A DONA DA HISTÓRIA

Quem nunca desejou encontrar-se consigo mesmo no futuro, só por curiosidade ou até para pedir um conselho? Ou quem não sonhou em visitar o passado e dizer umas verdades para sua versão mais jovem? A Dona da História é uma comédia que retrata esse improvável encontro.
Angela Dippe e Luana Martau interpretam a mesma mulher em fases diferentes da vida, aos cinquenta e aos quinze anos, numa espécie de acerto de contas entre juventude e maturidade, expectativa e realidade. 
O que terá acontecido nos trinta e cinco anos que separam esses dois momentos na vida dessa mulher? O que terá deixado de acontecer? Ou será que esse tempo não aconteceu ainda? E ainda está por vir? Será que a mais nova é apenas memória da mais velha? Ou será que a mais velha é apenas imaginação da mais nova? Quem está no presente? Ou no passado? Ou no futuro? Quem será a Dona da História?” João Falcão.
“A Dona da História” volta aos palcos comemorando 20 anos de sua primeira e antológica montagem. Com texto e direção de João Falcão, “A Dona da História” traz aos palcos Ângela Dippe e Luana Martau vivendo uma única personagem, a mesma vivida por Marieta Severo e Andreia Beltrão em 1997.
Sucesso de público e crítica, a primeira montagem ganhou diversos prêmios e projetou mundialmente o texto, sendo traduzido para o espanhol, inglês, francês e hebraico. 20 anos depois, o grande sucesso teatral que tornou João Falcão um dos mais festejados dramaturgos e diretor brasileiro ganha nova montagem comemorativa.
Uma versão que continua atual e nos coloca diante de uma reflexão atemporal, embora tratando-se do tempo: como seria a vida se as escolhas fossem outras? Qual vida teríamos? Outros caminhos seriam possíveis? Se tivéssemos escolhido fazer aquela viagem, morar em outra cidade ou país, se a profissão escolhida foi realmente a certa e dentre tantas outras perguntas agora mais do que nunca, pertinentes, quando o ritmo temporal da vida parece se acelerar a todo instante. “A Dona da História” conta com a direção do autor, João Falcão e no elenco Ângela Dippe e Luana Martau na personagem que coexiste no tempo.
O espetáculo conta com a iluminação de Cesar de Ramires, figurinos de Carol Lobato, preparação corporal de Kika Freire e música de Ricco Viana. A produção é do trio Túlio Rivadávia, Marcio Sam e Rose Dalney através da Rivadávia Comunicação em coprodução com a Miniatura9 Produções.
Uma mulher, um personagem, dois tempos. Entretanto cada uma vive o mesmo tempo, seu tempo presente. Um presente que as tornaram completamente diferentes. O presente da primeira é o futuro da segunda. O presente da segunda é o passado da primeira. Poderia dizer-se que uma é imaginação e a outra é a memória, ainda que ambas coexistam; Nisto toda a comicidade e humor pertinente às relações entre passado e presente e à questões tão próprias da rotina e do universo feminino que tornam o espetáculo uma deliciosa comédia sobre o viver.
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A Dona da História
Com Ângela Dippe e Luana Martau
Teatro Opus – Shopping Villa Lobos (Av. das Nações Unidas, 4777 – Alto de Pinheiros, São Paulo)
Duração 50 minutos
01/09 até 04/11
Sexta e Sábado – 21h, Domingo – 19h
$50/$100
Classificação 12 anos

CIRCO DA TURMA DA MÔNICA – O PRIMEIRO CIRCO DO NOVO MUNDO

Maior espetáculo já produzido nos estúdios da Maurício de Sousa Produções, Circo da Turma da Mônica – O Primeiro Circo do Novo Mundo, já tem data para estrear: será no dia 7 de julho, em São Paulo, no Teatro Opus do Shopping Villa Lobos. A temporada se estende por Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Belém, Recife, Brasília, Curitiba, Natal, Fortaleza, Porto Alegre. As vendas já estão abertas por meio do site www.circoturmadamonica.com.br e nas bilheterias dos teatros.

