FREQUENCIA_AUSENTE.DOC

O Sesc Avenida Paulista recebe a instalação interativa “frequencia_ausente.doc”, dramaturgia site specific e documental que conduz o visitante em uma experiência imersiva pelos andares da Unidade e versa sobre o desaparecimento de um ator, ex integrante da ExCompanhia de Teatro, nas dependências do Sesc no dia da estreia do seu monólogo.

O visitante recebe o celular que pertenceu ao ator e acessa a exposição  por meio do dispositivo, que também contém registros da última hora antes do seu misterioso desaparecimento. O público acompanha os rastros deixados por ele em instalações imersivas distribuídas nos andares do prédio do Sesc. Após o monólogo ser cancelado, resultado do misterioso sumiço do ator, a ExCompanhia e o Sesc optaram então por realizar, nos meses de fevereiro e março, uma nova obra em sua homenagem.

Os artistas Bernardo Galegale, Gustavo Vaz e Gabriel Spinosa assinam a concepção e a dramaturgia da experiência. O roteiro tem duração de cerca de uma hora e é gratuito, com saídas individuais a cada 10 minutos das 14h às 17h e retirada prévia de senha no local.

Dramaturgia Site Specific

Momentos antes da estreia de seu monólogo no Sesc Avenida Paulista, um ator desapareceu misteriosamente após receber a notícia de que sua plateia estava totalmente vazia. Na exposição, uma série de rastros deixados por ele são apresentados, fazendo com que a experiência se conecte com o monólogo, o ator, o prédio do Sesc e a memória do fatídico dia. São bilhetes escritos à mão, livros deixados pelo edifício, imagens nas TV’s e registros das câmeras de segurança, entre outros; além disso, o visitante recebe o celular que pertenceu ao ator, e nele estão contidos outros vídeos, áudios, mensagens no Whatsapp e etc. Através da leitura de QR CODES, é possível interagir com a exposição e acessar os direcionamentos que refazem o último percurso trilhado pelo ator no prédio, uma hora antes de desaparecer.

O Conceito

A experiência propõe inserir o público como parte da obra, colocando-o nos exatos lugares que ator visitou no prédio momentos antes de desaparecer. Ao somar ao percurso diversos elementos narrativos multimídia, a ExCompanhia de Teatro provoca o público a sentir o que o ator sentiu, trazendo à tona pensamentos sobre a importância da plateia e do encontro presencial nas artes.

As instalações se alimentam das características do espaço e de pesquisas site specific para revelar micro e macro conexões entre a dramaturgia ficcional e real, o prédio, a cidade e o ator, buscando um constante movimento de percepção da importância do artista e da presença do público nos dias de hoje.

A filosofia existencialista que inspirava o monólogo do ator deaparecido inspira também agora a exposição itinerante ‘frequencia_ausente.doc’. A jornada desiludida do nosso ator que invadiu o prédio do Sesc Avenida Paulista – esse corpo vertical – carrega memórias ficcionais e reais sobre sua existência. Durante o percurso da exposição, os participantes do público absorvem e ressignificam o espaço ao redor a partir dos rastros dele, ao mesmo tempo em que são impactados por questões existenciais que sempre o afetaram” – comentam os integrantes da ExCompanhia de Teatro.

Além disso, a dramaturgia valoriza a importância dos encontros presenciais, cada vez mais deixados em segundo plano na sociedade contemporânea. A sensação de solidão vivenciada pelo ator é transferida aos participantes, A sensação de solidão que foi vivenciada por ele é transferida aos participantes, que são também o personagem central da instalação itinerante, fazendo com que seja possível se colocarem no “lugar do outro”, criando espaço para a vivência de uma experiência de empatia, pertencimento e coletividade” – completam.

A trasmidialidade do projeto se estende às diferentes plataformas (papéis, TVs, corpos e etc.), explorando diferentes formas de contato entre dramaturgia ficcional/real e público participante, usando múltiplas linguagens e formas de narrativa para promover novas possibilidades de experimentação.

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frequencia_ausente.doc

Com ExCompanhia de Teatro

Sesc Paulista – Arte II – 13º andar (Av. Paulista, 119 – Bela Vista, São Paulo)

Duração 70 minutos

21/02 até 16/03

Quinta, Sexta e Sábado – 14h até 17h (sessões a cada 10 minutos)

Entrada gratuita (distribuição de senhas no local de início da atividade)

Classificação livre

O MÁGICO DE OZ

Baseado na obra original de Lian Frank Baum “ O MÁGICO DE OZ ” tem texto e direção geral de um dos nomes mais conceituados na dramaturgia do Teatro para Crianças , FERNANDO LYRA JÚNIOR , que ao longo de seus mais de 30 anos dedicados ao palco foi detentor de vários prêmios e críticas elogiosas.
A peça conta a história de Dorothy, uma garotinha que se perde no Mundo de Oz e para conseguir o caminho de volta para sua casa precisa encontrar o Grande Mágico de Oz. Com a ajuda da Bruxa do Norte , Dorothy, começa a sua procura no caminho até o Castelo do Mágico, onde muita coisa acontece. Ela conhece seus três inseparáveis amigos: O Espantalho , O Homem de Lata e o Leão, que ajudam a menina a atingir seus objetivos.
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O Mágico de Oz
Com Marina Ribeiro,  Giuliano Landim, Cibelle de Martin, Rebecca Etiene, Fernando Lyra Jr, Luciano Brandão e Dico Paz.
Teatro Ruth Escobar – sala Dinah Sfat (Rua dos Ingleses, 209 – Bela Vista, São Paulo)
Duração não informada
27/01 até 31/03
Domingo – 17h30
$40
Classificação Livre

