A NOBRE ARTE DE BATER A PORTA

O CEFTEM (Centro de Estudos e Formação em Teatro Musical) traz aos palcos do Teatro Serrador, localizado no Centro do Rio de Janeiro, o espetáculo “A Nobre Arte de Bater a Porta”, um show teatralizado com músicas do teatro musical brasileiro, norte-americano e britânico, com temporada de 12 a 22 de dezembro.

Com direção de Reiner Tenente e direção musical de Marcelo Castro, o show é apresentado por atores de 11 a 30 anos e contou com a colaboração de todo o elenco, desde a criação artística até a produção.

Neste espetáculo, é premissa que todos os números tenham uma cena precedendo cada música, informando de onde o personagem vem ou para onde ele vai. Tais números musicais são ligados pela entrada ou saída dos atores por portas que compõem o cenário do show – explica Reiner.

Além do elenco fixo, o espetáculo terá participações especiais: Claudio Lins (dia 12), Gottsha (dia 14), Kacau Gomes (dia 18) e Izabella Bicalho (dia 19).

“A Nobre Arte de Bater a Porta” terá sessões de terça a sábado, às 19h30.

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A Nobre Arte de Bater a Porta

Com Ágatha Félix, Alex Junior, Beatriz Messias, Beatriz Vignoles, Bruna Giulia, Carol Enne, Carol Pita, Catarina Victorio, Daniel Rocha, Danniel Marinho, Felipe Manoulas, Isabel Miranda, Jessica Nogueira, João Pedro Chaseliov, Lara Magalhães, Laura Rabello, Luísa Valente, Malu Coimbra, Marcella Lyz, Paola Castro, Rebecca Solter, Rodrigo Melo, Sarah Plutarcho e Yasmin Lima. Participações especiais de Claudio Lins, Gottsha, Kacau Gomes e Izabella Bicalho

Teatro Municipal Serrador (R. Sen. Dantas, 13 – Centro, Rio de Janeiro)

Duração 120 minutos

12 a 22/12

Terça, Quarta, Quinta, Sexta e Sábado – 19h30

$40

Classificação Livre

PÉ DE PALHAÇO

Durante o mês de dezembro, o Sesc Belenzinho apresenta o infantil circense Pé de Palhaço com a Cia. Pelo Cano. A temporada tem sessões aos sábados e domingos, às 16h, até o dia 22/12. Já no dia 23/12, a apresentação ocorre às 12h. O espetáculo acontece na Área de Convivência da unidade, com entrada franca.

Pé de Palhaço reúne esquetes, números clássicos de circo, criações próprias e muita criatividade. Duas palhaças, Emily e Manela, contam histórias de princesas, organizam uma festa surpresa, adivinham o pensamento da plateia, se transformam em homensn, tentam aprender origami, brincam com água e sabão e, claro, limpam tudinho depois.

Toda essa aventura é narrada com o auxílio de papel, caneta e muita paspalhice. Com recursos despojados, as palhaças se divertem com as crianças numa grande brincadeira, bem próximas do universo infantil onde a magia se instaura nas coisas simples e as coisas mais cotidianas podem ser grandes descobertas.

Cia. Pelo Cano é formada por Paola Musatti e Vera Abbud, ambas trabalham com a linguagem do palhaço há mais de 20 anos. Começaram a praticar as disciplinas circenses e o teatro no início da década de 90. Profissionalmente, dividiram o palco nas apresentações da Cia. Cênica Nau de Ícaros, em 1992, dos Parlapatões, em 1996, são palhaças improvisadoras no Jogando no Quintal, desde 2002, e parceiras nos Doutores da Alegria, desde 1991.

