A CABEÇA DE YORICK

os Parlapatões estreiam a peça A Cabeça de Yorick, no Espaço Parlapatões. Em cena Hugo Possolo, Raul Barretto e Nando Bolognese revelam como palhaços encaram os assuntos trágicos.

Na mais famosa tragédia de Shakespeare, Hamlet, a única cênica cômica é a dos coveiros. Hamlet empunha caveiras nas mãos e se depara com a de Yorick, que foi o bobo da corte e alegrou sua infância. A imagem que mais representa a tragédia do velho bardo é de Hamlet com caveira erguida. Ou seja, o momento da tragédia que ficou imortalizado no imaginário é exatamente aquele no qual a comédia está destacada pela tragédia. Neste espetáculo, os palhaços buscam uma inversão, levantando imagens trágicas dentro do ambiente cômico.

Em diferentes quadros da peça, que têm uma sutil ligação entre si, os três palhaços se vêm diante da perda e da finitude para buscar saídas, cujo ângulo de visão busca fugir do trágico ou que, ao menos, contenha alguma esperança. Os três circulam em variadas abordagens como a de uma palestra motivacional sobre a vida eterna até outro quadro que traz um compêndio de diferentes maneiras de se suicidar. Em outro quadro, um palhaço se surpreende pelo encontro com o corpo de outro palhaço morto, descrevendo todas as suas impressões tragicômicas levadas ao absurdo da compreensão cômica sobre a vida. O público participa, feito por jogo de improviso, dando ideias sobre como a inversão dos ícones básicos da tragédia podem ser vistos, revistos e anarquizados pela comédia.

A Cabeça de Yorik é mais um resultado da pesquisa que os Parlapatões em torno da figura do palhaço e do bufão. A peça é mais das atividades do grupo Parlapatões, comtemplado pelo Programa de Fomento ao Teatro da Cidade de São Paulo, da Secretaria Municipal de Cultura. 

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A Cabeça de Yorick

Com Hugo Possolo, Raul Barretto e Nando Bolognese

Espaço Parlapatões (Praça Franklin Roosevelt, 158 – Centro, São Paulo)

Duração 55 minutos

16/10 até 07/11

Terça e Quarta – 21h

$40

Classificação 12 anos

OS ARQUEÓLOGOS

Depois de uma temporada de estreia aclamada por público e crítica e da participação no Festival de Curitiba e Palco Giratório (Porto Alegre), Os Arqueólogos volta à São Paulo em temporada no Instituto Cultural Capobianco. Escrito por Vinicius Calderoni, dirigido por Rafael Gomes interpretado por Guilherme Magon e Vinicius Calderoni.

O espetáculo rendeu o Prêmio APCA 2016 na categoria Melhor Autor para Vinicius Calderoni e recebeu outras quatro importantes indicações (Prêmio APCA: Melhor Espetáculo; Prêmio Shell: Melhor Autor; Prêmio Aplauso Brasil: Melhor Autor e Melhor Espetáculo de Grupo).

Dois narradores transmitem – com linguagem que parodia os jargões de modalidades esportivas como futebol, boxe e automobilismo – cenas corriqueiras que se passam na praça de uma grande cidade:  um pai que ensina ao filho como fotografar com uma câmera analógica, um casal que discute na calçada, uma garota que conta quanto tempo cada pessoa demora pra desfazer o sorriso do rosto depois que se despede de um conhecido, etc. Dois arqueólogos do futuro avaliam com rigor científico e frieza vestígios de uma estranha civilização: a nossa.

O oitavo espetáculo da Cia. Empório de Teatro Sortido detém-se na grandeza do ínfimo: dependendo do valor que se atribui a cada gesto cotidiano, o ordinário converte-se em extraordinário. Assim se ergue uma costura de pequenos detalhes mundanos que constituem algo próximo de uma “arqueologia íntima” para traçar um painel do nosso tempo.

