SAMBA JAZZ, O MUSICAL

Uma obra inédita e 100% autoral, o espetáculo explora questões que confrontam muito hoje em dia e, podemos ver em matérias de jornal e até na TV: O preconceito (seja racial ou de gênero), identidade (Onde você vive realmente importa?), autoestima (Qual é o seu valor na sociedade?), sexualidade/abuso (70% dos casos de abuso e das vítimas são crianças e adolescentes).

O Musical conta a história de 4 famílias que vivem em uma ocupação que, apesar dos seus dramas e lutas diárias, nunca deixaram de sorrir. O musical traz uma reflexão bem contemporânea, um olhar musical diferente, nessa história que pode se passar em qualquer tempo, mas nesse cenário escolhido que é a PERIFERIA, com personagens que podemos ou não encontrar pelas ruelas dessa grande São Paulo.

Aqui temos toda a cadencia do samba e as notas tortas do jazz. Mesmo com todas as histórias que permeiam e que de um jeito ou outro se conectam, esse espetáculo é nada mais do que um “GRITO DE LIBERDADE”.

O musical será interpretado por 15 atores/cantores e com música ao vivo tocada por 9 músicos.

Nesse morro tem muita história. Como uma madeira bruta trabalhada a mão, nasce à vontade de viver dessa gente que depois de muitos calos revelam-se belas esculturas da vida. Isso resume o nosso “SAMBA JAZZ”.

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Samba Jazz, o Musical

Com Abel Juliano, Anamara Ribeiro, Ananza Macedo, Claus Xavier, Dani Mota, Diogo Lipoam, Érica Ribeiro, João Domeni, Mila Coimbra, Tarcísio Serasso, Wagner Lima e Yasmin Calbo.

Teatro Ruth Escobar – Sala Dina Sfat (Rua dos Ingleses, 209 – Bela Vista, São Paulo)

Duração 100 minutos

04 a 25/10

Quinta – 21h

$50

Classificação 14 anos

CÁLCULO ILÓGICO

A premiada atriz Jéssika Menkel chega a São Paulo com a peça de sua autoria “Cálculo Ilógico“. Dirigida por Daniel Herz, a atriz traz ao palco relatos da sua vida, juntamente a cálculos matemáticos.
Em um flash a personagem Ella apresenta seu universo numérico buscando uma nova perspectiva para ver o mundo. Relembra, revive e calcula acontecimentos. Expõe nos números a eliminação errada do seu irmão D+1. Enxerga a vida através de uma lógica matemática, calcula a probabilidade dos acontecimentos e busca razões nos números e nas fórmulas para explicar um cálculo chamado vida.
Uma peça documental, uma autoficção escrita a partir de questões da vida da autora e atriz Jéssika Menkel. Acontecimentos da vida podem ser cálculos matemáticos, como a morte. Uma autoficção misturada a uma autobiografia. A vida real em números, em um cálculo ilógico.
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Cálculo Ilógico
Com Jéssika Menkel
TOP Teatro (R. Rui Barbosa, 201 – Bela Vista, São Paulo)
Duração não informada
06 a 28/10
Sábado – 21h, Domingo – 19h
$40
Classificação não informada

SCRIPT – UM LONGA-METRAGEM IMPROVISADO

Script – Um longa-metragem improvisado” é o segundo espetáculo da Mostra Espontânea que acontece no Teatro dos Arcos. Com direção de Ian Soffredini, o espetáculo de improviso faz referências à estética cinematográfica e será apresentado de 28 de setembro a 02 de novembro, incluindo sessões no Festival Satyrianas, com entrada grátis.

Ian Soffredini conta que o espetáculo “mimetiza os efeitos do cinema utilizando-se dos recursos da construção cênica teatral”. Close, enquadramento, movimento de câmeras e outros recursos da linguagem cinematográfica são sugeridos nas movimentações e posicionamento dos atores em cena. É teatro de improviso que brinca com a narrativa do cinema.

