UM

UM é o título do espetáculo que a Companhia Moderno de Dança encena nos dias 24, 25 e 26 de novembro na Caixa Cultural São Paulo. O grupo, fundado em 2002, é originário de Belém do Pará e tem a “dança imanente” como proposição teórica e prática em dança.

Pautada no compartilhamento de subjetividades para a criação cênica, a Companhia, que também se configura como grupo de pesquisa, valoriza a construção coreográfica pelas trocas estabelecidas entre o individual (unidade) e o coletivo (múltiplo). A programação é totalmente gratuita e os ingressos devem ser retirados na recepção da Caixa Cultural a partir das 9h nos dias do evento.

A obra baseia-se na ideologia Ubuntu, cuja tradução literal significa: “eu sou o que sou pelo que nós somos”. A palavra, originária do vocabulário dos povos Bantu, da África do Sul, em diálogo com o fazer/pensar da dança imanente, alicerça o conceito do espetáculo, que utiliza práticas de matriz africana e afro-brasileira como recursos técnico-corporais para a pesquisa de movimentos.

O processo de criação cênica emprega elementos da capoeira, da cultura de escolas de samba, das danças afro-baianas e do candomblé, entendidos como matrizes mobilizadoras para a concepção do espetáculo.

UM foi contemplado com o Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna 2013 e já teve duas temporadas em Belém, além de ter circulado pelo interior do estado do Pará e se apresentado em Macapá.

Para a diretora artística Ana Flavia Mendes, “iniciativas como esta da Caixa são grandes oportunidades para difundir a arte produzida no país, de norte a sul. Para nós é muito caro poder dar visibilidade ao que fazemos em outra localidade, longe de casa, sobretudo pela expectativa de troca com o público de outra cidade“.

Além do espetáculo, três atividades paralelas são contempladas pelo projeto, sendo elas: a realização de uma oficina de compartilhamento dos preceitos criativos da dança imanente; uma palestra reflexiva acerca das relações teórico-metodológicas estabelecidas a partir do espetáculo UM e o lançamento de livros que tratam dos processos coreográficos da Companhia Moderno de Dança.

As inscrições para oficina e palestra têm vagas limitadas e podem ser feitas pelo e-mail ciamoderno@gmail.com.

Este slideshow necessita de JavaScript.

UM
Com Companhia Moderno de Dança
CAIXA Cultural São Paulo (Praça da Sé, 111 – Centro, São Paulo)
Duração 50 minutos
24 a 26/11
Sexta, Sábado e Domingo – 19h15
Ingresso grátis (ingressos distribuídos a partir das 9h do dia da apresentação)
Classificação Livre

INTERVENÇÃO DALLOWAY: RIO DOS MALEFÍCIOS DO DIABO

Em seu novo espetáculo o Grupo XIX de Teatro convida o público a caminhar pelas ruas do centro, contemplar espaços públicos e habitar uma estufa promovendo outras formas de ocupar e conviver no cotidiano urbano. Intervenção Dalloway: Rio dos Malefícios do Diabo estreia dia 27 de novembro, segunda-feira, às 16h. A temporada segue até 14 de dezembro, com sessões de segunda a quinta-feira, sempre às 16h. A montagem tem o apoio da Lei de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.

O espetáculo-performance é itinerante. A peça começa no edifício da SEL (Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude do Estado de São Paulo), um prédio histórico na Praça Antônio Prado, no Centro. Depois, o público é convidado para um trajeto até chegar ao local onde será construída uma estufa.

O romance Mrs Dalloway de Virgínia Wolf (1882-1941) norteia a construção da performance. O grupo se inspirou pela fábula de uma mulher de classe alta que sai pela cidade e ao fim do dia dá uma festa em sua casa. “O livro é também sobre olhar e ser olhado. Sobre o que vemos, como vemos e como somos vistos no emaranhando de corpos que desfilam pelos centros urbanos diariamente”, conta o diretor do grupo, Luiz Fernando Marques.

A obra se passa num dia na vida dessa mulher que decide ir comprar as flores para a festa que dará à noite. Ela caminha pela Londres do século 19 imersa em seus pensamentos, cruzando com outras pessoas também em seus próprios pensamentos,  todos ligados por uma rede invisível,  submersa, que os une. Estudantes,  comerciantes, donas de casa, um homem que irá se matar, talvez a rainha, que passa num carro oficial,  todas essas trajetórias individuais unidas na sincronicidade das horas. “Propomos assim, uma experiência de possíveis caminhos pela cidade de São Paulo do século 21, com suas contradições, sua frenética movimentação e todas as vidas individuais que se cruzam nesse espaço coletivo. Lembrando que é muito perigoso viver, por um só dia que seja”, explica a atriz Juliana Sanches.

A ideia de uma estufa, artificial e temporária, invasiva ao mesmo tempo que orgânica, aponta para o desejo de um diálogo físico e metafórico entre os artistas e o público, entre todos e a cidade. “Pretendemos sobretudo transformar o espaço do cotidiano em testemunho, em uma experiência vivida e compartilhada. Proporcionar um estado latente de presença diante de um ato, injetado artificialmente no hábito do cotidiano urbano”, fala Marques.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Intervenção Dalloway: Rio dos Malefícios do Diabo
Com Janaina Leite, Juliana Sanches, Luiz Fernando Marques, Rodolfo Amorim e Ronaldo Serruya.
Ponto de encontro: Edifício-sede da SELJ – Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude do Estado de São Paulo (antigo Banco de São Paulo) (Praça Antônio Prado, nº 9, Centro, São Paulo)
Duração 90 minutos
27/11 até 14/12
Segunda, Terça, Quarta e Quinta – 16h
Ingresso grátis (reservas de ingressos: reservadalloway@gmail.com/ )
Classificação 12 anos

SÍNTHIA

Cotado pela crítica como um dos melhores espetáculos de 2016, Sínthia volta para sua quarta – e curta – temporada na cidade.

A peça fez sua primeira leitura dramática, em 2013, no Projeto Terceira Margem III, do CapobiancoA atriz Denise Weinberg, do Grupo Tapa, juntou-se ao elenco da Velha Companhia para assumir o papel da mãe de Vicente, o protagonista da trama, participando da pesquisa que originou o texto de Kiko Marques (prêmios Shell, APCA, Aplauso Brasil e Qualidade Brasil por CAIS ou Da Indiferença das Embarcações).

Como nas peças anteriores – Cais ou Da Indiferença das EmbarcaçõesCrepúsculoO Travesseiro e Brinquedos Quebrados – Kiko inspirou-se em histórias pessoais.

Nascido em março de 1965, um ano após o golpe militar que depôs o presidente João Goulart e colocou o país em uma ditadura, o autor foi esperado como menina por sua mãe. O enxoval era todo cor de rosa e seu nome, Sínthia. Na época seu pai era major da PM do Rio e a mãe, uma mulher aprisionada em um mundo patriarcal e machista. “A partir desse mote e do paradigma da repressão como forma de amor, além da questão da identidade de gênero, resolvi criar uma obra que falasse de compaixão. A peça conta as histórias de Maria Aparecida e seu caçula Vicente, desde seu nascimento em 1968 até o Natal de 2013 quando chega para a ceia vestido como Sínthia, nome que teria se tivesse nascido menina“, conta Kiko.

A trama se passa no Rio de Janeiro de 1964, com o policial Luiz Mário e a dona de casa Maria Aparecida vividos por Sílvio Restiffe (nesta temporada no lugar de Henrique Schafer) e Alejandra Sampaio (no papel da mãe na fase mais jovem). O casal tem três filhos e sonha com a chegada de uma garota. O autor e diretor interpreta o papel de Vicente. Na segunda fase, a viúva Aparecida (representada por Denise Weinberg) esconde uma doença terminal e tenta contornar a instabilidade financeira do caçula, que é músico erudito e mora em São Paulo com a mulher (Virgínia Buckowski) e duas filhas. Sínthia é o nome que o personagem se dará aos 50 anos, percebendo que, de fato, era uma mulher no corpo de um homem.

