FORA DESSE MUNDO

O   segundo   espetáculo   do   grupo A Arca,   Fora   Desse   Mundo, propõe   uma   reflexão   sobre   relações   de    poder,   sexo,   amor   e   morte,   desejos   e   devaneios   íntimos.

Originalmente   o   texto,   escrito   por    Arthur   Haroyan,   relatava   a   vida   de   6   personagens   que   viviam   reclusas   em   um   lugar   não    específico   e   assistidos   por   um   médico   excêntrico   e   de   caráter   duvidoso.

Sobre   o   olhar   do    diretor   Kleber   Góes,   foi   proposto   um   trabalho   contemporâneo,   de   múltiplas   linguagens    como   mímica,   dança,   manipulação   de   objetos   cotidianos,   ação   verbal   e   depoimentos   íntimos    dos   atores   criando   uma   atmosfera   mais   poética   e   sensorial.   Um   projeto   que   difunde   as   artes    plásticas   e   conversa   com   o   teatro   e   a   dança,   onde   gestualidade   têm   papel   primordial   na    comunicação   com o   espectador.

Aborda   as   relações   humanas,   ficção   e   realidade   se    misturam   através   do   imaginário   e   da   concretude,     deste   não   lugar   onde   estas   pessoas    aparentemente.

A   ideia   da   peça   surgiu   durante   a   minha   viagem   pra   as   montanhas   de   Cáucaso.   Eu   estava    buscando   histórias   novas,   relatos,   crônicas   para   meu   texto   novo.   Essa   busca   me   levou   para    uma   pequena   aldeia   onde   os   seus   moradores   viviam   como   se   fosse   fora   desse   mundo.   Era   uma    comunidade   com   as   suas   próprias   regras   da   vida,   repletas   de   relações,   de   poder,   amor,   ódio,    sexo   e   morte,   sem   tempo   e   sem   relógio,   onde   cada   pequena   ausência   é   uma   eternidade”,   diz   o    autor   do   texto   Arthur   Haroyan

 “Como   resposta,   chegamos   a   um   espetáculo   onde   a   fiscalidade   do   ator   num   primeiro   plano   e    apoia   a   dramaturgia.   Mímica,   dança,   aparece   manipulação   de   objetos   cotidianos,   ação   verbal    e   depoimentos   íntimos   dos   atores   criam   uma   atmosfera   mais   poética   e   sensorial.   A    flexibilidade   na   busca   de   referências,   a   liberdade   de   expressão   criativa   fiel   à   experimentação   e    risco,   transformam   o   texto   original   em   uma   mistura   de   fragmentos   de   diários   íntimos   e    personagens   inventadas”,   diz   o   diretor   Kleber   Góes.

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Fora desse Mundo
com Ana Paula Inácio, Arthur Haroyan, Fábio Parpinelli, Gustavo Vierling, Júlia Marques, Pedro Reis
Espaço Parlapatões )Praça Franklin Roosvelt, 158 – Centro, São Paulo)
12/07 até 10/08
Quarta e Quinta – 21h
$30
Classificação 12 anos

ATO FALHO

O drama ATO FALHO estreia dia 17 de junho no espaço Cia do Pássaro para temporada até 30 de julho. Bruna Anauate e Tati Lenna assumem praticamente a ficha técnica toda trazendo um espetáculo árido onde também é possível encontrar o riso.

Sinopse

Um ato fortuito no cotidiano de uma mulher cansada desencadeia uma série de situações onde a fragilidade humana é revelada sem cuidado. Fatos aparentemente pequenos e irrelevantes assumem grandes proporções quando as personagens se encontram a ponto de explodir. Um copo que cai, um mascar de chicletes excessivamente barulhento, um atendimento de telemarketing que não se conclui, uma foto que não fica boa. Tudo, qualquer coisa, pode ser o estopim para uma revelação que estávamos tentando esconder na ansiedade de viver e cumprir um cotidiano aprisionador.

