ADMIRÁVEL NINO NOVO

Ator e diretor de teatro, Cassio Scapin coleciona mais de 60 diferentes personagens em seu currículo, entre teatro, TV e cinema, dos mais variados tipos, como Ary Barroso, Jânio Quadros, Santos Dummont, Miriam Muniz na peça Eu não dava praquilo, Olavo Bilac, Brás Cubas na peça Memórias Póstumas, Urbano Madureira no Sítio do Pica Pau Amarelo, até um traficante chinês além dos vários personagens da peça O Mistérios de Irma Vap, entre tantos outros. Já recebeu 4 indicações ao Prêmio Shell, ganhando 1, e 4 indicações ao Prêmio APCA, ganhando 2. Além de ganhar também os prêmios Mambembe de teatro infantil, Arte Qualidade Brasil, Governador do Estado e 4 APETESP.

Para comemorar seus 36 anos de carreira, Cassio trouxe de volta aos palcos uma de suas mais importantes criações, depois de 20 anos sem interpretá-lo. O mais conhecido e querido personagem, do já legendário Castelo Rá Tim Bum, está de volta numa sensacional aventura inédita, com texto e direção de Mauricio Guilherme e produção de Rodrigo Velloni.

Numa arrojada iniciativa e acompanhado apenas do invisível Espírito da Aventura (na voz de Ney Matogrosso), o aprendiz de feiticeiro deixa o Castelo para cair na estrada e assim descobrir o sentido e a sensação do que é uma verdadeira aventura.

Como escolher para onde ir? Como se guiar? Que roupas levar? Com que meio de transporte? São tantas as perguntas para responder. E as possibilidades também. Sendo então nosso protagonista um jovem mágico, estas possibilidades se multiplicam em inúmeras outras.

Seja numa noite estrelada, num deserto escaldante, no alto do Monte Everest, no espaço sideral e até no fundo do mar, entre muitos outros lugares, explorar o desconhecido é o lema dessa viagem. Através de um novo olhar, Nino vai descobrindo o que é diferente no mundo e o que também pode vir a ser. Uma lição básica para todos que embarcam numa nova jornada, como a dele.

A montagem mostra um jeito completamente novo de reencontrar um velho amigo através de projeções arrojadas, truques cênicos, trilha especialmente composta e a presença do talento único de Cássio Scapin, o Nino original da série da TV Cultura que foi ao ar a partir de 1994, com inúmeras reprises até o dia de hoje, sendo considerado um dos melhores produtos audiovisuais da história da televisão brasileira.

Nino, o eterno menino de 300 anos, convida a todos para este reencontro nos palcos do Teatro das Artes. Crianças, jovens e (claro!) adultos também.

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Admirável Nino Novo

Com Cassio Scapin e Ney Matogrosso (off)

Teatro Sérgio Cardoso – Sala Sérgio Cardoso (Rua Rui Barbosa, 153. Bela Vista, São Paulo)

Duração 60 minutos

18/08 até 14/10

Sábado e Domingo – 12h

 

$30

Classificação Livre

**Atenção: Sessões extras nos feriados dos dias 07 de Setembro e 12 de Outubro, às 12h**

E ELAS

O Teatro Porto Seguro recebe no dia 18 de setembro, Sandra de Sá, a cantora e compositora carioca, referência da black music brasileira.

No show “E Elas“, Sandra apresenta sucessos da carreira como Demônio ColoridoVale TudoJoga Fora no LixoBye Bye TristezaOlhos ColoridosRetratos e Canções e Solidão.  Com 17 álbuns gravados é considerada a rainha do soul brasileiro e chamada por alguns de “Tim Maia de saias”, por se identificar com o cantor no balanço e no timbre grave da voz.

E Elas

Com Sandra de Sá

Teatro Porto Seguro (Alameda Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos, São Paulo)

Duração 60 minutos

18/09

Terça – 21h

$60/$80

Classificação Livre

PROJETO RASTEJAR

O Projeto Rastejar é um trabalho coletivo do autor e diretor Wagner Menddes Vasconcelos, dos atores Dani Correa e José Alessandre e do músico Yussuf Farham. Ele foi apresentado pela primeira vez em 2017, na época com três atores em cena, e volta agora para uma nova temporada no Teatro Sérgio Cardoso, com estreia no dia 4 agosto.

Este projeto é literalmente um work in progress, por isso o público pode se preparar para ver um novo espetáculo”, fala Vasconcelos, que vê o espaço em que a peça será apresentada, a Sala de Ensaio do Sérgio Cardoso, como um presente. “Nada mais coerente com este trabalho que estamos apresentando”, completa.

