TULIPA RUIZ LANÇA ÁLBUM “TU” NO THEATRO NET RIO (Rio de Janeiro)

Em formato intimista, cantora e compositora paulista reúne canções inéditas e releituras de seu repertório e conta com produção do irmão e parceiro Gustavo Ruiz e de Stéphane San Juan; Gravado em Nova York, TU tem lançamento 100% em formato digital pela ONErpm e aposta em mercado internacional. Tulipa Ruiz sobe ao palco do Theatro Net Rio no próximo dia 21 de novembro, às 21h.

por Tulipa Ruiz

TU, com letra maiúscula. Em capslock para acentuar a grafia da palavra e assim mergulhar em seu significado. TU sou eu e é você. TU é a gente. Tu também é dois. Two. Eu e Gustavo, meu irmão e parceiro musical. Tu é para. É oferenda. A ideia do disco nasceu a partir de uma gira que fizemos voz e violão, formato que eu gosto de chamar de “nude”, porque é como se as músicas estivessem peladas. Tocar as músicas desse jeito nos aproximou da espinha dorsal de cada canção. E fiquei com vontade de gravá-las assim: um violão, uma voz e algumas poucas percussões.

Este é o conceito do disco. Sobretudo em um momento onde a tecnologia nos dispersa e a overdose de informação nos sobrecarrega, quis fazer um disco mais íntimo, mais próximo, mais cru. Em tempos de relações rasas, esse é um disco que me aproxima do ritual da fogueira. Do olho no olho. Dos meus amigos. Os antigos e os novos. Os da floresta e os da cidade. Tu sou eu, Gustavo e Stéphane San Juan. Gustavo no violão e na inventação das músicas junto comigo. Stephane nas percussões. Os dois na produção do disco. Scotty Hard foi o engenheiro de som.

A primeira intuição que tivemos para TU é que seria um disco de releituras, mas durante o processo músicas novas apareceram. Cinco novas e quatro releituras. Ao todo são nove e eu gostei desse número porque o 9 contém a experiência de todos os números anteriores. Tem a ver com o conceito do disco: incorporar em sua atmosfera e existência a experiência dos discos anteriores.

Das regravações, vieram a minha “Pedrinho” e “Desinibida”, parceria com o músico português Tomás Cunha Ferreira, da banda Os Quais. Elas entraram para o disco porque trazem personagens livres e gente livre merece destaque. São praticamente a mesma pessoa. “Algo Maior” (minha, do Gustavo e do meu pai Luiz Chagas) e “Dois Cafés” (minha e do Gustavo) foram relidas porque que precisavam ser ditas de novo. Foram tocadas poucas vezes nos shows com banda e verbalizá-las me fortalece.

Das novas, fiz “Pólen”. “Game” e “Tu” são parcerias com Gustavo. “Terrorista del Amor” é a minha segunda experiência em uma composição coletiva (a primeira foi em Víbora). É uma parceria com Ava Rocha, Paola Alfamor, Gustavo Ruiz e Saulo Duarte.  “Pedra”, que fecha o disco, é uma música feita pelo meu pai, Luiz Chagas, no ano em que nasci e que nunca tinha sido gravada. Tenho dois convidados muito especiais no disco. Mauro Refosco, em “Algo Maior” e Adan Jodorowsky em “Terrorista del Amor”.

Gravamos as músicas no estúdio do Scotty, no Brooklyn, em duas semanas. Incrível o jeito que ele capta e o som. O violão do Gustavo ficou especial. Impressionante a sintonia que se deu entre a gente e a contribuição de cada um. Gustavo na arregimentação de tudo e na percepção da minha musicalidade. Stepháne, com seu olhar estrangeiro de francês radicado no Rio e no Mali, levou nossas músicas para novos lugares e, além de um ar cosmopolita, trouxe ancestralidade para a nossa fogueira.

Este é o nosso primeiro projeto 100% digital. E escolhemos como parceiros a ONErpm, que nos acolheu de braços abertos no Brasil e em Nova York colocando toda sua estrutura à nossa disposição. As parcerias foram fundamentais para que TU se materializasse.

Esse disco também é resultado de nossas andanças. Nos dois últimos anos tocamos muito pela América Latina, sobretudo México, e TU também vem da vontade de dialogar mais com que está ao nosso redor e parece distante pela barreira da língua.

