LUGAR DE ESCUTA

Debatendo Após o sucesso de sua primeira temporada, realizada no final de 2018, o espetáculo “Lugar de Escuta” reestreia no Teatro do Núcleo Experimental, na Barra Funda (SP), de 5 de fevereiro a 27 de março, às terças e quartas, às 21h. A mulher, o feminismo e a busca por lugares de fala, de expressões e de reflexões são temas debatidos pelo musical que propõe um mergulho por esses temas.

“Lugar de Escuta” é uma produção do Projeto M.O.T.I.M (Mulheres Organizadas por um Teatro em Infinito Movimento) em parceria com a Arina Entretenimento. O musical tem em seu elenco somente mulheres, dirigidas por Fabiana Tolentino.

– A experiência da primeira temporada foi bastante intensa e transformadora. Como a peça é diferente a cada dia, era uma expectativa muito grande (inclusive para nós) de como iria ser aquele dia em específico. Teve cena que estreou na última sessão do último dia de temporada! Outra que só saiu uma vez e depois nunca mais. O Tarot sempre sabe o que é melhor para todos … Temos histórias incríveis de ‘coincidências’: no primeiro ensaio aberto, a primeira pessoa escolhida por uma das atrizes para sortear uma carta foi o Professor de Tarot da nossa taróloga (Luiza Luka), e a atriz que o escolheu não fazia ideia disso, só pra exemplificar – diz Fabiana Tolentino sobre a primeira temporada do espetáculo.

Lugar de Escuta é uma peça que se adapta a cada apresentação. As cenas, com diversos lugares de fala, buscam trazer um panorama sobre as infinitas questões e percalços que ser mulher e feminista nos dias de hoje representa, sem deixar de falar das delícias, por isso é também uma celebração. No total, são 22 cenas inspiradas pelos 22 arcanos maiores do tarô, porém somente oito delas serão apresentadas por sessão. Essas cenas serão selecionadas por um jogo de tarô com a seguinte pergunta: “Que peça de teatro a plateia de agora precisa assistir?” Sendo assim, a ausência de assuntos, de certa forma, também fala sobre eles.

Como na primeira temporada, a peça ganha um espaço, além dos palcos, onde haverá exposição de obras, especialmente criadas para o espetáculo, de cinco artistas. São elas: Beatriz Ghidalevich, Jessica Factor, Natalia Buell, Amanda Falcão e Mariana Rosa.

Temos os painéis de quatro metros, já conhecidos de quem foi assistir, é a união do trabalho de quatro jovens artistas feministas da Belas Artes, todas, em algum lugar de sua obra, abordam questões feministas. Elas se uniram e criaram os dois painéis, inspiradas pelos textos da peça. E a Mariana Rosa é atriz, começou a pintar influenciada pelo teatro, pelas cenas que queria viver nele. Seu trabalho é baseado, não só, pela forma física da mulher, mas pela forma abstrata do universo feminino, a aura intensa, a Mãe Terra, galhos, flores.

“Lugar de Escuta” conseguiu sua segunda temporada graças ao financiamento coletivo. Em tempos em que a cultura brasileira sofre com a falta de investimento, além da ausência de políticas públicas que fomentem o teatro, surge cada vez mais a necessidade das pessoas se unirem, a fim de discutirem sobre temas pertinentes ao que regem os valores humanos e culturais.

– Eu acredito que qualquer espetáculo teatral ajuda a desenvolver um pensamento crítico, o teatro é a comunhão das almas, é onde nos reconhecemos ou não, e isso já nos tira do lugar de conforto. Eu acho que peças como ‘Lugar de Escuta’ tem o diferencial de proporcionar, além dos mil questionamentos internos e externos, um espaço de cura. Cura de dores passadas, de assédios sofridos, de dificuldades de lidar com a competição feminina ensinada… ouvimos muita coisa nesse sentido da plateia. Infelizmente, o acesso ao teatro ainda é algo a ser pensado por todos nós artistas, por isso acredito que qualquer iniciativa independente deveria ser incentivada, principalmente pela classe, que sabe o quanto é difícil produzir alguma coisa sem incentivo fiscal nesse país – finaliza Fabiana.

