TROPICALISTAS

Concluindo mais uma oficina teatral que reuniu atores, dançarinos e músicos, Ciro Barcelos, autor, diretor e coreógrafo leva ao palco da Funarte, o espetáculo: Tropicalistas.
O espetáculo conta a trajetória do movimento Tropicália, criado por vários artistas de renome, como, Torquato Neto, Hélio Oiticica, Caetano Veloso, Gilberto Gil, entre outros.
Visando a contação da trajetória do movimento em questão através da música, canto e dança, o espetáculo é conduzido por um roteiro das canções originais dos autores tropicalistas e texto autoral de Ciro Barcelos, interpretado por uma trupe de jovens atores que se unem em torno de um ideal, reviver o movimento cultural transgressor que tanto representou e representa nos dias de hoje para nossa cultura nacional.
O espetáculo é formado por 14 atores, com direção musical e execução ao vivo pela Banda Xabá, que compõe o elenco.
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Tropicalistas
Com Beatriz Freitas, Bruno Eustáquio, Carla Varjão, Diógenes Gonçalves, Eduardo Pascuti, Felipe Camelo, Gabriel Carvalho, José Esteves, Laiza Fernanda, Rafael Tesoto, Renata Toledo, Silvio Sanches, Tabata Campion, Vicente Henrique
Complexo Cultural Funarte SP (Alameda Nothmann, 1058 – Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 70 minutos
07 a 16/12
Sexta e Sábado – 20h30, Domingo – 19h30
$40
Classificação 16 anos

CANTOS DE COXIA E RIBALTA

O espetáculo musical original “Cantos de Coxia e Ribalta“, da Cia. de Teatro Lusco-Fusco, está de volta a São Paulo a partir de outubro de 2018, aos sábados às 20h e domingos às 19h, na Sala Carlos Miranda, dentro do Complexo Cultural Funarte SP. Os preços variam de R$ 25 a R$ 50, e os ingressos antecipados já podem ser adquiridos pelo site do espetáculo e da própria Cia.

Musical 100% autoral e brasileiro, “Cantos de Coxia e Ribalta” foi criado por Alef Barros e Gustavo Dittrichi, a partir do estudo de três vertentes artísticas: os personagens-tipos da commedia dell’arte, os ritmos musicais brasileiros e o teatro narrativo brasileiro; combinando esta nova abordagem com a bagagem de pesquisa cênica que a Cia. Lusco-Fusco já carrega; teatro e música (ou teatro musical).

Tanto o texto quanto as músicas são originais. O argumento (escrito por Gustavo Dittrichi) buscou livre inspiração na obra de Luis Alberto de Abreu; em especial no texto “O Auto da Paixão e da Alegria”. A linguagem cênica tem inspiração no musical “Godspell“, de Stephen Schwartz e John-Michael Tebelak. Já a música (escrita por Alef Barros) buscou referências na obra musical de Chico Buarque; nas composições de Baden Powell com Toquinho, em especial nos seus estudos e releituras dos cantos de terreiro e umbanda; e na bossa-nova em geral. Os arranjos musicais e composições gerais são de Dario Ricco, Hiago Guirra e Marco De Laet; e os arranjos vocais são de Joyce Roldan. A concepção cênica e estética é de Gustavo Dittrichi.

O espetáculo estreou em janeiro de 2018, e cumpriu sua primeira temporada até 4 de fevereiro. Em abril, foi convidado para participar do Festival de Teatro de Mauá 2018, encerrando a programação cultural do evento.

Para esta nova temporada, os arranjos vocais da peça foram revistos, números musicais foram alterados e pequenos detalhes foram incluídos para tornar a narrativa ainda mais poderosa – sem perder a característica que agradou ao público em sua temporada de estreia. Também foram selecionados novos artistas: Igor Patrocínio, que assume o papel do Jovem Ator; Yasmim Ribeiro, que alternará o papel de Dona da Cia. com Rodolfo Mozer, criando um novo jogo cênico para o espetáculo; Lucas Sansi (Ensemble e Swing) e Marcelo Fagundes (Ensemble). Eles se juntam aos artistas da primeira temporada: Gustavo Dittrichi (o Poeta), Marco De Laet (o Músico), Carolina Silveira (Jovem Atriz), Joyce Roldan (a Primadonna), Rodolfo Mozer (o Dono da Cia.), Beatriz Belintani (elenco de apoio), Isabella Costa (elenco de apoio) e Lais Helena (Ensemble e Swing). A volta do espetáculo prevê ainda participação de artistas convidados, que serão divulgados oportunamente.