CONCERTANDO A BROADWAY

Canções clássicas de musicais da Broadway como Grease, Funny Girl, O Fantasma da Ópera, Os Miseráveis, Cats, Cantando na Chuva, Um Violinista no Telhado, Cabaret e A Noviça Rebelde ganham versões satíricas e irreverentes no espetáculo Concertando a Broadway, peça com roteiro e direção geral do pesquisador de teatro musical e dramaturgo Gerson Steves e direção musical de Claudio Goldman. Claudio também está em cena, acompanhado das atrizes Sady Medeiros e Muriel Aronchi e do pianista Hamilton de Oliveira. O espetáculo estreia dia 24 de janeiro e segue em temporada de apenas seis sessões, sempre às quintas-feiras, 20h, no Teatro Sérgio Cardoso (Sala Paschoal Carlos Magno).

Idealizado por Goldman e Steves, o espetáculo é composto por mais de 15 versões inéditas de canções extraídas de espetáculos da Broadway. A dupla conecta os números a esquetes sobre os bastidores do teatro musical no Brasil e no mundo, curiosidades da vida artística nos palcos e a trajetória de Claudio Goldman, cantor, compositor e músico, iniciado na vida artística desde os 7 anos. Nas versões, há fortes componentes de brasilidade e brincadeiras em cima das letras, não deixando de lado gírias e expressões com a cara do Brasil.

Gerson, responsável pela direção e dramaturgia, explica: “O gênero musical, no Brasil, nasce da paródia – ela é o grande barato do teatro musical brasileiro. Trazemos esse espírito irreverente para a peça, brincando também com o termo ‘concertar’, que se remete tanto à ideia de um concerto musical quanto a esses ajustes (e consertos) que propomos para que os números ganhassem uma cara mais brasileira”, diz o dramaturgo.

Os criadores do espetáculo apostam no seu alcance tanto para os amantes dos musicais quanto para quem não tem tanta familiaridade com o gênero. “Como as cenas se intercalam com as histórias que o elenco conta, o espetáculo se torna muito íntimo, próximo do público”, conta Gerson, complementando que tudo foi pensado em um formato indicado para toda a família.

As coreografias, assinadas pelas atrizes Sady Medeiros e Muriel Aronchi também vão no registro do bom-humor, confirmando o objetivo do espetáculo em subverter a estrutura do musical clássico da Broadway. “Os fãs  do gênero vão ter a oportunidade de assistir a um novo ponto de vista sobre o que estão habituados a ver. O espetáculo é composto por versões improváveis e malcomportadas para clássicos inesquecíveis”, completa.

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Concertando a Broadway

Com Claudio Goldman, Sady Medeiros e Muriel Aronchi

Teatro Sergio Cardoso – Sala Paschoal Carlos Magno (R. Rui Barbosa, 153 – Bela Vista, São Paulo)

Duração 70 minutos

24/01 até 28/02

Quinta – 20h

$40

Classificação Livre

LOUCA TERAPIA

Guto e Will se conhecem e pouco tempo depois decidem morar juntos. Por terem vidas muito diferentes e comportamentos opostos logo surgem problemas na relação, então sem contar um para o outro eles decidem procurar terapia alternativa e acabam caindo nas mãos de dois farsantes que de terapeutas não tem nada. Os picaretas Jhon e Miguel ao invés de resolver as questões da relação acabam deixando o casal tão louco quanto eles.

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Louca Terapia

Com Filipe Bertini, Ivo Ueter, Kainan Ferraz e Thiago Mantovani

Teatro Ruth Escobar – Sala Gil Vicente (Rua dos Ingleses, 209 – Bela Vista, São Paulo)

Duração 90 minutos

25/10 até 29/11

Quinta – 21h

$50

Classificação 14 anos

BAGAGEM

O ator Marcio Ballas, que pesquisa há 20 anos as linguagens do palhaço e da improvisação teatral, conta ao público alguns episódios que marcaram a sua infância no espetáculo Bagagem, com direção de Rhena de Faria. A peça faz nova temporada no Teatro Eva Herz, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional de 12 de outubro a 7 de dezembro de 2018, toda sexta-feira às 21h.

Nos anos de 1950, o militar Gamal Abdel Nasser tornou-se presidente do Egito e implantou várias medidas para limitar a presença de estrangeiros no país, o que gerou uma guerra responsável pela expulsão de milhares judeus da região. Os pais de Ballas foram obrigados a abandonar sua terra natal nessa circunstância e embarcaram em um navio com destino ao Brasil.

