OTTO LARA RESENDE OU BONITINHA MAS ORDINÁRIA

Texto clássico do mais influente dramaturgo brasileiro, “Otto Lara Resende ou Bonitinha Mas Ordinária” ganha montagem dirigida pelo especialista na obra de Nelson Rodrigues, Luis Artur Nunes, no Teatro Augusta a partir de 01 de junho.

“Otto Lara Resende ou Bonitinha Mas Ordinária” está inserida na fase das “Tragédias Cariocas” na classificação da obra de Nelson Rodrigues pelo crítico Sábato Magaldi. Em enredo folhetinesco, Edgard, jovem pobre e ambicioso, recebe uma proposta irrecusável para subir na vida: Casar-se com a filha de seu patrão, o Dr. Werneck, um milionário devasso e amoral.

Edgard precisará revisar suas convicções, já que é apaixonado por sua vizinha Ritinha, uma moça pobre que faz de tudo para sustentar a mãe e as irmãs.

Atormentado moralmente pela frase “o mineiro só é solidário no câncer”, atribuída na peça ao escritor Otto Lara Resende, Edgard confronta sua ambição com seus princípios éticos”.

Repleto de pistas falsas e reviravoltas, o texto de Nelson Rodrigues surpreende pela atualidade, mais de 50 anos após ter sido escrito, evidenciando a fragilidade do caráter dos homens frente à obsessão pelo dinheiro e à submissão ao poder.

33992758_10216399972450592_5601533181082730496_n

Otto Lara Resende ou Bonitinha, mas Ordinária

Com Stella Portieri, Cal Titanero, Monique Hortolani, Josias Souza, Pedro Paulo Eva, Adão Filho, Emerson Natividade, Breno Villas Boas, Ângelo Aleixo, Victoria Blat, Taisa Pelosi, Carolina Rossi, Renata Souza, Rosa Piscioneri

Teatro Augusta (R. Augusta, 943 – Cerqueira César, São Paulo)

Duração 90 minutos

01/06 até 01/07

Sexta – 21h, Sábado – 19h e Domingo – 20h

$20

Classificação 14 anos

PATROA RICA, PODE

Patroa Rica, Pode!  Uma comédia investigativa que fará o público se divertir enquanto tenta descobrir o ou os culpados, estreia no Teatro Ruth Escobar, dia 27 de maio, às 19h30..

Estela, é uma jovem viúva que perdeu seu marido num estranho acidente de automóvel que, depois de muito tempo, fica esclarecido que o freio foi cortado, mas a história toma outro rumo e quando todos acham que o crime está solucionado, outro detalhe entra em cena… E tudo muda.  Entre os suspeitos estão o mordomo (sempre o mordomo!), o motorista, a amante e a própria Estela.

Copia_de_seguranca_de_PATROA RICA PODE flyer_jpg_LIMPA_Ruth.jpg

Patroa Rica, Pode!

Com Paulo Cesar Junior, Mayara Dornas, Diego Muras, Cris Affonso

Teatro Ruth Escobar – Sala Gil Vicente (Rua dos Ingleses, 209 – Bela Vista, São Paulo)

Duração 90 minutos

27/05 até 29/07

Domingo – 19h30

$60

Classificação 12 anos

COISAS ESTRANHAS ACONTECEM NESTA CASA

Sucesso absoluto de público, a comédia Coisas Estranhas Acontecem Nesta Casa, do jovem dramaturgo Pablo Diego Garcia, ganha uma nova temporada no Teatro Jaraguá, entre 16 de maio e 16 de agosto, com sessões às quartas e quintas-feiras, às 21h. A peça tem direção geral de Marcio Macena (diretor de Rita Lee, o musical e Pedras Azuis), co-direção de Marisa Orth e elenco formado pelo próprio Garcia, Bruno Sperança, Deo Patricio, Daniel Aguiar e Almir Martins.

Recheado de situações absurdas e hilárias, o espetáculo revela a reunião de cinco figuras excêntricas presas em uma mansão assombrada por segredos de um barão morto misteriosamente. A ideia é criar uma divertida reflexão sobre a diversidade, a família que podemos escolher, os monstros que precisamos enfrentar para sobreviver e os problemas que devemos enterrar no nosso jardim.