O espetáculo cumpre temporada na Funarte até 28 de outubro; uma nova temporada em novembro também está prevista, a ser divulgada em breve.

O espetáculo tem patrocínio da Só Dança; apoio da ACENBI (Associação Cultural e Esportiva Nipo-Brasileira do Imirim), da Poiesis, das Fábricas de Cultura, doGoverno do Estado de São Paulo, da Funarte e do Ministério da Cultura. A produção e realização é da Lusco-Fusco Produções Artísticas.

Sinopse do espetáculo

Sob os sussurros da coxia e as luzes de ribalta, um grupo de atores se reúne para contar uma história. Entre o corre-vida e as chegadas e partidas dos trilhos de uma estação de trem, o público é apresentado a uma trupe de teatro em crise financeira, que corre o risco de ter seu teatro tomado por conta da especulação imobiliária. Um Poeta então é encarregado de criar uma grande obra teatral a fim de trazer de volta aos artistas os tempos áureos: é a última chance do Teatro sobreviver. Neste cenário, personagens tipificados, inspirados pelos tipos commedia dell’arte – o Dono da Cia., um Poeta, um Músico, uma Primadonna, um Jovem Ator sonhador e uma linda e ambiciosa Jovem Atriz – passam a viver seus próprios conflitos, que misturam-se com a própria história da peça que estão montando. Enquanto tentam contar a história, a realidade mistura-se com a ficção até que se tornem uma coisa só. A abordagem poética da paixão, da desilusão, da entrega, da inveja e competição, da morte e, sobretudo, da sensação de estar sempre tentando permanecer “de pé” e superar os obstáculos impostos pelo destino – sensação tão comum ao Teatro e também à vida cotidiana – são os ingredientes para mover o espetáculo.

CARMEN (5)

Cantos de Coxia e Ribalta

Com Igor Patrocínio, Yasmim Ribeiro, Rodolfo Mozer, Lucas Sansi, Marcelo Fagundes, Gustavo Dittrichi, Marco De Laet, Carolina Silveira, Joyce Roldan, Beatriz Belintani, Isabella Costa e Lais Helena

Funarte – Sala Carlos Miranda (Al. Nothmann, 1058 – Campos Elíseos, São Paulo)

Duração 135 minutos

06 a 28/10

Sábado – 20h, Domingo – 19h

$50

Classificação 12 anos

DOC A.A.A.

No período de 3 de novembro a 17 de dezembro, o Núcleo de Artes Cênicas apresenta, na Sala Arquimedes Ribeiro do Complexo Cultural Funarte SP, o espetáculo DOC. A.A.A.O espetáculo fica em cartaz de sextas a domingos, sempre às 19h. Os ingressos têm preços populares.

Em uma reunião de Adictos de Afeto Anônimos, os membros são livres para compartilhar o que sentem, em um ambiente sem julgamentos. Em comum, o que temos de mais humano: a dependência afetiva, a necessidade de ser amado e de amar, muitas vezes, sem limites. O espetáculo faz um apelo para que o público reconheça e acolha sua condição humana.

Sobre o Núcleo de Artes Cênicas

O Núcleo de Artes Cênicas (NAC) é um espaço de investigação das Artes Cênicas, que oferece gratuitamente um curso anual de atuação teatral tendo em vista questionamentos de paradigmas tanto da linguagem cênica quanto das práticas humanas do nosso tempo.

O NAC é coordenado por Lee Taylor, mestre em Pedagogia do Teatro – Formação do Artista Teatral junto ao Programa de Pós Graduação em Artes Cênicas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (PPGAC/ECA/USP).

O curso de atuação do NAC é desenvolvido em três módulos, com duração aproximada de dez meses no total, sendo o primeiro dedicado ao aperfeiçoamento artístico de cada participante (quatro meses), o segundo à construção de uma obra teatral que estimule a criação autoral do elenco (quatro meses) e o terceiro à temporada do espetáculo (dois meses).

