FUENTE OVEJUNA

Núcleo Sem Querer de Tentativas Teatrais adapta o clássico Fuente Ovejuna, do dramaturgo espanhol Lope de Vega (1562-1635). Voltado aos jovens, o espetáculo foi indicado ao Prêmio Shell 2017 na categoria Melhor Música. Espetáculo faz nova temporada no CCSP de 2 a 31 de outubro, terças e quartas às 20h.

Com direção de Juliano Barone, adaptação e tradução de Marcus Daud e direção musical de Wagner Passos, a peça narra o drama dos cidadãos do pacato vilarejo Fuente Ovejuna, que sofrem com a tirania e as injustiças de um jovem comandante que foi enviado ao local para protegê-lo de possíveis ameaças. O abuso de poder e as desonras desse tirano provocam a revolta dos moradores da vila, que clamam por vingança e tentam fazer justiça com as próprias mãos. A trama é inspirada em eventos reais.

A ideia da encenação é criar uma discussão sobre o poder feminino, o machismo, o autoritarismo, os crimes de ódio atuais, as estruturas sócio-econômicas-sociais e a justiça popular. O trabalho é a segunda parte da “Trilogia da Taverna”, uma sequência de clássicos da dramaturgia encenados em uma instalação criada pelo multiartista Kleber Montanheiro. Esse espaço cênico simula um autêntico bar medieval, onde os espectadores dividem espaço com o cenário, os atores e os músicos. A primeira peça do projeto foi “O Impostor Geral”, do russo Nikolai Gogol.

O elenco é composto pelos atores Dudu Oliveira, Juliane Arguello, Marieli Goergen, Marcus Veríssimo, Monique Fraraccio, Pedro Casali, Alexandre Paes Leme, Pipo Belloni, Priscilla Dieminger, Thiago Azevedo, Luiz Amorim, Lucas Lentini, Lino Colantone e a musicista Lisi Andrade.

SINOPSE: A peça narra o drama dos cidadãos do pacato vilarejo Fuente Ovejuna (“fonte das ovelhas”, em português), que sofrem com a tirania e as injustiças de um militar, um jovem comandante que foi enviado ao local para protegê-los de possíveis ameaças. O abuso de poder e as desonras desse tirano que maltrata a população, provocam a revolta dos moradores da vila, que clamam por vingança. É uma peça sobre política. Tem a ver com o Absolutismo da época, mas também tem a ver com os dias atuais.

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Fuente Ovejuna

Com Dudu Oliveira, Juliane Arguello, Marieli Goergen, Marcus Veríssimo, Monique Fraraccio, Pedro Casali, Alexandre Paes Leme, Pipo Belloni, Priscilla Dieminger, Thiago Azevedo, Luiz Amorim, Lucas Lentini, Lino Colantone e a musicista Lisi Andrade

Centro Cultural São Paulo – Sala Adoniran Barbosa (Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso, São Paulo)

Duração 110 minutos

02 a 31/10

Terça e Quarta – 20h

$20

Classificação 16 anos.

FUENTE OVEJUNA

Fuente Ovejuna estreia dia 4 de março, sábado, às 17h no Viga Espaço Cênico. A montagem é direcionada ao público jovem e faz uma reflexão sobre o poder feminino. Espetáculo tem texto do dramaturgo espanhol Lope de Vega (1562 –1635), direção de Juliano Barone e tradução e adaptação de Marcos Daud.

Completam a ficha técnica Wagner Passos (direção musical), Joca Andreazza (preparação em máscara expressiva),Guryva Portela (direção de movimento), cenário, figurino e iluminação de Kleber Montanheiro e máscaras de Jair Corrêa.

O espetáculo é uma continuação do projeto“Trilogia da Taverna
, que busca transpor clássicos da dramaturgia mundial, para um espaço cênico alternativo, denominado “Sala Taverna”. A primeira parte da Trilogia foi a adaptação de “O Inspetor Geral” de Nikolai Gogol.

Sinopse
Em uma pacata vila espanhola, um jovem comandante é enviado para protegê-la de possíveis ameaças. Após desonrar a população de Fuente Ovejuna, enfrenta a ira de todos que clamam por justiça e vingança.

Fuente Ovejuna e sua Instalação Cênica
A apresentação acontece em uma instalação cênica, criada pelo multi-artista Kleber Montanheiro, que simula uma taverna onde os espectadores dividem o espaço cênico com os atores e músicos do espetáculo, acomodados em mesas que retratam um autêntico bar medieval.

“Trabalhar com a obra “Fuente Ovejuna” é falar diretamente para os jovens do séc. XXI sobre a questão do machismo, o autoritarismo e quais as faces da justiça. Ressalto a importância de discutir essas questões para repensarmos nossas atitudes diárias, criando um paralelo entre a ficção e a realidade”, conta Juliano Barone.

O espetáculo se conecta diretamente com o mundo atual ao expor situações que estão enraizadas na sociedade, “escancarar as ações cometidas pelo Comandante e seus capachos (personagens de Lope de Vega) é abrir para a discussão os crimes diários que vivemos. É dar voz a todas às crianças, jovens e mulheres que, a cada 11 minutos, são violentadas no Brasil; é valorizar o debate sobre a posição da mulher no séc. XXI; é discutir questões políticas relacionadas às nossas estruturas sócio-econômica-culturais; e, principalmente, questionar nossas atitudes perante as injustiças que vivemos”, enfatiza Juliano.

Fuente Ovejuna” coloca em questão a revolução imediata, a justiça feita pelo povo. Baseada em fatos reais, esta obra é uma forma de expor o hábito para assim questionar as atitudes que tomamos no dia a dia.

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Fuente Ovejuna
Com Alexandre Paes Leme, Dudu Oliveira, Gabriel Ferrara, Juliane Arguello, Marieli Goergen, Marcus Veríssimo, Monique Fraraccio, Pedro Casali, Pedro Monteiro, Pipo Belloni, Priscilla Dieminger, Robson Dasa e Thiago Azevedo. Musicista: Lisi Andrade.
Viga Espaço Cênico – Sala Tavera (R. Capote Valente, 1323 – Pinheiros, São Paulo)
Duração 100 minutos
04/03 até 24/06
Sábado – 17h
$40
Classificação 16 anos
 
Direção Geral: Juliano Barone.
Texto: Lope de Vega.
Tradução e Adaptação: Marcos Daud.
Direção Musical: Wagner Passos.
Técnico de Luz e Som: Rodrigo Holanda.
Treinamento em Máscara Expressiva:Joca Andreazza.
Direção de Movimento: Guryva Portela:
Confecção de Máscaras: Jair Correia.
Cenário / Figurino:Kleber Montanheiro.
Iluminação: Gabriele Souza, Jorge Leal e Kleber Montanheiro.
Adereços: Michele Rolandi e Tide Nascimento.
Cenotécnico: Evas Carretero.
Maquiagem: Gabriela Jovine.
Produção Geral: Tânia Reis.
Assistente de Produção: Daniela Duarte.
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio