HOTEL MARIANA

Criado a partir de relatos de alguns sobreviventes da tragédia de Mariana (MG) que ocorreu em novembro de 2015, o espetáculo Hotel Mariana estreia dia 6 de maio  de 2017 na Estação Satyros. Com direção de Herbert Bianchi e dramaturgia de Herbert Bianchi e Munir Pedrosa, em cena os atores usam fones de ouvido e reproduzem instantaneamente os relatos que estão ouvindo – coletados pelo idealizador do projeto Munir Pedrosa, que foi até a cidade uma semana depois do desastre.

Sinopse

Eram quase três e meia da tarde de 5 de novembro de 2015, um dia quente, como de costume no vale do Rio Doce, quando a barragem de rejeitos de minérios de Fundão, em Mariana-MG, com cerca de 55 bilhões de litros de lama espessa, rompeu-se sobre os distritos de Bento Rodrigues e Paracatu de Baixo. Depoimentos perturbadores e surpreendentes são colocados no palco e evidenciam a simplicidade de pessoas que perderam tudo ou quase tudo o que tinham. Da criança do grupo escolar ao velho da folia de reis, do ativista de direitos humanos à aposentada que escreve poemas, somos convidados a escutar os sobreviventes que, com suas histórias, traçam um panorama político, histórico e cultural do nosso país.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Hotel Mariana
Com: Angela Barros, Bruno Feldman, Clarissa Drebtchinsky, Fani Feldman, Isabel Setti, Lucy Ramos, Marcelo Zorzeto, Munir Pedrosa, Rita Batata, Rodrigo Renato Caetano
Estação Satyros. (Praça Franklin Roosevelt, 134 Consolação, São Paulo)
Duração 70 minutos
06/05 até 10/07
Sábado – 20h; Domingo – 18h; Segunda – 20h
$30 (Sábado e Domingo), Grátis (Segunda)
Classificação livre
 
Idealização e pesquisa: Munir Pedrosa 
Direção: Herbert Bianchi 
Edição: Herbert Bianchi e Munir Pedrosa 
Assistente de direção: Letícia Rocha
Designer de luz: Rodrigo Caetano 
Cenário: Herbert Bianchi
Cenotécnico: Marcelo Maffei
Figurinos: Bia Piaretti e Carol Reissman 
Acervo: David Parizotti
Produção executiva e direção de produção: Munir Pedrosa
Apoio: Greenpeace e Oficinas Culturais do Estado de São Paulo
Realização: Governo do Estado de São Paulo 
Assessoria de Imprensa: Honor Comunicação

 

ALGUMAS HISTÓRIAS

Paulo José consagrou-se como um grandes ícones do teatro, cinema e televisão no Brasil. São 39 filmes, 21 novelas, 25 minisséries, 31 peças e 22 montagens como diretor. No currículo, personagens marcantes como o divertido Shazan (1972) ou mesmo o doce Orestes, da novela Por Amor (1997). Há 4 meses de completar 80 anos de idade, o ator e diretor recebeu uma homenagem mais do que justa vinda dos palcos: o Monólogo “Algumas Histórias”, que fica em cartaz de 17 de novembro à 15 de dezembro, todas as quinta-feiras, às 21h, no Espaço Satyros 1, reduto de grandes artistas e produções. Os ingressos custam R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia entrada).

Intérprete e idealizador da peça, Bruno Fracchia conta as histórias do célebre gaúcho revezando-se em dois papéis: o do próprio homenageado e o de um jovem aprendiz que segue os passos do ídolo. A transição de um para o outro é feita de maneira sutil, por meio de alguns objetos simbólicos, peças de figurino e os trejeitos e tom de voz que marcaram Paulo José na memória do público. Todos os momentos mais importantes de sua carreira estão na peça, desde os primeiros risos do palhaço no Teatro de Equipe até a descoberta do diagnóstico de Parkinson, em 1992, aos 55 anos. O romance com Dina Sfat, também dá um tom delicado à obra.

“Para mim, ele é o maior exemplo de amor aos palcos. Superou suas limitações e segue brilhando nos palcos, bem como produzindo e dirigindo diversos espetáculos. A ideia do monólogo surgiu a partir da leitura da biografia Memórias Substantivas, escrita por Tânia Carvalho. Senti uma grande necessidade de retratar um pouco dessa linda e rica trajetória de vida e de carreira”, destacou Bruno, que já trabalhou com artistas como Gerald Thomas, Ney Latorraca e Nuno Leal Maia.