O NAC foi criado em 15 de abril de 2013 e desde a sua inauguração tem estabelecido parcerias com diferentes instituições, que apoiam e abrigam as atividades do curso e as temporadas dos espetáculos. Nos anos de 2014 e 2015 o NAC foi selecionado para o programa “Obras em Construção” da Casa das Caldeiras, onde realizou residência artística. A partir de 2016, o NAC estabeleceu uma parceria com o TUSP e com a Funarte SP.

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DOC. A.A.A.
Com Anderson Vianna, Flávia Meyer, Giovanna Siqueira, Livia Matuti, Paulo Victor Gandra, Rebeca Ristoff
Complexo Cultural Funarte SP – Sala Arquimedes Ribeiro (Alameda Nothmann, 1058, Campos Elíseos – São Paulo)
Duração 90 minutos
03/11 até 17/12
Sexta, Sábado e Domingo – 19h
$20
Classificação 14 anos

O ESPECTADOR CONDENADO À MORTE

Escrito em 1985 durante a ditadura romena, O Espectador Condenado à Morte retrata uma sessão de julgamento cômica e absurda e chega com temporada a partir de quarta-feira, 4 de outubro na Funarte São Paulo. Encenado pela Companhia Teatro da Dispersão, o texto de Matéi Visniec tem direção de Thiago Ledier e a temporada acontece até 12 de novembro, de quarta a sábado, às 20h30, e domingo, às 19h30.

Na trama, Procurador, Defensor, Escrivão e até mesmo o Juiz estão envolvidos em uma intensa disputa para incriminar um réu. Durante uma cômica sessão de julgamento, eles criam provas e contam com testemunhas pouco confiáveis para convencer um espectador de que ele deve ser condenado à morte.

Para ilustrar um julgamento que não segue qualquer protocolo e rompe com aspectos morais, éticos e institucionais, o texto traz elementos do Teatro do Absurdo, explicitados na encenação por meio de elementos da farsa e da comédia física.

O espetáculo conta com um cenário que retrata um tribunal com o mínimo de objetos cênicos, e utiliza recursos tecnológicos: ao longo da narrativa, pessoas da plateia são fotografadas e apresentadas em um telão como “evidências” que reforçam algumas das teorias apresentadas pelos advogados.

O Espectador Condenado à Morte provoca a discussão sobre temas urgentes diante da realidade sócio-política brasileira, como intolerância, discursos de ódio, manipulação das instituições em benefício próprio e episódios de justiça com as próprias mãos. E, ao colocar o espectador como protagonista, questiona como a omissão de cada indivíduo também é responsável pela consolidação de regimes que violam os princípios democráticos e os direitos fundamentais de cada um.

Debates

Serão realizados 3 debates após apresentação do espetáculo (ainda falta confirmar nomes e palestrantes):

  • 08/10– Matéi Visniec e o Teatro do Absurdo
  • 22/10– A banalização do ódio e as ameaças aos Direitos Universais
  • 29/10– As novas arenas de construção do discurso de ódio

Leia nossa Opinião quando vimos a montagem no ano passado – https://goo.gl/uV1eBm

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O Espectador Condenado à Morte
Com André Camargo, Cadu Batanero, Caio Balthazar, Drica Czech, Guilherme Iervolino, Patrícia Vieira Costa, Raphael Nespule, Rony Álvares, Vanessa Rodrigues
Funarte – Sala Carlos Miranda (Alameda Nothmann, 1058 – Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 75 minutos
04/10 até 12/11
Quarta, Quinta, Sexta e Sábado – 20h30, Domingo – 19h30
$20 (entrada gratuita aos domingos – retirar ingressos na bilheteria 1 hora antes do início)
Classificação 14 anos

TALVEZ SEJA AMOR

O Coletivo Duo, formado pela atriz Mayara Dornas e pelo ator e diretor Fabiano Lana, estreia no dia 14 de setembro na Funarte – SP o monologo Talvez seja Amor, o primeiro trabalho do grupo. O espetáculo estreou em outubro de 2013 no Teatro SESI HOLCIM de Belo Horizonte.