Em cena um personagem inicia o jogo de improviso: é o Roteirista, que descreve o que o público verá na “tela do cinema”: onde acontece a cena, quem são os personagens da história, quando acontece a ação. Com base nestas informações sugeridas pelo Roteirista, os improvisadores desenvolvem as cenas.

Neste jogo de improviso, a participação da plateia é fundamental. Logo na recepção, o público é convidado a inventar e escrever num papel um título de filme. A plateia também sugere três lugares onde podem acontecer as situações dramáticas. Cabe ao Roteirista usar as sugestões do público e interferir no improviso.

As cenas e personagens em cada apresentação são inesperadas para o público e para os próprios atores, assim como o gênero a ser representado, que pode variar entre drama, horror e ficção científica, dependendo de como os estímulos dados pela plateia inspirem os atores. “A transposição da estética cinematográfica para o espaço do teatro improvisado que não possui nem de longe os mesmos recursos técnicos do cinema tem grandes chances de apresentar resultados cômicos”, comenta o diretor Ian Soffredini.

Nesta busca pela estética cinematográfica, a iluminação de Diego Rocha é um recurso decisivo. Diego é um dos mais experientes iluminadores de espetáculos de improvisação no País. Em “Script – Um longa-metragem improvisado”, o iluminador trabalha com recortes bem delineados para criar no teatro a ilusão do cinema.

O diretor musical Pedro Rabello, que é Mestre em Composição para Cinema e TV pela Kingston University London, criará trilhas sonoras ao vivo a cada sessão. Na mesma sintonia de improvisação do elenco, ele pode criar músicas que evidenciam e aprofundam propostas trazidas pelos atores como pode oferecer contrapontos que interferem na construção dramatúrgica do espetáculo.

Para alcançar o estado de prontidão necessário para o espetáculo, os improvisadores praticaram a técnica de improvisação com preparação comandada pelo colombiano Gustavo Miranda, fundador da Cia. Acción Impro e um dos mais importantes pesquisadores desta linguagem na América Latina.

A preparação corporal do elenco foi feita por João Paulo Gomes, professor de Contato Improvisação, com foco em educação somática. Ele estimulou os atores a desenvolver a intimidade necessária para a criação no improviso e expandir o repertório de representação corporal.

SOBRE A MOSTRA ESPONTÂNEA

O projeto é realizado para contribuir com a pesquisa de Improvisação Brasileira e para estimular novas criações. Improvisadores experientes se reúnem para aprofundar os estudos dos mais relevantes métodos de improvisação do cenário mundial na atualidade.

A Mostra Espontânea iniciou com o espetáculo “Haroldo”. “Script” é o segundo espetáculo do projeto. O terceiro trabalho será o espetáculo “Sigo de Volta”, que promoverá a interação com usuários do Instagram.

Todas as apresentações serão gravadas e o conteúdo disponibilizado no canal Teatro dos Arcos no Youtube.

Mais informações sobre a Mostra Espontânea estão nas redes sociais:

Facebook: https://www.facebook.com/teatrodosarcos/

Instagram: https://www.instagram.com/teatrodosarcos/

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Script – Um Longa-Metragem Improvisado

Com Adriano Castanheira, Aline Ewald, Daniel Obregon, Ian Soffredini, Maria Eugenia Portolano,  Manuela Origuella, Priscila Muniz

Teatro dos Arcos (Rua Jandaia, 218. Bela Vista, São Paulo)

Duração 50 minutos

28/09 até 02/11 – Sexta – 21h

11/10 – Quinta – 21h

14/10 – Domingo – 21h

Entrada gratuita (entrega de convites no local uma hora antes da sessão)

Classificação 12 anos

MEU FILHO VAI CASAR

Com texto de Ed Júlio e direção de Alexandre Reinecke, a divertida Meu Filho Vai Casar está em cartaz no Masp Auditório até 7 de outubro, com sessões às sextas-feiras e aos sábados, às 21h, e aos domingos, às 20h. O elenco é composto por Suzy RêgoAnderson MüllerClara CarvalhoBlota FilhoMartha MeolaDaniel Tavares e Rita Batata.