O texto de Os arqueólogos foi publicado em livro em agosto de 2018 pela Editora Cobogó, bem como os três textos que compõem a Trilogia Placas Tectônicas, escrita por Vinicius Calderoni e composta por Não nem nada (Indicada ao Prêmio Shell de Melhor Autor), Ãrrã (Vencedora do Prêmio Shell de Melhor Autor) e Chorume.

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Os Arqueólogos

Com Guilherme Magon e Vinicius Calderoni

Instituto Cultural Capobianco (R. Álvaro de Carvalho, 103 – Centro, São Paulo)

Duração 60 minutos

02/10 até 18/12 (não haverá espetáculo no dia 06/11)

Terça – 21h

$50

Classificação 12 anos

CARMEN, A GRANDE PEQUENA NOTÁVEL

Há exatos 90 anos Carmen Miranda (1909-1955) cantava pela primeira vez na rádio carioca Roquete Pinto. Portuguesa radicada no Brasil, a cantora estava prestes a se tornar um dos maiores símbolos da cultura brasileira para todo o mundo. Em comemoração a essa data, Carmen, a Grande Pequena Notável, com direção de Kleber Montanheiro, estreia no dia 15 de setembro no Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo (CCBB SP). O espetáculo fica em cartaz até 26 de janeiro de 2019, com apresentações aos sábados, às 11h.

O musical é inspirado no livro homônimo de Heloísa Seixas e Julia Romeu, que venceu o Prêmio FNLIJ de Melhor Livro de Não Ficção em 2015. Quem dá vida à diva é a atriz Amanda Acosta, que divide o palco com Daniela Cury, Luciana Ramanzini, Maria Bia, Samuel de Assis e Fabiano Augusto. Os músicos Maurício Maas, Betinho Sodré, Monique Salustiano e Marco França também estão em cena.

Para contar essa história, o espetáculo adota a estrutura, a estética e as convenções do Teatro de Revista Brasileiro, no qual Carmen Miranda também se destacou. “Utilizamos a divisão em quadros, o reconhecimento imediato de tipos brasileiros e a musicalidade presente, colaborando diretamente com o texto falado, não como um apêndice musical, mas sim como dramaturgia cantada”, explica o diretor Kleber Montanheiro.

Esse tradicional gênero popular faz parte da identidade cultural brasileira, mas recentemente está em processo de desaparecimento da cena teatral por falta de conhecimento, preconceito artístico e valorização de formas americanizadas e/ou industrializadas de musicais.

A encenação tem a proposta de preservar a memória sobre a pequena notável, como a cantora era conhecida, e a época em que ela fez sucesso tanto no Brasil como nos Estados Unidos, entre os anos de 1930 e 1950. Por isso, os figurinos da protagonista são inspirados nos desenhos originais das roupas usadas por Carmen Miranda; já as vestes dos demais personagens são baseadas na moda dessas décadas.

As interpretações dos atores obedecerão a prosódia de uma época, influenciada diretamente pelo modo de falar ‘aportuguesado’, o maneirismo de cantar proveniente do rádio, onde as emissões vocais traduzem um período e uma identidade específica”, revela Montanheiro.

A cenografia reproduz os principais ambientes propostos pelo livro. Esses espaços físicos são o porto do Rio de Janeiro, onde Carmen desembarca criança com seus pais; sua casa e as ruas da Cidade Maravilhosa; a loja de chapéus, onde Carmen trabalhou; o estúdio de rádio; os estúdios de Hollywood e as telas de cinema; e o céu, onde ela foi cantar em 5 de agosto de 1955. Cada cenário traz ao fundo uma palavra composta com as letras do nome da cantora em formatos grandes. Por exemplo, a palavra MAR aparece no porto, e MÃE, na casa dos pais da cantora.

O espetáculo só pôde ser realizado graças aos recursos da 6ª edição do Prêmio Zé Renato de Teatro.

