A FALECIDA

Eloísa Vitz, que já dirigiu 5 peças de Nelson Rodrigues, volta ao dramaturgo com a história de Zulmira, uma mulher obcecada pela ideia da própria morte e que planeja  um enterro de luxo para compensar sua vida suburbana. 

Comemorando 17 anos, o Grupo Gattu voltou à bem sucedida pesquisa das obras de Nelson Rodrigues e estreou, em junho o espetáculo “A FALECIDA”.   O sucesso da temporada traz de volta em agosto a peça aos palcos do Teatro do Sol, em espetáculos gratuitos aos sábados e domingos, até o final de setembro.

As outras incursões do Grupo Gattu ao universo rodrigueano lhes renderam o convite para os festivais Ibero Americano de Teatro (com “Viúva, porém honesta”, em 2009, e “Boca de Ouro”, em 2011), de Curitiba (“Dorotéia”, em 2010) e São José dos Campos (“A Serpente”, em 2012), além de figurarem entre os melhores espetáculos em cartaz na cidade de São Paulo pela Revista Bravo e Revista Veja.

“A FALECIDA” é uma obra ousada, emocionante e cheia de humor mordaz. Assombrada pela moral e fascinada por uma ideia fixa de morte purificadora, Zulmira percorre funerárias planejando seu próprio enterro com pompas e cerimônias. A fim de se igualar a castidade de sua prima, desafia sua família e contraria seu marido, um homem desempregado e igualmente fanático, mas por futebol.

Esta montagem foi contemplada com a “IV Edição do Prêmio Zé Renato de Teatro para a cidade de São Paulo”. O Grupo Gattu  sentiu-se honrado com este prêmio da Secretaria Municipal de Cultura que contempla trabalhos cujas pesquisas são referências para a cultura do país. “Seguimos com orgulho o trabalho de elevar a memória do nosso maior dramaturgo trazendo aos palcos sua obra repleta de humor cáustico, provocação e sensualidade” comemora Eloísa Vitz, que também é a mulher que mais dirigiu espetáculos de Nelson Rodrigues no Brasil.

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A Falecida
Com Eloisa Vitz, Miriam Jardim, Daniel Gonzales, Laura Vidotto, Mariana Fidelis, Lilian Peres, Rodrigo Vicenzo e Jailton Nunes.
Ator convidado: Darson Ribeiro
Teatro do Sol (Rua Damiana da Cunha, 413 – Santana, São Paulo)
Duração 80 minutos
05/08 até 30/09
Sábado – 21h; Domingo – 19h
Entrada gratuita ( bilheteria abre uma hora antes do espetáculo)
Classificação 16 anos

 

UNIVERSO CASUO GRAND ESPECTACLE DU CIRQUE

Um dos palhaços mais famosos do Brasil e do mundo, Marcos Casuo, se apresenta pela primeira vez no Teatro J. Safra e em curtíssima temporada, com apresentações apenas nos dias 15 e 16 de julho, sábado e domingo respectivamente.

Marcos e sua trupe sobem ao palco com o espetáculo Universo Casuo Grand Espectacle du Cirque, um show que promete encantar o público com um visual moderno, onde a história é contada através de extraordinárias performances circenses na companhia de uma banda ao vivo, que executa uma trilha sonora criada por Charlie Dennard, um dos colaboradores do Cirque du Soleil.

O projeto é idealizado por Marcos Casuo, o único brasileiro a ser protagonista do espetáculo Alegria, do Cirque du Soleil. Esse show é a realização de um grande sonho do ator palhaço, que sempre quis montar um espetáculo nacional desse nível. Unindo toda a sua experiência adquirida com o Cirque, resolveu juntar música, performance, humor e poesia em um único espetáculo.

Sobre Universo Casuo Grand Espectacle du Cirque

No Universo Casuo, é contada a história de um mundo paralelo, um lugar mágico onde tudo é possível. Nele, o personagem Jean Francua, o Clown, percebe que a Terra, o Planeta Azul que antigamente esbanjava cores, hoje está desbotada. Clown resolve encarar a missão de resgatar todos os sonhos, fantasias e assim, trazer as cores de volta ao mundo.

 Sobre Marcos Casuo

Marcos começou a sua carreira no “Grande Circo Popular do Brasil”, onde foi malabarista, acrobata, coreógrafo, produtor e palhaço, durante nove anos. Em 2001, foi selecionado em uma audição pelo Cirque du Soleil e passou a atuar no picadeiro mais famoso do mundo. Primeiramente entrou como acrobata, mas logo o seu talento para o humor falou mais alto e se tornou uma das principais atrações do circo, o palhaço Casuo.

