MIL MULHERES E UMA NOITE

Depois de uma temporada de estreia com ingressos esgotados em todas as sessões, o espetáculo Mil Mulheres e Uma Noite volta em cartaz de 2 a 30 de junho, com sessões às sexta-feira (às 21h) e sábado (às 20h), na Oficina Cultural Oswald de Andrade. Os ingressos são gratuitos.

Primeira montagem adulta do Grupo As Meninas do Conto, com direção de Eric Nowinski e dramaturgia de Cassiano Sydow Quilici, a peça tem como ponto de partida o livro As Mil e Uma Noites traduzida diretamente do árabe para o português por Mamed Mustafa Jarouche.

A proposta é fazer ecoar a voz de Sheerazade, – que, para entreter o rei e salvar a própria vida, não se cansa de contar histórias – uma mulher que enfrenta a tirania dos homens com a potência das histórias. A perspectiva feminina é a força motriz para a dramaturgia.Na peça, a voz dessa mulher é multiplicada pelas vozes femininas que compõem o grupo de sete atrizes. A dramaturgia sobrepõe as narrativas do livro a notícias contemporâneas de opressão feminina.

O livro contém fábulas de terror, piedade, amor, ódio, medos, paixões desenfreadas, atitudes generosas e de comportamentos cruéis, delicadas e brutais. A obra, de tradição oral árabe e persa, foi escolhida por ser uma referência universalmente reconhecida de difusão de contos populares. “É um livro de tradição oral com histórias milenares dos mais variados gêneros, e ao cruzarmos com histórias de opressão feminina exercitamos o processo de educação e transformação, que é a função do conto, em sua essência. O ato de parar para ouvir, exercitar a imaginação e se colocar no ponto de vista do outro”, diz a atriz Simone Grande.

O diretor Eric Nowinski conta que o grupo fez a primeira interface da obra d’As Mil e Uma Noites com recortes de jornal. “Ao abrirmos os jornais, revistas, sites e outros veículos de comunicação nos deparamos diariamente com notícias sobre abuso, injustiça e violência de gênero. É preciso seguir dando voz às mulheres. E não existe na tradição oral mundial imagem mais emblemática do que a de Sheerazade, noite após noite, seduzindo o sultão Sharyar por meio de narrativas fantásticas que percorrem os mais variados gêneros; e esta imagem é ainda mais universal quando entendida como diálogo entre o feminino e o masculino, entre o oprimido e o opressor,” explica.

Em tempos de avanço das tecnologias de comunicação estamos perdendo os momentos de compartilhamento que a prática de leitura em voz alta pode trazer. Este tipo de leitura mobiliza não apenas a fala, mas também o corpo e a relação com os demais participantes, gerando um espaço para a construção de subjetividades,” analisa o Eric Nowinski.

Contemplado com a 4 ª edição Prêmio Zé Renato da Cidade de São Paulo em 2016, o espetáculo circulou por 4 bibliotecas municipais, cumpriu temporada em abril na Oficina Cultural Oswald de Andrade, além de promover leituras encenadas de episódios da obra que não constam da adaptação teatral.

Proposta de encenação

Com direção musical de Fernanda Maia e direção de movimento e coreografias de Letícia Doreto, um coro costura musicalmente as narrativas e conduz o público pelo espaço cênico percorrendo os diferentes espaços onde ocorrerão as histórias. Uma abertura musical contextualiza a plateia com a história de Sheerazade, de onde se desdobram as outras narrativas.

O coro funciona como um personagem, que tem a função de permear as cenas individuais com outras texturas sonoras, ambientação musical e diferentes composições espaciais. Instrumentos musicais como o darbuka, de tradição árabe, remete o ouvinte rapidamente a essa cultura. Outros, como o pandeiro, promovem um elo entre a música do oriente médio e do Brasil tornando possível revelar as influências árabes na cultura brasileira.

Também a iluminação tem função cenográfica. Na medida em que as histórias estarão instaladas em diferentes espaços cênicos, a luz, tanto quanto a ambientação de cada espaço é um importante índice de remissão a um espaço-tempo mítico situado entre o fantástico e o maravilhoso, universo proposto pelas narrativas e fábulas originais e o contemporâneo expresso em elementos da condição feminina , que reverberam em diferentes culturas e diferentes momentos históricos.

