MARTE, VOCÊ ESTÁ AÍ?

Na peça, as ruas do país estão em chamas e tempestades espaciais afetam as redes elétricas e os sistemas de comunicação. Neste mundo de asfalto em brasa e sistemas de poder em combustão, uma militante (Michelle Ferreira) se esconde numa casa esquecida, posta à venda. Sua mãe (Selma Egrei), sobrevivente de uma nem tão distante ditadura, a procura há muito tempo, até que um misterioso Intruso (Jorge Emil) a encontra.

Para Silvia Gomez, vencedora dos prêmios APCA e Aplauso Brasil de 2015 pelo texto de Mantenha Fora do Alcance do Bebê, o mundo contemporâneo é sempre inspiração para a construção dramatúrgica. “Quando se está diante de tamanho caos como o que vivemos, dentro e fora do país, com políticas intolerantes e injustas ganhando bizarra aceitação e com tantas visões muitas vezes contraditórias sendo colocadas como verdades absolutas a todo instante, tudo se torna mais irracional do ponto de vista da criação. Bernard-Marie Koltès, dramaturgo francês que admiro, colocou certa vez – Ao descobrir a violência política por dentro, eu não podia mais falar em termos políticos, mas em termos afetivos. Nesse sentido, acho que a peça tenta observar a contradição mais profunda de cada personagem – um olhar que passa por dentro para quem sabe ter alguma pista sobre o que se dá lá fora”.

O texto tem muitas camadas. Quando parece chegar ao fundo, você se surpreende ao perceber que pode ser mais fundo ainda. A Silvia Gomez escreve poesia. É uma peça aberta que abraça instabilidades sem polarizar. A cena propõe uma leitura múltipla em diálogo com o momento que vivemos. Sem apontar certezas – e muito mais levantando perguntas – tentamos entender sob a ordem poética o mundo em carne viva que aí está”, comenta Gabriel Paiva.

Marte, Você Está Aí? celebra muitos reencontros profissionais. Gabriel e Silvia trabalharam juntos pela primeira vez há exatos 20 anos, ainda em Belo Horizonte (MG), quando se conheceram. Silvia e Michelle se conheceram no Centro de Pesquisas Teatrais (CPT), em 2003, e ambas são dramaturgas da mesma geração. A parceria entre Jorge Emil e Gabriel também vem de longa data, quando integraram o elenco de Ricardo III, em 1999, em Belo Horizonte. Recentemente, Jorge atuou em Uma Espécie de Alasca, peça dirigida por Gabriel, em 2015. Silvia Gomez ainda assinou a dramaturgia de O Amor e Outros Estranhos Rumores (a partir da obra de Murilo Rubião) e fez as traduções de Contrações, de Mike Bartlett, e de O Continente Negro, de Marco Antônio de La Parra, projetos do Grupo 3 de Teatro, do qual Gabriel é integrante e fundador, junto com Yara de Novaes e Débora Falabella.

Selma Egrei, que completa 47 anos de uma carreira dedicada ao cinema, ao teatro e à televisão, com muitos prêmios ao longo dessa trajetória (ela acaba de receber o APCA), foi convidada para integrar o elenco. “Selma possui grande expressividade corporal e sofisticada interpretação do texto. Ela contribui a cada palavra. Michelle, Selma e Jorge são o trio precioso para o espetáculo por serem atores propositores da cena: suas interpretações multiplicam as possibilidades de entendimento”, comenta Gabriel Fontes Paiva.

Dr Morris, vencedor do último Prêmio Shell, faz a trilha sonora do espetáculo. O premiado cenógrafo André Cortez assina o cenário e Fábio Namatame, também premiadíssimo, o figurino. Ana Paula Lopez assina a assistência de direção e a direção de movimento. A experiente Marlene Salgado está na direção de produção.

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Texto: Silvia Gomez. Elenco: Selma Egrei, Michelle Ferreira e Jorge Emil. Direção: Gabriel Fontes Paiva. Assistência de direção: Ana Paula Lopez. Trilha sonora: Dr Morris. Cenário: André Cortez. Figurino: Fábio Namatame. Direção de produção: Marlene Salgado.

Serviço

Auditório MASP: Avenida Paulista, 1578 – Bela Vista

Temporada: de 9 de junho à 30 de julho, sextas e sábados às 21h e domingos às 20h.

Ingressos: 20,00

Duração: 90 min

Censura: 14 anos

LILI MARLENE

Lili Marlene” é um musical pop rock que utiliza a performance e as novas tecnologias para contar a história do Lili.

