I LOVE NEIDE – A VIAGEM

Depois de temporada de sucesso com o primeiro espetáculo, e tendo sido visto por mais de 100 mil pessoas, Eduardo Martini revive sua personagem – Neide Boa Sorte – em “I Love Neide!! – A Viagem“. A comédia estreia no dia 12 de janeiro no Teatro Itália.

O espetáculo mostra agora as loucuras desta senhora engraçada, especialista em autoajuda, que virou uma celebridade como participante de um reality show. Apesar de não ser a vencedora, ganhou como prêmio de consolação uma viagem pelo mundo. O que era para ser uma viagem dos sonhos, tornou-se um pesadelo cômico.

A peça tece uma divertida crítica social, nas várias cenas que mesclam interpretação e dança. “A ideia é fazer rir ao apontar os defeitos de tipos comuns na nossa sociedade, tirando exemplos do cotidiano que são irritantes, como a falta de educação de profissionais que lidam com o público”, explica Eduardo Martini.

A dramaturgia é de Pedro Fabrini, que também faz uma participação na peça.

Neide Boa Sorte foi criada por Eduardo Martini para a televisão. Tornou-se popular através de um quadro, que era apresentado semanalmente no programa de Hebe Camargo. A ida para os palcos foi um pulo, e a partir de 2007, as primeiras aventuras de Neide foram apresentadas no país inteiro.

Ela não diz a idade nem se é casada, usa muitas joias, salto alto, é cafona e chic ao mesmo tempo. A personagem não foi planejada, aconteceu. Tive uma vaga inspiração em livros de autoajuda e em pessoas esotéricas que dizem acudir os outros mas no fundo pioram tudo”, fala Martini.

“I Love Neide!! – A Viagem”
Com Eduardo Martini e Pedro Fabrini
Teatro Itália – Sala Drogaria SP (Av. Ipiranga, 344 – República, São Paulo)
Duração 80 minutos
12/01 até 30/03
Quinta – 21h
$50
Classificação 14 anos
Texto: Pedro Fabrini
Direção: Eduardo Martini
Coreografias: Viviane Alfano
Figurinos e design gráfico: Adriana Hitomi
Trilha: Herbert Azzul
Desenho de luz e operação: Marcus Filomenus
Operação de Som: Alexandra Rocha
Direção de produção: Valdir Archanjo
Produção: Bira Saide, Valdir Archanjo e Eduardo Martini
Assessoria de Imprensa: Flávia Fusco Comunicação

EMPREITADA – UMA OBRA IMPROVISADA

Premiada pelos espetáculos Jogando no Quintal (para adultos e crianças) e A Rainha Procura (infantil) e conhecida por seu trabalho unindo teatro, palhaço e improvisação, a Cia. do Quintal estreia seu mais novo espetáculo. Empreitada – uma Obra Improvisada abre o horário das quintas-feiras às 20 horas, do Teatro Morumbi Shopping, com temporada até 24 de novembro.

Se em Jogando no Quintal palhaços competem para se divertir, em Empreitada a diversão está no próprio ato de improvisar. Num canteiro de obras, improvisadores e músicos assumem a função de operários, cuja tarefa não é construir um prédio ou uma casa, mas sim histórias. Tudo por meio de jogos de improvisação e a partir de sugestões da plateia.

O público participa na medida em que fornece os materiais (histórias, sugestões de temas, de lugares etc) para a construção cênica e compartilha da mesma brincadeira, de criar e de imaginar. Assim, o cenário, as ferramentas e os objetos dessa obra ganham novas formas: uma escada vira um barco, uma cerca se transforma em uma floresta e uma placa de aviso, em um jacaré.

O espetáculo celebra a capacidade que juntos temos de realizar no palco tudo aquilo que a imaginação (nossa e do público) permitir”, conta César Gouvêa, diretor da Cia. do Quintal, que está no elenco ao lado  de  Álvaro Lages, Caio Juliano, Filipe Bregantim, Leandro Costa e Rafael Pimenta.

Seja na atuação ou na música, uma pergunta guia as improvisações: “E se…?”. Essa provocação – que permite mudar o passado e presente, que permite abrir outras possibilidades e traçar o futuro, que permite duvidar daquilo que está estabelecido e que permite enxergar-se no lugar do outro – é o grande estímulo para que a obra ganhe corpo.

Sobre a Cia. do Quintal

Pioneira no teatro de improviso no Brasil, a Companhia do Quintal – dirigida por César Gouvêa, dedica-se, desde 2002, à pesquisa e ao diálogo entre as técnicas da Improvisação e do Palhaço.

