O PALHAÇO E A BAILARINA

Um universo lúdico e circense ganha vida no palco do Teatro Santander em janeiro para contar a divertida e romântica história da sonhadora bailarina Anabel e do corajoso e romântico Palhaço. Interpretados por Kiara Sasso e Lázaro Menezes, o casal, que assina também algumas funções criativas do espetáculo como concepção e texto, letra e música, direção e cenografia, retornam a São Paulo com o sucesso musical “O Palhaço e a Bailarina”, primeira produção da O Alto Mar Produções Teatrais, para uma temporada especial de férias.

Buscando alternativas para ganhar algum dinheiro, Tombo, vivido por Blota Filho, um severo domador de leões e ex-administrador do falido “Grande Circo Nômade”, decide dispensar seus artistas, entre eles o multitalentoso Palhaço – que passa a fazer apresentações pelas ruas com seu acordeom inseparável -, mantendo em atividade apenas a doce bailarina, por quem alimenta um sentimento platônico; Ele então acorrenta os pés dançantes de Anabel em uma enorme caixinha de música, que passa a ser seu único cantinho para os dias tediosos e sem ninguém para conversar, e a obriga a se apresentar diariamente para pequenos públicos, sem imaginar o quanto a faz infeliz e sonha ser encontrada.

Preocupado com o sumiço da bailarina-aramista, por quem deseja se declarar, o Palhaço decide então sair em busca de sua amada na decisiva missão de reencontrá-la, vencendo seus maiores medos e enfrentando os mais diversos desafios pelo caminho, até que descobre seu paradeiro e enfrenta Tombo, mudando assim seus destinos.

Resgatando bons sentimentos e valores como o perdão, a amizade e o amor, o espetáculo visa também a importância de se preservar a liberdade em todos os seus estados, e ganha ainda mais charme com encantadores momentos de sapateado e acrobacia, além da trilha original, sob a direção musical de Guilherme Terra, composta por 13 canções executadas por seis músicos ao vivo, e repletas de poesia e lirismo.

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O Palhaço e a Bailarina
Com Kiara Sasso, Lázaro Menezes e Blota Filho.
Teatro Santander (Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 2041 – Itaim Bibi, São Paulo)
Duração 70 minutos
21/01 até 24/02 (não haverá sessão nos dias 10 e 11/02)
Sábado e Domingo – 16h
 $50/$100
Classificação Livre

SE MEU APARTAMENTO FALASSE

Burt Bacharach é um compositor que dispensa apresentações. Aos 89 anos e ainda em atividade, ele segue pelo mundo colhendo os frutos de uma carreira repleta de sucessos e de canções que se eternizaram, como ‘I Say a Little Prayer’ e ‘I’ll Never Fall In Love Again’. Estes dois hits fazem parte do repertório de ‘Se Meu Apartamento Falasse…’ (‘Promises, Promises’ no original de 1968), sua primeira e única incursão no Teatro Musical, que chegará aos palcos de São Paulo a partir de 21 de janeiro no Teatro Santander. Os responsáveis pela empreitada são Charles Möeller & Claudio Botelho, que já tinham dedicado um espetáculo ao cancioneiro de Bacharach (‘Cristal Bacharach’, em 2003) e retornam à obra em seu 41º musical.

Marcelo Medici interpreta Chuck Baxter, o atrapalhado contador de uma companhia de seguros que empresta seu apartamento para encontros casuais de colegas de trabalho, em troca de promoções e vantagens na empresa. Entre algumas confusões e hilários desencontros, as coisas se complicam quando ele se apaixona pela garçonete Fran Kubelik (Malu Rodrigues), conhece a desmiolada Marge MacDougall (Maria Clara Gueiros) e cede a sua casa para Sheldrake (Marcos Pasquim), o dono da empresa.

A trama cômica foi inicialmente escrita pelo premiado dramaturgo Neil Simon e levada ao cinema (‘The Apartment’, 1960) por Billy Wilder e I.A.L. Diamond. Estrelado por Jack Lemmon  e Shirley MacLaine, o longa venceu o Oscar de Melhor Filme e ainda levou outros quatro troféus (Direção, Roteiro Original, Direção de Arte e Edição). Nos anos seguintes, Simon procurou Bacharach com a ideia de transformar a história em um musical. O resultado estreou em 1968 e marcou a história da Broadway com impressionantes 1281 apresentações.