Com supervisão geral de Mauricio de Sousa e participação mais que especial do eterno trapalhão Dedé Santana como mestre de cerimônia, além de Rodrigo Robleño, reconhecido internacionalmente por seu trabalho no espetáculo Varekai do Circo Du Soleil, o Circo da Turma da Mônica – O Primeiro Circo do Novo Mundo é um espetáculo que promete encantar e surpreender o público pela sua grandiosidade.

Quem está à frente como produtor e diretor geral é Mauro Sousa, que lidera a Mauricio de Sousa Ao Vivo, responsável por transformar as histórias em quadrinhos em experiências lúdicas, educativas e culturais. “É uma honra e uma grande responsabilidade trocar experiências e dirigir pessoas como Dedé Santana e Rodrigo Robleño, além de um brilhante time de elenco e bailarinos. O Circo da Turma da Mônica é um projeto totalmente diferente do que já fizemos até hoje, é desafiador e grandioso. Esperamos que o espetáculo cumpra o seu papel de entreter e emocionar, que são características intrínsecas da Turma da Mônica, mas que também alcance um patamar de excelência de superprodução brasileira”, afirma Mauro Sousa.

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Circo Turma da Mônica – O Primeiro Circo do Novo Mundo

Com Turma da Mônica, Dedé Santana e Rodrigo Robleño

Teatro Opus – Shopping Villa Lobos (Av. das Nações Unidas, 4777 – Alto de Pinheiros – São Paulo)

Duração 80 minutos

07/07 até 19/08

Sábado e Domingo – 16h

$75/$150

Classificação Livre

VALSA #6

Após ter recebido um público que lotou o Instituto Ling, um dos mais belos espaços de Porto Alegre, a enorme repercussão do espetáculo Valsa #6 exigiu passos mais ousados, que resultaram em uma grande turnê pelos principais teatros do país. As primeiras apresentações ocorrem no mês de Abril: São Paulo, dias 24 e 25, no Teatro Opus; Rio de Janeiro, dia 27, no Teatro Bradesco Rio e Recife, dia 29, no Teatro RioMar Recife. Em Maio o espetáculo retorna a capital gaúcha para apresentações dias 2 e 3, no Teatro do Bourbon Country e dia 10 encerra a turnê no palco do Teatro Feevale, em Novo Hamburgo. Os ingressos já estão à venda para todas as praças.

A peça Valsa #6 é menos parecida com um monólogo do que uma máquina de escrever com uma de costura. Uma atriz individuada, múltipla, que cabe nela a cidade inteira. Ela é todo o décor. Ela está morta. Portanto, livre do atribulado cotidiano, da tortura da vida. Ela trafega na serenidade da morte. O seu tormento é a presença ainda da vida, em sopros. Obra máxima do maior poeta dramático brasileiro, Nelson Rodrigues, se considerados os aspectos da complexidade dramatúrgica do mergulho na alma do ser humano e na expressão polifônica de tantas vozes que somos e desconhecemos.

As enormes cortinas que revestem o ambiente de branco se perdem na imensidão do urdimento, causando a sensação de um espaço etéreo; o jogo de sombras e os cheiros que envolvem a todos entregam aos presentes uma verdadeira experiência sensorial onde o público é parte integrante do espetáculo. O espectador poderá ser tocado, manipulado, terá que vestir uma roupa branca (fornecida pela produção), ficando coberto da cabeça aos pés – a necessária assepsia da morte. Uma jovem pianista viveu um sonho trágico. Eis a história que você vai vivenciar.

O olhar do diretor

A maior encenação da Valsa Nº6 de todos os tempos. O principal pesquisador da obra leva aos palcos a peça síntese do maior autor dramático brasileiro. A literatura, mais especificamente, a Menipeia (soma do diálogo socrático à tradição carnavalesca) percorreu longo caminho até ser libertada em vozes polifônicas pelas mãos de Dostoiévski. No teatro, este caudaloso rio chegou aos palcos por meio de Pirandello, com a peça “Seis Personagens à Procura de um Autor”. As margens do trágico haviam se unido, e no clarão provocado por esta aproximação, o surgimento de um teatro total, ou, se quiser, das raias do absurdo.

