EXPLICANDO ‘ANNIE, O MUSICAL’

Nesta quinta, 30 de agosto, o Teatro Santander abre as cortinas para “Annie, o Musical“. O espetáculo é a mais nova produção do Atelier de Cultura (“A Noviça Rebelde“, “O Homem de La Mancha“, “A Madrinha Embriagada“).

O elenco é encabeçado por Miguel Falabella (que a princípio seria só o diretor do espetáculo) e Ingrid Guimarães (estreando em musicais). Ambos são acompanhados por nomes conhecidos do nosso teatro musical, como Cleto Baccic, Sara Sarres, Ester Elias, entre outros.

Para viverem as garotas órfãs do musical, foram escolhidas 21 meninas dentre as 3.500 que participaram das audições realizadas pelo país. A personagem título será interpretada por Luiza Gattai, Maria Clara Rosis e Sienna Belle (são 3 elencos infantis).

A melhor amiga de Annie, a cadelinha Sandy, será interpretada pelos cães Lisa e Scott, da raça Podengo Português .

Um gênio domado

Miguel Falabella mantém uma forte conexão com o musical, afinal foi o primeiro espetáculo adulto que viu, em 1979, em Londres. A possibilidade de montá-lo no país o acompanha desde 2015, quando o Atelier de Cultura comprou os direitos do musical e começou a produção.

É um musical complexo, com arranjos grandiosos e vocalmente difícil. Mas, como o projeto vem sendo construído desde 2015, tive tempo para cuidar de detalhes na tradução, especialmente da canção mais conhecida, ‘Tomorrow’“, afirmou o ator para o jornalista Ubiratan Brasil (Estadão).

miguel-1Para se transformar diariamente no seu personagem, Falabella utilizaria, a princípio, uma prótese na cabeça. Mas depois que viu o trabalho que teria, preferiu raspar os cabelos, surpreendendo a todos com o novo visual.

Mas essa será a única surpresa que ele dará a sua plateia. Conhecido por seus cacos, que fazem todos rir (inclusive seus companheiros de elenco), neste musical, Falabella terá que seguir o texto integralmente, visto que os detentores dos direitos originais da montagem não permitem nenhuma adaptação no musical.

(Uma pena, pois estava previsto que o famoso muralista brasileiro, Eduardo Kobra, faria parte da confecção dos cenários.)

Tudo começou nas tirinhas

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Harold Gray

O musical é baseado na tira em quadrinhos “Little Orphan Annie” (“Pequena Órfã Annie”), criada por Harold Gray, e lançada no jornal Daily News em 1924 (Nova Iorque, EUA).

As histórias são sobre as aventuras de Annie, sua cadela Sandy e seu benfeitor, o empresário milionário Oliver Warbucks. Através de suas tiras, Gray falou para seus leitores adultos sobre sindicato trabalhista, a política New Deal e o comunismo (assuntos que estavam na moda nos Estados Unidos), entre outros temas.

O sucesso da pequena órfã foi tanto que suas aventuras deram origem a um programa de rádio (1930), a um musical da Broadway (1977), e três adaptações de filme para o cinema (1982, 1999 e 2014).  Mas infelizmente a popularidade das tirinhas foi caindo ao passar dos anos. Quando foi cancelada, em 2010, somente 20 jornais em todo o país imprimiam as histórias em suas páginas.

Dos quadrinhos aos palcos da Broadway

Annie, o Musical” estreou na Broadway pelas canções de Charles Strouse (música) e Martin Charnin (letras), e o enredo de Thomas Meehan. Ficou em cartaz no Alvin Theatrhe (atual Neil Simon Theatre) de 1977 até 1982. Ganhou seis Tony Awards, inclusive o de Melhor Musical, e já foi produzido em mais de 40 países.

Duas canções de sua trilha sonora ficaram famosas mundialmente. São elas: “Tomorrow” (“O Amanhã”) e “It’s the Hard Knock Life” (“É Uma Vida Dura”).

A história de Annie

O musical começa no final de ano de 1933, com uma órfã de onze anos de idade, Annie, que vive no Orfanato Municipal para Garotas, junto com Molly, Kate, Tessie, Pepper, July e Duffy. Durante um pesadelo, Molly acaba acordando todas suas colegas de quarto, o que as deixam muito irritadas. Annie as acalma cantando uma canção que fala sobre seus pais, que as abandonaram, e devem estar por aí .

Annie resolve escapar do orfanato para procurar seus pais, mas é pega por Dona Hannigan, a responsável pelo orfanato. Só que ela está de ressaca e desconta nas garotas, fazendo-as trabalharem na limpeza do local. Logo após o incidente, chega o responsável da lavanderia que vem recolher a roupa suja. Annie se esconde no carrinho usado por ele e foge.

Já nas ruas da cidade, a garota encontra uma cadela amigável, Sandy, Enquanto vão se conhecendo, Annie canta que dias melhores virão a partir de amanhã. É quando aparece o funcionário da carrocinha que quer pegar a cadela. Annie fala que a cachorra é sua e fica com o animal.  Enquanto caminham por um bairro, onde vivem pessoas desabrigadas por causa da Depressão de 1929, um policial a encontra e a leva novamente para o orfanato.