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Lugar de Escuta

Com Ágata Matos, Fabiana Tolentino, Gabriela Medvedovski, Júlia Sanches, Letícia Soares, Lívia Graciano, Luisa Sabino, Luiza Borges Campos, Nani Porto e Pamella Machado

Teatro do Núcleo Experimental (Rua Barra Funda, 637 – Barra Funda, São Paulo)

Duração 70 minutos

05/02 até 27/03 (não haverá espetáculo nos dias 05/03 e 06/03 – Carnaval)

Terça e Quarta – 21h

$60

Classificação Livre

BORBOLETA AZUL

O drama escrito pelo dramaturgo Paulo Faria, que está em temporada no Teatro da Cia. Pessoal do Faroeste,  é ambientado em uma área rural do Brasil e traz elementos do romance O Estrangeiro, de Albert Camus, além de influências da obra de Guimarães Rosa.

Com abordagem sensível (e que dispensa as referências intelectuais), Paulo Faria conta a história de mãe e filha que moram em uma pensão decadente, em uma cidade ameaçada pela construção de uma usina. A mãe, a amarga Cora (interpretada pela atriz Juliana Fagundes), e a filha caçula, Belbelita (Thais Aguiar), além de clientes, esperam uma visita. Há 30 anos, a mãe vendeu seu primogênito para que ele enriquecesse e voltasse para buscá-las. Surge um misterioso hóspede (Beto Magnani),viajante interessado em comprar as terras próximas à futura hidrelétrica, que pode ser a chave para que elas possam deixar a cidade.

Intimista, poética e, ao mesmo tempo, melodramática, Borboleta Azul aborda o universo mítico do Brasil sertanejo.

A época é indefinita e a geografia, imprecisa; sabemos apenas que o lugarejo onde se encontra a pensão de Cora (Juliana Fagundes) e sua filha Belbelita (Thaís Aguiar) será inundado pelas águas de uma represa. Os demais moradores já partiram, mas as duas mulheres  permaneceram ali, à espera do retorno incerto de José, filho de Cora, vendido a estranhos quando tinha 8 anos. Nesses anos todos, Belbelita cultiva um jardim na solidão e esperança de que as flores atraiam borboletas azuis para sua coleção.

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Borboleta Azul

Com Beto Magnani, Juliana Fagundes e Thaís Aguiar

Cia. Pessoal do Faroeste (Rua do Triunfo, 305, Luz – São Paulo)

Duração 70 minutos

19/01 até 20/04

Sábado – 21h

Pague quanto puder

Classificação 14 anos

CHEGUEI VIVO AOS 30

Cheguei Vivo Aos 30 é o segundo show solo de stand up comedy do humorista André Santi. Neste show, que inicia temporada no Teatro MorumbiShopping dia 18 de janeiro, sexta-feira, às 23 horas, André conta algumas experiências e observações de sua vida e, como de costume, interage e improvisa muito com a plateia, além de apresentar músicas, marca registrada do humorista nos palcos.

O show dá sequência ao trabalho Não É Grande Coisa, que circula desde 2013 por todo o Brasil e por países como Japão, Austrália e Nova Zelândia.

André Santi é comediante stand up, youtuber, ator e músico. Hoje se destaca como um dos principais comediantes de Stand Up Comedy do circuito nacional e produz conteúdo na internet semanalmente. Com vídeos de diferentes estilos André possui mais de 50 milhões de visualizações em seu canal do YouTube e página do Facebook.

