NOITE

Grupo Sobrevento traz histórias da vizinhança como mote em novo espetáculo de Teatro de Objetos

Divisor de águas na pesquisa de linguagem do teatro de animação, criador de festivais e ponto de referência nesta arte, dentro e fora do Brasil, o Grupo Sobrevento está em cartaz com o espetáculo adulto NOITE, no Espaço Sobrevento

Criado a partir do Teatro de Objetos – linguagem que o grupo pesquisa profundamente desde 2010 – o espetáculo NOITE tem uma dramaturgia que nasceu dos depoimentos dos seus vizinhos e as suas histórias secretas, escondidas em objetos guardados.

O Grupo Sobrevento está indicado ao Prêmio Shell de Teatro de 2018, na Categoria Inovação, pela sua pesquisa no Teatro de Animação e de Objetos.

NOITE é uma coleção de histórias rememoradas por um cego, na escuridão onde vive. “As pessoas pensam que a vida é um longo caminho para frente, mas ela não é mais do que um passeio pela vizinhança”, diz o protagonista.

Para compor o espetáculo, o Sobrevento conversou com dezenas de vizinhos acerca dos objetos que guardam em casa e de que nunca se desfariam. Surpresas, como descobrir objetos completamente insuspeitos, histórias inesperadas, objetos inexistentes e que continuam guardados na memória, objetos que o grupo jamais consideraria objetos, garantem a inovação – e a renovação do grupo, em um processo de criação teatral baseado na pesquisa e fundamentado na descoberta.

Depoimentos pessoais de vizinhos, histórias do bairro e dos arredores do Sobrevento reúnem-se para contar as lembranças de alguém que “já não vendo mais a luz que há, se apega a luz que havia”, memórias que lhe dão esperança e alegria, fantasmas que o perseguem na escuridão e que evocam o seu medo da morte, a dor das suas perdas, as suas fragilidades e a sua saudade.

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Noite

Com Grupo Sobrevento

Espaço Sobrevento (Rua Coronel Albino Bairao, 42 – Belenzinho, São Paulo)

Duração 60 minutos

01/02 até 24/03

Sexta e Sábado – 20h30, Domingo – 18h

Entrada gratuita (Reservas: info@sobrevento.com.br)

Classificação 14 anos

RUA AZUSA, O MUSICAL

Após temporada com sessões esgotadas, Rua Azusa – O Musical entra em cartaz no Teatro Procópio Ferreira, com apresentações às sextas (20h), sábados (14h30 e 19h30) e domingos (14h30).

Em 1906, em meio ao grande conflito da segregação que dividia os Estados Unidos, um homem negro, filho de escravos, chamado William Joseph Seymour é escolhido para liderar o movimento que quebrou barreiras raciais, criando um espaço onde não existia distinção entre brancos e negros. O movimento na Rua Azusa marcou gerações, e permanece vivo até os dias de hoje. 

Essa história centenária serve de inspiração para Elizabeth nos dias de hoje. A jovem sonhadora, impossibilitada de gerar um filho, luta para que seu marido aceite a adoção de Maria, uma criança negra de oito anos que carrega as marcas de uma sociedade preconceituosa em sua história. 

Rua Azusa – O Musical tem criação de Caíque Oliveira, que se aprofundou em uma pesquisa sobre a segregação racial da época e no impacto que o movimento pentecostal ocasionou na vida de negros e brancos. 

O roteiro começou a ser desenvolvido em outubro de 2018 e em meados de novembro já estava pronto para os ensaios. Para compor o elenco, Caique convidou nomes importantes da música gospel como Soraya Moraes (Laura Smith), vencedora de prêmios Grammy Latino; Adhemar de Campos (William Seymour), que revolucionou o estilo na década de 80; Benner Jacks (Sra. Dalila), que já se apresentou em concertos por toda Europa; e Jéssica Augusto (Miss California), cujo canal no YouTube soma mais de 7 milhões de visualizações. 

Com 47 atores dividindo o palco, o musical contou com a atriz da Broadway Patrice Covington , do musical “The Color Purple”, como preparadora de elenco. Ela veio dos EUA exclusivamente para ensinar técnicas aos atores de Rua Azusa. A direção geral é de Caíque Oliveira, diretor fundador da Cia. de Artes Nissi. Toda renda do musical, excluindo-se as despesas de produção, é revertida para a Aldeia Nissi.

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Rua Azusa – o Musical

Com Adhemar de Campos, Aline Menezes, Benner Jacks, Fabricio Bittencourt, Jéssica Augusto, Kaiky Mello, Otavio Menezes, Soraya Moraes, Thales César e grande elenco composto por 47 atores.

Teatro Procópio Ferreira (Rua Augusta, 2823 – Jardins, São Paulo)

Duração 180 minutos

08/02 até 07/04

Sexta – 20h, Sábado – 14h30 e 19h30, Domingo – 14h30

$50/$90

Classificação 12 anos

(IN)JUSTIÇA

A Companhia de Teatro Heliópolis estreia sua nova montagem, (IN)JUSTIÇA, no dia 25 de janeiro, sexta, na Casa de Teatro Maria José de Carvalho (sede do grupo), às 20 horas. A encenação é dirigida por Miguel Rocha, fundador e diretor do grupo; e Evill Rebouças assina o texto que foi criado em processo colaborativo com a Companhia.

(IN)JUSTIÇA é um ensaio cênico, guiado pela indagação ‘o que os veredictos não revelam?’, que reflete sobre aspectos do sistema jurídico brasileiro. Para tanto, conta a história do jovem Cerol que, involuntariamente, pratica um crime. A partir daí, surgem diversas concepções sobre o que é justiça, seja a praticada pelo judiciário ou aquela sentenciada pela sociedade.

Permeado por imagens-sínteses (característica da Companhia de Teatro Heliópolis) e explorando a performance corporal, o espetáculo coloca em cena a complexidade da justiça no país, deixando a plateia na posição de júri em um tribunal. O embate entre os dois lados da justiça – da vítima e do criminoso – se estabelece em um jogo contundente que expõe com originalidade a crua realidade dos jovens pobres e negros. A música ao vivo confere ainda mais densidade poética ao ‘relato’, que foge de qualquer abordagem clichê.

A história de Cerol é contada de forma não linear. Exímio empinador de pipas, ele vive com sua avó, pois a mãe morreu no parto e o pai, assassinado. Depois de uma briga por conta do alto volume da música na vizinhança, Cerol foge e acaba disparando involuntariamente um tiro em uma mulher, que morre em seguida. Ele acaba preso e é submetido ao julgamento da lei e da sociedade.

Com base nesse argumento, a Companhia de Teatro Heliópolis discute direitos humanos à luz da Constituição Nacional. A encenação recupera também a ancestralidade brasileira em passagens ritualísticas. “Queremos pensar o homem negro e a justiça, desde a nossa origem até os dias de hoje”, afirma o diretor Miguel Rocha.

Cenas impactantes e desconcertantes surpreendem todo o tempo. A encenação de Miguel Rocha, alinhavada pela dramaturgia de Evill Rebouças, mostra como a democracia pode ser manipulada. O crime versus a vítima ou o criminoso versus a justiça aparecem de forma não superficial nem previsível. A abordagem de (IN)JUSTIÇA parte do ponto de vista mais íntimo para aquele mais coletivo: da comunidade para a sociedade, da moral pessoal às convenções sociais. Isso permite, igualmente, as leituras de um mesmo caso jurídico, como no julgamento – defesa e promotoria -, onde ambos os discursos são tão contundentes quanto convincentes. “Para falar de justiça, temos que falar das relações humanas contraditórias, pois a justiça se apresenta pelas contradições”, reflete o diretor.

Permeado por emoções e sensações que fogem da obviedade, o espetáculo tem quadros coreografados que trazem o respiro necessário à dinâmica da encenação: cidadãos urbanos, policiais, advogados com suas togas desfilam pela área cênica e hipnotizam o espectador. Os depoimentos inseridos nas cenas humanizam e tornam crível a proposta da montagem, sejam eles densos, desconcertantes, ou mesmo lúdicos. Segundo o diretor, os três pontos de vista sobre justiça – “o pessoal, o divina e o do homem” – são considerados na concepção de (IN)JUSTIÇA, bem como a máxima que diz “só quem passou por uma injustiça sabe o que é justiça”.

O cenário (Marcelo Denny) situa a força da ancestralidade, presente na terra e no terreiro, na força fria do zinco, na estética religiosa que foge dos estereótipos. Traz também o símbolo da lentidão da justiça com toda sua burocracia em pilhas e pilhas de papéis e processos. Elementos como areia, terra, projéteis de bala e pipas compõem a área de encenação, onde predomina a cor cinza. A trilha (de Meno Del Picchia) e os efeitos sonoros são executados em sincronismo com as cenas. Os atores interpretam cantos de tradição que reforçam a busca pela humanização e pela ancestralidade propostas pelo espetáculo.

(IN)JUSTIÇA nasceu de um longo processo criativo, iniciado em fevereiro de 2018, disparado por encontros dos integrantes da Companhia de Teatro Heliópolis com pensadores ativistas que falaram sobre os vários aspectos da Justiça. Os convidados foram Viviane Mosé (filósofa), Gustavo Roberto Costa (promotor de justiça), Ana Lúcia Pastore (antropóloga) e Cristiano Burlan (cineasta), tendo Maria Fernanda Vomero (provocadora cênica, jornalista e pesquisadora teatral) como mediadora.

O espetáculo integra o projeto Justiça – O que os Vereditos Não Revelam, contemplado pela 31ª edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.

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(In)Justiça

Com Alex Mendes, Cícero Junior, Dalma Régia, Danyel Freitas, David Guimarães, Gustavo Rocha, Karlla Queiroz e Walmir Bess

Casa de Teatro Maria José de Carvalho (Rua Silva Bueno, 1533 – Ipiranga, São Paulo)

Duração 90 minutos

25/01 até 19/05

Sexta e Sábado – 20h, Domingo – 19h

Pague quanto puder (bilheteria: 1h antes das sessões)

Classificação 14 anos

ENSAIO SOBRE A LUCIDEZ

Diante da urgência de se pensar na democracia, a Cia. da Revista estreia Ensaio Sobre a Lucidez, uma livre adaptação do romance homônimo do premiado escritor português José Saramago (1922-2010), no dia 26 de janeiro, no Espaço Cia. da Revista. A peça segue em cartaz até 31 de março, com ingressos por apenas R$20.

A trama apresenta uma cidade imaginária que se recupera de uma epidemia de cegueira ocorrida alguns anos antes e passa pela eleição de um novo líder político. As urnas registraram o surpreendente número de 70% de votos em branco. São chamadas novas eleições e o nível de abstenção cresce ainda mais.

É estabelecida, então, uma investigação policialesca para averiguar as razões subversivas dessa anulação massiva dos votos. As consequências dessa investigação são ações que levam a um devaneio autoritário, que revela a fragilidade do mecanismo democrático. A ideia da peça é justamente criar uma reflexão sobre a democracia e o constante processo que pode tanto favorecê-la como favorecer interesses contrários ao seu princípio.

O espetáculo tem direção de Fernando Nistch, dramaturgia de Marcos Barbosa e músicas originais de Edgar Bustamante. Já o elenco é composto por Adriano Merlini, André Maia, Edgar Bustamante, Gisele Valeri, Luiza Torres, Paulo Vasconcelos e Priscila Esteves.

Ensaio Sobre a Lucidez faz parte da programação do projeto Algum dia teria que acontecer, contemplado na 32ª Edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo. O grupo também prevê a estreia – em julho – do espetáculo Desbotou (título provisório), que debaterá a democracia com o público infantil.

SINOPSE

Anos depois de uma epidemia de cegueira, uma cidade novamente lúcida invalida as eleições municipais, inundando as urnas com votos brancos. Sob a alegação de que busca salvaguardar a democracia, o Estado responde com a supressão de direitos individuais e com a implementação de um totalitarismo disfarçado, com a bênção das mídias e das elites nacionais. Em meio ao terror, é preciso encontrar um culpado, ainda que se precise inventá-lo. A democracia está em risco, mas quem são, de fato, os seus inimigos?

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Ensaio sobre a Lucidez

Com Adriano Merlini, André Maia, Edgar Bustamante, Gisele Valeri, Luiza Torres, Paulo Vasconcelos e Priscila Esteves

Espaço Cia da Revista (Alameda Nothmann, 1135 – Santa Cecilia, São Paulo)

Duração 100 minutos

26/01 até 31/03 (dia 23/02 não haverá sessão)

Sábado – 21h, Domingo – 19h

$20 ($5 – moradores da região, com apresentação de comprovante de residência)

Classificação 16 anos

HOTEL TENNESSEE

Peça encenada em casarão restaurado dos Campos Elísios que abriga o hipotético Hotel Tennessee  com hospedes dos clássicos de Tennessee Williams. Livremente baseado em 12 peças de do autor norte americano, é uma criação Cia Boa Vista liderada por Brian Penido Ross

As cenas escolhidas para compor o Hotel Tennessee foram retiradas de peças curtas estudadas no período de dois anos pelo grupo de estudos aprofundados de Tennessee Willians do Grupo Tapa.