A montagem é uma caricatura sobre a importância dada pela elite decadente aos sobrenomes de famílias tradicionais e a hipocrisia presente nesse meio social. Na história, que se passa na década de 1980, os falidos Herculano e Adalgiza Barroso Pimenta Leão vivem um casamento de aparências e não se suportam mais.

Quando o filho Norberto (Daniel Tavares) anuncia o casamento com Serena Urime Constantino Aribello Colonna Mannucci (Rita Batata), Herculano (Anderson Müller) e Adalgiza (Suzy Rêgo) enxergam a chance de sair do lamaceiro, pois deduzem que a menina tem uma situação abastada, já que possui cinco sobrenomes. O casal apaixonado pede aos pais do noivo para organizar um jantar para Loretta (Clara Carvalho) e Eliseu (Blota Filho), os pais da noiva, para oficializar o noivado.

Correndo contra o tempo, Adalgiza precisa encontrar uma pobre coitada disposta a assumir a identidade de uma refinada empregada europeia, capaz de preparar uma recepção refinada aos ilustres convidados (interpretada por Martha Meola). Nesse hilário encontro, em que manter as aparências é a única coisa que importa, segredos de família são revelados.

A encenação tem uma estética que faz referência ao surrealismo de Salvador Dalí e a pop art de Andy Warhol. Além disso, alguns elementos utilizados nos filmes de Tim Burton estabelecem os limites da fantasia.

Segundo o diretor Alexandre Reinecke, “o espetáculo faz uso do politicamente incorreto e da linguagem da farsa, da pantomima e dos palhaços, em cima do melodrama, para ressaltar a hipocrisia da sociedade, quase como um circo-teatro”.

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Meu Filho Vai Casar

Com Suzy Rêgo, Anderson Müller, Clara Carvalho, Blota Filho, Martha Meola, Daniel Tavares e Rita Batata

MASP – Auditório (Avenida Paulista, 1578, Bela Vista – São Paulo)

Duração 90 minutos

03/08 até 07/10

Sexta e Sábado – 21h, Domingo – 20h

$50/$60

Classificação 12 anos

REFÚGIO

Sem nenhum motivo aparente pessoas começam a ir embora, sem explicações. Parecem ter sido sequestradas ou mortas, mas nada é muito claro. Uma mulher procura entender o que está acontecendo, seu marido a acompanha nesta busca. O mundo ao redor deles caminha para uma completa desestruturação, e ela mergulha cada vez mais em uma angústia sem solução onde o suspense é cada vez mais crescente.

O clima de mistério permeia o espetáculo Refúgio, de Alexandre Dal Farra, que volta em cartaz para temporada de 12 de setembro a 3 de outubro,  no Teatro Sérgio Cardoso. As sessões acontecem às terças e quartas, às 19h30. No elenco estão Marat DecartesFabiana GugliAndre Capuano Carla Zanini e Clayton Mariano.

Na trama, nada se explica completamente. A linguagem lacunar das personagens não se deve às suas características psicológicas, mas sim a uma indefinição objetiva da própria realidade. A peça flerta com o ambiente do Cinema Noir de diretores como Alfred Hitchcock e com o Teatro do Absurdo de Samuel Beckett. “Se existiu um teatro do pós-guerra, que tentava dar conta da experiência catastrófica da guerra, aqui é como se estivéssemos olhando para a possibilidade de um conflito iminente, como um ‘teatro pré-guerra’. O texto fala de um mundo que se acabou, de um momento histórico em que a esperança de um capitalismo com face humana caiu por terra”, comenta Dal Farra.