Criadas especialmente para o palco, muitas das canções de ‘Se Meu Apartamento Falasse…’ foram gravadas por astros da música internacional, como Dionne Warwick, e são facilmente reconhecidas em todo o mundo. Além dos sucessos já citados acima, entram na lista ‘Promises, Promises’ e ´A House Is Not A Home´. A versão brasileira conta com arranjos e direção musical de Marcelo Castro, que vai reger uma orquestra com oito músicos.

Além do maestro, outros antigos parceiros de Möeller & Botelho estão reunidos na ficha técnica do musical, como Tina Salles (coordenação artística), Rogério Falcão (cenografia), Paulo Cesar Medeiros (iluminação), Alonso Barros (que assina a coreografia com Möeller), Beto Carramanhos (visagismo) e Ademir Moraes Jr. (design de som). Todos estiveram com a dupla em produções recentes como ‘Kiss Me, Kate’ (2015), ‘O Que Terá Acontecido a Baby Jane?’ e ‘Rocky Horror Show’ (2016).

Protagonista desta última montagem, Marcelo Medici reforça o elo com a dupla, que também o dirigiu em ‘Sweet Charity’ (2006). Enquanto Marcos Pasquim faz a sua estreia com os diretores neste trabalho, Maria Clara Gueiros esteve em ‘As Bruxas de Eastwick’ (2011) e ‘O Mágico de Oz’ (2012).

Já Malu Rodrigues chega ao seu 11º com Möeller & Botelho. Aos 24 anos, a atriz alcançou a incrível marca após atuar em ‘7 – O Musical’, ‘Beatles Num Céu de Diamantes’, ‘A Noviça Rebelde’, ‘Milton Nascimento – Nada Será Como Antes’, ‘O Despertar da Primavera’, ‘Nine – Um Musical Felliniano’, ‘Um Violinista no Telhado’, ‘O Mágico de Oz’, ‘Todos os Musicais de Chico Buarque em 90 Minutos’, ‘Versão Brasileira – 25 anos de Musicais’.

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Elenco e Equipe Criativa

Se Meu Apartamento Falasse…
Com Marcelo Medici, Malu Rodrigues, Marcos Pasquim e Maria Clara Gueiros, André Dias, Fernando Caruso, Antonio Fragoso, Renato Rabelo, Ruben Gabira, Jullie, Karen Junqueira, Patrick Amstalden, Caru Truzzi, Lola Fanucchi, Patricia Athayde, Duda Ramos, Marianna Alexandre, Mayra Veras e Yasmin Lima
Teatro Santander (Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 2041 – Itaim Bibi, São Paulo)
Duração 150 minutos
21/01 até 24/02
Quinta, Sexta e Sábado – 21h, Domingo – 20h
$50/$190
Classificação 12 anos
 

CANTOS DE COXIA E RIBALTA

Primeiro musical 100% autoral nos doze anos de existência da Companhia, e completamente inédito, “Cantos de Coxia e Ribalta” foi criado por Alef Barros e Gustavo Dittrichi, a partir do estudo de três vertentes artísticas: os personagens-tipos da commedia dell’arte, os ritmos musicais brasileiros e o teatro narrativo brasileiro; combinando esta nova abordagem com a bagagem de pesquisa cênica que a Cia. Lusco-Fusco já carrega; teatro e música (ou teatro musical).

Tanto o argumento (texto) quanto as músicas são originais, e inéditos. O argumento (escrito por Gustavo Dittrichi) buscou livre inspiração na obra de Luis Alberto de Abreu; em especial no texto “O Auto da Paixão e da Alegria”. A linguagem cênica tem inspiração no musical “Godspell“, de Stephen Schwartz e John-Michael Tebelak. Já a música (escrita por Alef Barros, e em parte composta por ele) buscou referências na obra musical de Chico Buarque; nas composições de Baden Powell com Toquinho, em especial nos seus estudos e releituras dos cantos de terreiro e umbanda; e na bossa-nova em geral. Os arranjos musicais e composições gerais são de Dario Ricco, Hiago Guirra e Marco De Laet; e os arranjos vocais são de Pedro Aldozza. A concepção cênica e estética é de Gustavo Dittrichi.