Segundo o ator, a ideia de contar ao público as histórias de sua família surgiu em um jantar. “Em uma sexta feira, fui comer na casa da minha mãe. Na sobremesa, tinham vários doces incríveis e um pequeno cacho de bananas. Brinquei dizendo que ninguém escolheria a fruta. Ela disse: ‘Não fale assim. Um dia, isso foi o meu almoço’. Eu achei que ela estava brincando, mas ela contou que quando chegaram refugiados do Egito, não tinham dinheiro para comida. Então, por várias vezes, almoçaram bananas! Nesse dia, pensei: quero compartilhar as histórias da minha família em um espetáculo“, explica Ballas.

Em cena, Ballas apresenta uma visão bem-humorada e poética sobre as histórias de sua família e a Cultura Judaica em forma de pequenas crônicas, com os temas infância, melhor amigo, pai, mãe e férias. As técnicas de improviso teatral são usadas quando o ator convida a plateia para entrar na cena e a participar da peça.

Em 2010, eu organizei um Festival de Improviso no Brasil e trouxe convidados internacionais. Um deles era o mestre Omar Argentino, que apresentou um solo de improviso. Eu fiquei maravilhado. Eu não sabia que dava para improvisar sozinho, não sabia que era possível! Essa ideia ficou na minha cabeça durante 7 anos, até que eu tomei coragem e decidi: está na hora de fazer o meu solo. Misturei o improviso com textos escritos e surgiu o espetáculo“, conta o improvisador.

Bagagem

Com Marcio Ballas

Teatro Eva Herz – Livraria Cultura do Conjunto Nacional (Avenida Paulista, 2073, Bela Vista – São Paulo)

Duração 60 minutos

12/10 até 07/12 (não haverá sessão 19/10)

Sexta – 21h

$60

Classificação: 12 anos

SAMBA JAZZ, O MUSICAL

Uma obra inédita e 100% autoral, o espetáculo explora questões que confrontam muito hoje em dia e, podemos ver em matérias de jornal e até na TV: O preconceito (seja racial ou de gênero), identidade (Onde você vive realmente importa?), autoestima (Qual é o seu valor na sociedade?), sexualidade/abuso (70% dos casos de abuso e das vítimas são crianças e adolescentes).

O Musical conta a história de 4 famílias que vivem em uma ocupação que, apesar dos seus dramas e lutas diárias, nunca deixaram de sorrir. O musical traz uma reflexão bem contemporânea, um olhar musical diferente, nessa história que pode se passar em qualquer tempo, mas nesse cenário escolhido que é a PERIFERIA, com personagens que podemos ou não encontrar pelas ruelas dessa grande São Paulo.

Aqui temos toda a cadencia do samba e as notas tortas do jazz. Mesmo com todas as histórias que permeiam e que de um jeito ou outro se conectam, esse espetáculo é nada mais do que um “GRITO DE LIBERDADE”.

O musical será interpretado por 15 atores/cantores e com música ao vivo tocada por 9 músicos.

Nesse morro tem muita história. Como uma madeira bruta trabalhada a mão, nasce à vontade de viver dessa gente que depois de muitos calos revelam-se belas esculturas da vida. Isso resume o nosso “SAMBA JAZZ”.

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Samba Jazz, o Musical

Com Abel Juliano, Anamara Ribeiro, Ananza Macedo, Claus Xavier, Dani Mota, Diogo Lipoam, Érica Ribeiro, João Domeni, Mila Coimbra, Tarcísio Serasso, Wagner Lima e Yasmin Calbo.

Teatro Ruth Escobar – Sala Dina Sfat (Rua dos Ingleses, 209 – Bela Vista, São Paulo)

Duração 100 minutos

04 a 25/10

Quinta – 21h

$50

Classificação 14 anos

CÁLCULO ILÓGICO

A premiada atriz Jéssika Menkel chega a São Paulo com a peça de sua autoria “Cálculo Ilógico“. Dirigida por Daniel Herz, a atriz traz ao palco relatos da sua vida, juntamente a cálculos matemáticos.
Em um flash a personagem Ella apresenta seu universo numérico buscando uma nova perspectiva para ver o mundo. Relembra, revive e calcula acontecimentos. Expõe nos números a eliminação errada do seu irmão D+1. Enxerga a vida através de uma lógica matemática, calcula a probabilidade dos acontecimentos e busca razões nos números e nas fórmulas para explicar um cálculo chamado vida.
Uma peça documental, uma autoficção escrita a partir de questões da vida da autora e atriz Jéssika Menkel. Acontecimentos da vida podem ser cálculos matemáticos, como a morte. Uma autoficção misturada a uma autobiografia. A vida real em números, em um cálculo ilógico.
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Cálculo Ilógico
Com Jéssika Menkel
TOP Teatro (R. Rui Barbosa, 201 – Bela Vista, São Paulo)
Duração não informada
06 a 28/10
Sábado – 21h, Domingo – 19h
$40
Classificação não informada