“O” Lili, como gostava de ser chamado, é o neto de Marlene, uma atriz hollywoodiana dos anos 30. Rejeitado pelo pai na infância, foge de sua casa em Berlim aos 13 anos de idade. Aos 18, morando em Paris, fazia sucesso nos palcos dublando sua avó, sem que ninguém soubesse do seu parentesco. Aos 30 se tornou sacerdote de uma religião quando morava nos Estados Unidos. Anos mais tarde, já afastado da igreja ele nos faz um relato de sua saga.

Lili Marlene é o primeiro musical autoral da dupla Haten & Cortada. Com texto e letras de Fause Haten, música e arranjos de André Cortada, materializa um projeto antigo da dupla de escrever musicais.

Durante o ano de 2016, Fause mergulhou num processo de pesquisa de material e múltiplas linguagens. Intensificou sua pesquisa de corpo onde o risco iminente e o desconforto corporal são usados pra potencializar as emoções do artista e dos personagens. Criando texto, personagens e performances a partir dos temas que rondavam seu imaginário, foi dando forma a um universo dramatúrgico.

Numa primeira fase trabalhou os textos numa escrita tradicional.

Numa segunda fase, trabalhou naquilo que intitula “escrita em cena”, onde com os personagens na cabeça, fazia performances de improviso para recolher textos e sensações a partir da relação imediata com o público.

Algumas dessas performances aconteceram na Galeria Mezanino e na Fábrica do Dr. F. dentro do projeto #ForadaModa no Sesc Ipiranga.

Com todo o material escrito e organizado, Fause reuniu sua banda sob o comando de André Cortada e partiram para as composições e os arranjos musicais.

Nesse momento surgia o roteiro e os personagens, que antes tinham casos isolados, passaram a se relacionar e as suas historias foram se interligando e criando um fio condutor.

Nasceu Lili Marlene!

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LILI MARLENE

TEATRO EVA HERZ (168 lugares)

Livraria Cultura – Conjunto Nacional

Avenida Paulista, 2073 – Bela Vista

Bilheteria: 3170-4059 / www.teatroevaherz.com.br

Terça a sábado, das 14h às 21h. Domingos das 12h às 19h. Formas de Pagamento: Dinheiro / Cartões de débito – Visa Electron e Redeshop / Cartões de crédito – Amex, Visa, Mastercard, Dinners e Hipecard. Não aceita cheque.

Vendas: www.ingressorapido.com.br

Terça e Quarta às 21h

Ingressos:

R$ 60

Duração: 80 minutos

Recomendação: 14 anos

Estreia dia 16 de Maio de 2017

Curta Temporada: até 28 de Junho

Ficha técnica:

Direção, Texto e Letras: Fause Haten

Elenco: Fause Haten, Andre Cortada, Gabriel Conti, Marcos Magaldi e Raphael Coelho (alternante)

Músicas, Direção musical e Arranjos: André Cortada

Direção de movimento: Luis Ferron

Assistente de direção: Richard Luiz

Iluminação: Caetano Vilela

Figurino e Cenário: Fause Haten

Fotos, vídeos, direção de fotografia e Arte: Paulo Cabral

Edição de vídeos: Carlos Amorim

Assessoria em vídeo cenário: André Hã

Consultoria dramatúrgica: Claudia Hamra

Assessoria de imprensa: Morente Forte

Produção Executiva: Anna Abe

Direção de Produção: Henrique Mariano

CISNE

O espetáculo Cisne, concebido, dirigido e coreografado por Dinah Perry, faz curta temporada no Teatro Ruth Escobar, entre os dias 21 de maio e 4 de junho com sessões aos domingos, às 16 horas.

Com estética que mistura teatro e dança, Cisne faz uma reflexão sobre questões íntimas do homem e da mulher, buscando ressaltar sentimentos intensos de forma lúdica. Dinah comenta que “a forma de expressão corporal está na linguagem da dança teatralizada e do teatro musicado, ligados por uma dramaturgia subjetiva, embasada em textos e poemas que norteiam o conceito da criação”.

As sensações e as emoções são referências usadas pela diretora para contar histórias de personagens que vivem a beleza e a fragilidade da alma. Entregues às situações, deixam transparecer a essência das paixões. As cenas ora são românticas e alegres, ora tristes e vazias, ora inocentes e exuberante, ora sensuais e sexuais.