O espetáculo tem patrocínio da Só Dança; apoio da ACENBI (Associação Cultural e Esportiva Nipo-Brasileira do Imirim), da Poiesis, das Fábricas de Cultura, do Governo do Estado de São Paulo, da Secretaria Municipal de Cultura e da Prefeitura de São Paulo. A produção e realização é daLusco-Fusco Produções Artísticas.

Sinopse do espetáculo

Sob os sussurros da coxia e as luzes de ribalta, um grupo de atores se reúne para contar uma história. Entre o corre-vida e as chegadas e partidas dos trilhos de uma estação de trem, o público é apresentado a uma trupe de teatro em crise financeira, que corre o risco de ter seu teatro tomado por conta da especulação imobiliária. Um Poeta então é encarregado de criar uma grande obra teatral a fim de trazer de volta aos artistas os tempos áureos: é a última chance do Teatro sobreviver.

Neste cenário, personagens tipificados, inspirados pelos tipos commedia dell’arte – o Dono da Cia., um Poeta, um Músico, uma Primadonna, um Jovem Ator sonhador e uma linda e ambiciosa Jovem Atriz – passam a viver seus próprios conflitos, que misturam-se com a própria história da peça que estão montando. Enquanto tentam contar a história, a realidade mistura-se com a ficção até que se tornem uma coisa só. A abordagem poética da paixão, da desilusão, da entrega, da inveja e competição, da morte e, sobretudo, da sensação de estar sempre tentando permanecer “de pé” e superar os obstáculos impostos pelo destino – sensação tão comum ao Teatro e também à vida cotidiana – são os ingredientes para mover o espetáculo.

Cantos de Coxia e Ribalta
Com Gustavo Dittrichi, Marco De Laet, Carolina Silveira, Lucas Zamaia, Joyce Fernandes, Rodolfo Mozer, Beatriz Belintani, Isabella Costa, Heitor Moretti, Laís Helena
Teatro Alfredo Mesquita (Avenida Santos Dumont, 1770 – Santana, São Paulo)
Duração 120 minutos
13/01 até 04/02
Sexta e Sábado – 21h, Domingo – 19h
$20
Classificação 12 anos

BRANCO MELLO – VOZ E VIOLÃO

Cantor, compositor e baixista da banda Titãs, Branco Mello canta clássicos da banda, além de interpretar outros artistas que fazem parte da sua trajetória musical. Acompanhado por seu violão, Branco Mello busca contato mais próximo com o público, contando sobre algumas passagens curiosas de suas composições e trajetória artística, num ambiente intimista.

No repertório, sucessos dos Titãs como Sonífera IlhaFloresMarvinTô CansadoTelevisão e uma descontraída versão para  Cabeça Dinossauro, além de The KKK Took My Baby Away, dos Ramones e Mon Amour, Meu Bem, Ma Femme, de Reginaldo Rossi.

Voz e Violão
Com Branco Mello
Teatro Porto Seguro (Alameda Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 70 minutos
30/01
Terça – 21h
$60/$80
Classificação 12 anos

BIBI, UMA VIDA EM MUSICAL

Não consigo lembrar de mim fora de um teatro”. É assim que Bibi Ferreira, 95 anos, 76 como atriz, cantora, diretora e produtora, se descreve.

A trajetória pessoal e profissional dessa estrela brasileira só poderia ser contada e celebrada levando para o palco o próprio palco, das companhias de comédia, do teatro de revista, dos grandes musicais e do teatro engajado em que ela atuou.

E assim é BIBI, uma vida em musical, um espetáculo inédito, escrito por Artur Xexéo e Luanna Guimarães, sob direção geral de Tadeu Aguiar, que tem estreia nacional em 5 de janeiro de 2018, no Teatro Oi Casa Grande, no Rio de Janeiro.

Apresentado pelo Ministério da Cultura e Circuito Cultural Bradesco Seguros, através da lei Rouanet, o musical é uma realização da Negri e Tinoco Produções Artísticas [espetáculo “Excepcionalmente Normal” e diversos shows de Thereza Tinoco e Áurea Martins].

