CARGAS D’ÁGUA – UM MUSICAL DE BOLSO

O musical conta uma história que começa bem no meio do Brasil, só que um pouquinho para cá: no sertão mineiro. Onde um menino perde a sua venerada mãe e acaba por esquecer o seu próprio nome, pois seu padrasto, agora o único membro da família, só o chama por “moleque”.
Mas tudo muda quando ele faz um amigo, nada comum, um peixe, e começa a ver toda a sua história com outros olhos. Agora ele tem uma missão: levar seu amigo para ver o mar. Uma missão que seria muito fácil se ele não tivesse inventado de contornar o país inteiro por dentro antes de sair no litoral.
Em sua jornada, o moleque acaba encontrando distintos personagens que o ajudam ou atrapalham, e de alguma forma, o obrigam a enfrentar os maiores medos dos homens. Entre os personagens estão Charles e Pepita, dois artistas peculiares que ajudam o moleque a dar sentido para sua jornada e consequentemente, para sua vida e também para a deles.
O musical que é curtinho, assim, de bolso mesmo, tem um elenco bem parecido, tendo no palco apenas três atores: Ana Paula Villar como Pepita, André Torquato como Moleque e Vitor Rocha como Charles, como swings do espetáculo estão Gustavo Mazzei e Victória Ariante.
O musical estreia no dia 29 de abril, no Espaço Cia da Revista, às 17h. Os ingressos custarão R$60,00 inteira e R$30,00 meia.
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Cargas d’Água – Um Musical de Bolso
Com Ana Paula Villar, André Torquato e Vitor Rocha
Espaço Cia da Revista (Alameda Nothmann, 1135 – Santa Cecilia, São Paulo)
Duração 90 minutos
29/04 até 27/05
Domingo – 15h
$60
Classificação Livre

RIBANCEIRA

RIBANCEIRA apresenta as lembranças do personagem Zé, sobrevivente de uma catástrofe na qual perdeu mulher e filhos, mas que tenta refazer a sua vida resgatando o antigo sonho de ser escritor. Zé é humano, tem preconceitos, comete erros e chega a ser cruel. Atribui a Deus as responsabilidades pelo que acontece aos seres humanos, se vê em uma situação da qual só sairá se tomar as rédeas da própria vida.

O texto fala sobre perdas e ganhos, dos valores e direitos pelos quais esquecemos de lutar. O Zé representa a vida dessa gente esquecida e que aos poucos foi perdendo a consciência do que é certo e errado, mas nem por isso para de sonhar e rir de suas próprias desgraças”, afirma o autor Aramyz. “Quando escrevi o texto ainda não tinha acontecido a tragédia de Mariana, mas acho que ela tem um diálogo direto com o texto”, completa.

A peça é inspirada na observação de uma realidade vivida por muitas famílias no Brasil e em diversos outros países. O Zé, personagem sem sobrenome, representa os diversos sobreviventes de catástrofes sejam as causadas por enchentes, pela falta de recursos financeiros, ou pela impotência de quem vive do lado reservado a uma parcela menos privilegiada da humanidade, demarcado pelo capital e pelo poder”, declara o ator Antonio Ginco.

A montagem tem como norteador o Teatro de Narração, além de Eugenio Barba, Piscator e Rudolf Laban, que embasaram o trabalho corporal e de interpretação. “A peça se realiza no plano da memória e no plano da realidade, e ainda que a realidade de Zé seja atemporal, ele nos fala do aqui e do agora. Alguns objetos cênicos criam imagens lúdicas que contrapõem o forte teor dramático”, afirma a diretora Maria Basilio. “Ainda que a interpretação seja feita por apenas um ator, o personagem dialoga com a plateia e com outros personagens que estão em sua memória e que, às vezes, ganham corpo e voz”, finaliza a diretora.