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Cheguei Vivo aos 30

Com André Santi

Teatro Morumbi Shopping – Morumbi Shopping (Av. Roque Petroni Júnior, 1089 – Jardim das Acacias, São Paulo)

Duração 70 minutos

18/01 até 29/03

Sexta – 23h59

$60

Classificação 14 anos

CONCERTANDO A BROADWAY

Canções clássicas de musicais da Broadway como Grease, Funny Girl, O Fantasma da Ópera, Os Miseráveis, Cats, Cantando na Chuva, Um Violinista no Telhado, Cabaret e A Noviça Rebelde ganham versões satíricas e irreverentes no espetáculo Concertando a Broadway, peça com roteiro e direção geral do pesquisador de teatro musical e dramaturgo Gerson Steves e direção musical de Claudio Goldman. Claudio também está em cena, acompanhado das atrizes Sady Medeiros e Muriel Aronchi e do pianista Hamilton de Oliveira. O espetáculo estreia dia 24 de janeiro e segue em temporada de apenas seis sessões, sempre às quintas-feiras, 20h, no Teatro Sérgio Cardoso (Sala Paschoal Carlos Magno).

Idealizado por Goldman e Steves, o espetáculo é composto por mais de 15 versões inéditas de canções extraídas de espetáculos da Broadway. A dupla conecta os números a esquetes sobre os bastidores do teatro musical no Brasil e no mundo, curiosidades da vida artística nos palcos e a trajetória de Claudio Goldman, cantor, compositor e músico, iniciado na vida artística desde os 7 anos. Nas versões, há fortes componentes de brasilidade e brincadeiras em cima das letras, não deixando de lado gírias e expressões com a cara do Brasil.

Gerson, responsável pela direção e dramaturgia, explica: “O gênero musical, no Brasil, nasce da paródia – ela é o grande barato do teatro musical brasileiro. Trazemos esse espírito irreverente para a peça, brincando também com o termo ‘concertar’, que se remete tanto à ideia de um concerto musical quanto a esses ajustes (e consertos) que propomos para que os números ganhassem uma cara mais brasileira”, diz o dramaturgo.

Os criadores do espetáculo apostam no seu alcance tanto para os amantes dos musicais quanto para quem não tem tanta familiaridade com o gênero. “Como as cenas se intercalam com as histórias que o elenco conta, o espetáculo se torna muito íntimo, próximo do público”, conta Gerson, complementando que tudo foi pensado em um formato indicado para toda a família.

As coreografias, assinadas pelas atrizes Sady Medeiros e Muriel Aronchi também vão no registro do bom-humor, confirmando o objetivo do espetáculo em subverter a estrutura do musical clássico da Broadway. “Os fãs  do gênero vão ter a oportunidade de assistir a um novo ponto de vista sobre o que estão habituados a ver. O espetáculo é composto por versões improváveis e malcomportadas para clássicos inesquecíveis”, completa.

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Concertando a Broadway

Com Claudio Goldman, Sady Medeiros e Muriel Aronchi

Teatro Sergio Cardoso – Sala Paschoal Carlos Magno (R. Rui Barbosa, 153 – Bela Vista, São Paulo)

Duração 70 minutos

24/01 até 28/02

Quinta – 20h

$40

Classificação Livre

À LA CARTE

Em temporada de 14 a 23 de fevereiro (quintas e sextas, às 20h; sábados, às 18h), na Oficina Cultural Oswald de Andrade, a Cia Fragmento de Dança estreia “À La Carte”, trabalho que resulta de três residências artísticas, propostas no projeto “Dança depoimento em contágio”, realizadas no Espaço Cultural Casa da Vila, na Oficina Cultural Oswald de Andrade e no Coletivo Calcâneo, que se desdobraram numa emersão no Kasulo Espaço de Cultura e Arte, sede da companhia, com parte dos envolvidos. A entrada é gratuita.

A pesquisa parte do interesse em discutir o depoimento e a experiência de alteridade na construção da cena. Espaços privados e públicos se atritam para fazer perceber o que se produz a partir da relação eu-outro, como reconhecer o que nos é estrangeiro e o que se deseja produzir a partir desses encontros. Como disparadora, traz a questão “É possível estarmos juntos?”