Algumas Histórias
Com Bruno Fracchia
Espaço Satyros 1 (Praça Franklin Roosevelt, 134 – Consolação, São Paulo)
Duração 55 minutos
17/11 a 15/12
Quinta – 21h
$40
Classificação 12 anos
 
Interpretação e dramaturgia: Bruno Fracchia
Direção: Bruno Fracchia e Paula d´Albuquerque
Direção musical: Alexandre Birkett
Preparação para canto: Cláudia Rodrigues
Cenografia: Gilson de Mello Barros

“120 Dias de Sodoma”

A companhia teatral “Os Satyros” apresenta três de suas peças que fazem parte da Tetralogia Libertina – “Juliette”, “A Filosofia na Alcova” e “Os 120 Dias de Sodoma”. São baseadas na obra do Marquês de Sade.
O Marquês de Sade é um nome singular na história da literatura universal. Aliada a uma biografia cheia de peripécias, vivida em plena Revolução Francesa, sua obra suscitou debates intelectuais acirrados durante os séculos. Proibido em seu tempo, a publicação de suas obras era realizada de forma clandestina e causavam grande interesse
Sua obra mais notável foi marcada pelo tom pornográfico em que o sexo e a filosofia materialista eram apresentados simultaneamente, retratando a decadência dos costumes vigentes na França da sua época, deformadas pelas descrições patológicas da corrupção moral e de perversões sexuais.
Muito além do neologismo “sadismo”, tão utilizado pela psicanálise, sua obra também inspirou artistas como os do movimento Surrealista, Artaud, Buñuel, entre outros. Pensadores como Lacan e Sartre mergulharam na sua obra para poder compreender a essência humana, tanto em sua moralidade quanto nos mecanismos que nos movem.

“Os 120 Dias de Sodoma”

“Os 120 Dias de Sodoma” é um clássico da literatura mundial e um dos mais polêmicos de sempre. Foi escrito em trinta e sete dias – ou mais precisamente, em trinta e sete noites-, entre os dias 22 de outubro e 25 de novembro de 1785, quando Sade tinha 45 anos.
Nessa época, ele se encontrava preso em uma cela da Bastilha, uma das prisões na qual viveu e que marcaram quase a metade de sua vida. Com recursos limitados, teve que escrever o manuscrito em letra miúda, em um rolo de papel de 12 metros de comprimento. Considerado um livro de difícil leitura, a ação do romance é situada algumas décadas antes da Revolução Francesa.
Para a montagem do grupo “Os Satyros”, a ação foi transposta para um Brasil do passado. Quatro poderosos libertinos iniciam um grande deboche em um castelo isolado nas montanhas. Suas vítimas, alguns dos mais belos jovens do país seqüestrados para a satisfação de seus prazeres, não tem o direito à palavra.
120 dias de festividades libertinas, vivendo as maiores orgias ao utilizar os corpos de suas vítimas para as maiores depravações. O espetáculo trata de questões filosóficas e políticas colocadas pela obra sadeana, em um contexto brasileiro de corrupção e decadência das instituições sociais.
.
‪#‎Teatro‬ ‪#‎TeatroMusical‬ ‪#‎OpiniãoDePeso‬ ‪#‎VáAoTeatro‬ ‪#‎MarquêsDeSade‬‪#‎OsSatyros‬ ‪#‎EstaçãoSatyros‬ ‪#‎120DiasDeSodoma‬

(crédito fotos – Andre Stefano)

Andre Stefano - 120 Dias (32)

“120 Dias de Sodoma”
Com Alex de Félix, André Luiz, Daiane Brito, Débora Cruz, Diego Ribeiro, Evandro Roque, Felipe Souza, Fernando Soares, Flávio Sales, Hanna Perez, Hugo Godinho, Júlia Innocencio, Lucas Allmeida, Lucas Cavallaro, Marcelo Thomaz, Marcelo Vinci, Rhafael de Oliveira, Sabrina Denobile, Tássia Dur e Tom Garcia.
Estação Satyros (Praça Roosevelt, 134 – Consolação, São Paulo)
Duração 95 minutos
03/09 até 29/11
Quinta e Sexta – 21h; Sábado – 24h
$40

Conheça o grupo em http://www.satyros.com.br

“A Filosofia Na Alcova”

A companhia teatral “Os Satyros” apresenta três de suas peças que fazem parte da Tetralogia Libertina – “Juliette”, “A Filosofia na Alcova” e “Os 120 Dias de Sodoma”. São baseadas na obra do Marquês de Sade.
O Marquês de Sade é um nome singular na história da literatura universal. Aliada a uma biografia cheia de peripécias, vivida em plena Revolução Francesa, sua obra suscitou debates intelectuais acirrados durante os séculos. Proibido em seu tempo, a publicação de suas obras era realizada de forma clandestina e causavam grande interesse
Sua obra mais notável foi marcada pelo tom pornográfico em que o sexo e a filosofia materialista eram apresentados simultaneamente, retratando a decadência dos costumes vigentes na França da sua época, deformadas pelas descrições patológicas da corrupção moral e de perversões sexuais.
Muito além do neologismo “sadismo”, tão utilizado pela psicanálise, sua obra também inspirou artistas como os do movimento Surrealista, Artaud, Buñuel, entre outros. Pensadores como Lacan e Sartre mergulharam na sua obra para poder compreender a essência humana, tanto em sua moralidade quanto nos mecanismos que nos movem

“A Filosofia na Alcova”