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Ficha Técnica:

Dramaturgia: Grupo As Meninas do Conto, em colaboração com Cassiano Sydow Quilici. Direção: Eric Nowinski. Atrizes: Danielle Barros, Helena Castro, Lilian de Lima, Lívia Salles, Norma Gabriel, Silvia Suzy e Simone Grande. Musicista: Ana Rodrigues. Direção de arte: Yumi Sakate. Direção Musical e Preparação Vocal: Fernanda Maia. Preparação Corporal, Direção de Movimento e Coreografia: Letícia Doreto. Desenho de Luz: Eric Nowinski. Assistente de direção de arte e contrarregagem: Diego Dac. Operação de luz: Gabriela Araújo. Designer: Aida Cassiano. Fotografia: Júlia Chequer. Edição de áudio: DNAudio. Captação e edição audiovisual: Bruta Flor Filmes. Assessoria de imprensa: Adriana Balsanelli. Produção: Joice Portes. Adminstração: Regiane Moraes.

 

Serviço:

MIL MULHERES E UMA NOITE .  De 02 a 30 de junho – Sextas-feiras às 21h e sábados, às 20h. Duração: 80 minutos. Classificação etária: 14 anos. Capacidade:  35 lugares.  Ingressos: Grátis (Distribuição de ingressos a partir de  1 hora antes da apresentação). OFICINA CULTURAL OSWALD DE ANDRADE – Rua Três Rios, 363 – Bom Retiro, São Paulo

CINEPIANO

O músico Tony Berchmans, acompanhado de seu piano, apresenta no Teatro Porto Seguro um repertório que funciona como trilha sonora para o filme “O Médico e o Monstro”, clássico do cinema mudo de 1920.

O espetáculo Cinepiano roda o mundo desde 2013, com apresentações em teatros, museus, espaços culturais e festivais, como o NattJazz da Noruega e o Rossi Aperto de Pisa (Itália).

FICHA TÉCNICA

Diretor / Pianista: Tony Berchmans
Projecionista: Alex Brasil
Produtora: Dany Neves
Técnico de Áudio: Rafael Pacheco
Produtor Executivo: Davi Amarante

 

SERVIÇO

Teatro Porto Seguro (Al. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos – São Paulo.)
Gênero: Cinema/Música
Duração: 80 minutos
Classificação Etária: 14 anos
Terça, 25 de julho, às 21h
INGRESSOS

Plateia: R$ 40,00 | R$ 20,00 (meia-entrada)
Balcão: R$ 30,00 | R$ 15,00 (meia-entrada)
Frisas: R$ 30,00 | R$ 15,00 (meia-entrada

RENATO GODÁ E MIRANDA KASSIN – AO VIVO

Renato Godá e Miranda Kassin se juntam para show inédito no Teatro Porto Seguro. Amigos de longa data e admiradores do trabalho autoral um do outro, o novo show nasceu de encontros caseiros, com jams montadas na companhia de outros amigos músicos.

No repertório do show de estreia da turnê, sucessos da discografia dos dois artistas. A cantora Miranda Kassin tem suas raízes fincadas no Soul e na MPB. Há anos, roda o Brasil com o show ILove Amy, acompanhada da banda No No No’s. Em 2012, lançou seu primeiro disco,Aurora, com sucessos como “Pobre Menina”, “Terceiro Sinal”e “Seis Dias Sem Sono”.

Renato Godá despontou na cena musical no fim de 2009, ganhando projeção nacional e internacional com seus dois discos, Canções Para Embalar Marujos (2010) e Eu Não Mereço Seu Amor (2014). “Longe Eu Vou” e “Você Não É Um Anjo” são músicas de Godá que integram o repertório.

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SERVIÇO

Teatro Porto Seguro (Al. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos – São Paulo.)
Gênero: MPB/Jazz
Duração: 80 minutos
Classificação Etária: Livre
Terça, 18 de julho, às 21h
INGRESSOS

Plateia: R$ 40,00 | R$ 20,00 (meia-entrada)
Balcão: R$ 30,00 | R$ 15,00 (meia-entrada)
Frisas: R$ 30,00 | R$ 15,00 (meia-entrada)

O GRANDE AMOR DA MINHA VIDA

O Grande Amor da Minha Vida conta com muito humor, romantismo, dúvidas e incertezas, a história de amor de Maria Helena e Luis Eduardo. Como uma palestra, o casal apresenta um manual bem-humorado que nos mostra os caminhos para encontrar o grande amor, e não desperdiçar essa oportunidade, que eles acreditam ser única na vida.

