LUA DE SANGUE

Escola de Atores Wolf Maya apresenta espetáculo Lua de Sangue, concebido por sua Turma M6A, inspirado em obras de Frederico Garcia Lorca. Com direção de Kleber Montanheiro, as apresentações acontecem nos dias 9 e 10 de março (sábado e domingo) e entre os dias 14 e 17 de março (quinta a domigo), no Teatro Nair Bello.

A montagem é um estudo que celebra o universo de García Lorca (1898-1936). O grupo de formandos coloca em cena um diálogo cruzado que se estabelece entre três importantes obras do poeta e dramaturgo espanhol: Bodas de SangueYerma e A Casa de Bernarda Alba. Segundo o diretor, a peça traz as relações existentes nos três textos. A história se passa em uma aldeia onde circulam personagens de Bodas de Sangue que se relacionam com outros de Yerma e A Casa de Bernarda Alba.

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Lua de Sangue

Com André Albuquerque, Andressa Miranda, Bruno Peres, Carolinne Assis, Carol Meyer, Giovanna Paola, Giovanni Pilan, Larissa Antonello, Layla Faraj, Liz Olivier, Lucas Amorim, Luiza Loup, Luiza Martucci, Marcela Fernandes, Marcela Furlan, Natália Melli, Rafael Licks, Rayssa Emy, Thaisa Carvalho e Thiago Lima

Teatro Nair Bello – Shopping Frei Caneca (R. Frei Caneca, 569 – Consolação, São Paulo)

Duração 80 minutos

09 e 10/03

Sábado – 21h, Domingo – 19h

14 a 17/03

Quinta, Sexta e Sábado – 21h, Domingo – 19h

$15

Classificação 12 anos

A GREVE DO SEXO

Escola de Atores Wolf Maya apresenta espetáculo concebido por sua Turma M6B, A Greve do Sexo, obra de Aristófanes com direção de Hugo Coelho. As apresentações acontecem no período de 22 a 31 de março (de sexta a domingos), no Teatro Nair Bello.

No enredo, exausta das consequências da guerra, Lisístrata, uma ateniense, resolve convocar as mulheres gregas para convencê-las a fazer uma greve de sexo até que seus maridos resolvam assinar um tratado de paz. A montagem um estudo sobre o texto, também conhecido como Lisístrata, do dramaturgo grego (que viveu entre 447 e 385 a.C.). “Nossa montagem faz uma leitura contemporânea, procurando manter viva a essência provocadora e debochada da obra original“, comenta o diretor Hugo Coelho.

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A Greve do Sexo

Com Alexandre Ammano, Amanda Forte, Carolla de Rossi, Christiane Ohnmacht, Dayse Santos, Gabriella Oliveira, Giulia Lucci, Guilherme Hillwegg, Igor Berigo, Isabella Delalamo, Jarla Zimmer, Juliana Oliveira, Marcelo Ullmann, Monique Perdomo, Rafael Alvim, Rebeca Oliveira, Renata Aguirre, Rony Frauches, Vitor Nonno, Yasmine Salomão

Teatro Nair Bello – Shopping Frei Caneca (R. Frei Caneca, 569 – Consolação, São Paulo)

Duração 80 minutos

22 a 31/03

Sexta e Sábado – 21h, Domingo – 19h

$15

Classificação 12 anos

ERA UMA VEZ NO OESTE

O minifestival “Era uma Vez no Oeste”, acontece desde 2017 e já reuniu mais de 30 artistas independentes do folk nacional. No dia 09 de março, às 20h, no palco do ‘teatro-balcão’ – Piccolo Teatro acontece a edição especial ‘mulheres no folk’.

Para a edição, sétima do festival, o idealizador do festival, Douglas Mam, convidou a curadora e assessora Nany Gottardi para montar a programação do evento. Os co-curadores optaram por reservara data apenas para artistas mulheres.

O Era Uma Vez no Oeste já contou com a apresentação de diversas mulheres da nova cena folk, como Nô Stopa, Bruna Ryan, Elisa Moreira – da Antiprisma – e Natalia Lobado – da Versos Polaris -, entre outras. Quando convidei a Nany para assumir a co-curadoria desta edição, ela propôs que somente artistas mulheres subissem ao palco. Achei que faria muito sentido …” , comenta Douglas.

Acho importante a questão da representatividade. Em outro festival, que acontecerá este ano no interior do estado e ajudei a idealizar, chamei a atenção para a questão da presença das mulheres, criamos um prêmio para esse público e inserimos mulheres na programação e nas atividades formativas. É um movimento crescente e necessário, vejo festivais e redes que destacam a participação e protagonismo da mulher na música. Nesta edição do Era Uma Vez no Oeste, até o próprio curador, que sempre toca, abriu mão de sua participação. Foi para os bastidores, deixando o palco para as mulheres convidadas. Se a ideia era chamar a atenção para as mulheres do folk esse seria o caminho mais lógico e natural. Estou muito entusiasmada”.Complementa Nany

Piccolo Teatro

Desde sua 6ª edição, o minifestival acontece no Piccolo Teatro, ‘teatro-balcão’ localizado na Rua Avanhandava e idealizado pelo empresário Walter Mancinni. O público tem acesso gratuito e poderá assistir ao show, ao ar livre, da calçada da consagrada rua do centro da cidade.

★ Flávia Felício

Com mais de 150 mil execuções em seu trabalho autoral nas plataformas digitais (mais de 100 mil somente no hit “Mesa Pra Dois”, com Caio Razec), a cantora e compositora paulista Flávia Felício vem conquistando um espaço cada vez maior na cena da música independente brasileira, unindo o Folk, Rock e Pop em suas canções marcadas por uma essência enérgica e vibrante.
Ouça: https://goo.gl/tDUxss

★ Lívia Mendes

Unindo a delicadeza de sua voz e a doçura de suas letras, a cantora e compositora paraense Lívia Mendes combina folk e pop em sua sonoridade. Com um EP disponível em streaming, Lívia agora se prepara para o lançamento de seu primeiro álbum, apresentando um show intimista e romântico, onde prega o amor e a liberdade.

Ouça: https://goo.gl/NbkVCV

★ Magê

Atriz que tem a versatilidade de estar no palco, na tv, no cinema e agora assume mais uma faceta ao se lançar como cantora e compositora com a música “Força de Maria”. O trabalho de Magê na música se destaca pela intersecção de linguagens audiovisuais e performáticas com a musicalidade das palavras.

Ouça: https://goo.gl/J3LtwV

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Era uma vez no Oeste: Edição Mulheres no Folk

Com Flávia Felício, Lívia Mendes e Magê

Piccolo Teatro (Rua Avanhadava, 40 – Consolação, São Paulo)

Duração 75 minutos

09/03

Sábado – 20h

Grátis

Classificação Livre

NA CAMA COM MOLIÈRE

Com trajetória consolidada no teatro, no cinema e na televisão, o ator Henrique Taubaté Lisboa comemora seus 50 anos de carreira no novo espetáculo da COMMUNE, a comédia “Na Cama Com Molière”, dirigida pelo encenador inglês John Mowat.  Estão previstas 30 apresentações, que acontecem no Teatro COMMUNE, entre 9 de fevereiro e 21 de abril, às sextas e aos sábados, às 21h, e aos domingos, às 20h. Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada).

O texto é uma adaptação de “O Doente Imaginário”, a última peça escrita por Molière (1622-1673) e que marcou a derradeira vez que ele subiu aos palcos. O dramaturgo francês sofria de uma tuberculose em estágio avançado e morreu algumas horas depois de concluir a quarta apresentação da montagem original.

Publicada em 1673, a obra narra as peripécias de Aragão, um velho hipocondríaco que é incentivado por seu médico a testar novos tratamentos e remédios para todas as suas doenças imaginárias. Além disso, a segunda esposa de Aragão é a interesseira Beline e ele sonha casar sua filha Angélica com o filho de um amigo médico – só para ter um doutor na família.

A encenação, que acontece toda em cima de uma cama em um hospital, cria uma reflexão sobre o medo iminente da morte, a solidão do mundo contemporâneo e outros temas comuns à obra do autor, como a cobiça, o egoísmo, a charlatanice e a arrogância.  Trata-se de uma sátira bem atual sobre a poderosa indústria da medicina.

O diretor John Mowat desenvolve um teatro que comunica ideias levando em conta o aspecto visual da cena, sem deixar de criar um diálogo efetivo entre o lado cênico, o texto e as sonoridades das produções. Em suas montagens, nenhum elemento se sobrepõem ao outro. “Eu me interesso muito pelo equilíbrio entre o físico e o visual no teatro. A Commedia Dell ’Arte é algo que está sempre presente nas minhas montagens”, diz o diretor.

A maneira como o John conduz as improvisações do teatro físico é interessante. E, para mim, do alto dos meus 73 anos, tenho que prestar muita atenção para ir juntando tudo no cérebro, para filtrar e ver como conduzo, como resolvo. Trabalhar com o John é aquilo que eu digo: o ator tem sempre as suas surpresas. Seja de onde vier a opinião, o diretor ou o espectador, o ator está sempre aprendendo”, conta Taubaté.

Para dar vida à história, o elenco escolhido foi Henrique Taubaté Lisboa, Wilma de Souza, Augusto Marin, Fabricio Garelli, Dulcinéia Dibo e Paulo Dantas. “Nós trabalhamos juntos jogando e brincando até formarmos a peça a partir destas improvisações. Não tem truques ou segredos, é apenas uma questão de bagunçar tudo”, afirma Mowat.

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Na Cama com Molière

Com Henrique Taubaté Lisboa, Wilma de Souza, Augusto Marin, Fabricio Garelli, Dulcinéia Dibo e Paulo Dantas

Teatro Commune (Rua da Consolação, 1218 – Consolação, São Paulo)

Duração 80 minutos

09/02 até 21/04

Sexta e Sábado – 21h, Domingo – 20h

$30

Classificação 12 anos

TRILOGIA DA CIA DO RUÍDO

Uma assassina em potencial, uma noite de Natal em família e uma série de abusos sequenciais: esses são os enredos da trilogia da Cia. Do Ruído, com dramaturgia de Carol Rainatto. Em “Oito Balas”, Marion e Jean se encontram em situações limite e discutem seus atos perante a visão de uma sociedade hipócrita. Já em “Meia noite, feliz Natal” a família Assumpção chega ao estopim das brigas e protocolos familiares nesta noite tão celebrada. E por fim, “Cerbera” reúne personagens que estão em conflito direto com suas verdadeiras essências.

A trilogia e temáticas foram desenvolvidas a partir de preceitos, conceitos, doenças, questões sexuais, obscuridade e profundidade. O labirinto de composições e este ser humano que o habita. O impulso da ação imediata. Oito Balas, Meia noite feliz Natal e Cerbera carregam consigo uma classe média sem coragem de assumir suas perversões, que são usualmente escondidas em seus discursos libertários. A hipocrisia é uma constante na linha do raciocínio das personagens que se encontram em verdadeiras situações de desespero, cada qual em seu âmbito, campo e espaço de situação. Uma concepção crua e de matéria bruta, encontrada até mesmo na cenografia aderida por cada uma das peças, desde sua estética à composição.

Dores humanas são expostas e vividas de forma intensa em cada uma das trajetórias. A contradição, a dualidade, a invenção de si.  As dramaturgias levantam pontos cotidianos. A visão do público é colocada em direta intimidade com as tramas colocadas. Os jogos de organização e desorganização estética jogam diretamente com a contrariedade da realidade da mente de cada um dos personagens, que possuem uma desestruturada e desorganizada psique.

A ironia plantada e semeada dispõe um jogo que se ofusca entre o patético, a comicidade banal, os assuntos velados, os falsos segredos, a sedução e a poesia assustadora. A explicitação de uma sociedade contemporânea deformada, sempre no limite entre a loucura e a morte.

Sinopses

Meia Noite, Feliz Natal

É noite de natal, e a família Assumpção te convida a espiar pela fechadura. Os filhos de Dona Martha se reúnem pela primeira vez sem sua presença e não imaginam que esta noite pode ser o estopim para a família. Em momentos em que a celebração e a nostalgia se encontram, ou sai briga, ou sai festa… Ou saem os dois. Conflitos e revelações muito pessoais vêm à tona ao som dos brindes natalinos. Bem-vindos a MEIA NOITE, FELIZ NATAL.

Cerbera

Planta venenosa. Divulgada vulgarmente como: “a arma do crime perfeito”. Uma vez usada para fins obscuros, pode inclusive matar por intoxicação sem deixar quaisquer vestígios. Em Cerbera, o público é convidado a observar mais claramente questões das quais, muitos de nós, infelizmente ainda não querem ver, ouvir, ou participar. Relações que ainda desafiam nossa compreensão como seres vivos entrelaçam todos esses personagens.

Oito Balas

Um bar decadente. Este é o cenário do encontro de dois seres enigmáticos prontos a explodirem segredos em um jogo psicológico que vai te provar que a mente humana é um grande poço sem fundo. Marion e Jean permitem que os espectadores tirem suas próprias conclusões e julguem a suas histórias. Assassinato, traições e mentiras estão prontos a emergir.

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Meia Noite Feliz Natal
Com Beto Schultz, Carol Rossi, Ynara Marson, Rodrigo Castro, Victória Blat, Eliot Tosta, Frederico Vasques e Mariana Spinola
SP Escola de Teatro (Praça Franklin Roosevelt, 210 – Consolação, São Paulo)
Duração 75 min
19, 20, 21 e 22/10
Sexta, Sábado e Segunda – 21h, Domingo – 19h
$40
Classificação 14 anos
 
 
Cerbera
Com Beto Schultz, Carol Rainatto, Carol Rossi, Ynara Marson e Rodrigo Castro
SP Escola de Teatro (Praça Franklin Roosevelt, 210 – Consolação, São Paulo)
Duração 80 min
26, 27, 28 e 29/10
Sexta, Sábado e Segunda – 21h, Domingo – 19h
$40
Classificação 16 anos
 
 
Oito Balas
Com Carol Rainatto e Mateus Monteiro
SP Escola de Teatro (Praça Franklin Roosevelt, 210 – Consolação, São Paulo)
Duração 50 min
01, 02, 03 e 04/11
Quinta, Sexta e Sábado – 21h, Domingo – 19h
$40
Classificação 14 anos

POR TRÁS DAS MÁSCARAS

Os mais de vinte anos de carreira do brasiliense Saulo Vasconcelos, ator, cantor e dublador que ficou especialmente conhecido por seus muitos trabalhos no teatro musical brasileiro, ganharão uma adaptação literária. Lançada pela Chiado Books, chega às livrarias a partir de 16 de outubro a biografia intituladaPor Trás das Máscaras” – uma alusão à dedicada vida de artista, construída com muitas camadas e histórias pelos palcos dentro e fora do país.

O protagonista de grandes superproduções como “Les Misérables”, “A Bela e a Fera”, “O Fantasma da Ópera”, “Aida”, “A Noviça Rebelde” e “Mamma Mia”, e que brilhou ainda em sucessos como “Cats”, “Priscilla, Rainha do Deserto”, “A Madrinha Embriagada”, “O Homem de La Mancha” e “Forever Young”, tem sua história partindo de 1997, quando após uma viagem à Londres, onde assistiu a sete musicais em quatro dias, se viu transformado pela arte da qual nem sonhava viver. Disposto a batalhar por um gênero que ainda se instalaria no Brasil, participou de musicais amadores em sua cidade e iniciou os estudos de canto com o Maestro Marconi Araújo, seu grande professor, e com o ator Sandro Christopher – que sempre o estimulou a seguir em frente -, adentrando assim ao promissor universo dos musicais.

Tendo sua grande estreia em solo internacional, Saulo estrelou a montagem mexicana de “O Fantasma da Ópera” em 1999, no papel título, e só dois anos depois passou a conquistar os principais protagonistas de seu país, tendo como o maior desafio aprender a emendar tantos espetáculos sem perder o frescor e a intensidade de dar vida a figuras icônicas, conhecidas do cinema ou da literatura. “Lembrar que fui o Fantasma, a Fera, Inspetor Javert, Capitão Von Trapp, que estive no elenco de Cats, me dá um arrepio no coração, uma onda de amor e gratidão sincera pelo que a vida me deu. Todos foram de extrema importância para o meu crescimento pessoal e artístico”, avalia.

Contando com o apoio da esposa, dos amigos mais próximos e da família, Saulo decidiu eternizar sua trajetória após reunir as principais memórias em um dossiê de quase 300 páginas, que até então serviria para tirar o visto canadense. Com mais de 40 anos revisitados, tamanha dedicação acabou originando a ideia da biografia, que, com uma estrutura dividida em oito capítulos, parte da infância e relata suas relações familiares, a descoberta da arte, as formações, a mudança de Brasília para São Paulo, experiências no exterior, as dificuldades da carreira, os grandes papéis, a vida de pai e marido, chegando até uma reflexão atual, de como vê e sente seu amor pelos palcos. Grandes nomes dos teatro musical brasileiro também ganham espaço entre um capítulo e outro, entre eles a Stage Manager Leslie Pierce, e os atores Sara Sarres, Marcos Tumura, Kiara Sasso e Cleto Baccic.

Cada personagem representa uma máscara. Me coloco na pele de outra pessoa, outra personalidade. Por isso é “Por Trás das Máscaras” no plural e não no singular. Foram muitas alegrias e aventuras. Teatros, colegas, cenários grandiosos, cenários simples, camarins, públicos. E há também a máscara que diferencia a personagem do homem, ou até mesmo a máscara que coloco quando me posiciono como figura pública. É uma grande metáfora”, explica sobre a escolha do título do livro, que nasce após uma campanha virtual.

Desenvolvido a partir de um financiamento coletivo, Saulo teve o valor necessário atingido – e ultrapassado – antes mesmo do término do prazo, tamanha aceitação e valorização das pessoas o encorajou a seguir em frente com este e tantos outros projetos, e para celebrar, o artista, junto a editora Chiado, realiza o lançamento oficial do livro no dia 16 de outubro, na Livraria Cultura, em São Paulo, onde aproveita o momento para realizar ainda um pocket show, cantando alguns dos grandes momentos descritos nas mais de 150 páginas.

O livro tem a pretensão de ser leve, divertido, talvez emocionante e, quem sabe, inspirar alguém de alguma maneira, pois entendo que no ramo artístico o talento é apenas um dos N fatores necessários para a prosperidade e sucesso. E acho que estive no lugar certo, na hora certa, na época certa, quando, em 1999, estava em São Paulo. Entendo ainda mais que, a melhor coisa que o artista, o verdadeiro artista, pode fazer, é seguir firme e positivo no seu propósito de servir a arte, com alegria no coração”, finaliza.

Para garantir o seu exemplar na pré-venda, acesse:

Livraria Cultura

Livraria Martins Fontes

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Por Trás das Máscaras

Autor: Saulo Vasconcelos

Editora: Chiado Books

Edição: 1ª

Ano: 2018

Valor: R$39,00

Idioma: Português

Categoria: Biografia

Especificações: Brochura

Páginas: 168

ISBN: 978-989-52-3894-1

Peso: 0,2kg

Dimensões: 14x22cm

Papel: Pólen – 80g

Impressão: Chiado Print

Pocket Show e Lançamento do Livro “Por Trás das Máscaras”

Livraria Cultura – Conjunto Nacional (Av. Paulista, 2073 – Consolação – São Paulo)

16/10

Terça – a partir das 19h

*Pocket Show 19h às 19h45 – gratuito aberto ao público.

**Autógrafos 20h às 22h – serão distribuídas na loja 120 senhas (uma por pessoa) à partir das 9h do dia 16.

E COM UM BEIJO… EU MORRO

Um jogo cênico para celebrar a morte com a própria morte, ágil, divertido que buscasse no pós-dramático a referência estética e nos textos de Shakespeare a principal referência dramatúrgica. Foram estas as bases de criação do coletivo Bobik & Sofotchka, formado na Alemanha por Márcia Nemer, para compor ‘E, com um beijo…Eu morro’, que está em cartaz, de 21/09 a 22/10, sextas, sábados e segundas, às 21h e domingos, às 19h, na SP Escola de Teatro, sede Roosevelt.

A peça traz ao palco as mortes escritas por Shakespeare em um jogo cênico composto de uma sucessão de vidas interrompidas, totalmente descontextualizadas. Os personagens das 68 mortes escolhidas para entrar em cena (e que foram escritas para acontecer no palco) vão sendo revelados por seus nomes, e pelas palavras finais de cada um deles (como a célebre despedida de Romeu, que dá nome à peça).

Partimos da ideia de provocar e intrigar o espectador, fazendo nascer nele o desejo de conhecer mais da obra de um dos maiores artistas que a humanidade já produziu’, complementa.

‘E, com um beijo…Eu morro’ começou a ser desenhada na ocasião das comemorações dos 400 anos de morte do dramaturgo William Shakespeare (Stratford-upon-Avon, 1564-1616). Os estudos realizados pelo grupo propiciaram um profundo mergulho na obra do bardo inglês que escreveu incessantemente mais de 100 cenas de morte em suas 38 peças. “O espírito do Soneto 71, que diz: “Não lamente por mim quando eu morrer” foi o que norteou a dramaturgia, diz Marcia Nemer, diretora da peça.

Na peça, o público vai saber de curiosidades como: das 118 mortes escritas por W. Shakespeare, 50 foram fora de cena e 68 no palco. Por faca ou espada, 51, 9 suicídios, sendo 3 por veneno e um por “cobra no peito”, 3 de envenenamento por engano, 1 por sufocamento, 3 em peças dentro de peças, 2 por velhice e 1 por doença.

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E, com um beijo…Eu morro

Com Alexcia Custódio, Daíse Neves, Samira Lochter

SP Escola de Teatro – sede Roosevelt (Praça Franklin Roosevelt, 210, Consolação – São Paulo)

Duração 40 minutos

21/09 até 22/10

Sexta, Sábado e Segunda – 21h, Domingo – 19h

$20 (somente em dinheiro)

Classificação Livre