A peça tem iluminação de Décio Filho, cenografia e sonoplastia de Maria Basílio e Antonio Ginco, figurinos de Paulo de Moraes e adereços de Eduardo Mena. Além de projeções realizadas por Renato Grieco. O trabalho contou também com a colaboração dos pesquisadores Sol Verri e Diego Pereira.

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Ribanceira
Com Antonio Ginco
Espaço Cia da Revista (Alameda Nothmann, 1135 – Santa Cecília, São Paulo)
Duração 60 minutos
12/05 até 03/06
Sábado – 21h, Domingo – 20h
$50
Classificação 12 anos

EU AMO ROBÔ

Com texto e direção de João Hannuch, a terceira montagem da Benvinda Cia EU AMO ROBÔ, estreia dia 3 de março, sábado, às 21 horas, na Cia da Revista. O espetáculo, com 14 atores em cena, questiona os limites dos conceitos de loucura e amor.

Em EU AMO ROBÔ Zé (Daniel Paulo) foi internado em um hospital psiquiátrico pela sua própria família sem o seu consentimento. Agora, diferente de sua antiga e abastada realidade, ele se depara com medicamentos pesados, situações imorais e terapias ocupacionais. Dentre os mais diversos e peculiares pacientes, ele se encanta por Chii (interpretada pelas atrizes Ema Jovanovic e Isabela Tilli), que se autodenomina um robô. Seria esse contato, exatamente o que Zé precisava para garantir sua lucidez ou a sanidade de Zé significaria a condenação de Chii? Afinal, que preço se paga pela paz de espírito?

Para o autor e diretor João Hannuch, EU AMO ROBÔ aborda temas atuais como abuso e depressão. “A ideia é explorar o tema da loucura sobre vários aspectos, além de fazer uma metáfora do mundo atual com o hospital psiquiátrico onde se passa a encenação”, conta ele.

Universo HQ

Terceira montagem da Benvinda Cia, o espetáculo apresenta personagens escritos especialmente para os atores, com isso a direção deixou os mesmos mais livres e abertos para as construções dos personagens. “Esse foi o grande diferencial na direção em comparação a Limonada, nosso trabalho anterior. Também não tive medo de buscar referências em diretores que admiro, já que somos um grupo jovem e sempre com montagens originais”, revela o autor e diretor.

A encenação de EU AMO ROBÔ se inspira no universo das histórias em quadrinhos e dos animes, principalmente no desenho japonês Chobits, que tem uma personagem com o nome Chii. “Adoro esse desenho e resolvi prestar uma homenagem utilizando o mesmo nome para a personagem”, explica João.

A cenografia minimalista composta por 13 bancos brancos e um retângulo de led azul, assim como os figurinos com camisolas que lembram, pelo corte, um quimono, também trazem referências orientais. A ideia é recriar um ambiente antisséptico, que lembre um pouco um hospital, mas também que seja frio e futurista. Na trilha sonora, músicas eletrônicas alternativas.

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Eu Amo Robô
Com Amanda Diniz, Bárbara Grossi, Carolina de Biagi, Daniel Paulo, Emma Jovanovic, Érica Estevam, Fábio Pazitto, Isabela Tilli, Jhones Pereira, Jhullie Campos, Victor Klotz, Virgínia Lapoian, Yasmin Pavanelli e Matheus Silva
Espaço Cia da Revista (Alameda Nothmann, 1135 – Santa Cecília, São Paulo)
Duração 70 minutos
03 até 25/03
Sábado – 21h, Domingo – 20h
$40
Classificação 14 anos

A CASA DA MARIQUINHAS – UM CABARÉ PORTUGUÊS COM POESIA E FADO

O espetáculo musical A Casa da Mariquinhas – Um cabaré português com Poesia e Fado reestreia no dia 20 de janeiro (sábado, às 18 horas), no Botequim Contra Regra do Espaço Cia da Revista, onde permanece em cartaz até o dia 11 de março.

Tradicional estilo musical de Portugal, o fado dá o tom ao espetáculo que tem roteiro e concepção de Helder Mariani e direção de Dagoberto feliz.