Dolmancé e Madame de Saint´Ange, dois dos personagens mais libertinos da história da literatura universal são os protagonistas desse texto, escrito originalmente pelo marquês de Sade, em que é apresentada a educação sexual de uma jovem virgem, com aulas práticas e teóricas de libertinagem.
Após o período de aprendizado, a mãe da jovem chega ao palácio dos libertinos para tentar resgatá-la, quando então é confrontada pelos mentores da jovem e por ela mesma.
“A Filosofia na Alcova” é um romance publicado clandestinamente em 1795, protoganizado por uma das personagens mais emblemáticas da obra de Sade: uma jovem pura e ingénua que acaba envolvida em aventuras de depravação e em crimes sexuais.
‪#‎Teatro‬ ‪#‎TeatroMusical‬ ‪#‎VáAoTeatro‬ ‪#‎OpiniãoDePeso‬ ‪#‎OsSatyros‬‪#‎AFilosofiaNaAlcova‬ ‪#‎EstaçãoSatyros‬ ‪#‎MarquêsDeSade‬

(crédito fotos – Andre Stefano)

Andre Stefano- A Filosofia na Alcova (1)

“A Filosofia Na Alcova”
Com Bel Friósi, Felipe Moretti, Henrique Mello, Hugo Godinho, Phedra de Córdoba, Suzana Muniz e Stephane Souza.
Estação Satyros (Praça Roosevelt, 134 – Consolação, São Paulo)
Duração 60 minutos
05/07 até 01/11
Sexta – 24h; Domingo – 19h
$40

Conheça o grupo em http://www.satyros.com.br

“Juliette”

A companhia teatral “Os Satyros” apresenta três de suas peças que fazem parte da Tetralogia Libertina – “Juliette”, “A Filosofia na Alcova” e “Os 120 Dias de Sodoma”. São baseadas na obra do Marquês de Sade.
O Marquês de Sade é um nome singular na história da literatura universal. Aliada a uma biografia cheia de peripécias, vivida em plena Revolução Francesa, sua obra suscitou debates intelectuais acirrados durante os séculos. Proibido em seu tempo, a publicação de suas obras era realizada de forma clandestina e causavam grande interesse
Sua obra mais notável foi marcada pelo tom pornográfico em que o sexo e a filosofia materialista eram apresentados simultaneamente, retratando a decadência dos costumes vigentes na França da sua época, deformadas pelas descrições patológicas da corrupção moral e de perversões sexuais.
Muito além do neologismo “sadismo”, tão utilizado pela psicanálise, sua obra também inspirou artistas como os do movimento Surrealista, Artaud, Buñuel, entre outros. Pensadores como Lacan e Sartre mergulharam na sua obra para poder compreender a essência humana, tanto em sua moralidade quanto nos mecanismos que nos movem.

“Juliette”

Considerada uma das personagens femininas mais polêmicas da história da literatura, a obra foi publicada sob anonimato entre 1797 e 1801 em seis volumes. Esta obra correspondia originalmente à segunda parte de La Nouvelle Justine (1797).
A Juliette do título é a irmã de Justine, uma heroína libertina que vive aventuras as mais variadas, ostentando uma vida bem sucedida, ao contrário da sua virtuosa e desafortunada irmã Justine. Embora seja criada num convento, Juliette é corrompida desde os 13 anos e embarca numa aventura que inclui praticamente todos os tipos de depravação física e moral. A corrupção, as orgias, as traições e assassinatos cometidos por Juliette durante suas aventuras se inserem em um pensamento libertino complexo e bastante desenvolvido durante toda a obra. Considerada uma obra fulcral dentro da trajetória de Sade, “Juliette” pode dialogar perfeitamente com o momento atual brasileiro, onde a crise das instituições e da moral nos leva a um confronto com contornos ainda a serem definidos.
A montagem dos Satyros pretende realizar uma abordagem não cronológica da vida de Juliette, com o debate dos textos filosóficos que rondam o romance de Sade, trazendo à tona os aspectos mais corrosivos de sua abordagem da humanidade, discutindo o papel da mulher na sociedade contemporânea.
‪#‎Teatro‬ ‪#‎TeatroMusical‬ ‪#‎VáAoTeatro‬ ‪#‎OpiniãoDePeso‬ ‪#‎OsSatyros‬‪#‎EstaçãoSatyros‬ ‪#‎Juliette‬ ‪#‎MarquêsDeSade‬ ‪#‎Sade‬

(crédito fotos – Andre Stefano)

AndreStefano_Juliette_OK_0038

“Juliette”
Com Billy Eustáquio, Cristian Silva, Daiane Brito, Débora Cruz, Diego Ribeiro, Eric Barros, Evandro Roque, Fernando Soares, Flavio Sales, Hanna Perez, Janaína Arruda, Lenin Cattai, Lucas Allmeida, Marcelo Thomaz, Ren’Art, Sabrina Denobile, Silvio Eduardo e Stephane Sousa.
Estação Satyros (Praça Franklin Roosevelt, 222 – Consolação, São Paulo)
Duração 90 minutos
17/04 até 01/11
Sábado e Domingo – 21h
$40

Conheça mais o grupo em http://www.satyros.com.br