Ao longo dos anos, tornou-se fonte de inspiração e influenciou o movimento de Improvisação no País, além de ser o principal representante brasileiro em diversos festivais da América Latina e Europa. Entre as principais criações do seu repertório destacam-se o espetáculo Jogando no Quintal (visto por mais de 500 mil pessoas no Brasil) e A Rainha Procura (aclamado por público e crítica, tendo recebido os prêmios FEMSA, APCA e Guia da Folha como melhor espetáculo de 2013). Em sua sede há 10 anos funciona uma escola de referência em São Paulo onde compartilha a pesquisa do grupo.

Empreitada – Uma Obra Improvisada
Com Cia do Quintal (César Gouvêa, Álvaro Lages, Caio Juliano, Filipe Bregantim, Leandro Costa e Rafael Pimenta)
Teatro Morumbi Shopping (Av. Roque Petroni Júnior, 1089 – Jardim das Acacias, São Paulo)
Duração 70 minutos
27/10 até 24/11
Quinta – 20h
$50
Classificação 12 anos

 

 

ZENÓBBIA – A SECRETÁRIA DO PRESIDENTE (RIO DE JANEIRO)

O Teatro Municipal Café Pequeno apresenta a partir de nove de novembro, a comédia “Zenóbbia – a Secretária do presidente” cujo texto de Marcelo Aoiula e Lígia Ferreira, irmã de Bibi Ferreira,  teve montagens clássicas nos anos 90, nos tempos em que o Brasil passava por maus bocados na nos cenários político e  econômico.

Considerando a atual situação política brasileira, a montagem ganha agora uma nova adaptação, bastante humorada, com um contexto bem similar ao que é noticiado acerca dos escândalos políticos e denúncias que envolvem grandes empresas e membros do governo.

Em cena, Fran Rorato, Nando Moretzsohn e Rodrigo Correa dão vida a 11 personagens que contam a história de Zenóbbia, secretária de confiança, de um funcionário do alto escalão de uma multinacional. Ela chega ao escritório e lê nos jornais uma reportagem acusando a empresa em que trabalha de superfaturamento de verbas; por causa desses desvios, todos os empregados estão sendo investigados numa Operação da Polícia Federal.

Ela se vê em um dilema: entregar o chefe para a Polícia Federal ou salvar o emprego de todos que trabalham na empresa? Para complicar ainda mais a balança de decisão, Zenóbbia traz à tona um momento no passado em que era apaixonada pelo chefe e ele a rejeitou, casando-se com outra. A trama conta ainda com um jornalista infiltrado na empresa, que tentará forçá-la a contar detalhes do que sabe e descobrir mais sobre a rotina da organização.

A direção fica por conta de Rogério Passos, considerado um dos melhores diretores de comédia da televisão brasileira, e diretor de algumas novelas e séries da Record e também da segunda temporada de “Tudo Pela Audiência”, de Fábio Porchat e Tatá Werneck, no Multishow.

Produzida pela Dots – Projetos Culturais, e coprodução da Arrastão de Ideias, a peça promete uma grande interação com a plateia e intérprete de Libras para que deficientes auditivos possam acompanhar esse imperdível espetáculo que cumpre temporada até dia 24 de novembro, sempre as quartas e quintas-feiras, 20h30.

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Zenóbbia – a secretária do presidente
Com Fran Rorato, Nando Moretzsohn e Rodrigo Correa
Teatro Municipal Café Pequeno (Av. Ataulfo de Paiva, 269 – Leblon, Rio de Janeiro)
Duração 60 minutos
09 até 24/11
Quarta e Quinta – 20h30
$40
Classificação 14 anos
 
Texto: Marcelo Aouila e Lígia Ferreira
Direção: Rogério Passos
Iluminação: Genilson Barbosa
Fotos: Vinicius Mochizuki
Designer Gráfico: Fabio Nobrega
Figurino: Filomena Mancuzo
Assessoria de Imprensa: Minas de Ideias
Assistente de produção: Marcela Rosário
Produção Executiva: Dots Projetos Culturais
Co-Produção: Arrastão de Ideias

MAIS UM HAMLET

A peça dirigida por Pedro Haddad e com dramaturgia de Maria Giulia Pinheiro é uma adaptação cômica da peça “Hamlet”, de William Shakespeare. Nesta adaptação contemporânea a história do príncipe da Dinamarca é contada de forma bem humorada, abusando dos clichês acerca desta figura tão famosa. A ideia de dessa montagem é estabelecer um diálogo com o público, apresentando os conflitos do príncipe dinamarquês como humanos e parte de todos nós.

