O LOUCO E A CAMISA

Texto do argentino Nélson Valente, O Louco e a Camisa está em sua nona temporada na cidade de Buenos Aires, além de já ter ganhado os palcos de outros países como Chile, Espanha, França, Portugal e Estados Unidos.  Sucesso de público e crítica, a peça faz sua segunda temporada em São Paulo com direção de Elias Andreato.

O texto entrelaça temas como a loucura, a convivência familiar, a revelação da verdade e a violência doméstica, ao retratar um pai violento e severo. O público se depara com uma família distorcida e marcada pela convivência hipócrita entre eles, que se esforçam para esconder a existência de um “louco” (o filho) e suas ideias aparentemente malucas.

No decorrer do espetáculo, percebe-se que o “louco” é, na verdade, o mais são entre os integrantes da família, pois é fiel e íntegro aos seus valores. O único com percepção real e verdadeira. Desta forma, a comédia se dá em contraponto ao drama vivido com esses conflitos familiares, pois os personagens naturalmente se metem em situações cômicas para solucionar seus problemas.

É importante estar em constante discussão sobre as diferenças e estimular a tolerância e o respeito ao próximo. Neste espetáculo retratamos distúrbios de personalidades e relacionamentos, e isso serve para pôr uma lupa em nós mesmos e fazermos uma autoanálise do quanto somos permissivos e complacentes com certas situações”, comenta Priscilla Squeff, idealizadora do projeto no Brasil, ao lado dos sócios Leandro Luna e Danny Olliveira. Os produtores assistiram ao espetáculo em Buenos Aires e, cada vez mais, acreditam na importância deste intercâmbio cultural.

 

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O Louco e a Camisa

Com Rosi Campos, Rainer Cadete, Ricardo Dantas, Priscilla Squeff e Dudu Pelizzari

Teatro Renaissance (Alameda Santos, 2233 – Cerqueira César, São Paulo)

Duração 70 minutos

10/08 até 16/09

Sexta e Sábado – 21h30, Domingo – 18h

$80/$100

Classificação 12 anos

*Não haverá sessões no dia 17 de Agosto*

*Sessão com tradução de libras e audiodescrição dia 19 de agosto*

O JULGAMENTO DE SÓCRATES

Aos 50 anos de carreira, e quase 70 de vida, Tonico Pereira sobe ao palco do Teatro Nair Bello com a comédia filosófica – O julgamento de Sócrates – a partir de 21 de julho. Em turnê pelo Brasil, solo é sucesso de crítica e público e marca a carreira de Tonico que interpreta seu primeiro monólogo. Em cena, interpreta um dos fundadores da filosofia ocidental cuja adaptação assinada por Ivan Fernandes, da obra ‘Apologia de Sócrates’, do filósofo e matemático Platão, dramatiza a defesa de Sócrates, no julgamento que o condenou à morte por envenenamento.

O texto, por ser um dos primeiros grandes casos na história em que um homem foi condenado por ter ideias diferentes da sociedade, debate a liberdade de expressão e o pensamento no mundo contemporâneo. As sessões acontecem aos sábados, 21h e aos domingos, 19h,  com temporada até dia 9 de setembro.

No palco, Sócrates defende suas ideias, mas, acima de tudo, o direito de tê-las. Para Tonico, o espetáculo é um “antiteatro”, ou seja, não é um espetáculo cheio de glamour, e sim uma troca de ideias com figurino, cenário e trilhas simples. É essencialmente artesanal, sem muitos recursos. Mas isso “é a essência do teatro”. Afirma

Para o autor, Ivan Fernandes, a inspiração veio da ideia de se falar dos tempos atuais. “Não queria falar diretamente sobre isso, até porque muitas pessoas estão sem distanciamento. Então, me ocorreu falar que tudo que se tornou em um grande julgamento”.

O Julgamento de Sócrates

Com Tonico Pereira

Teatro Nair Bello – Shopping Frei Caneca (Rua Frei Caneca, 569 – Cerqueira César, São Paulo)

Duração 50 minutos

21/07 até 09/09

Sábado – 21h, Domingo – 19h

$60

Classificação 12 anos

ZECA PAGODINHO – UMA HISTÓRIA DE AMOR AO SAMBA

O nome de batismo é Jessé Gomes da Silva Filho, mas o grande público o conhece mesmo como Zeca Pagodinho. Artista consagrado, que alcançou o sucesso sem perder suas origens. É o Zeca do subúrbio, de Xerém, dos amigos, do palco e das canções que todo brasileiro sabe um refrão. Essa é a história real de um homem que se apaixonou pelo o samba ainda criança e, desde então, vive um caso de amor com a música.

