PRESENTE DE ANIVERSÁRIO

Com o desejo de levar às crianças uma ressignificação das datas comemorativas, sobretudo o aniversário, evidenciando seu sentido de celebração, o grupo Os Tapetes Contadores de Histórias decidiu transformar em teatro o valor do encontro e a alegria das pessoas estarem juntas com o espetáculo PRESENTE DE ANIVERSÁRIO. A montagem, que tem direção de Cleiton Echeveste, faz apresentações gratuitas na CAIXA Cultural São Paulo de 28 de novembro a 8 de dezembro, quinta-feira a domingo, às 15h.

Em PRESENTE DE ANIVERSÁRIO três pitorescos viajantes (Warley Goulart, Edison Mego e Cadu Cinelli) chegam ao lugar ideal onde uma criança está prestes a nascer. Mas antes, eles precisam lidar com suas diferenças, a fim de compreender o que significa escuta e amizade. Então estes divertidos andarilhos se valem de narrativas que levarão enfim à consumação de tão esperada comemoração. A relação entre os três personagens vai pouco a pouco revelando a importância da consciência da diferença como caminho afetivo e base emocional para a construção da amizade.

Para o ator Cadu Cinelli, a peça nasceu do desejo de levar às crianças uma ressignificação das datas comemorativas, sobretudo o aniversário, evidenciando seu sentido de celebração. “Por isso, vimos a importância de produzir uma   experiência   que ressaltasse o valor do encontro e a alegria de estarmos juntos”, explica ele. Já o ator Warley Goulart conta que a delícia e a ousadia da montagem residem na proposta de transformar o evento teatral em um parabéns coletivo e pensar a importância das datas comemorativas como oportunidades de comemorar a alegria de viver.

Contos inspiram objetos em tecidos

Pensando no tema do aniversário, o grupo Os Tapetes Contadores de Histórias chegou a três pilares poéticos: o “tempo”, contado através das estações do ano, das primaveras, com sentido de transformação e amadurecimento; o “bolo”, objeto de comunhão a partir do ato de preparar a comida e repartir em presença e coletivamente e o “presente”, como símbolo do oferecimento de si para o outro. “Tais pilares nos conduziram a quatro contos: os mitos gregos de Deméter e Rei Midas, o conto americano João Esperto Leva o Presente Certo e a história da tradição russa A Bela Wassalissa”, diz Cadu Cinelli.

Para tal, os artistas do grupo costuraram inusitados objetos de tecido que servem de cenário para os contos escolhidos: Para o mito Deméter e Perséfone, costuraram um poncho que vai se abrindo, com bolsos internos de onde deuses gregos surgem para explicar o porquê das estações do ano e no mito do Rei Midas criaram um extenso pergaminho, dividido em quadros que, no desenrolar, vão ilustrando o mito do rei da Frígia que teve que aprender a lidar com as consequências ao desejar o toque de ouro.

Já para o conto João Esperto Leva o Presente Certo, o grupo inventou uma casa que se abre e se transforma num grande bolo de aniversário. A história mostra como o “melhor presente” não necessariamente é algo material, mas a presença do outro ao nosso lado. Ao final, todas as crianças cantam parabéns, fazendo seus votos para um futuro melhor. E por fim há o conto A Bela Wassaliza, com caixas com tecidos bordados com imagens da história, em que uma sai de dentro da outra como as matrioskas russas.

Oficina e roda de conversa

Durante a temporada do espetáculo PRESENTE DE ANIVERSÁRIO, o grupo Os Tapetes Contadores de Histórias realizam na CAIXA Cultural São Paulo a oficina Ateliê de Histórias sobre a arte de contar histórias e uma roda de conversa sobre as práticas de narração de histórias no meio urbano e nos contextos profissionais.

