TERESA CRISTINA CANTA CARTOLA

Uma das principais vozes do samba carioca, a cantora interpreta composições do sambista Cartola (1908-1980) no show que tem direção de Caetano Veloso. Acompanhada pelo músico e violonista Carlinhos Sete Cordas, o repertório traz clássicos como As Rosas Não Falam, O Mundo é Um Moinho, Alvorada e Acontece, pérolas poucos conhecidas como Ao Amanhecer, Vai Amigo e Evite Meu Amor e joga luz também sobre o intérprete Cartola ao incluir sambas que não são de sua autoria, mas que ganharam registros do compositor, caso de Pranto do Poeta, de Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito, Preciso Me Encontrar de Candeia e Senhora Tentação (Meu Drama) de Silas de Oliveira e Joaquim Ilarindo.

Desde as suas primeiras apresentações com o Grupo Semente, na Lapa, bairro da boemia carioca, Teresa Cristina é considerada um dos principais ícones do samba nacional. Somando 16 anos de carreira, já foi premiada com o Rival BR e o Prêmio Tim de Música como cantora revelação pelo álbum A música de Paulinho da Viola. Pelo mesmo trabalho, foi indicada ao Grammy Latino para o melhor disco de samba de 2003.

SERVIÇO

Teatro Porto Seguro (Al. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos – São Paulo.)
Gênero: Samba/MPB
Duração: 70 minutos
Classificação Etária: 14 anos
Terça, 20 de junho, às 21h
INGRESSOS

Plateia: R$ 120,00 | R$ 60,00 (meia-entrada)
Balcão: R$ 80,00 | R$ 40,00 (meia-entrada)
Frisas: R$ 80,00 | R$ 40,00 (meia-entrada)

CERTA VEZ NUMA ILHA

Em meio a uma tempestade, 17 atores são os camponeses de uma ilha do caribe que resolvem contar a história de Ti Moune, uma menina pobre que se apaixona por Daniel, um menino rico do outro lado da ilha, que sofre um acidente de automóvel. Quando Daniel é devolvido ao seu povo, os deuses que governam o local guiam Ti Moune numa missão para testar a força do seu amor contra as poderosas forças do preconceito, do ódio e da morte.

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Classificação: Livre
Duração: 1h 10m
Elenco: Márcia Oliveira, Léo Machado, Luci Salutes, Renato Albano, Wesley Souza, Thais Morais, Tarcísio Serasso, Stefani Dourado, Wagner Lima, Nina Rodrigues, Valmir D’Fiama, Dandara Ohana, Dagliane Natielle, Matheus Vieira, Matheus Autran, Wellington Santos e Thais Pereira
Direção Geral, tradução e versões: Rafael de Castro
Direção Musical: Eduardo Albertino
Design de Luz: Robson Bessa
Operação de Iluminação: Ian Bessa
Cenografia e Indumentária: Grupo Artemis de Teatro
Produção Executiva: Felipe Rodrigues

TEMPORADA JUNHO
Funarte (Sala Guiomar Novaes)
Al. Nothman, 1058 – Campos Elíseos – Tel: 3662-5177
Apresentações: Sáb 16h, R$40 | Dom 16h, R$40
Não aceita cartões. A bilheteria abre 1 hora antes da apresentação.
Temporada: de 03/06/2017 até 02/07/2017

 

 

HOTEL MARIANA

Criado a partir de relatos de alguns sobreviventes da tragédia de Mariana (MG) que ocorreu em novembro de 2015, o espetáculo Hotel Mariana estreia dia 6 de maio  de 2017 na Estação Satyros. Com direção de Herbert Bianchi e dramaturgia de Herbert Bianchi e Munir Pedrosa, em cena os atores usam fones de ouvido e reproduzem instantaneamente os relatos que estão ouvindo – coletados pelo idealizador do projeto Munir Pedrosa, que foi até a cidade uma semana depois do desastre.

Sinopse

Eram quase três e meia da tarde de 5 de novembro de 2015, um dia quente, como de costume no vale do Rio Doce, quando a barragem de rejeitos de minérios de Fundão, em Mariana-MG, com cerca de 55 bilhões de litros de lama espessa, rompeu-se sobre os distritos de Bento Rodrigues e Paracatu de Baixo. Depoimentos perturbadores e surpreendentes são colocados no palco e evidenciam a simplicidade de pessoas que perderam tudo ou quase tudo o que tinham. Da criança do grupo escolar ao velho da folia de reis, do ativista de direitos humanos à aposentada que escreve poemas, somos convidados a escutar os sobreviventes que, com suas histórias, traçam um panorama político, histórico e cultural do nosso país.

