O MEU SANGUE FERVE POR VOCÊ

A comédia musical ‘O Meu Sangue Ferve Por Você‘ estreia uma temporada inédita em São Paulo, dia 21 de julho, no Teatro J. Safra. O espetáculo, com diretor e atores da TV Globo, foi visto por mais de 500 mil pessoas, ficou em cartaz durante cinco anos no Rio de Janeiro e agora chega à capital paulista por apenas dois finais de semana.

‘O Meu Sangue Ferve Por Você’ é uma comédia musical que passeia por situações engraçadas sobre as armadilhas do amor.

Grandes clássicos populares de Sidney Magal, Reginaldo Rossi, Fábio Junior, Gretchen e muitos outros foram selecionados para contar as histórias e idas e vindas de um quadrilátero amoroso.

O universo de músicas extremamente populares e a junção da veia cômica com o talento musical dos atores, reúne romance, paixão, brigas, melodrama e humor. Em cena, a mocinha virgem, o canalha, a mulher da vida e o bom moço rejeitado cantam as alegrias e dores de viver um grande amor.

O musical é uma comédia com o espírito das grandes chanchadas, que relata situações divertidas sobre amor, com arranjos vocais sofisticados e interpretações inusitadas. O espetáculo estreou no Rio de Janeiro em 2009 e teve grande aceitação por todos os teatros onde passou.

Agora, os atores Cristiana Pompeo, que, atualmente, integra o elenco do programa humorístico da TV Globo Zorra, Martina Blink, atriz premiada como Melhor Atriz Coadjuvante no Prêmio CBTIJ de Teatro Infantil 2016, e Pedro Henrique Lopes, que integrou o elenco das novelas Eta Mundo Bom e Aquele Beijo, vêm pela primeira vez a São Paulo com este espetáculo para dar vida a alguns dos principais personagens do musical.

O espetáculo é uma viagem pelos clássicos melosos e cafonas dos anos 70, 80 e 90 e tem 80% de canções vindas de trilhas do maior melodrama brasileiro: a novela! A gente costuma brincar que, ‘O Meu Sangue Ferve Por Você’, é uma novela mexicana musical!”, finaliza o diretor do musical, Diego Morais, que dirigiu o musical ‘Vamp’ e já está escalado para dirigir a próxima novela das 18h da TV Globo.

 

O Meu Sangue Ferve Por Você
Com Cristiana Pompeo, Pedro Henrique Lopes, Martina Blink e Victor Maia
Teatro J. Safra (Rua Josef Kryss, 318 – Barra Funda – São Paulo )
Duração 70 minutos
21 até 30/07
Sexta – 21h30; Sábado – 21h e Domingo – 20h
$30/$70
Classificação 12 anos

LUIZ E NAZINHA – LUIZ GONZAGA PARA CRIANÇAS

A produção infantil ‘Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para crianças‘ chega ao Teatro J. Safra, em São Paulo, para uma curtíssima temporada – com apresentações nos dias 22, 23, 29 e 30 de julho, às 16h. O espetáculo já foi visto por mais de 100 mil pessoas em sua turnê pelo Brasil, que se encantaram com a emocionante adaptação da vida do Rei do Baião para os palcos.

A produção, que recebeu indicações para o CBTIJ e Zilka Salaberry – importantes prêmios do universo do teatro – faz parte do projeto ‘Grande Músicos para Pequenos’. A ideia é levar aos palcos nomes reconhecidos da cultura brasileira, apresentando sua vida e obra para as novas gerações.

Dirigido por Diego Morais – que também esteve a frente do musical ‘Vamp’ – o espetáculo conta passagens da infância de Luiz Gonzaga, vivido por Pedro Henrique Lopes, no interior do Nordeste e a descoberta do amor.

O jovem Luizinho se apaixona por Nazarena, interpretada pela atriz Aline Carrocino que, na peça, é filha de um coronel que não permite o namoro. O resultado é uma fábula romântica inocente, voltada para toda a família, embalada por grandes hits do músico protagonista, como “Asa Branca”, “Que Nem Jiló”, “Baião”, “O Xote das Meninas”, “Olha Pro Céu”, entre outros sucessos.

As crianças se divertem e os adultos sempre se emocionam. O que buscamos é exatamente isso: um espetáculo que aproxime as gerações, valorize a cultura brasileira, e que desperte a curiosidade do público. Muitas crianças pedem aos pais para escutarem as canções de Luiz Gonzaga depois de assistirem ao musical”, conta o diretor Diego Morais.