Composto de entrada, prato principal e sobremesa, “À La Carte” se baseia em depoimentos pessoais, imagens e memórias de infância,  relações e proposições grupais, temperadas com uma pitada de política, e convida o público a escolher o que será degustado em forma de dança. Um processo de criação, inevitavelmente, passa por memórias; nos remetemos a nós mesmos em alguma atuação ou construção de um personagem. Para mim, depois de todas as pesquisas feitas, o que diferencia na dança depoimento ou no teatro do real ou no cinema documentário, não é o processo de criação, mas o pensamento disso como linguagem que acontece por meio do pacto com o público; a partir de como esse pacto é firmado, a relação muda e vai diferenciar a própria dramaturgia e a recepção do espectador”,considera Vanessa Macedo, diretora da Fragmento de Dança.

Concebido e dirigido por Vanessa Macedo, o trabalho traz 14 artistas em cena, cinco integrantes que compõem o elenco atual da Cia Fragmento de Dança – Chico Rosa, Diego Hazan, Letícia Mantovani, Maitê Molnar e Vinicius Francês -, e outros nove convidados – Ana Clara Poltronieri, Cristiano Saraiva, Gabriela Branco, Gervásio Braz, Joelma Souza, Júlia Lima, Larissa Pretti, Rafael Barzagli e Thainá Souza. A iluminação é de André Prado e Daise Neves assina o figurino.

O projeto “Dança Depoimento em Contágio” foi contemplado pela 24ª Edição do Programa de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo.

À La Carte

Com Ana Clara Poltronieri, Chico Rosa, Cristiano Saraiva, Diego Hazan, Gabriela Branco, Gervásio Braz, Joelma Souza, Júlia Lima, Larissa Pretti, Letícia Mantovani, Maitê Molnar, Rafael Barzagli, Thainá Souza e Vinicius Francês

Oficina Cultural Oswald de Andrade (Rua Três Rios, 363 – Bom Retiro, São Paulo)

Duração 70 minutos

14 a 23/02

Quinta e Sexta – 20h, Sábado – 18h

Entrada gratuita (distribuição 1h antes do horário da apresentação)

Classificação 14 anos

MANSA

Depois de estrear no Rio de Janeiro integrando a programação do festival Cena Brasil Internacional em junho de 2018 no CCBB Rio, Mansa, com dramaturgia de André Felipe e direção de Diogo Liberano, desembarca em São Paulo e estreia no Viga Espaço Cênico – sala Viga, no dia 8 de fevereiro. A temporada segue até 31 de março, com sessões às sextas e aos sábados, às 21h; e aos domingos, às 19h.

Na trama, Amanda Mirásci e Nina Frosi interpretam duas irmãs que, após anos de abuso em cárcere privado, matam o pai e enterram seu corpo nos fundos da casa. Mais do que apresentar um mero crime, a peça busca investigar a origem da violência contra a mulher.

Seguindo o jogo proposto pela dramaturgia, as atrizes dão vida a diferentes personagens e, como detetives ou arqueólogas, vão progressivamente desenterrando uma história silenciada, deixada na terra e perdida no tempo. Os personagens – todos eles masculinos – observam o drama das irmãs por diferentes ângulos, anunciando um constante processo de “amansamento” feminino. A montagem chama atenção para inúmeros crimes praticados contra as mulheres e que não recebem a devida punição, naturalizando a violência contra elas em nossa sociedade contemporânea.

A dramaturgia é construída por meio de fragmentos que se estendem por vários tempos, desde a infância das duas irmãs, passando pela adolescência, até o ato do crime e momentos posteriores a ele: julgamento, prisão e futuro. O terreno onde o corpo do pai foi enterrado é o espaço que une as cenas passadas, presentes e futuras, ganhando contornos que extrapolam uma única narrativa e abrindo aos espectadores o mesmo desafio: como afirmar algo sobre uma história que não é contada por suas vítimas, mas quase sempre por seus violentadores?

A encenação de Diogo Liberano buscou construir, junto à direção de movimento de Natássia Vello, uma dramaturgia corporal que apresenta diversos momentos da vida dessas irmãs. Por meio de uma relação de encaixe e desencaixe, a dramaturgia se relaciona com tais movimentos buscando abrir perguntas sobre os fatos narrados pelos personagens masculinos e a realidade vivida e sentida pelas mulheres que foram emudecidas. A trilha sonora original de Rodrigo Marçal, o cenário e os figurinos de André Vechi e a iluminação de Livs Ataíde visam, de modos variados, encontrar e completar uma história que foi esquecida e silenciada.

