LOUCA TERAPIA

Guto e Will se conhecem e pouco tempo depois decidem morar juntos. Por terem vidas muito diferentes e comportamentos opostos logo surgem problemas na relação, então sem contar um para o outro eles decidem procurar terapia alternativa e acabam caindo nas mãos de dois farsantes que de terapeutas não tem nada. Os picaretas Jhon e Miguel ao invés de resolver as questões da relação acabam deixando o casal tão louco quanto eles.

CARMEN (1).png

Louca Terapia

Com Filipe Bertini, Ivo Ueter, Kainan Ferraz e Thiago Mantovani

Teatro Ruth Escobar – Sala Gil Vicente (Rua dos Ingleses, 209 – Bela Vista, São Paulo)

Duração 90 minutos

25/10 até 29/11

Quinta – 21h

$50

Classificação 14 anos

O LAGO DOS CISNES

Balé Teatro Guaíra (BTG) apresenta o espetáculo O Lago dos Cisnes, com direção e coreografia de Luiz Fernando Bongiovanni, nos dias 10 e 11 de novembro no Teatro Alfa. No palco, o público assistirá a performance de 23 bailarinos inspirada no folclore russo e germânico.

A montagem conta, com linguagem contemporânea, a história de amor entre o príncipe Siegfried e Odette, transformada em cisne por um bruxo. O Lago dos Cisnes tem direção de arte de William Pereira.  A história arquetípica de O Lago dos Cisnes, baseada originalmente em duas lendas medievais, fala do príncipe Siegfried, em uma terra distante, às vésperas das festividades de seu aniversário. Essa celebração marcará a passagem da juventude à vida adulta e, para isso, ele precisará escolher sua futura esposa. Todavia, tudo se altera quando o príncipe descobre seu grande amor por uma princesa aprisionada, na forma de um cisne, pelo feitiço de um mago tirano. O Lago dos Cisnes do Balé Guaíra é uma fábula a respeito da emancipação, um desejo manifesto em forma de dança, para que cada sujeito faça valer seu direito às próprias escolhas e para que elas sejam percebidas como necessidades fundamentais, e respeitadas a todo custo.

Em 1h30 de duração, a montagem – que estreou em junho deste ano no Guairão, em Curitiba – traz uma linguagem moderna para a coreografia clássica. De acordo com o coreógrafo Luiz Fernando Bongiovanni, há momentos de aproximação e afastamento da tradição. “Às vezes a tradição é pouco conectável com o mundo contemporâneo. Há uma série de pontos que criamos para nos aproximar do público, como o senso de humor e a interpretação dos bailarinos.

CARMEN (3)

Processo de criação inovador

O diretor, que foi bailarino e dançou O Lago, revisitou o folclore e fez uma pesquisa iconográfica. “Esse é um dos balés mais icônicos da história da dança. Ele evoca arquétipos que são conhecidos do público e as pessoas conseguem se ver na história”.

O processo de criação da coreografia também foi inovador, partindo de uma metodologia criada pelo diretor durante um mestrado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). De forma colaborativa, os bailarinos se tornaram criadores e segundo a “caligrafia” individual deles o elenco foi definido. Além disso, a partitura musical da obra de Tchaikovsky foi o guia para a montagem. “Fiz uma curadoria da obra toda e partir disso fizemos o encadeamento das cenas. Estamos conectados e articulados com a música”, diz.

“Nosso Lago tem protagonistas mais próximos do mundo contemporâneo, e mesmo que totalmente fantásticos, são – pelas frestas – mais críveis e verossímeis. De uma Rainha-mãe superprotetora e um Rothbart-vilão infantil e carente, até uma Odette-Odile sedutora e apaixonante e um Siegfried-herói por quem torcemos para que encontre forças e coloque em curso sua necessária revolução”, afirma o coreógrafo. Para Bongiovanni, “trabalhar um tema clássico pode ser a possibilidade de reinvenção, gênese de significados, de atualização dos mitos, a oportunidade de trazer para o momento presente questões atemporais, do indivíduo e do coletivo. As lendas que inspiraram essa história são cheias de reviravoltas e enigmas. Há aqui uma simbologia sobre o amadurecimento, a busca pela autonomia e formação da personalidade. Inicialmente Sigfried é dominado pela mãe, mas encontra no amor forças para seguir seu próprio caminho”, afirma Bongiovanni.

CARMEN (2)

Clássico fecha trilogia

Os ensaios para a apresentação começaram em fevereiro de 2018 e mais de 200 profissionais participam da montagem do espetáculo. Para Mônica Rischbieter, diretora-presidente do Centro Cultural Teatro Guaíra, O Lago dos Cisnes fecha uma trilogia, que se iniciou com Romeu e Julieta e Carmen. “A revisitação dos clássicos com uma linguagem moderna foi parte de um esforço conjunto para atrair o público mais jovem. Arrisco dizer que é o trabalho mais impressionante que já fizemos”, diz. Para o Balé Teatro Guaíra, a versão de O Lago dos Cisnes traz um valor inestimável. “Estamos falando de um grande clássico, o mais popular de todos os tempos, porém, recriado sob um ponto de vista atual. Trata-se de um encontro de dois importantes fatos que reafirmam o propósito desta companhia: tradição e contemporaneidade. É nisto que acredito e hoje me sinto feliz de poder juntamente com artistas e público apreciar a releitura contemporânea deste grande clássico”, completa Cintia Napoli, diretora do Balé Teatro Guaíra.

Segundo Cíntia Napoli, “os grandes clássicos têm uma potência muito grande porque tratam da existência humana. Trazendo-os para o nosso tempo, a gente consegue perceber o ser humano desde os seus primórdios. Vemos que ainda trazemos os mesmos conflitos e prazeres”.

O Lago dos Cisnes

Obra musical composta por Tchaikovsky em 1876, O Lago dos Cisnes foi encenado pela primeira vez no ano seguinte. Em seu aniversário de 21 anos, Siegfried precisa escolher uma esposa por ordem de sua mãe. Ele conhece Odette, uma princesa transformada em cisne pelo feiticeiro Von Rothbart, antagonista da história. O mago e sua filha, Odile, tentam separar o casal.

O Balé Teatro Guaíra

O Balé Teatro Guaíra foi criado em 1969 e é uma das principais companhias de balé do Brasil, com mais de 140 coreografias apresentadas e 23 bailarinos. Está sob a direção de Cíntia Napoli desde 2012.

CARMEN (1)

O Lago dos Cisnes

Teatro Alfa (Rua Bento Branco de Andrade Filho, 722 – Santo Amaro, São Paulo)

Duração 90 minutos

10 e 11/11

Sábado – 20h, Domingo – 18h

$80

Classificação Livre

A BELA E A FERA – O ESPETÁCULO MUSICAL

A Bela e a Fera – o Espetáculo Musical chega aos palcos do Theatro NET São Paulo de 26 a 28 de outubro, sexta a domingo, 20 horas. Baseado no conto de domínio público francês, a encenação leva para os palcos 50 integrantes, entre atores, bailarinos, cantores e músicos de orquestra, além de 200 figurinos, cenários grandiosos e projeções em vídeo mapping 3D, com tecnologia para interagir personagens e cenário.

O conto de fadas, escrito pelos Irmãos Grimm (Jacob e Wilhelm) em 1812, fala sobre a história de amor entre uma linda e inteligente jovem (Bela) e um príncipe que foi enfeitiçado e transformado em Fera. Bela vive em um vilarejo francês com seu pai, que é capturado e aprisionado pela Fera em seu castelo. A jovem consegue localizá-lo e se oferece para ficar no lugar dele. Sua bondade a faz enxergar o lado humano da Fera, por quem se apaixona perdidamente, quebrando o feitiço.

No elenco, o destaque é a atriz Flávia Mengar, intérprete da Bela, protagonista de outros importantes trabalhos teatrais, como a Dorothy, de O Mágico de Oz, e a Ariel, de A Pequena Sereia. Brunno Rizzo faz a direção. Figurinos assinados por Bruno de Oliveira, um dos mais respeitados profissionais brasileiros, inclusive por ter sido o responsável por vestir os artistas que participaram do show de abertura da Copa do Mundo, em 2014.