Nesse casarão, localizado na serra de Campos do Jordão, vivem Fleury, Kleber e Alfredo, homens dramáticos, afeminados e falidos, que se odeiam. Para sair da pindaíba, eles tentam preparar um jantar delicioso para a socialite Marcela Vitanozzi, que está interessada em contratar o costureiro sem talento Alfredo.

As coisas começam a dar errado quando o velho Fleury, que está perdendo a memória, esquece a panela de pressão no forno e explode o jantar. Durante a refeição, a socialite acaba morrendo misteriosamente e eles tentam desesperadamente enterrar seu corpo no jardim, quando são surpreendidos pela visita de um jornalista interessado em entrevistar a defunta. Eles precisam fazer de tudo para mostrar ao repórter que a falecida continua viva. Muitos segredos serão revelados, uma fortuna em dinheiro estará em jogo e coisas estranhas acontecem pela casa.

O espetáculo estreou em 2016 no Teatro Municipal João Caetano, onde cumpriu duas temporadas lotadas. No começo de 2018, reestreou com grande sucesso no Teatro Augusta e, agora, chega ao Teatro Jaraguá a convite de Carlos Mamberti.

image2

Coisas Estranhas Acontecem Nesta Casa
Com Pablo Diego Garcia, Bruno Sperança, Deo Patricio, Daniel Aguiar e Almir Martins
Teatro Jaraguá – Novotel Jaraguá (Rua Martins Fontes, 71 – Bela Vista, São Paulo)
Duração 90 minutos
16/05 até 16/08
Quarta e Quinta – 21h
$60
Classificação 12 anos

1984

Considerado um dos romances mais influentes do mundo no século 20, a distopia 1984, do jornalista e romancista britânico George Orwell (1903-1950), ganha adaptação do Núcleo Experimental, com direção de Zé Henrique de Paula. O espetáculo estreia no Teatro Anchieta do Sesc Consolação no dia 1º de junho, e segue em cartaz até 8 de julho. O elenco é formado por Carmo Dalla Vecchia, Rodrigo Caetano, Gabriela Fontana, Eric Lenate, Rogerio Brito, Inês Aranha, Laerte Késsimos, Fabio Redkowicz e Chiara Scallet.

O romance foi publicado em 65 países e virou minissérie, filmes, quadrinhos, mangás, ópera e até inspirou o reality show Big Brother, criado em 1999 pela produtora holandesa Endemol. Recentemente, a obra foi transformada em uma adaptação teatral dos ingleses Duncan MacMillan e Robert Icke. Esta última versão foi o ponto de partida da montagem brasileira.

Escrita em 1949, a obra-prima de Orwell voltou a ganhar enorme destaque na era de Donald Trump, na qual a pós-verdade e os “fatos alternativos” tomaram conta da política. Prova disso é que o livro subiu na lista dos mais vendidos na Amazon desde a posse do presidente norte-americano e, segundo a editora, as vendas aumentaram em 10.000%.

A distopia se passa no fictício Estado da Oceânia, governado por um líder supremo chamado Grande Irmão, que chegou ao poder depois de uma guerra mundial que eliminou as nações e criou três grandes potências totalitárias. Esse Estado é pautado pela burocracia, censura e, sobretudo, pela vigilância. Quase sem qualquer forma de privacidade, cidadãos são espiados o tempo todo pelas “teletelas”, uma espécie de televisores espalhados nos lares e em lugares públicos, capazes de monitorar, gravar e espionar tudo.

Nesse lugar vive Winston Smith, funcionário do Ministério da Verdade, responsável por falsificar registros históricos para garantir que eles respaldem os interesses do Grande Irmão. O protagonista detesta o novo sistema, mas não tem coragem de desafiá-lo. Ele apenas declara seu ódio nas páginas de um diário secreto. Isso muda quando ele conhece Júlia, uma funcionária do Departamento da Ficção. Juntos eles sonham com uma rebelião e praticam pequenos atos de desobediência. A represália aos amantes será brutal.