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Hotel Mariana
Com: Angela Barros, Bruno Feldman, Clarissa Drebtchinsky, Fani Feldman, Isabel Setti, Lucy Ramos, Marcelo Zorzeto, Munir Pedrosa, Rita Batata, Rodrigo Renato Caetano
Estação Satyros. (Praça Franklin Roosevelt, 134 Consolação, São Paulo)
Duração 70 minutos
06/05 até 10/07
Sábado – 20h; Domingo – 18h; Segunda – 20h
$30 (Sábado e Domingo), Grátis (Segunda)
Classificação livre
 
Idealização e pesquisa: Munir Pedrosa 
Direção: Herbert Bianchi 
Edição: Herbert Bianchi e Munir Pedrosa 
Assistente de direção: Letícia Rocha
Designer de luz: Rodrigo Caetano 
Cenário: Herbert Bianchi
Cenotécnico: Marcelo Maffei
Figurinos: Bia Piaretti e Carol Reissman 
Acervo: David Parizotti
Produção executiva e direção de produção: Munir Pedrosa
Apoio: Greenpeace e Oficinas Culturais do Estado de São Paulo
Realização: Governo do Estado de São Paulo 
Assessoria de Imprensa: Honor Comunicação

 

ALÔ ALÔ THEATRO MUSICAL BRAZILEIRO (OPINIÃO)

A atriz e cantora, Amanda Acosta, conta a trajetória do Teatro Musical do país no seu mais recente espetáculo – “Alô Alô Theatro Musical Brasileiro“, em cartaz, às terças feiras de abril, às 21 horas, no Teatro Morumbi Shopping.

Percorrendo de 1890 até 2016, Amanda canta 13 canções, e entre ela, conta em textos rápidos, como surgiu o Teatro de Revista no país, seu desenvolvimento e transformações ao decorrer dos anos até se tornar no nosso Teatro Musical Brasileiro.

É um show sobre as influências da identidade cultural do Brasil nos musicais. Um dos objetivos é reacender a interpretação de músicas maravilhosas que muitos ouvem sem saber que foram feitas para o teatro musical brasileiro”, diz a atriz.

Passam pelo palco, canções como “Feijoada do Brasil” e “Corta Jaca“, ambas composições de Chiquinha Gonzaga; os clássicos “Na Batucada da Vida” e “No Rancho Fundo“, além de “Tango de Nancy“, “Basta um Dia” e “Ode aos Ratos“, de Chico Buarque de Holanda, entre outras.

Além de interpretá-las de uma forma teatralizada, Amanda vai além. Ela emula os sotaques de cada época em que as canções foram compostas, situando o espectador antes de iniciar cada uma das faixas.

A atriz está bem acompanhada no palco pelos músicos Demian Pinto, pianista e que fez os arranjos do espetáculo, e Daniel Baraúna, na percussão.

Também tem a companhia de um dos mais importantes e criativos artistas do nosso Teatro/ Teatro Musical – Kleber Montanheiro. Em parceria com Amanda, Kleber assina a direção e roteiro, e também cuida do figurino e iluminação (realmente, um show a parte).

Em um país que não tem memória, “Alô Alô Theatro Musical Brasileiro” é quase um programa obrigatório. Além de se informar e se divertir, terá a oportunidade de (re)ver  Amanda Acosta, dona de uma linda voz e que prende a atenção do público em todos os minutos que está em cena.

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Alô Alô Theatro Musical Brazileiro
Com Amanda Acosta
Teatro Morumbi Shopping (Av. Roque Petroni Junior, 1089 – Jardim das Acácias, São Paulo)
Duração 70 minutos
04 a 25/04
Terça – 21h
$50
Classificação 14 anos
Direção e Roteiro: Amanda Acosta e Kleber Montanheiro.
Figurino e Iluminação: Kleber Montanheiro.
Adereço de Cabeça: Paulo Bordhin.
Arranjos e Piano: Demian Pinto.
Percussão: Daniel Baraúna.
Designer de cabelo e Maquiagem: Anderson Bueno.
Produção: Waldir Terence e Amanda Acosta.
Realização: Acosta Produções Artísticas & Terence Produções.
Assessoria de Imprensa: Arteplural Comunicação

ALÔ ALÔ THEATRO MUSICAL BRAZILEIRO

Envolvida com a carreira artística desde os quatro anos, a cantora e atriz Amanda Acosta participou do grupo infantil Trem da Alegria, sucesso infantil nos anos 80, e em seguida consagrou sua carreira nos palcos, destacando-se em musicais como Grease, My Fair Lady e 4 Faces do Amor. Ao perceber a dificuldade do público em identificar as marcas de musicais criados no Brasil, a artista concebeu, ao lado de Kleber Montanheiro, o show Alô Alô Theatro Musical Brazileiro, que fará temporada no Teatro Morumbi Shopping entre os dias 4 e 25 de abril, sempre às terças-feiras, 21h.