Como se comportar no primeiro encontro? O primeiro ano de namoro? Como viver uma grande cena de amor? Como enfrentar os problemas que podem surgir? Os encontros e desencontros, as diferenças de gostos, a incompatibilidade de gênios, a primeira grande briga, os planos para o futuro, fidelidade e traição, o fim do amor…O fim? Sim, o fim!

Com clichês que fogem do lugar comum e alternando entre a comédia e o drama, sempre com muito humor, João Falcão nos surpreende com um final nada surpreendente. Não existe final feliz, pois não existe fim para o grande amor de nossas vidas.

 

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FICHA TÉCNICA

Elenco: Marcello Melo Jr. e Tatyane Goulart
Direção: Pedro Vasconcelos
Autores: Guel Arraes, João Falcão e Karina Falcão
Direção de Produção: Léo Fuchs e Mauro Lemos

Produção e Administração: Claudio Juarez
Produção Executiva: Daniele Nascimento
Tec. De Som/Vídeo: Rodrigo Barom

 

SERVIÇO

Teatro Porto Seguro (Al. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos – São Paulo)

Estreia 07 de junho

Gênero: Comédia Romântica
Duração: 80 minutos
Classificação Etária: 12 anos
Quartas e quintas, às 21h

INGRESSOS

Plateia: R$ 70,00 | R$ 35,00 (meia-entrada)
Balcão: R$ 50,00 | R$ 25,00 (meia-entrada)
Frisas: R$ 50,00 | R$ 25,00 (meia-entrada)

LILI MARLENE

Lili Marlene” é um musical pop rock que utiliza a performance e as novas tecnologias para contar a história do Lili.

“O” Lili, como gostava de ser chamado, é o neto de Marlene, uma atriz hollywoodiana dos anos 30. Rejeitado pelo pai na infância, foge de sua casa em Berlim aos 13 anos de idade. Aos 18, morando em Paris, fazia sucesso nos palcos dublando sua avó, sem que ninguém soubesse do seu parentesco. Aos 30 se tornou sacerdote de uma religião quando morava nos Estados Unidos. Anos mais tarde, já afastado da igreja ele nos faz um relato de sua saga.

Lili Marlene é o primeiro musical autoral da dupla Haten & Cortada. Com texto e letras de Fause Haten, música e arranjos de André Cortada, materializa um projeto antigo da dupla de escrever musicais.

Durante o ano de 2016, Fause mergulhou num processo de pesquisa de material e múltiplas linguagens. Intensificou sua pesquisa de corpo onde o risco iminente e o desconforto corporal são usados pra potencializar as emoções do artista e dos personagens. Criando texto, personagens e performances a partir dos temas que rondavam seu imaginário, foi dando forma a um universo dramatúrgico.

Numa primeira fase trabalhou os textos numa escrita tradicional.

Numa segunda fase, trabalhou naquilo que intitula “escrita em cena”, onde com os personagens na cabeça, fazia performances de improviso para recolher textos e sensações a partir da relação imediata com o público.

Algumas dessas performances aconteceram na Galeria Mezanino e na Fábrica do Dr. F. dentro do projeto #ForadaModa no Sesc Ipiranga.

Com todo o material escrito e organizado, Fause reuniu sua banda sob o comando de André Cortada e partiram para as composições e os arranjos musicais.

Nesse momento surgia o roteiro e os personagens, que antes tinham casos isolados, passaram a se relacionar e as suas historias foram se interligando e criando um fio condutor.

Nasceu Lili Marlene!

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LILI MARLENE

TEATRO EVA HERZ (168 lugares)

Livraria Cultura – Conjunto Nacional

Avenida Paulista, 2073 – Bela Vista

Bilheteria: 3170-4059 / www.teatroevaherz.com.br

Terça a sábado, das 14h às 21h. Domingos das 12h às 19h. Formas de Pagamento: Dinheiro / Cartões de débito – Visa Electron e Redeshop / Cartões de crédito – Amex, Visa, Mastercard, Dinners e Hipecard. Não aceita cheque.

