5 MOTIVOS (+1) PARA ASSISTIR “GABRIELA, UM MUSICAL”

Após 58 anos de ter sua história contada em livro, através das mãos de Jorge Amado, Gabriela estreia hoje no Teatro Cetip, em São Paulo. E João Falcão, o diretor e adaptador, inovou – o livro virou um musical.

Fomos assistir “Gabriela, um Musical” e ficamos já apaixonados. O espetáculo é gostoso de se ver; surpreende pelas escolhas do diretor pela forma de contar a peça; o elenco é maravilhoso; você não percebe o tempo passar.

Com certeza, um musical que deve ser visto e revisto. Uma vez só não dá conta para tudo o que se passa no palco. Para fazer com que você vá também ao Teatro Cetip assistir “Gabriela, um Musical“, escolhemos cinco motivos (mais um).

 

1 – A história

A obra de Jorge Amado é um dos seus mais célebres romances. Já foi traduzida para mais de trinta idiomas. Foi adaptada para a televisão, cinema, teatro e até quadrinhos. A história é do ciclo do cacau. Mostra a cidade de Ilhéus (Bahia) que ainda vive sob o domínio dos coronéis do cacau (coronel Ramiro Bastos), mas que está num período de mudança pela chegada da modernidade, através da vinda do estrangeiro (o empresário Mundinho Falcão). É este que trará o novo para a cidade, através da abertura do porto da cidade aos grandes navios.

E no meio de tudo isso, tem-se a história de Gabriela, um espírito livre. Fugida da seca, ela chega a Ilhéus e conhece o turco Nacib. Vai trabalhar para ele no seu restaurante, o Vesúvio. Ambos se apaixonam. Mas no momento em que Nacib quer prendê-la – através do casamento e de todas as convenções conjugais – ela foge. Afinal, ela “nasceu assim, vai ser sempre assim…”

Em “Gabriela, um Musical”, de João Falcão, a história (e seus personagens) é o centro do espetáculo. As canções, os figurinos, a iluminação estão lá dar suporte para que ela seja bem contada.

2 – Daniela Blois

Entre cerca de 700 candidatas, João Falcão apaixonou-se por Daniela Blois, uma paraense, formada em medicina e que cantava na noite de Manaus. E você também se apaixonará. Esqueça o papel de sedutora vivida por Sônia Braga na tv e no cinema. A Gabriela de Daniela Blois (e de João Falcão) mistura um quê de inocência com o frescor da juventude.

Mesmo sendo seu primeiro trabalho, Daniela solta-se no palco (na coletiva, ela estava bem mais contida). Atua e canta muito bem. Ela criou a sua Gabriela. E, sem sombra de dúvida, conquistará a plateia.

3 – Elenco

João Falcão gosta de trabalhar com o ator. Deixa-o livre para poder receber seu feedback, e com isso, vai orientando-o em como construir o personagem. Tanto que no início dos ensaios, nenhum dos atores (excluindo Daniela Blois) sabia qual personagem faria. Ele queria testá-los, percebê-los. Queria que o personagem aflorasse no ator. E o resultado? Cada ator faz mais de um personagem (seja homem, mulher, jovem ou de idade).

O que se vê no palco é um conjunto da escolha do elenco por parte de João Falcão e equipe; o trabalho do próprio ator (um elenco primoroso); e a preparação corporal e coreográfica de Lu Brites. Para fazer jus, tem-se que parabenizar todo o elenco pelo trabalho apresentado. Realmente, um trabalho de equipe.

4 – Iluminação, Visagismo e Arte

No palco chove, faz sol, escurece, vê-se a luz da lua pela fresta do telhado, sente-se o calor insuportável do sertão nordestino,… Circulam coronéis, empresários, retirantes, senhoras de idade, crianças, estudantes,… Tudo em um palco limpo com três esteiras rolantes, por onde passam os cenários e atores. Cada cena é uma surpresa para a visão.

Resultado do trabalho das mãos de Cesar de Ramires e equipe (design de luz); Simone Momo e Roger Ferrari e equipe (visagismo), e Simone Mina e equipe (arte, cenografia e figurinos)

5 – Música

A música é mais um personagem da peça. Um não. São 30 personagens (canções) que se apresentam no palco durante os 160 minutos. Todos foram escolhidas por João Falcão em conjunto com Tó Brandileone.