Dividida em dois atos, a apresentação tem uma hora e meia de duração. A turnê passará por cerca de 30 das maiores cidades do país atingindo um público estimado de 100.000 expectadores. Algumas das cidades serão: São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Salvador, Goiânia, Brasília, Ribeirão Preto, Campinas, Paulínia, Londrina, Maringa, Maceió, João Pessoa, Joinville, São José do Rio Preto, Sorocaba, Porto Alegre, Curitiba, Florianópolis, Natal, Fortaleza, Belo Horizonte, Juiz de Fora, entre outras.

CARMEN (1)

A Bela e A Fera – O Espetáculo Musical

Theatro NET São Paulo – Shopping Vila Olímpia (Rua Olimpíadas, 360 – Vila Olímpia, São Paulo)

Duração 90 minutos

26 a 28/10

Sexta, Sábado e Domingo – 20h (sessão extra – 27/10 – Sábado – 16h)

$75/$250

Classificação Livre

RÉQUIEM PARA O DESEJO

Companhia da Memória cria uma leitura contemporânea para o clássico Um Bonde Chamado Desejo, de Tennessee Williams (1911-1983), emRéquiem Para o Desejo, com dramaturgia de Alexandre Dal Farra e direção de Ruy Cortez. A peça estreia no dia 5 de outubro, no Sesc Ipiranga, onde segue em cartaz até 4 de novembro, com sessões às sextas e aos sábados às 21h, e aos domingos às 18h (uma apresentação extra acontece na quinta-feira, dia 1º de novembro, às 21h).

Essa releitura livre inverte completamente os papéis desempenhados pelos personagens no clássico norte-americano. Stella torna-se uma mulher extremamente dominadora que tortura constantemente sua irmã Blanche. Para isso, Stella conta com a ajuda de seu fracassado marido Stanley e do macho forte e dominador Mitch, pretendente da irmã.

A inversão é uma forma de repensar algumas dessas figuras, como o proletário másculo. Acho que há um declínio dessa figura, no entanto, a estrutura que dá sustentação para ela ainda não se desfez na sociedade, de maneira que ele simplesmente se vê incapacitado de encontrar outro caminho para encaminhar os seus desejos. Stella tampouco consegue lidar com tal situação. Blanche se introduz nesse ambiente menos estável do que o original. No entanto, as alterações e a instabilidade, longe de gerar possibilidade de mudança, tendem a tornar as relações ainda mais estagnadas”, conta o dramaturgo Alexandre Dal Farra.

Em um cenário de terra arrasada, essas figuras buscam maneiras de estruturar as suas relações, que quase sempre resultam em explosões e choques irracionais e sem explicação. A ideia é lançar um olhar negativo para as figuras e situações criadas por Williams para investigar onde e como se instauram as diversas relações de poder, controle e repressão em uma estrutura social contemporânea.

Com uma narrativa polifônica – que mostra o ponto de vista aprofundado dos personagens, a encenação toma como eixos temáticos principais as culturas do patriarcado (do machismo), do capitalismo (neoliberalismo), da misoginia, do racismo, do colonialismo (neocolonialismo), do sucesso (reconhecimento, espetáculo, celebridade, competição e meritocracia) e da violência.  “Creio que o espetáculo trate de um desejo que não encontra mais caminhos para ter vida, porque os caminhos de que se alimenta são autoritários e ele não consegue se estruturar de forma diversa com tanta facilidade”, revela Dal Farra.

Para fazer essa crítica à sociedade capitalista contemporânea, a encenação adota como referências os conceitos da graça e do destino trágico presentes nas obras do cineasta dinamarquês Lars von Tier (sobretudo em Ondas do Destino); e a manifestação da ideologia fascista e da violência contemporânea presentes nos filmes do diretor alemão Michael Haneke (em A Fita Branca e Violência Gratuita).