Aqui, por estas bandas, este anúncio foi feito por Nelson Rodrigues. Manuel Bandeira dizia de Nelson: “O que me dana é que ele consegue dar vida às suas personagens”. Outra coisa dita por Bandeira, é que Nelson era o nosso maior poeta dramático. A Valsa nº 6 (aqui tratada como Valsa #6) é, talvez, o maior poema dramático de Nelson. “Em nenhum outro texto ele foi tão preciso. O mesmo uso das rubricas de Samuel Becket”, avisa José Celso Martinez Corrêa. Mais um ponto de convergência entre estes dois mestres, precursores do teatro absurdo, é o fato de olhar pelo “buraco da fechadura” para de lá extrair uma verdade essencial, somente atingida através do delírio.

O campo onde impera uma super-realidade, o perturbador terreno do sonho. Aqui, a rigidez exigida pelo vigor poético nos alça a um deslimite, onde a própria vida é superada por uma existência além do seu esgotamento. Nelson dá vida à morte, desafiando esta discordância fatal. O excesso de personagens, criticado por ele na dramaturgia em geral, é resolvido, nesta peça, por uma atriz individuada, ao mesmo tempo, múltipla, cabendo nela a cidade inteira. Em número igual a Pirandello, Nelson coloca em cena seis personagens. Estão todos lá: a menina, que se transforma em mulher, a rival, o galã, a mãe, o pai e o doutor, mutilado de guerra. Todos a serviço da invenção diversificada da vida.

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Valsa #6
Com Gisela Sparremberger
Participação especial: Gabriel Coelho
Participação em São Paulo: Viviane Pasmanter
Participação no Rio de Janeiro: Giulia Gam
Trilha sonora e participação ao vivo: Pedro Figueiredo
Teatro OPUS – Shopping Villa Lobos (Avenida das Nações Unidas, 4777 – Alto de Pinheiros, São Paulo)
Duração 90 minutos
24 e 25/04
Terça e Quarta – 21h
$40/$100
Classificação Livre
 
PROGRAMAÇÃO DA TURNÊ
 
Dia 27 de Abril – Teatro Bradesco (RJ)
 
Dia 29 de Abril – Teatro Riomar (REC)
 
Dias 02 e 03 de Maio – Teatro do Bourbon Country (POA)
 
Dia 10 de Maio – Teatro Feevale (NH)
 
Apresentações sempre às 21h.
 
Após cada sessão, haverá bate papo com a equipe do espetáculo.

MÔNICA E CEBOLINHA NO MUNDO DE ROMEU E JULIETA

Quem não teve a oportunidade de assistir a superprodução Mônica e Cebolinha no Mundo de Romeu e Julieta, vencedora do Prêmio Coca-Cola Femsa de 2013 como melhor produção infanto-juvenil, terá novamente a chance de apreciar o clássico “Romeu e Julieta”, de William Shakespeare, pela releitura de Mauricio de Sousa e adaptado ao estilo narrativo do universo da Turma da Mônica.

Trata-se de uma superprodução, o maior espetáculo já produzido pela Mauricio de Sousa AO VIVO sob a supervisão geral de Mauricio de Sousa e direção e produção geral de Mauro Sousa, diretor da Mauricio de Sousa AO VIVO. São mais de 100 profissionais envolvidos nos bastidores, 20 atores e bailarinos em cena, 3 toneladas de equipamentos e cenografia e ainda figurinos assinados pelo estilista Fause Hatten. A duração é de 65 minutos, com 15 de intervalo (total 80 minutos).

Foram alguns meses de muito trabalho na remontagem de Mônica e Cebolinha no mundo de Romeu e Julieta, lá em 2013Acompanhamos muito de perto, junto com o Mauricio de Sousa, cada detalhe, desde a seleção dos dois mil bailarinos inscritos para participar do projeto, só 10 foram selecionados, até inúmeras reuniões com a equipe e o Fause Hatten para definição de figurino e o acompanhamento de produção cenográfica e musical. Tudo para que estivesse perfeito e a altura de Shakespeare”, relembra Mauro Sousa, Diretor da Mauricio de Sousa AO VIVO, divisão de live experience do Grupo Mauricio de Sousa Produções.