A gênese do trabalho se dá pelos gêneros poético, lírico e épico, alinhados por uma composição contemporânea. As cenas resultam em um conceito corporal técnico e requintado de movimentos desconstruídos. Cisne é formado por cenas independentes, configuradas por sketches de coreografia que unidas formam o corpo do espetáculo e a composição da obra.

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Ficha técnica / Serviço

Teatro coreográfico: Cisne

Direção e coreografia: Dinah Perry. Iluminação / figurino: Dinah Perry. Elenco: Átila Freire, Ícaro Freire, Ana Carolina Barreto, Júlia Cavalcanti e Carine Shimoura. Produção e realização: Cia. Artista do Corpo. Assessoria de Imprensa: Verbena Comunicação

Reestreia: 21 de maio. Domingo, às 16 horas

Teatro Ruth Escobar (Sala Gil Vicente)

Rua dos Ingleses, 209 – Bela Vista, SP/SP. Telefone: (11) 3289-2358.

Temporada: 21/5 a 4/6 – Domingos, às 16 horas.

Ingressos: R$ 40,00 (meia R$ 20,00).

Bilheteria: quinta e sexta (14h-21h30), Sábado: (12h-23h) e domingo (12h-19h30)

Aceita Dinheiro, cheque, cartão de débito ou crédito.

Duração: 60 min. Gênero: Teatro coreográfico. Classificação: Livre.

320 lugares. Ar condicionado. Acessibilidade. http://teatroruthescobar.com.br/

O QUARTO ESTADO DA ÁGUA

A água não precisa estar em estado sólido, líquido ou gasoso, como aprendemos na escola. Basta que ela se sinta pressionada o suficiente para surgir uma quarta fase, que a física clássica não é capaz de explicar. A descoberta, feita por pesquisadores americanos quando observaram moléculas de água aprisionadas em um mineral chamado berilo, que compõe as esmeraldas, foi divulgada no fim de 2016. Com esse mote, a diretora Bia Szvat leva aos palcos O QUARTO ESTADO DA ÁGUA, espetáculo que estreia dia 22 de abril, sábado, às 21 horas, no Top Teatro.

Anderson di Rizzi, Kiko Pissolato e Herbert Richers Jr. formam o elenco da montagem, que tem dramaturgia de Flavio Cafiero (Vencedor do Prêmio Jabuti com o livro Dez Centímetros Acima do Chão e finalista dos prêmios Jabuti e São Paulo de Literatura com o livro O Frio Aqui Fora). O espetáculo também conta com Fabio Cintra na direção musical e traz ao palco instrumentos tocados ao vivo (violoncelo, acordeão e sax), que, juntos formam um quarto personagem em cena e percorrem diversos ritmos, como valsa, jazz, tango e clássica. Para conseguir dar conta de toda técnica que a peça exige os três atores tiveram aulas extras de balé clássico, dança contemporânea, tango e flamenco.

O QUARTO ESTADO DA ÁGUA é sobre o homem contemporâneo. A história se passa em cima da laje de um prédio, com três homens que fogem de uma festa de ano novo (no andar térreo) e sobem para respirar um pouco. A partir daí, confissões, angustias e memórias surgem e um jogo de memória entre presente, passado e futuro entra em cena. Do alto do arranha-céu, os personagens questionam qual é o lugar do homem neste mundo contemporâneo, onde novas sexualidades e novas formas de amar estão cada vez mais latentes, em contraste a uma crescente onda conservadora.

A diretora Bia Szvat explica que o espetáculo faz uma analogia da vida dos personagens com os quatro estados da água. “Quero abordar os detalhes e sutilezas do homem contemporâneo e as construções da nova masculinidade, mas sem julgamentos e conclusões. O levantamento de questões de forma criativa e leve tenta resgatar a arte como entretenimento, espaço de reflexão e construção artística. O resultado é um espetáculo altamente atraente, uma comédia feita com humor corrosivo, diálogos bem esculpidos cheios de primeiras, segundas e terceiras intenções, repleto de musicalidade, tempos de reflexão para todo mundo que busca algum frescor na forma de se fazer teatro”, conta ela.