Assim como a obra original, a encenação parte de uma sobreposição de tempos-espaços narrativos: a casa branca – aristocrática, burguesa e latino-americana -, que é representada pela releitura de Alexandre Dal Farra; e a casa negra – presente na peça de Williams nas imagens do cabaré onde ecoa o piano blues e na residência da vizinha negra. Este segundo plano não ficcional é composto por uma intervenção poética e musical das cantoras/atrizes convidadas Roberta Estrela D’Alva (em vídeo) e Denise Assunção.

Pareceu-me fundamental abrir essa questão por meio do estudo das feministas negras e do filósofo camaronês Achille Mbembe, além da peça A Serpente, de Nelson Rodrigues, que fala da realidade brasileira. A Roberta fará uma intervenção poética em vídeo a partir do spoken word, sobre a presença do domínio da opressão dos corpos dentro da estrutura político-social humana. E a Denise vai cantar um repertório surpresa de canções piano blues, nas quais ressoam cantos negros de trabalho, de opressão, de dominação, de amor, de morte e de desejo”, revela o diretor Ruy Cortez.

O espetáculo é a terceira parte da Pentalogia do Feminino, um conjunto de peças concebidas por Ondina Clais e Ruy Cortez, sobre temas autônomos vistos sob a perspectiva do feminino.

CARMEN (2).png

Réquiem Para o Desejo

Com Gilda Nomacce, Jorge Emil, Marcos Suchara, Ondina Clais e Denise Assunção

Sesc Ipiranga (R. Bom Pastor, 822 – Ipiranga, São Paulo

Duração 90 minutos

05/10 até 04/11

Sexta e Sábado – 21h, Domingo e Feriado – 18h

$30 ($8 – credencial plena)

Classificação 16 anos

SENHORA DOS AFOGADOS

Dirigido por Jorge Farjalla, o espetáculo “Senhora dos Afogados”, texto de Nelson Rodrigues, estreia no XP Investimento no dia 05 de outubro, sexta, depois de uma temporada de sucesso no Teatro Porto Seguro em São Paulo no primeiro semestre.

O elenco traz Alexia DechampsJoao VittiKaren JunqueiraRafael VittiFrancisco Vitti (que fará uma dobradinha com Rafael durante a temporada), Letícia BirkheuerNadia BambirraJaqueline Farias e Du Machado.

“Senhora dos Afogados” faz parte da saga mítica rodriguiana assim intitulada pelo crítico Sábato Magaldi. Escrita em 1947, segue a linha de“Álbum de Família” (1945), “Anjo Negro” (1946) e “Dorotéia” (1949) e traz uma forte simbologia que se aproxima das tragédias gregas, em que os clãs familiares se entre-devoram num inferno de culpas desmedidas. O projeto desta montagem nasceu de um desejo de Letícia Birkheuer de que Farjalla a desconstruísse num papel de teatro.

Os Drummond, uma família de três séculos, com mulheres que se gabam da fidelidade conjugal, choram a morte por afogamento de Clarinha, uma das filhas de Dona Eduarda e Misael Drummond, e, ao mesmo tempo, prostitutas do cais do porto interrompem suas atividades para lamentar a impunidade do assassinato de uma das suas que morrera há dezenove anos.

Nesta encenação, Jorge Farjalla – depois da ousada e elogiada versão de “Dorotéia” com Rosamaria Murtinho e Letícia Spiller e de “Vou deixar de ser feliz por medo de ficar triste?”, com Paula Burlamaqui, Vitor Thiré e Yuri Ribeiro, um dos espetáculos mais falados deste ano no RJ – leva outra vez Nelson Rodrigues ao extremo contemporâneo e destaca a singularidade da religião em suas obras, em que o sagrado se alimenta do profano, teatralizando ainda mais, através dos signos e símbolos, revisitando a obra numa estética que comunga cenário, figurino, desenho de luz, som e música original, em um contexto singular aos olhos do teatro pós-moderno, riscando nesta montagem, mais uma vez, sua visão própria e original do texto com a marca arrojada e diferente que imprime nas encenações que dirige.