A ideia é explorar em cena duas concepções diferentes de refúgio para discutir a desestruturação simbólica do cotidiano. “Tratamos da ambiguidade entre dois sentidos da palavra refúgio: uma opção de fuga de um lugar em que não se quer/pode ficar ou como um espaço em que se fica para fugir de uma situação. É por causa desse sentido amplo que o refúgio se dá em um ambiente aparentemente cotidiano. Não se trata de uma guerra ou algo destrutivo, mas sim de uma espécie de desagregação sutil da estrutura do próprio cotidiano”, explica o autor.

Para criar esse ambiente, a iluminação e a cenografia transmitem ao espectador uma sensação de espera em um lugar entre dois mundos. “Essa casa vai diminuindo até chegar a prensar as personagens até que eles quase não caibam ali. A música também ajuda a reproduzir essa sensação de crescente claustrofobia. Os figurinos sugerem certa violência e um ambiente belicoso de maneira sutil e algo subterrânea, que tensiona as características reais das personagens, dando sinal da tensão que sustenta a peça como um todo”, acrescenta.

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Refúgio

Com Fabiana Gugli, Marat Descartes André Capuano, Carla Zanini e Clayton Mariano

Teatro Sérgio Cardoso – Sala Paschoal Magno (Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista, São Paulo)

Duração 75 minutos

12/09 até 03/10

Terça e Quarta – 19h30

$50

Classificação 14 anos

REFÚGIO – O MUSICAL

O espetáculo fez sua primeira temporada nos anos de 2016 e 2017 e teve retorno bastante positivo do público. Com texto autoral e músicas originais executadas ao vivo, Refúgio – O Musical conta com 8 atores e 4 músicos (piano, violino e violoncelo).

Através do cotidiano, sonhos, anseios, angústias e dificuldades de um jovem, são abordados temas pertinentes a toda sociedade como: relacionamentos, família, educação, profissão e amor. Apesar da dramaticidade, o espetáculo é leve e bem-humorado. Momentos de sensualidade estão presentes e são tratados com naturalidade e sofisticação (não há cenas de nudez explícita no espetáculo).

SINOPSE

Lucas é um rapaz obrigado a abandonar seus sonhos de estudar numa escola de artes para poder sustentar a casa, ajudar sua mãe Joyce, cuidar da sua irmã mais nova e do pai alcoólatra, trabalhando num emprego sem perspectiva alguma. Em horas livres, Lucas sai com seu melhor amigo Júnior que mora em uma parte nobre da cidade. Quando Max, irmão mais velho de Júnior, volta pra casa após uma grande desilusão, acaba encontrando Lucas e logo se interessa por seus talentos. Os dois se apaixonam perdidamente, mas Lucas não entende os próprios sentimentos e entra em confronto com suas convicções e suas emoções.

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Refúgio – o Musical

Com Fabio Fernandes, Felipe Freitas, Fernanda Goulart, Fernando Marianno, Henrique Hadachi, Júlia Bach, Luma Gouveia, Maitê Cunha e Camila Fernanda Marques

Teatro Ruth Escobar – Sala Dina Sfat (Rua dos Ingleses, 209 – Bela Vista, São Paulo)

Duração 90 minutos

13/09 até 04/10

Quinta – 21h30

$50

Classificação 16 anos

 

A[R]MAR

É possível ter o controle no jogo da vida? Está no outro aquilo que me falta? É possível nascer uma paixão em um minuto? Como armar estratégias para chegar até o outro? Essas e outras questões norteiam A[R]MAR, o novo trabalho da Suacompanhia, livremente inspirado no conto “Manuscrito Achado Num Bolso”, do escritor argentino Julio Cortázar (1914-1984). Com dramaturgia e direção de Paulo Azevedo, a peça estreia no dia 7 de setembro no Teatro Sérgio Cardoso.

O elenco é formado por Rita Pisano e Bruno Perillo, além de uma equipe de criação com reconhecida trajetória que acumulam diversos prêmios, como APCA, Shell, Qualidade Brasil e Sharp.