A oficina Ateliê de Histórias acontece nos dias 30 de novembro e 1º, 7 e 8 de dezembro, sábados e domingos, das 9h às 12h com mediação de Warley Goulart. Durante a oficina são realizadas dinâmicas sobre as práticas narrativas, de como contar histórias e as reflexões sobre o tema. Nos últimos dois encontros os participantes são convidados a confeccionar um suporte que sirva de cenário para contar histórias com papéis de presente aos moldes dos materiais utilizados pelo grupo. Já a roda de conversa acontece dia 6 de dezembro, sexta-feira, ás 18h. Com mediação de Cadu Cinelli os participantes serão convidados a expor suas experiências e vivências com a narração de histórias, ou seus desejos de projetos, e a partir do acolhimento e escuta do que foi exposto serão feitos convites a reflexão sobre o papel da narração de histórias nos dias de hoje.

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Presente de Aniversário

Com Warley Goulart, Edison Mego e Cadu Cinelli

Caixa Cultural São Paulo (Grande Salão – Praça da Sé, 111 – Centro – São Paulo)

Duração 60 minutos

28/11 até 08/12

Quinta, Sexta, Sábado e Domingo – 15h

Grátis (distribuição de ingressos a partir das 9h do dia do evento)

Classificação Livre

CARANGUEJO OVERDRIVE

CAIXA Cultural São Paulo apresenta, entre os dias 22 de março e 1º de abril, o espetáculo teatral “Caranguejo Overdrive”, da Aquela Cia. de Teatro. A peça é inspirada no movimento Manguebeat, do saudoso músico pernambucano Chico Science, que mistura música eletrônica com tambores de maracatu. O espetáculo patrocinado pela Caixa Econômica Federal tem ingressos grátis e classificação de 16 anos.

A trama narra a saga de Cosme, um ex-catador de caranguejos no mangue carioca que é convocado a lutar ao lado do exército brasileiro na Guerra do Paraguai, na segunda metade do século 19. Depois de sofrer um colapso mental no meio do campo de batalha, ele é dispensado e, ao voltar para a sua terra natal, encontra um Rio de Janeiro caótico e em transformação.

A cidade, com suas convulsões urbanísticas, está irreconhecível para esse homem. Cosme procura novamente o mangue, região que, em 1870, era conhecida como Rocio Pequeno – e hoje, Praça 11. Ele consegue um emprego na construção do canal que representou a primeira grande obra de saneamento na capital carioca.

Cosme já não sabe mais se é homem, caranguejo, soldado ou operário. Sua crise o obriga a abandonar tudo, a vagar pela noite, a mergulhar no delírio e a assumir, finalmente, a forma do crustáceo. Em cena, as canções originais de Felipe Storino (guitarra e direção musical) dialogam com a performance dos atores.

Outra grande referência da encenação é o livro “Homens e Caranguejos”, do escritor e geógrafo recifense Josué de Castro. A dura poética dessa obra pode ser exemplificada no seguinte trecho de seu prefácio “A Descoberta da Fome” (Lisboa, 1966):

A lama dos mangues de Recife, fervilhando de caranguejos e povoada de seres humanos feitos de carne de caranguejo, pensando e sentindo como caranguejo. São seres anfíbios – habitantes da terra e da água, meio homens e meio bichos. Alimentados na infância com caldo de caranguejo – este leite de lama -, se faziam irmãos de leite dos caranguejos. […] A impressão que eu tinha era a de que os habitantes dos mangues – homens e caranguejos nascidos à beira do rio – à medida que iam crescendo, iam cada vez se atolando mais na lama”.

Sinopse
Inspirada no Manguebeat de Chico Science, Caranguejo Overdrive narra a saga de Cosme, um ex-catador de caranguejos no mangue carioca na segunda metade do Século 19. Ele foi convocado a servir no exército brasileiro durante a Guerra do Paraguai e acabou enlouquecido no campo de batalha. Quando Cosme volta ao Rio de Janeiro, encontra uma cidade caótica em transformação. Ele não sabe se é um homem, um caranguejo, um soldado ou um operário.

