SHREK – O MUSICAL TYA

O ogro mais querido de todos volta para São Paulo pra uma mais temporada no Teatro Novo na Vila Mariana, de 20 de outubro à 16 de dezembro, sábados às 16h e domingo às 15h. Shrek se junta a uma desajustada turma de contos de fadas para salvar a princesa Fiona.

O espetáculo  é uma realização e produção da Proscenium Cultural, com texto de David Lindsay Abaire, musicas de Jeanine Tesore, direção de Iremar Melo e versão brasileira de Felipe  Pirillo, a aventura reestreia a temporada paulistana trazendo alguns novos nomes no elenco, que é composto por 10 atores, cantores e bailarinos.

Shrek – O Musical Tya é uma Versão Brasileira, licenciado pela MTI Shows e Dreamworks – NY, do Aclamado Musical da Broadway e do filme vencedor do Oscar. O espetáculo tem uma  mensagem engraçada e emocionante para toda a família, um musical cantado ao vivo, com um cenário rotativo, grandes coreografias e um jogo de luz empolgante.

Sinopse:  
Era uma vez um pântano distante, onde vivia um ogro chamado Shrek. De repente, seu sossego é interrompido pela invasão de personagens de contos de fadas que foram banidos de seu reino pelo malvado Lorde Farquaad. Determinado a salvar o lar das pobres criaturas, e também o dele, Shrek faz um acordo com Farquaad e parte para resgatar a princesa Fiona. Resgatar a princesa pode não ser nada comparado com seu segredo profundo e sombrio.

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Shrek – O Musical TYA

Com Felipe Pirillo, Vanessa Scorsoni, Dyego Antonini, Victor Garbosa, Lucas Patch, Claudine  Madi, Bruno Belz, Jorge Alves, Fernanda Godoy e Felipe Cardoso

Teatro Novo (Av. Domingos de Morais 348 – Vila Mariana, São Paulo)

Duração 85 minutos

20/10 até 16/12

Sábado – 16h, Domingo – 15h

$50

Classificação Livre

PEDINDO BIS

A cantora e atriz Simone Gutierrez interpreta grandes ícones da música pop dos anos 1970 a 2000 com o show Pedindo Bis

Ao lado dos convidados especiais Graça Cunha e Junior Karrerah, promete ao público um show de glamour, energia e emoção envoltos em cenário e figurino encantadores, com direção Edu Berton.

No roteiro, I Have Nothing (Whitney Houston), Girls Just Wanna Have Fun (Cynd Lauper), Against All Odds (Phil Collins), entre outras.

Pedindo Bis

Com Simone Gutierrez

Teatro Porto Seguro (Alameda Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos, São Paulo)

Duração 85 minutos

23/10

Terça – 21h

$80/$100

Classificação 10 anos

O REI DA VELA

Símbolo do Movimento Antropofágico de Oswald de Andrade, O Rei da Vela ganhou em abril uma montagem hilária dos Parlapatões, em comemoração aos 27 anos da trupe. Com adaptação de Hugo Possolo e direção musical de Fernanda Maia, o 64º trabalho do grupo reestreia no Espaço Parlapatões, entre 26 de maio e 15 de julho, com sessões às sextas e sábados, às 21h, e aos domingos, às 19h.

O elenco é composto pelos atores: Hugo Possolo, Camila Turim, Alexandre Bamba, Nando Bolognesi, Fernanda Maia, Tadeu Pinheiro, Fernando Fecchio, Conrado Sardinha, Fernanda Zaborowsky, Renata Versolato, Daniel Lotoy.

A encenação enfatiza o caráter burlesco e festivo da obra, em clima de cabaré abrasileirado, com forte influência das linguagens do Teatro de Revista, do Circo e do Teatro Épico de Bertolt Brecht. “O Rei da Vela é também um projeto de encenação que recoloca o grupo diante da sua expressividade popular e cria um circo-teatro provocativo, desprendido do melodrama, para se lançar sobre um caráter épico que busca a festa e alegria como prova dos nove”, explica o diretor.