A assistente do bilionário Oliver Warbucks, Grace Farrell, vai até o orfanato convidar uma garota para passar o feriado natalino com eles. Como Annie está no escritório de Dona Hannigan, Grace pede para levá-la. Meio a contragosto, Hannigan concorda, e ao saírem, ela canta que odeia todas as crianças.

Enquanto isso, na mansão de Warbucks, todos os empregados da casa recebem Annie muito bem. Só que quando Oliver Warbucks retorna ao lar, não fica muito contente em ver a criança. Pede que Grace leve-a para ver um filme, mas ela faz com que todos os três vão juntos. Enquanto passeiam pela cidade, vão se conhecendo melhor, e um sentimento de carinho começa a surgir.

No orfanato, o irmão de Dona Hannigan, Rooster, chega com a namorada, Lily, para uma visita. Ao saberem que Annie está numa mansão, começam a planejar um golpe para se darem bem.

Warbucks vê que Annie usa um pingente no pescoço e resolve comprar um novo para a garota. Só que ela não aceita, porque aquilo é a única coisa que seus pais deixaram com ela. Grace e o resto dos funcionários dizem que irão ajudá-la a encontrar seus pais, custe o que custar.

Intervalo de 15 minutos

Durante o programa de rádio de Bert Healy, Warbucks oferece uma larga quantia de dinheiro para o casal que puder provar que são os pais de Annie. No orfanato, as outras garotas estão ouvindo o programa e ficam felizes pela amiga, com exceção de Pepper. Quando dona Hannigan entra no quarto, ela pergunta o que está acontecendo. Molly diz que estão oferecendo uma recompensa para os pais de Annie.

Hannigan volta para seu escritório, quando entra um casal dizendo que há onze anos deixou lá uma garotinha ruiva. Ela fica assustada, até que o casal se revela – são Rooster e Lily. Eles explicam o plano – querem saber tudo sobre a garotinha para poderem por a mão na recompensa.

Warbucks vai com Annie até Washington, onde ambos irão se encontrar com o presidente norte americano, Franklin D. Roosevelt. Na sala oval da Casa Branca, Annie canta a canção “Tomorrow” (“O Amanhã). Roosevelt acredita que a população tem que ser otimista durante os tempos de crise – então, todos a acompanham na canção.

De volta a casa, Warbucks diz o quanto está gostando de Annie. E já que seus pais não aparecem, ele vai adotá-la. Para celebrar as boas notícias, uma festa de Natal é preparada, e Annie deseja convidar Dona Hannigan e suas amigas do orfanato.

Quando um juiz aparece para começar os procedimentos legais da adoção, os ‘pais falsos’ aparecem para se encontrar com Annie e receber a recompensa. Para afirmar que são eles, falam sobre o bilhete que deixaram junto a bebê e também o pingente. Warbucks pede para que Annie passe a noite de Natal na mansão e na manhã seguinte, eles poderão partir para sua fazenda de porcos de Nova Jersey.

Pela manhã, todos recebem uma visita de Roosevelt e do Serviço Secreto. É revelado que os verdadeiros pais de Annie morreram enquanto ela ainda era um bebê. A farsa é descoberta, e Dona Hannigan, Rooster e Lily são presos. Roosevelt declara seu novo plano econômico, que irá melhorar a economia do país.

CARMEN

Annie, o Musical

Com  Ingrid Guimarães, Miguel Falabella, Sara Sarres, Cleto Baccic e grande elenco

Teatro Santander (Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, 2041 – Itaim Bibi, São Paulo)

Duração 160 minutos

30/08 até

Quinta e Sexta – 21h, Sábado – 16h30 e 21h, Domingo – 15h e 19h

$75/$310

Classificação Livre

EXPLICANDO ‘NATASHA, PIERRE E O GRANDE COMETA DE 1812’

O musical “Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812” tem sua estreia marcada para esta sexta, 24 de agosto no 033 Rooftop. Uma produção da Move Concerts (“Nuvem de Lágrimas, o musical”, “Carrossel, o Musical”) e com a direção geral de Zé Henrique de Paula (Núcleo Experimental).

O espetáculo é a versão brasileira para o sucesso da Broadway. Composta por Dave Malloy, e dirigida por Rachel Chavkin, “O Grande Cometa” abriu as cortinas pela primeira vez em 2012. Chegou a ser montada em Quito (Equador) no idioma espanhol, antes de estrear na Broadway em 2016. Recebeu 12 indicações ao Tony Awards, mas só recebeu o troféu em duas categorias – cenário e iluminação.

O espetáculo é focado em 70 páginas do 2º livro de “Guerra e Paz“, obra prima do escritor russo Leon Tolstói.

Para você entender melhor o que acontecerá no teatro, fizemos esta matéria, situando-o na história.