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SUCESSO DE PÚBLICO E CRITICA EM TODAS AS TEMPORADAS

Mônica e Cebolinha no mundo de Romeu e Julieta foi o primeiro espetáculo da Turma da Mônica estreado há 39 anos, em São Paulo. Foram duas temporadas de sucesso absoluto, com um público de 12 mil espectadores por mês. Depois de 35 anos, em 2013, o espetáculo voltou com uma superprodução, completamente remontado, e ficou em cartaz durante oito meses em comemoração aos 50 anos da personagem Mônica reunindo um público de 70 mil pessoas. Em 2016, foram mais de 21 mil espectadores em 25 apresentações no Rio de Janeiro.

Esse é um musical muito especial. Primeiro por ser uma obra de Shakespeare, apreciada em todo o mundo, e depois por ter sido o primeiro espetáculo da Turma da Mônica, desenvolvido há 39 anos, que nos permitiu abrir as portas para tantas outras criações até hoje. Nas quatro temporadas, desde 1978, reunimos pouco mais de 100 mil espectadores em todas as apresentações completamente lotadas. Uma superprodução com um histórico tão rico e vencedor merece um encerramento à altura, por isso faremos uma curtíssima temporada no mês de março em São Paulo e esperamos receber 10 mil espectadores em 13 apresentações, fechando com chave de ouro a exibição desse espetáculo”, comenta Mauro.

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VAMOS CONHECER MONICAPULETO E CEBOLINHA MONTÉQUIO

Na cidade de Verona, na renascença italiana, havia duas famílias que não se entendiam e disputavam para ver quem era o dono da rua, jogando futebol na praça da cidade. Eles eram os Montéquios e os Capuletos. Quis o destino que dois jovens, Julieta Monicapuleto e Romeu Cebolinha Montéquio, se apaixonassem num baile e trocassem juras de amor sob o luar. Foram casados em segredo pelo bondoso frei Cascão, sob as vistas da ama de confiança de Julieta, Ama Gali.  Mas a vida quis separar o tão feliz casal quando, numa briga de futebol, Romeu Cebolinha foi expulso da cidade de Verona pelo príncipe Jotalhão!

A família de Julieta Monicapuleto a promete ao príncipe Franjinha, sem saber do seu casamento secreto com Romeu Cebolinha. Por não aceitar esse compromisso e ser muito apaixonada por Romeu Cebolinha, Julieta foge até a capela e lá decide participar de um plano infalível do frei Cascão, para ficar com o seu amado. Ela daria uma coelhada em si mesma e ficaria desmaiada, esperando pelo seu amor, que seria avisado por uma carta explicando toda a situação. O problema é que Ama Gali, encarregada de levar essa carta, distrai-se no caminho e o recado não chega até Romeu Cebolinha. Assim, quando ele chega à capela e encontra sua Julieta estendida no chão, resolve seguir o mesmo caminho, aplicando, também, uma coelhada em si mesmo. Seria muito triste, se isso não fosse uma adaptação da Turma da Mônica. Para saber como termina essa encantadora releitura de Mauricio de Sousa, só indo ao Teatro Opus para conferir.

Mônica e Cebolinha no Mundo de Romeu e Julieta
Com personagens da Turma da Mônica
Teatro Opus – Shopping Villa Lobos (Av. das Nações Unidas, 4777 – Alto de Pinheiros – São Paulo)
Duração 65 minutos
24, 25, 30, 31/03, 01, 07, 08, 14, 15, 21, 22, 28, 29/04, e 01/05
Sexta, Sábado e Domingo – 16h, Terça – 11h30 e 16h
$50/$100
Classificação Livre

AMALUNA (Fotos do Dress Rehearsal)

Em uma ilha – Amaluna – onde vivem somente mulheres e deusas, a princesa Miranda vai comemorar sua passagem para a idade adulta. Durante a celebração, uma tempestade acontece e traz um grupo de jovens para a ilha. A princesa se apaixona por um bravo pretendente. Os dois terão que passar por uma série de desafios para provarem que poderão ficar juntos.

Veja as fotos da sessão de dress rehearsal, um dia antes da estreia para o público.
(crédito fotos – Andy Santana)

Amaluna
com Cirque du Soleil
Duração 130 minutos
$250/$450
Classificação Livre

05/10 até 17/12
Parque Villa Lobos (Av. Professor Fonseca Rodrigues, 2001 – Alto de Pinheiros, São Paulo)
Terça, Quarta, Quinta, Sexta – 21h; Sábado – 17h30 e 21h; Domingo – 16h e 19h30
Classificação Livre

28/12 até 21/01
Parque Olímpico (Av. Embaixador Abelardo Bueno, s/n – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro)
Terça, Quarta, Quinta e Sexta – 20h, Sábado – 16h30 e 20h, Domingo – 16h e 19h30

AMALUNA

O Cirque du Soleil retorna ao Brasil após quatro anos com uma nova superprodução, Amaluna. Este novo espetáculo enaltece a força e o empoderamento das mulheres. A turnê tem apresentação do Banco Original e realização da IMM.