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Caranguejo Overdrive
Com Carol Virguez, Alex Nader, Eduardo Speroni, Matheus Macena, Fellipe Marques
CAIXA Cultural São Paulo (Praça da Sé, 111 – Centro, São Paulo)
Duração 70 minutos
22/03 até 01/04
Quinta, Sexta, Sábado e Domingo – 19h15
Grátis (Distribuídos a partir das 9h do dia do evento)
Classificação 16 anos

A FANTÁSTICA BALEIA ENGOLIDORA DE CIRCOS

Sem usar qualquer palavra falada, a carioca Cia. Frita apresenta para a criançada o universo mágico do circo em A Fantástica Baleia Engolidora de Circos, que ganha uma temporada na CAIXA Cultural São Paulo, entre 22 de fevereiro e 4 de março. O elenco conta com as atrizes Érika Freitas, Mariana Rabelo e Florencia Santángelo, e a direção e o roteiro são assinados por Alvaro Assad. Os ingressos são gratuitos e começam a ser distribuídos às 9h do dia da apresentação, na própria CAIXA Cultural.

O público conhece a hilária saga de três palhaças que foram engolidas por uma baleia junto com seu pequeno circo durante uma enchente que alagou a cidade. Enquanto o animal navega pelos sete mares do globo, as artistas precisam se adaptar àquele cotidiano surreal.

Elas esperam ansiosamente pelas surpresas que virão com a próxima mordida da baleia e sonham com o mundo externo. Durante cada tempestade no meio do mar, as palhaças se comportam de modo completamente nonsense.

Durante o processo criativo da peça, a trupe pesquisou o universo da pantomima e das reprises e gags (piadas) clássicas do circo. Como o espetáculo não tem falas, o elenco teve um treinamento corporal para a comédia física, em que os gestos são usados para provocar a comicidade e narrar de forma eficiente a história. A proposta da encenação é resgatar e difundir a arte da palhaçaria clássica.

Oficina de palhaçaria

Além do espetáculo, a trupe ministra uma oficina gratuita de Palhaçaria para Crianças, com Érika Freitas. A atividade pretende despertar o lúdico, o riso, a espontaneidade e a relação com o outro a partir de brincadeiras e jogos de improviso. A ideia é proporcionar aos participantes a oportunidade de ter um primeiro contato com o universo dos clowns.

A oficina acontece na própria CAIXA Cultural São Paulo, no dia 3 de março, das 10h às 12h, e oferece 20 vagas para crianças de 10 a 14 anos. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo telefone (11) 3321-4400. A seleção será a partir da ordem de inscrições.

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A Fantástica Baleia Engolidora de Circos
Com Érika Freitas, Mariana Rabelo, Raquel Theo e Florencia Santángelo
CAIXA Cultural São Paulo (Praça da Sé, 111 – Centro, São Paulo)
Duração 50 minutos
22/02 até 04/03
Quinta, Sexta, Sábado e Domingo – 15h
Entrada gratuita (ingressos distribuídos a partir das 9h do dia da apresentação)
Classificação 6 anos
 
Oficina: Oficina de Palhaçaria para Crianças
CAIXA Cultural São Paulo (Praça da Sé, 111 – Centro, São Paulo)
03/03
Sábado – 10h às 12h
Inscrições: gratuitas e feitas pelo telefone (11) 3321-4499 (por ordem de inscrição)
Vagas: 20 vagas
Público-alvo: crianças de 10 a 14 anos

UM

UM é o título do espetáculo que a Companhia Moderno de Dança encena nos dias 24, 25 e 26 de novembro na Caixa Cultural São Paulo. O grupo, fundado em 2002, é originário de Belém do Pará e tem a “dança imanente” como proposição teórica e prática em dança.

Pautada no compartilhamento de subjetividades para a criação cênica, a Companhia, que também se configura como grupo de pesquisa, valoriza a construção coreográfica pelas trocas estabelecidas entre o individual (unidade) e o coletivo (múltiplo). A programação é totalmente gratuita e os ingressos devem ser retirados na recepção da Caixa Cultural a partir das 9h nos dias do evento.

A obra baseia-se na ideologia Ubuntu, cuja tradução literal significa: “eu sou o que sou pelo que nós somos”. A palavra, originária do vocabulário dos povos Bantu, da África do Sul, em diálogo com o fazer/pensar da dança imanente, alicerça o conceito do espetáculo, que utiliza práticas de matriz africana e afro-brasileira como recursos técnico-corporais para a pesquisa de movimentos.