A obra que deu origem a tudo

1110612-350x360Guerra e Paz” é um romance histórico do autor russo, Leon Tolstói. Foram escritas duas versões – a primeira foi publicada em 1865. Mas por não estar contente com o livro, Tolstói reescreveu sua obra, alterando o final e o publicou em 1869 (dizem que também, ao final da vida, falava que não estava feliz com a segunda versão).

(A saber – Tolstói também é o autor de outro clássico da literatura mundial, “Anna Karenina“)

A obra conta com 1.225 páginas, divididas em quatro livros (quinze partes) e dois epílogos – um principalmente narrativo, o outro inteiramente temático.

Conta a história de cinco famílias aristocráticas (particularmente os Bezukhovs, os Bolkonskys e os Rostovs) e o vínculo delas com a história da Rússia de 1805 a 1813, principalmente com invasão de Napoleão Bonaparte em 1812.

Apesar de ser escrito em russo, os diálogos dos aristocratas eram em francês (costume das cortes da época). Isto seria considerado como uma falta de contacto com os autênticos valores da Rússia.

Há mais de de 500 personagens no livro. Mas os principais – inclusive para o musical – são Pierre Bezukhov, Natasha Rostova e Anatoly Kuragin.

Mas e o cometa? O astro realmente existiu e esteve visível na Terra por cerca de nove meses (seu início foi em 1811). Como muitos acreditavam, a passagem de um cometa traria mau agouro, mas Pierre, ao final do espetáculo, vê a passagem do astro como sendo um novo começo de vida para si.

As 70 páginas transformadas em musical

O compositor norte americano, Dave Malloy, focou seu musical em uma parte da história da dupla de protagonistas – Natasha Rostova e Pierre Bezukhov, que é o verdadeiro personagem central de “Guerra e Paz”. Filho ilegítimo de um conde abastado, após receber uma herança inesperada, fica confuso e perdido em encontrar seu lugar na sociedade aristocrata russa.

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A plateia entra em um clube russo do início do século XIX, com uma cenografia feita por Bruno Anselmo, e 11 luminárias Sputnik, assinadas pela designer Ana Neute. O elenco percorre o clube, atuando além do palco principal, pelas passarelas que permeiam toda a plateia.

O musical começa com o Prólogo, onde são apresentados os personagens e a plateia é situada da ação. “Afinal, estamos em uma ópera, e precisamos estudar um pouco o que está acontecendo. Como é um romance russo complicado, e cada personagem tem até nove variações de nomes, a plateia precisa ler o programa que foi dado a porta. Obrigado.” (tradução própria)

Caso você compreenda a língua inglesa, abaixo há uma montagem da canção do prólogo do musical com cenas da minissérie “Guerra e Paz”, apresentadas pela BBC em 2016)

A história se passa em Moscou, em 1812, antes de Napoleão invadir a cidade e por fogo em tudo. Pierre Bezukhov está perdido na vida, sem saber como se comportar na sociedade aristocrata russa. Passa o tempo bebendo e lendo. É amigo do príncipe Andrey Bolkonsky, que está na guerra.

Andrey é noivo de Natasha Rostova. Ela chega na cidade, com sua prima Sonya, para passar o inverno na casa de sua madrinha, Marya Dimitryevna, enquanto espera pelo retorno do noivo. Marya sugere que a afilhada vá visitar seu futuro sogro, o Príncipe Bolkonsky e sua filha, Mary, para ser aceita pela família. Mas tem mais em jogo – o casamento garantirá o status e a sobrevivência da família Rostov, que está quase falida. Só que infelizmente, o resultado da visita não foi o esperado – os Bolkonsky não aprovaram Natasha.

Na noite seguinte, Natasha é apresentada a sociedade decadente de Moscou (quem realmente é alguém na sociedade está em São Petersburgo, atual sede do governo). Na ópera, ela acaba conhecendo o Príncipe Anatole Kuragin, que acaba mexendo com seus sentimentos.

Após a ópera, Anatole, Dolokhov e Pierre saem para beber. Acabam encontrando a esposa de Pierre, Hélène, que por acaso é irmã de Anatole. Ela dá em cima de Dolokhov na frente de Pierre, que acaba desafiando-o para um duelo. Mas ninguém morre, só Dolokhov sai ferido.

Anatole arma com sua irmã e com Dolokhov, que ele dará em cima de Natasha e acabará com o casamento dela. É quando ficamos sabendo que Anatole também é casado. A investida se dará no baile de máscaras que Hélène dará na noite seguinte.

Na manhã seguinte, Hélène visita Natasha e faz o convite. Ela aceita. Durante o baile, Natasha dança com Anatole e ouve juras de amor. Ela se faz de rogada, dizendo que está noiva de Andrey. Anatole parte para cima e lhe beija.

Intervalo – lembre-se que o musical é baseado em uma história do século XIX, então juras de amor e beijo são levados muito seriamente por donzelas e cavalheiros.

