CIA LONDON EM AGOSTO

A Cia London está em cartaz neste mês de agosto com três espetáculos – um infantil “As Princesas e o Poeta“, todos os sábados no Teatro Jardim Sul; e dois adultos “A Casa de Bernarda Alba” e “O Manjar dos Deuses“, ambos no Espaço Parlapatões, no final de semana.

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As Princesas e o Poeta

A pequena sereia, o soldadinho de chumbo, o patinho feio. Personagens que fazem parte do imaginário de crianças do mundo inteiro. Ícones da literatura infantil criados pelo escritor norueguês Hans Christian Andersen. Em agosto, todos esses clássicos estarão reunidos no espetáculo AS PRINCESAS E O POETA, da Cia London, em cartaz aos sábados em São Paulo.

O roteiro se passa em meados de 1800 e mostra Hans, um jovem garoto que tem uma vida difícil na cidade onde mora por ser mal entendido com sua criatividade e prazer pelos contos de fada. Certo dia, ao dormir em seu quarto, tudo muda quando ele acorda num lugar inesperado, o reino de “Era uma vez”, onde habitam todos os contos de fada.

O reino está em guerra, pois está sob a ditadura da Rainha má, que está acabando com a memória de todos os personagens que vivem no lugar e dominando todos os cantos junto às forças das trevas. Juntamente à amiga Rovena, Hans desbrava essa fantástica terra até se deparar cara a cara com a temida rainha, em um grande combate.

As Princesas e o Poeta
Com Rafael Mallagutti, Carla Leandro, Hellen Kazan, Victória Rocha, Maíra Natássia, Mônica Bonna, Natália Graziel, Luna Di Milano, Beatriz Sauer, Alex Lopes, Bárbara Trabasso, Bruna Izar, Thais Coelho e Luiza Arruda.
Teatro Jardim Sul – Shopping Jardim Sul (Av. Giovani Gronchi, 5819 – Piso 2 – Vila Andrade, São Paulo)
Duração 60 minutos
até 26/08
Sábado – 16h e 18h
$50
Classificação Livre
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A Casa de Bernarda Alba

A história se passa no pequeno povoado de Andaluzia, na Espanha pré-guerra civil, onde em uma sociedade machista as mulheres eram obrigadas a suprimir suas vontades e prazeres em nome da honra e reputação. Na peça, a austera Bernarda Alba fica viúva pela segunda vez, e, segundo suas ordens, suas filhas terão de viver um luto de oito anos em regime de clausura. Enquanto isso, a filha mais velha, Angustias, é prometida em casamento ao homem mais cobiçado do vilarejo, desejado por todas as outras irmãs. Numa trama de intrigas e amargura, as filhas são quase como soldados e se enfrentam numa disputa psicológica sempre longe dos olhos da mãe.

Especialmente nessa montagem, homens interpretam essas mulheres sem amantes, representando a força e brutalidade das personagens que são uma metáfora de Lorca aos soldados da guerra civil espanhola.

 

A Casa de Bernarda Alba
Com Rafael Mallagutti, Joaquim Araújo, Ivan Radecki, Vinícius Candoti, Alexandre Nunes, Rafael de Castro, Miguel Langone, Diego Chimenes, Bruno Akimoto, Thiago Marangoni.
Espaço Parlapatões (Praça Franklin Roosevelt, 158 – Consolação, São Paulo)
Duração 90 minutos
06/08 até 03/09
Domingo – 20h
$50
Classificação 12 anos
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O roteiro faz um recorte na vida dos deuses gregos nos dias de hoje. Os olimpianos, comandados por Zeus, estão reunidos no Monte Olimpo e enfrentam um grande problema: as chaves dos portões foram roubadas e agora todos estão presos ali, juntos. O problema é que o culpado está entre eles. A questão agora é investigar. Uma grande confusão está instalada. Todos têm suas opiniões e um grande julgamento é montado para descobrir quem pegou as chaves e qual foi motivo.

  Escrito por Rafael Mallagutti, o texto traz várias referências históricas e mitológicas à cena. Cada personagem mostra suas características e peculiaridades de acordo com a mitologia a que estão conectados. Tudo isso contado de forma divertida, com situações super engraçadas, na comédia onde uma família de imortais faz um jogo de perguntas e respostas expondo o íntimo de suas famosas vidas, de uma maneira que você nunca viu.

A criação do jogo cênico e da construção dos personagens é trabalhada na comédia física com um ar de desenho animado e o grupo desenvolveu a criação do Monte Olimpo de maneira conjunta, inspirado nas características de tipos humanos existentes nos dias de hoje e que se encaixariam aos deuses tão famosos, em uma proposta de comédia rasgada e cheia de caras e bocas.

Manjar dos Deuses
Com Rafael Mallagutti, Caio Baldin, Pedro Ruffo, Carla Leandro, Elisa Malta, Marcos Teixeira, Victória Rocha, Jefferson Mascarenhas, Denis Yoshio, Thiago Marangoni e Diego Chimenes.
Espaço Parlapatões (Praça Franklin Roosevelt, 158 – Consolação, São Paulo)
Duração 80 minutos
12/08 até 02/09
Sábado – 23h59
$50
Classificação 12 anos

À MEIA NOITE UM SOLO DE SAX NA MINHA CABEÇA

Com texto e direção de Mário BortolottoÀ Meia Noite Um Solo de Sax na Minha Cabeça” reestreia em São Paulo, em 16 de agosto, quarta-feira, às 21h, em nova temporada, no Cemitério de Automóveis.

A estreia foi em 2011 nos Parlapatões, depois passou pelo Sesi, Faap , viajou pelo interior de São Paulo e agora volta ao cartaz com o mesmo desejo dos atores de quase uma década atrás: a vontade de estarem juntos no palco atuando. Fábio Espósito e Henrique Stroeter são amigos de longa data e desde 2001 – quando leram o texto pela primeira vez – planejaram este encontro.

Escrita em 1983, a comédia que já passou por diversas direções, ganha vitalidade nas atuações da dupla.

Amigos desde a maternidade, a amizade entre Billy e Jesse é o tema central da história.

Billy interpretado por Henrique Stroeter é um bebê inquieto e já “consciente” sobre as dificuldades que a vida lhe trará. Com o tempo, ele se transforma num adolescente indignado e em um adulto idealista, ativista político e sem dinheiro.

Já Jesse, personagem de Fábio Espósito, é uma criança educada, rica e com boas perspectivas de vida. Na adolescência experimenta comodidades burguesas e na maturidade opta pela segurança financeira e familiar.

Entre 1950 e a passagem do ano de 1983 para 1984, eles compartilham, em 13 quadros, experiências pessoais, políticas e sociais pontuadas por ágeis trocas de figurinos e projeções de fatos reproduzidos em telão. “O foco é contar esse tempo, abordando a música, fatos jornalísticos, moda, pensamento político-social e, claro, o afeto e a lealdade entre esses dois amigos inseparáveis”, diz Espósito.

A grande surpresa da peça é a forma com que Bortolotto conduz a trama, ele surpreende ao lançar um olhar doce e nostálgico à frente desta montagem, segundo avaliação da crítica da Folha de S.Paulo, Christiane Riera (em memória).

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À Meia Noite Um Solo de Sax na Minha Cabeça
Com Henrique Stroeter e Fábio Espósito
Teatro & Bar Cemitério de Automóveis (Rua Frei Caneca, 384 – Consolação. São Paulo)
Duração 55 minutos
16/08 até 12/10
Quarta e Quinta – 21h
$40
Classificação 14 anos

PAIXÕES DA ALMA

Até o dia 1º de setembro, o Espaço Beta do Sesc Consolação recebe o espetáculo Paixões da Alma, de Marcelo Romagnoli. O monólogo, com interpretação de Cláudia Missura, ganha uma nova montagem – “bem mais cartesiana”, segundo o diretor -quatorze anos após sua estreia, com trilha sonora de Natália Mallo e cenário de Marisa Bentivegna.

Inspirado na obra do filósofo francês René Descartes (1596-1650), Paixões da Alma apresenta uma mulher, em sua cozinha, que prepara um ensopado e dá a receita de como se proteger das paixões que atacam nossa alma. O texto, que é baseado em três dos cinco livros de Descartes – Discurso Sobre o MétodoMeditações, e As Paixões da Alma, – teve sua primeira montagem em 2003, sendo apresentado até 2008 pela atriz.

A adaptação de Marcelo Romagnoli para os textos do filosofo procura preservar o raciocínio do cientista, concentrando-se naexpressividade poética de suas ideias.  “Há uma forte relação entre os alimentos e as paixões descritas por Descartesódio, amor, alegria, tristeza, admiração e desejo”, explica o dire

 “O texto e o pensamento de Descartes continuam vivos e atuais. Ele foi um dos fundadores do pensamento moderno, ajudou a entender o Homem e exerceu profunda influência em vários campos do conhecimento.

Nesta nova montagem, a atriz Cláudia Missura manteve o princípio norteador da primeira encenação, aprofundando o tom preciso e limpo na interpretação, valorizando a poesia do texto e o desnudamento das emoções.

Com influências da música eletrônica contemporânea, remixes e samples, a trilha sonora com operação e execução ao vivo concebida pela cantora e compositora Natália Mallo é uma das novidades desta temporada, cujo espaço cênico foi repensado por Marisa Bentivegna.

 

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Paixões da Alma
Com Cláudia Missura
Sesc Consolação – Espaço Beta (Rua Dr Vila Nova, 245 – Consolação, São Paulo)
Duração 50 minutos
03/08 até 01/09
Quinta e Sexta – 20h
$20
Classificação 14 anos

 

10 COISAS QUE NÃO TE CONTARAM ANTES DO CASAMENTO

O espetáculo “10 Coisas que não te contaram antes do Casamento”, estreia no tablado paulista no próximo dia 12 de agosto, no Teatro Augusta – Sala Paulo Gourlart, um texto de Pablo Diego que aborda a realidade feminina em diversos aspectos.

A comédia conta a história de Hanna (Sullivan Sena), uma garota que namora há sete anos e finalmente é pedida em casamento. Angustiada por ter aceitado o pedido, ela se une a sua melhor amiga Monela (Luciana Garcia), uma garota um pouco desmiolada e superficial para juntas invadirem a casa da blogueira Blenda Penís (Delídia Duarte) – sucesso na internet e autora do livro que dá nome à peça. Crentes de que Blenda tem todas as respostas para uma vida plena e feliz, elas se deparam com uma realidade bem diferente.

O espetáculo aborda a realidade feminina sobre múltiplos aspectos e coloca o tema do empoderamento feminino em primeiro plano sem perder o ritmo de uma comédia que tira o público do sério. “Assim como no casamento, as pessoas riem e choram durante o espetáculo todo”, sintetiza o ator Paulo Tardivo (que interpreta Breno e Cadu) ao falar sobre a profusão de emoções que toma conta da plateia. Completam o elenco masculino os atores Almir Martins (Claide, o fracassado e frustrado marido da autora de sucesso) e Tiago Pessoa (que se desdobra de maneira ímpar nas impagáveis personagens “A mãe” e “O Cara da Net).

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10 Coisas que não te contaram antes do Casamento
Com Almir Martins, Delídia Duarte, Luciana Garcia, Paulo Tardivo, Sullivam Sena e Tiago Pessoa
Teatro Augusta – Sala Paulo Goulart (Rua Augusta, 943, Consolação, São Paulo)
Duração 90 minutos
12/08 até 24/09
Sábado – 22h. Domingo – 20h
$60
Classificação 12 anos

 

 

FOREVER YOUNG

Grande sucesso de público, o aclamado espetáculo do suíço Erik Gedeon volta em cartaz com grandes hits mundiais da música pop e rock’n’roll. No elenco também estão Fred Silveira, Paula Capovilla, Naima Ferreira e Fafy Siqueira (em participação especial)

Com temporadas em São Paulo, Rio de Janeiro e mais oito capitais o musical Forever Young volta em cartaz dia 4 de agosto, sexta-feira, às 21h30, no Teatro Nair Bello. Novidade dessa temporada é a entrada dos atores Saulo Vasconcelos e Marcos Lanza no elenco.

De forma poética e bem-humorada, Forever Young aborda seis grandes atores que representam a si mesmos no futuro, quase centenários. Apesar das dificuldades eles continuam cantando, se divertindo e amando. Tudo acontece no palco de um teatro, que foi transformado em retiro para artistas, sempre sob a supervisão de uma enfermeira. Quando ela se ausenta, os simpáticos senhores se transformam e revelam suas verdadeiras personalidades através do bom e velho rock’n’roll e mostram que o sonho ainda não acabou e que eles são eternamente jovens.   A comédia musical consegue relatar não apenas o problema da exclusão social na “melhor idade”, mas também aborda questões sobre a velhice com muito humor e músicas que marcaram várias gerações.

Forever Young é uma grande homenagem a todos os artistas que trouxeram tanta magia para as pessoas. E, principalmente, passa a mensagem que ser jovem é algo eterno, que a vida não para, apenas muda-se a frequência das ações.

Os hits são sucessos do rock/pop mundial de diversos anos, passando pelas décadas de 50, 60, 70, 80 até chegar aos anos 90.Músicas que são verdadeiros hinos como I Love Rock and RollSmells Like a Teen SpiritI Wil SurviveRoxanneRehabSatisfactionSweet DreamsMusicSan FranciscoCalifornia DreaminLet It BeImagine, e a emblemática Forever Young. Já o repertório nacional conta com canções como Eu Nasci Há 10 Mil Anos Atrás de Raul Seixas, Do Leme ao Pontal de Tim Maia e Valsinha de Chico Buarque.

 

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Forever Young
Com Fafy Siqueira, Saulo Vasconcelos, Fred Silveira, Paula Capovilla, Marcos Lanza, Naima Ferreira e Miguel Briamonte.
Teatro Nair Bello – Shopping Frei Caneca (Rua Frei Caneca, 569 – Consolação, São Paulo). 
Duração 100 minutos
04/08 até 01/10
Sexta – 21h30, Sábado – 21h, Domingo – 19h
$80/$90
Classificação 10 anos

PULSO

Sylvia Plath teve uma curta vida, entre os anos de 1930 e os de 1960. Embora tenha escrito bastante, em vida quase não encontrou espaços de divulgação de seus trabalhos, tornando-se sua obra conhecida principalmente depois de sua morte. Será que isso se deveu à sua condição de mulher, esposa e mãe? Será que nos dias de hoje as coisas são diferentes? Questões como essas permeiam a obra Pulso, do VULCÃO [criação e pesquisa cênica], solo com a atriz Elisa Volpatto, dirigido por Vanessa Bruno, que após estrear e promover três temporadas em São Paulo e uma em Porto Alegre no ano passado, volta com apresentações às sextas-feiras de agosto, 21h, no Teatro Cemitério de Automóveis.

Pulso é uma pesquisa e criação teatral a partir da vida e obra do ícone da Poesia Confessional norte-americana, Sylvia Plath (1932-1963), construído das indagações da diretora à atriz, que respondeu cenicamente. Valendo-se de materiais como as biografias A Mulher Calada, de Janet Malcolm e Ísis Americana – A vida e a arte de Sylvia Plath, de Carl Rollyson, Os Diários de Sylvia Plath,organizado por Karen V. Kukil e também o mais importante livro de poemas de Sylvia, Ariel, a atriz organizou a dramaturgia do espetáculo.

Mantendo a poética particular da autora, o solo explora ora fragmentos biográficos, ora as potências que sua obra desdobra. Está em foco uma mulher no desafio cotidiano de ser entregue ao exercício de sua arte ao mesmo tempo em que se vê dividida entre ser mãe, dona de casa e ter que administrar os fracassos nas recusas de publicação que recebia.

Para Vanessa, a montagem não se pretende linear, mas, fragmentada, com lógica própria. “A linguagem cênica contemporânea articula-se com literatura poética da vida e obra de Sylvia Plath para a construção de um trabalho provocador e intimista”, conta ela. Já Elisa explica que o espetáculo busca questionar, por meio do material criado, o próprio papel da artista feminina atualmente.

Sylvia Plath nos surge, de certo modo, como uma fera na jaula. Uma jaula que é seu próprio compromisso familiar de um lado e de outro ,os compromissos que ela tem para com a literatura. É como se participássemos de um fluxo de consciência da personagem: não há narrativa propriamente dita, justamente porque as coisas vão acontecendo umas como desdobramento das outras, com as incessantes trocas de climas e de emoção por que passa a personagem.” escreveu o crítico Antônio Hohleldt do Jornal do Comércio durante temporada em Porto Alegre. 

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Pulso – a partir da vida e da obra de Sylvia Plath
Com Elisa Volpatto
Teatro Cemitério de Automóveis (Rua Frei Caneca, 384 – Consolação, São Paulo)
Duração 50 minutos
04 a 25/08
Sexta – 21h
$30
Classificação 14 anos

 

 

MAIOR QUE O MUNDO

Ser enquadrado na forma perfeita ou aceitar seu corpo e sua alma? Este é o dilema de João, um jovem “acima do peso” que busca na cirurgia bariátrica uma solução e um caminho para ser aceito pela garota que ama e pelo mundo em que vive. Esse é o ponto de partida do monólogo “Maior que o mundo” que estreia dia 8 de julho, no Espaço Parlapatões, em curta temporada em São Paulo.

Com texto e atuação de Hernane Cardoso e direção de Augusto Madeira, a peça, ao fazer um mergulho bem humorado no universo particular de um jovem gordo, acaba tocando em questões universais, como a nossa capacidade de aceitação do que – ou quem – é diferente de nós. Fala do nosso olhar sobre aquilo que não compreendemos e da dificuldade – por vezes dissimulada – que enfrentamos ao lidar com as diferenças.

João é um jovem que chega a sua primeira consulta com um psicólogo para dar início ao tratamento preparatório para uma cirurgia bariátrica. No decorrer das consultas, ao contar suas experiências como obeso, faz sempre questão de afirmar que nunca se importou com o julgamento dos outros.

Ele fala dos seus amores, amizades e de como sua vida se desenrolou até o momento de decidir fazer a cirurgia. Mas, ao revisitar sua história, João se depara com mágoas antigas e profundas, e se questiona se teria realmente conseguido sair ileso de uma vida inteira sendo visto como um “ser errado”.

Em cena, Hernane Cardoso ocupa o palco se valendo de uma cadeira e alguns elementos de cena que serão retirados de um baú à frente do palco. Muito da ambientação das cenas e lugares onde se passa a ação será visualizada através da mímica e da movimentação do ator, que ora interpreta os personagens, ora conta a história diretamente para o público.

Para o autor e ator da peça, o tema é relevante e necessário. Em tempos de redes sociais e culto a pessoas supostamente perfeitas e donas de vidas felizes e realizadas, o combate à crescente obesidade em todo o mundo foi adquirindo contornos cada vez mais ditadores e menos humanizados. Num mundo hoje desenhado para os corpos magros, os gordos e obesos estão à margem, segregados e até mesmo assediados moralmente. Surge a “Gordofobia”. – Hernane Cardoso.

 

Maior que o mundo
Com Hernane Cardoso
Espaço Parlapatões (Praça Franklin Roosevelt, 158 – Consolação, São Paulo)
Duração 60 minutos
08/07 até 05/08
Sábado – 23h59
$40