“Zeca Pagodinho – Uma história de amor ao samba” retrata a vida do cantor em dois atos. No primeiro, o público conhecerá os momentos que levaram a construir o sólido caráter do nosso herói suburbano, que nunca deixou de ser um homem do povo. Caberá a Peter Brandão dar vida ao protagonista Jessé nessa fase. No segundo momento, o espetáculo retrata o encontro do artista com a fama e sua popularidade. O ator e diretor Gustavo Gasparani assume o papel de Jessé em sua fase madura.

O musical estreia em São Paulo no dia 14 de julho e fica pela cidade, em curtíssima temporada popular somente até 05 de agosto. Com ingressos a partir de R$40, as sessões acontecerão às quintas-feiras (21h), sextas-feiras (21h), sábados (17h e 21h) e domingos (17h). Os ingressos podem ser adquiridos pela bilheteria oficial (Teatro Procópio Ferreira) e pelo site www.ingressorapido.com.br – ambas as formas sem taxa de conveniência.

A trilha sonora é destaque na construção da obra, compartilhando com nosso herói o protagonismo dessa história. Samba e narrativa se misturam nessa homenagem a Jessé. As canções evocam sua criação no subúrbio e potencializam o jeito carioca de ser, uma assinatura de Zeca Pagodinho e um jeito único de deixar a vida nos levar. Quatro músicos e um regente se unem aos 13 atores do elenco para juntos contarem, em texto e canção, a trajetória desse homem apaixonado pelo samba.

A dramaturgia recorre ao Teatro de Revista para narrar essa trajetória de sucesso e parceria com o público ao longo de mais de três décadas. Irreverência e bom humor marcam a narrativa, características que não poderiam faltar ao retratar o nosso herói suburbano. Com toda a liberdade que o teatro permite, a poesia também está presente no espetáculo. A peça inicia com Jessé embarcando no trem do samba rumo à “Estação Sucesso”. Essa é uma viagem sem paradas e que fará o espectador perder o fôlego, se emocionar e querer cantar.

“Zeca Pagodinho – Uma história de amor ao samba” estreou no Rio de Janeiro e agora, além de São Paulo, sai em turnê pelo Brasil, passando por Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Brasília, Vitória, Goiânia, Santos, Curitiba e Porto Alegre. O espetáculo é uma produção da Dannemann Entretenimento Chaim Produções. Realização do Governo do Estado de São Paulo e Secretaria da Cultura. Patrocínio SulAmérica. Transportadora oficial é a Avianca Brasil.

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Zeca Pagodinho – Uma história de amor ao samba

Com Ana Velloso, Beatriz Rabello, Douglas Vergueiro, Édio Nunes, Gustavo Gasparani, Hugo Kert, Lilian Walesca, Lucianna Vieira, Milton Filho, Peter Brandão, Psé Diminuta, Ricardo Souzedo e Wladimir Pinheiro

Teatro Procópio Ferreira (Rua Augusta, 2823 – Cerqueira César, São Paulo)

Duração 120 minutos

14/07 até 05/08

Quinta e Sexta – 21h, Sábado – 17h e 21h, Domingo – 17h

$80

Classificação Livre

A PORTA DA FRENTE

Lenita (Sandra Pêra) e Rui (Roney Facchini) tem um casamento morno e sem graça. Não se olham, não se enxergam e vivem suas vidas sem grandes paixões ou perspectivas. Estão frustrados com a união, com seus planos, mas não conseguem fazer nada de diferente para melhorar a situação. São pais de um casal de gêmeos estranhíssimos, dois jovens estudantes (Greta Antonie e Bruno Sigrist),  que sofrem com a falta de atenção dos pais. Nessa casa mora também Dona Marilu (Miriam Mehler), mãe de Lenita, talvez a mais lúcida desse núcleo.

Uma nuvem de insatisfação e resignação paira sobre tudo e todos, até que um novo vizinho ocupa o apartamento em frente e aquele mundinho sofre sucessivos abalos e começam os inevitáveis e inacreditáveis conflitos.  Sacha é “crossdresser” assumido e professor de canto. Essa ambiguidade faz de Sacha uma figura muito peculiar, que mexe com o imaginário de todos. Além de se incomodarem com o barulho das aulas de canto, nenhum deles sabe como lidar com aquela figura tão diferente e bizarra do ponto de vista de suas caretices. Mas, apesar de ser demonizado pelos vizinhos, Sacha é um homem de paz. É muito refinado, educado e simpático.

O texto de Julia Spadaccini, considerado um dos mais impactantes de 2013, vencedor dos Prêmios Shell do Rio de Janeiro e Fita, gira em torno das relações que cada personagem dessa família vai criando com esse novo morador. Sacha com sua postura liberta diante dos preconceitos da vida dá, sabiamente, uma lição de amor e uma injeção de atitude para essa família que está estagnada e fechada em seus velhos conceitos do que é normalidade. “Sinto um fascínio pelo crossdressing, um questionamento, uma mudança de ponto de vista: o Sasha ilumina cantos escuros e sacode as juntas enferrujadas daquela família”, conta Julia para quem as relações familiares são fonte permanente de inspiração: “Acredito que a família esteja amarrada num grande núcleo neurótico. Gosto de falar das relações familiares, esses laços que nunca se desfazem. Por mais bem resolvidas que as pessoas sejam, não conseguem se libertar totalmente das exigências, limites e educação conferidas pelos pais”, completa.

Queria falar de intolerância, limitação. O crossdresser é um personagem indecifrável. Li uma matéria sobre uma mulher que descobriu que o marido era. Ela quis se separar, mas, depois, voltou pra ele. Há uma falta de cuidado das pessoas no olhar com o outro,” avalia a autora.

Com direção de Marcelo Várzea e produção de Selma Morente e Célia Forte, que buscam investigar o comportamento humano através das histórias que a Morente Forte realiza ao longo de sua trajetória, A Porta da Frente fala de preconceito e dos formatos das intuições, como casamento e família, que precisam ser repensadas. “Precisamos ampliar nossos olhares, vivemos querendo classificar pessoas em todos os sentidos. Esta na hora de falarmos sobre tolerância. E dela podemos vir a criar uma oportunidade real de comunhão. A Julia foi muito feliz na carpintaria desse texto, onde alterna gêneros, promovendo uma tomada de consciência vertiginosa. O publico cai no colo dos carismáticos e preconceituosos personagens. Entretenimento e poderosa reflexão. Trabalhar com esses atores e descobrir todas essas cores propostas pela autora tem sido extremamente apaixonante”, conta Varzea.

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A Porta da Frente

Com Sandra Pêra, Roney Facchini, Fabiano Medeiros, Greta Antonie, Bruno Sigrist e Miriam Mehler

Teatro Renaissance – Hotel Renaissance (Alameda Santos, 2233 – Cerqueira César, São Paulo)

Duração 80 minutos

07/07 até 09/09

Sábado – 19h, Domingo – 20h

$70/$80

Classificação 12 anos

QUE MONSTRO TE MORDEU?

Criado em 2014 como série televisiva (TV Cultura, 2014 – 2015) por Cao Hamburger e Teodoro Poppovic,Que Monstro Te Mordeu? transborda seu mundo pela primeira vez para a linguagem teatral.

Com texto e direção de Carla Candiotto, e espetáculo estreia para público dia 9 de junho, sábado, às 14 horas. A temporada segue até 2 de dezembro aos sábados e domingos às 14 horas. Além do espetáculo, a criançada também poderá visitar, a partir do dia 6 de junho, quinta-feira, uma exposição que exibe várias etapas do processo de criação da série infantil, no espaço expsositivo. A exposição e o espetáculo teatral apresentam narrativas que se complementam e oferecem um programa divertido e informativo para fãs da série e também para aqueles que ainda não a conhecem. Entrada gratuita.

Os autores da série original assinam colaboração dramatúrgica. No elenco estão Alexandre Scaldini, Bebel Ribeiro, Daniel Costa, Fernando Mariano, Gilson Ajala, Melina Menghini, Nilton Marques, Paulo Henrique, Sandro Gattone, Sidnei Caria e Thiago Toledo. A direção de arte (cenografia, adaptação de bonecos e figurino) é de Marco Lima; a direção musical é de Marcelo Pellegrini, e a iluminação de Wagner Freire.

A história do espetáculo se passa no Monstruoso Mundo dos Monstros, um lugar onde os monstros desenhados pelas crianças ganham vida. Certo dia, aparece nesse lugar Lali, uma monstrinha diferente dos demais que ali habitam. Lali conhece e convive com novos amigos – como Luísa, Gorgo e Dedé – até encontrar Dr. Z, que descobre que ela pode ser humana. A partir desse momento, o MMM (Monstruoso Mundo dos Monstros) se transforma em um lugar de medo e intolerância. Cabe a Lali lutar por sua sobrevivência e mostrar para todos que pode ser surpreendente e encantadora a convivência com o diferente.

A Monstruosa Exposição dos Monstros

Na abertura da série infantil Que Monstro Te Mordeu?, Dr. Z anuncia: Toda vez que uma criança desenha um monstro, ele ganha vida em um lugar muito especial“.  E esse lugar existe! Que Monstro Te Mordeu? A Monstruosa Exposição dos Monstros apresenta o universo dos monstros que se imagina e que se cria a partir do simples ato de desenhar. Ao propor uma experiência imersiva e interativa, a exposição apresenta ao público os bastidores criativos do programa e também o seu imaginário. Pinturas, desenhos, animações e projeções mostram as etapas da criação dos personagens: do papel em branco ao desenho da criança; do roteiro à vida animada na série. A atmosfera do espaço proporciona um mergulho neste universo de monstros, também estimulando a imaginação do público ao sugerir que desenhem suas próprias criações e criaturas, que até podem ganhar vida ao serem exibidas no local.

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Que Monstro Te Mordeu?

Com Alexandre Scaldini, Bebel Ribeiro, Daniel Costa, Fernando Mariano, Gilson Ajala, Melina Menghini, Nilton Marques, Paulo Henrique, Sandro Gattone, Sidnei Caria e Thiago Toledo

Teatro do Sesi – Centro Cultural FIESP (Av. Paulista, 1313 – Cerqueira César, São Paulo)

Duração 60 minutos

09/06 até 02/12 (não haverá sessões nos dias 17 e 22/06)

Sábado e Domingo – 14h

Entrada gratuita

Classificação Livre

Exposição Que Monstro Te Mordeu? A Monstruosa Exposição dos MonstrosDe 6 de junho a 28 de outubro, de terça a sábado, das 10 às 22h; domingo, das 10h às 20h. Entrada gratuita. Curadoria de Teodoro Poppovic. Espaço de Exposições.

OTTO LARA RESENDE OU BONITINHA MAS ORDINÁRIA

Texto clássico do mais influente dramaturgo brasileiro, “Otto Lara Resende ou Bonitinha Mas Ordinária” ganha montagem dirigida pelo especialista na obra de Nelson Rodrigues, Luis Artur Nunes, no Teatro Augusta a partir de 01 de junho.

“Otto Lara Resende ou Bonitinha Mas Ordinária” está inserida na fase das “Tragédias Cariocas” na classificação da obra de Nelson Rodrigues pelo crítico Sábato Magaldi. Em enredo folhetinesco, Edgard, jovem pobre e ambicioso, recebe uma proposta irrecusável para subir na vida: Casar-se com a filha de seu patrão, o Dr. Werneck, um milionário devasso e amoral.

Edgard precisará revisar suas convicções, já que é apaixonado por sua vizinha Ritinha, uma moça pobre que faz de tudo para sustentar a mãe e as irmãs.

Atormentado moralmente pela frase “o mineiro só é solidário no câncer”, atribuída na peça ao escritor Otto Lara Resende, Edgard confronta sua ambição com seus princípios éticos”.

Repleto de pistas falsas e reviravoltas, o texto de Nelson Rodrigues surpreende pela atualidade, mais de 50 anos após ter sido escrito, evidenciando a fragilidade do caráter dos homens frente à obsessão pelo dinheiro e à submissão ao poder.

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Otto Lara Resende ou Bonitinha, mas Ordinária

Com Stella Portieri, Cal Titanero, Monique Hortolani, Josias Souza, Pedro Paulo Eva, Adão Filho, Emerson Natividade, Breno Villas Boas, Ângelo Aleixo, Victoria Blat, Taisa Pelosi, Carolina Rossi, Renata Souza, Rosa Piscioneri

Teatro Augusta (R. Augusta, 943 – Cerqueira César, São Paulo)

Duração 90 minutos

01/06 até 01/07

Sexta – 21h, Sábado – 19h e Domingo – 20h

$20

Classificação 14 anos

STRONGER (A MAIS FORTE)

SINOPSE

Nos fundos de uma loja de departamentos em Nova York em plena liquidação de Natal, a senhorita Y se surpreende com a chegada ruidosa da senhora X, uma taça de segredos, frustrações e pequenas vinganças passa a ser destilada então. Somos levados a descobrir a relação delicada e pungente que se desenvolve com essas duas mulheres, uma esposa aparentemente dedicada e completa e uma atriz independente e explicitamente falida. A “guerra de nervos” que nasce ali, quer mostrar  quem é A MAIS FORTE.

ESSA MONTAGEM

Muito mais do que colocar rótulos, gêneros ou posições sociais, damos um presente duvidoso, embrulhado em papel fino, que mostra a luta interna de duas mulheres que se chocam violentamente e produzem todos os conflitos dramáticos e cômicos que somente o feminino mais puro pode produzir. Vestidas com extrema elegância e com uma cenografia enxuta e precisa, apenas duas atrizes, como manda o texto, se engalfinham em chamas numa atmosfera anos 40, enquanto a neva fria cai lá fora.

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Stronger (A Mais Forte)
Com Dani Guedes e Sarah Lopes
Teatro Augusta (R. Augusta, 943 – Cerqueira César, São Paulo)
Duração 50 minutos
04/05 até 29/06
Sexta – 21h30
$ 50
Classificação 16 anos