A peça fala de uma transformação necessária e ininteligível como tudo o que é necessário, e sobre a incapacidade de aceitar aquilo que não se possui. Matamos aquilo que não entendemos“, completa Kiko Marques. Escrita em 2014, a obra, para o próprio Kiko, “se mostra atual e necessária pela maneira como a intolerância alicerçada em certezas e interesses, vem se tornando o modo principal de nos relacionar tanto no campo pessoal como social”.  Criada para a peça por Tadeu Mallaman,  a música Sinfonia da Compaixão é executada ao vivo pelo quarteto e cordas Quadril.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Sínthia
Com Denise Weinberg. Henrique Schafer. Alejandra Sampaio. Virgínia Buckowski, Kiko Marques, Marcelo Diaz. Willians Mezzacapa. Marcelo Marothy. Valmir Sant’anna
Instituto Cultural Capobianco (R. Álvaro de Carvalho, 97 – Centro, São Paulo)
Duração 165 minutos
20/11 até 19/12
Segunda e Terça – 20h
$20
Classificação 14 anos

DOSTOIÉVSKI – TRIP

Sete anos após a estreia do premiado O Idiota – Uma Novela Teatral, as companhias Livre e Mundana se reencontram em Dostoiévski-Trip, nova viagem ao universo do escritor russo e ao célebre romance publicado em 1869. Com direção de Cibele Forjaz, o espetáculo, inédito no país, está em cartaz no teatro do Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo.
 
O elenco de Dostoiévski-Trip é composto por atores criadores das companhias Livre e Mundana: Aury Porto, Edgar Castro, Guilherme Calzavara, Luah Guimarãez, Lúcia Romano, Marcos Damigo, Sergio Siviero e Vanderlei Bernardino. A direção de arte do espetáculo é assinada por Simone Mina.
 
Esta é a primeira montagem brasileira do texto de Vladímir Sorókin – um dos grandes nomes da chamada nova literatura russa –, já encenado em Moscou e Nova York. Na peça, um grupo de viciados aguarda a chegada de um traficante que lhes prometeu trazer uma novidade. Enquanto isso, conversam, discutem (e até mesmo brigam) sobre grandes nomes da literatura mundial – Kafka, Pushkin, Cervantes, entre outros – e seus supostos efeitos. Este, contudo, não é um encontro amistoso entre amantes das letras, e sim de um bando de pessoas que mal se conhecem, unidos apenas pela condição de viciados em literatura.
 
Ávidos pela próxima dose, os personagens são lançados em uma jornada pelo universo de Fiódor Dostoiévski (1821-1881). Em contato com a prosa do romancista russo, os personagens embarcam na trip do título e acabam por protagonizar uma das mais célebres passagens de O Idiota, na qualseus dilemas filosóficos e existenciais se aprofundam e se potencializam transcendendo para as formas do mundo contemporâneo.
 
Segundo Cibele Forjaz, a ideia de montar Dostoiévski-Trip surgiu ainda durante as apresentações de O Idiota – Uma Novela Teatral (2010), também dirigido por ela. Apesar de partirem da obra de um mesmo autor, para a diretora, as peças têm estéticas e temáticas bastante distintas. “Dostoiévski-Trip é uma espécie de pós-Idiota. Fizemos aquele espetáculo levando muito a sério a narrativa da novela e o seu lado humano e mais sensível. Esta, por sua vez, tem um desencanto pós-moderno. É Dostoiévski tomado como uma droga que a sociedade contemporânea não pode suportar, pois a sua poesia e sua humanidade não cabem mais nesse mundo, em que as relações sociais estão marcadas pela egotrip”, explica a encenadora.
 