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Cartas começam a ser escritas e enviadas: planos de fuga entre os novos amantes (Anatole e Natasha), rompimento de noivado (Natasha e Andrey), notícias sobre a guerra (Pierre e Andrey).

Só que Sonya descobre o plano de Natasha e resolve se intrometer pelo bem da prima. Enquanto isso, Anatole e Dolokhov dão prosseguimento ao plano. Quando chegam na casa de Natasha, conduzidos pelo motorista Balaga (ele tem até uma canção em seu nome), Marya Dimitryevna expulsa os dois. Ao entrar em casa, ela repreende Natasha, que desesperada foge e fica esperando pela volta de Anatole, durante a noite toda.

Ao ver a afilhada daquele jeito, Marya chama Pierre e pede pela sua ajuda. Só então que elas ficam sabendo que Anatole é um homem casado. Natasha tenta se suicidar com um veneno, mas sobrevive. Pierre, com raiva, vai até Anatole e lhe dá dinheiro, contanto que ele saia de Moscou.

No dia seguinte, o Príncipe Andrey retorna. Pierre tenta explicar o ocorrido e pede que o amigo perdoe Natasha. Só que para ele, o casamento acabou. Pierre acaba visitando Natasha, ao final da história. Ambos acabam se auxiliando, dando forças um para o outro. Após a visita, Pierre olha para o céu e vê o Grande Cometa de 1812. É o sinal que esperava para mudar sua vida.

Um verdadeiro jantar russo

A experiência pode ser completa com o serviço de bar, que oferecerá drinks e aperitivos; além de um jantar, servido antes do musical. O cardápio foi elaborado pelo Chef Mario Azevedo (033 Rooftop), com pratos da gastronomia russa. O serviço é composto de uma entrada, prato principal e sobremesa, no valor de R$ 125 por pessoa. (maiores informações no link)

Nossa sugestão – sente, relaxe e aproveite a história. Temos certeza que essa noite na Rússia do século XIX será única e muito interessante.

Vache zdoróvie!” (À sua saúde!)

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Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812

Com André Frateschi, Bruna Guerin, Gabriel Leone, Guilherme Leal, Nani Porto, Adriana Del Claro, Miranda Kassin, Wilson Feitosa, Lola Fanucchi, Nábia Villela, Daniel Cabral, Natália Glanz, Andre Torquato, Fabiana Tolentino, Vitor Moresco, Carol Bezerra, Arthur Berges, Letícia Soares, Giovanna Moreira, Patrick Amstalden, Rafael Pucca e Thiago Perticarrari

033 Rooftop – Complexo Shopping JK Iguatemi (Av. Juscelino Kubitschek, 2041 – Itaim Bibi, SãoPaulo)

Duração 150 minutos

24/08 até 25/11

Sexta – 21h30, Sábado – 16h e 21h30, Domingo – 19h30

$130/$160

Classificação 12 anos

NATASHA, PIERRE E O GRANDE COMETA DE 1812

Inspirado em uma passagem da obra-prima “Guerra e Paz“, de Leon Tolstói, “Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812” é revolucionário e impulsionado pelo desejo de quebrar com os paradigmas do teatro musical tradicional por meio de uma trama permeada por amor, perdão e redenção, que alia o clássico a ares de modernidade.

O musical, criado pelo compositor norte-americano Dave Malloy, se tornou um grande sucesso logo em seu ano de estreia, com 12 indicações ao Tony Awards de 2017, justamente por misturar tantos estilos distintos.

Suas composições trazem uma história totalmente musicada com ritmos que misturam o “Broadway tradicional” ao pop, soul, folk e eletrônico. Seu enredo utiliza como cenário a Rússia do começo do século XIX assolada pelas guerras Napoleônicas, mas dentro de estética e linguagem contemporâneas.

Outro ponto fora do convencional é o formato em que o musical é montado, fora do teatro e dentro de um espaço localizado em uma das áreas mais charmosas de São Paulo, o 033 Rooftop, no topo do Teatro Santander. O local será todo adaptado e contará com cenografia especial para remontar um clube russo do início do século XIX, incluindo 11 luminárias Sputnik assinadas pela designer Ana Neute.

Envolvida nessa atmosfera moscovita, a plateia poderá, além de assistir à peça, desfrutar de serviço de bar e vivenciar uma saborosa experiência gastronômica comandada pelo Chef Mario Azevedo, do 033 Rooftop, com destaque para a receita do autêntico strogonoff russo.

O 033 RoofTop oferece uma excelente infraestrutura para eventos de qualquer natureza, com modernidade e flexibilidade. O local conta com lounge, terraço, salão principal, bar, varanda privada, sala de reunião VIP, camarim, cozinha industrial e salas técnicas e de apoio.

Para promover uma atmosfera extrovertida e inovadora, o elenco extravasa o ambiente do palco principal e corre para o público em passarelas que permeiam toda a plateia, composta por cadeiras, mesas e banquetas, em atuações interativas que promovem a imersão dos espectadores. A orquestra também faz parte dessa grande festa e fica disposta em um pit no centro da plateia. Alguns dos artistas também circulam pelas passarelas tocando instrumentos.