Vendas: www.ingressorapido.com.br

Terça e Quarta às 21h

Ingressos:

R$ 60

Duração: 80 minutos

Recomendação: 14 anos

Estreia dia 16 de Maio de 2017

Curta Temporada: até 28 de Junho

Ficha técnica:

Direção, Texto e Letras: Fause Haten

Elenco: Fause Haten, Andre Cortada, Gabriel Conti, Marcos Magaldi e Raphael Coelho (alternante)

Músicas, Direção musical e Arranjos: André Cortada

Direção de movimento: Luis Ferron

Assistente de direção: Richard Luiz

Iluminação: Caetano Vilela

Figurino e Cenário: Fause Haten

Fotos, vídeos, direção de fotografia e Arte: Paulo Cabral

Edição de vídeos: Carlos Amorim

Assessoria em vídeo cenário: André Hã

Consultoria dramatúrgica: Claudia Hamra

Assessoria de imprensa: Morente Forte

Produção Executiva: Anna Abe

Direção de Produção: Henrique Mariano

O EMPRÉSTIMO

A comédia “O Empréstimo”, de Jordi Galceran, prorroga temporada no Teatro Folha até 25 de junho. No elenco os atores André Mattos e Leonardo Miggiorin, sob a direção de Isser Korik.

A peça traz situações hilárias que beiram o absurdo. Tudo acontece na sala do gerente de um banco, quando atende um homem desesperado em obter um empréstimo absolutamente necessário para seguir com a sua vida. O possível cliente não tem garantias nem propriedades. Oferece apenas a sua palavra de honra para o banco, o que coloca o gerente em uma situação delicada. O resultado deste conflito é um dinâmico e engraçado diálogo, que leva as personagens a um caminho inesperado, contagiando o espectador do início ao final do espetáculo.

O homem desconhecido usará todas suas possíveis cartadas para conseguir o empréstimo, cujas intenções nada ortodoxas levam o gerente ao desespero.

O texto “El Crédito” (O Empréstimo) é do famoso autor de “O Método Grönholm”, já encenado no Brasil com o ator Lázaro Ramos. O diretor Isser Korik diz que o texto “O Empréstimo” lhe chamou a atenção pela atualidade da história. A crise econômica no Brasil como em todo o mundo tornou comum a necessidade de, em algum momento, as pessoas solicitarem empréstimos a uma instituição financeira. Mas o que na peça surpreende é o argumento que o cliente encontra para convencer o gerente a conceder os recursos.

“El Crédito” faz sucesso por onde passa e já pode ser considerada uma das peças de Galceran com maior número de montagens. O texto já foi encenado na Espanha (Madri, Barcelona, Galícia, País Basco, Valença), Hungria, Itália, Áustria, Alemanha, Grécia, Turquia, Bulgária, Estônia, Suíça, Polônia, Romênia, Finlândia, Peru, Chile, Costa Rica, Venezuela, Colômbia, Porto Rico, Argentina, Uruguai, México e Estados Unidos. O texto foi publicado pela Ediciones Antígona

Isser Korik conta que a encenação dá total foco aos atores e ao texto. “Temos um texto muito bem escrito e excelentes atores. Não há necessidade de muitos recursos de cenário ou qualquer efeito visual. O mais importante é desenvolver o jogo na atuação de André Mattos e Leonardo Miggiorin. Eles são atores de gerações diferentes e cada um carrega influências diversas. Cada um tem seu estilo e por isso decidi trabalhar com este contraste, inclusive energético”, explica.

O ator André Mattos conta que se interessou pelo projeto imediatamente após a leitura do texto. “Gosto porque é comédia bastante contemporânea. O texto mostra o conflito entre o indivíduo e a instituição financeira. Antigamente a palavra era valorizada. Hoje a palavra não vale nada. Minha personagem não é o banqueiro, é um homem que tem o poder de tomar decisões. Mas ele está amarrado a uma série de regulamentos que determinam e limitam o seu poder”, comenta o ator que atualmente mora em Los Angeles e voltou ao Brasil especialmente para fazer “O Empréstimo”; gravar “Belaventura”, próxima novela da TV Record; e divulgar quatro longas-metragens: “O Nome da Morte”, de Henrique Goldman; “Divórcio 190”, de Pedro Amorim; “Aconteceu na Quarta-feira”, de Domingos Oliveira; e “Ninguém Entra, Ninguém Sai”, de Hsu Chien.