Como já é marca registrada dos Parlapatões, os atores saem de seus personagens e se comunicam diretamente com o público. Um narrador que representa o próprio Oswald (personagem do ator Nando Bolognesi), conduz a plateia pela poética do autor, deixando expostas algumas rubricas originais do texto e jogando com a narrativa.

O espetáculo narra a saga de Abelardo I (personagem de Hugo Possolo), um agiota inescrupuloso que ganhou muito dinheiro em vários segmentos, sobretudo comerciando velas em um país atrasado, onde a energia elétrica ficou tão cara que a população já não consegue mais pagar por ela. Ao lado de seu empregado-pupilo Abelardo II, ele se aproveita da crise econômica para emprestar dinheiro, com juros altíssimos, para o povo faminto.

Abelardo I tem um casamento convenientemente negociado com Heloísa de Lesbos (personagem de Camila Turin), filha de uma família falida e tradicional de latifundiários do café. Submisso ao capital internacional, o protagonista está disposto a fazer qualquer tipo de negócio com os americanos, sem pensar nas consequências dessas transações. Esse sistema de exploração que ele ajudou a construir acabará deglutindo-o no último ato da peça, quando ele é substituído por seu fiel criado.

A trama consegue traçar mais do que uma linha de tempo da transformação da sociedade brasileira no início do século passado – de um Brasil medieval e colonizado para um país urbano, dominado pelo capitalismo e pretensamente liberto. Ela perfaz um arco dramático que escancara as intenções sociais e políticas das personagens que percorrem os três atos da peça para revelar os meandros da alma humana submetida aos jogos de dominação do poder”, acrescenta Possolo.

O novo olhar para o texto modernista, que mostra como a colonização sem limites, escravagista e patriarcal marcou a nossa cultura e o comportamento social, possibilita que pensemos melhor em nosso futuro como nação. Para isso, a trupe estudou a fundo os movimentos antropófago e tropicalista.

SINOPSE

Conhecido como o Rei da Vela, o inescrupuloso empresário Abelardo I aproveita-se da crise econômica no país para emprestar dinheiro para a população faminta com juros altíssimos. Ele se casou com Heloísa de Lesbos, filha de latifundiários falidos do café, só para se aproveitar do nome da família quatrocentona. Submisso ao capital estrangeiro, Abelardo I topa qualquer negócio com os americanos para aumentar seu lucro, mas ele será engolido pelo próprio sistema que ajudou a criar e substituído pelo seu capacho empregado Abelardo II.

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O Rei da Vela
Com Hugo Possolo, Camila Turim, Alexandre Bamba, Nando Bolognesi, Fernanda Maia, Tadeu Pinheiro, Fernando Fecchio, Conrado Sardinha, Fernanda Zaborowsky, Renata Versolato, Daniel Lotoy
Espaço Parlapatões (Praça Roosevelt,  158, Centro, São Paulo)
Duração 85 minutos
26/05 até 15/07
Sexta e Sábado – 21h, Domingo – 19h
$30/$40
Classificação 14 anos

TODA NUDEZ SERÁ CASTIGADA

Projeto idealizado pelo ator Leonardo Silva, Toda Nudez Será Castigada é a segunda montagem da Cia Lâmina de Teatro, que traz a obra de um dos maiores dramaturgos brasileiros, Nelson Rodrigues. Quando o dramaturgo se coloca como um “menino olhando pelo buraco da fechadura”, escancara a hipocrisia da sociedade brasileira.

No ano de 2018, um cenário de retrocesso parece se instaurar no mundo inteiro. No Brasil, as mesmas questões abordadas por Nelson em 1965 – ano que lançou a obra, são ainda presentes na sociedade e o discurso moralista, é, assustadoramente dissolvido para que de uma forma latente, se mantenha vivo.

Neste momento aonde muitos conceitos, ou quase todos, estão distorcidos, aonde o olhar para o outro é pouco genuíno, a proposta de olhar pelo “buraco da fechadura” pode não ser tão agradável, mas se conhecer através do outro é catártico e necessário. Esta é a proposta da Cia Lâmina de Teatro.