No musical, estão presentes os clássicos da tv (Modinha para Gabriela, Tema de Amor de Gabriela e Vatapá) com novas escolhas. Passeiam pelo palco Gonzaguinha, Vinícius de Moraes, Milton Nascimento, Marisa Monte, Pixinguinha, Martinho da Vila, Skank, Lulu Santos, entre outros.

E todas as canções em arranjos feitos por Tó Brandileone com Guilherme Borges (que também atua na peça)

Tivemos que criar o sexto motivo para falar dele, já que se faz presente em todos os outros cinco motivos citados acima.

6 – João Falcão

João Falcão é único. Você sabe reconhecer seus trabalhos. E a cada novo, ele consegue surpreender. Por mais que você o assista, mais impressionado ficará pela forma que ele conta a nova história. Ele não se repete, ele se aprimora. Ele exerce o papel de maestro de uma orquestra. João instiga e inspira o trabalho de todos os envolvidos para transformar em um lindo espetáculo.

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Gabriela, um Musical

Com Almério, Bruce de Araujo, Bruno Quixotte, Daniela Blois, Danilo Dal Farra, Eliane Carmo, Frederico Demarca, Guilherme Borges, Ingrid Gaigher, Isadora Melo, Juliana Linhares, Leo Bahia, Luciano Andrey, Luísa Vianna, Mauricio Tizumba, Marcel Octavio, Natasha Jascalevich, Rafael Lorga, Tamirys O’hanna, Thomás Aquino e Vinicius Teixeira.
Teatro Cetip (Rua dos Coropés, 88 – Pinheiros, São Paulo)
Duração 160 minutos
09/06 até 07/08
Quinta e Sexta – 21h; Sábado – 17h e 21h; Domingo – 16h e 20h
Recomendação livre
$50 / $190

GABRIELA, UM MUSICAL (MATÉRIA)

Gabriela, um dos personagens mais icônicos da nossa literatura (e também da nossa televisão), saiu das páginas do livro de Jorge Amado e chegou aos palcos do Teatro Musical Brasileiro. A partir de 9 de junho, “Gabriela, um musical” estará em cartaz, de quinta a domingo, no Teatro Cetip, com direção de João Falcão e produção da Caradiboi Arte e Esportes.

O espetáculo é baseado no livro “Gabriela, Cravo e Canela”, um dos mais célebres romances de Jorge Amado, lançado em 1958.

Vinda do agreste, Gabriela chega a Ilhéus em 1925, em busca de trabalho. É levada do ‘mercado dos escravos’, lugar onde acampam os retirantes, pelo árabe Nacib. O dono do bar Vesúvio não atenta de imediato para a beleza da moça, escondida sob os trapos e a poeira do caminho. Não tarda, porém, a descobrir que ela tem a cor da canela e o cheiro do cravo. Em breve, todos os homens da cidade vão se render aos encantos de Gabriela.

Ela assume a cozinha do bar, e o Vesúvio ferve por conta do tempero e da presença inebriante de Gabriela. Apaixonado, o ciumento Nacib decide que o melhor é se casar. Gabriela passa a ter obrigações que não combinam com seu espírito livre e rústico. No entanto, não se deixa subjugar. Nacib a flagra na cama com Tonico Bastos e manda anular o casamento. Mas Gabriela ainda voltará a ser sua cozinheira e a frequentar sua cama.

Gabriela, cravo e canela narra o caso de amor entre o árabe Nacib e a sertaneja Gabriela e compõe uma crônica do período áureo do cacau na região de Ilhéus. Além do quadro de costumes, o livro descreve alterações profundas na vida social da Bahia dos anos 1920: a abertura do porto aos grandes navios leva à ascensão do exportador carioca Mundinho Falcão e ao declínio dos coronéis, como Ramiro Bastos. É Gabriela quem personifica as transformações de uma sociedade patriarcal, arcaica e autoritária, convulsionada pelos sopros de renovação cultural, política e econômica.(site Jorge Amado)

“Gabriela, um Musical”

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Almali Zraik (Caradiboi Arte e Esportes), Daniela Blois, Maurício Tizumba, João Falcão (diretor), Tó Brandileone (diretor musical) e Kevin Wallace (produtor)

O projeto de transformar o livro em um musical, começou quando o produtor irlandês, Kevin Wallace, conheceu o trabalho do diretor João Falcão, quando viu o espetáculo “Clandestinos“. Kevin ficou encantado com o que assistiu e resolveu que gostaria de produzir algo com João Falcão.