Sinopse

Dois atores e um músico ensaiam um espetáculo que pretende tematizar as conflituosas relações humanas no mundo contemporâneo por meio de uma trama intitulada “Sinhazinha”, que remonta ao período escravagista brasileiro e aborda um triângulo amoroso entre uma jovem sinhá e dois de seus escravos. Um dos atores, em crise e impactado pelo processo criativo, coloca em xeque os seus valores, os da profissão e os do próprio teatro.

A concepção do projeto partiu da ação de “rastejar” como uma atitude de transformação, um genuíno recomeço: a resposta do ser humano ao seu próprio esgotamento e à falência dos caminhos possíveis de seguir na vida. Assim como o ator tem que se esvaziar e se perceber para criar seu personagem, o ser humano contemporâneo, mergulhado no excesso de signos e no vazio de significados, talvez tenha que reinventar a sua jornada, mais conectado com a sua identidade e mais atento à sua própria “terra”, que pode tanto ser o seu corpo, as suas emoções quanto o seu país.

No espetáculo teatral Projeto Rastejar, atores e personagens se unem em um ritual de reiniciação em que o momento da descoberta vale tanto quanto a montagem em si. Busca-se o resgate de uma humanidade que o ser contemporâneo parece perder a cada dia. Propõe-se um metateatro no qual o público será, pouco a pouco, envolvido pelos atores e por suas relações com os personagens que, por sua vez, serão como fragmentos soltos dos próprios atores.

Com música ao vivo, o espetáculo abraça as linguagens do teatro dramático, do teatro gestual, daperformance e da dança para construir um mosaico de sensações que pretende, mais do que encerrar sentidos, instigar.

A ideia é proporcionar ao espectador um quebra-cabeça sensorial, com uma inequívoca densidade corporal e emocional, para que ele mesmo o possa montar, conforme sentir-se instigado para tal. Mais do que querer dizer e fazer sentido, queremos fazer sentir: que o público sinta-se conectado, de alguma maneira, a alguns dos elementos propostos pela encenação.

O Projeto Rastejar é o primeiro espetáculo do Grupo Golpeia de Teatro, formado pelos intérpretes criadores Dani Corrêa e José Alessandre, pelo diretor e autor Wagner Mendes Vasconcelos e o músico Yussuf Farham.

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Projeto Rastejar

Com Dani Corrêa e José Alessandre

Teatro Sérgio Cardoso – Sala de Ensaio (R. Rui Barbosa, 153 – Bela Vista, São Paulo)

Duração 60 minutos

04 a 26/08

Sábado – 20h, Domingo – 17h

$40

Classificação 14 anos

OS LAVADORES DE HISTÓRIA

Sesc Pinheiros recebe o espetáculo infantil Os Lavadores de Histórias, da Cia. de Achadouros. A montagem, dirigida por Tereza Gontijo, tem dramaturgia assinada por Silvia Camossa, concebida em processo colaborativo, a partir das cenas improvisadas pelo grupo em sala de ensaio.

Os Lavadores de Histórias são três personagens – Urucum, Tom Tom e Jatobá – interpretados pelos atores palhaços Emiliano FavachoMariá Guedes e Felipe Michelini, respectivamente. À noite, eles visitam quintais abandonados para lavar objetos esquecidos como brinquedos e roupas, e reviver momentos especiais da infância. Eles carregam consigo o “rio da memória”, no qual vão lavando as coisas que encontram e revelando histórias, fantasias, personagens e brincadeiras. Por meio de cenas cômicas, circenses, teatro de sombras e objetos, o espetáculo faz uma sensível reflexão sobre a relação da criança com o mundo real e da imaginação, e lança sobre a infância o olhar lúdico e poético.

Tendo como ponto de partida a potente e delicada poesia de Manoel de Barros, a concepção valoriza a intimidade com as pequenas coisas, a beleza contida em sutilezas, a graça da imaginação, as brincadeiras espontâneas e colaborativas e o contato com a natureza. A partir de uma imersão na obra do poeta, os atores foram para as ruas do bairro São Mateus em busca de histórias reais da memória afetiva de pessoas comuns (moradores antigos e crianças) que foram usadas em cenas da peça. “Um dos poemas de Manoel de Barros que mais nos inspirou foi Desobjeto, que fala sobre como a imaginação pode dar novos sentidos e funções a um objeto e transformá-lo em outras coisas na hora de brincar”, comenta Felipe Michelini. Os protagonistas contam que lembranças de suas próprias infâncias e de outras pessoas envolvidas na produção também estão no enredo.

A diretora Tereza Gontijo – mineira de Belo Horizonte, que também é palhaça, integrante dos Doutores da Alegria e da Cia. Vagalum Tum Tum – enfatiza que Os Lavadores de História foi concebido como um espetáculo para a família. “Enquanto a palhaçaria é diversão garantida para as crianças, o tom lírico e poético da peça toca os adultos ao acionar o dispositivo de suas lembranças da infância”. Ela ainda comenta que o processo junto à Cia. de Achadouros teve como estímulo o prazer do jogo de palhaços no trabalho de criar para o público infantil.