Sobre o processo criativo

Os últimos meses foram movimentados nos meios teatrais/culturais da cidade de São Paulo. A crise econômica que o país vem atravessando amedrontou patrocinadores, as verbas de cultura municipais sofreram cortes e a Lei Roaunet sofreu mudanças marcantes. Diante desse cenário desfavorável às produções artísticas independentes, resolvemos criar um espetáculo que se encaixasse neste momento de dificuldades tornando-se realizável independentemente de patrocínios ou editais.”, conta a atriz Bruna Anauate.

Estávamos cansadas de ter textos e projetos presos na gaveta pela impossibilidade de recursos que os viabilizassem. Acreditamos que a força do teatro está no texto e no ator. Já tínhamos esse material, então resolvemos investir nisso e criar uma montagem com o mínimo de recursos possível, focada na palavra e no jogo cênico”, completa Tati Lenna.

Bruna Anauate e Tati Lenna se conheceram em 2008 no CPT – Centro de Pesquisa Teatral de Antunes Filho, e desde então seguiram em contato. Bruna Anauate já havia se envolvido na área de produção em 2013 quando atuou como atriz e produtora em “Tem alguém que nos odeia”, texto de Michelle Ferreira. Tati Lenna investiu mais na área da dramaturgia ao integrar o Núcleo de Dramaturgia do Sesi através do qual publicou em 2016 seu primeiro texto teatral “Circo Chernobyl – Um ensaio sobre a peça”.

ATO FALHO foi escrito e dirigido quase que simultaneamente. Os encontros semanais com improvisação e exercícios de dramaturgia resultaram no espetáculo composto por 6 cenas que se mesclam propondo um jogo para o espectador. “Jogamos as peças e quem monta o quebra cabeça é o público. As peças são coringas e podem se encaixar de diversas formas permitindo que várias leituras sejam possíveis. Queremos o espectador ativo na obra e não entregar uma narrativa fechada.”, comenta Bruna.

Os personagens não são caracterizados permitindo que as sensações, emoções e atitudes por eles expressadas possam ser atribuídas a toda e qualquer pessoa independente de classe social, cor, credo, orientação sexual ou gênero.

 Ato Falho-271

Ato Falho
Com Bruna Anauate e Tati Lenna.
Cia do Pássaro (Rua Álvaro de Carvalho, 177 – Centro, São Paulo)
Duração 60 minutos
17/06 até 30/07
Sábado – 21h; Domingo – 19h
$40

UMA HISTÓRIA DE VIDAS PASSADAS

Baseado em fatos reais e com voz em off de Thiago Lacerda.

Cinco vozes interpretam Fabiana, que quando jovem, sonhava em ser artista, mas impedida e humilhada por sua família que a subjugava incapaz e inferior, entra em depressão. Nesta mesma fase,descobre-se apaixonada por um cantor quando ele vem a falecer.

Em crise, faz regressões de memória que a levam a França no século XVIII e descobre que este amor teve início em sua vida passada. Fabiana tenta encontrar motivos para continuar a viver, mas ainda precisa voltar a acreditar em si mesma. Convidamos você a se emocionar.

uma historia

Uma História de Vidas Passadas
Com Gleiciane Felício, Iara Pereira da Costa, Andressa Marconi, Kamila Mafra e FernandaRusvéer.
Teatro do Ator (Praça Franklin Roosevelt, 172 – Centro, São Paulo)
10/06 até 29/07
Sábado – 20h
$50
Classificação 14 anos

O AGORA

O ator e cantor, César Mello apresenta o seu show “O Agora” , nesta quinta feira, 08 de junho, no Bar Brahma Centro. Baseado no EP de mesmo nome, lançado no começo deste ano, Cesar irá mostrar suas próprias composições.

César resolveu mostrar o seu lado compositor e cantor, quando ainda estava em cartaz com o musical “Wicked” (Teatro Renault) e a novela “A Lei do Amor” (rede Globo).

Muito embora eu cante e componha mesmo antes de atuar, muitas pessoas não conhecem esse meu lado. Eu componho desde os 18 anos, mas havia muito tempo que não compunha nada”.