Não sabia que ele trazia este teatro físico, o uso do texto e esta ‘fisicalidade’ do trabalho do ator em conjunto. É uma linguagem teatral única, não vista em qualquer outro lugar do mundo“, disse Kevin.

Ao ser questionado sobre qual obra gostaria de levar aos palcos, João foi assertivo – “Gabriela“. Neste meio tempo, Almali Zraik, sócia da Caradiboi Arte e Esportes, também foi sondada para produzir a peça e trabalhar com João Falcão. A parceria estava formada. Mas isto foi em 2010. Tiveram que aguardar até 2016 para conseguirem transformar o projeto em realidade.

O processo de criação

Tirando Daniela Blois, que viverá Gabriela, todo o elenco selecionado não soube qual papel faria no início dos ensaios. Isto porque João Falcão gosta de ser inspirado pelo ator enquanto vai construindo a montagem.

Todos tiveram oportunidade de viver e experimentar os personagens. Com isso, João ia vendo como eles reagiam, o que agregavam ao personagem. Como o diretor também foi o roteirista da peça, ele “mudava o rumo do personagem, o tamanho da participação dele, de acordo com o que vejo, com o que me inspira“.

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Para narrador do espetáculo, João escolheu o personagem Tuísca, já na sua velhice (vivido por Maurício Tizumba). São apresentadas as lembranças deste menino vendedor de doces de Ilhéus e que apresentou Gabriela para o Nacib; da sua amizade com Gabriela, com quem brincava de corrupio e de soltar pipa; e que quando cresceu, foi para o circo, por isso de suas roupas coloridas.

A cenografia é abstrata, ao invés de retratar fielmente onde acontece a história. “O que eu gosto no teatro é a representação. Você tem que imaginar o seu entorno. A gente nunca vai ficar parecido com a realidade como o cinema e a televisão. O teatro para mim é exatamente ser distante da realidade e mesmo assim te tocar, porque você fantasia e te provoca, como a literatura“.

No palco, há muitas armações de metal e também esteiras rolantes, uma característica do teatro de João Falcão em parceria com Simone Mina. Os cenários se completam com a linda e eficaz iluminação desenhada por Cesar de Ramires.

Quanto as canções que compõem a parte musical do espetáculo, João Falcão e Tó Brandileone, que é o diretor musical, resolveram escolher músicas já existentes, que “algumas parecem ter sido compostas para o musical, tamanho o grau de integração com o que acontece em cena’, revela o diretor.

Tó Brandileone disse que trabalha sempre com a dramaticidade da canção. Para o espetáculo “a minha visão dramatúrgica dos arranjos fica elevada a ‘teatralésima’ potência. Tudo que está sendo cantado é fala de personagem, faz parte do texto. O meu trabalho é fazer com que o arranjo sirva a canção e não o contrário“.

Com isso, há um verdadeiro caldeirão de ritmos brasileiros. Encontramos canções clássicas de Dorival Caymmi (“Vatapá”), Milton Nascimento (“Cais”) e Martinho da Vila (“Disritmia”), com pérolas pop de Arnaldo Antunes (“Volte Para o Seu Lar”) e Marisa Monte (“Vilarejo”).

A importância do romance

O livro é um sucesso de público e crítica. No ano seguinte ao seu lançamento, ganhou os prêmios: Machado de Assis (Instituto Nacional do Livro – RJ) e Jabuti (Câmara Brasileira do Livro – SP), entre outros. Jorge Amado foi eleito para a Academia Brasileira de Letras, em 1961, graças também ao livro.