A peça tem como principal símbolo em cena, uma cama de casal, que configura, um lugar íntimo e na qual todos os tabus são questionados. A moral, ética, gênero, hierarquia social, a repressão do desejo e os vários julgamentos são postos à prova.

Utilizando-se dos conceitos das Técnicas do Teatro de Máscaras, o espetáculo traz uma linguagem cênica clássica-contemporânea, misturando conceitos do antigo teatro com os da Vanguarda Realista. Com jogos de corpo, voz e máscaras, cinco atores incorporam doze personagens e propõem um mergulho em nós mesmos e sugerem que repensemos constantemente este mundo.

Quem assina a direção é Carolina Guimarães e Vitor Moreno. Carolina é atriz, roteirista e diretora. Formou-se em Artes Cênicas pela UFOP, cursa MBA em cinema no LA Film Institute. Dentre os seus trabalhos estão os curtas A Última Peça, Renda-me, Eva – A Heroína saindo de Pandora e Mandacaru. Como assistente de direção ganhou prêmio de melhor curta-metragem e melhor roteiro no Festival de Cinema do Brasil pelo filme “Ménage à Trois” e “Reencontro”.  No teatro trabalhou com Marco Antônio Braz, Marcelo Marcus Fonseca e David Rock.

Vitor acumula no seu currículo mais de 30 montagens teatrais como ator ou produtor. Já trabalhou com grupos como Parlapatões, XPTO, Prosa dos Ventos, Brancalyone Produções e Baobá Produções. No cinema, possui 05 longas-metragens na carreira: “Circuito Interno”, “Jogo do Copo”, “Black and White”, “Finito” e “Offline”, sendo o último diretor e roteirista. Já trabalhou com diretores e atores consagrados como Fernando Meirelles, André Garolli, Dalton Vigh, Rui Cortez e Otavio Martins, tornando se hoje um especialista no Método Stanislavski.

SINOPSE

Patrício, o antagonista, inicia de forma inconsequente sua trama quando seu irmão, Herculano, fica viúvo. Na tentativa de desmoralizá-lo junto de seus familiares, Patrício apresenta a prostituta Geni ao irmão, e estes acabam tendo uma relação conturbada e repleta de sentimentos antagônicos. Após algumas reviravoltas, Herculano casa-se com Geni que acaba envolvendo-se com o filho do marido. Essa traição leva não só a dissolução de uma família aparentemente unida, mas também a morte da esposa e amante.

Serginho e Geni- foto por Vitor Moreno

Toda Nudez Será Castigada
Com Carolina Rossi, Felipe Moura, Leonardo Silva, Vitor Moreno e Raquel Cantanho
Viga Espaço Cênico (R. Capote Valente, 1323 – Pinheiros, São Paulo)
Duração 85 minutos
05/04 até 24/05
Quinta – 21h
$40
Classificação 14 anos

SUÍTE N°2

A quinta edição da MITsp – Mostra Internacional de Teatro de São Paulo terá sua abertura no Auditório Ibirapuera – Oscar Niemeyer com o espetáculo Suíte n°2, dirigido pelo francês Joris Lacoste, artista em foco desse ano. Segunda peça da série Enciclopédia da Fala, a pesquisa que o diretor vem realizando desde 2007 sobre as diferentes formas de oralidade combina literatura, teatro, artes visuais, música e poesia sonora.

Um coletivo de artistas multidisciplinares compila diversos gêneros de gravações de falas e as cataloga de acordo com especificidades como cadência, musicalidade, timbre, origem, saturação ou melodia e orquestra discursos que têm em comum produzir, cada qual ao seu modo, algum tipo de impacto no mundo.

O espetáculo é falado em diversas línguas: inglês, japonês, francês, árabe, holandês, alemão, português, espanhol, russo, croata, lingala, chinês, dinamarquês, sânscrito e urdu, e compreende de discursos de presidentes a áudios ditos em cabines de avião.