AMALUNA estreia em São Paulo no 5 de outubro, no Parque Villa Lobos, e segue depois para o Rio de Janeiro, onde inicia temporada no dia 28 de dezembro, no Parque Olímpico.

AMALUNA

AMALUNA convida o público a uma misteriosa ilha governada por Deusas e guiada pelos ciclos da lua. Para marcar a passagem de sua filha Miranda à idade adulta, a rainha Prospera comanda uma cerimônia que homenageia a feminilidade, a renovação, o renascimento e o equilíbrio, e marca a passagem dessas ideias e valores de uma geração a outra.

Após uma tempestade causada por Prospera, um grupo de jovens aporta na ilha, desencadeando uma história épica e emocional de amor entre a filha de Prospera e um bravo jovem pretendente. Mas o amor deles será posto à prova. O casal deve enfrentar inúmeras provações difíceis e superar dramáticos contratempos antes que eles possam alcançar a confiança mútua, fé e harmonia.

AMALUNA é uma fusão das palavras ama, que se refere a “mãe” em muitas línguas, e luna, que significa “lua”; um símbolo de feminilidade que evoca tanto a relação mãe-filha quanto a ideia de deusa e protetora do planeta. AMALUNA é também o nome da misteriosa ilha onde esta história mágica se desenrola.

AMALUNA estreou em Montreal em 2012 e desde então já passou por 30 cidades de 10 países e foi visto por mais de 4 milhões de espectadores.

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UM TRIBUTO AO TRABALHO E À VOZ DAS MULHERES

Pela primeira vez na história do Cirque du Soleil, um espetáculo apresenta um elenco majoritariamente feminino, com uma banda inteiramente composta por mulheres. “AMALUNA é um tributo ao trabalho e à voz das mulheres”, explica o Diretor de Criação Fernand Rainville. “O espetáculo é uma reflexão sobre o equilíbrio do ponto de vista das mulheres”, acrescenta a diretora Diane Paulus, vencedora do Tony Awards 2013 (Pippin) e eleita uma das 100 Pessoas Mais Influentes de 2014 pela revista Time, diz: “Eu não queria construir um espetáculo que fosse uma ‘agenda para mulheres’. Queria criar um show em que as mulheres fossem o centro, algo que tivesse uma história escondida que apresentasse as mulheres como heroínas”. Ela foi buscar nas referências clássicas a inspiração para criar o conceito do espetáculo – desde histórias das mitologias grega e nórdica até A Flauta Mágica, de Mozart, e A Tempestade, de Shakespeare.

Banco Original VIP Experience

O Banco Original e o Cirque du Soleil firmaram uma parceria inédita no mundo e o Tapis Rouge, glamorosa aérea vip dos espetáculos da companhia canandese, levará o nome de Banco Original VIP Experience durante a turnê brasileira de AMALUNA. Com a parceria, os clientes que adquirirem o serviço vip terão uma experiência especial e diferenciada, reservada para apenas 250 pessoas, além de assistirem ao espetáculo de um lugar central e bem próximo ao palco.

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UMA CIDADE SOBRE RODAS

A vila itinerante do Cirque du Soleil inclui a Grande Tenda (Big Top), a tenda de entrada, a tenda artística, além de cozinha, escritórios, armazéns e muito mais. Totalmente autossuficiente em energia elétrica, as instalações dependem localmente apenas do abastecimento de água e de um sistema de telecomunicações.

O Complexo do Cirque du Soleil

• São cinco dias para montar e três para desmontar toda a estrutura do Cirque, incluindo a instalação da Grande Tenda, a tenda VIP, as tendas de entrada e artísticas, bilheteria, escritórios administrativos, cozinha e refeitório (para os artistas e a equipe técnica).