Durante a temporada na capital mineira em 2014 a peça recebeu indicação na categoria de MELHOR ATRIZ pelo “I PRÊMIO COPASA SINPARC DE ARTES CÊNICAS”- MG/BH e 03 estrelas da Revista Veja BH. Ainda no mesmo ano, participou do “II Festival del Monólogo Latinoamericano y Prêmio Terry” em Cuba, recebendo Menção Honrosa de Atuação Feminina no festival.

O livro “Fragmentos de um Discurso Amoroso” escrito pelo filósofo francês, Roland Barthes, foi o ponto de partida para o grupo dissertar sobre o amor. O espetáculo reflete sobre o posicionamento do ser humano diante da relação amorosa, apresentando ironia, clichês, dramas, contraposições dos discursos amorosos de sete personagens, convidando a plateia a pensar sobre as atitudes em suas relações amorosas.

O trabalho é fruto das pesquisas realizadas pela atriz Mayara Dornas, sobre o ator criador, em diálogo com a pesquisa de Fabiano Lana, sobre projeção mapeada na composição visual da cena. Na criação foi priorizado dois pontos fundamentais, o discurso artístico acessível e a o trabalho corporal da atriz.

SINOPSE: Livremente inspirado no livro “Fragmentos de um Discurso Amoroso” de Roland Barthes, e na exploração dos clichês das relações amorosas, o espetáculo “Talvez seja Amor” apresenta sete mulheres que levantam questionamentos sobre o amor com a dor e a delícia, o encontro e o desencontro de vivê-los.

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Talvez Seja Amor
Com Mayara Dornas
Funarte – Sala Renée Gumiel (Alameda Nothmann, 1058 – Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 55 minutos
14/09 até 01/10
Quinta, Sexta e Sábado – 20h30, Domingo – 19h30
$20
Classificação 14 anos

 

A PEQUENA MORTE

Pela primeira vez se dirigindo e dançando, a bailarina Lavinia Bizzotto buscou inspiração na obra da fotógrafa americana Francesca Woodman, que se suicidou aos 22 anos, para criar Pequena Morte. Em São Paulo, as apresentações acontecem de 6 a 16 de julho, na Sala Renée Gumiel, na FUNARTE. Contemplado pelo Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna 2014, o espetáculo estreou em Belo Horizonte em junho.

Essa é a primeira vez que Lavinia dirige e coreografa um solo para si mesma. Nos dois solos anteriores, ela trabalhou com Juliana Moraes (Solo Na Dobra do Tempo– 2008) e Vanessa Macedo (Solo Sem Titulo– 2014). Ainda assim, ela divide a concepção com Alexandre Maia e tem Vanessa Macedo como parceira coreográfica e na colaboração dramatúrgica, além de contar com a colaboração artística de André Liberato.

Para Lavinia, A Pequena Morte foi um grande e intenso desafio. Foi graças a esse trabalho que ela pode se aprofundar em propostas diversas, mas com uma possibilidade de continuar sua pesquisa de linguagem corporal  e cênica. “Me deixei afetar pelas imagens da Francesca, pelas provocações dos meus três colaboradores e isso me trouxe um olhar profundo sobre o intérprete da cena e do diretor que me deixou muito realizada. Usar o meu corpo como um laboratório criativo para além do que um diretor pede foi uma experiência pessoal muito rica”.

Feminino

Foi navegando na internet que Lavínia teve seu primeiro contato com uma foto de Francesca Woodman. “Fiquei muito impactada com a imagem de uma mulher nua se misturando com uma parede descascada, como se fossem uma coisa só. Fui pesquisar mais sobre o trabalho dela e me deparei com uma linguagem estética muito própria e que tinha  muito a ver com o que eu gostaria de falar naquele momento”, explica.

Buscando uma fusão com os retratos da fotógrafa Francesca Woodman, Lavinia Bizzotto experimenta esse universo na busca de um corpo que é atravessado pelo tempo, pela delicadeza e força, pela dor e sensualidade e por suas próprias memórias como artista e mulher.