Em sua adaptação brasileira, o musical conta com direção geral de Zé Henrique de Paula e realização da Move Concerts, mediante acordo especial com a Samuel French, Inc. O trio de protagonistas será estrelado por Bruna Guerin (Natasha), André Frateschi (Pierre) e Gabriel Leone (Anatole), além de um grande elenco. “Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812” é apresentado por Ministério da CulturaBanco Santander e Zurich Santander, e tem patrocínio de Santander Getnet.

Experiência gastronômica

Envolvida nessa atmosfera moscovita, a plateia poderá, além de assistir à peça, desfrutar de serviço de bar com variados drinks e vivenciar uma saborosa experiência gastronômica comandada pelo Chef Mario Azevedo, do 033 Rooftop. Com base na culinária russa, o destaque é a receita do autêntico strogonoff local. A outra opção de prato principal é o pelmeni, outro prato originário da Rússia, que pode ser pedido com carne ou queijo (versão vegetariana).

A entrada especial é a salada oliver, conhecida como “salada russa”, um clássico da culinária nativa. As sobremesas são as famosas pavlovas, de chocolate ou de frutas do bosque. O menu ainda tem os zakuski, tradicionais aperitivos de queijos e frutas secas e, também, porções mistas de pierogui, popular receita ucraniana incorporada a gastronomia russa. Clientes Santander tem 15% de desconto na compra antecipada, por meio do site www.ingressorapido.com.br, ou na bilheteria do Teatro Santander, da experiência gastronômica completa (1 entrada + 1 prato principal + 1 sobremesa).

O 033 Rooftop é um dos mais novos espaços de eventos de São Paulo, localizado no topo do Teatro Santander. Com uma área de 1.000m2, o terraço conta com estrutura moderna e contemporânea, que possibilita a realização dos mais diferentes tipos de eventos.

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Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812

Com André Frateschi, Bruna Guerin, Gabriel Leone, Guilherme Leal, Nani Porto, Adriana Del Claro, Miranda Kassin, Wilson Feitosa, Lola Fanucchi, Nábia Villela, Daniel Cabral, Natália Glanz, Andre Torquato, Fabiana Tolentino, Vitor Moresco, Carol Bezerra, Arthur Berges, Letícia Soares, Giovanna Moreira, Patrick Amstalden, Rafael Pucca e Thiago Perticarrari

033 Rooftop – Complexo Shopping JK Iguatemi (Av. Juscelino Kubitschek, 2041 – Itaim Bibi, SãoPaulo)

Duração 150 minutos

24/08 até 25/11

Sexta – 21h30, Sábado – 16h e 21h30, Domingo – 19h30

$130/$160

Classificação 12 anos

PARA DUAS (ciclo de leituras dramáticas)

A Casa do Saber – São Paulo apresenta no seu Ciclo de Leituras Dramáticas, a peça “Para Duas“, texto de Ed Anderson, sob direção de Elias Andreato, com Chris Couto, Claudio Curi e Karin Rodrigues, no sábado, 26 de maio, a partir do meio dia.

Toda percepção é memória, escreveu Henri Bergson: “Nós só percebemos, praticamente, o passado; o presente puro sendo o inapreensível avanço do passado a roer o futuro”. Ainda que de maneira imperceptível, a vida de cada um é emoldurada por esses vestígios, e lidar com eles se torna uma tarefa ainda mais grave quando eles tomam forma e ressurgem.

Em “Para Duas”, um reencontro entre mãe e filha apresenta uma sensível reflexão sobre escolhas e (o lidar com as) consequências, amor e recusa, solidão e presença, mas também sobre a fragilidade da culpa e do perdão quando o que está em jogo, com a pressão do tempo (sempre escasso) são as verdades que emergem violentamente. Não menos importante, o texto demonstra como é preciso, para ir adiante, reconhecer e aceitar os vincos deixados no tecido da vida.

Casa do Saber apresenta um ciclo de leituras preparadas por grandes nomes do teatro nacional. Idealizado por Maria Fernanda Cândido, atriz e sócia da Casa do Saber, cada encontro apresenta a visão e o estilo de cada diretor, buscando, na diversidade de textos e abordagens de interpretação, novos olhares sobre o ofício do teatro e da vida. A cada encontro, o ciclo de leituras se apresenta também como uma demonstração não apenas da vivacidade e atualidade de cada texto, mas como um representante da força sempre presente da expressão teatral.