Veja abaixo a abertura do espetáculo

Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças
Com Pedro Henrique Lopes, Aline Carrocino, Martina Blink e Sergio Somene
Teatro J. Safra (Rua Josef Kryss, 318 – Barra Funda – São Paulo)
Duração 60 minutos
22 a 30/07
Sábado e Domingo – 16h
$30/$50
Classificação livre

BUG CHASER – CORAÇÃO PURPURINADO

Nossa vida é feita de escolhas, e temos que ser capazes de lidarmos com elas. Independentemente de certas ou erradas, sãs ou pecaminosas, fomos nós quem as escolhemos.

A peça “Bug Chaser – Coração Purpurinado“, da Cia ARTERA de Teatro, fala sobre estas escolhas. Conta a história de Mark, um advogado criminalista, com problema no coração, e que por motivos próprios, decide se tornar soropositivo.

Conversamos com o ator e dramaturgo, Ricardo Corrêa, sobre a peça e o peso das escolhas que fazemos.

Bug Chaser – Coração Purpurinado
Com Ricardo Corrêa e Leonardo Souza
Oficina Cultural Oswald Andrade (Rua Três Rios, 363 – Bom Retiro, São Paulo)
Duração 60 minutos
06/07 até 05/08
Quinta e Sexta – 20h; Sábado – 18h
Entrada gratuita
Classificação 16 anos

FORA DESSE MUNDO

O   segundo   espetáculo   do   grupo A Arca,   Fora   Desse   Mundo, propõe   uma   reflexão   sobre   relações   de    poder,   sexo,   amor   e   morte,   desejos   e   devaneios   íntimos.

Originalmente   o   texto,   escrito   por    Arthur   Haroyan,   relatava   a   vida   de   6   personagens   que   viviam   reclusas   em   um   lugar   não    específico   e   assistidos   por   um   médico   excêntrico   e   de   caráter   duvidoso.

Sobre   o   olhar   do    diretor   Kleber   Góes,   foi   proposto   um   trabalho   contemporâneo,   de   múltiplas   linguagens    como   mímica,   dança,   manipulação   de   objetos   cotidianos,   ação   verbal   e   depoimentos   íntimos    dos   atores   criando   uma   atmosfera   mais   poética   e   sensorial.   Um   projeto   que   difunde   as   artes    plásticas   e   conversa   com   o   teatro   e   a   dança,   onde   gestualidade   têm   papel   primordial   na    comunicação   com o   espectador.

Aborda   as   relações   humanas,   ficção   e   realidade   se    misturam   através   do   imaginário   e   da   concretude,     deste   não   lugar   onde   estas   pessoas    aparentemente.

A   ideia   da   peça   surgiu   durante   a   minha   viagem   pra   as   montanhas   de   Cáucaso.   Eu   estava    buscando   histórias   novas,   relatos,   crônicas   para   meu   texto   novo.   Essa   busca   me   levou   para    uma   pequena   aldeia   onde   os   seus   moradores   viviam   como   se   fosse   fora   desse   mundo.   Era   uma    comunidade   com   as   suas   próprias   regras   da   vida,   repletas   de   relações,   de   poder,   amor,   ódio,    sexo   e   morte,   sem   tempo   e   sem   relógio,   onde   cada   pequena   ausência   é   uma   eternidade”,   diz   o    autor   do   texto   Arthur   Haroyan

 “Como   resposta,   chegamos   a   um   espetáculo   onde   a   fiscalidade   do   ator   num   primeiro   plano   e    apoia   a   dramaturgia.   Mímica,   dança,   aparece   manipulação   de   objetos   cotidianos,   ação   verbal    e   depoimentos   íntimos   dos   atores   criam   uma   atmosfera   mais   poética   e   sensorial.   A    flexibilidade   na   busca   de   referências,   a   liberdade   de   expressão   criativa   fiel   à   experimentação   e    risco,   transformam   o   texto   original   em   uma   mistura   de   fragmentos   de   diários   íntimos   e    personagens   inventadas”,   diz   o   diretor   Kleber   Góes.