A Pequena Morte aborda a falta de identidade, feminilidade, sexualidade e morte. “Francesca fotografa mulheres, partes dos corpos e cenários sujos, crus e inóspitos, sempre com algum borrão na cena, mas identificando que existe uma figura humana ali. Busquei então trazer o universo dela para o meu corpo explorando o mistério, a degradação, o surrealismo e a delicadeza dessas mulheres. Tentando, assim, revelar as inúmeras possibilidades do ser feminino através das suas representações visíveis e inconscientes”, fala Lavinia.

Apesar de ter falecido no começo da década de 80, o trabalho de Francesca ainda é muito atual. A bailarina afirma: “Francesca questiona e confronta padrões femininos estabelecido dentro do seu contexto histórico, mas que são muito atuais ainda”.

Não é só o corpo de Lavinia que coloca em cena a linguagem da fotógrafa americana. O figurino do solo também dialoga com o universo feminino e com o tempo. Em cena, existe uma mulher que vai se despindo e revelando várias outras mulheres, levando para o espetáculo uma estética que relembre imagens do feminino, do grotesco e do mistério. O cenário, todo em madeira, busca uma dramaturgia que remeta a um ambiente onde essa mulher transita entre suas memórias, desejos e dores. É composto por uma cadeira uma mesinha e um banco alto. O desenho de luz completa esse ambiente de sombras e mistério.

Oficinas

Além do espetáculo, Lavinia Bizzotto, em parceria com Alexandre Maia, irá também oferecer uma oficina de dança contemporânea durante a temporada. Durante duas horas, os artistas explorarão com os participantes alguns dos procedimentos utilizados no processo criativo do espetáculo A Pequena Morte.

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A Pequena Morte
Com Lavinia Bizzotto. 
Complexo Cultural Funarte SP – Sala Renée Gumiel (Alameda Nothmann, 1058, Campos Elíseos – São Paulo)
Duração 45 minutos
06 a 16/07
Quinta, Sexta e Sábado – 20h; Domingo – 19h
$20
Classificação 16 anos
 
Oficina com Lavinia Bizzotto e Alexandre Maia – 15 de julho, às 14 horas
Inscrições para a oficina pelo e-mail – edsonbeserra@gmail.com

CERTA VEZ NUMA ILHA

Certa Vez Numa Ilha é uma adaptação de “Once on This Island” que teve sua estreia na Broadway em 1990 e agora estreia no próximo dia 3 de junho na Sala Guiomar Novaes na Funarte, é uma história de preconceito, ódio, amor e morte.

Com o livro e as letras de Lynn Ahrens, o espetáculo conta a história de uma menina camponesa, que salva um menino rico do outro lado de uma ilha do Caribe. Eles se apaixonam, mas o menino deve se casar dentro de sua própria classe social.

O status social não é a única tensão no relacionamento de Daniel e Ti Moune. O deus da morte, o deus da água e a deusa da terra zombam do amor de Ti Moune por Daniel. A única que os defende é Erzulie, Deusa do Amor.

Ouvimos falar muito sobre o tal do amor, mas será que o amor é mais forte que tudo? Esse… Esse amor verdadeiro, que as vezes vem com sacrifício, mas sempre com esperança. É uma das questões que pretendemos refletir nessa montagem.

SINOPSE

Em meio a uma tempestade, 17 atores são os camponeses de uma ilha do caribe que resolvem contar a história de Ti Moune, uma menina pobre que se apaixona por Daniel, um menino rico do outro lado da ilha, que sofre um acidente de automóvel. Quando Daniel é devolvido ao seu povo, os deuses que governam o local guiam Ti Moune numa missão para testar a força do seu amor contra as poderosas forças do preconceito, do ódio e da morte.

 

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Certa Vez Numa Ilha
Com Márcia Oliveira, Léo Machado, Luci Salutes, Renato Albano, Wesley Souza, Thais Morais, Tarcísio Serasso, Stefani Dourado, Wagner Lima, Nina Rodrigues, Valmir D’Fiama, Dandara Ohana, Dagliane Natielle, Matheus Vieira, Matheus Autran, Wellington Santos e Thais Pereira.
Funarte – Sala Guiomar Novaes (Al. Nothman, 1058 – Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 70 minutos
03/06 até 16/07
Sábado e Domingo – 16h
$40
Classificação Livre