Neste show, Amanda apresenta ao público treze canções que nasceram para os musicais desde 1890 até 2016. “Clássicos que se eternizaram fora dos palcos, como Na Batucada da Vida (Luis Peixoto e Ary Barroso) e No Rancho Fundo ( Ary Barros e Lamartine Babo) foram interpretados no teatro musical”, destaca Amanda. Especializada no gênero, a artista emula os sotaques de cada época, situando o espectador antes de iniciar cada uma das faixas.

No repertório, há músicas do início do século XX, como Feijoada do Brasil (Chiquinha Gonzaga) e Corta Jaca(Chiquinha Gonzaga e Machado Careca), o samba-canção Linda Flor (Henrique Vogeler, Marques Porto e Luiz Peixoto) e músicas do multiartista Chico Buarque de Hollanda, como Tango de Nancy, Basta um Dia e Ode Aos Ratos.

Amanda relata ao público, em textos simples e breves, como foi a inserção do teatro de revista no Brasil no final do século XIX, da retomada deste gênero já em 1965, dos traços dos musicais legitimamente brasileiros e como segue o cenário nos dias de hoje. Ela também dá informações sobre as canções e os compositores que interpreta, sempre conferindo dinamismo e agilidade ao show.

Sobre a potência dos musicais, Amanda afirma que o gênero pode falar sobre questões importantes e pesadas a partir de uma linguagem mais leve. “O espectador, ao mesmo tempo em que está relaxado, capta informações relevantes.”A artista completa que o gênero no Brasil passa por um problema de patrocínios. “Os musicais importados já vem com uma divulgação espontânea e com atrativos por terem sido apresentados na Broadway ou serem inspirados em filmes, mas os musicais feitos aqui, com a nossa linguagem, com o nosso jeito, com a nossa identidade, que se comunica diretamente com o nosso público, não têm as mesmas facilidades.” diz Amanda.

Amanda complementa que teve o apoio do diretor Kleber Montanheiro para a composição do espetáculo, tendo estreado esse show em outro formato pelo projeto Cabaret Solo, promovido pelo Espaço Cia da Revista, no Centro de São Paulo.

É um show sobre as influências da identidade cultural do Brasil nos musicais. Um dos objetivos é reacender a interpretação de músicas maravilhosas que muitos ouvem sem saber que foram feitas para o teatro musical brasileiro”, finaliza Amanda.

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Alô Alô Theatro Musical Brazileiro
Com Amanda Acosta
Teatro Morumbi Shopping (Av. Roque Petroni Junior, 1089 – Jardim das Acácias, São Paulo)
Duração 70 minutos
04 a 25/04
Terça – 21h
$50
Classificação 14 anos
 
Direção e Roteiro: Amanda Acosta e Kleber Montanheiro.
Figurino e Iluminação: Kleber Montanheiro.
Adereço de Cabeça: Paulo Bordhin.
Arranjos e Piano: Demian Pinto.
Percussão: Daniel Baraúna.
Designer de cabelo e Maquiagem: Anderson Bueno.
Produção: Waldir Terence e Amanda Acosta.
Realização: Acosta Produções Artísticas & Terence Produções.
Assessoria de Imprensa: Arteplural Comunicação

 

 

FLUTUANTE

Com direção de Mauro Baptista Vedia e dramaturgia do cartunista Caco Galhardo, a peça Flutuante estreia dia 7 de abril no Teatro Sérgio Cardoso, na Sala Paschoal Carlos Magno. As sessões acontecem às sextas, sábados e domingos, sempre às 20h até 30 de abril. O elenco conta com Martha Nowill, Rafael Losso e Paulo Tiefenthaler.

A montagem é uma comédia dramática sobre uma professora de alemão que, sem motivo aparente, não consegue mais sair de casa para trabalhar. Essa súbita alteração em seu comportamento é o estopim para uma sucessão de acontecimentos que acaba por conduzi-la, na companhia de seu namorado e seu aluno das cinco, em um redemoinho de desejos, incertezas e obsessões que, aos poucos, os eleva a um estado de suspensão.

Neste texto, há um tipo de humor mais denso, ritmo mais ágil, mudança de cenários e divisão em dois atos e um epílogo. Uma comédia com elementos de reflexão, com temas pertinentes à sociedade atual, mais especificamente os desejos e neuroses dos habitantes de grandes metrópoles, tema sempre abordado pelo autor em seus quadrinhos diários na imprensa e que ganha maior profundidade na linguagem do teatro.