No Núcleo Experimental, costumamos dizer que os temas que nos interessam discutir sobre o palco são aqueles que nos provocam raiva. Esta montagem de 1984 vem contaminada dessa revolta, dessa profunda indignação em relação à Polícia das Ideias que persegue o livre pensamento e vaporiza quem não corrobora o sistema, em relação ao Ministério da Verdade que produz uma sequência interminável de notícias falsas que confundem e manipulam os fatos, em relação ao Departamento de Ficção que imbeciliza e amansa a população e até mesmo à Novafala, a tentativa do poder estabelecido de minar a linguagem ao ponto de impedir a capacidade de pensamento”, comenta o diretor.

Sobre a adaptação de Duncan MacMillan e Robert Icke, Zé Henrique de Paula acrescenta: “Ela ressalta e funde duas ideias aparentemente opostas, ficção e realidade. Qual delas é mais preponderante sobre a outra? Elas são necessariamente excludentes? No que acreditar mais, naquilo que se supõe ficcional ou no que nos ensinaram que é real? Em época de ficcionalização da vida privada através das infames redes sociais, os adaptadores colocam Winston Smith – que ainda traz em si uma centelha de consciência – no centro de um redemoinho de acontecimentos ora reais, ora ficcionais, que poderia muito bem ser encarado como um reality show a respeito do próprio Winston. Isso amplifica o alcance do romance e aproxima a distopia ao nosso presente”.

SINOPSE

O Grande Irmão assumiu o poder da fictícia Oceânia depois de uma guerra global que eliminou as nações e criou três grandes Estados transcontinentais. O líder supremo instalou um grande sistema de censura, burocracia e vigilância em seu território. Winston Smith trabalha no Ministério da Verdade, responsável por falsificar registros históricos com a missão de moldar o passado à luz dos interesses do Estado. Ele escreve sua opinião contrária ao sistema nas páginas de seu diário, mas não tem coragem de desafiá-lo. Isso muda quando se apaixona por Júlia, funcionária do Departamento de Ficção. Eles passam a acreditar que uma rebelião é possível.

CARMEN (3).png

1984
Com Carmo Dalla Vecchia, Rodrigo Caetano, Gabriela Fontana, Eric Lenate, Rogerio Brito, Inês Aranha, Laerte Késsimos, Fabio Redkowicz, Chiara Scallet
Sesc Consolação – Teatro Anchieta (Rua Dr. Vila Nova, 245, Vila Buarque, São Paulo)
Duração 90 minutos
01/06 até 08/07
Sexta e Sábado, 21h, Domingo – 18h
$40 ($12 – credencial plena)
Classificação 14 anos

CARGAS D’ÁGUA – UM MUSICAL DE BOLSO

O musical conta uma história que começa bem no meio do Brasil, só que um pouquinho para cá: no sertão mineiro. Onde um menino perde a sua venerada mãe e acaba por esquecer o seu próprio nome, pois seu padrasto, agora o único membro da família, só o chama por “moleque”.
Mas tudo muda quando ele faz um amigo, nada comum, um peixe, e começa a ver toda a sua história com outros olhos. Agora ele tem uma missão: levar seu amigo para ver o mar. Uma missão que seria muito fácil se ele não tivesse inventado de contornar o país inteiro por dentro antes de sair no litoral.
Em sua jornada, o moleque acaba encontrando distintos personagens que o ajudam ou atrapalham, e de alguma forma, o obrigam a enfrentar os maiores medos dos homens. Entre os personagens estão Charles e Pepita, dois artistas peculiares que ajudam o moleque a dar sentido para sua jornada e consequentemente, para sua vida e também para a deles.
O musical que é curtinho, assim, de bolso mesmo, tem um elenco bem parecido, tendo no palco apenas três atores: Ana Paula Villar como Pepita, André Torquato como Moleque e Vitor Rocha como Charles, como swings do espetáculo estão Gustavo Mazzei e Victória Ariante.
O musical estreia no dia 29 de abril, no Espaço Cia da Revista, às 17h. Os ingressos custarão R$60,00 inteira e R$30,00 meia.
31437325_10204547457602206_2749957387860699311_n
Cargas d’Água – Um Musical de Bolso
Com Ana Paula Villar, André Torquato e Vitor Rocha
Espaço Cia da Revista (Alameda Nothmann, 1135 – Santa Cecilia, São Paulo)
Duração 90 minutos
29/04 até 27/05
Domingo – 15h
$60
Classificação Livre