No palco, os atores-cantores – Helder MarianiKatia Naiane,Ricardo Arantes, e Silmara Deon – costuram poesias de autores expressivos da literatura portuguesa como Fernando Pessoa, Florbela Espanca, José Régio e Bocage aos fados que marcaram a cultura lusitana. Entre as músicas, “É Loucura”, “Só Nós Dois É que Sabemos”, “Perseguição”, “Casa Portuguesa”, “Grândola Vila Morena”, “Esquina de Rua”, “Maldição” e “Estranha Forma de Vida”, além da canção-título “A Casa da Mariquinhas”. Segundo o idealizador do espetáculo Helder Mariani, “são todas obras instigantes, carregadas de nostalgia e com grande apelo dramático e teatral”.

Os espectadores, sentados em mesas espalhadas pelo salão da Cia da Revista, são envolvidos pela atmosfera dos antigos cabarés, como nos ambientes chamados “fado vadio”, em que as pessoas cantavam e bebiam junto com os fadistas.

No passado, Casa da Mariquinhas foi uma animada casa de raparigas, onde os frequentadores se encontravam para contar da vida e cantar o fado. A Casa foi leiloada e se tornou uma respeitável e discreta casa de penhor. Do antigo estabelecimento nada sobrou, nem mesmo as tabuinhas nas janelas para evitar os fuxicos.

O musical se desenvolve com base em canções interpretadas pelo fadista português Alfredo Marceneiro, criadas para retratar a história da Casa da Mariquinhas, então apresentada em três momentos: o apogeu com todo o glamour peculiar ao bordel, o duro momento em que a casa é leiloada e sua transformação em casa de penhor, tendo janelas de vidro no lugar das tábuas.

Na poesia e no fado se confundem as historias de Portugal, dos fadistas e das pessoas do povo. E nesse cabaré, os atores brasileiros, deste lado do Atlântico, se voltam para as terras lusitanas de além-mar e redescobrem as nossas próprias raízes e lutas, somadas às  artimanhas do amor para aproximar a plateia do universo da cultura lusitana.

O espetáculo A Casa da Mariquinhas é um antigo projeto de Helder Mariani de reunir duas de suas paixões: poesia e fado. Segundo ele, a criação seguiu dois critérios: “existencial, para ressaltar o caráter sentimental e nostálgico do fado com suas tragédias de vida, e a questão política, pois o fado é uma expressão artística relacionada diretamente à Revolução dos Cravos que derrubou o ditador Antônio de Oliveira Salazar, em 1974”, comenta.

Dagoberto Feliz explica que na ditadura portuguesa, enquanto alguns fadistas adaptavam letras, fazendo com que o governo de Salazar se apropriasse politicamente do fado, outros resistiram ao regime e mantiveram seu caráter contestatório e revolucionário. “Fato bastante semelhante ao que ocorreu na ditadura brasileira”, explica o diretor. Helder completa: “É inegável que o fado, ao registrar a história contemporânea de Portugal, passa também por nossa própria história”.

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A Casa da Mariquinhas – Um cabaré português com Poesia e Fado
Com Helder Mariani, Katia Naiane, Ricardo Arantes e Silmara Deon.
Espaço Cia da Revista (Alameda Nothmann, 1135 – Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 70 minutos
20/01 até 11/03
Sábado e Domingo – 18h
$50
Classificação 12 anos

ELENCO DE “HAIR, A REVOLUÇÃO DO AMOR” FAZ ENSAIO NU

Os valores trazidos pelo musical, sua descrição do uso de drogas ilegais, tratamento da sexualidade e uma cena de nu explícito, causaram e ainda causam enorme controvérsia.

A inspiração para incluir a nudez em “Hair” veio quando os autores, James Rado e Gerome Ragni, assistiram a uma demonstração anti-guerra na época, onde dois homens ficaram nus numa atitude de desafio e liberdade, e decidiram incorporar a ideia à peça.