A ideia é questionar e submeter as palavras a um jogo de formas, repetindo-as seguidamente, cantando, falando muito rápido, até que seus sentidos ganhem novas ideias ou percam sua ideia original. As palavras se encontram pela primeira vez nas vozes de um quinteto de atores/cantores, com harmonias do compositor Pierre-Yves Macé.

A apresentação conta com interpretação na Língua Brasileira de Sinais (Libras)

Joris Lacoste

Joris Lacoste vive e trabalha em Paris. Escreve para teatro e rádio desde 1996 e realiza os próprios espetáculos desde 2003. Assinou 9 Lyriques Pour Actrice et Caisse Claire, no Laboratoires d’Aubervilliers, em 2005, e Purgatoire, no Théâtre National de la Colline, em 2007. De 2007 a 2009, foi codiretor dos Laboratoires d’Aubervilliers. Em 2004, lançou o projeto Hypnographie para investigar as funções artísticas da hipnose, resultando várias obras, como uma peça radiofônica, um espetáculo e uma performance.

Iniciou dois projetos coletivos, o projeto W, em 2004, e a Enciclopédia da Fala, em 2007. Em 2013, a Enciclopédia da Fala deu início a um ciclo de quatro suítes para coral, todas baseadas no mesmo princípio: a reprodução ao vivo das gravações extraídas do seu arquivo.

Suíte nº 2_ Foto de Bea Borges

Suíte n°2
Com Vladimir Kudryavtsev, Emmanuelle Lafon, Nuno Lucas, Barbara Matijevic, Olivier Normand
Auditório Ibirapuera – Oscar Niemeyer (Avenida Pedro Álvares Cabral, s/nº – Parque do Ibirapuera, São Paulo)
Duração 85 minutos
02 e 03/03
Sexta e Sábado – 21h
$30
Classificação 14 anos

MEMÓRIAS PÓSTUMAS DE BRÁS CUBAS

Após recente temporada de sucesso de crítica e público no Teatro Eva Herz, o solo cômico-musical Memórias Póstumas de Brás Cubas retorna aos palcos com duas sessões especiais no Teatro Sérgio Cardoso – Sala Paschoal Carlos Magno, nos dias 22 e 23 de novembro (quarta e quinta), às 20h.

O texto, adaptado pela diretora Regina Galdino e interpretado pelo ator Marcos Damigo, destaca a trajetória do anti-herói Brás Cubas, símbolo do homem burguês, sem escrúpulos e sem ética, que nos revela a continuidade de um comportamento oportunista que persiste no Brasil desde o século XIX.

O MUSICAL

Brás Cubas, o “defunto autor”, é um aristocrata medíocre, mas mesmo assim consegue, através do riso e da sedução, conquistar a empatia do público. Ele pertence a uma elite aventureira, dividida entre o desejo liberal e a prática escravocrata. A montagem traz uma visão moderna do romance baseada na carnavalização, salientando seu aspecto cômico-fantástico. A encenação realiza uma “conversa” entre quatro artes: o teatro, a literatura, a dança e a música, estas duas últimas especialmente ligadas à alma e à cultura brasileiras.

Em um solo vibrante, Marcos Damigo vive um Brás Cubas bem-humorado, irreverente, egoísta e amoral. Com uma narrativa não linear e fiel à obra original, o personagem dialoga com a plateia, canta, dança, discorre sobre seus envolvimentos amorosos e episódios de sua vida enquanto passeia pelas agruras da sociedade de seu tempo. “A recepção do público na temporada passada foi ótima: uma plateia muito jovem, evidentemente interessada pela obra por causa do vestibular, misturou-se a espectadores maduros, admiradores de Machado de Assis, e foi unânime o impacto causado pelo trabalho de Damigo, ator que está na plenitude do uso de seus recursos vocais e corporais para interpretar o imprevisível Brás Cubas, em cenas ora sérias, ora cômicas, ora fantásticas, ora musicais. Tanto na adaptação quanto na direção, minha concepção brechtiana – com destaque para os aspectos filosóficos da obra – exige do ator experiência, inteligência, despojamento e versatilidade, e Marcos Damigo está impressionante no papel do irônico defunto”, afirma Regina Galdino.