SUTIL VIOLENTO

Depois da temporada de sucesso, em 2017, o espetáculo Sutil Violento, da Companhia de Teatro Heliópolis, reestreia no dia 5 de maio (sábado, às 20h), na Casa de Teatro Maria José de Carvalho, no bairro Ipiranga, em São Paulo. Com texto de Evill Rebouças e encenação assinada por Miguel Rocha (diretor e fundador do grupo), a montagem trata da violência sutil – visível ou comodamente invisível – presente em nosso cotidiano.

A encenação de Sutil Violento – com elenco formado por Alex Mendes, Arthur Antonio, Dalma Régia, David Guimarães, Klaviany Costa e Walmir Bess – começa com um frenesi cotidiano, as pessoas correm. Não param. Mal se percebem. Desviam umas das outras, em alguns momentos se esbarram e, em átimos de atenção, reparam que exitem outros, tão próximos e tão parecidos (ou tão diferentes?). Ali, logo ali, há um corpo caído no chão. Será um homem ou um bicho? Apenas se cansou ou não respira mais? Queria comunicar algo, mas será que conseguiu? Um olhar mais atento ao entorno começa a revelar abusos, agressões, confrontos e opressões diárias: formas de coerção privadas ou públicas. Sutis violências do nosso tempo, tão sutis que se tornam invisíveis, naturalizadas.

O diretor Miguel Rocha explica que o espetáculo aborda o tema microviolência por meio de uma estrutura fragmentada, tanto na cena quanto no texto. “A dramaturgia é composta por um conjunto de elementos: ações físicas, movimentos, música ao vivo e texto”, diz. Na encenação não há personagens com trajetórias traçadas, mas figuras cujas relações com o contexto social estão em foco, a exemplo da mulher que é silenciada e do jovem que usa sapatos de salto diante de olhares atravessados. “As microviolências se revelam a partir dessas relações que se estabelecem entre essas pessoas e a sociedade”, argumenta.

A encenação tem trilha sonora de Meno Del Picchia, executada ao vivo (guitarra, violoncelo e percussão). A música também tem sua carga dramatúrgica em Sutil Violento e ajuda a estabelecer as tensões entre as figuras, muitas vezes a força do discurso está na musicalidade ou na própria canção interpretada. Outro ponto importante é o espaço cênico: a Companhia de Teatro Heliópolis optou pela instalação (de Marcelo Denny) ao invés da cenografia. Nada convencional, o cenário cedeu lugar a um ambiente todo em vermelho (piso, paredes e arquibancadas) que, ao primeiro contato, já propõe sensações diversas.

Miguel Rocha conclui que o espetáculo quer pontuar as microviolências do nosso tempo, do Brasil de hoje, quer mostrar que as pequenas ou sutis violências se potencializam mediante suas naturalizações. “Sutil Violento é muito mais provocação que denúncia. Cada um vai compreender o espetáculo pela perspectiva pessoal. Por isso acho importante trabalhar com símbolos em cena, que reverberam sempre de forma diferente para cada pessoa. O espectador vai se deparar com alguns deles em Sutil Violento. É importante fazê-lo pensar, e um artifício bom para isto é mesmo a provocação.

Sutil Violento é resultado do projeto Microviolências e Suas Naturalizações, contemplado pela Lei de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo. Uma série de atividades foi realizada, em 2016, durante o processo de pesquisa. Além de entrevistas com pessoas da comunidade de Heliópolis, o grupo promoveu encontros para discutir a “Naturalização da Violência” com importantes pensadores e ativistas: Leonardo Sakamoto, Marcia Tiburi, Zilda Iokoi e Bruno Paes Manso. Os debates, mediados por Maria Fernanda Vomero (também provocadora no processo), foram fundamentais para a construção do trabalho. O projeto teve ainda Alexandre Mate e Marcelo Denny como provocadores teatrais, Lúcia Kakazu na direção de movimento e Samara Costa na criação do figurino, entre outros.