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Carmen, a Grande Pequena Notável

Com Amanda Acosta, Daniela Cury, Luciana Ramanzini, Maria Bia, Samuel de Assis e Fabiano Augusto

Centro Cultural Banco do Brasil SP (Rua Álvares Penteado, 112, Centro – São Paulo)

Duração 70 minutos

15/09 até 26/01 (sessões extras 12/10, 02/11, 15/11 e 25/01

Sábado – 11h

$20

Classificação Livre

EDUARDO II

Com montagem do diretor Paulo Ribeiro e interpretação do Núcleo de Estudos Cênicos Teatro de Sanca da Cooperativa Paulista de Teatro (NECTS), o espetáculo Eduardo II estreia no Teatro Jaraguá para temporada de 21 de julho a 26 de agosto, aos sábados e domingos, no horário das 17 horas. A peça tem como base as obras escritas por dois grandes dramaturgos da história, o alemão Bertolt Brecht (1898-1956) e o inglêsChristopher Marlowe (1564-1593), que contribuíram para revolucionar a arte e o pensamento de seu tempo.

A adaptação de Paulo Ribeiro é livremente inspirada em A Vida de Eduardo II da Inglaterra, de Brecht (a peça de teatro menos representada de Brecht) e O Reinado Problemático e a Morte Lamentável de Eduardo Segundo, Rei da Inglaterra, com a Queda Trágica do Orgulhoso Mortimer, de Marlowe. Eduardo II narra a história dos tempos do poder absoluto das monarquias, de suas dinastias, posições e privilégios, de suas atuações ante o povo, e entre seus pares, deflagra o absurdo, o cru das paixões, negociatas, abusos, que foram destrutivos, do poder e suas guerras. A encenação de Eduardo II de Brecht foi o ponto de partida para elaboração, muito a partir da prática, de uma nova teoria de encenação e interpretação que revolucionou o espetáculo teatral no século 20. Com ele Brecht estreia o Teatro Épico.

Brecht escreveu esse texto entre 1923 e 1924, quando ainda não havia lido o Capital, de Marx, e engravidado de suas ideias, mas elas já o habitavam como artista”, diz Paulo. O diretor cita a análise do pesquisador Fernando Peixoto, para quem com “esta adaptação Brecht inicia um de seus temas centrais, a gigantesca demolição do conceito de herói“.

Dramaturgia e encenação

A dramaturgia optou por uma adaptação para dois atores que se metamorfoseiam em variadas personagens. “O texto base pensou as obras e os autores, Marlowe e Brecht, mas não os tratou como intocáveis objetos de museu. Partiu principalmente de Brecht, por estar mais próximo ao nosso tempo. Revisitou Marlowe em alguns aspectos, e o clima das disputas pelo poder da história das monarquias e suas dinastias.

A encenação atravessa espaços temporais e geográficos. Privilegia a dramaturgia e o trabalho de criação do ator. Visa tornar esta mesma dramaturgia acessível a um amplo público, que ainda não tenha tido a oportunidade de conhecê-la de uma maneira simples e clara. Este processo conceitual centra-se na palavra e na atuação como condutores de uma cena que não busca subterfúgios cenográficos ou pirotecnias que possam se sobrepor ao textual. Só mesmo uma “cena limpa”, pode evidenciar uma obra complexa, afinal, trata-se de obras, autores e personagens históricos, transgressores por aviltar a ordem do seu tempo; e que equiparados, encontram completa ressonância com os nossos atuais “tempos sombrios” (como nos diria o próprio Brecht).

Para Paulo Ribeiro, “a história da peça nos propõe pensar sobre os grandes e universais males que afetam a humanidade – riquezas, paixões, poder, posições… Questões essas pertinentes a uma explanação, profundas reflexões, discussões e debates com a atual conjuntura de nosso país“.