As peças retratam o mesmo “tipo” de ser humano e embora tenham sido escritas em momentos diferentes de sua carreira, se referem aos seres incompreendidos, renegados, marginalizados, e que por muitas vezes sofrem preconceito e abuso da sociedade por não se enquadrarem nos padrões estabelecidos, restando a eles vagarem em busca de encontrar um lugar de pertencimento.

Por que montar peças curtas e esquecidas, peças escritas nos anos 1930 e 1940, antes do dramaturgo encontrar a sua glória? “Primeiramente falaríamos que Tennessee foi um grande escritor, dramaturgo, poeta e romancista que soube botar no papel a dor da alma humana dos pobres de espírito e dos derrotados. Foi ele quem deu voz a todos os incompreendidos, a todos os marginalizados, a todas as minorias, a todos os sem voz, sem lugar de fala, a todos os esquecidos da sociedade e do bem-estar social das democracias capitalistas”, diz Brian.

Vivemos hoje no Brasil uma situação muito parecida a da América nos anos 1930 e 1940, entre a Grande Recessão, de 1929 e a II Guerra Mundial. Aqui, também, estamos vivendo uma brutal recessão, onde uma parcela significativa da população passa pelas mesmas privações, inconformidades e incompreensão’, acrescenta Ross.

A proposta deste pout-pourri de Tennesse Willians permite que o público retorne ao “Hotel” mais vezes para conhecer os outros desfechos das cenas, pagando meia-entrada mediante a apresentação do primeiro ingresso, e assim vivenciar diferentes personagens.

Sinopse:

Peça interativa, imersiva e passeante por uma mansão nos Campos Elísios. Em um hotel de Nova Orleans, na década de 40, o público interage com personagens de 12 peças de Tennessee Williams. Entre eles, Blanche Dubois (Um Bonde Chamado Desejo) e Maggie (Gata em Telhado de Zinco Quente) as cenas serão exibidas no lobby, saguão, salas e quartos da Casa Don’Anna.

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Hotel Tennessee

Com Brian Penido Ross, Ana Lys, Suzana Muniz, Fernando Medeiros, Jessica Monte, Bea Quaresma, Marcelo Schmidt, Alessandra Lia, Klever Ravanelli, Suel Silva, Rodrigo Ladeira, Fúlvio Filho, Thiago Merlini, Zé Gui Bueno, Raphael Gama, Eugenia Granha, Tati Passarelli, Emmanuel Aguilera, Rodolfo Freitas, Laura Ishikawa, Jean Le Guévellou, Felipe Vidal, Ewerton Novaes, Vinicius Soares e Gabriel Abu-Asseff.

Casa Don’Anna (Rua Guaianazes, 1149; Campos Elísios – São Paulo)

Duração 75 minutos

17/01 até 17/03

Quinta – 20h, Sexta – 21h, Sábado – 19h e 21h30, Domingo – 17h e 19h30

$40

Classificação 12 anos

É obrigatório fazer RESERVA pelo whatsapp de Mrs. Wire 11 993868150

10 ANOS DA TRUPE PÉ DE HISTÓRIAS

Em 2019, a Trupe Pé de Histórias completa 10 anos e a melhor maneira de fazer festa é estar no palco, revivendo com o público um pouco da sua história.

De 02 a 10 de fevereiro ele apresentam, Já, Elvis?, de 16 a 24/02, A Menina e o Tempo, de 09 a 17/03, Conto Cantando e finalizam com o Conto dos Pássaros, de 23 a 31 de março.

A Trupe começou seu caminho fazendo teatro em festas de aniversário, depois a música e o formato de “show” foram ganhando força e espaço em parques, praças e teatros. Os “shows” cantam e contam histórias, já que a companhia acredita que essas são sementes frutíferas para qualquer geração.