Sutil Violento
Com Alex Mendes, Arthur Antonio, Dalma Régia, David Guimarães, Klaviany Costa e Walmir Bess. 
Casa de Teatro Maria José de Carvalho (Rua Silva Bueno, 1533. Ipiranga, São Paulo)
Duração 90 minutos
05/05 até 08/07 (26 e 27/05 e 24/06)
Sábado – 20h, Domingo – 19h
Pague quanto puder (bilheteria 1h antes das sessões)
Classificação 14 anos

ALAKAZAN – A FÁBRICA MÁGICA

Senhoras e senhores, preparem-se para uma grande viagem ao divertido universo de magia e fantasia do Circo dos Sonhos. No dia 23 de fevereiro, estreou em São Paulo o espetáculo Alakazan – A Fábrica Mágica, que traz à cena ilusionismo, música, teatro, dança e circo. O espetáculo acontece na lona montada na esquina da Rua Vergueiro com Avenida Ricardo Jafet, com sessões de terça a domingo, até 20 de maio.

Dirigido por Rosana Jardim, o espetáculo conta com performances de grande impacto e números circenses de báscula, contorção, rola, malabares, monociclo, equilíbrio no arame, tecido aéreo, faixa e muita palhaçada. Alakazan – A Fábrica Mágica traz à cena o duelo entre os personagens Alan e Kazani, que disputam a atenção da pequena Ly, a já conhecida menininha do Circo dos Sonhos. Ly é uma criança curiosa, que toca e fotografa tudo ao seu redor. Em uma visita à Biblioteca, ela é surpreendida por Alan, que surge como num passe de mágica e lhe entrega um livro especial, retirando o tablet de suas mãos. Encantada pelo livro, ela pede que ele leia a história, mas quando ele inicia, é interrompido por um som de sinos. Quando os dois procuram de onde vem tal som, surge Kazani, que transporta todos para a Fábrica Mágica, um universo fantástico onde tudo é possível.

A cada badalar do sino e movimento das engrenagens, Ly é transportada para outro universo com novas atrações, sempre acompanhada pelo seu amigo Alan. Kazani não gosta da interação entre Alan e Ly e compete por sua atenção. Essa disputa irá seguir e se fortalecer até o último ato, onde ocorre o confronto final, quando Ly conseguirá transmitir aos dois o poder da amizade e união, mostrando que é possível compartilharem suas habilidades, assim como os livros e os tablets, que compartilham seus conhecimentos com seus leitores.

Sobre o Circo dos Sonhos

Circo dos Sonhos pertence à família Jardim, que tem mais de 30 anos de tradição circense. Foi fundado em 2004, e já apresentou seus espetáculos para mais de 4 milhões de pessoas. Suas estruturas já visitaram diversos estados brasileiros, encantando com os elogiados espetáculos “Circo dos Sonhos – O sonho vai começar”, “Circo dos Sonhos no mundo da Fantasia” e “Quyrey, uma aventura na selva”. Tendo como embaixador o artista Marcos Frota, o Circo dos Sonhos possui atualmente duas lonas que circulam pelo país, e conta com uma equipe de mais de 150 profissionais, entre eles costureiras, designers, artistas plásticos, produtores, diretores, marceneiros, serralheiros, figurinistas, cenógrafos, bailarinos, coreógrafos, acrobatas, malabaristas, palhaços, trapezistas, contorcionistas e produtores.

Além de produzir e levar entretenimento pelo país, a Família Jardim possui grande expertise na realização de oficinas e treinamentos, pois atua também em eventos corporativos, palestras, assessoria circense, locação de tendas e tensionados.

Alakazan – A Fábrica Magica
Com Trupe Circo dos Sonhos
Circo dos Sonhos (Esquina da Rua Vergueiro com Avenida Ricardo Jafet – Ipiranga, São Paulo)
Duração 90 minutos
23/02 até 20/05
Terça, Quarta, Quinta e Sexta – 20h, Sábado, Domingo e Feriado – 16h, 18h e 20h
$30/$50
Classificação Livre