O processo de criação cênica emprega elementos da capoeira, da cultura de escolas de samba, das danças afro-baianas e do candomblé, entendidos como matrizes mobilizadoras para a concepção do espetáculo.

UM foi contemplado com o Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna 2013 e já teve duas temporadas em Belém, além de ter circulado pelo interior do estado do Pará e se apresentado em Macapá.

Para a diretora artística Ana Flavia Mendes, “iniciativas como esta da Caixa são grandes oportunidades para difundir a arte produzida no país, de norte a sul. Para nós é muito caro poder dar visibilidade ao que fazemos em outra localidade, longe de casa, sobretudo pela expectativa de troca com o público de outra cidade“.

Além do espetáculo, três atividades paralelas são contempladas pelo projeto, sendo elas: a realização de uma oficina de compartilhamento dos preceitos criativos da dança imanente; uma palestra reflexiva acerca das relações teórico-metodológicas estabelecidas a partir do espetáculo UM e o lançamento de livros que tratam dos processos coreográficos da Companhia Moderno de Dança.

As inscrições para oficina e palestra têm vagas limitadas e podem ser feitas pelo e-mail ciamoderno@gmail.com.

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UM
Com Companhia Moderno de Dança
CAIXA Cultural São Paulo (Praça da Sé, 111 – Centro, São Paulo)
Duração 50 minutos
24 a 26/11
Sexta, Sábado e Domingo – 19h15
Ingresso grátis (ingressos distribuídos a partir das 9h do dia da apresentação)
Classificação Livre

CANTO PARA RINOCERONTES E HOMENS

Será que nós, seres humanos, gostaríamos de virar rinocerontes? Foi a partir desse e de outros questionamentos que o os atores do Teatro do Osso, sob a direção de Rogério Tarifa (Cia do Tijolo e Cia São Jorge de Variedades), iniciaram o processo do espetáculo Canto Para Rinocerontes e Homens, que começa sua temporada  quinta-feira, dia 21 de setembro, às 18h30, na CAIXA Cultural São Paulo.

Partindo da obra O Rinoceronte, de Eugene Ionesco, o ato-espetáculo musical traz para o palco temas como a brutalização do ser humano, a falta de sonhos e a extinção do homem. A montagem, que teve nove meses de ensaio, marca a parceria de Rogério Tarifa, William Guedes e Jonathan Silva, ambos da Cia do Tijolo e vencedores do Prêmio Shell de Teatro.

Na versão de Rogério Tarifa a história é cantada pelos atores, que são acompanhados por um pianista e um percussionista. Para o diretor, o espetáculo é um grande musical com forte diálogo com as artes plásticas e a dança. “Os sete atores formam um grande coro para contar e cantar a história de transformação dos homens em rinocerontes”, explica Tarifa.

Rinocerontes urbanos

O conceito de rinocerontes urbanos marca a montagem de CANTO PARA RINOCERONTES E HOMENS. “Além do texto de Ionesco, outras dramaturgias se incorporaram ao espetáculo e com isso chegamos a esse conceito, onde atualmente as pessoas estão sempre ao ponto de explodir como uma verdadeira bomba”, conta o diretor.

Para isso, Rogério pediu para cada ator criar um solo, onde a transformação de homem em rinoceronte fosse mostrada, sendo que a transformação teria que ter um tema. Crimes de ódio, violência, ensino, trabalho e culto a beleza são alguns temas utilizados pelos atores para virarem, durante o espetáculo, em rinocerontes.

A montagem também abre novas faces em relação ao texto de Ionesco. “O espetáculo é uma livre adaptação da obra e por isso trazemos outros questionamentos, como a própria extinção dos rinocerontes, que acontece atualmente. No nosso final, além de um único homem também sobra um único rinoceronte”, adianta Tarifa.