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Pé de Palhaço

Com Paola Musatti e Vera Abbud

Sesc Belenzinho – Área de Convivência térreo (Rua Padre Adelino, 1000, Belenzinho – São Paulo)

Duração não informada

01 a 22/12

Sábado e Domingo – 16h (23/12 – Domingo – 12h)

Grátis

Classificação Livre

ERA UMA VEZ UM REI

No próximo domingo, dia 09 de dezembro, às 14h, o Grupo Pandora de Teatro abre as portas de sua sede – a Ocupação Artística Canhoba – para receber uma apresentação especial de “Era uma Vez um Rei”, espetáculo do grupo Pombas Urbanas, que teve à sua frente o saudoso Lino Rojas (1942-2005) e que ao longo de sua trajetória de quase 30 anos ministra cursos de teatro em diversas regiões da periferia de São Paulo, transferindo o conhecimento produzido em sua pesquisa para jovens e adolescentes destas regiões.

O público de Perus poderá conferir a história de um grupo de mendigos que se encontram e acabam por construir, a partir de sucatas, um espaço de convivência onde nasce a brincadeira onde cada um deles vira um rei, um presidente e até um ditador. O jogo humano e imaginativo torna-se intenso e esses mendigos saem da realidade em que vivem para representar as relações de poder da mesma sociedade que os marginaliza.

A apresentação de Era uma Vez um Rei faz parte da ação “Teatro na Canhoba” que compõe as ações do projeto “Reminiscências” do Grupo Pandora de Teatro contemplado pela 30ª edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a cidade de São Paulo.

A Ocupação Artística Canhoba é um espaço que atualmente é gerido pelo Grupo Pandora de Teatro. Foi construído em 2010 pela Prefeitura de São Paulo para abrigar um Ponto de Leitura da cidade, porém a obra foi paralisada e o espaço nunca chegou a cumprir função social. Abandonado e degradado, acabou virando ponto de encontro de usuários de drogas, trazendo medo e incômodo para a população local.

Em Fevereiro de 2016, com a colaboração dos moradores locais e com a ajuda de diversos coletivos, o Grupo Pandora realizou a revitalização do espaço e o transformou em um polo cultural que recebeu o nome de Ocupação Artística Canhoba – Cine Teatro Pandora.

A população do bairro, até então carente por opções de lazer e cultura na região, passou a ser frequentadora assídua do espaço e a usufruir de atividades como oficinas, debates, exibições de cinema e apresentações artísticas. Hoje, o espaço também é utilizado como sala de ensaio por diferentes coletivos.

Esse espaço vem da demanda de artistas locais e moradores que não aguentavam mais um espaço abandonado na frente de suas casas, sem cumprir nenhuma função social. É comum escutarmos dos moradores ‘Antes eu não passava nem na frente deste lugar, agora me sinto convidado a entrar e participar’”, conta Lucas Vitorino, do Grupo Pandora.

Desde a sua criação, o espaço estabeleceu uma grande conexão com o território que o cerca e com a população local, assim como o Grupo Pandora, formado predominantemente por moradores de Perus.

Em 2018 o Grupo Pandora de Teatro comemora 14 anos de um trabalho contínuo de pesquisa e criação teatral no bairro de Perus, fortalecendo parcerias com polos culturais, artistas da região e com a própria população.

Compõe seu repertório também o espetáculo “Relicário de Concreto” (2013) inspirado nas memórias dos trabalhadores da Fábrica de Cimento Portland Perus e na Greve dos Queixadas, que ocorreu na Fábrica e durou sete anos. Além de ter lançado um livro chamado “Efêmero Concreto – Trajetória do Grupo Pandora de Teatro” organizado por Thalita Duarte e Lucas Vitorino, que destaca as ações do grupo fomentando a cultura no bairro e atuando em prol da revitalização da Fábrica de Cimento Portland Perus. Recentemente o grupo estreou sua nova montagem chamada COMUM, que teve um enorme sucesso de público e de crítica. O espetáculo tem como eixo norteador o período ditatorial brasileiro e a descoberta da vala clandestina do Cemitério Dom Bosco em 1990, local que fica a cerca de 2 quilômetros da sede do grupo em Perus – a Ocupação Artística Canhoba. Uma vala comum com mais de mil ossadas, onde foram identificados desaparecidos políticos e cidadãos mortos pela violência da ditadura militar.