No segundo semestre de 2018, a “Menina e o Tempo” foi indicada como melhor espetáculo infantil, pelo prêmio São Paulo de incentivo ao teatro infantil e jovem de São Paulo. Também foi indicada pela Folha de São Paulo como melhor espetáculo infantil de 2018, ficando em 2º lugar por júri popular.

A menina Nina é a personagem central dos espetáculos “Já, Elvis?”, “A Menina e o Tempo”, “Conto Cantado” e “Conto dos Pássaros” e como qualquer criança, passa por desafios, como brigar com sua melhor amiga, perder alguém muito querido e pensar sobre o futuro, o passado e o presente. Com a ajuda de seu pai consegue descobrir mais sobre o mundo a sua volta.

Em “Já, Elvis?” Nina, briga com sua melhor amiga por estar sendo muito mandona e se depara com um rei ainda mais mandão que ela. Músicas e danças do Elvis Presley  fazem um divertido encontro da “rainha do 2ºC” com o “rei do rock”.   Contando que é importante ouvir o que os amigos têm a dizer.

Em “A Menina e o Tempo”, mais recente espetáculo da Trupe, as canções autorais ganham destaque e compõe a narrativa. Nesse espetáculo musical, Nina é uma menina que tem tantos compromissos que nunca sobra tempo para fazer aquilo que mais gosta,
brincar. No domingo, dia que Nina e seu pai passariam brincando, os dois perdem-se em seus smart fones e abre-se uma fenda no tempo. Agora, sem energia nem Wi-Fi, Nina não tem aplicativos para voltar pra casa. Para encontrar o pai e aproveitar o tempo perdido, ela conta com a ajuda da tartaruga Antígona, a libélula Efêmera e a siri Siri.

O “Conto Cantado” é o primeiro espetáculo musical da Trupe e é também Cd e livro. Um passeio pelo repertório das cantigas tradicionais e outras autorais. Nele, a menina Nina percebe que está crescendo quando o seu primeiro dente de leite cai. Uma pergunta do seu pai conduz o seu sonho: “O que vai ser quando eu crescer?”. Nina encontra personagens do mar, do céu e da terra, que explicam a ela o que acontece quando a gente cresce, cada qual, a sua maneira. No final, sua aventura a leva a também questionar seu pai: “e você, pai, o que vai ser quando eu crescer?”

O “Conto dos Pássaros” é um show com cantigas tradicionais e contemporâneas. Nele, Nina, apaixonada por seu Sabiá, o prende em uma gaiola para que ele cante só pra ela. O Sabiá foge e leva consigo todos os pássaros da cidade de Passaredo. Nina descobre, com a ajuda do Urubu Rei, que precisará sonhar junto com sua cidade para que os pássaros
retornem.

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10 Anos da Trupe Pé de Histórias

Com Trupe Pé de Histórias

Teatro Alfa ( R. Bento Branco de Andrade Filho, 722 – Santo Amaro, São Paulo)

Duração 50 minutos

02/02 até 31/03

Sábado e Domingo – 16h

$40

Classificação Livre

02 a 10 de Fevereiro – Já, Elvis?

16 a 24 de Fevereiro – A Menina e o Tempo

09 a 17 de Março – Conto Cantado

23 a 31 de Março – Conto dos Pássaros.

CHEGUEI VIVO AOS 30

Cheguei Vivo Aos 30 é o segundo show solo de stand up comedy do humorista André Santi. Neste show, que inicia temporada no Teatro MorumbiShopping dia 18 de janeiro, sexta-feira, às 23 horas, André conta algumas experiências e observações de sua vida e, como de costume, interage e improvisa muito com a plateia, além de apresentar músicas, marca registrada do humorista nos palcos.

O show dá sequência ao trabalho Não É Grande Coisa, que circula desde 2013 por todo o Brasil e por países como Japão, Austrália e Nova Zelândia.

André Santi é comediante stand up, youtuber, ator e músico. Hoje se destaca como um dos principais comediantes de Stand Up Comedy do circuito nacional e produz conteúdo na internet semanalmente. Com vídeos de diferentes estilos André possui mais de 50 milhões de visualizações em seu canal do YouTube e página do Facebook.

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Cheguei Vivo aos 30

Com André Santi

Teatro Morumbi Shopping – Morumbi Shopping (Av. Roque Petroni Júnior, 1089 – Jardim das Acacias, São Paulo)

Duração 70 minutos

18/01 até 29/03

Sexta – 23h59

$60

Classificação 14 anos