VICTOR & LEO – ACÚSTICO

A dupla Victor & Leo, conhecida como “O Fenômeno da Música”,  aterrissa no Teatro J. Safra, em São Paulo, nos dias 16 e 17 de março, para apresentar seu show acústico, que faz parte da turnê de comemoração dos 25 anos de carreira.

Em um formato mais intimista, os cantores trazem as canções que embalaram tantos anos de sucesso desde os primeiros hits, como “Amigo Apaixonado”, “Fada”, “Vida Boa” e “Fotos”, passando pelas consagradas “Borboletas”, “Tem que ser você”, “Deus e eu no Sertão” e “Quando você Some”, até sucessos mais recentes como “Na linha do tempo”, “10 minutos Longe de Você” e “Momentos”.

Conhecida como uma das maiores e mais versáteis duplas do país, Victor & Leo deram início à carreira musical em 1992, na cidade em que foram criados, Abre Campo-MG. Compositores, produtores, cantores e arranjadores, os irmãos são responsáveis pela construção de quase todos os seus trabalhos.

A dupla que despontou no cenário nacional a partir do final de 2006 com um folk e uma identidade inconfundíveis, trouxe uma profunda renovação para a música como um todo e, de lá para cá, são 14 CDs, 4 DVDs ao vivo e 2 DVDs documentário. Mesmo em tempo de intensa pirataria, Victor & Leo venderam mais de 3,5 milhões de discos, somam quase 500 milhões de visualizações no YouTube, e acumulam diversas premiações na carreira, entre elas, a do Grammy Latino e do Prêmio da Música Brasileira.

A dupla fará dessa vez uma versão inusitada e acústica de seus grandes sucessos que promete encantar ainda mais seus fãs. Por oferecer um espaço mais intimista, o Teatro J. Safra dará a oportunidade para o público ficar ainda mais próximo de seus ídolos.

Victor & Leo Acústico
Com Victor & Leo
Teatro J. Safra (Rua Josef Kryss, 318 – Barra Funda, São Paulo)
Duração 60 minutos
16 e 17/03
Sexta – 21h30, Sábado – 21h
$250/$400
Classificação Livre

SPACE INVADERS

O espetáculo juvenil Space Invaders, que está concorrendo ao  Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro em cinco categorias (de melhores Espetáculo Jovem, Texto Original, Ator e Atriz Coadjuvantes e Cenário), desembarca no Teatro do Núcleo Experimental para uma nova temporada entre 24 de fevereiro e 18 de março. A montagem escrita e dirigida por Fernanda Gama mostra os sentimentos de solidão e inadequação de Caio (Bruno Gavranic), um jovem inseguro e deprimido de 14 anos.

Ele teve seu espaço invadido quando os três filhos adolescentes de seu padrasto se mudaram para a sua casa. Para aliviar o sofrimento, ele decide transformar a experiência na HQ Space Invaders, que, não por acaso, dá nome ao espetáculo jovem da Cia. do Fubá. Isso porque a própria peça reproduz a graphic novel, ou romance em quadrinhos, escrita pelo protagonista – tudo o que vemos é sob o ponto de vista dele.

Como os alienígenas do jogo “Space Invaders”, que tentam invadir a tela do Atari (o videogame popular nos anos de 1980) e precisam ser combatidos por uma espaçonave, os irmãos Pedro (Mateus Monteiro) de 17 anos, Luca(Leonardo Devitto) de 11 anos e Vanessa (Paula Bega) de 14 anos ocupam o antigo quarto de Caio. Os três se mudaram para o apartamento do pai porque sua mãe está com uma depressão profunda e já não tem mais forças para cuidar dos filhos. Eles também sofrem com a saudade dos amigos, da antiga escola e de casa.

Fã de David Bowie, Caio retrata a si mesmo em sua HQ como o astronauta Major Tom, da música “Space Oddity” (1969), um homem que abandona a vida na Terra e acaba sozinho na imensidão do espaço. Caio evita ao máximo o encontro com os meios-irmãos e, no fundo, sofre com a indiferença deles. “Acho que a alternativa que ele encontra para o sofrimento, no fim das contas, é justamente esse prazer em escrever histórias, essa saída pelo caminho da arte e da autoexpressão”, comenta Gama.

À medida em que Caio passa a conviver mais com os meios-irmãos, descobre que eles não são esses monstros que ele retratou. “Ele percebe que ele não é o único que sofre ali. Os três também são humanos e têm problemas. E o que o alivia é que eles têm uns aos outros. Eles têm que se ajudar, ficarem vivos uns pelos outros”, esclarece a diretora.

O espetáculo surgiu de um desejo da Cia. do Fubá de desenvolver seu primeiro trabalho direcionado para o público jovem. O texto foi desenvolvido através do PROAC – Criação de Dramaturgia, em 2016, e contou com uma série de oficinas que tinham a proposta de transformar experiências e sentimentos dos adolescentes participantes em textos teatrais e depoimentos, materiais que também serviram como referências para a encenação. Em 2017, o grupo foi contemplado pelo PROAC – Montagens infanto-juvenis inéditas para a produção do espetáculo.

Ao fim, o projeto pretende trazer uma reflexão sobre como as pessoas aprendem a lidar com a crueldade do mundo. “Tem um pessimismo, que também aparece no material produzido pelos jovens nas oficinas. Quando passamos da infância para a adolescência, tomamos consciência sobre a maldade, o sofrimento, como as pessoas são terríveis, como a vida pode te passar para trás. É assustador. Na vida adulta, entendemos que os nossos problemas não são maiores do que os de ninguém, e não são eternos. É como um videogame, em que as coisas vão ficando mais difíceis a cada fase. Você quer avançar, mas tem saudades de quando as coisas eram mais simples. Ao mesmo tempo, essa é a graça do jogo. Não dá para voltar atrás”, comenta Gama.

Space Invaders-44.jpg

Space Invaders
Com Bruno Gavranic, Leonardo Devitto, Mateus Monteiro e Paula Bega
Teatro do Núcleo Experimental (Rua Barra Funda, 637 – Barra Funda, São Paulo)
Duração 75 minutos
24/02 até 18/03
Sábado e Domingo – 19h
$30
Classificação 12 anos

ALÉM DO QUE OS NOSSOS OLHOS REGISTRAM

O Teatro J. Safra inicia sua temporada teatral de 2018 com uma peça estrelada pelas atrizes Priscila Fantin, Luíza Tomé e Letícia Birkheuer, na sexta-feira dia 19 de janeiro. A comédia dramática “Além do que os nossos olhos registram” é escrita por Fernando Duarte, mesmo autor de “Callas” e “Depois do amor”, ambos dirigidos pela saudosa Marília Pêra. A direção artística da peça é de Fernando Philbert, que esteve a frente de aclamados espetáculos, como “O topo da montanha”, com Lázaro Ramos e Thais Araújo e “O escândalo de Felippe Dussack”, com Marcos Caruso.

Inédito em São Paulo, o espetáculo que já foi sucesso de público em duas únicas apresentações em Porto Alegre no último mês de outubro, chega ao Teatro J. Safra trazendo temas super atuais como família, amizades, classes sociais, racismo, homofobia e bullying, discutidos entre mãe, filha e avó. “Além do que os nossos olhos registram” trata da convivência entre três gerações de mulheres, com visões diferentes de suas vivências particulares, para problemas semelhantes. De maneira emocional, o espetáculo aborda as angústias e alegrias do universo feminino.

As personagens são mulheres comuns, dessas que encontramos nas esquinas da vida, e por isso são tão fascinantes. Delfina – personagem interpretada por Luíza Tomé – quando jovem, casou-se com um rapaz negro, a família era contra e, mesmo assim, enfrentou o preconceito da época e foi viver sua história de amor. Desta união nasceu Violeta, personagem de Letícia Birkheuer – que veio ao mundo com os traços da mãe, com a cor do pai, e desde pequena sente vergonha dele. Aos vinte anos, entre viver uma história de amor e casar com um homem mais velho e rico, optou pelo casamento por interesse e, nasceu Sofia. Sofia – interpretada por Priscila Fantin – como toda filha única, sempre foi muito cobrada, é a filhinha do papai, que eles esperam ver casada com um bonito rapaz de família importante. Violeta sonha e planeja o casamento do século para sua única filha. Quando Sofia assume ser lésbica, o mundo de sua mãe desmorona e ela põe para fora todo o seu preconceito até então velado.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Além do que os nossos olhos registram
Com Luíza Tomé, Priscila Fantin, Letícia Birkheuer
Teatro J. Safra (Rua Josef Kryss, 318 – Barra Funda – São Paulo)
Duração 65 minutos
19/01 até 11/03
Sexta – 21h30, Sábado – 21h, Domingo – 20h
$25/$80 – a partir 18/01 ($20/$50 – até 17/01)
Classificação 12 anos

A BELA E OS TENORES – ENTÃO É NATAL

O Teatro J. Safra antecipa as comemorações de Natal com o show dos tenores Jorge Durian, Armando Valsani e a soprano Giovanna Maira, em “A Bela e os Tenores – Então é Natal”, na sexta-feira, dia 17 de novembro.

Depois de 20 anos de sucesso se apresentando em espetáculos a bordo de diversos navios pelo mundo, o trio de cantores se apresenta, pela primeira vez no Brasil, neste show de lançamento do primeiro álbum de Natal “Hallelujha”.

Neste espetáculo de tirar o fôlego e que reúne essas belas vozes, o público irá se emocionar com canções clássicas e românticas internacionais, com temas natalinos como White Christmas, de Irvin Berlin, Adeste Fideles, de John Francis Wade, Ave Maria, de Johann Sebastian Bach e Charles Gounod e Panis Angelicos, de César Franck.

Sobre os cantores

Armando Valsani é um tenor lírico com quase 40 anos de carreira, que se destacou pelo mundo pela sua brilhante potência vocal e é muito requisitado pelas colônias italianas por todo o país. Já ganhou diversos prêmios, entre eles o de melhor cantor erudito do Brasil.

Giovanna Maira, cantora lírica (soprano), compositora e instrumentista, traz delicadeza para a apresentação com sua voz doce e cristalina, com canções que vão do pop ao erudito. Como solista, à frente da Orquestra Bachiana Jovem sob regência de João Carlos Martins, realizou grandes concertos, sendo um deles a abertura dos Jogos Pan-Americanos de 2007, no Rio de Janeiro.

Para abrilhantar ainda mais o espetáculo e com uma sólida carreira com mais de 30 anos, Jorge Durian, tenor que sempre foi destaque por transformar canções populares em clássicos eruditos. Já gravou diversos CDs em italiano e se encontrou com os Três Tenores (Plácido Domingo, José Carreras e Luciano Pavarotti).

A Bela e os Tenores
Com Armando Valsani, Giovanna Maira e Jorge Durian  
Teatro J. Safra (Rua Josef Kryss, 318 – Barra Funda – São Paulo)
Duração 90 minutos
17/11
Sexta – 21h30
$30/$100
Classificação Livre

 

AGNALDO RAYOL, 60 ANOS DEPOIS

O Teatro J. Safra recebe no sábado, dia 18 de novembro, o show especial e em única apresentação: “Agnaldo Rayol, 60 anos depois”.  Em comemoração aos seus 60 anos de carreira, Agnaldo apresenta um espetáculo pautado por um refinado repertório que passeia pelos seus grandes sucessos e novas canções.

Um dos maiores nomes da música brasileira, conhecido nacionalmente por sua estonteante voz e com uma carreira coroada com muito sucesso – com mais de 50 discos lançados e o carinho de milhões de fãs pelo Brasil e pelo mundo -, Rayol já garantiu seu espaço de honra na música brasileira.

O artista não esconde o entusiasmo em comemorar um marco tão importante em sua vida e carreira: “É um prazer e uma emoção muito grande completar tantos anos de trabalho. O que pretendo com esta apresentação tão especial é agradecer ao meu público, sempre fiel, que esteve ao meu lado desde o início de minha carreira. O show foi preparado com muito carinho e será composto por um repertório com alguns de meus principais sucessos como Ave Maria, Mia Gioconda, Fascinação, New York, New York, As Rosas não Falam e Chão de Estrelas. Além, claro, de outras músicas inéditas”, comenta ele.

Com uma banda e cenário íntimo e aconchegante, Agnaldo Rayol espera poder levar ao público momentos de muito amor, emoção e surpresas.

 

Rayol-672x372

Agnaldo Rayol, 60 Anos Depois
Com Agnaldo Rayol e músicos convidados
Teatro J. Safra (Rua Josef Kryss, 318 – Barra Funda, São Paulo)
Duração 90 minutos
18/11
Sábado – 21h
$50/$140
Classificação Livre

CRISE, QUE CRISE?