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Era Uma Vez Um Rei

Com Pombas Urbanas

Ocupação Artística Canhoba – Cine Teatro Pandora (Rua Canhoba, 299 – Praça Canhoba, próx. à caixa d’água em Perus, São Paulo)

Duração não informada

09/12

Domingo – 14h

Grátis

A FABULOSA CHARANGA DOS EXCÊNTRICOS

A Fabulosa Charanga dos Excêntricos se apresenta no Sesc Parque Dom Pedro II!

É uma banda composta por palhaços e palhaças excêntricos que são responsáveis pela trilha musical e sonoplastia desse grande espetáculo. Os cômicos da Charanga tocam trombone, trompete, saxofone, surdo, repiques e instrumentos inusitados. Além da performance do sensacional homem-banda.

O espetáculo exalta a beleza e a simplicidade do palhaço, que tocam os instrumentos e o coração do público por meio de reprises tradicionais e números que integram a música como elemento principal, criando uma performance repleta de risos, sonoridades e poesias.

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A Fabulosa Charanga dos Excêntricos

Com Palombar Circo Teatro

SESC Parque Dom Pedro II – Tenda Arquibancada (Praça São Vito, s/n – Brás, São Paulo)

Duração não informada

16/12

Domingo – 16h

Grátis

Classificação Livre

ELZA

A trajetória de Elza Soares é sinônimo de resistência e reinvenção. As múltiplas facetas apresentadas ao longo de sua majestosa carreira foram o ponto de partida para o musical “Elza”, que estreou em julho no Rio de Janeiro, passou por outras capitais e retorna ao Teatro Riachuelo após imenso sucesso popular e a aprovação irrestrita da homenageada.

De 7 a 23 de dezembro, Larissa Luz, convidada para a montagem, e outras seis atrizes selecionadas após uma bateria de testes (Janamô, Júlia Tizumba, Késia Estácio, Khrystal, Laís Lacorte e Verônica Bonfim) sobem ao palco para celebrar o trabalho, as indicações aos principais prêmios nacionais e os quatro troféus do Prêmio Reverência recém-conquistados (Melhor Espetáculo, Melhor Direção, Melhor Autor e Categoria Especial).

Em cena, as atrizes se dividem ao viver Elza Soares em suas mais diversas fases e interpretam outros personagens, como os familiares e amigos da cantora, além de personalidades marcantes, como Ary Barroso (1903-1964), apresentador do programa onde se apresentou pela primeira vez, e Garrincha (1933-1983), que protagonizou com ela um notório relacionamento.

Com texto inédito de Vinícius Calderoni e direção de Duda Maia, o espetáculo tem a direção musical de Pedro LuísLarissa Luz e Antônia Adnet. Além disso, o maestro Letieres Leite, da Orquestra Rumpilezz, foi o responsável pelos novos arranjos para clássicos do repertório da cantora, tais como LamaO Meu GuriA Carne e Se Acaso Você Chegasse. O projeto foi idealizado por Andrea Alves, da Sarau Agência, a partir de um convite da própria Elza e de seus produtores Juliano Almeida e Pedro Loureiro.

Ainda que muitos dos conhecidos episódios da vida da homenageada estejam no palco, a estrutura de Elza foge do formato convencional das biografias musicais. Se os personagens podem ser vividos por várias atrizes ao mesmo tempo, a estrutura do texto também não é necessariamente cronológica. Da mesma forma que músicas recentes (A Mulher do Fim do Mundo, a emblemática A Carne e Maria da Vila Matilde) se embaralham aos sucessos das mais de seis décadas de carreira da cantora, como Se Acaso Você ChegasseLamaMalandroLata D’Água e Cadeira Vazia.