Esse disco me aproxima de todos os meus cordões umbilicais.

 

 

Tulipa Ruiz lança Álbum Tu
Com Tulipa Ruiz
Theatro Net Rio – Sala Tereza Rachel (Rua Siqueira Campos, 143 – Copacabana, Rio de Janeiro)
Duração 75 minutos
21/11
Terça – 21h
$80/$100
Classificação 12 anos

HAMLET OU MORTE

De uma maneira irreverente, o grupo Os Trágicos se apropria do universo shakesperiano utilizando-se de recursos da época, como homens fazendo todos os papéis (inclusive os femininos), um palco Elisabetano (representando, em menor escala, o The Globe Theatre – teatro onde Shakespeare apresentava as suas peças) e toda beleza e poesia dos seus textos.

Em maio de 2014 o jovem grupo carioca Os Trágicos, formado por atores que se encontraram na faculdade da CAL, reuniu-se para ensaiar um esquete inspirado no texto adaptado “Hamlet em 15 Minutos“, do notável autor inglês Tom Stoppard. O trabalho foi inscrito no 4º FESTU-Rio com o título de “Hamlet em 10 Minutos”, por conta do tempo máximo permitido para as apresentações do festival. A participação proporcionou aos integrantes quatro premiações (esquete, figurino, cenário e ator). O esquete condensava a tragédia shakespeariana transformando a saga do príncipe dinamarquês em uma peripécia cênica de apenas 10 minutos, em que as cenas chaves da peça e os ditos mais famosos eram apresentados de forma a imprimir à encenação um caráter de velocidade, esta protagonista do nosso jogo.

O espetáculo “Hamlet ou Morte” é um mergulho na obra shakespeariana com o intuito de desenvolver o trabalho criado para o FESTU. A adaptação dramatúrgica se debruçou sobre outras peças shakespearianas – Medida por medida, Conto de Inverno Noite de reis, Como Gostares, Os dois cavalheiros de Verona e As alegres mulheres de Windsor – aperfeiçoando a dramaturgia já existente no esquete e explorando o histrionismo e a linguagem corporal da comédia.

Desta forma, foi possível construir uma encenação apostando na comicidade do autor elisabetano sem abrir mão de sua natureza poética que estabelece uma ligação entre o privado e o público, o íntimo e o popular, o secreto e o aberto, o cotidiano e o mágico. Como diz o encenador Peter Brook, um texto de Shakespeare traz para a cena indivíduos (personagens) que oferecem suas verdades mais íntimas para indivíduos (público) que povoam a plateia, para que juntos possam compartilhar uma experiência coletiva.

 

 

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Hamlet ou Morte
Com Diogo Fujimura, Gabriel Canella, Mathias Wunder, Pedro Sarmento e Yuri Ribeiro
Theatro NET Rio – Sala Paulo Pontes – Shopping Cidade Copacabana (Rua Siqueira Campos, 143 – Sobreloja – Copacabana, Rio de Janeiro)
Duração 85 minutos
01 a 19/09
Sexta e Sábado – 19h, Domingo – 20h, Segunda – 16h e 19h, Terça – 11h e 14h
$40
Classificação 12 anos

ZECA PAGODINHO – UMA HISTÓRIA DE AMOR AO SAMBA

Gustavo Gasparani, diretor do musical “Zeca Pagodinho – Uma história de amor ao samba“, musical sobre a vida do compositor, encontrou o ator que viverá o homenageado.

Um ator não. Dois! E um deles, será o próprio diretor.

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Gustavo Gasparani e Peter Brandão

Peter Brandão e Gasparani interpretarão Jessé Gomes da Silva Filho (nome de  batismo do sambista) no musical que estreia neste próximo mês, em Copacabana.

Além de ver a trajetória profissional do compositor mais famoso de Xerém (distrito do Rio de Janeiro), o público também verá no palco Beth Carvalho, Arlindo Cruz, Dudu Nobre e Almir Guineto, entre outros sambistas conhecidos.

Agora é só aguardar e “deixa a vida me levar, vida leva eu…

 

Zeca Pagodinho – Uma história de amor ao samba
Com Gustavo Gasparani, Peter Brandão e grande elenco
Theatro Net Rio (Rua Siqueira Campos, 143 – Copacabana, Rio de Janeiro)
Duração 135 minutos
22/09 até 29/10
(ensaio aberto 21/09)
Quinta e Sexta – 21h, Sábado – 17h30 e 21h, Domingo – 20h
$50/$150

50 ANOS DE MPB – A ERA DOS FESTIVAIS

O show “50 anos de MPB – a Era dos Festivais” celebra o repertório que marcou a geração dos anos 1960, quando o país revelou talentos como Elis Regina, Chico Buarque, Milton Nascimento, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Edu Lobo e vários outros.