Como influência musical, César tem suas inspirações na música africana, em compositores como Gilberto Gil, Caetano Veloso, além do que aprendeu na Faculdade de Letras.

Chico Buarque, Tom Zé, Chico César são cantores que usam a palavra na música com maestria e eu amo muito. Acho que música e literatura juntas me influenciam demais na hora de compor, porque gosto do pensamento filosófico por trás das canções. Mesmo as de amor”.

E você, seguidor do Opinião de Peso, poderá ver este show com 20% de desconto no valor do ingresso. Para tanto basta apresentar este post (site, face e/ou insta) na bilheteria do Bar Brahma.

Veja abaixo o clipe da música, que dá título ao EP – “O Agora“.

O Agora
Com César Mello e banda
Bar Braham Centro – Salão Principal (Av. São João 677 Centro – São Paulo)
08/06
Quinta – 21h
$50
Classificação 16 anos
Informações e Reservas: 11 2039-1250

www.barbrahmacentro.com

LEMBRO TODO DIA DE VOCÊ (opinião)

O novo musical do Núcleo Experimental – “Lembro Todo Dia de Você” – estreia nesta próxima quinta, 18 de maio, às 20 horas, no teatro do Centro Cultural Banco do Brasil.

Conta a história de Thiago, um jovem que se descobre soropositivo e inicia uma jornada de autoconhecimento em direção a questões decisivas de sua vida – como o abandono paterno, a descoberta da sexualidade, relacionamentos, amizades e o estigma enfrentado diariamente por pessoas que têm o vírus.

O texto foi escrito baseado em fatos da vida de Rafa Miranda, compositor e regente da peça, e de sua experiência como portador de HIV, bem como através de pesquisas de campos com jovens portadores do vírus e de grupos de apoio.

A falta de informação, a solidão, as inseguranças, as frustrações e o sentimento de culpa me deixavam submerso no medo. O Zé e a Fernanda me acolheram e me deram suporte, criando uma rede de segurança onde eu pudesse compartilhar meus sentimentos e sair do silêncio”, diz Rafa. Ele disse que ao ouvir os depoimentos de outros jovens, percebeu que suas experiências eram similares, e que tinham dificuldade em dividi-las com outras pessoas.

Tivemos contato com o texto no final do ano passado, quando assistimos uma leitura dramatizada feita no Teatro do Núcleo Experimental. Nesta apresentação inicial, feita para um público reduzido, onde sentamos próximo dos atores, o impacto do texto, atuação e canções, nos atingiu em cheio. E emocionou muito!

O que nos marcou mais foi esta busca do personagem Thiago pelo seu autoconhecimento. Tirar os véus, que impomos em certos fatos (como uma forma de proteção) e percebermos que a realidade não é bem aquela que pintamos (e tentamos crer). É uma jornada de crescimento do personagem.

O elenco é mais um acerto de Fernanda Maia (Texto e Diretora Musical) e de Zé Henrique de Paula (que além de dirigir, ainda atua). Davi Tápias vive o jovem Thiago, com uma candura, mas que mesmo assim, consegue enxergar os seus medos e incertezas (Davi também está em “Senhor das Moscas“, do Núcleo Experimental, no teatro do SESI. Leia nossa opinião aqui). Junto dele, temos Bruna Guerin, Fabio Redkowicz, Gabriel Malo e Zé Henrique (todos do espetáculo Urinal, o Musical), Anna Toledo e Fábio Augusto Barreto.

As canções também são de uma primazia, e passeiam pelos gêneros pop, bolero, disco, jazz e música de jogos digitais. É de querer ter a trilha sonora gravada para poder ouvir novamente depois.

Lembro Todo Dia de Você” tem todos os ingredientes para ser mais um sucesso, e já esperamos que pós temporada no CCBB, venha ser apresentado no teatro do Núcleo Experimental. Esperamos temporada lotada e com filas. Porque merece!

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Serviço

Lembro Todo Dia de Você. Estreia dia 18 de maio, quinta-feira, às 20h, no CCBB São Paulo (Rua Álvares Penteado, 112 – Centro – São Paulo) Temporada: Sextas, sábados e segundas, às 20h, e domingos, às 19h. Até 26 de junho. Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Capacidade: 140 lugares.  Classificação Indicativa: 16 anos. Duração: 100 minutos.