Marcada por uma série de tragédias pessoais – a morte dos filhos e de Garrincha, a violência doméstica e a intolerância –, a jornada de Elza é contada com alegria.

A Elza me disse: ‘sou muito alegre, viva, debochada. Não vai me fazer um musical triste, tem que ter alegria’. Isso foi ótimo, achei importante fazer o espetáculo a partir deste encontro, pois assim me deu base para saber como Elza se via e como ela gostaria de ser retratada, conta Vinicius Calderoni, que leu e assistiu a infindáveis entrevistas que a cantora deu ao longo da vida e também pesquisou a obra de pensadoras negras, como Angela Davis e Conceição Evaristo, cujos fragmentos de textos aparecem na peça.

O espetáculo foi desenvolvido ao longo de um período em que Elza se encontra no auge de uma carreira marcada por reviravoltas e renascimentos. Ao lançar seus últimos dois discos, A Mulher do Fim do Mundo (2015) e Deus é Mulher (2018), a cantora não somente ampliou ainda mais seu repertório e sua base de fãs, como conquistou, mais uma vez, a crítica internacional, e se consolidou como uma das principais vozes da mulher negra brasileira.

Vinícius Calderoni, autor do texto, chama a atenção para a coletividade presente em todo o processo de criação da montagem. Após ter escrito as primeiras páginas, ele começou a frequentar os ensaios e estabeleceu um rico intercâmbio com Duda Maia e as sete atrizes. ‘Hoje poderia dizer que elas são coautoras e colaboradoras do texto. São sete atrizes negras e múltiplas, como a Elza é. Diante da responsabilidade enorme, eu estabeleci limites de fala para mim, por exemplo, em relação a alguns temas. Limitei a minha voz e disse que não escreveria nada, queria os relatos delas e as opiniões. Pedi a colaboração delas, das experiências vividas por uma mulher negra. Do mesmo jeito que a Duda propôs muitas coisas, as atrizes também tiveram este espaço’, conta o dramaturgo.

Tal processo colaborativo se estendeu para a música, com a participação ativa das atrizes e das musicistas nos ensaios com os diretores musicais, e o maestro Letieres Leite, que liderou algumas oficinas com o grupo no período dos ensaios. O processo gerou ainda duas canções inéditas que estão na peça: Ogum, de Pedro Luís, e Rap da Vila Vintém, de Larissa Luz. Se a escolha de Pedro Luís para a função foi referendada pela própria Elza – que gravou e escolheu um verso do compositor para nomear seu último disco –, Larissa Luz já estava envolvida com o projeto desde o seu embrião.

Elza

Com Janamô, Júlia Tizumba, Késia Estácio, Khrystal, Laís Lacôrte, Verônica Bonfim e a atriz convidada Larissa Luz.

Teatro Riachuelo Rio (Rua do Passeio, 38/40 – Centro, Rio de Janeiro)

Duração 120 minutos

07 a 23/12

Quinta – 19h, Sexta e Sábado – 20h, Domingo – 19h

$40/$150

Classificação 14 anos

TROPICALISTAS

Concluindo mais uma oficina teatral que reuniu atores, dançarinos e músicos, Ciro Barcelos, autor, diretor e coreógrafo leva ao palco da Funarte, o espetáculo: Tropicalistas.
O espetáculo conta a trajetória do movimento Tropicália, criado por vários artistas de renome, como, Torquato Neto, Hélio Oiticica, Caetano Veloso, Gilberto Gil, entre outros.
Visando a contação da trajetória do movimento em questão através da música, canto e dança, o espetáculo é conduzido por um roteiro das canções originais dos autores tropicalistas e texto autoral de Ciro Barcelos, interpretado por uma trupe de jovens atores que se unem em torno de um ideal, reviver o movimento cultural transgressor que tanto representou e representa nos dias de hoje para nossa cultura nacional.
O espetáculo é formado por 14 atores, com direção musical e execução ao vivo pela Banda Xabá, que compõe o elenco.
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Tropicalistas
Com Beatriz Freitas, Bruno Eustáquio, Carla Varjão, Diógenes Gonçalves, Eduardo Pascuti, Felipe Camelo, Gabriel Carvalho, José Esteves, Laiza Fernanda, Rafael Tesoto, Renata Toledo, Silvio Sanches, Tabata Campion, Vicente Henrique
Complexo Cultural Funarte SP (Alameda Nothmann, 1058 – Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 70 minutos
07 a 16/12
Sexta e Sábado – 20h30, Domingo – 19h30
$40
Classificação 16 anos