Com direção musical do compositor carioca Edu Krieger, a mostra leva ao palco Soraya Ravenle, a primeira-dama dos musicais brasileiros, revivendo o áureo nascimento da MPB, em músicas que mantêm sua força no imaginário brasileiro, e oferecem uma resposta de paz e diálogo aos tempos atuais.

O show, marcado para o dia 23 de novembro, às 21h, no Theatro Net Rio,  revelará a atualidade das canções nascidas há cinco décadas e a importância da preservação desse legado, que se tornou referência matriz para toda a produção da MPB desde então.

No roteiro, destacam-se sucessos como “Arrastão” (Edu Lobo e Vinícius de Moraes), “A banda” (Chico Buarque), “Disparada” (Geraldo Vandré e Theo de Barros), “Ponteio” (Edu Lobo e Capinam), “Alegria, alegria” (Caetano Veloso), “Pra não dizer que não falei de flores” (Geraldo Vandré) e “Fio maravilha” (Jorge Ben Jor), entre vários outros. A pesquisa de repertório levou em conta os principais festivais de música realizados nos anos 1960, exibidos pelas TVs Excelsior, Record, Rio e Globo. Destaque para o Festival da Música Popular Brasileira e Festival Internacional da Canção.

Os arranjos são assinados por Marcelo Caldi, um dos mais reconhecidos da nova geração brasileira. Soraya Ravenle, por sua vez, se vale não somente do talento vocal, mas também da maestria cênica para “passear” pelas intérpretes da MPB dos anos 1960, como Elis Regina, Gal Costa e Maria Alcina.

O show “50 anos de MPB – a Era dos Festivais” revela como as letras e melodias desse repertório calam fundo na alma das pessoas, pois são constituintes de nossa identidade cultural. Ao provocar emoção, também evocam diálogo – um diálogo de gerações, pois os artistas presentes no palco são filhos diretos da geração dos anos 1960.

Apesar da diversidade temática das canções, é possível notar um traço comum entre os versos, os quais alude a uma espécie de devir-Brasil, um sentimento tácito de otimismo e luta por um país e uma sociedade mais democrática e igualitária. Em seu nascedouro, a MPB embalou um sonho modernista, de unir o Brasil através de sua cultura, num franco diálogo antropofágico. O caráter político, de protesto e conscientização, também é marca do cancioneiro. Destaca-se ainda a excelência musical dos artistas do espetáculo e o envolvimento afetivo com o universo temático, além das intervenções teatrais, buscando aproximar os vários campos da arte.

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50 anos de MPB – a era dos festivais
Com Soraya Ravenle
Theatro Net Rio – Sala Tereza Rachel (Rua Siqueira Campos, 143 – Copacabana, Rio de Janeiro).
Duração 60 minutos
23/11
Quarta – 21h
$40/$100
Classificação: 12 anos.

60! DÉCADA DE ARROMBA – DOC. MUSICAL (RIO DE JANEIRO)

Representante maior da Jovem Guarda, um dos principais movimentos musicais da década de 1960, a cantora Wanderléa é a “cereja do bolo” do documentário musical “60! Década de Arromba”, dirigido por Frederico Reder, com roteiro e pesquisa de Marcos Nauer e que chega aos palcos no próximo dia 1º de dezembro. A cantora participa pela primeira vez de um musical, interpretando ela mesma. O espetáculo utiliza ferramentas de documentário (fotos, vídeos e depoimentos reais), somadas a cenas, textos e canções apresentadas ao vivo por 24 atores/cantores /bailarinos para contar a história da década de 1960.

60 foi uma década muito importante em vários aspectos: nas artes, no esporte, nos movimentos sociais e políticos e no avanço tecnológico. Descobri durante o processo da peça que estávamos fazendo um documentário musical, em que cantamos toda a história sem utilizar nenhum personagem real. A única personagem que trazemos para a cena é a Wanderléa, interpretando ela mesma. Um luxo”, conta o diretor Frederico Reder.

O momento era de grande agitação política, jovens reivindicavam seus direitos pregando a bandeira o amor. Wanderléa embalava os sonhos de milhões de brasileiros com os versos bem apropriados para a época na música “É o Tempo do Amor”.

Fruto de uma extensa pesquisa feita por Frederico Reder e Marcos Nauer, “60! Década de Arromba – Doc. Musical” fica em cartaz quinta e sexta às 21h, sábado às 18h30 e 21h30 e domingo às 20h, até o dia 18 de dezembro, no Theatro Net Rio.

O espetáculo inicia com um prólogo em 1922 contando a chegada do Rádio no Brasil, para em seguida mostrar o início da Televisão e aí sim, sua popularização na década de 1960.  A partir daí a peça narra os principais acontecimentos, apresentando mais de cem canções dos mais diversos gêneros. De Roberto e Erasmo, passando por Dalva de Oliveira, Cauby Peixoto, Elvis Presley, Beatles, Tony e Celly Campello, Bibi Ferreira, Edith Piaf, Tom e Vinicius, Milton Nascimento, Gil e Caetano, Maysa, Geraldo Vandré e tantos outros nomes importantes na música.

Se hoje em dia a discussão em torno do empoderamento feminino está em alta, já em 1960 mulheres marcaram época com frases que deram o que falar. “Ninguém nasce mulher, torna-se mulher” afirmava a escritora francesa Simone de Beauvoir. Marilyn Monroe fazia sucesso e bradava “mulheres comportadas raramente fazem história”.  Aqui no Brasil, mulheres como Leila Diniz também não ficavam atrás com atitudes e frases que marcaram história, como: “Na minha cama deita quem eu quiser”.

Ícone pop da década de 1960, Wanderléa sempre foi considerada um símbolo de vanguarda. Primeira mulher a posar nua grávida para uma foto e pioneira no uso das minissaias e do silicone, contribuiu para os direitos e a liberdade das mulheres de sua geração.

Fiquei muito emocionada em receber esta homenagem justamente quando a Jovem Guarda completa 50 anos. Ainda mais estreando neste palco, onde fiz shows memoráveis como ‘Maravilha’ e ‘Feito Gente’. Nunca havia imaginado integrar um grande musical”, diz Wanderléa.

Produzido pela Brain+ em parceria com a Reder Entretenimento e a Estamos Aqui, “60! Década de Arromba” é uma superprodução com 20 cenários, 10 toneladas de material cênico e mais de 300 figurinos, e além dos 24 atores,conta também com uma orquestra de 10 músicos.

Escrever um doc. Musical foi começar do zero. Definimos que não seria biográfico e não seria ficcional, sem dramaturgia clássica. Tudo que está em cena se originou do documental, do fato, da história real. Não há personagens definidos, o elenco em cena são todas as pessoas que viveram aquela época. As músicas cantadas na cronologia em que foram lançadas e fizeram sucesso. O espectador acompanha a narrativa do espetáculo ano a ano, relembra sua história e descobre novos acontecimentos”, conta o autor Marcos Nauer.

Um espetáculo construído a partir de canções conhecidas de todo o público, feito para toda a família, que mistura humor, números de circo, ilusionismo e cheio de emoção. Uma história cantada com fatos e músicas memoráveis. No repertório não faltam sucessos como Banho de Lua, Biquíni de Bolinha Amarelinha, Beijinho Doce, Lata D’água, Travessia, Pra Não Dizer Que Não Falei Das Flores, Era um Garoto que como eu Amava os Beatles e os Rollings Stones, Ponteio, Nós Somos Jovens, Filme Triste, Prova de Fogo, Pare o Casamento, Calhambeque, e outras internacionais como Blue Moon, La Bamba, Non Je Ne Regrette Rien, Yellow Submarine,  I say a litlle prayer for you, entre tantos outros. Uma verdadeira viagem no tempo!