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Para Duas (Ciclo de Leituras Teatrais)
Com  Chris Couto, Claudio Curi e Karin Rodrigues
Casa do Saber (R. Dr. Mario Ferraz, 414 – Itaim Bibi, São Paulo)
26/05
Sábado – 12h
Grátis (Inscrições gratuitas pelo site – https://goo.gl/ubHggX , exclusivamente. Vagas limitadas e sujeitas à lotação do espaço)

CHAPLIN, O MUSICAL

Terno, bengala, chapéu coco e um bigode robusto. Acrescente essas características a uma cena do cinema mudo. Quem vem logo à mente é Charlie Chaplin no papel de Carlitos, protagonista do filme “O Vagabundo”, lançado em 1915. Mais de um século se passou e Chaplin segue no imaginário popular. A partir de 17 de maio, o público brasileiro terá uma nova chance de ver Jarbas Homem de Mello dando vida a esse ícone da sétima arte com a reestreia de “Chaplin, o Musical”, que fica em cartaz no Theatro Net SP até 29 de julho. “Acho que fizemos uma temporada curta da última vez e devíamos isso ao público. Encerramos as apresentações em 2015 com a casa lotada”, explica Jarbas, em meio a sua preparação para voltar ao papel: “É o desafio de sempre: apagar o personagem do trabalho anterior e começar a construir o Chaplin de novo”.

E bota desafio nisso. Afinal, Jarbas interpreta Charlie Chaplin dos 13 aos 82 anos, o que envolve um trabalho minucioso de preparação. “O desafio aqui é conseguir fazer essa curva dramática porque é a história de um homem contada com diversos timbres de voz, com diversos gestuais, com a coluna mais ereta, com a coluna mais curvada… E conseguir fazer isso de uma maneira muito verdadeira e crível para que o público consiga embarcar nessa história comigo”, conta o ator, que foi assistido por 80 mil pessoas na primeira temporada, em 2015.

Claudia Raia atua mais uma vez nos bastidores. Ao lado de Sandro Chaim, ela produz a versão brasileira do espetáculo, que ganhou o Prêmio Cenym como Melhor Musical e levou o Prêmio Bibi Ferreira de Melhor Cenografia e, na mesma premiação, foi indicado a Melhor Musical, Melhor Ator, Melhor Atriz Coadjuvante, Melhor Direção, Melhor Figurino, Melhor Versão e Melhor Musical por Voto Popular. “Sabíamos do sucesso, mas não podíamos imaginar que mais de dois anos depois o público ainda estivesse com a história que contamos tão presente. Ouvimos o apelo e a partir de 17 de maio ‘Chaplin, O Musical’ está de volta”, comemora Claudia.

A versão brasileira é assinada por Miguel Falabella e apresenta a trajetória de Charlie Chaplin desde sua infância pobre, em Londres, até o estrelato. Pessoas importantes na vida do personagem-título são levadas ao palco, como o irmão mais velho Sidney (Juan Alba), com quem tinha uma relação de cumplicidade; a mãe, Hannah (Naíma), talentosa cantora de teatro; Oona O’Neil (Myra Ruiz), sua quarta e última esposa; a colunista e crítica ferrenha Hedda Hooper (Paula Capovilla); Fred Karno (Julio Assad), empresário do Music Hall londrino; e Mack Sennett (Paulo Goulart Filho), fundador dos estúdios Keystone e responsável pela estreia de Chaplin no cinema.

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Para a família

Com classificação livre, “Chaplin, O Musical” é um programa para toda família curtir. “Não tem idade para se encantar com essa história. É tudo muito mágico. O cenário, a caracterização. Nós atravessamos nove décadas para contar essa história e isso fica evidente no palco. As crianças têm que vir porque é tudo muito encantador e emocionante. Meninos e meninas vão se identificar e curtir”, aposta Claudia.

“Chaplin, o musical” estreou originalmente no New York Musical Theatre Festival (2006) e passou pelo La Jolla Playhouse (2010) antes de chegar à Broadway, em 2012. No palco do Theatro Net SP, o espetáculo traz interpretações musicais grandiosas que incluem canções originais adaptadas e também cinco músicas compostas especialmente para a montagem brasileira. A narrativa ainda é enriquecida com projeções de trechos dos principais filmes dirigidos e encenados por Chaplin.

Apresentado pelo Ministério da Cultura e Santander, com patrocínio da Prevent Senior, “Chaplin, o musical” fica em cartaz no Theatro Net SP, de 17 de maio a 29 de julho.

Números grandiosos estão de volta!

– 23 atores envolvidos (21 adultos, 2 crianças)

– 34 técnicos

– 65 pessoas empregadas

– 120 figurinos

– 5 músicas extras compostas especialmente para a versão brasileira

– 32 perucas (2 só para o Chaplin)

– 25 itens de postiçaria (bigodes, sobrancelhas e barbas) + 20 bigodes só para o Chaplin

– Estão sendo usadas 3 bengalas vindas de Londres, do mesmo tipo das que o Chaplin usava

– Fazem parte da cenografia réplicas de objetos e peças de antiquários de São Paulo

– O projeto do cenário é inglês

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Chaplin, o Musical
Com Jarbas Homem de Mello, Juan Alba, Paula Capovilla, Naíma, Paulo Goulart Filho, Myra Ruiz, Julio Assad, Lorenzo Tarantelli, Renatinho, Amélia Gumes, Claudia Rosa, Jofrancis, Luana Zenun, Luiza Arruda, Mariana Tozzo, Talitha Pereira, Arthur Berges, Beto Macedo, Felíppe Moraes, Fhilipe Gislon, Gustavo Ceccarelli, Marcos Lanza, Maurício Alves
Theatro NET SP – Shopping Vila Olímpia (Rua Olimpíadas 360 – Itaim Bibi, São Paulo)
Duração 140 minutos
17/05 até 29/07
Quinta e Sexta – 21h, Sábado – 17h e 21h, Domingo – 18h
$50/$200
Classificação Livre

A PEQUENA SEREIA

O musical ‘A Pequena Sereia’, superprodução da Broadway inspirada no filme da Disney, terá sua primeira montagem no Brasil, a partir de 30 de março, no Teatro Santander.