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Eduardo II

Com Rogerio Romera e Cintia Wartusch

Teatro Jaraguá – Novotel Jaraguá (Rua Martins Fontes, 71 – Centro, São Paulo)

Duração 65 minutos

21/07 até 26/08

Sábado e Domingo – 17h

$40

Classificação 12 anos

INSETOS

Comemorando 30 anos de trajetória, a Cia. dos Atores estreia Insetos em 8 de julho, no Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo. Com texto original de Jô Bilac adaptado pela Cia. dos Atores e pelo diretor Rodrigo Portella, a montagem traz cinco fundadores da companhia no elenco: Cesar Augusto, Gustavo Gasparani, Marcelo Olinto, Marcelo Valle e Susana Ribeiro. A peça ficará em cartaz até o dia 20 de agosto, com sessões de quarta a segunda, com patrocínio do Banco do Brasil.

Repetindo aqui a parceria com a Cia. dos Atores após o sucesso de Conselho de Classe (2014), Jô Bilac propôs dar voz aos insetos para este novo espetáculo do grupo. São doze quadros que se entrelaçam formando um mosaico no qual o autor fala sobre convivência, medo e manipulação. Como uma fábula, o texto traça paralelos entre a natureza e questões político-sociais da atualidade – evocando comportamentos coletivos e individuais revelados através de uma grande polifonia de diferentes insetos: cigarra, gafanhoto, barata, louva-a-deus, besouro, mariposa, borboleta, mosquito, cupim, mosca e formiga.

Em cena, um imenso êxodo desequilibra a natureza. O colapso é eminente. Os gafanhotos tentam destruir tudo, mas se veem diante de uma nova ordem imposta pelo louva-a-deus. Nesse universo, o olhar sobre o humano ganha uma nova perspectiva, atravessada pela realidade dos insetos. “O Jô usa os insetos na dramaturgia em analogia com personagens da nossa história, situações que estamos vivendo atualmente. Temos figuras do poder, estratos sociais, mas sem uma nomeação direta”, explica Susana Ribeiro. “Queremos usar desequilíbrios da natureza como espelho da sociedade”, comenta Cesar Augusto.

Com cenário de Beli Araújo e Cesar Augusto o espaço cênico é ocupado por pneus, que criam diferentes quadros para as cenas. Os figurinos de Marcelo Olinto trazem referências ao universo dos insetos – como asas e antenas – mas não são a representação fiel desses bichos. “Essa peça me permite trabalhar o lugar do atrito entre o cômico e o trágico, refletido no estado de guerra proposto pelo texto. Trabalhamos entre o universo microscópico e invisível dos insetos e o nosso universo”, diz Rodrigo Portella.

Para a companhia, o espetáculo é também uma celebração. “Temos 30 anos de convívio. Olhamos um para o outro em cena e nos reconhecemos”, diz Marcelo Valle. “Acho que uma palavra que nos definiria seria inquietação. E uma das coisas boas é que nos colocamos o desafio de trabalhar com pessoas novas, como o Rodrigo (Portella), que é de outra geração. Essa inquietação e essa disponibilidade para o novo nos acompanha desde 1988”, completa Marcelo Olinto. “Estar em cena com parceiros de 30 anos de amizade e trabalho, e poder discutir e refletir sobre o Brasil atual, é para mim um privilégio e um ato de resistência”, afirma Gustavo Gasparani.

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Insetos

Com Cesar Augusto, Gustavo Gasparani, Marcelo Olinto, Marcelo Valle, Susana Ribeiro

Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo (Rua Álvares Penteado, 112. Centro – São Paulo)

08/07 até 20/08

Duração 80 minutos

Quarta, Quinta, Sexta, Sábado e Segunda – 20h, Domingo – 18h

$20

Classificação 14 anos

N

Os famosos relatos de Anne Frank, a garota judia alemã que viveu refugiada durante toda a Segunda Guerra Mundial, serviram para inspirar a Cia. Arte-Móvel ao discutir a questão dos refugiados na peça N. O espetáculo que tem duas apresentações gratuitas nos dias 23 e 24 de junho, na Galeria Olido, às 20h e às 19h, respectivamente.

Com concepção e direção de Otávio Delaneza, a peça retrata acontecimentos recorrentes a vida de tantas pessoas que fogem de seus países em busca de condições para existir.