Urucum, Tom Tom e Jatobá sabem que nas coisas esquecidas nos quintas das casas estão guardadas muitas históriasde meninos e meninas que cresceram e já não se lembram de seus sonhos e brincadeiras. As histórias vão surgindo à medida que os objetos e brinquedos vão sendo lavados e revelados.

Ente as cenas está O menino que queria voar: um lençol manchado revela o garoto que queria viajar pelo mundo. Às vezes, fazia xixi enquanto dormia e depois se escondia embaixo da cama, sonhando em voar e unir os quatro continentes. Tem também A menina triste que descobre o que a faz feliz: um lenço colorido traz a história da menina que vivia triste até conhecer um menino mágico. Na história, inspirada nas conversas com a sambista Tia Cida, moradora da região de São Mateus, a menina conhece um amigo quando vai buscar lenha para o fogão e o acompanha até o acampamento cigano, descobrindo ali o seu amor pela música. Outro momento é O menino que vai para a lua com o amigo imaginário: um sapato velho se transforma em um interfone secreto para anunciar a missão da primeira criança a pisar na lua (história do ator Felipe). E ainda A menina que encantava os passarinhos: uma velha escova de cabelos faz as personagens reviverem a história de uma rádio de passarinhos (lembrança da atriz Mariá). Na programação desta rádio muitas aves participam: a andorinha dá receita de bolinho de chuva (chuva mesmo!); o tico-tico, que voa muito alto, faz a previsão do tempo; na transmissão do futebol, os jogadores são pássaros; e a radionovela dramatiza a história do menino que ficou chateado porque ia ganhar uma irmãzinha – não um “irmãozinho para brincar” -, mas ele descobre a alegria dessa nova relação (história do ator Emiliano).

Para o grupo, Os Lavadores de Histórias quer fazer o público lembrar coisas que não deveriam ser esquecidas, lembrar que brincar junto é fundamental em tempos de isolamento, e quebrar as amarras dos adultos pela memória afetiva da infância para que pais e filhos revivam a magia do brincar.

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Os Lavadores de Histórias

Com Emiliano B. Favacho, Felipe Michelini e Mariá Guedes

Sesc Pinheiros (R. Pais Leme, 195 – Pinheiros, São Paulo)

Duração 60 minutos

15/07 até 19/08

Domingo – 15h e 17h

$17 ($5 – credencial plena)

Classificação Livre

O PALÁCIO DAS DELÍCIAS

Durante todas as quintas-feiras de julho, às 21h30, a Cia. Hedonê de Teatro Afrodisíaco apresenta ‘O Palácio das Delícias‘ no Dominatrix Augusta (rua Fernando de Albuquerque, 298).
Com concepção, texto e direção de Xean Lechien, o espetáculo sensorial e interativo tem como objetivo encantar, surpreender e transformar o público durante os 60 minutos de apresentação.
Na trama, Xean Lechien; o mago, convida as pessoas a visitar os salões magníficos do imponente e legendário Palácio das Delícias. Ao deixar na chapelaria todas as coisas inúteis, o espectador estará pronto para imergir numa jornada transformadora, onde encontrará criaturas misteriosas e fascinantes e com elas viverá momentos mágicos e inesquecíveis.
Os mentores Lola Steinhot, Miyamoto Sam, La Falcão, Lua, Latifah, Vicky e Newton Eric estarão a postos, em performances envolventes, para tornar a aventura segura e prazeirosa a todos.
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O Palácio das Delícias
Com Lola Steinhot, Miyamoto Sam, La Falcão, Lua, Latifah, Vicky e Newton Eric
Dominatrix Augusta (rua Fernando de Albuquerque, 298 – Consolação, São Paulo)
Duração 60 minutos
05 a 26/07
Quinta – 21h30
$40
Classificação 18 anos

MARY E OS MONSTROS MARINHOS

De família pobre e sem educação formal, Mary Anning começou a trabalhar com apenas 12 anos, sobreviveu a tempestades e enfrentou perigosos deslizamentos de terra para fazer grandes descobertas científicas. Ela estudou anatomia dissecando répteis em sua cozinha e, assim, foi capaz de remontar o primeiro esqueleto de um ictiossauro (um gigante monstro marinho da época dos dinossauros). Sua história, até então difundida apenas no meio acadêmico, ganhará os palcos no espetáculo infantil Mary e Os Monstros Marinhos, da Companhia Delas de Teatro, que estreia no dia 30 de junho no Sesc Pompeia, onde fica em cartaz até 29 de julho.