O espetáculo também se beneficia de um traço comum à história recente de ambas as companhias: a pesquisa da obra do alemão Bertolt Brecht, que permeou o processo de criação. Além das leituras, também foram realizadas “travessias pela cidade” – uma experiência de toda a equipe pelas ruas de São Paulo que revelou, em uma sociedade viciada em excessos, um resquício de humanidade em meio ao concreto e à carência das populações de rua. Além de contrapor o texto russo com a realidade brasileira, a pesquisa de campo evidenciou a atualidade de Dostoiévski, autor que radiografou a burguesia de sua época e sua obsessão por dinheiro, poder e prestígio.
 
Além das apresentações em São Paulo, o espetáculo também cumprirá temporadas em Brasília, Rio de Janeiro e Belo Horizonte em 2018.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Dostoiévski-Trip
Com Aury Porto, Edgar Castro, Guilherme Calzavara, Luah Guimarãez, Lúcia Romano, Marcos Damigo, Sergio Siviero e Vanderlei Bernardino
Centro Cultural Banco do Brasil – São Paulo (Rua Álvares Penteado, 112 – Centro. São Paulo)
Duração 120 minutos
28/10 até 18/12
Sexta, Sábado e Segunda – 20h, Domingo – 19h
$20
Classificação 16 anos
 
Sessão gratuita: 13/11 (segunda-feira), 19h30, seguida de bate-papo com o elenco e a diretora

ÁTMA

Devido ao grande sucesso de público e críticas, ÀTMA reestreia no Teatro dos Satyros em curta temporada.

Os homens acreditam que satisfazer os sentidos é a necessidade primordial da civilização humana, assim optam pela ignorância de sua origem espiritual. Com isto, até o fim de sua vida sua ansiedade é imensurável dado ao fato de não se conhecerem internamente.

ÀTMA é um espetáculo sobre a Alma que tem como concepção cênica o palco vazio, sem cenários, mantendo caixa preta e contando apenas com o desenho de luz. Os figurinos remetem às tribos nômades e conta com uma trilha sonora incidental e músicos percussionistas ao vivo. Corpo e voz são os instrumentos que dão vida a encenação. O texto escrito e organizado por Ciro Barcelos, conta também com citações de poetas como Erasmo De Rotterdam (1469-1536) Dante Alighieri (1265- 1321) e do Bhagavad Gita (Bhaktivedanta Swami Prabhupada) além de trechos extraídos de pesquisas feitas pelos atores.

Para conceber o espetáculo, Ciro Barcelos (que também assina a direção) baseou-se em seu processo pessoal em busca do autoconhecimento através das inúmeras experiências que teve ao longo de quarenta anos peregrinando pela Índia, Assis (Itália), onde chegou a ser noviço franciscano e Turquia junto aos Sufis e Dervixes giratórios. Na área do xamanismo indígena vivenciou durante 10 anos experiências com as plantas psicoativas como a Ayahuasca.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Átma
Com Daniel Falcão, Diógenes Gonçalves, Gustavo Galliziano, Jhonatan Hoz, Ju Messias, Milton Aguiar, Patrícia Barbosa e Renata Toledo
Teatro Satyros (Praça Franklin Roosevelt, 134 – Centro, São Paulo)
Duração 60 minutos
11/11 até 17/12
Sábado – 21h, Domingo – 20h
$40
Classificação 12 anos

ERÓTICA – UMA COMÉDIA GOZADA

Erótica – Uma Comédia Gozada aborda de uma maneira cômica e crítica o universo do erotismo e do sexo, que são o pano de fundo para as divertidas esquetes apresentadas durante este espetáculo, criado e dirigido por Marco Fentanes.

Na peça, temos teatro negro, dança, humor, música, mímica e mágica.