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O Quarto Estado da Água
Com Anderson di Rizzi, Kiko Pissolato e Herbert Richers. Stand-in – Francisco Zaiden.
TOP Teatro (Rua Rui Barbosa, 201 – Bela Vista – São Paulo)
Duração 60 minutos
21/04 até 18/06
Sexta – 21h30; Sábado – 21h; Domingo – 19h
$50
Classificação 14 anos
 
Direção Geral – Bia Szvat.
Dramaturgia – Flavio Cafiero.
Assistente de Direção – Élder Idelfonso.
Direção Musical – Fabio Cintra.
Músicos – Thayna Oliveira, Ricardo Venturin e Gerson Silva Jr.
Design de Luz – Cesar Pivetti e Vânia Jaconis.
Cenografia – Luiza Curvo.
Figurinista – Marisa Caula.
Designer Gráfico – Pietro Leal.
Fotos – Pedro Bonacina.
Produção – Andreia Porto.
Assistentes de Produção – Lucas Martins Néia e Priscila Biade.
Assessoria de Imprensa: Nossa Senhora da Pauta

FLUTUANTE

Com direção de Mauro Baptista Vedia e dramaturgia do cartunista Caco Galhardo, a peça Flutuante estreia dia 7 de abril no Teatro Sérgio Cardoso, na Sala Paschoal Carlos Magno. As sessões acontecem às sextas, sábados e domingos, sempre às 20h até 30 de abril. O elenco conta com Martha Nowill, Rafael Losso e Paulo Tiefenthaler.

A montagem é uma comédia dramática sobre uma professora de alemão que, sem motivo aparente, não consegue mais sair de casa para trabalhar. Essa súbita alteração em seu comportamento é o estopim para uma sucessão de acontecimentos que acaba por conduzi-la, na companhia de seu namorado e seu aluno das cinco, em um redemoinho de desejos, incertezas e obsessões que, aos poucos, os eleva a um estado de suspensão.

Neste texto, há um tipo de humor mais denso, ritmo mais ágil, mudança de cenários e divisão em dois atos e um epílogo. Uma comédia com elementos de reflexão, com temas pertinentes à sociedade atual, mais especificamente os desejos e neuroses dos habitantes de grandes metrópoles, tema sempre abordado pelo autor em seus quadrinhos diários na imprensa e que ganha maior profundidade na linguagem do teatro.

O projeto também consolida a parceria estabelecida entre o autor e a atriz Martha Nowill, que ganha corpo com este segundo texto. É uma peça sobre um momento na vida em que “perdemos o chão”. No epílogo, temos o desfecho com a saída encontrada por cada personagem após aquele “dia estranho”.

O texto tem humor bem contemporâneo e pop e o desafio da direção é fazer uma peça ágil, inteligente, sutil e extremamente divertida, que ao mesmo tempo passe a ideia de ser paulista e brasileira e universal. Flutuante tem tudo a ver com peças que já dirigi como A festa de Abigail e Jantar, por exemplo. Há uma inteligência no texto de assumir uma certa banalidade do contemporâneo, personagens sem eixo, sem uma âncora, perdidos na sociedade globalizada“, diz o diretor.

Este é o terceiro texto para teatro de Caco Galhardo, que teve sua estreia em 2010 com o espetáculo Meninas da Loja, produzido por Martha Nowill, dirigido por Fernanda D’Umbra, com Martha Nowill, Chris Couto, Cinthya Falabella e Mari Noguera no elenco. A temporada foi de três meses no Espaço Parlapatões, em São Paulo.

Pac-Woman, segundo texto do cartunista, foi apresentada no Satyrianas de 2012, com Marina Person e Tiago Martelli, direção de Fernanda D’Umbra, remontada em 2015 na programação Quintas em Cena do Teatro Cemitério de Automóveis, com Carcarah, Antoniela Canto e direção de Mauro Baptista Vedia.

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Flutuante
Com Martha Nowill, Rafael Losso e Paulo Tiefenthaler.
Teatro Sérgio Cardoso – Sala Paschoal Carlos Magno ( Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista, São Paulo)
Duração 70 minutos
07 a 30/04
Sexta, Sábado, Domingo – 20h
$40
Classificação livre
 
Texto: Caco Galhardo.
Direção: Mauro Baptista Vedia.
Cenário e Figurino: Frank Dezeuxis.
Luz: Aline Santini.
Fotografia: Luciana Nunes.
Arte Gráfica: Caco Galhardo.
Direção de Produção: Martha Nowill, Gustavo Sanna e César Ramos.
Produção: Complementar Produções.  
Realização: Mil Folhas Produções Artísticas.
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio.

EU NUNCA

O Teatro Raul Cortez recebe a peça adolescente ‘Eu Nunca’, que conta a história de três jovens com vidas extremamente opostas. No espetáculo, eles convivem e dividem as suas intimidades, sempre trazendo à tona as questões mais urgentes da juventude moderna.