O Teatro J. Safra recebe no dia 2 de novembro, quinta-feira, o show inédito “Crise, que Crise?”, que reúne os mais diversos nomes e gerações através da música. Em única apresentação, o espetáculo que vai do pop rock, passando por músicas do folclore ao compositor Villa Lobos, foi idealizado por John Herbert Jr., o Johnnie Beat, cantor, compositor e filho da atriz Eva Wilma, promete grandes emoções. Além de Johnnie, o show traz ao palco sua mãe, Eva Wilma, o cantor e diretor musical paulista William Paiva e Heloá Holanda, cantora  semifinalista do programa X Factor Brasil, da Rede Bandeirantes.

Este espetáculo também marca a estreia de Eduardo Figueiredo como diretor de um show. Após receber o convite da própria Eva Wilma, aceitou o novo desafio. Muito respeitado no meio cultural, diretor de grandes sucessos no teatro, entre eles: “Mulheres Alteradas”, “Aprendiz de Feiticeiro”, “Frida y Diego” e atualmente “O Gatão de Meia Idade, a peça”.

“Crise, Que Crise?”, canção que dá nome ao show e será lançada nesta ocasião, é de autoria de Johnnie. Além disso, a música aborda o tema, tão em voga no país, de forma otimista. A capa do álbum da banda inglesa Supetramp, “Crisis, Wath Crisis”, de 1975, e este momento difícil que o Brasil passa, inspiraram o cantor e compositor.

Pensando na crise, não acho que devemos, de fato, nos preocupar e sim nos reinventar e passar por cima de tudo de maneira leve e com a esperança. Afinal, a música nos traz sentimentos bons. Estou muito feliz em levar tantos nomes bacanas e diferentes gerações ao palco. Minha mãe, que está ansiosa em relembrar os tempos em que aprendeu muito com Inesita Barroso, Heloá, uma voz feminina que trará delicadeza e encanto ao show, e, claro, William Paiva, um excelente cantor que trará força”, comentou Johnnie.

A participação de Eva Wilma, que, antes de iniciar sua carreira bem-sucedida como atriz, teve incursões na música, dá um colorido especial ao roteiro. E, como convidada de honra, homenageará o poeta ferreira Goulart e o compositor Heitor Villa Lobos, numa leitura moderna de suas obras.

A banda, composta especialmente para essa ocasião, ainda trará canções de sucesso de Nando Reis, Samuel Rosa, Erasmo Carlos, passando por The Beatles, Lou Reed e finalizando com o grande nome da música brasileira, Gilberto Gil. Sempre à sua maneira, com um pouco de rock n’roll e um sotaque blues.

EVA VILMa-10

Crise, Que Crise?
Com John Herbert Jr, William Paiva, Johnny Mantelato, Leandre Gomes, Samuel Junior, Felipe Marques, Wellington Maia
Participações Especiais: Eva Wilma, Heloá Holanda e Roger W. Lima
Teatro J. Safra (Rua Josef Kryss, 318 – Barra Funda, São Paulo)
Duração 90 minutos
02/11
Quinta – 21h
$15/$60
Classificação 12 anos

 

 

VOLVERE VENTO

Sinopse:
Volvere Vento deveria contar a história de três prostitutas que trabalham em condições precárias, onde uma delas tentaria sair desse sistema de exploração, morreria e fim. Porém, o espetáculo, através da mulher, se torna um pretexto para impulsionar o diálogo sobre uma sociedade imersa na sujeira de um sistema opressor.
Após o espetáculo, haverá debate diariamente.
O grupo vai realizar uma oficina que vai ser no dia 21 e 28 das 14h  às 17h
Valor: 30 reais (com direito a um ingresso pra peça qualquer um dos dias da temporada) A inscrição é feita pelo e-mail talvezelizabeth@hotmail.com
WhatsApp Image 2017-10-15 at 12.49.12
Volvere Vento
Com Grupo Talvez Elizabeth
Duração 80 minutos
Companhia do Funil (Rua Lopes Chaves, 72 – Barra Funda -São Paulo)
Duração 80 minutos
20 a 28/10
Sexta e Sábado – 20h
$30 (estudante de teatro com comprovante $10)
Classificação 16 anos
 
 
Foto: Ciça Neder