CHUVA DE ANJOS

Teatro Kaus Cia Experimental realiza a leitura da peça CHUVA DE ANJOS, texto inédito do dramaturgo argentino Santiago Serrano, no dia 28 de fevereiro, quarta-feira, às 20h, na OFICINA CULTURAL OSWALD DE ANDRADE (instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, gerenciada pela Poiesis), com entrada franca. A leitura tem direção de Reginaldo Nascimento e reúne as atrizes Amália Pereira e Vera Monteiro.

Escrita em 2007, CHUVA DE ANJOS propõe uma reflexão sobre a solidão e o individualismo nas grandes cidades. A peça apresenta um diálogo improvável entre duas mulheres rodeadas de edifícios altos de onde se atiram alguns suicidas. Enquanto cada personagem se torna o cenário de sua própria tragédia, os males da contemporaneidade são apontados em um jogo de claro-escuro, de palavra e silêncio, de presença e ausência, e de caídas metafóricas.

Em um mundo louco, muitas vezes, a morte pode ser o ato mais vital. Em CHUVA DE ANJOS, duas mulheres velhas são testemunhas de uma sociedade em plena caída”, afirma o autor Santiago Serrano. “A peça tem um humor negro e um voo poético”, finaliza o autor.

Evento faz parte do projeto Teatro Kaus – Da América Latina À Espanha – Dez Anos de Dramaturgia Hispânica, contemplado pela 30ª Edição do Programa de Fomento ao Teatro para a cidade de São Paulo da Secretaria Municipal de Cultura. Durante o projeto serão realizadas mais quatro leituras de peças, uma do dramaturgo cubano Reinaldo Montero e três do dramaturgo espanhol Esteve Soler, além de ciclo de debates, espetáculos e a publicação de um livro.

 Santiago Serrano - foto 1 Claudio Castro

Chuva de Anjos
Com Amália Pereira e Vera Monteiro
Oficina Cultural Oswald de Andrade (Rua Três Rios, 363 – Bom Retiro, São Paulo)
Duração 80 minutos
28/02
Quarta – 20h
Entrada gratuita
Classificação 14 anos

60 ANOS DE BOSSA NOVA

Theatro NET São Paulo recebe no dia 1º de março, quinta-feira, às 21 horas, Wilson Simoninha em apresentação única. O show faz parte do projeto 60 anos de Bossa Nova, que presta uma grande homenagem ao movimento musical,  derivado do samba, mas com forte influência do jazz.

No final dos anos 1950, a cumplicidade entre os músicos que se reuniam nas noitadas cariocas e desabafavam as histórias de amor fez surgir essa que é considerada uma das mais belas expressões musicais brasileiras.

Entre os músicos estavam João Gilberto, Tom Jobim e Vinicius de Moraes que, juntos de outros compositores da época, consagraram sucessos como Balanço Zona Sul, Lobo bobo, Eu e a Brisa, Samba do Avião que estão no repertório do show de Simoninha.

Sobre Simoninha

Músico, intérprete, compositor e produtor, Wilson Simoninha sempre esteve acompanhado pela música. Em mais de vinte anos de carreira, integrou produções de artistas consagrados como Jorge Ben Jor e Wilson Simonal; foi vocalista da banda Suíte Combo; trabalhou em edições do Free Jazz Festival e Hollywood Rock; participou de projetos especiais como “João Marcello Bôscolli & Cia”, “Artistas Reunidos”, “Nêgo”, “100 Anos de Gonzagão”, entre outros; foi diretor artístico da gravadora Trama; lançou em carreira solo – 5 CDs e 2 DVDs; além de idealizar, ao lado de seu irmão Max de Castro, o projeto “O Baile do Simonal” (CD, DVD e Show).

Em sua trajetória, também fez a direção musical do longa-metragem “Por Trás do Pano”, criou e dirigiu o espetáculo “Soul do Brasil”, que reuniu artistas de diversas gerações do universo da música negra brasileira, e foi diretor musical dos shows “Heranças” e “O Canto das Mulheres Negras”, em homenagem ao Dia da Consciência Negra. Desde 2002, Simoninha vem fazendo diversas turnês internacionais em países como Alemanha, Inglaterra, Portugal, Japão, Suíça, Holanda, Bélgica, França e Itália.

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Simoninha – 60 anos de Bossa Nova
Com Simoninha
Theatro NET São Paulo – Shopping Vila Olímpia (Rua Olimpíadas, 360 – Vila Olímpia, São Paulo)
Duração 80 minutos
01/03
Quinta – 21h
$90/$120
Classificação 12 anos

DR – DISCUTINDO A RELAÇÃO

Dirigida por Cris Nicollotti, a peça “DR – Discutindo a relação” estreia em São Paulo, em curta temporada no Teatro UMC, Vila Leopoldina, dia 16 de fevereiro, 21h.

Com texto de Thíago Uriart, dramaturgia nasceu de situações vividas e presenciadas pelo autor que também atua ao lado da atriz Sharon Barros. A trama se desenvolve levando para a cena problemas comuns entre um casal que estão juntos a cinco anos.

Discutindo a Relação leva o casal (Théo e Luiza) a buscar terapia para tentar resolver seus problemas conjugais, mas o que era para ajudar acaba transformando a vida desses dois em uma verdadeira guerra dos sexos! Sem pudor, os dois avaliam sua vida sexual, dificuldade em lidar com os amigos do parceiro, falta de comunicação, afinidades, egoísmo, ciúmes, mágoas acumuladas ao longo do tempo e todos os ingredientes sempre presentes em qualquer relação.