Entre as esquetes estão:

  • O mágico atrapalhado e sua incrível partner que salva suas lambanças e diverte a plateia com um strip tease surpreendente;
  • Uma esquete em gênero burlesco: a Dança dos Leques;
  • A luta de MMA, que um desavisado juraria ser uma aula de Kamasutra;
  • Um strip tease diferente onde o palhaço Aquele Mario tira tudo. Mas tudo mesmo!;
  • Um número musical com flautas;
  • A apresentação de um medley sofisticado para as músicas mais erótico-cômicas da MPB; entre outras.

Um dos quadros presta homenagem a duas personalidades da cena paulistana: Claudia Wonder e Caio Fernando Abreu. O escritor ofereceu um belo texto para a artista transexual, ícone da cultura gay e pioneira na defesa dos direitos dos homossexuais e travestis. Esse texto foi apresentado no espetáculo Erótica – tudo pelo sensual, no Teatro Mambembe em São Paulo, em 1988.

 

22221803_855581877926224_2398798233176716136_n.jpg

Erótica – Uma Comédia Gozada
Com Maria Cecilia Mansur, Cinthia Kadel, Laya, Aquele Mario, Esdras De Lúcia e Marco Fentanes
Bar Brahma (Av. São João, 677 – Centro, São Paulo)
Duração 75 minutos
16/10 até 13/11
Segunda – 21h30
$40
Classificação 18 anos

 

BÊ A BACH

Na semana do dia das crianças o grupo Furunfunfum e a Cia. Noz de Teatro realizarão no dia 12 de outubro (11h) uma sessão extra da peça Bê a Bach, dentro da Programação Especial Gratuita do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB).

Programação completa <clique aqui>

O espetáculo infantil Bê a Bach (03 estrelas da Revista Veja SP), conta a história de um dos maiores nomes da música mundial, o alemão Johann Sebastian Bach.

Nele quatro atrizes acompanhadas por flauta, violão e violoncelo, traduzem em forma e movimento a perfeição cristalina e as emoções do universo sonoro de Bach

A peça conta com diversos atrativos para as crianças com música ao vivo, dança, cores, formas e texturas, tudo junto e misturado. Bê a Bach celebra a união do grupo Furunfunfum e da Cia. Noz de Teatro, Dança e Animação, conjugando suas linguagens e evidenciando o que cada um tem de melhor.

Bê a Bach nasceu como um espetáculo sem palavras, com muita música, movimento, formas e cores. Assim todos podem entrar nessa viagem musical, inclusive bebês.

Embora o grupo Furunfunfum e a Cia. Noz de Teatro, Dança e Animação já se conheçam há muito tempo, nunca tinham trabalhado juntos. Gostar de Bach, reconhecer que sua música provoca a imaginação e pode ser divertida foram os motivos que uniram as duas companhias. A música ao vivo e a pesquisa musical sempre marcaram as produções do Furunfunfum, e a dança e a manipulação de objetos, marcas dos espetáculos da Cia. Noz, possibilitaram os exercícios de imaginação que levaram à criação de Bê a Bach.

A música de Bach pode ser tocada em qualquer tipo de instrumento musical (flauta, violão e violoncelo), mas também com novos instrumentos, virtuais (sintetizadores e processadores de efeitos). O espetáculo também mostrará um pouco de como se dançava na época que Bach viveu e também novos jeitos de se dançar.

FOTO 02

Bê a Bach
Com Aline Alves, Anie Welter, Nathalia Kwast e Renata Maciel
Elenco Stand in: Maiara Roquetti
Músicos: João Guilherme Figueiredo, Marcelo Zurawski e Marcio Guedes Correa Músico Stand in: Sérgio Zurawski
CCBB – Centro Cultural Banco do Brasil SP (Rua Álvares Penteado, 112 – Centro, São Paulo)
Duração 50 minutos
12/10
Quinta – 11h
Ingresso grátis
Classificação Livre