhar dinheiro; uma mãe que organiza todos os dias os trabalhos domésticos; uma menina esperta e curiosa que gosta de entender o significado das coisas; e um menino que adora fazer contas.

O poeta ensina os pequenos a observar borboletas, compor os próprios poemas e aprender a dar abraços. A montagem cria uma divertida reflexão sobre a nossa capacidade de invenção, fazendo um importante paralelo entre cultura e economia. É uma homenagem à cultura, em um espetáculo que mistura poesia, música e dança.

Vamos Comprar um Poeta é a última parte da trilogia de histórias de amor para crianças, composta também pelos premiados musicais A Gaiola e Contos Partidos de Amor.

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Vamos Comprar um Poeta

Com Letícia Medella, Luan Vieira, Sergio Kauffmann

Centro Cultural Banco do Brasil (R. Álvares Penteado, 112 – Centro, São Paulo)

Duração 60 minutos

23/03 até 31/08

Sábado – 11h

$30

Livre