Há uma imediata identificação entre o público e as questões ali apresentadas, muitas risadas, momentos descontraídos e interação com a plateia. O espetáculo propõe similaridade e empatia ao público ao vivenciar em cena os questionamentos, as brigas e o amor tórrido e especial que casais da vida real vivem diariamente.”  Sharon Barros

Há dois anos em cartaz, montagem estreou em abril de 2016 no Rio de Janeiro e já circulou por diversas cidades do interior fluminense, Minas Gerais e grande São Paulo.

Casais brigam sempre, mas não se desgrudam, não abrem mão da companhia um do outro, como também não abrem mão de uma boa briga. O espetáculo faz uma análise comportamental de diversos casais, que brigam como cães e gatos, mas sabem que no fundo são essenciais na vida um do outro.Thíago Uriart

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DR – Discutindo a relação
Com Thíago Uriart e Sharon Barros
Teatro UMC – Campus Villa Lobos (Av. Imperatriz Leopoldina, 550 – Vila Leopoldina, São Paulo)
Duração 80 minutos
16/02 até 02/03
Sexta – 21h
$50
Classificação 14 anos

ELZA SOARES EM “A MULHER DO FIM DO MUNDO”

Elza Soares apresenta repertório do CD A Mulher do Fim do Mundo como Coração do MarFirmeza?!, Benedita e Maria da Vila Matilde. O trabalho une poesia, samba, MPB e temáticas sobre a violência contra a mulher e o racismo.Também estão no roteiro da apresentação sucessos de sua trajetória, como Malandro, A Carne e Volta por Cima.

Vencedor do Grammy Latino na categoria de melhor álbum de música popular brasileira, o aclamado A Mulher do Fim do Mundo é o primeiro disco de inéditas da carreira de seis décadas de Elza Soares. O álbum rendeu prêmios no festival de NYC em Julho deste ano.

Elza Soares em “A Mulher do Fim do Mundo”
Com Elza Soares
Teatro Porto Seguro (Alameda Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 80 minutos
20/03
Terça – 21h
$140/$180
Classificação Livre

FREJAT EM VOZ E VIOLÃO

No lugar da guitarra e da energia rock’n’roll que o acompanha há anos, Frejat sobe ao palco apenas com sua voz e violão. No repertório, um passeio pelos sucessos de sua trajetória artística, e também por músicas de artistas que ele sempre gostou de ouvir.

Entre os sucessos estão SegredosAmor Pra RecomeçarHomem Não ChoraO Poeta Está VivoPor Você e Todo Amor que Houver Nessa Vida. E também canções de compositores que o artista admira como Trocando em Miúdos (Chico Buarque e Francis Hime) e Carpinteiro do Universo (Raul Seixas e Marcelo Nova).

Frejat em Voz e Violão
Com Frejat
Teatro Porto Seguro (Alameda Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 80 minutos
13/03
Terça – 21h
$160/$200
Classificação Livre

MARIA ALCINA EM “ESPÍRITO DE TUDO”

Assim que foi revelada no Festival Internacional da Canção com a emblemática Fio Maravilha, em 1972, Maria Alcina foi contratada para gravar seu primeiro disco e uma das músicas escolhidas foi Mamãe Coragem, de Caetano Veloso e Torquato Neto. Desde então o compositor baiano passou a fazer parte do repertório da cantora que em 2017 gravou o CD Espírito de Tudo, no qual revisita todas as fases da carreira do compositor Caetano Veloso.

Produzido por Thiago Marques Luiz, todas as décadas de Caetano estão presentes nas dez músicas que integram o álbum. Três delas – A Cor Amarela (2009), Rock’n’Raul (2000) e Rocks (2006) – até então tinham sido gravadas somente pelo compositor. O repertório inclui, ainda, A Voz do Morto (1968), Fora da Ordem (1991), Língua (1984), O Estrangeiro (1989), Os Mais Doces Bárbaros (1976) e Tropicália (1968).

Maria Alcina em Espírito de Tudo
Com Maria Alcina
Teatro Porto Seguro (Alameda Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 80 minutos
13/02
Terça – 21h
$30/$50
Classificação Livre

EIGENGRAU, NO ESCURO

A palavra que dá título à peça tem origem germânica e se refere à cor vista pelos olhos na completa escuridão.  Metaforicamente, é nesse espaço que parece não ter luz ou saídas que se encontram os personagens Carol, Marcos, Rosa e Tomás Gordo na tentativa de entendimento de seus afetos, paixões e posicionamentos diante da vida.

Rosa acredita em tudo, do amor verdadeiro à numerologia. Ela aluga um quarto no pequeno apartamento de Carol, uma engajada ativista que luta contra a opressão da sociedade dominada pelos homens. Marcos aposta no poder do marketing – na vida pessoal e profissional. Ele, por sua vez, divide seu espaçoso imóvel com Tomás Gordo, que está vivendo um luto que parece não ter fim. Em uma cidade grande e massacrante, procurar pela pessoa certa e por um lugar no mundo pode levar esses quatro jovens a caminhos inesperados e, por vezes, sombrios.

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Eigengrau, No Escuro
Com Andrea Dupré, Daniel Tavares, Renata Calmon e Tiago Real.
Teatro Porto Seguro (Alameda Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 80 minutos
28/02 até 29/03
Quarta e Quinta – 21h
$40/$50
Classificação 16 anos