O projeto também consolida a parceria estabelecida entre o autor e a atriz Martha Nowill, que ganha corpo com este segundo texto. É uma peça sobre um momento na vida em que “perdemos o chão”. No epílogo, temos o desfecho com a saída encontrada por cada personagem após aquele “dia estranho”.

O texto tem humor bem contemporâneo e pop e o desafio da direção é fazer uma peça ágil, inteligente, sutil e extremamente divertida, que ao mesmo tempo passe a ideia de ser paulista e brasileira e universal. Flutuante tem tudo a ver com peças que já dirigi como A festa de Abigail e Jantar, por exemplo. Há uma inteligência no texto de assumir uma certa banalidade do contemporâneo, personagens sem eixo, sem uma âncora, perdidos na sociedade globalizada“, diz o diretor.

Este é o terceiro texto para teatro de Caco Galhardo, que teve sua estreia em 2010 com o espetáculo Meninas da Loja, produzido por Martha Nowill, dirigido por Fernanda D’Umbra, com Martha Nowill, Chris Couto, Cinthya Falabella e Mari Noguera no elenco. A temporada foi de três meses no Espaço Parlapatões, em São Paulo.

Pac-Woman, segundo texto do cartunista, foi apresentada no Satyrianas de 2012, com Marina Person e Tiago Martelli, direção de Fernanda D’Umbra, remontada em 2015 na programação Quintas em Cena do Teatro Cemitério de Automóveis, com Carcarah, Antoniela Canto e direção de Mauro Baptista Vedia.

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Flutuante
Com Martha Nowill, Rafael Losso e Paulo Tiefenthaler.
Teatro Sérgio Cardoso – Sala Paschoal Carlos Magno ( Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista, São Paulo)
Duração 70 minutos
07 a 30/04
Sexta, Sábado, Domingo – 20h
$40
Classificação livre
 
Texto: Caco Galhardo.
Direção: Mauro Baptista Vedia.
Cenário e Figurino: Frank Dezeuxis.
Luz: Aline Santini.
Fotografia: Luciana Nunes.
Arte Gráfica: Caco Galhardo.
Direção de Produção: Martha Nowill, Gustavo Sanna e César Ramos.
Produção: Complementar Produções.  
Realização: Mil Folhas Produções Artísticas.
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio.

COLÔNIA PENAL

A abordagem da condição humana e social implícita nas obras de Kafka é de uma atualidade desconcertante; e se aproxima do que julgamos urgente e fundamental discutir na sociedade contemporânea. Kafka nos dá uma visão ampla e original do indivíduo em relação ao meio em que está inserido. A opressão, o aprisionamento e a desesperança deste homem que traz em si as marcas de sofrimento de um mundo alienado são temas recorrentes em sua obra.

O escritor Checo faz uma análise crítica sobre o instituto da pena, analisando os seus limites, a sinistra imposição de penas baseadas em castigos corporais pelo Estado e ilustra com clareza e precisão as barbáries que constituíam as técnicas medievais na aplicação desses castigos punitivos. É uma crítica aberta aos regimes despóticos nos quais o processo judicial e o direito de liberdade são subjulgados.

O espetáculo propõe que o insólito e o absurdo possam ser percebidos em várias situações: Numa detalhada descrição de métodos de tortura dos regimes antidemocráticos abrigando e encobertando assassinos; na cruel e irônica omissão de um observador estrangeiro;na estranha relação entre o poder oficial e o condenado.

O coreógrafo Sandro Borelli e Grupo ampliam a pesquisa em direção as torturas cometidas pela ditadura militar no Brasil nas décadas de 60,70 e 80 resultando com a morte e desaparecimento de centenas de brasileiros contrários ao regime da época.Constrói uma estrutura de gestos, ações e movimentos resultando uma dramaturgia corporal teatralizada, para gerar um jogo de tensão no espectador.

Colônia Penal caracteriza-se como um atentado contra a dignidade humana. É o anti-herói kafkiano lançado, torturado e executado nos porões da ditadura militar brasileira.

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Colônia Penal
Com Alex Merino, Amanda Santos, Everton Ferreira, Laia Mora, Mainá Santana e Rafael Carrion.
Kasulo Espaço de Arte e Cultura (Rua Souza Lima, 300 – Barra Funda, São Paulo)
Duração 70 minutos
30/03 até 23/04
Quinta, Sexta e Sábado – 21h; Domingo – 19h
Ingressos: um quilo de alimento não perecível
Classificação 16 anos
 
Concepção, direção e coreografia: Sandro Borelli
Trilha sonora e arte gráfica: Gustavo Domingues
Fotografia: Júnior Cecon
Luz: Sandro Borelli
Figurino e cenário: Grupo
Preparação Corporal: José Ricardo Tomaselli e Vanessa Macedo
Direção de produção: Júnior Cecon
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio