A FLOR DA LUA

Após uma circulação que passou por diferentes cantos da cidade de São Paulo nos últimos três meses, o artista Marcus Moreno chega à última apresentação da temporada do solo “A Flor da Lua”, trabalho que fala da passagem do tempo, usando como metáfora a rara flor de um cacto, que ao desabrochar dura apenas uma noite. O trabalho será apresentado no dia 8 de junho, na Capital 35, no Sumaré, às 19h, integrando a programação do “fotoBazar Delas”*.

Espécie pouco conhecida, geralmente encontrada em florestas tropicais, a flor da lua é geralmente descrita, por aqueles que tiveram oportunidade de experienciar sua rebentação, pelo perfume intenso e o movimento constante de suas pétalas se abrindo. Um desses relatos, o da artista e ilustradora botânica Margaret Mee, serviu de inspiração para a “Flor da Lua”, de Marcus Moreno: “Enquanto eu me postava ali, com a orla escura da floresta ao meu redor, sentia-me enfeitiçada. Então, a primeira pétala começou a se mexer, depois outra e mais outra, e a flor explodiu para a vida”, registrou Mee em sua última expedição à Amazônia, quando finalmente, aos 79 anos, após deixar a prancha preparada, ilustrando o cacto e as folhagens, acolheu a Flor da Lua em sua efêmera existência.

A apresentação faz parte do projeto “Novas Efemeridades”, contemplado pelo 25º edital do Programa Municipal de Fomento à Dança.

*Evento concebido pelas fotógrafas Bete Marques, Fabi Mendonça, Ju Vinagre, Paula Marina e Silvia Machado, o “fotoBazar Delas” cria uma atmosfera que respira arte, para que o público possa conhecer os trabalhos autorais de cada fotógrafa e também vivenciar uma experiência de troca com outras linguagens artísticas. O fotoBazar acontece sábado (8/6), das 17h às 23h, e domingo (9/6), das 11h às 20h. As fotografias estarão à venda.

FACE

A Flor da Lua

Com Marcus Moreno

Capital 35 (Rua Capital Federal, 35 – Sumaré, São Paulo)

Duração 30 minutos

08/06

Sábado – 19h

Grátis

Classificação Livre

 

 

A FLOR DA LUA

O bailarino Marcus Moreno e o pianista Manuel Pessôa de Lima fazem duas apresentações de “A Flor da Lua”, trabalho solo que fala da passagem do tempo, usando como metáfora a rara flor de um cacto, que ao desabrochar dura apenas uma noite, na Sala Renée Gumiel do complexo cultural Funarte, neste final de semana, dias 6 e 7 de abril (sábado, às 19h, e domingo, às 18h). A entrada é gratuita.

Espécie pouco conhecida, geralmente encontrada em florestas tropicais, a flor da lua é geralmente descrita, por aqueles que tiveram oportunidade de experienciar sua rebentação, pelo perfume intenso e o movimento constante de suas pétalas se abrindo. Um desses relatos, o da artista e ilustradora botânica Margaret Mee, serviu de ignição para a “Flor da Lua”, de Marcus Moreno: “Enquanto eu me postava ali, com a orla escura da floresta ao meu redor, sentia-me enfeitiçada. Então, a primeira pétala começou a se mexer, depois outra e mais outra, e a flor explodiu para a vida”, registrou Mee em sua última expedição à Amazônia, quando finalmente, aos 79 anos, após deixar a prancha preparada, ilustrando o cacto e as folhagens, acolheu a Flor da Lua em sua efêmera existência.

Tal como a flor da lua nasce e perdura por uma única noite, a dança, criada em nove breves capítulos – do Prólogo ao Amanhecer -, vai se constituindo no limite entre o visível e o imperceptível no espaço em que o corpo se movimenta, se modifica na ação de dançar e se expande a caminho do encerro.

As apresentações fazem parte de projeto contemplado pelo 25º edital do Programa Municipal de Fomento à Dança.

AFlordaLua+Marcus Moreno - foto Claudia Magalhães 1

A Flor da Lua

Com Marcus Moreno

Funarte – Sala Renée Gumiel (Al. Nothmann, 1058 – Campos Elíseos, São Paulo)

Duração 50 minutos

06 e 07/04

Sábado – 19h, Domingo – 18h

Grátis

Classificação Livre