Gabriela, Cravo e Canela” foi traduzido para mais de trinta idiomas, sendo o livro de Jorge Amado, com o maior número de traduções. Foi adaptado para novela (TV Tupi, em 1961; e TV Globo, em 1975 e 2012), cinema, teatro, espetáculo de dança, quadrinhos e agora teatro musical.

Gabriela, um Musical
Com Almério, Bruce de Araujo, Bruno Quixotte, Daniela Blois, Danilo Dal Farra, Eliane Carmo, Frederico Demarca, Guilherme Borges, Ingrid Gaigher, Isadora Melo, Juliana Linhares, Leo Bahia, Luciano Andrey, Luísa Vianna, Mauricio Tizumba, Marcel Octavio, Natasha Jascalevich, Rafael Lorga, Tamirys O’hanna, Thomás Aquino e Vinicius Teixeira.
Teatro Cetip (Rua dos Coropés, 88 – Pinheiros, São Paulo)
Duração 160 minutos
09/06 até 07/08
Quinta e Sexta – 21h; Sábado – 17h e 21h; Domingo – 16h e 20h
Recomendação livre
$50 / $190
Adaptação e Direção: João Falcão
Direção Musical: Tó Brandileone
Músicos: Antonio Loureiro, Danilo Penteado, Edson Santanna, Maria Beraldo Bastos e Rafa Barreto
Produção Geral: Almali Zraik
Colaboração na Adaptação de texto: Adriana Falcão
Arranjos Vocais: Tó Brandileone e Guilherme Borges
Diretora de Arte e Figurinos: Simone Mina
Cenografia: Simone Mina e João Falcão
Coreografia e Preparação Corporal: Lu Brites
Visagismo: Simone Momo e Roger Ferrari
Design de Som: Tocko Michelazzo
Design de Luz: Cesar de Ramires
Diretor Técnico: Rinaldo Marx
Coordenadora de Produção: Martha Lozano
Diretor Assistente: Clayton Marques
Diretora Residente: Sabrina Mirabelli
Preparação Vocal: Rafael Barreiros
Assistente de Diretor Musical: Guilherme Borges
Assessoria de Imprensa: Factoria Comunicação

 

GABRIELA, UM MUSICAL

Gabriela é um raríssimo caso de personagem literário que entrou para o imaginário coletivo nacional. Saída das páginas do clássico romance escrito por Jorge Amado em 1958, ela ganhou as telas – em um filme e três novelas –, se transformou em ícone de brasilidade e alcançou imenso sucesso popular por diversas gerações. Pela primeira vez, a história de Gabriela será vista em uma versão para teatro musical, criada pelo diretor João Falcão.

A partir de 9 de junho, um elenco de 21 atores subirá ao palco do Teatro Cetip para reviver o caso de amor entre Gabriela e Nacib, cujo pano de fundo é a série de transformações culturais, políticas e econômicas que a Bahia dos anos 1920 sofria. Escolhida entre mais de 700 candidatas, a cantora paraense Daniela Blois terá o desafio de interpretar o papel-título, eternizado por Sonia Braga no cinema. ‘Gabriela, Um Musical’ conta com a direção musical de Tó Brandileone e realização da Caradiboi, da produtora Almali Zraik.

João Falcão se debruçou sobre ‘Gabriela, Cravo e Canela’ há oito anos, quando começou a maturar a ideia de transformar o romance em musical. Com o elenco do musical escolhido, João deu início a um período de ensaios marcado pela experimentação e também pela colaboração dos atores no processo criativo. Somente Daniela Blois sabia que a sua personagem seria Gabriela, mas todo o elenco foi descobrindo – junto com o diretor – as suas funções durante a preparação. ‘Gosto de observar o que o ator tem a oferecer para cada personagem. O ator acaba escolhendo o personagem’, conta o diretor, que teve o desafio de lidar com uma história extremamente conhecida de todo o público.

Ao contrário das versões para TV e o cinema, a versão teatral se distancia de uma abordagem mais naturalista. Desta vez, uma cenografia abstrata faz uso de muitas armações de metal e também de esteiras rolantes, elementos que já se tornaram marcas do teatro de João Falcão. Ao abrir mão de um cenário realista, o diretor procura sublinhar a teatralidade das cenas e também deixar aparecer o texto, adaptado por ele nos últimos cinco meses e lapidado no período de ensaios.