Donna Summer, que fez parte da tribo alemã, resumiu o fato: “A cena não tinha nenhuma pretensão de ser sexual e não era. Nós ficávamos nus, em pé, simbolizando o fato de que a sociedade se preocupa mais com a nudez do que com mortes. Nós nos preocupamos mais com alguém andando quase nu pelas ruas do que com alguém andando por aí atirando nas pessoas“.

Mesmo após 50 anos de sua estreia, o musical vem para mostrar que muitos desses temas e tabus continuam atuais.

Uma maneira que o elenco encontrou de homenagear o musical, foi fazer esse ensaio inspirado no primeiro elenco e convidar a todos para assistirem a estreia de “HAIR – A Revolução do Amor” que acontece no Espaço Cia da Revista, em São Paulo, no dia 11 de novembro. Produzido pela Cena em SOL Produções, com produção executiva de Luciana Solitão. A nova montagem brasileira terá direção de Rafael Pucca, direção musical e vocal de Thiago Perticarrari, direção de movimento de Gabrielle Maia e versões de Giulia Nadruz. O regente será Gabriel Fabbri.

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Hair – A Revolução do Amor
Com Luana Zenun, Gabriel Calixto, Mateus Torres, Amanda Bamonte, Allex Costa, Celo Carvalho, Luciana Solitão, Flávia Mengar, André Nogueira, Alice Zamur, Bruno Gasparotto, Fernanda Cascardo, Gabriel Camilo, Grasi Manhães, Heder Becker, Julia Sanches, Karla Nasser, Luana Bichiqui, Rodrigo Damo, Ronie Suárez, Mary Minóboli, Pedro Passari, Stefany Tomaz e Thales Reys.
Espaço Cia da Revista (Al. Northmann, 1135 – Santa Cecília, São Paulo)
Duração 140 minutos
11/11 até 03/12
Sábado – 20h, Domingo – 19h
$80
Classificação 16 anos

HAIR – A REVOLUÇÃO DO AMOR

O musical produzido pela Cena em SOL Produções, com Luciana Solitão como produtora executiva do espetáculo, tem muitas novidades, a companhia acaba de lançar um canal no youtube, onde é possível ver mais sobre os ensaios, versões das músicas e conhecer melhor essa tribo.  No primeiro vídeo podemos assistir um dos primeiros ensaios da peça e sentirmos toda a emoção transmitida através das músicas “Aquarius“, “The Flesh Failures” e “Let the Sunshine In“.

Outra novidade do grupo é que você também pode fazer parte dessa tribo. Basta contribuir através dp catarse para que essa história seja contada: www.catarse.me/pt/arevolucaodoamor Ao contribuir você adquiri recompensas como agradecimentos em vídeo nas redes sociais, direito para assistir ensaio, foto com o elenco, visita ao camarim, agradecimento no programa, canecas exclusivas, ingressos para o espetáculo, programas da peça, inserção da logo em materiais gráficos, vídeo no foyer do teatro, agradecimento especial ao final de cada apresentação, um sarau com elenco do espetáculo em local a combinar com a produção do espetáculo e amor e carinho do elenco.

A história trata do movimento hippie e da revolução sexual dos anos 1960, com músicas de rock que marcaram época, como “Aquarius” e “Let the Sun Shine In”. A nova montagem brasileira terá versões de Giulia Nadruz, direção de Rafael Pucca, direção musical e vocal de Thiago Perticarrari e direção de movimento de Gabrielle Maia. O regente será Gabriel Fabbri.

A produção pretende evidenciar novas questões, entre elas a figura do índio na história das Américas e na cultura hippie. A direção contará essa história de um jeito diferente, ousado, mas ainda homenageando este clássico musical. Resgatando a essência do movimento hippie, com a luta pela paz, amor livre, expansão da consciência e fraternidade independente de cor ou credo.