A atriz paulistana Amanda Acosta será Bibi. Ela foi Eliza Doolittle na montagem paulista de “My Fair Lady” de 2006, o mesmo papel que Bibi Ferreira fez na primeira montagem brasileira da peça americana. Amanda foi integrante do Trem da Alegria, de 1988 a 1992, quando o trio se desfez. Atriz de cinema e TV, ela fez no teatro musical “Essa é a nossa Canção”, “Baby, o Musical” e “4Faces do Amor”, todas sob direção de Tadeu Aguiar. Mais 18 atores integram o elenco.

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Em BIBI, uma vida em musical, a história familiar, profissional e amorosa da artista se enredam. A formação em música, dança e línguas estrangeiras foi estimulada pela mãe Aida Izquierdo, bailarina espanhola. A estreia profissional no teatro, aos 19 anos, foi pela mão do pai, o ator Procópio Ferreira, em papel escrito por ele para a filha. Assim, o musical percorre todas as fases da vida de Bibi, da escolha do seu nome, sua preparação para os palcos, os espetáculos musicais como os inesquecíveis “Gota d’Água”, de Paulo Pontes e Chico Buarque, “My Fair Lady”, “Alô Dolly” e “Piaf, a Vida de Uma Estrela da Canção”,  seus casamentos, o nascimento da filha única, Tina Ferreira,  as viagens para Portugal e Inglaterra a trabalho, a homenagem da escola de samba Viradouro até sua chegada a um teatro da Broadway, aos 90 anos.

Artur Xexéo [“Cartola – O Mundo é um Moinho”, “Eu Não Posso Lembrar Que Te Amei – Dalva e Herivelto”, “Hebe, o Musical”] avalia a importância de Bibi Ferreira na profissionalização do ator no Brasil, em relação ao seu ofício. “Em relação ao teatro musical, ela foi, sem dúvida, a primeira atriz brasileira pronta para o gênero. Antes dela, havia as vedetes de revista, não necessariamente atrizes“, diz o coautor do texto.

Sob direção musical de Tony Lucchesi [“60! Década de Arromba – Doc. Musical”, “Eu não posso lembrar que te amei–Dalva e Herivelto”], oito músicos interpretam 33 canções, das quais cinco foram criadas para o espetáculo, letra e música, por Thereza Tinoco [suas composições foram gravadas por Simone, Ney Matogrosso, Lucinha Araújo, entre outros. Sua canção O Viajante foi tema do personagem de Tony Ramos, na novela Baila Comigo, da TV Globo. Compôs para vários infantis, para “Fica Combinado Assim”, de Herval Rossano, e dois números musicais para Bibi in Concert Pop, III, a pedido de Bibi Ferreira].

BIBI, uma vida em musical tem direção geral de Tadeu Aguiar [“Quase Normal”, “Ou tudo ou Nada”, “Essa é a nossa Canção” , “4Faces do Amor”, “Para sempre ABBA”, “Eu não posso lembrar que te amei–Dalva e Herivelto”].

 

Veja, abaixo, o convite do ator que interpreta o pai da atriz, Procópio Ferreira.

Bibi, Uma Vida em Musical
Com Amanda Acosta, Analu Pimenta, André Luiz Odin, Bel Lima, Caio Giovani, Carlos Darzé, Chris Penna, Fernanda Gabriela, Flavia Santana, Guilherme Logullo, João Telles, Julie Duarte, Leandro Melo, Leo Bahia, Leonam Moraes, Luísa Vianna, Moira Osório, Rosana Penna, Simone Centurione.
Teatro Oi Casagrande (Av. Afrânio de Melo Franco, 290 – Leblon, Rio de Janeiro)
Duração 140 minutos
05/01 até 01/04
Quinta e Sexta – 20h30, Sábado – 17h e 21h, Domingo – 19h
$50/$150
Classificação 10 anos

ROMEU & JULIETA 80!

Os jovens apaixonados mais icônicos da dramaturgia universal serão vividos pelos atores Renato Borghi e Miriam Mehler, em versão adaptada e dirigida por Marcelo Lazzaratto, a partir de 18 de janeiro, quinta-feira, no teatro do Sesc Ipiranga.

Além de celebrar a longevidade da dupla — amigos, que começaram a fazer teatro no mesmo período (1957) — esta versão de Romeu e Julieta de W. Shakespeare vai homenagear o próprio Teatro, já que o biênio 2017/2018 marca os 60 anos de carreira dos dois atores que fizeram do palco suas moradas e ajudaram a alicerçar o moderno Teatro Brasileiro.