O cenário é composto apenas por cinco cadeiras, e cada ator traz consigo todos os objetos que utilizará em cena. Os atores são responsáveis por toda manipulação de adereços, cenário, e parte da iluminação e sonoplastia – tudo acontece aos olhos do público, com o objetivo de trazer os bastidores para dentro da encenação.

Como se trata de teatro, as figuras são colocadas numa situação que as obriga a, da melhor forma possível, trabalhar em grupo – porém se confrontam com modos de fazer diferentes, humores, rixas e outros fatores que dificultam cada vez mais o jogo de cena, todos evidenciados pela ausência de coxias, e espelhados não só no enredo da peça, mas também na personalidade de cada ator. A peça tem como protagonistas a inadequação, o desconforto e, muitas vezes, o nonsense. Todos esses se fazem presentes para que, de forma cômica, seja narrada a história do príncipe Hamlet. O espectador se pergunta e reflete sobre o que se passa em cena e o que é a realidade, de fato – sendo, nesta brincadeira, convidado a entrar no jogo cênico. “, conta o diretor Pedro Haddad.

SINOPSE

Cinco figuras esquisitas são convidadas a contar a história de Hamlet, príncipe da Dinamarca em apenas 70 minutos. Hamlet ainda está de luto pela morte do pai quando sua mãe se casa com Cláudio, seu tio e o novo rei dinamarquês. Hamlet é avisado pelo fantasma de seu pai que ele foi assassinado por Cláudio, e pede ao filho que vingue sua morte. A partir daí o príncipe se vê num conflito entre o agir e o pensar, até ser capaz de concretizar o que lhe foi pedido: matar o rei da Dinamarca. Utilizando-se das frases célebres de Shakespeare e dos acontecimentos da peça original, os atores-personagens “improvisam” o espetáculo, aproveitando toda e qualquer deixa para mostrar o quanto são especia- listas nesta obra-prima.

Mais um Hamlet
Com Beatriz de Miranda, Maria Eugênia Portolano, Ronan Ammirati, Taiguara Chagas, Valérie Mesquita.
Teatro Pequeno Ato (Rua Dr. Teodoro Baima, 78 – Vila Buarque, São Paulo)
Duração 70 minutos
02 a 23/11
Quarta – 21h
$30
Classificação 12 anos
 
Direção: Pedro Haddad.
Dramaturgia: Maria Giulia Pinheiro.
Assistente de direção: Giulia Fontes.
Cenário e figurinos: Cia dos Tolos.
Iluminação: Taiguara Chagas.
Produção: Contorno Produções.
Direção de Produção: Jessica Rodrigues e Victória Martinez
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

 

 

#BORA BALZAQUIAR

A chegada dos 30 anos é considerada um período de mudanças, questionamentos e dúvidas. E são estes conflitos cotidianos da chamada “crise dos 30” que são discutidos, de forma bem humorada, no espetáculo “#Bora Balzaquiar”. A comédia apresenta as histórias de Júlia, Joana e Janaína, personagens que estão enfrentando dilemas e dificuldades inerentes a esta fase da vida. A peça, dirigida por Paulo Goulart Filho e com texto de Nina Ximenes, está em cartaz até o dia 29 de outubro, no Teatro Santo Agostinho.

A inspiração para o nome do espetáculo surgiu do adjetivo balzaquiana, derivado da obra do escritor francês Honorè de Balzac, que valorizava a beleza, a experiência, os pensamentos, os desejos e as angústias dessa mulher que reivindica o direito de ser feliz.

A mulher de trinta anos, tema da obra de Balzac no século XIX, continua a viver com muitos questionamentos, a popular expressão “crise dos 30”. No romance de Balzac a protagonista Júlia vive vários dramas e, entre eles, a relação com um homem mais jovem. Já na peça de Nina Ximenes, a Júlia vive solitária sem acreditar no amor. Este e outros conflitos atuais são parte deste espetáculo, que em vez de uma protagonista, traz ao palco 3 mulheres com um fator comum: a fase da vida!

Para a autora, as personagens sintetizam os problemas dessa faixa etária. “A Júlia a Joana e a Janaína têm temperamentos, histórias de vida e reações distintas sobre essa fase da vida”, relata Ximenes. Com um texto escrito por uma mulher, sobre mulheres e com mulheres em cena, a direção coube a Paulo Goulart Filho, que apresenta o seu olhar masculino sensível e repleto de referências femininas. “Sempre vivi rodeado por mulheres e agora minha filha mais velha tem 31, tenho uma com 29 e outra com 28 anos. Então estou vivendo exatamente esse período como pai das balzaquianas”, revela Paulinho Goulart.

Com um texto ágil que dialoga com os roteiros televisivos, a montagem é alinhavada por vídeos que revelam momentos complementares aos episódios apresentados no palco. A estética do espetáculo funde os vídeos, que conduzem os espectadores, às cenas apresentadas ao vivo, como um guia que estabelece as passagens de tempo das personagens. “Estou gostando de experimentar a fusão da arte ao vivo com a gravada. Esse é um dos elementos que mais me instiga no espetáculo”, conclui Paulo Goulart Filho

Para esta linguagem se estabelecer, o cenógrafo Antonio Rodrigues desenvolveu uma caixa mágica com 3 módulos. Quando fechada é uma tela em branco que recebe as projeções de vídeo. E quando aberta pelo módulo central, surpreende o público ao virar um supermercado com perspectiva 3D. O apartamento das protagonistas, decorado com cores e elementos que representam as personagens, surge quando as pontas dos módulos são abertas.

Acompanhe as mídias sociais:

Site: www.balzaquiando.com

Facebook: Bora Balzaquiar

Instagram: Bora balzaquiar

#Bora Balzaquiar
Com Bruna Ximenes, Mariana Moraes e Vanessa Goulartt
Teatro Santo Agostinho (R. Apeninos, 118 – Liberdade, São Paulo)
Duração 65 minutos
06/08 até 29/10
Sábado – 20h30
$50
Classificação 10 anos
Direção: Paulo Goulart Filho
Texto: Nina Ximenes
Assistente de Direção: Mariana Moraes
Produção: Bruna Ximenes e Mariana Moraes
Direção musical e trilha sonora: Silvia Goes
Produção musical: Wagner Amorosino
Gravação: Estúdio Azulão, por Roberto Gava
Músicos: Silvia Goes, Alex Braga, Wagner Amorosino e Roberto Gava
Direção de Vídeo: Eduardo Gonzalez
Cinegrafistas: Eduardo Gonzalez e Samuel Santos
Edição e videografismo: Kleber Parra
Cenografia: Antônio Rodrigues
Concepção de Figurinos: Lara Gois
Iluminação: Raphael Felipe
Coreografias: Sil Américo
Assistente de Produção: Amanda Lima
Fotos: Martha Pacce
Elenco dos Vídeos: Amanda Lima, Andreia Araújo, Eduardo Massari, Gustavo Varoli, Ivan Vetorazzo, João Cláudio Valfogo, José Luís Morais, Kátia Gomes, Luciano Strieder, Márcio Santiago, Marley Carvalho, Patrícia Junqueira, Raquel Ximenes, Samuel Santos, Tainan Miguel, Victor Nievas, Valeria Gomes, Valeria Moraes, Wellington Firmino, Wilma Morais.
Operação de Vídeo e Som: Amanda Lima
Operação de Luz: Raphael Felipe, Gabrielle Turquetti ou Tainan Miguel
Contrarregragem: Gustavo Varoli e Vagner Miranda
Camareira: Val Gomes
Social Mídia: Geranium Content
Realização: Laboratório de Artes Teatro e Vídeo

O MISANTROPO

O Misantropo, de Molière, reestreia no dia 13 de janeiro no Teatro Aliança Francesa.  Escrito em 1666, esta obra-prima é inédita no Brasil. O original francês foi traduzido e adaptado para esta montagem, que está sob a direção artística do premiado e reconhecido encenador Marcio Aurelio.

Esta clássica comédia da literatura universal desnuda conceitos filosóficos de visão de mundo e da humanidade, questiona o comportamento social, ditado por convenções comportamentais esvaziadas de sentido, moral e ética na Versalhes de Luís XIV.

Nesta montagem, os questionamentos do texto são tratados contemporaneamente, provocando o riso através das ideias expressadas nos brilhantes diálogos, fazendo o espectador identificar a hipocrisia nas relações humanas de nosso tempo.

Sinopse

É dia de festa no apartamento cobertura de Celimene, uma viúva alegre e rica.  Amigos, familiares e amores dessa dama da sociedade se reúnem para confraternizar, beber, dançar, comer e… falar da vida alheia!

Nesse ambiente festivo, Alceste, o misantropo, tem sua visão de mundo confrontada com as convenções sociais de sua amada anfitriã e todos os convidados.

E, como tudo pode acontecer numa grande festa, o cinismo e a incoerência do que chamamos bom comportamento vão se revelando, fazendo-nos reavaliar, sob o olhar preciso da comédia, nossas próprias atitudes e comportamentos sociais.

Sessões Populares

Do dia 08 a 100 de dezembro, haverá sessões populares com os ingressos custando R$ 20,00 (inteira). E no dia 11, a sessão será gratuita para as transexuais e travestis (limitados até 100 ingressos).

O Misantropo
Com Alexandre Bacci, Eduardo Reyes, Paula Burlamaqui, Paulo Marcello, Regina França, Renata Maia, Washington Luiz
Teatro Aliança Francesa (Rua General Jardim 182 – Vila Buarque, São Paulo)
Duração 90 minutos
A partir de 13 de janeiro
Sexta e Sábado – 20h30; Domingo – 19h
$40/$50
Classificação 12 anos
Texto: Molière
Tradução e adaptação: Washington Luiz Gonzales
Encenação: Marcio Aurelio
Assistente de encenação: Ligia Pereira
Cenário, figurino, iluminação e sonoplastia: Marcio Aurelio
Tradução e adaptação: Washington Luiz Gonzales
Preparação Vocal: Marcelo Boffat
Preparação Corporal: Marize Piva
Assistentes de produção: Roberta Viana e Rafa Souza
Fotos: Laércio Luz
Assessoria de imprensa: Flavia Fusco Comunicação
Direção de produção: Rosí Fer
Produção: Criola Filmes
Idealização: Ó Artes e espetáculos
Realização: Prêmio Zé Renato de apoio à produção e desenvolvimento da atividade teatral para a Cidade de São Paulo.

COMPULSÃO

Quatro pessoas com diferentes transtornos compulsivos se encontram presas num consultório médico durante uma noite chuvosa. Este é o ponto de partida de “Compulsão”, nova comédia escrita por Regiana Antonini, com direção de Ernesto Piccolo, que estreia dia 20 de outubro, noTeatro dos Grandes Atores, na Barra da Tijuca. No elenco, Simone Soares, Rafael Zulu, Regiana Antonini e Cacau Hygino. “Compulsão” fica em cartaz na Sala Vermelha, de quinta a sábado às 21h, e domingo às 20h, até o dia 18 de dezembro.

O espetáculo retrata de forma leve e divertida o sintoma compulsivo na cultura contemporânea. Se antes se buscavam soluções para os conflitos próprios dos desejos, hoje nos deparamos no meio social, com um número crescente de sujeitos envolvidos na satisfação imediata, no gozo, gerando assim, novas maneiras pessoais de ser, ou novos sintomas.

Interpretando Janet, uma mulher viciada em sexo, a atriz Simone Soares é produtora do projeto.

Há tempos procurava um texto que abordasse uma situação cotidiana atual, com personagens bem escritos e que fosse divertido para o público. É impressionante como a compulsão está presente na vida de tantas pessoas e como podemos fazer graça em torno do assunto, claro, tudo com muito respeito – diz Simone.

Há pouco tempo não havia diagnóstico para quem tivesse sintomas compulsivos e essas pessoas eram tratadas como irresponsáveis. Principalmente ao se tratar de assuntos específicos: compras, comidas, exercícios, álcool, medicamento, sexo, redes sociais, entre tantos outros. É neste universo de temas que se encontram os quatro personagens, envolvidos em uma trama com final surpreendente.

A história se passa numa sala, no vigésimo nono andar de um edifício antigo da Zona Sul do Rio de Janeiro. Mary Help, Stuart, Eduard e Janet ficam presas na sala devido a falta de luz causada por uma tempestade que alaga toda a cidade. A partir daí iniciam uma terapia em grupo sem a presença da Dra. Spellman. Falam de sexo, morte, manias, desejos e frustrações de uma maneira hilariante. O que o público não sabe é o que está por trás deste encontro e o desfecho inusitado da trama.

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Compulsão
Com Simone Soares, Rafael Zulu, Regiana Antonini e Cacau Hygino / Stand in: Bruno Seixas e Mayara Lepre
Teatro dos Grandes Atores – Sala Vermelha – Barra Square Shopping Centre (Av. das Américas, 3.900 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, RJ)
Duração 90 minutos
20/10 até 18/12
Quinta, Sexta e Sábado – 21h; Domingo – 20h
$80
Classificação 14 anos
 
Texto: Regiana Antonini
Direção: Ernesto Piccolo
Direção de Produção: Mário Meirelles
Produção Executiva: Roberto Bianchi
Assistente de direção: Dora Pellegrino
Trilha Sonora: Rodrigo Pena
Iluminação: Tiago Mantovani e Fernanda Mantovani
Figurino: Maria Estephania
Operador de luz: Marcos Bille
Difusão sonora: Rodrigo Braga e Fábio Negroni (assistente)
Programação visual: Ismael Lito
Assessoria de Imprensa: Minas de Ideias
Foto cartaz: Nana Moraes
Redes sociais: Deivid Andrade
Realização: Simone Soares e Boca de Cena