Texto/letras e direção musical: Fernanda Maia. Música: Rafa Miranda. Direção: Zé Henrique de Paula. Colaboradores: Herbert Bianchi e Zé Henrique de Paula. Elenco: Anna Toledo, Bruna Guerin, Davi Tápias, Fábio Augusto Barreto, Fabio Redkowicz, Gabriel Malo e Zé Henrique de Paula. Músicos: Fernanda Maia (piano), Abner Paul (bateria), Benjamin Bernardes (violino), Branco Bernardes (viola), Clara Bastos (contrabaixo elétrico) e Felipe Parisi  (violoncelo).

SÍNTHIA

Espetáculo que nasceu e foi gestado no Instituto Cultural Capobianco, Sínthia reestreia dia 3 abril, com sessões às segundas e terças, às 20h, no espaço onde fez sua primeira leitura dramática, em 2013, no Projeto Terceira Margem III. A nova temporada do espetáculo é também uma realização do Instituto Cultural Capobianco e tem patrocínio da Construcap e Goiasa.

Escrita e dirigida por Kiko Marques, a peça ganhou prêmio APCA de Melhor Direção, além de receber indicação ao Shell por Direção e Atriz para Denise Weinberg, convidada da Velha Companhia. O espetáculo recebeu também indicações Prêmio Aplauso Brasil de Melhor Diretor e Autor para Kiko Marques, Melhor Trilha Original para Tadeu Mallaman e Melhor Atriz coadjuvante para Virgínia Buckowski.  No elenco estão Henrique Schafer, Alejandra Sampaio, Virgínia Buckowski, Kiko Marques, Marcelo Diaz, Marcelo Marothy, Willians Mezzacapa e Valmir Sant’anna. Sobre esta peça, segue release separado. Ambas as obras tiveram leituras dramáticas no instituto.

Sínthia tem origem numa experiência pessoal. Nasci em 31 de março de 1965, um ano exato após o golpe que depôs o presidente João Goulart, mergulhando o país numa ditadura. Meu pai era oficial da PM do Rio de Janeiro na época. Minha mãe teve dois irmãos homens e dois filhos também homens antes de mim. Muito por isso fui esperado por ela como menina. A partir do mote de uma mulher encarcerada num mundo machista, do paradigma da repressão como forma de amor, e da questão da identidade de gênero, resolvi criar uma obra que falasse de compaixão. A peça conta as histórias de Maria aparecida e seu caçula Vicente, desde seu nascimento em 1968 até o natal de 2013 quando chega para a ceia vestido como Sínthia, nome que teria se tivesse nascido menina. Fala de uma transformação necessária  e ininteligível como tudo o que é necessário, e sobre a incapacidade de aceitar aquilo que não se possui. “Matamos aquilo que não entendemos.” Escrita em 2014, a obra mais do que nunca se mostra atual  e necessária pela maneira como a intolerância alicerçada em certezas e interesses, vem se tornando o modo principal de nos relacionar tanto no campo pessoal como social”. (Kiko Marques)

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Sínthia
Com Denise Weinberg. Henrique Schafer. Alejandra Sampaio. Virgínia Buckowski. Kiko Marques. Marcelo Diaz. Willians Mezzacapa. Marcelo Marothy. Valmir Sant’anna.
Instituto Cultural Capobianco.(R. Álvaro de Carvalho, 97 – Centro, São Paulo)
Duração 165 minutos
03/04 até 13/06
Segunda e Terça – 20h
$20
Classificação 14 anos
 