A montagem explora a mesma situação do conto de Cortázar: um homem cria regras para um jogo nas estações de metrô na tentativa de encontrar a mulher de sua vida. Ao encontrá-la e perceber o risco da reciprocidade no afeto, ele expõe sua estratégia de aproximação e recua diante do amor, voltando ao início do jogo.

Os dois protagonistas – ELA e ELE – são colocados em ação em quadros simultâneos, ora em diálogo com o público, ora consigo mesmos, ora em diálogo entre si. O espectador é o único com uma visão geral da narrativa, como se observasse a cena de longe no metrô. É um cúmplice de um jogo com várias peças para montar.

A encenação extrapola a discussão sobre gênero e foca nas tentativas do ser humano de se colocar em diálogo e afeto com o outro. Os planos distintos – pensar, falar e agir – aprofundam esses dois personagens, revelando seus julgamentos, preconceitos e desejos mais íntimos, quando tornam concretas as situações imaginárias, como frestas da realidade. Esses acontecimentos ilusórios tornam a complexidade da mítica romântica amorosa uma tragédia reconhecível e bem-humorada.

A estrutura cênica é armada por meio de jogos teatrais que possibilitam múltiplas de leituras sobre a narrativa e as relações contemporâneas (para além de um jogo amoroso), sem conclusões sobre as razões que movem as personagens.

O texto me provocou a pensar a metáfora do jogo da vida com o próprio jogo da cênico, no qual se estabelece regras para nortear nossas relações, os códigos que guiam o ator para se colocar na cena para tornar algo sincero, com entrega, a cada apresentação. Essa ideia “cortaziana” de que a casualidade é o principal determinante da nossa vida e entender que viver é uma diversão, é um jogo, na qual os encontros acontecem casualmente, no meio de um lance do jogo. O próprio título do espetáculo já propõe um jogo: A[R]MAR. É possível armar estratégias para o amor? Amar é uma arma? Amar talvez seja o que há de mais político. Por isso, a política, no sentido mais amplo de um conjunto de regras ou normas de uma determinada instituição, seja o que há de mais complexo e difícil de viver”, comenta o diretor.

A casualidade é assumida como determinante da vida. Já o jogo é tido como uma metáfora para a imprevisibilidade do viver: as pessoas devem escolher suas peças de acordo com as variáveis apresentadas a cada momento. É preciso buscar o controle, o domínio dos sentidos previstos para a cena, mas contar com o caos; planejar os passos, mas deparar com a queda; afetar-se por uma vivência imprevista.

Criamos alguns disparadores para que os atores improvisassem cenas que revelassem as nossas visões sobre os temas abordados, sendo o principal deles, a tentativa de se relacionar, de ir até o outro e todo o risco que isso envolve. A dramaturgia é formada por cenas, em que cada      ‘peça’ tem como ‘motor’ um jogo (Caça x Caçador, Dança das Cadeiras, Jogo do Dicionário etc), inclusive com lacunas para que os intérpretes possam improvisar e se manter em estado de jogo a cada sessão, como numa jam session. A própria encenação    ‘brinca’ com outros elementos para que o espectador possa ir juntando as peças da história de duas pessoas, que criaram esse jogo de ‘retorno eterno’ para não se separar, rememorando tudo desde a primeira vez em que se viram num vagão de um metrô”, acrescenta Azevedo.

Além da obra de Cortázar, a encenação teve influências de trechos icônicos de filmes, como “A Dupla Vida de Veronique”, de  Krzysztof Kieslowski; “8 e ½”, de Federico Fellin; e “Brilho Eterno de Uma mente Sem Lembranças”, de Michel Gondry, que serviram para embasar alguns dos jogos entre os personagens.

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A[R]MAR

Com Rita Pisano e Bruno Perillo

Teatro Sérgio Cardoso – Sala Paschoal Carlos Magno (Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista, São Paulo)

Duração 70 minutos

07/09 até 01/10

Sexta e Sábado – 19h30, Domingo – 20h, Segunda – 19h30

$40

Classificação 14 anos