• Um total de 90 caminhões transportam as cerca de 2.000 toneladas de equipamentos com as quais AMALUNA viaja. Alguns desses caminhões são usados como espaços de armazenamento e oficinas de trabalho.

• 6 geradores (350 kilowatts) fornecem eletricidade para a Grande Tenda e todo o complexo.

• A Grande Tenda, a tenda artística e a tenda VIP Rouge são inteiramente climatizadas.

A Tenda de Entrada

• Uma grande tenda de entrada abriga a bilheteria, a loja de souvenirs e os bares com serviço de alimentos e bebidas, além do hall para concentração do público antes do início do show e no seu intervalo.

A Tenda Banco Original VIP Experience

• A tenda tem capacidade limitada e proporciona uma experiência especial e diferenciada aos clientes, que assistirão ao espetáculo de um lugar central e bem próximo ao palco.

A Tenda Artística

• A tenda artística inclui a área de camarins, vestiários, uma área de treinamento totalmente equipada e uma sala de fisioterapia.

A Grande Tenda

• Concebida por uma equipe de engenheiros canadenses, a lona foi produzida por uma empresa francesa especializada em velas e grandes tendas, a Les Voileries du Sud-Ouest.

• A lona da tenda e seus 11 túneis pesa aproximadamente 5,2 toneladas.

• A Grande Tenda tem 19 metros de altura, 51 metros de diâmetro e é sustentada por quatro mastros, cada um com 25 metros de altura.

• A Grande Tenda acomoda mais de 2.600 pessoas e exige uma equipe de aproximadamente 85 pessoas para a sua montagem, incluindo a colocação dos assentos.

A Cozinha

• A cozinha e o refeitório são o coração do complexo circense – não apenas servem entre 200 e 250 refeições por dia, seis dias por semana, como funcionam como o principal local de encontro e descontração para o elenco e a equipe técnica.

FATOS RÁPIDOS SOBRE AMALUNA

• AMALUNA teve sua estreia mundial em Montréal em 19 de abril de 2012 e se apresentou no Canadá e Estados Unidos antes de seguir para a Europa.

• AMALUNA marca a primeira colaboração de Diane Paulus, renomada diretora de teatro de Nova York, com o Cirque du Soleil.

• O elenco de AMALUNA é formado majoritariamente por mulheres, incluindo uma banda 100% feminina.

Elenco e Equipe

• O elenco de AMALUNA é composto por 46 artistas. Uma equipe adicional de cerca de 68 funcionários viaja com o espetáculo nas funções de gestão artística, atendimento ao cliente, serviços de turnê, técnicos de show e para a instalação do complexo.

• As cerca de 120 pessoas que integram a turnê de AMALUNA possuem 22 nacionalidades. Há gente da Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, China, França, Japão, México, Mongólia, Holanda, Nova Zelândia, Rússia, Espanha, Suécia, Suíça, Ucrânia, Reino Unido, EUA, entre outros.

• Embora as línguas predominantes sejam o francês e o inglês, muitas outras podem ser ouvidas nos bastidores: chinês, espanhol, russo, japonês, português e muito mais.

• A turnê depende de fornecedores locais para muitos itens essenciais, tais como alimentos, biodiesel, gelo seco, maquinário, alimentos e bebidas servidos ao público, bancos, serviços de entrega, reciclagem e gestão de resíduos – injetando um aporte financeiro significativo na economia local.

• Durante as apresentações em uma cidade, mais de 150 pessoas são contratadas localmente para uma variedade de serviços, incluindo bilheteiros, recepcionistas, porteiros, vendedores de alimentos e bebidas, garçons, vendedores de souvenirs, assistentes de cozinha, faxineiros e seguranças, além de mais de 100 ajudantes para a montagem e desmontagem das tendas.

• A cozinha emprega um gerente e 3 cozinheiros.

• 2 profissionais ligados à medicina de performance (um fisio e um terapeuta) viajam com a turnê.