Durante os sete anos em que fez parte da equipe do Cirque, Casuo não somente foi protagonista do espetáculo “Alegria”, como também criou cinco performances para o show que são usadas até hoje.

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Universo Casuo Grand Espectacle du Cirque.
Com Marcos Casuo e grande elenco
Teatro J. Safra (Rua Josef Kryss, 318 – Barra Funda – São Paulo)
Duração 80 minutos
15 e 16/07
Sábado – 21h. Domingo – 19h
$40/$100
Classificação Livre

 

SE FOSSE FÁCIL, NÃO TERIA GRAÇA

Inspirado no livro Um palhaço na boca do vulcão (Editora Grua), de Nando Bolognesi, a primeira sit down tragedy narra, sempre com muito bom humor, a trajetória do autor/interprete, que conta como aprendeu a conviver com as limitações impostas por uma doença degenerativa, progressiva, incurável e com potencial incapacitante.

O ator mescla um relato engraçado, humano e comovente sobre como podemos transformar dificuldades, limites e crises em alegrias, desafios e realizações com diversas reflexões sobre a vida, a morte, nosso lugar no universo e nossa relação com a alteridade.

Se fosse fácil, não teria graça nos faz rir e chorar ao mesmo tempo e nos convida a uma série de reflexões sobre nosso modo de estar no mundo.

Nando Bolognesi nasceu em Maio de 1968. Aos vinte e um anos ficou sabendo que sofria de Esclerose Múltipla. Formou-se em economia na USP, história na PUC, se casou, adotou um filho e resolveu dar uma virada na própria vida ao ingressar na concorridíssima Escola de Arte Dramática EAD-ECA-USP.

Transformou-se no palhaço Comendador Nelson. Atuou por quatro anos nos Doutores da Alegria; fez parte, por dez anos, do elenco de palhaços improvisadores do espetáculo Jogando no Quintal, criou, atuou e dirigiu os projetos Fantásticos Frenéticos – palhaços em hospitais psiquiátricos e Cidadão Clown – Palhaço e cidadania.

No cinema participou do elenco dos filmes Bicho de sete Cabeças de Lais Bodanzky e Carandiru de Hector Babenco.

No teatro trabalhou com diretores como Celso Frateschi, Elias Andreato, José Rubens Siqueira, William Pereira e Cristiane Paoli Quito.

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Se Fosse Fácil, Não Teria Graça
Com Nando Bolognesi
Teatro Tucarena (Rua Monte Alegre, 1024 – Perdizes, São Paulo)
Duração 80 minutos
01 até 30/07
Sexta e Sábado – 21h; Domingo – 18h
$60
Classificação 14 anos

 

AMIGAS, PERO NO MUCHO

A irreverente comédia “Amigas, Pero no Mucho”, de Célia Regina Forte, reestreia dia 1º de julho no Teatro Folha. Com direção de José Possi Neto,  esta temporada será realizada em comemoração dos 10 anos da estreia da primeira montagem. No elenco estão os atores Elias Andreato, Jonathas Joba, Leandro Luna e Nilton Bicudo.

Em fevereiro de 2007, “Amigas, Pero no Mucho” estreava no Teatro Renaissance inaugurando o horário da meia-noite. O sucesso foi tão grande, que por cinco anos percorreu vários teatros de São Paulo, com temporada também no Rio de Janeiro. Ganhou montagem baiana, com apresentações em várias capitais do Nordeste e Angola. Seu texto foi traduzido para o espanhol, alemão e inglês.

Mais de 200 mil pessoas riram com as incríveis situações criadas pela jornalista Célia Regina Forte sobre quatro mulheres da nossa época – interpretadas por quatro atores – que tentam dar conta de tudo: do cotidiano, do corpo, da mente, do trabalho, da família e da amizade, causando inusitadas situações típicas do universo feminino.

Com direção de José Possi Neto e composição musical de Miguel Briamonte, essa epopeia se dá através do encontro de quatro amigas em uma tarde de sábado, onde todas – ou quase todas – as roupas sujas são lavadas por elas. Com humor cáustico, ironia e irreverência, elas falam sobre suas dissimulações, devaneios e loucuras.

Quatro mulheres bem-sucedidas – ou nem sempre – comuns e sofisticadas que numa única tarde fazem revelações que as surpreendem e envolvem o público que tem lotado todos os teatros por onde elas passam. Mulheres que se amam e se odeiam ao mesmo tempo. Amigas, enfim.

AMIGAS PERO NO MUCHO 1 - DNG

 

Amigas, Pero No Mucho
Com Elias Andreato, Jonathas Joba, Leandro Luna e Nilton Bicudo. Participação de Rodolfo Schwenger ao piano e narração.
Teatro Folha – Shopping Pátio Higienópolis (Av. Higienópolis, 618 – Higienópolis, São Paulo)
Duração 80 minutos
01/07 até 27/08
Sexta – 21h30; Sábado e Domingo – 20h
$50/$70
Classificação 14 anos

AS MONA LISAS

A comédia deslavada, As Mona Lisas,  que está em cartaz há 13 anos, está de volta e faz curta temporada  no Teatro Augusta, de 10 de junho a  29 de julho, sempre aos sábados, 22h30.

Com texto de Wilson Coca e direção de Sebastião Apolônio, o público vai se divertir com a história de três “gays hilários”Kaká (Cássio Valero) um Cabeleireiro, Mark (Alexandre Luz) um bancário, e Haroldo (Raul Mesquita) um figurinista de TV que dividem um apartamento onde tudo, mas tudo mesmo pode acontecer…. Tem, ainda, a Luiza (Viviane Esteves), que se apaixona por Klaus (Márcio Marinello), um rapaz que é mimado pelos três gays.

O tumulto se instala quando dona Ravena, mãe de Kaká, que desconhece a homossexualidade do filho, vai visitá-lo.

As Mona Lisas tem, também, uma responsabilidade social: com muito humor, apela para a perigosa dengue, zika e contra o preconceito.

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As Mona Lisas
Com Cássio Valero, Alexandre Luz, Raul Mesquita, Viviane Esteves e Márcio Marinello
Teatro Augusta (Rua Augusta, 943 – Cerqueira César, São Paulo)
Duração 80 minutos
10/06 a 29/07
Sábado – 22h30.
$60
Classificação 14 anos

 

DE CIMA DO MUNDO EU VI O TEMPO

A Banda Mais Bonita da Cidade faz o show de lançamento do CD De Cima do Mundo eu Vi o Tempo, terceiro disco de estúdio do quinteto curitibano formado por Uyara Torrente (voz), Luís Bourscheidt (bateria), Marano (baixo), Vinícius Nisi (teclados) e Thiago Ramalho (guitarra).

A proposta sonora do terceiro álbum de estúdio traz influências de percussões indígenas, com letras que propõe uma reflexão sobre a passagem de tempo, a existência, as relações humanas e suas consequências. No repertório, as novas Inverno (Alexandre França), Ela e o Dela (Ian Ramil),Souvenir (Ian Ramil), A Pé (Thiago Ramalho), Trovoa (Maurício Pereira), A Geada (Alexandre França e Octávio Camargo), Bandarra (Tibério Azul), A Dois (Los Porongas)e Tempo (Versos Que Compomos Na Estrada). Os hits da carreira, como Oração, Uma Atriz e Canção Pra Não Voltar também estão no set list.

Formada em 2009, em Curitiba, Banda Mais Bonita da Cidade ganhou projeção nacional pela viralização do vídeo Oração. O grupo gravou o disco A Banda Mais Bonita da Cidade  (2011), o EP Canções Que Vão Morrer No Ar (2012), o disco O Mais Feliz da Vida  (2013), o DVD Ao Vivo no Cine Jóia (2016) e agora seu terceiro disco de estúdio: De Cima do Mundo Eu Vi o Tempo (2017).

De Cima do Mundo eu Vi o Tempo
Com A Banda Mais Bonita da Cidade
Teatro Porto Seguro (Alameda Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 80 minutos
29/08
Terça – 21h
$80/$120
Classificação Livre

SILVA CANTA MARISA

O cantor, multi-instrumentista e produtor Silva, de Vitória-ES, apresenta as canções do álbum Silva Canta Marisa (2016), com interpretações de músicas de Marisa Monte.

O disco é uma leitura do artista para o repertório da cantora, com arranjos inéditos que trazem o eletrônico-pop-minimalista do capixaba.

Canções consagradas de Marisa, como Ainda Lembro, Infinito Particular e O Bonde do Dom, estão garantidas no show, ao lado de Noturna (Nada de Novo na Noite), parceria entre os artistas.

Silva Canta Marisa
Com Silva
Teatro Porto Seguro (Alameda Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 80 minutos
22/08
Terça – 21h
$60/$80
Classificação Livre