Autoria e Direção: Kiko Marques.
Diretora de Produção:  Patricia Gordo.
Cenografia: Chris Aizner.
Desenho de Luz: Marisa Bentivegna.
Figurinos: Fábio Namatame.
Direção Musical e Trilha Original: Tadeu Mallaman.
Preparação e Desenho de Movimento: Fabrício Licursi.
Consultora Vocal: Fernanda Maia.
Consultor Histórico: Ricardo Cardoso. 
Assistente no processo dramatúrgico: Cristina Cavalcanti.
Colaboradores do processo dramatúrgico: Marcelo Laham e Maurício de Barros.
Quarteto de Cordas: Violino (Mica Marcondes), Violino (Alice Bevilaqua), Viola (Elisa Monteiro) e Cello (Vana Bock).                                                                          
Assessoria de Imprensa: Arteplural Comunicação

 

FADOS E OUTROS AFINS

 

A atriz e bailarina Mariana Muniz, após uma temporada de sucesso do espetáculo D’Existir, volta aos palcos no dia 11 de março com seu novo projeto “Fados e Outros Afins”, na SP Escola de Teatro.

Para essa nova empreitada, Mariana Muniz fez uma imersão em suas origens de brasileira e nordestina, numa dramaturgia, concebida a partir de seu corpo, como uma viagem poética de Lisboa a Recife, sob a direção de Maria Thaís, em um encontro de duas mulheres referências no Teatro e na Dança.

Na criação e composição do solo “Fados e Outros Afins”, Maria Thaís e Mariana Muniz exploram o hibridismo de linguagens artísticas da dança e do teatro, que servem à ampliação dos limites das conexões entre questões cênicas, coreográficas, dramatúrgicas, visuais e performáticas.

Assim como em trabalhos anteriores, em “Fados e Outros Afins”, Mariana Muniz dá continuidade ao processo de investigação das relações entre o pensamento e corpo | gesto, em dança e teatro.

A dramaturgia do espetáculo é tratada como uma teia que engloba as ações físicas da atriz-bailarina (como o texto se torna corpo), suas ações vocais (musicalidade no texto e com o texto; a palavra como música e concretização da voz no espaço), cenografia, iluminação, figurino e a relação entre eles.

O projeto “Fados e Outros Afins” tem o apoio do XX Edital do Fomento à Dança para a cidade de São Paulo e conta ainda com um programa educativo inovador, que visa a formação de público para dança, além da capacitação de novos profissionais, na tentativa de aproximar e estabelecer novos diálogos entre o público e a obra artística.

As ações principais desse núcleo educativo são: a realização de uma palestra sobre a história do fado e suas relações com o Brasil; o grupo de estudos com 12 aprendizes, e a produção de uma webserie que divulga as ações do projeto e desvenda os bastidores da criação do espetáculo.

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Fados e Outros Afins
Com Mariana Muniz
SP Escola de Teatro – Sala R1 (Praça Franklin Roosevelt, 210, Centro)
Duração 50 minutos
11 até 26/03
Sábado – 21h; Domingo – 19h e Segunda – 21h
$15
Classificação livre
 
Direção geral, Criadora-Intérprete e orientadora do Grupo de Estudos: Mariana Muniz
Direção Artística: Maria Thaís
Assistente de Direção, Cenografia e Fotos: Cláudio Gimenez
Coordenação pedagógica do Grupo de Estudos: Cynthia Domenico
Dramaturgia: Murilo de Paula e Carlos Avelino de Arruda Camargo
Trilha sonora: Divanir Gattamorta
Figurinista: Chris Aizner
Desenho de luz: Aline Santini
Cenografia: Julio Dojcsar e Rogério Santos
Operação som: Luciano Renan
Registro em vídeo/webserie: Marcos Yoshi
Assessoria de Imprensa: Fabio Camara
Designer: Fabio Borges
Coordenação de Produção: Natália Gresenberg e Talita Bretas  – Ação Cênica Produções Artísticas
Assistente de Produção: Rafael Petri
Aprendizes: Ana Mesquita, Barbara da Silva Borges, Camille de Oliveira Nascimento, Fernando Castanho de Almeida Pernambuco, Gabriela Lorrayne Araujo Santos, Giovanna Santos Guadanholi, Gustavo Fataki Silva Oliveira, Juliana Celentano Rocha, Livia Baena dos Santos, Luciano Renan Santos Antunes e Nicholas Belem Leite