É uma montagem feita não pra chocar e sim pra refletir. A sociedade está indo para um lugar retrógrado, confundindo liberdade de expressão com exibicionismo. Não quero que o meu modo de ver ou olhar para a obra de Nelson seja rotulado ou criticado sem embasamento. Ao contrário, vamos pensar juntos; não consigo desassociar  religião e rito de sua odisseia mítica”, explica Farjalla.

Os atores vivem todos os personagens em cena, brincando com os arquétipos, para contar e narrar trajetória da família Drummond – nome que tem em seu significado “vindo do mar” – alguns assumindo os ‘vizinhos’, uma espécie de coro da tragédia grega, assim como seus próprios personagens, com sotaque local, pois a peça se passa em Recife, que é o mar da infância de Nelson, onde ele nasceu.

Um farol, sempre presente em cena, teatralmente representado como uma espécie de lamparina que o próprio ator-narrador executará em cena, é cenário para a religiosidade dos nativos que vivem no mar e emergem do mangue, para Iemanjá como símbolo de todo o contexto da obra, assim como as canções do cancioneiro popular da beira do rio e do mar, fazendo da encenação única e teatralmente cheia de signos e apresentando um Nelson trágico, profundo, íntimo, patético e absurdo.

Alexia Dechamps, que participou da encenação de “Dorotéia”, agora divide este segundo projeto com Farjalla assumindo a protagonista Dona Eduarda, junto com Karen Junqueira (Moema, irmã do Paulo), que estará fazendo Rita Cadillac no cinema, com estreia prevista para o segundo semestre. “Dois projetos com o mesmo autor e diretor, um trabalho de identidade de companhia, me colocando num lugar de risco do início ao fim, me provocando e instigando é algo que preciso celebrar. Certamente um momento único, feliz!”, comemora Alexia.

Já João Vitti e Rafael Vitti dividem pela primeira vez o palco e com personagens que remetem à vida real: pai e filho (Misael e o noivo, respectivamente) – que aqui no Rio ganha a dobradinha do Francisco com Rafael, durante a temporada. E um dos personagens masculinos será interpretado por Letícia Birkheuer, que viverá Paulo, filho do casal pescador, além de Du Machado, o vendedor de pentes. No elenco feminino também estão Nadia Bambirra (Dona Marianinha, a avó) e Jaqueline Farias, a prostituta morta, vizinha e outra prostituta do cais. Aqui vale uma observação: tanto os Vitti como Karen, Letícia e Nádia vivem pela primeira vez um texto de Nelson Rodrigues.

O cenário é assinado por José Dias e a trilha sonora por João Paulo Mendonça – ambos parceiros de Farjalla desde a montagem de “Paraíso AGORA! Ou Prata Palomares”, do roteiro do filme de André Faria, e “Dorotéia” – enquanto figurinos e adereços são de Jorge Farjalla em conjunto com Ana Castilho e a luz de Vladimir Freire e Jacson Inácio.

CARMEN (2)

Senhora dos Afogados

Com Alexia Dechamps, Joao Vitti, Karen Junqueira, Rafael Vitti, Francisco Vitti, Letícia Birkheuer, Nadia Bambirra, Jaqueline Farias e Du Machado

Teatro XP Investimentos – Jockey Club Brasileiro (Av. Bartolomeu Mitre, 1110 – Leblon, Rio de Janeiro)

Duração 90 minutos

05/10 até 25/11

Sexta e Sábado – 21h, Domingo – 19h

$60

Classificação 16 anos

CORAÇÃO SAFADO

Com texto de Ronaldo Ciambroni e direção de Kaká de Lyma, Coração Safado  é uma comédia de situação que entrelaça os personagens a partir de um transplante cardíaco. Está em cartaz todos os sábados, às 21 horas, no Teatro Santo Agostinho, até dia 03 de novembro.

Após sofrer infarto, Safira recebe a doação do coração de Danilo, um conquistador barato, que morreu de congestão com a amante na cama de um motel.