O autor André Felipe partiu de referências sugeridas pelo diretor e pelas atrizes para criar a dramaturgia original. Uma das origens da investigação foi a clássica dramaturgia “Antígona” do grego Sófocles. “O embate vivido entre as irmãs Antígona e Ismênia: uma querendo tomar uma decisão que desafiaria o Estado e causaria a sua morte e a outra amedrontada em realizar uma ação considerada indevida para uma mulher naquela época”, comenta Liberano sobre o processo de pesquisa que também incluiu estudos filosóficos e filmes sobre penitenciárias e instituições de confinamento.

Tínhamos o desejo de falar do confinamento e da instituição prisão modelando e domesticando o corpo da mulher”, acrescenta o encenador. O nome do espetáculo foi uma sugestão do dramaturgo a partir do poema “Uma mulher limpa”, do livro “Um Útero é do Tamanho de Um Punho”, da escritora Angélica Freitas (que segue transcrito abaixo):

porque uma mulher boa

é uma mulher limpa

e se ela é uma mulher limpa

ela é uma mulher boa

há milhões, milhões de anos

pôs-se sobre duas patas

a mulher era braba e suja

braba e suja e ladrava

porque uma mulher braba

não é uma mulher boa

e uma mulher boa

é uma mulher limpa

há milhões, milhões de anos

pôs-se sobre duas patas

não ladra mais, é mansa

é mansa e boa e limpa

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Mansa

Com Amanda Mirásci e Nina Frosi

Viga Espaço Cênico – Sala Viga (Rua Capote Valente, 1323 – Pinheiros, São Paulo)

Duração 70 minutos

08/02 até 31/03

Sexta e Sábado – 21h, Domingo – 19h

$40

Classificação 16 anos

RAPSÓDIA – O MUSICAL

O espetáculo “Rapsódia – O Musical” estreia temporada no Teatro Serrador (RJ). Com uma pegada que promete agradar aos fãs de Rocky Horror ou Sweeney Todd, o revival de Rapsódia – O Musical estreia dia 10 de janeiro e fica até 16 de fevereiro com sessões às quintas, sextas e sábados, às 19h30.

Apresentado pela primeira vez em 2013, o espetáculo da Cerejeira Produções, volta aos palcos repaginado. Com novas canções e direção, ele ganhou um ar mais contemporâneo.

Pode se dizer que quem assistiu o Rapsódia no passado vai viver uma nova experiência, bem mais sangrenta. No revival, haverá muito sangue no palco, mas não é para se enganar, o musical conta com muito humor e músicas divertidas – diz Mau Alves, que assina o texto e direção.

A história é contada por Pátrio (Hugo Kerth), um jovem sonhador que viaja para a cidade de Rapsódia a convite do seu primo mais velho, Jeremias (Mau Alves), que é dono de uma fábrica de sabonetes. Lá, ele conhece Rubi (Joana Mendes), Coné (Gustavo Klein) e Catarina (Julia Morganti), funcionários bem excêntricos do seu primo. Ao longo da história, Pátrio descobre um porão abandonado que esconde um segredo bem macabro.

No elenco ainda estão Anna Claudiah Vidal, Camila Matoso, a drag Velma Real, Isabela Quadros, Malu Cordioli, Clara da Costa, César Viggiani, Robson Lima e Vitor Lima.

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Rapsódia – o Musical

Com Mau Alves, Julia Morganti, Gustavo Klein, Hugo Kerth, Joana Mendes, Anna Claudiah Vidal, Camila Matoso, a drag Velma Real, Isabela Quadros, Malu Cordioli, Clara da Costa, César Viggiani, Robson Lima e Vitor Lima

Teatro Serrador (R. Sen. Dantas, 13 – Centro, Rio de Janeiro)

Duração 70 minutos

10/01 até 16/02

Quinta, Sexta e Sábado – 19h30

$40

Classificação 16 anos