Leonardo Miggiorin, que vive o cliente do banco, diz que encontra no texto todos os ingredientes para fazer uma comédia ágil e muito inteligente. “O início do texto apresenta uma situação engraçada. Depois a peça vai mostrando aspectos das personagens, como, as diferenças sociais e o sentimento de impotência do indivíduo diante da força institucional. Todas as informações vão entrando na peça para valorizar ainda mais o efeito cômico”, diz.

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FICHA TÉCNICA

Texto – Jordi Galceran

Tradução e direção– Isser Korik

Elenco – André Mattos e Leonardo Miggiorin

Cenografia e figurinos – Paula de Paoli

Cenotécnico – Wagner José de Almeida

Serralheria – Kalango

Trilha sonora composta – Jair Oliveira

Criação gráfica Lab 212

Fotografia – João Caldas

Equipe técnica – Jardim Cabine

Coordenação de produção  – Isabel Gomez

Assistente de produção – Pedro Pó

Administração – Isabel Gomez  e Pedro Pó

Assistentes de direção – Ian Soffredini e Mariana São João

Iluminação –  Isser Korik

Realização – Conteúdo Teatral

 

SERVIÇO: O EMPRÉSTIMO

Local: Teatro Folha

Temporada até: 25 de junho de 2017

Apresentações: sexta-feira, às 21h30; sábado, às 20h e 22h; domingo, às 20h.

Ingresso: R$40,00 (setor 2) e R$60,00 (setor 1)

Duração: 80 minutos

Classificação etária: 14 anos 

TEATRO FOLHA

Shopping Pátio Higienópolis – Av. Higienópolis, 618 / Terraço / tel.: (11) 3823-2323 – Televendas: (11) / 3823 2423 / 3823 2737 / 3823 2323 Site: www.teatrofolha.com.br

A FALECIDA

Comemorando 17 anos, o Grupo Gattu volta à bem sucedida pesquisa das obras de Nelson Rodrigues e estreia o espetáculo “A FALECIDA”,  no dia 25 de abril, às 21h, no Teatro do Sol, em Santana. As apresentações acontecem aos sábados e domingos e os ingressos são gratuitos.

 As outras incursões do Grupo Gattu ao universo rodrigueano lhes renderam o convite para os festivais Ibero Americano de Teatro (com “Viúva, porém honesta”, em 2009, e “Boca de Ouro”, em 2011), de Curitiba (“Dorotéia”, em 2010) e São José dos Campos (“A Serpente”, em 2012), além de figurarem entre os melhores espetáculos em cartaz na cidade de São Paulo pela Revista Bravo e Revista Veja.

“A FALECIDA” é uma obra ousada, emocionante e cheia de humor mordaz. Assombrada pela moral e fascinada por uma ideia fixa de morte purificadora, Zulmira percorre funerárias planejando seu próprio enterro com pompas e cerimônias. A fim de se igualar a castidade de sua prima, desafia sua família e contraria seu marido, um homem desempregado e igualmente fanático, mas por futebol.

Esta montagem foi contemplada com a “IV Edição do Prêmio Zé Renato de Teatro para a cidade de São Paulo”. O Grupo Gattu  sentiu-se honrado com este prêmio da Secretaria Municipal de Cultura que contempla trabalhos cujas pesquisas são referências para a cultura do país. “Seguimos com orgulho o trabalho de elevar a memória do nosso maior dramaturgo trazendo aos palcos sua obra repleta de humor cáustico, provocação e sensualidade” comemora Eloísa Vitz, que também é a mulher que mais dirigiu espetáculos de Nelson Rodrigues no Brasil. 

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A Falecida
Com Eloisa Vitz, Miriam Jardim, Daniel Gonzales, Laura Vidotto, Mariana Fidelis, Lilian Peres, Rodrigo Vicenzo e Jailton Nunes. Ator convidado: Darson Ribeiro
Teatro do Sol (Rua Damiana da Cunha, 413 – Santana, São Paulo)
Duração 80 minutos
25/04 até 25/06
Sábado – 21h; Domingo – 19h
Entrada gratuita
Classificação 16 anos
 
Texto: Nelson Rodrigues
Direção: Eloísa Vitz
Assistente de Direção: Miriam Jardim
Crédito das fotos: Claudinei Nakasone
Assessoria de Imprensa: Flavia Fusco Comunicação