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Fora desse Mundo
com Ana Paula Inácio, Arthur Haroyan, Fábio Parpinelli, Gustavo Vierling, Júlia Marques, Pedro Reis
Espaço Parlapatões )Praça Franklin Roosvelt, 158 – Centro, São Paulo)
12/07 até 10/08
Quarta e Quinta – 21h
$30
Classificação 12 anos

UNIVERSO CASUO GRAND ESPECTACLE DU CIRQUE

Um dos palhaços mais famosos do Brasil e do mundo, Marcos Casuo, se apresenta pela primeira vez no Teatro J. Safra e em curtíssima temporada, com apresentações apenas nos dias 15 e 16 de julho, sábado e domingo respectivamente.

Marcos e sua trupe sobem ao palco com o espetáculo Universo Casuo Grand Espectacle du Cirque, um show que promete encantar o público com um visual moderno, onde a história é contada através de extraordinárias performances circenses na companhia de uma banda ao vivo, que executa uma trilha sonora criada por Charlie Dennard, um dos colaboradores do Cirque du Soleil.

O projeto é idealizado por Marcos Casuo, o único brasileiro a ser protagonista do espetáculo Alegria, do Cirque du Soleil. Esse show é a realização de um grande sonho do ator palhaço, que sempre quis montar um espetáculo nacional desse nível. Unindo toda a sua experiência adquirida com o Cirque, resolveu juntar música, performance, humor e poesia em um único espetáculo.

Sobre Universo Casuo Grand Espectacle du Cirque

No Universo Casuo, é contada a história de um mundo paralelo, um lugar mágico onde tudo é possível. Nele, o personagem Jean Francua, o Clown, percebe que a Terra, o Planeta Azul que antigamente esbanjava cores, hoje está desbotada. Clown resolve encarar a missão de resgatar todos os sonhos, fantasias e assim, trazer as cores de volta ao mundo.

 Sobre Marcos Casuo

Marcos começou a sua carreira no “Grande Circo Popular do Brasil”, onde foi malabarista, acrobata, coreógrafo, produtor e palhaço, durante nove anos. Em 2001, foi selecionado em uma audição pelo Cirque du Soleil e passou a atuar no picadeiro mais famoso do mundo. Primeiramente entrou como acrobata, mas logo o seu talento para o humor falou mais alto e se tornou uma das principais atrações do circo, o palhaço Casuo.

Durante os sete anos em que fez parte da equipe do Cirque, Casuo não somente foi protagonista do espetáculo “Alegria”, como também criou cinco performances para o show que são usadas até hoje.

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Universo Casuo Grand Espectacle du Cirque.
Com Marcos Casuo e grande elenco
Teatro J. Safra (Rua Josef Kryss, 318 – Barra Funda – São Paulo)
Duração 80 minutos
15 e 16/07
Sábado – 21h. Domingo – 19h
$40/$100
Classificação Livre

 

MAIOR QUE O MUNDO

Ser enquadrado na forma perfeita ou aceitar seu corpo e sua alma? Este é o dilema de João, um jovem “acima do peso” que busca na cirurgia bariátrica uma solução e um caminho para ser aceito pela garota que ama e pelo mundo em que vive. Esse é o ponto de partida do monólogo “Maior que o mundo” que estreia dia 8 de julho, no Espaço Parlapatões, em curta temporada em São Paulo.

Com texto e atuação de Hernane Cardoso e direção de Augusto Madeira, a peça, ao fazer um mergulho bem humorado no universo particular de um jovem gordo, acaba tocando em questões universais, como a nossa capacidade de aceitação do que – ou quem – é diferente de nós. Fala do nosso olhar sobre aquilo que não compreendemos e da dificuldade – por vezes dissimulada – que enfrentamos ao lidar com as diferenças.

João é um jovem que chega a sua primeira consulta com um psicólogo para dar início ao tratamento preparatório para uma cirurgia bariátrica. No decorrer das consultas, ao contar suas experiências como obeso, faz sempre questão de afirmar que nunca se importou com o julgamento dos outros.

Ele fala dos seus amores, amizades e de como sua vida se desenrolou até o momento de decidir fazer a cirurgia. Mas, ao revisitar sua história, João se depara com mágoas antigas e profundas, e se questiona se teria realmente conseguido sair ileso de uma vida inteira sendo visto como um “ser errado”.

Em cena, Hernane Cardoso ocupa o palco se valendo de uma cadeira e alguns elementos de cena que serão retirados de um baú à frente do palco. Muito da ambientação das cenas e lugares onde se passa a ação será visualizada através da mímica e da movimentação do ator, que ora interpreta os personagens, ora conta a história diretamente para o público.