A partir daí, tem início uma série de situações e fatos inusitados e hilários entre os personagens (doador, transplantado, esposa e amante) e a confusão estará armada!

É diversão garantida ou seu coração de volta!

CARMEN

Coração Safado

Com Kaká de Lyma, Kátia Roberta, Rogério Moretto e Kamila Bielawski.

Teatro Santo Agostinho (Rua Apeninos, 118 – Liberdade, São Paulo)

Duração 90 minutos

15/09 até 03/11

Sábado – 21h

$50

Classificação 12 anos

ROD HANNA DISCO BROADWAY

O show Rod Hanna Disco Broadway, a ser apresentado no Theatro NET São Paulo dias 4 e 5 de outubro, quinta e sexta-feira, às 21 horas, mostra ao público os maiores hits da Broadway em ritmo de discoteca com versões criadas pelo grupo Rod Hanna, em atividade há mais de 30 anos.

O show traz números adaptados de musicais que fizeram muito sucesso na Broadway, como O Fantasma da Ópera e Summer – The Donna Summer Musical, ganhador de vários prêmios Tony.

Entre muitos outros destaques, o repertório também passa por canções do ABBA presentes em Mamma Mia!, como Gimme, Mamma Mia e Dancing Queen.

Sobre o Rod Hanna

Rod Hanna é uma banda brasileira especializada em disco music, com sete CDs e quatro DVDs de releituras e inéditas. Formada há 30 anos pelo duo Rodrigo Laguna e Nora Hanna, já tiveram parcerias com os grupos americanos de disco music A Taste of Honey e Boys Town Gang, além de parcerias com os brasileiros Kiko Zambianchi, As Frenéticas, Luiz Schiavon (RPM), Kiko Loureiro (Angra), Thomas Roth, DJ Memê e Tuta Aquino.

Seu primeiro CD, Rod Hanna, foi produzido por Kiko Zambianchi e trouxe nove faixas autorais e uma releitura de You´ve Got a Friend, de Carole King, que abriu caminho para o Xuxa Hits, principal espaço para artistas da onda dance na época.

Em 1996, gravam o segundo CD, Vinil, em que assumem declaradamente a influência dos anos 70. Gravam seu primeiro videoclipe, dirigido por Geraldo Santos e bem executado na MTV.Em 1999, lançam o CD e videoclipe Disco, já com os figurinos de época, cuja novidade e boa recepção repercutiram em matéria de cinco minutos com Zeca Camargo no Fantástico. Desde então, a febre do revival da disco se incumbiu de lotar a agenda da banda.

Na sequência, gravam seu CD ao vivo Disco Festa 1, o CD retrô futurista 2070 e o ao vivo Disco Festa 2, que traz a parceria com o DJ Memê em duas faixas, entre elas Heaven Knows. Em 2005 lançam o primeiro DVD, Rod Hanna com participação das Frenéticas e Kiko Zambianchi. A inédita Pra Você Voltar é destaque na MTV e o trabalho traz também Seguir Só, produzida por Memê e de autoria de Rodrigo Laguna.

Em 2009, lançam seu segundo DVD, enquanto viajam o Brasil com seu show, dirigido por Ricardo Fabio, músico e diretor de shows temáticos nos EUA. Desde 2009, também apresentam Mamma Mia – O Show, com o grupo inglês ABBA Magic. Em 2011, foi a vez de Rod Hanna On Broadway, e em 2014-2015, à turnê com o célebre grupo americano de disco music A Taste Of Honey.

Durante sua carreira, a banda manteve-se fiel ao seu estilo, fazendo diferentes produções como o musical de sucesso On Broadway e mais recentemente o show Disco in Concert, acompanhado por Orquestra.

Rod Hanna Disco Broadway

Com Rod Hanna

Theatro NET São Paulo – Shopping Vila Olímpia (Rua Olimpíadas, 360 – Vila Olímpia, São Paulo)

Duração 90 minutos

04 e 05/10

Quinta e Sexta – 21h

$150/$210

Classificação 12 anos