A diretora e coreógrafa Lynne Kurdziel-Formato, que já esteve à frente de diversos musicais no mundo, assinará a versão brasileira, destinada ao público de todas as idades, tanto para quem guarda o filme em sua memória afetiva quanto para as novas gerações.  É a primeira vez que a Disney autoriza uma montagem no país, sem obrigação de ser uma réplica da americana.

IMM e Stephanie Mayorkis, da EGG Entretenimento, compraram os direitos para realizar este espetáculo  no Brasil, que terá 33 atores em cena e 12 músicos, com apresentação do Ministério da Cultura,Mercado Livre e Mercado Pago, patrocínio da Zurich Santander SegurosSkyMultiplus e Prevent Senior, com apoio da ColgateDrogaria São Paulo e Focus Energia.

Tenho muito orgulho do processo de desenvolvimento que o Teatro musical no Brasil vem passando desde 2001 até hoje. Atualmente, temos grandes talentos no país, assim como músicos, equipes criativas e técnicos capacitados. Investimos na formação de plateia”, destaca Stephanie Mayorkis, co-produtora do espetáculo e diretora da IMM. “Tudo isto, junto com nossa relação profissional de credibilidade e parceria com o time da Disney Theatrical, contribuiu para que a Disney nos desse esse voto de confiança e oportunidade para trabalharmos em uma versão totalmente nova, com qualidade e adaptações que sejam pertinentes ao nosso país”, acrescenta.

Em sua estreia no país, Lynne Kurdziel-Formato ficou encantada com a qualidade dos atores brasileiros: “eles são extremamente talentosos e criativos. E o que mais me impressionou e me fez sentir “em casa” foi a paixão com a qual eles se entregavam nas cenas, totalmente abertos a tudo que propusemos”.

 

Com base na clássica história de Hans Christian Andersen, ‘A pequena sereia’ tem como protagonista Ariel, que vive no fundo do mar, mas quer fazer parte do mundo dos humanos. Depois de tomar coragem e fazer um acordo com Úrsula, a esperta bruxa do mar, Ariel embarca na aventura da sua vida. Ao lado de Linguado e Sebastião, Ariel precisará de coragem e determinação para fazer o bem para os seus dois mundos.

 

MTS  SÃO PAULO    31/01/2018     CADERNO 2   A PEQUENA SEREIA  Ensaio  do musical " A Pequena Sereia" , rua Cotoxó 321. FOTO: JF DIORIO/ESTADÃO

Lucas Cândido (Linguado), Tiago Abravanel (Sebastião) e Fabi Bang (Ariel) (crédito JF Diorio/Estadão)

Com base na clássica história de Hans Christian Andersen, ‘A pequena sereia’ tem como protagonista Ariel, que vive no fundo do mar, mas quer fazer parte do mundo dos humanos. Depois de tomar coragem e fazer um acordo com Úrsula, a esperta bruxa do mar, Ariel embarca na aventura da sua vida. Ao lado de Linguado e Sebastião, Ariel precisará de coragem e determinação para fazer o bem para os seus dois mundos.

A montagem terá toques de brasilidade. “A versão ficou maravilhosa, com pitadas e ritmos do nosso país que encantarão o público”, afirma Stephanie Mayorkis. “Tenho certeza que entregaremos uma bela produção à plateia brasileira, fiel às intenções originais do musical. Nossos tradutores fizeram um trabalho adorável e toda a magia da Disney estará presente no palco desta superprodução”, enaltece Lynne.

 “A Pequena Sereia é um clássico da Disney e tem uma presença muito forte na memória dos brasileiros de todas as idades. Ele trata de um tema cada vez mais atual, que é a força das mulheres e a capacidade que elas têm de correr atrás de seus sonhos”, afirma Stephanie MayorkisLynne Kurdziel-Formato complementa: “todos os jovens passam por estágios nos quais eles sentem que não se encaixam, que são incompreendidos, o que costuma gerar o conflito de gerações. A Pequena Sereia é uma história universal, é também sobre os sacrifícios que estamos dispostos a fazer para o amor, seja ele o romântico, de família, de amigos”.