Para o autor e ator da peça, o tema é relevante e necessário. Em tempos de redes sociais e culto a pessoas supostamente perfeitas e donas de vidas felizes e realizadas, o combate à crescente obesidade em todo o mundo foi adquirindo contornos cada vez mais ditadores e menos humanizados. Num mundo hoje desenhado para os corpos magros, os gordos e obesos estão à margem, segregados e até mesmo assediados moralmente. Surge a “Gordofobia”. – Hernane Cardoso.

 

Maior que o mundo
Com Hernane Cardoso
Espaço Parlapatões (Praça Franklin Roosevelt, 158 – Consolação, São Paulo)
Duração 60 minutos
08/07 até 05/08
Sábado – 23h59
$40

 

PALHAÇOS

Com texto de dramaturgo Timochenco Wehbi (1943 – 1986), Palhaços volta com temporada no porão do Teatro Sérgio Cardoso a partir de segunda-feira, 10 de julho às 20h. As apresentações acontecem às segundas-feiras (10, 17, e 31 de julho e 14 de agosto, às 20h) e uma terça-feira (25 de julho, às 20h).

O espetáculo conta com direção de Marcio Vasconcelos e atuação de Antônio Netto e Sérgio Carrera, além do sanfoneiro Guilherme Padilha. O projeto é uma realização da Cia das Artes e a Cia Pompa Cômica.

A trama se passa no intervalo de apresentação do palhaço Careta (Antônio Netto) que recebe em seu camarim a visita de um espectador, Benvindo (Sérgio Carrera), um vendedor de sapatos encantado com a performance. Se aproveitando da extrema inocência do visitante, o palhaço Careta expõe as dificuldades e dores de ser um artista, e estabelece um jogo de faz de contas para que Benvindo perceba o sentido de sua própria vida, condicionada aos padrões estabelecidos pela sociedade.

A peça fala sobre a condição humana ao expor os dois lados de um mesmo tipo de fragilidade: a desilusão frente à exploração social somada à uma insciência desta. Nesta versão, a obra de Timochenco Wehbi, ganha um novo integrante: o sanfoneiro.

Este personagem, em meio às músicas, caminha entre as histórias de Benvindo e o palhaço Careta, conduzindo a dramaturgia em um labirinto entre ficção e realidade. A montagem traz elementos que ajudam a trazer a atmosfera do picadeiro para o palco com artistas circenses que fazem números de clown, malabares, mágica.

O espetáculo é uma metalinguagem na questão da dificuldade de se viver de arte pelo país. O texto é um contraponto ao abordar o universo dos artistas, que mesmo diante de muitas barreiras, fazem o que mais gostam na vida. E também representa o mundo em que as pessoas seguem os costumes ditados pela maioria”, fala Carrera.

O ator viveu uma situação contrária de seu papel na vida real ao desistir da carreira médica e optar pela vida artística. “Definitivamente, trabalhar com arte no Brasil é resistir. Já meu personagem Benvindo abriu mão de seus anseios ao entrar para todos os padrões possíveis”.

Um dos maiores trunfos do texto é fazer um jogo em que nos perguntamos quem é o palhaço de quem durante o encontro entre os personagens. Expurga os conflitos internos, coloca uma outra face do palhaço, além do picadeiro. Em cena, um é complemento do outro”, diz Netto.

Assim como o dramaturgo, Netto também nasceu em Presidente Prudente e sua atuação no espetáculo Palhaços na cidade natal foi um fator determinante para sua chegada em São Paulo e continuar sua carreira no início dos anos 90. Os dois atores têm uma longa trajetória de parceria nos palcos, pois já trabalharam juntos em duas montagens da comédia musical Bar D’Hotel e no espetáculo De Um Dia de Pierrot ao Curto-Circuito, obra também de Timochenco Wehbi.

Timochenco Wehbi é um dramaturgo extremamente significativo, contendente, transgrediu a época em que vivia. Estava inserido na era da contracultura, um momento de ebulição na sociedade. Questões que não passaram em branco e ficaram refletidas em sua obra. Era uma pessoa apaixonada pelo circo e acompanhou bem as famílias que viviam dessa arte pelo interior”, diz os Netto.

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Palhaços
Com Antonio Netto, Sérgio Carrera e Guilherme Padilha. 
Teatro Sergio Cardoso – Porão (Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista, São Paulo)
Duração 70 minutos
10, 17, 25, 31/07; 14/08
Segunda – 20h; Terça – 20h
$40
Classificação 12 anos