Amaluna
com Cirque du Soleil
Duração 130 minutos
$250/$450
Classificação Livre
 
05/10 até 17/12
Parque Villa Lobos (Av. Professor Fonseca Rodrigues, 2001 – Alto de Pinheiros, São Paulo)
Terça, Quarta, Quinta, Sexta – 21h; Sábado – 17h30 e 21h; Domingo – 16h e 19h30
Classificação Livre
 
28/12 até 21/01
Parque Olímpico (Av. Embaixador Abelardo Bueno, s/n – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro)
Terça, Quarta, Quinta e Sexta – 20h, Sábado – 16h30 e 20h, Domingo – 16h e 19h30

GAROTA DE IPANEMA – O MUSICAL DA BOSSA NOVA

Garota de Ipanema, O Musical da Bossa Nova” estreia nesta sexta no Teatro Opus (Shopping Villa Lobos).

São Paulo verá um espetáculo diferente do que foi apresentado no Rio de Janeiro. Segundo Aniela Jordan, sócia da produtora Aventura Entretenimento, esta mudança foi para colocar o gênero musical Bossa Nova à frente do romance de ficção que foi apresentado no palco carioca.

Com isso, o musical está estruturado em quatro grandes blocos. No primeiro são abordadas as histórias e curiosidades sobre o nome ‘Bossa Nova’; no segundo a origem do estilo musical, as influências do passado e como o cenário musical brasileiro propiciou o surgimento do movimento; o terceiro bloco trata dos costumes dos artistas da época e os locais onde se reuniam para criar; e o último mostra como a Bossa Nova ganhou o mundo.

Para contar esta nova história, foi chamada uma nova equipe criativa e um novo elenco. O diretor Sérgio Módena procurou fazer um musical teatralizado, onde o foco principal são as letras e melodias das canções, que viraram clássicas nas vozes de João Gilberto, Vinícius de Moraes, Tom Jobim, entre outros; e que fazem parte da memória afetiva de grande parte da população brasileira.

Entremeando as canções são contadas histórias desta turma de jovens da zona sul do Rio de Janeiro, que no final dos anos 50, juntou-se em apartamentos para poder cantar e tocar samba de um novo jeito; e com isso, acabaram criando um gênero musical que influenciou, e influencia, a música brasileira e dos outros países.

Para focar a atenção do público mais nas canções, a equipe criativa procurou fazer um cenário e figurino mais minimalista e monocromático. “Qualquer elemento cênico em termos de movimentação e de figurino, quanto de interferência imagética, além do ponto, fica excessivo. O gênero se basta. Só no segundo ato, após o intervalo, que o espetáculo ganha um pouco de cor, mas mesmo assim, ainda de uma maneira intimista“, afirma Sérgio.

20170920_154105Do elenco carioca, o único que permaneceu foi Cláudio Lins, filho de Ivan Lins que fez parte do movimento musical. Entraram Andrea Marquee, Ariane Souza, Eduarda Faidini, Fabi Bang, Myra Ruiz, Marcelo Varzea, Nicola Lama, Tadeu Freitas, Jhafiny Lima.

A produção marca a estreia de Fabi Bang e Myra Ruiz em musicais cem por cento nacionais com um gênero musical bem diferente do que estão acostumadas a cantar. Será diferente também  para o público que as acompanha e estão acostumados a ouvir canções de musicais da Broadway e West End.

20170920_180145.jpgPara Fabi, essa será uma oportunidade para “trazer muita gente para o teatro, que se surpreenderá e apaixonará por este novo repertório. Sinto-me responsável e cuidadosa em apresentar este conteúdo novo para o público que me acompanha. É um conteúdo novo também para mim, mas estou gostando muito em poder conhecer e cantar“.

Myra concorda com a amiga. “Também sou jovem, tenho 24 anos, idade do meu público. Estou enriquecida em poder conhecer e cantar estas canções“. E o espetáculo proporcionará a realização de uma vontade dela. “Quero poder cantar estas canções para a minha vó, que ama a Bossa Nova“.

Abaixo, dois números que foram apresentados durante a coletiva de imprensa do espetáculo.

 

Garota de Ipanema, o Musical da Bossa Nova
Com Andrea Marquee, Ariane Souza, Eduarda Faidini, Fabi Bang, Myra Ruiz, Claudio Lins, Marcelo Varzea, Nicola Lama, Tadeu Freitas, Jhafiny Lima
Teatro Opus – Shopping Villa Lobos (Avenida das Nações Unidas, 4777 – Alto de Pinheiros, São Paulo)
Duração 90 minutos
22/09 até 10/12
$50/$160
Classificação Livre