Os jovens que se cuidem. Ou “envelheçam”, como já dizia Nelson Rodrigues. “Devemos ser reverentes a eles e à sua geração: Renato Borghi e Miriam Mehler são ‘nossos’ inusitados Romeu e Julieta do século XXI; as marcas de seus corpos nascidos nas primeiras décadas do século XX dão testemunho de suas paixões e sacrifícios. E têm mais: Eles se amam de verdade, o afeto dos primeiros anos de carreira quando formaram pares enamorados em algumas montagens permaneceu intacto”, diz Lazzaratto, que concebeu há quase uma década a versão com a dupla.

Quando foram convidados para esse projeto, como lembra Lazzaratto, Renato e Miriam riram como duas crianças! Eles aceitaram no mesmo instante. Imaginaram-se… O que poderá vir à tona, quantas sutilezas da alma humana podem se manifestar se os intérpretes de Romeu e Julieta já conhecem a vida há 80 anos?  Esta é a questão mobilizadora desta montagem e os resultados são surpreendentes.

Carolina Fabri e Elcio Nogueira Seixas completam o elenco para tornar jogo mais dinâmico; são eles, o casal mais jovem de atores que dará voz aos demais personagens: Ama, Mercucio, Teobaldo, Frei Lourenço, mães e pais, Prefeito, Benvólio, Paris, Boticário. A ênfase será dada à ação. Os papéis se revelam pelo que fazem e não em como se mostram, acrescenta Lazzaratto.

Daniel Maia e Simone Mina se juntaram à equipe para assinar a trilha sonora e o cenário/figurino respectivamente.

  • Sinopse 

Em Verona, na Itália, por volta de 1600, à rivalidade entre os Montecchios e os Capuletos acentua-se e os conflitos estendem-se a parentes e criados, apesar do apelo do príncipe pela paz. Num baile de máscaras na casa dos Capuletos, Romeu Montecchio conhece Julieta Capuleto. A paixão é mútua e instantânea. Ao descobrir que pertencem a famílias inimigas, os dois se desesperam. Resolvem casar-se secretamente. Como todos já sabem, o destino do amor entre Romeu e Julieta seria trágico. Nesta inusitada montagem do clássico de Shakespeare, os jovens Romeu e Julieta são interpretados pelos consagrados atores Renato Borghi e Miriam Mehler, ambos na casa dos 80 anos de idade. Todos os outros personagens da peça são distribuídos entre os atores Elcio Nogueira Seixas e Carolina Fabri. Direção e adaptação de Marcelo Lazzaratto.

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Romeu & Julieta 80!
Com Renato Borghi, Miriam Mehler, Elcio Nogueira Seixas e Carolina Fabri
Sesc Ipiranga (R. Bom Pastor, 822 – Ipiranga, São Paulo)
Duração 90 minutos
18/01 até 18/02
Sexta e Sábado – 21h, Domingo e Feriado – 18h (haverá espetáculo 25/01)
$30
Classificação 12 anos

ABRACADABRA ENTRE BRUXAS E FADAS

A famosa escola “Abracadabra- Aprendiz de Bruxas” está para fechar e os alunos e professores terão que fazer um curso intensivo de maldades malvadas para salvar o lugar.
O que eles não contavam era com a presença da fada Preferida, que sempre sonhou em ser vilã e não se identifica no corpo de Fada, querendo se tornar Bruxa.
E agora, será que eles vão conseguir salvar a escola? Será que a fada vai virar bruxa? E as bruxas? Será que elas vão fazer mais maldades? Não perca Abracadabra entre bruxas e fadas no Teatro Dr. Botica.
Saber lidar com as diferenças é o grande encanto dessa vida

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Abracadabra Entre Bruxas e Fadas
Com Thiago Tavares, Guy D’avllis, Rafaela Guido, Pâmela Sorrentino, Renan Ferraz
Teatro Dr Botica – Shopping Metrô Tatuapé (Rua Dr. Melo Freire, s/n. Tatuapé, São Paulo)
Duração 50 minutos
06 a 14/01
Sábado e Domingo – 14h
$40
Classificação Livre