Em um universo cheio de poesia, a montagem cria uma reflexão sobre a condição de vida refugiada e sobre como as pessoas são “nada”, “ninguém” ou “nenhum” ao longo de suas existências. Basta que não sejam aceitas, que não tenham a liberdade de existir como são para que o silêncio do refúgio aconteça.

Arte-Móvel especializou-se na mescla de linguagens entre o corpo expressivo, a interpretação e o teatro de animação e objetos. São artistas que buscam o potencial transformador da arte. E, por meio de projeto como estes, encontram mecanismos de democratizar o acesso a cultura de forma potente e eficaz.

O espetáculo é uma das atrações do projeto “Por um Estado de Liberdade”, contemplado pelo edital ProaAC 02/2017 – Concurso de apoio a projetos de circulação de espetáculos de teatro. A iniciativa prevê a circulação da peça pelas 11 cidades de São Paulo que receberam o maior número de refugiados estrangeiros até 2015, destacando histórias marcadas pela imigração oriunda de guerras.

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N

Com Gabriel Mazon, Lays Ramires e Matheus Luis

Galeria Olido – Sala Paissandú (Avenida São João, 743, 2º andar – Centro, São Paulo)

Duração 55 minutos

23 e 24/06

Sábado – 20h, Domingo – 19h

Grátis (ingresso com uma hora da sessão)

Classificação Livre

Informações: facebook.com/ciaArteMoveldeTeatro/ ou (19) 99263.7088

POLÍTICA DA EDITORA

Qual é o percurso que uma obra de arte faz até chegar ao público? Esse é o ponto de partida da peça “Política da Editora”, criação do dramaturgo Eduardo Aleixo publicada pela Editora Giostri. O espetáculo chega aos palcos pela primeira vez com direção de Cintia Lopes entre os dias 1º de junho e 2 de julho, na SP Escola de Teatro – Sede Roosevelt, com sessões às sextas, sábados e segundas, às 21h; e domingos, às 19h, totalizando 20 apresentações. Os ingressos custam até R$ 30 e são vendidos somente na bilheteria e em dinheiro.

No texto carregado de ironia, um escritor luta para ter seu livro integrando o catálogo de uma grande editora. Escritor, Editor, Revisora e Tradutora entram em conflito em uma sala de reuniões. Pouco a pouco, são revelados os mecanismos de poder que permeiam as relações entre arte e mercado, convertendo uma obra em fetiche de mercadoria.

Para contar essa história, Cintia Alves buscou referências modernistas. “A ideia que norteia todos os elementos estéticos da peça é provocar um estranhamento, assim como uma dialética do entendimento, não só entre texto e subtexto, mas também entre uma dramaturgia realista e uma encenação expressionista”, conta.

Escrita em 2015, a peça venceu o Concurso Jovens Dramaturgos do SESC, recebeu menção honrosa no Programa Nascente da USP e obteve o segundo lugar no Prêmio Martins Pena da União Brasileira de Escritores. “O texto é sobre escrever, publicar e ler. A ideia é inserir o público nessa cadeia produtiva, para que ele se aproprie dela. Terminar de escrever um livro muitas vezes não é o fim, mas o começo da jornada. O percurso da obra de arte até chegar ao público pode ser tão intrigante quanto as trajetórias de Josef K. ou Bartleby”, comenta o autor do espetáculo.

Formado em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco, Aleixo estudou Dramaturgia na Escola Livre de Teatro de Santo André, com Solange Dias, na SP Escola de Teatro e no SESI-British Council, com Marici Salomão, e no Teatro J. Safra, com Cintia Alves.

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Política da Editora

Com Adriana Azenha, Eduardo Bartolomeu, Jany Canela, Miriam Limma e Rogério Favoretto

SP Escola de Teatro – Sede Roosevelt (Praça Roosevelt, 210, Centro, São Paulo)

01/06 até 02/07

Sexta, Sábado – 21h, Domingo – 19h, Segunda – 21h

$30

Classificação 12 anos