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60! Década de Arromba – Doc. Musical
Com Wanderléa, Amanda Döring, Analu Pimenta, André Sigom, Bel Lima, Cássia Raquel, Deborah Marins, Erika Affonso, Fabiana Tolentino, Giu Mallen, Jadde Flores, Jullie, Leandro Massaferri, Leo Araujo, Marcelo Ferrari, Mateus Ribeiro, Pedro Arrais, Rachel Cristina, Raphael Rossato, Rodrigo Morura, Rodrigo Naice, Rodrigo Serphan, Rosana Chayin e Tauã Delmiro
Theatro NET Rio – Sala Tereza Rachel (Rua Siqueira Campos, 143 – Sobreloja – Copacabana, Rio de Janeiro)
01/12/16 até 25/03
Quinta e Sexta – 21h; Sábado – 17h30 e 21h30; Domingo – 18h
$50/$180
Classificação 12 anos
Roteiro e Pesquisa: Marcos Nauer
Direção: Frederico Reder
Direção Musical: Tony Lucchesi
Coreografia: Victor Maia
Figurino: Bruno Perlatto
Cenário: Natália Lana
Iluminação: Dani Sanchez
Diretora Assistente: Alessandra Brantes
Videografismo cenário: Thiago Stauffer
Designer de Som: Talita Kuroda
Direção de Produção: Juliana Reder e Frederico Reder
Produtores Associados: Tadeu Aguiar e Eduardo Bark
Produtor Executivo: Leandro Bispo
Produtor Assistente: Allan Fernando
Estagiária de Produção: Joelma di Paula
Diretor Executivo: Léo Delgado
Gerente de Marketing: Mauricio Tavares
Direção de Arte: Barbara Lana
Assistente de direção musical: Alexandre Queiroz
Figurinista Assistente: Teresa Abreu
Estagiária de Figurinista: Tayane Zille
Estagiária de Figurinista:Jemima Oliveira
Estagiária de Figurinista:Gabriela Silva Fernandes
Coreógrafa Assistente:Clara Costa
Dance Captain: Rodrigo Morura
Cenógrafa Assistente:Marieta Spada
Assistente de Cenografia: Guilherme Ribeiro
Camarins: Vivi Rocha
Assessoria de Imprensa: Minas de Idéias

4xBIBI (RIO DE JANEIRO)

Devido ao grande sucesso, Bibi Ferreira retorna ao palco do Theatro Net Rio para duas apresentações nos dias 8 e 9 de novembro, às 21h. O show 4XBIBI marca a comemoração dos seus 75 anos de carreira da artista e no repertório estão grandes sucessos de Amália Rodrigues, Carlos Gardel, Frank Sinatra e Edith Piaf.

Em fevereiro de 1941, o grande ator Procópio Ferreira apresentava ao público carioca sua filha, Bibi Ferreira, como uma das atrações do espetáculo “La Locandiera”, de Goldoni. O que ele não imaginava é que aquela jovem se tornaria a artista mais importante dos palcos brasileiros. Em fevereiro Bibi Ferreira deu início às comemorações dos 75 anos de carreira. No espetáculo “4XBIBI” a intérprete reúne as principais canções de seus últimos trabalhos que inclui Amália Rodrigues, Carlos Gardel, Frank Sinatra e Edith Piaf.

Entre uma canção e outra, Bibi revela histórias curiosas e inéditas sobre os bastidores dessas produções, matando a saudade do público e dela própria ao interpretar canções tão marcantes em sua carreira. Uma das histórias é sobre a maior fadista de todos os tempos, Amália Rodrigues, que declarou que se alguém fosse interpretar sua vida seria a artista brasileira. Amália assistiu Bibi cantando Piaf nada menos que 14 vezes em Lisboa.

O show 4XBIBI foi preparado especialmente para as comemorações do Jubileu de Diamante da intérprete, que teve início no Rio de Janeiro. Em seguida Bibi volta com a turnê pelo país e apresentações em Nova Iorque e Lisboa com o show “Bibi Canta Frank Sinatra”. Neste período haverá o lançamento de uma nova fotobiografia, além de uma caixa com seis CD’s e um novo portal na internet, onde será disponibilizado um extenso material sobre a vida e obra de Bibi Ferreira.

No show, Bibi se apresenta acompanhada por seis músicos e sob a regência do maestro Flávio Mendes, responsável também pelos arranjos e direção musical. A narração e a idealização do show ficam à cargo de Nilson Raman, que assina o roteiro ao lado de Flávio e Bibi.

 

 

 

4xBibi
Com Bibi Ferreira
Theatro Net Rio – Sala Tereza Rachel (Rua Siqueira Campos, 143 – Copacabana, Rio de Janeiro)
Duração 60 minutos
08 e 09/11
Terça e Quarta – 21h
$100/$200
Classificação 12 anos