Produzido originalmente pela Disney Theatrical Productions, o musical estreou oficialmente na Broadway em 2008. O texto do musical é de Doug Wright, com música de Alan Menken , letras de Howard Ashman (escritas para o filme) e  letras adicionais de Glenn Slater. “Eu amo a música de Alan Menken, em um momento você está muito emocionado e, no instante seguinte, está gargalhando. Em vários momentos, queremos sair cantando e dançando juntos. Como qualquer bom musical, há uma grande variedade de estilos”, afirma Lynne.

A Pequena Sereia teve duas indicações ao Tony Awards, três ao Drama Desk Awards (incluindo melhor atriz), sete ao Broadway.com Audience Awards (vencendo com Sierra Boggess, na categoria revelação favorita), além de ter sido indicado ao Grammy como melhor álbum de gravação de elenco.

Lançado em 1989, o filme foi uma das maiores bilheterias do ano, sendo um marco na retomada das grandes produções da Disney. ‘Under the sea’, presente também na trilha do musical, ganhou o Oscar e Globo de Ouro de melhor canção original, além do Grammy de Melhor canção escrita para filme. A trilha sonora também venceu o Oscar e O Globo de Ouro.

A montagem brasileira traz, além de Lynne Kurdziel Formato (diretora artística e coreógrafa), Vânia Pajares(diretora musical), Fernanda Chamma (diretora artística e coreógrafa associada), Mariana Elisabetsky eVictor Mühlethaler (tradução) e Stephanie Mayorkis (produção geral).

Para aguçar um pouco mais a sua curiosidade, postamos um trailer de como foi a montagem na Broadway (lembrando, que aqui será uma montagem nacional).

A Pequena Sereia
Com Fabi Bang, Tiago Abravanel, Rodrigo Negrini, Andrezza Massei, Lucas Cândido, Conrado Helt, Fábio Yoshihara, Elton Towersey, Lucas de Souza, Marcelo Vasquez, Arízio Magalhães, Alberto Venceslau, Alessandra Dimitriou, Ana Araújo, Andreza Meddeiros, Bruna Vivolo, Carla Vazquez, Daniel Caldini, Fernanda Muniz, Guilherme Pereira, Henrique Moretzsohn, Johnny Camolese, José Dias, Letícia Soares, Marisol Marcondes, Murilo Armacollo, Nay Fernandes, Renato Bellini, Rodrigo Garcia, Sandro Conte, Vanessa Mello, Willian Sancar e Ygor Zago.
Teatro Santander (Av. Juscelino Kubitschek, 2041 – Itaim Bibi, São Paulo)
Duração 150 minutos
30/03 até 29/07
Quinta e Sexta – 21h, Sábado – 16h e 20h, Domingo – 15h e 19h
$75/$280
Classificação Livre

O PALHAÇO E A BAILARINA

Um universo lúdico e circense ganha vida no palco do Teatro Santander em janeiro para contar a divertida e romântica história da sonhadora bailarina Anabel e do corajoso e romântico Palhaço. Interpretados por Kiara Sasso e Lázaro Menezes, o casal, que assina também algumas funções criativas do espetáculo como concepção e texto, letra e música, direção e cenografia, retornam a São Paulo com o sucesso musical “O Palhaço e a Bailarina”, primeira produção da O Alto Mar Produções Teatrais, para uma temporada especial de férias.

Buscando alternativas para ganhar algum dinheiro, Tombo, vivido por Blota Filho, um severo domador de leões e ex-administrador do falido “Grande Circo Nômade”, decide dispensar seus artistas, entre eles o multitalentoso Palhaço – que passa a fazer apresentações pelas ruas com seu acordeom inseparável -, mantendo em atividade apenas a doce bailarina, por quem alimenta um sentimento platônico; Ele então acorrenta os pés dançantes de Anabel em uma enorme caixinha de música, que passa a ser seu único cantinho para os dias tediosos e sem ninguém para conversar, e a obriga a se apresentar diariamente para pequenos públicos, sem imaginar o quanto a faz infeliz e sonha ser encontrada.

Preocupado com o sumiço da bailarina-aramista, por quem deseja se declarar, o Palhaço decide então sair em busca de sua amada na decisiva missão de reencontrá-la, vencendo seus maiores medos e enfrentando os mais diversos desafios pelo caminho, até que descobre seu paradeiro e enfrenta Tombo, mudando assim seus destinos.

Resgatando bons sentimentos e valores como o perdão, a amizade e o amor, o espetáculo visa também a importância de se preservar a liberdade em todos os seus estados, e ganha ainda mais charme com encantadores momentos de sapateado e acrobacia, além da trilha original, sob a direção musical de Guilherme Terra, composta por 13 canções executadas por seis músicos ao vivo, e repletas de poesia e lirismo.

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O Palhaço e a Bailarina
Com Kiara Sasso, Lázaro Menezes e Blota Filho.
Teatro Santander (Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 2041 – Itaim Bibi, São Paulo)
Duração 70 minutos
21/01 até 24/02 (não haverá sessão nos dias 10 e 11/02)
Sábado e Domingo – 16h
 $50/$100
Classificação Livre