Em uma busca rápida no Google por “cientistas importantes”, os mais citados são Albert Einstein, Isaac Newton, Charles Darwin, Nicolau Copérnico, Galileu Galilei, Antoine Laurent Lavoisier, entre outros homens. Nosso imaginário coletivo reflete e reforça a presença feminina quase inexistente na ciência.

Mas não é bem assim. Em uma busca um pouco mais apurada, encontraremos figuras como Marie Curie, Rita Levi-Montalcini, Rosalind Franklin, Maria Mayer e Jane Goodall, que, a despeito de toda a falta de incentivo, de espaço e reconhecimento, conduziram importantes estudos para a humanidade mesmo nesse ambiente majoritariamente masculino das ciências.  Muitas delas somente tiveram suas descobertas reconhecidas depois de mortas, foram impedidas de ingressar a universidade e tiveram seus nomes excluídos de artigos científicos e premiações.

Mary Anning foi uma delas. A peça dá à homenageada o êxito que lhe foi conferido pós-morte, mostrando aos espectadores a importância de seu legado para as gerações posteriores e o reconhecimento nos meios acadêmicos de que suas descobertas constituem alguns dos achados geológicos mais essenciais para conhecermos a história da Terra.

Com muita poesia e diversão, o espetáculo fala diretamente com meninos e meninas que estão prestes a construir o futuro, incentivando-os a sonhar com novas descobertas e novos mundos de infinitas possibilidades.

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Mary e os Monstros Marinhos

Com Cecília Magalhães, Julia Ianina e Thaís Medeiros

Sesc Pompéia (Rua Clélia, 93, Pompeia, São Paulo)

Duração 60 minutos

30/06 até 29/07

Sábado, Domingo e Feriado – 12h

(Haverá sessão no dia 9. Por conta da Copa do Mundo, a peça terá as sessões dos dias 7 e 14, adiada para 13h, e a do dia 15 adiantada para 11h.)

***Haverá audiodescrição e tradução em Libras – Linguagem Brasileira de Sinais nas sessões dos dias 28 e 29 de julho.

$17 ($5 – credencial plena) (criança até 12 anos não paga)

Classificação Livre

FÁBULAS DE UM SÓTÃO

O espetáculo Fábulas de um Sótão conta a história de Arthurzinho, um garoto que vai ter que mudar da casa onde mora, por decisão de seus pais. Numa tentativa de impedir isso, ele se esconde no sótão com seu amigo Lotti e os dois acabam trancados. No meio de um monte de objetos antigos guardados, encontram um rádio e um pião que, usados simultaneamente, provocam uma viagem no tempo-espaço que trará direto do futuro para o presente Arthurzão – o Arthurzinho já adulto. Dirigida por César Baptista, cria dos diretores Antunes Filho e Gabriel Vilela, o espetáculo está em cartaz no Teatro Alfa.

Ao arriscar mandar Arthurzão de volta para o futuro, sem querer, Arthurzinho e Lotti acabam indo para diferentes períodos da história e descobrindo brinquedos e brincadeiras esquecidas pelo tempo. Juntos, eles descobrem de que forma uma pipa, um catavento, uma amarelinha, um estilingue e tantos outros brinquedos estão conectados com Faraó Quéfren, com Napoleão Bonaparte ou até com índios canibais do Brasil.

No palco, Eduardo Tocha, Filipe Peña, Haroldo Joseh, Renato Cruz e César Baptista dão vida aos personagens dessa história em que um simples pião, usado no Egito Antigo como instrumento de premonição para adivinhar o futuro, ajuda a compor a máquina do tempo de nossos heróis. “Descobri junto com os atores que os brinquedos deveriam ter participação ativa na peça, como personagens que interferissem na história e no destino das coisas e dos fatos”, afirma César Baptista, diretor da montagem.

Usando brinquedos que foram bem mais presentes na infância dos pais das crianças de hoje como fio condutor, e tendo como fonte de pesquisa o livro A História do Brinquedo, de Cristina Von, Fábulas de um Sótão mostra que nem tudo é descartável. “Essa peça não pretende resgatar as coisas ‘velhas’, quer, sobretudo, mostrar que a preservação da memória – de bens materiais e imateriais – pode ser um instrumento fundamental como ideia de formação de cidadania e, consequentemente, para construção de uma nação. E que brincadeira melhor se não a de viajar no tempo-espaço para lidar com a memória?”, completa Baptista.

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Fábulas de um Sótão

Com César Baptista, Eduardo Tocha, Filipe Peña, Haroldo Joseh, e Renato Cruz

Teatro Alfa – Sala B (R. Bento Branco de Andrade Filho, 722 – Santo Amaro, São Paulo)

Duração 60 minutos

09/06 até 01/07

Sábado e Domingo – 17h30

$40

Classificação 6 anos