O musical estreia dia 11 de novembro, no Espaço Cia da Revista, em São Paulo.

Para mais informações siga as redes sociais e se inscreva no canal:

Instagram: @musicalhair

Facebook: www.facebook.com/hairarevolucaodoamor

Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCQT7t81irS3_fYA-vWmaJP

 

OS MAUS

Com uma comédia política que flerta com o humor negro, o absurdo e o grotesco em uma história de perda e vingança, Os Maus faz temporada na Cia da Revista. As apresentações acontecem sempre sábados, às 21h e domingos, às 19h, até 3 de setembro. A montagem tem direção e dramaturgia de Fernando Nitsch e representa a primeira parte de uma trilogia chamada Não Restará Mais Nada.

A peça retrata de uma forma grotesca os perdedores. Em uma igreja abandonada, o destino destes homens será modificado para sempre após este encontro forçado. Os sonhos individuais se desmancham ao se depararem com a terrível realidade que os cercam. E a solução encontrada não parece ser a mais correta. Muitas são as dúvidas, porém uma é a certeza: do caos vem a barbárie.

Todo o teor do espetáculo vai para o clima da comédia, onde até a derrota do Brasil por 7 x 1 para a Alemanha é colocada como uma metáfora para relembrar a questão das frustrações dos personagens. A encenação parte do estudo do bufão com um trabalho físico intenso dos atores ao trazer um resultado envolvendo ironia, falsa moral, hipocrisia dos personagens, característica refletida também no figurino. O cenário é uma igreja abandonada ou fechada para reformas. A iluminação revela uma atmosfera noir com a penumbra, um clima que dialoga com os quadrinhos do autor Frank Miller. Um dos exemplos é o clássico soturno Batman: O Cavaleiros das Trevas (1986), também conta com os desenhos de Klaus Janson.

Fernando Nitsch falou sobre os elementos que compõe a montagem. “O ponto de partida para a criação do espetáculo é o livro O Capital no Século XXI, de Thomas Piketty, onde o autor aborda o tema da desigualdade em que o sistema privilegia poucos em detrimento de muitos. Outra base foi a obra Deus, Um Delírio, do cientista Richard Dawkins, assim podemos abordar o lado religioso, junto os aspectos políticos e econômicos que regem toda a orquestração. Além disso, inserimos a comédia, as referências de Frank Miller, as lutas em cena, características que toda boa história em quadrinhos pode ter”.

A concepção de direção e de dramaturgia foi pensada no conceito carrossel de atrações, de Vsevolod Meyerhold. A ideia é de que cada cena traz uma nova informação, um novo gatilho e fôlego para a plateia. E acima de tudo, o projeto nasceu com a intenção de discutir um tema dos nossos tempos, um assunto potente e cotidiano que precisa estar em evidência como as questões que contaminam as nossas vidas”, finaliza o diretor e o dramaturgo.

SINOPSE
O que poderíamos esperar de homens que durante toda a vida não conseguiram triunfar em absolutamente nada? A peça retrata de uma forma grotesca os perdedores. Em uma igreja abandonada o destino destes homens será modificado para sempre após este encontro forçado. Os sonhos individuais se desmancham ao se depararem com a terrível realidade que os cercam. E a solução encontrada não parece ser a mais correta. De saída, uma óbvia revelação: somos todos perdedores. Muitas são as dúvidas, porém uma é a certeza: do caos vem a barbárie.

 

Crédito Juliana Smanio (195)

Os Maus
Com Decio Pinto Medeiros; Fernando Nitsch; Gustavo Bricks; Heitor Goldflus; Mario Luiz; Mateus Menoni; Murilo Cezar; Nelsinho Ribeiro e Paulo Vasconcelos.
Cia da Revista (Alameda Nothmann, 1135 – Santa Cecília, São Paulo)
Duração 70 minutos
12/08 até 03/09
Sábado – 21h; Domingo – 19h
$40
Classificação 14 anos