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Canto para Rinocerontes e Homens
Com Guilherme Carrasco, Isadora Títto, Luísa Valente, Murillo Basso, Renan Ferreira, Rubens Alexandre e Viviane Almeida.
Caixa Cultural São Paulo (Praça da Sé, 111 – Sé, São Paulo)
Duração 200 minutos
21/09 até 01/10
Quinta, Sexta e Sábado – 18h30, Domingo – 17h30
Entrada gratuita (ingressos começam a ser distribuídos na Caixa Cultural a partir das 9h do dia da apresentação).
Classificação: 14 anos.

UM DIA QUALQUER

A peça “Um dia qualquer” que estreia na CAIXA Cultural São Paulo em novembro, fala de um encontro inusitado de quatro desconhecidos num banco de praça em pleno centro da cidade, onde revelam dores, amores e revelações de suas vidas de forma emocionante e muito engraçada, tornando o público cúmplice também dessas histórias.

 “Um dia qualquer” repete a parceria bem sucedida do diretor Alexandre Mello e da autora Julia Spadaccini. Este novo trabalho trata das relações humanas através do encontro casual de personagens comuns, que nossos olhos esbarram todo o tempo em grandes cidades como o Rio de Janeiro. O texto põe uma lente de aumento ou empresta um binóculo potente com os quais nos aproximamos destes seres urbanos, e podemos ver suas histórias e suas relações com a vida e com a morte.

O amor e as relações ligeiras e superficiais que vivemos, a competição acirrada no trabalho, a frustração do sonho de genialidade artística e a proximidade cotidiana com a morte são os temas deste “dia qualquer”, que ultrapassa os limites do relógio e das estações do ano, provocando um espaço-tempo ideal de “um dia”, tal vivência e reflexão sobre nossas vidas, que levaríamos alguns anos de terapia pra experimentar.

A cidade e as necessidades de consumo e status que inventamos para nós ou que absorvemos como nossas, nos fazem trabalhar incessantemente e cada vez mais e em todos os lugares, sem descanso, férias ou pausas, produzindo um efeito devastador nas nossas sensibilidades.

E se um dia dissermos: – “NÃO! Não vou agora, preciso parar e pensar”, ou simplesmente “parar e não fazer nada!” Se isso é uma decisão individual, o.k., ela pode ser suportada por cada um de nós. Mas quando você fica, lado-a-lado com diferentes personagens, que como você decidem parar, por razões que nunca lhe ocorreram, num mesmo lugar, à mesma hora, um panorama divertido e patético se forma e a cidade ganha ares de picadeiro. O Rio de Janeiro é palco desta comédia de Julia Spadaccini, que propõe um diálogo direto com a plateia, divertido e ao mesmo tempo profundo, fazendo com que o público se identifique de imediato.

Julia nos faz viajar pela alma humana, num reconhecimento da nossa sensibilidade e capacidade de identificação e compaixão, tudo isso escrito com muito humor. Território perfeito para Alexandre Mello, que se destaca como um encenador delicado e experiente na direção dos atores e na pesquisa de linguagem cênica, que trabalha criando belas imagens em efeitos muito simples e teatrais.

Um Dia Qualquer
Com Anna Sant´Ana, Dida Camero, Leandro Baumgratz e Rogério Garcia
Caixa Cultural São Paulo (Praça da Sé, 111 – Centro – São Paulo)
Duração 70 minutos
10 a 20/11
Quinta, Sexta, Sábado e Domingo – 19h15
Entrada gratuita (ingressos distribuídos a partir das 9h no dia do espetáculo)
Classificação 12 anos
 
Texto: Julia Spadaccini
Direção: Alexandre Mello
Iluminação: Renato Machado
Cenografia: Daniele Geammal
Figurinos: Ticiana Passos
Trilha sonora: Leandro Baumgratz
Direção dos vídeos: Felipe Bretas e Paula Sattamini ( Multifocus)
Programação visual: Humberto Costa Ribeiro
Direção de Produção: Anna Sant’Ana e Rogério Garcia
Assistência de direção e produção executiva: Paula Loffler
Uma realização Usina D’Arte Produções Artísticas
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio