FLUTUANTE

Com direção de Mauro Baptista Vedia e dramaturgia do cartunista Caco Galhardo, a peça Flutuante estreia dia 7 de abril no Teatro Sérgio Cardoso, na Sala Paschoal Carlos Magno. As sessões acontecem às sextas, sábados e domingos, sempre às 20h até 30 de abril. O elenco conta com Martha Nowill, Rafael Losso e Paulo Tiefenthaler.

A montagem é uma comédia dramática sobre uma professora de alemão que, sem motivo aparente, não consegue mais sair de casa para trabalhar. Essa súbita alteração em seu comportamento é o estopim para uma sucessão de acontecimentos que acaba por conduzi-la, na companhia de seu namorado e seu aluno das cinco, em um redemoinho de desejos, incertezas e obsessões que, aos poucos, os eleva a um estado de suspensão.

Neste texto, há um tipo de humor mais denso, ritmo mais ágil, mudança de cenários e divisão em dois atos e um epílogo. Uma comédia com elementos de reflexão, com temas pertinentes à sociedade atual, mais especificamente os desejos e neuroses dos habitantes de grandes metrópoles, tema sempre abordado pelo autor em seus quadrinhos diários na imprensa e que ganha maior profundidade na linguagem do teatro.

O projeto também consolida a parceria estabelecida entre o autor e a atriz Martha Nowill, que ganha corpo com este segundo texto. É uma peça sobre um momento na vida em que “perdemos o chão”. No epílogo, temos o desfecho com a saída encontrada por cada personagem após aquele “dia estranho”.

O texto tem humor bem contemporâneo e pop e o desafio da direção é fazer uma peça ágil, inteligente, sutil e extremamente divertida, que ao mesmo tempo passe a ideia de ser paulista e brasileira e universal. Flutuante tem tudo a ver com peças que já dirigi como A festa de Abigail e Jantar, por exemplo. Há uma inteligência no texto de assumir uma certa banalidade do contemporâneo, personagens sem eixo, sem uma âncora, perdidos na sociedade globalizada“, diz o diretor.

Este é o terceiro texto para teatro de Caco Galhardo, que teve sua estreia em 2010 com o espetáculo Meninas da Loja, produzido por Martha Nowill, dirigido por Fernanda D’Umbra, com Martha Nowill, Chris Couto, Cinthya Falabella e Mari Noguera no elenco. A temporada foi de três meses no Espaço Parlapatões, em São Paulo.

Pac-Woman, segundo texto do cartunista, foi apresentada no Satyrianas de 2012, com Marina Person e Tiago Martelli, direção de Fernanda D’Umbra, remontada em 2015 na programação Quintas em Cena do Teatro Cemitério de Automóveis, com Carcarah, Antoniela Canto e direção de Mauro Baptista Vedia.

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Flutuante
Com Martha Nowill, Rafael Losso e Paulo Tiefenthaler.
Teatro Sérgio Cardoso – Sala Paschoal Carlos Magno ( Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista, São Paulo)
Duração 70 minutos
07 a 30/04
Sexta, Sábado, Domingo – 20h
$40
Classificação livre
 
Texto: Caco Galhardo.
Direção: Mauro Baptista Vedia.
Cenário e Figurino: Frank Dezeuxis.
Luz: Aline Santini.
Fotografia: Luciana Nunes.
Arte Gráfica: Caco Galhardo.
Direção de Produção: Martha Nowill, Gustavo Sanna e César Ramos.
Produção: Complementar Produções.  
Realização: Mil Folhas Produções Artísticas.
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio.

PETER PAN

 

Para encenar a trama em formato de musical, o diretor Billy Bond seguiu a história original do escritor escocês J.M Berrie, criada em 1904 e publicada pela primeira vez no início do século 20, como peça teatral. Posteriormente, o autor publicaria Peter & Wendy, em 1911. “Assim como Berrie ao escrever queria despertar a imaginação do leitor, procuro provocar a fantasia do público”, conta Billy Bond, informando que sua adaptação é pessoal. “Nosso musical é brasileiro.”

Em sua versão, Billy Bond utiliza influências da cultura pop para aproximar ainda mais o espectador do clássico. Por trás das aventuras vividas na Terra do Nunca há uma história cheia de simbologias: viver eternamente a infância, preservar a inocência e a maneira colorida de se enxergar a vida.

O elenco – formado por 27 artistas que cantam e dançam em diferentes cenários, alternando o uso de mais de 100 figurinos –  foi selecionado em audição que reuniu mais de 600 candidatos. Para interpretar os personagens principais, Peter Pan e Wendy, foram escolhidos, respectivamente, Matheus Ueta (Carrossel e Bom Dia & Cia, do SBT) e Giulia Nassa (The Voice Kids, da Globo, onde cantou com Ivete Sangalo).

Billy é conhecido por incorporar às suas peças elementos que façam com que a plateia tenha a sensação de fazer parte do espetáculo. Nesta produção há forte investimento na interatividade e sofisticação do conto de fadas. Em sua fórmula bem-sucedida (“despojada de qualquer intelectualidade e de fácil leitura pela criança”), Billy moderniza o formato usando efeitos especiais, recursos de raio laser, gelo seco,  projeções em 4D, telões de LED. “Usamos a tecnologia a serviço da história”, diz ele, que mescla cenários reais com virtuais, projetados em LED.

A produção bem-cuidada das cenas reúne trajes inspirados na cultura asteca para o figurino dos índios. Já as roupas dos piratas (“sujos e malvados”) têm inspiração no século 18, no Renascentismo, com casacões de botão dourado. “Como o Teatro Bradesco é grandioso, o figurino tem de estar muito presente para aparecer, até maquiagem precisa ser exagerada”, diz Carlos Gardin.

A iluminação tem o propósito de dar volume à cena. A luz acompanha as cores do painel de LED e, junto com o cenário 4D, cria uma ambientação lúdica. No palco, uma composição física completa, com objetos cênicos, o cenário projetado no painel.

Sobre Peter Pan

Peter Pan conta a história de um garoto que se recusa a crescer. Peter e a fada Sininho levam seus amigos Wendy, João e Miguel para conhecer o lugar em que vivem, a Terra do Nunca, onde o tempo não passa. Uma sucessão de aventuras espera a turma. Eles vão se deparar com um navio pirata e ter que enfrentar o temível Capitão Gancho, conhecer a aldeia dos índios e os meninos perdidos. Uma história cheia de emoções e mensagens.

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Peter Pan
Com Matheus Ueta, Giulia Nassa, Maria Clara Rossi, Álvaro de Padua, Fabio Galvão, Tirzi Oliveira, Marcio Yaccof, Ítalo Rodrigues, Larissa Porrino, Beatricce Stoll, Diego Fecini, Marco Antonelli, Newton Yamassaki, Paula Canterini, Queren Simplicio, Sidney Simplicio, Gabriela Sega, Gui Zoboli, Gabriel Santana, Tayanne Zandonato, Paula Perillo, Carla Reis, Mayla Betti, Anton Uzhyk, Mateus Bertolli, William Santana, Uriel Trindade.
Teatro Bradesco – Bourbon Shopping (Rua Palestra Itália, nº 500 – Barra Funda, São Paulo)
Duração 110 minutos
01 a 16/04
Sábado e Domingo – 15h
Sessões extras 09 e 16/04 – 11h
$50/$150
Classificação livre
 
Figurinista: Carlos Alberto Gardin.
Realização: Anna Cristina Cafaro Driscoll, Benedita Calistro, Hilda de Oliveira.
Adereços de figurinos e próteses: Sílvio Galvão.
Assistência em figurinos com leds: Paulo Mendes de Oliveira.
Makes e caracterização: Chris Mourelhe , Carlos Alberto Gardin.
Perucas e postiços: Wellington Fontinelli, Emily Garcia.
Cenários: Silvio Galvão, Billy Bond.
Adaptação: Billy Bond , Lilio Alonso.
Diretor geral de dramaturgia: Billy Bond,  Andrew Mettine .
Direção de Cena: Marcio Yacoff.
Coreografia: Italo Rodrigues , Paula Perillo .
Direção Musical: Bond , Villa.
Designer de som: Paul Gregor Tancrew.
Designer de luz:  Paul Stewart .
Efeitos especiais: Gabriele Fantine.
Filmes e animações: George Feller, Lucas Médici.
Mappings: Nicolas Duce. Fotos: Chico Audi.
Direção de Produção: Andréa Oliveira.
Direção geral e direção de arte: Billy Bond.
Assessoria de Imprensa: Arteplural Comunicação

 

 

ERA UMA VEZ… ILUSÃO E MÁGICA!

Em sua temporada de 2017 no Teatro Irene Ravache, do Raposo Shopping, o ilusionista Ismael de Araujo estreia espetáculo interativo para toda a família com enredo infantil e um elenco jovem, divertido e eletrizante

Após fazer sucesso em 2016 com o espetáculo “Truques da Ilusão”, em que mesclou mágica e hipnose, o ilusionista Ismael de Araujo volta ao palco do Teatro Irene Ravache, no Raposo Shopping, com um novo projeto: “Era uma vez… Ilusão e Mágica!”. Entretenimento para toda a família, o espetáculo, dirigido e protagonizado pelo próprio Ismael, conta a história de um cientista que se sentia muito sozinho e resolveu desenvolver uma fórmula secreta para criar um filho para chamar de seu.

Nesta espécie de Pinóquio pós-moderno, o menino, papel de Ismael de Araujo, nasce com poderes mágicos. O público acompanha a saga do pequeno mágico, que foge de casa em busca de uma mãe e se mete em uma sequência de enrascadas, sempre ao lado de sua fiel consciência em forma de fadinha. São também de roer as unhas as façanhas do pai cientista para conseguir proteger sua fórmula secreta de uma terrível bruxa, que quer roubá-la para criar um exército de crianças – não para amá-las, claro, mas sim para escravizá-las!

Com trilha sonora contemporânea, referências a séries de TV atuais e formato muito interativo, “Era uma vez… Ilusão e Mágica!” lembra uma contação de história, em que as crianças participam das mágicas e da construção do enredo, dando palpites, opiniões e conversando com os personagens. Ao lado de Ismael estrela um talentoso elenco de jovens atores – Catarina Torres, Flávia Oliveira, Léo Drummond e Lucas Alves –, que fazem a plateia se divertir e se emocionar do início ao fim.

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Era uma vez… Ilusão e Mágica!
Com Catarina Torres, Flávia Oliveira, Ismael de Araujo, Léo Drummond e Lucas Alves
Teatro Raposo Shopping – Sala Irene Ravache (Rodovia Raposo Tavares, 14,5 – Jardim Claudia, São Paulo)
14/01 até 29/04
Sábado – 16h
$30
Classificação livre

BITA E AS BRINCADEIRAS

Nos tempos em que brincar está cada vez mais associado aos jogos eletrônicos, o Mundo Bita – habitado por seres verdes chamados Plots, o lugar é conhecido por ser a casa do amigão de bigode laranja e cartola na cabeça, o Bita! – apresenta um universo lúdico de brincadeiras saudáveis e divertidas. O espetáculo infantil Bita e as Brincadeiras faz curta temporada de 11 a 26 de março, com sessões aos sábados e domingos, às 15h, noTeatro Porto Seguro.

Dirigido por Maurício Vogue e baseado no álbum homônimo lançado em 2014 (que recebeu DVD de Ouro e de Platina), a peça coloca em cena Bita e seus amiguinhos Lila, Dan e Tito. O texto é do João Henrique Souza com músicas compostas por Chaps Melo. No elenco, Jeff Franco, Nathan Diego Milléo Gualda, Amanda Leal, Vitor Hugo do Amaral, Renato Sbardelotto, Taciane Vieira e Camila Fávero.

O musical infantil criado a partir de um desenho animado, Bita e as Brincadeiras propõe uma viagem pelo universo dos jogos como pega-pega, quebra-cabeça, massinha de moldelar, esconde-esconde e outros temas que muita gente já brincou. Na trama, as crianças Lila, Tito e Dan se deparam com limites estabelecidos pelos pais e mães para o contato com plataformas digitais. Entediados, pensam que não conseguem mais se divertir. É quando Bita surge como um elo entre o real e a imaginação, incentivando-os a descobrir novos mundos no universo das brincadeiras.

Com sete atores em cena, o espetáculo musical traz as onze canções do álbum. “O grande desafio é manter viva a dinâmica e magia dos vídeos de animação nos palcos. Mas como a proposta desta história é de resgatar as brincadeiras lúdicas que vem passando por gerações, a motivação é grande”, explica o diretor Maurício Vogue.

Chaps Melo, cantor e compositor, afirma que a própria experiência como pai o inspirou a compor as músicas. “Tenho duas filhas curiosas e, como a maioria das crianças de hoje, ligadas em tecnologia. Bita e as Brincadeiras vem para estimular descobertas por meio de brincadeiras eletronicamente desconectadas. O curioso é que usamos as plataformas digitais com o desenho animado para estimular a criança a desligar a TV e curtir o mundo lá fora, o que é um desafio. A peça de teatro vem para diversificar essa experiência através da linguagem cênica”.

Esta é a segunda montagem teatral do Mundo Bita realizada pela Cia Regina Vogue de Teatro, que montou em 2013 a peça Bita e os Animais.

Bita e As Brincadeiras
Com Jeff Franco, Nathan Diego Milléo Gualda, Amanda Leal, Vitor Hugo do Amaral, Renato Sbardelotto, Taciane Vieira e Camila Fávero.
Teatro Porto Seguro (Al. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 60 minutos
11 a 26/03
Sábado e Domingo – 15h
$60/$80
Classificação livre

 

 

EM CONSTRUÇÃO

Em Construção” show de lançamento do primeiro EP do cantor, compositor e ator Ruy Brissac, que conquistou o Brasil interpretando o cantor Dinho, no espetáculo “O Musical Mamonas”, acontece em São Paulo, no dia 7 de abril, no Teatro Augusta.

O show que tem como proposta a forma de linha do tempo, conta com dez músicas autorais e oito releituras de canções de grandes artistas, como a banda de sucesso Mamonas Assassinas, o cantor Tiago Iorc, Cazuza, Pitty, Paulo Ricardo, Raul Seixas, Kelly Key e Palavra Cantada, que fizeram parte da trajetória de Ruy.

Levando a plateia a uma viagem que vai da infância à vida adulta, o show conta com diversas intervenções de poemas, vídeos, performances, além da participação de amigos que marcaram fases da vida do cantor.

As músicas misturam todo o barulho e sentimento do Rock and Roll, com o melhor do Pop, trazendo em todas as fases do show uma lembrança, bons sentimentos e saudade para o público. O cantor brinca que está criando um novo estilo musical. “Minha música não é muito Pop Rock, eu diria que ela é meio Rock Pop”, comenta Ruy Brissac.

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Em Construção
Com Ruy Brissac
Teatro Augusta – Sala Paulo Goulart (R. Augusta, 943 – Cerqueira César, São Paulo)
Duração 90 minutos
07/04
Sexta – 21h
$60
Classificação livre

 

 

NERINA – A OVELHA NEGRA

Nerina, que significa negrinha em italiano, é uma ovelha de cor diferente das outras e, por isso, não é aceita pelo rebanho. Sozinha, ela acaba dando de cara com lobos famintos. Porém, ao invés de devorá-la, eles resolvem usá-la para atrair mais ovelhas. A partir daí, as coisas mudam um pouco de figura. O musical, que fica no Sesc Pompeia de 11 de março até 23 de abril, retrata de uma maneira lúdica e direcionada ao público infantil a questão do preconceito e como ele se insere na sociedade. 

O espetáculo é produzido por Maracujá Laboratório de Artes, grupo que há onze anos marca presença no universo do teatro para crianças e já foi contemplado com diversos prêmios e editais do segmento, além de circular por importantes festivais nacionais.

As diferença, sejam elas racionais, políticas, religiosas ou de gênero podem resultar em violência, exclusão e expressões preconceituosas. Diante desse cenário, o grupo identificou a oportunidade de questionar junto às crianças os motivos da rejeição ao outro, considerado diferente. “Em Bambolina, temos a boneca rejeitada por ser velha. Em Rabisco, o cachorro rejeitado por não ser bonito. E em Nerina, vem à tona a questão de como as pessoas lidam com as diferenças, assunto de extrema importância a ser debatido nos dias de hoje”, comenta Sidnei Caria, diretor artístico do grupo.

O espetáculo contará ainda com sessões acessíveis às pessoas com deficiência visual. O recurso audiodescritivo estará disponível nas apresentações dos dias 8 e 9 de abril.

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Nerina – A Ovelha Negra
Com Bia Rezende, Camila Ivo, Lucas Luciano, Piva Silva, Sidnei Caria, Silas Caria e Yasmin Olí
SESC Pompéia (R. Clélia, 93 – Pompeia, São Paulo)
Duração 45 minutos
11/03 a 23/04 (Apresentação do dia 8 e 9 de abril contará com audiodescrição)
Sábado e Domingo – 12h
$5
Classificação livre
 
Acompanhe o Maracujá Laboratório de Artes na internet:
 
Baseado no livro ilustrado homônimo de Michele Iacocca
Adaptação, Concepção e Direção Artística: Sidnei Caria
Direção Musical, trilha sonora e arranjos: Fernanda Maia
Assistência de Direção: Camila Ivo e Lucas Luciano
Assistente de Direção Musical: Ronaldo Liano
Direção de Arte e Figurinos: Sidnei Caria
Confecção de Cenografia, bonecos e adereços: Maracujá Laboratório de Artes (Lucas Luciano, Sidnei Caria e Silas Caria)
Música Original (letra): Michele Iacocca e Sidnei Caria
Melodias: Sidnei Caria e Fernanda Maia
Música Incidental Cena Sonho/Pesadelo: Ronaldo Liano
Iluminação: Marisa Bentivegna
Preparação Corporal: Lucas Luciano
Coreografias: Camila Ivo, Lucas Luciano e Sidnei Caria
Confecção de figurinos: Tetê Ribeiro e Cidinha André
Soluções Técnicas Audiovisuais: Lucas Luciano, Sidnei Caria e Silas Caria
Técnico de Palco e Operador de Efeitos Sonoros: Renan Vinicius
Técnico e Operador de Som: Aragonesco
Técnico de Iluminação: Henrique Andrade
Coordenação de Produção e Design Gráfico: Camila Ivo
Produção Executiva e Administração: Vivian Oliveira
Fotografias: Cacá Diniz
Assessoria de Imprensa: Taga Comunicação Estratégica
 

 

 

FADOS E OUTROS AFINS

 

A atriz e bailarina Mariana Muniz, após uma temporada de sucesso do espetáculo D’Existir, volta aos palcos no dia 11 de março com seu novo projeto “Fados e Outros Afins”, na SP Escola de Teatro.

Para essa nova empreitada, Mariana Muniz fez uma imersão em suas origens de brasileira e nordestina, numa dramaturgia, concebida a partir de seu corpo, como uma viagem poética de Lisboa a Recife, sob a direção de Maria Thaís, em um encontro de duas mulheres referências no Teatro e na Dança.

Na criação e composição do solo “Fados e Outros Afins”, Maria Thaís e Mariana Muniz exploram o hibridismo de linguagens artísticas da dança e do teatro, que servem à ampliação dos limites das conexões entre questões cênicas, coreográficas, dramatúrgicas, visuais e performáticas.

Assim como em trabalhos anteriores, em “Fados e Outros Afins”, Mariana Muniz dá continuidade ao processo de investigação das relações entre o pensamento e corpo | gesto, em dança e teatro.

A dramaturgia do espetáculo é tratada como uma teia que engloba as ações físicas da atriz-bailarina (como o texto se torna corpo), suas ações vocais (musicalidade no texto e com o texto; a palavra como música e concretização da voz no espaço), cenografia, iluminação, figurino e a relação entre eles.

O projeto “Fados e Outros Afins” tem o apoio do XX Edital do Fomento à Dança para a cidade de São Paulo e conta ainda com um programa educativo inovador, que visa a formação de público para dança, além da capacitação de novos profissionais, na tentativa de aproximar e estabelecer novos diálogos entre o público e a obra artística.

As ações principais desse núcleo educativo são: a realização de uma palestra sobre a história do fado e suas relações com o Brasil; o grupo de estudos com 12 aprendizes, e a produção de uma webserie que divulga as ações do projeto e desvenda os bastidores da criação do espetáculo.

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Fados e Outros Afins
Com Mariana Muniz
SP Escola de Teatro – Sala R1 (Praça Franklin Roosevelt, 210, Centro)
Duração 50 minutos
11 até 26/03
Sábado – 21h; Domingo – 19h e Segunda – 21h
$15
Classificação livre
 
Direção geral, Criadora-Intérprete e orientadora do Grupo de Estudos: Mariana Muniz
Direção Artística: Maria Thaís
Assistente de Direção, Cenografia e Fotos: Cláudio Gimenez
Coordenação pedagógica do Grupo de Estudos: Cynthia Domenico
Dramaturgia: Murilo de Paula e Carlos Avelino de Arruda Camargo
Trilha sonora: Divanir Gattamorta
Figurinista: Chris Aizner
Desenho de luz: Aline Santini
Cenografia: Julio Dojcsar e Rogério Santos
Operação som: Luciano Renan
Registro em vídeo/webserie: Marcos Yoshi
Assessoria de Imprensa: Fabio Camara
Designer: Fabio Borges
Coordenação de Produção: Natália Gresenberg e Talita Bretas  – Ação Cênica Produções Artísticas
Assistente de Produção: Rafael Petri
Aprendizes: Ana Mesquita, Barbara da Silva Borges, Camille de Oliveira Nascimento, Fernando Castanho de Almeida Pernambuco, Gabriela Lorrayne Araujo Santos, Giovanna Santos Guadanholi, Gustavo Fataki Silva Oliveira, Juliana Celentano Rocha, Livia Baena dos Santos, Luciano Renan Santos Antunes e Nicholas Belem Leite