O monólogo traz à tona toda a atualidade deste livro genial de Machado de Assis, oferecendo ao público um olhar agudo sobre a sociedade brasileira do século XIX. A equipe conta com profissionais já conhecidos da cena paulistana: Damigo, que protagonizou Dom Casmurro em outra peça adaptada de Machado; o diretor musical e arranjador Pedro Paulo Bogossian; Mário Manga, que assina a música original; e Fábio Namatame na criação do figurino. Regina Galdino assinou e dirigiu, em 1998, uma montagem desta mesma adaptação da obra do célebre escritor carioca que repete a parceria de sucesso com Manga, Bogossian e Namatame. Interpretado por Cássio Scapin, o espetáculo recebeu vários prêmios e elogios da crítica.

Memórias Póstumas de Brás Cubas
Com Marcos Damigo
Teatro Sérgio Cardoso – Sala Paschoal Carlos Magno (R. Rui Barbosa, 153 – Bela Vista, São Paulo)
Duração 85 minutos
22 e 23/11
Quarta e Quinta – 20h
$50
Classificação 14 anos
 
*Dia 22/11 sessão com tradução em libras e 30 entradas gratuitas para deficientes auditivos.

HAMLET OU MORTE

De uma maneira irreverente, o grupo Os Trágicos se apropria do universo shakesperiano utilizando-se de recursos da época, como homens fazendo todos os papéis (inclusive os femininos), um palco Elisabetano (representando, em menor escala, o The Globe Theatre – teatro onde Shakespeare apresentava as suas peças) e toda beleza e poesia dos seus textos.

Em maio de 2014 o jovem grupo carioca Os Trágicos, formado por atores que se encontraram na faculdade da CAL, reuniu-se para ensaiar um esquete inspirado no texto adaptado “Hamlet em 15 Minutos“, do notável autor inglês Tom Stoppard. O trabalho foi inscrito no 4º FESTU-Rio com o título de “Hamlet em 10 Minutos”, por conta do tempo máximo permitido para as apresentações do festival. A participação proporcionou aos integrantes quatro premiações (esquete, figurino, cenário e ator). O esquete condensava a tragédia shakespeariana transformando a saga do príncipe dinamarquês em uma peripécia cênica de apenas 10 minutos, em que as cenas chaves da peça e os ditos mais famosos eram apresentados de forma a imprimir à encenação um caráter de velocidade, esta protagonista do nosso jogo.

O espetáculo “Hamlet ou Morte” é um mergulho na obra shakespeariana com o intuito de desenvolver o trabalho criado para o FESTU. A adaptação dramatúrgica se debruçou sobre outras peças shakespearianas – Medida por medida, Conto de Inverno Noite de reis, Como Gostares, Os dois cavalheiros de Verona e As alegres mulheres de Windsor – aperfeiçoando a dramaturgia já existente no esquete e explorando o histrionismo e a linguagem corporal da comédia.

Desta forma, foi possível construir uma encenação apostando na comicidade do autor elisabetano sem abrir mão de sua natureza poética que estabelece uma ligação entre o privado e o público, o íntimo e o popular, o secreto e o aberto, o cotidiano e o mágico. Como diz o encenador Peter Brook, um texto de Shakespeare traz para a cena indivíduos (personagens) que oferecem suas verdades mais íntimas para indivíduos (público) que povoam a plateia, para que juntos possam compartilhar uma experiência coletiva.

 

 

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Hamlet ou Morte
Com Diogo Fujimura, Gabriel Canella, Mathias Wunder, Pedro Sarmento e Yuri Ribeiro
Theatro NET Rio – Sala Paulo Pontes – Shopping Cidade Copacabana (Rua Siqueira Campos, 143 – Sobreloja – Copacabana, Rio de Janeiro)
Duração 85 minutos
01 a 19/09
Sexta e Sábado – 19h, Domingo – 20h, Segunda – 16h e 19h, Terça – 11h e 14h
$40
Classificação 12 anos