Em cena, a banda composta por cinco músicos aparece durante todo o tempo. Responsável pela direção musical, o músico Tó Brandileone, (um jovem músico paulistano integrante do projeto ‘5 a seco que já se apresentou com importantes nomes da música brasileira) traduz para os arranjos toda a mistura cultural abordada no romance de Jorge Amado.

Desta maneira, as quase trinta canções se inseriram de forma orgânica à dramaturgia. ‘Algumas parecem ter sido compostas para o musical, tamanho o grau de integração com o que acontece em cena’, revela o diretor, que procurou fazer do repertório um verdadeiro caldeirão de ritmos brasileiros. Assim, ficam lado a lado canções clássicas de Dorival Caymmi (‘Vatapá’), Milton Nascimento (‘Cais’) e Martinho da Vila (‘Disritmia’), com pérolas pop de Arnaldo Antunes (‘Volte Para o Seu Lar’) e Marisa Monte (‘Vilarejo’).

Gabriela chega a Ilhéus em 1925, fugida de uma terrível seca no agreste. O sírio Nacib, dono do bar Vesúvio, a encontra no “mercado dos escravos” e a leva para trabalhar em seu estabelecimento. De início, ele não repara na beleza da moça, escondida sob os trapos e a poeira do caminho, mas logo ele se rende aos seus encantos, assim como boa parte dos vizinhos.

Por conta da comida de Gabriela, o Vesúvio passa a receber cada vez mais clientes, todos seduzidos pelo tempero e pela presença inebriante da cozinheira. Após se casar com Nacib, Gabriela tem conflitos com as obrigações conjugais que vão de encontro ao seu espírito livre.

Temperada com muita sensualidade, a narrativa romântica de Jorge Amado mostra um rico panorama dos costumes da época e das transformações pelas quais a Bahia da década de 20 passava. Com a abertura do porto aos grandes navios, são inevitáveis o declínio dos coronéis, como Ramiro Bastos, e a ascensão de um novo perfil de empresário, personificado por Mundinho Falcão. Gabriela personifica ainda todas as rupturas trazidas por esta nova configuração de sociedade.

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Gabriela, um Musical
Com Almério, Bruce de Araujo, Bruno Quixotte, Daniela Blois, Danilo Dal Farra, Eliane Carmo, Frederico Demarca, Guilherme Borges, Ingrid Gaigher, Isadora Melo, Juliana Linhares, Leo Bahia, Luciano Andrey, Luísa Vianna, Mauricio Tizumba, Marcel Octavio, Natasha Jascalevich, Rafael Lorga, Tamirys O’hanna, Thomás Aquino e Vinicius Teixeira.
Teatro Cetip (Rua dos Coropés, 88 – Pinheiros, São Paulo)
Duração 160 minutos
09/06 até 07/08
Quinta e Sexta – 21h; Sábado – 17h e 21h; Domingo – 16h e 20h
Recomendação livre
$50 / $190
Adaptação e Direção: João Falcão
Direção Musical: Tó Brandileone
Músicos: Antonio Loureiro, Danilo Penteado, Edson Santanna, Maria Beraldo Bastos e Rafa Barreto
Produção Geral: Almali Zraik
Colaboração na Adaptação de texto: Adriana Falcão
Arranjos Vocais: Tó Brandileone e Guilherme Borges
Diretora de Arte e Figurinos: Simone Mina
Cenografia: Simone Mina e João Falcão
Coreografia e Preparação Corporal: Lu Brites
Visagismo: Simone Momo e Roger Ferrari
Design de Som: Tocko Michelazzo
Design de Luz: Cesar de Ramires
Diretor Técnico: Rinaldo Marx
Coordenadora de Produção: Martha Lozano
Diretor Assistente: Clayton Marques
Diretora Residente: Sabrina Mirabelli
Preparação Vocal: Rafael Barreiros
Assistente de Diretor Musical: Guilherme Borges
Assessoria de Imprensa: Factoria Comunicação