RODA VIVA

No ano em que completam seus 60 anos de existência, o Teatro Oficina comemora com a apresentação de um clássico da dramaturgia brasileira, “Roda Viva“, de Chico Buarque de Holanda.

Escrita no final de 1967, estreou no Rio de Janeiro no início de 1968, sob a direção de José Celso Martinez Corrêa, tendo no elenco Marieta Severo, Heleno PrestesAntônio Pedro, nos papéis principais na primeira temporada e foi um sucesso. A peça foi a primeira incursão de Chico Buarque na área da dramaturgia.

ensaio da peça “Roda Viva”, com o autor presente.

Durante a segunda temporada, com Marília PêraAndré Valli e Rodrigo Santiago substituindo o elenco original, a obra virou um símbolo da resistência contra a ditadura militar. Um grupo de cerca de vinte pessoas do Comando de Caça aos Comunistas (CCC), invadiu o Teatro Ruth Escobar, em São Paulo, espancou os artistas e depredou o cenário.

Após o revés na capital paulista, o espetáculo voltou a ser encenado, desta vez em Porto Alegre. No entanto, os atores da peça voltaram a ser vítimas da violência e intransigência do CCC e, após este segundo incidente, o Roda Viva deixou de ser encenada.

A dramaturgia fala sobre a ascensão e queda de Benedito Silva, cantor e compositor de sucesso inventado e fabricado pela mídia. A trama se desenvolve pelas intervenções do Anjo da Guarda e do Capeta, que fazem do tolo e ambicioso Benedito o cantor de grande sucesso popular Ben Silver. Mas sua genialidade fabricada é ininterruptamente monitorada e redirigida a cada vez que se pressentem baixos índices de popularidade.

Agora, o SESC Pompéia apresenta a nova montagem de “Roda Viva”, 50 anos após a sua estreia e com a autorização de Chico Buarque, entre os dias 06 a 09 de dezembro. Depois, a partir de 23 de dezembro até 10 de fevereiro, a peça será encenada no Teatro Oficina.

No vídeo abaixo, Chico fala sobre a peça e a repercussão causada.

Roda Viva

Com Camila Mota, Roderick Himeros, Joana Medeiros, Guilherme Calzavara, Marcelo Drummond, Sylvia Prado, Isabela Mariotto, Clarisse Johansson, Kael Studart, Nash Laila, Lucas Andrade, Tulio Starling, Tony Reis, Danielle Rosa, Fernanda Taddei, Carol Castanho, Cyro Morais, Kelly Campello,Cafira Zoé, Marcelo Dalourzi, Marcella Maia, Mayara Baptista, Nolram Rocha, Viviane Clara, Zé Ed

Duração não informada

Classificação não informada

Sesc Pompéia (R. Clélia, 93 – Água Branca, São Paulo)

06 a 09 de dezembro

Quinta, Sexta e Sábado – 20h, Domingo – 18h

$50 ($15 – credencial plena)

Teatro Oficina (Rua Jaceguai, 520 – Bixiga, São Paulo)

23, 25, 28, 29, 30, 31/12; 04/01 até 10/02/19

Sexta, Sábado – 20h, Domingo – 19h

$ (ainda não informado)