No elenco e direção estão nomes já conhecidos pelo grande público. Júlio Oliveira é o diretor e também atua no espetáculo. O ator possui larga experiência na área artística e seu último trabalho na televisão foi em ‘Os Dez Mandamentos’, da TV Record. O ator, cantor e dublador Nicholas Torres interpretou o ‘Jaime’ na novela ‘Carrossel’ e na série ‘Patrulha Salvadora’ do SBT. Já a atriz Gabriela Gama começou sua carreira no palco aos 15 anos e possui mais de 30 peças em seu currículo, incluindo ‘Fortes Batidas’ – vencedor do Prêmio APCA como melhor espetáculo e o prêmio especial Femsa Coca-Cola por experimentação de linguagem.

A peça foi montada a partir de um conjunto de textos, depoimentos e pesquisas, escritos de forma coletiva. O texto possui uma linguagem descolada e aborda situações realistas a cada cena, sempre quebrando os clichês já apresentados em outros espetáculos do gênero.

O objetivo é fazer com que o jovem possa repensar o lugar em que se encontra atualmente, a partir de reflexões e críticas, e através das narrativas de vida dos personagens, que buscam transmitir um retrato dos principais problemas que afetam a juventude de hoje. A peça fica em cartaz até 26 de março, com apresentações às sextas às 21h, sábados às 20h e domingos às 19h.

 

Eu Nunca
Com Júlio Oliveira, Nicholas Torres e Gabriela Gama.
Teatro Raul Cortez (Rua Dr. Plínio Barreto, 285 – Bela Vista, São Paulo)
Duração 80 minutos
10 a 26/03
Sexta – 21h; Sábado – 20h e Domingo – 19h
$40
Classificação 14 anos
 
Direção: Júlio Oliveira
Dramaturgia: Criação Coletiva
Fotografia: Adriano Duarte
Produção Executiva: Aryane Faria & tOn Miranda
Direção de Produção: Bia Ramsthaler & tOn Miranda
Assessoria de Imprensa: Sanseverino Comunicação
Produção e Realização: Júlio Oliveira e Diversão & Arte

NÃO SOU GORDO, SÃO SEUS OLHOS

O Teatro Bibi Ferreira, em São Paulo, apresenta a comédia “Não sou gordo, são seus olhos” às quartas-feiras, 21h. Espetáculo para todas as idades, que eleva a autoestima de todas as pessoas, fica em cartaz até o dia 29 de março e, em cena, discute com muito humor, questões variadas de bullying. O espetáculo traz vários personagens, encenados pelo próprio ator, contando suas aventuras e desventuras de estar um pouco fora dos padrões “aceitáveis” pela sociedade.

Historicamente, o preconceito com pessoas gordas é recente. Antes a obesidade era vista como fraqueza, hoje como incompetência. É uma lógica econômica, onde o corpo magro é sinônimo de agilidade e o corpo gordo de improdutividade, característica condenada pelo capitalismo.

Neste hilário monólogo escrito por Jorge Tássio especialmente para Hermes, ator carioca que integrou o elenco das novelas “Meu pedacinho de chão”, da Rede Globo, “Além do tempo” e “Cúmplices de um resgate.”

Entre os trabalhos que mostram a versatilidade de Hermes destacam – se as gravações dos clipes de MC Sapão e Anitta, participação nos programas de Sérgio Malandro, no Multishow, Vai que Cola e Chapa quente.

Essa peça prova que todos nós podemos fazer o que quisermos na nossa vida, mesmo sendo gordinhos demais, magros demais, altos, baixos, novos ou velhos. Queremos, através do teatro, e de forma bem humorada, provar ao público que toda forma de bullying é uma besteira, que o que importa mesmo é estar de bem consigo mesmo, com o seu corpo e com a forma com que a pessoa se identifica.” afirma Hermes Carpes

Não Sou Gordo, São Seus Olhos
Com Hermes Carpes
Teatro Brigadeiro (Av. Brigadeiro Luís Antônio, 931 – Bairro Bela Vista, São Paulo)
Duração 60 minutos
08 a 29/03
Quarta – 21h
$60
Classificação 14 anos
 
Texto: Jorge Tássio
Direção: Hermes Carpes
Cenário: Hermes Carpes e Adriana Bortoloto
Coreografias e Preparação Corporal: Adriana Bortoloto
Figurinos e Adereços: Hermes Carpes e Adriana Bortoloto
Assessoria de Imprensa: Minas de Ideias