ALÉM DA MEIA NOITE

“Um dia você terá idade suficiente para ler os contos de fadas outra vez” C. S. Lewis

O projeto Além da meia-noite foi criado pelo ator e escritor Victor Delboni, com a colaboração do artista visual João Galera. Trata-se de um projeto social que vai distribuir exemplares do livro Além da meia-noite em escolas de São Paulo e interior.

A cultura brasileira precisa cada vez mais de incentivos, e essa é a razão principal pela qual esse projeto nasceu. É um projeto em prol da cultura, da educação, daliteratura e das artes visuais.

Queremos, cada vez, mais incentivar as crianças e os adolescentes a pegarem um livro por gosto e não por obrigação, queremos criar o hábito da leitura desde cedo e para sempre, mostrando que dentro de cada livro existe um mundo a ser descoberto. Convidamos a todos a mergulhar nesses novos universos conosco, a descobrir novos horizontes, a conhecer novos personagens.

Um mundo dos sonhos que pode ser construído aos trancos e barrancos, mas mostrando que no final sempre vale a pena. Mostrar a todos que existe mágicadentro de cada um de nós, e que, se realmente acreditamos nisso, podemos conquistar aquilo que querermos.

E sabe como a gente quer mostrar tudo isso? Colocando a mão na massa!

Com o dinheiro arrecadado nessa campanha, serão produzidos 500 livros que serão distribuídos gratuitamente em escolas de São Paulo e interior.

Serão realizadas palestras sobre a construção de um sonho!

O livro Além da meia-noite foi escrito pelo criador desse projeto Victor Delboni, e vai ser ilustrado pelo artista visual João Galera e temos certeza de que o resultado final vai ser um dos livros mais lindos que você já viu!

Mas você deve tá se perguntando: sobre o que é o livro? Em qual a história que eu vou investir?

Você lembra de quando era criança e assistia os contos-de-fadas clássicos, ou quando sua mãe os lia pra você antes de dormir? Além da meia-noite vai resgatar a sua infância e te trazer uma nova versão de um dos contos mais conhecidos da história: A gata borralheira.

Sinopse:

Uma jornalista sonha em ser escritora. Um dia seu caminho cruza com o de uma velha senhora no supermercado que começa a lhe contar uma das histórias mais fascinantes que ela já ouviu.

Inspirado nas histórias de A gata borralheira Cinderella, e com um final surpreendente, Além da meia-noite traz aventuras e romances do mundo dos contos-de-fadas que começam a se confundir com o mundo real.

Você pode ajudar o projeto através do link https://www.catarse.me/alemdameianoite Se não puder ajudar com valor em dinheiro, você pode ajudar na divulgação, compartilhando a matéria…..

YARA AMARAL: A OPERÁRIA DO TEATRO

O ator e dramaturgo, Eduardo Rieche, lançou em São Paulo, o livro “Yara Amaral: A Operária do Teatro”. O evento aconteceu na Blooks Livraria. Conversamos com Eduardo sobre a atriz e o livro.

Resenha
Eduardo Rieche reconstrói a bela trajetória profissional da atriz por meio de uma narrativa que se confunde com a própria história do teatro brasileiro contemporâneo.

Da atuação no teatro amador nos anos 1950 à transformação em extraordinária profissional, esta monumental biografia investiga, com riqueza de informações, a passagem de Yara Amaral pela Escola de Arte Dramática de São Paulo e pelo Teatro de Arena nos anos 1960; a resistência à ditadura militar, o teatro marginal, os grupos cooperativados e as experiências alternativas dos anos 1970; a consagração perante a crítica, a conquista do respeito da classe artística e a adesão ao “teatrão” nos anos 1980.

O livro também narra o caso Bateau Mouche, quando Yara Amaral e mais 54 passageiros, perderam sua vida na noite do dia 31 de dezembro de 1988. O “acidente” está até agora impune.

“Yara Amaral: A Operária do Teatro”
autor: Eduardo Rieche
Editora Tinta Negra
págs: 736
1a edição: 2016

YARA AMARAL – A OPERÁRIA DO TEATRO

Vinte e oito anos após a sua morte, chega às livrarias a obra “Yara Amaral – A Operária do Teatro“, do autor Eduardo Rieche. Ele reconstruiu a a extraordinária trajetória profissional da artista, através de uma narrativa que se confunde com a própria história do teatro brasileiro.

A atriz

Nascida em Jaboticabal (1936), passou sua adolescência no bairro do Belenzinho. Quando criança, quis ser professora de matemática, mas os caminhos do teatro amador à levaram até a Escola de Arte Dramática (USP), onde formou-se em 1964.

Yara começou a carreira no Teatro de Arena, onde participou de peças como “O Inspetor Geral” e “Arena Conta Tiradentes” (Gianfrancesco Guarnieri). Passou também pelo Teatro Oficina. Durante seus 50 espetáculos, foi agraciada com vários prêmios, entre eles, os três Moliére pelas peças Reveillon,  Eu Posso? e Sábado, Domingo e Segunda.

No cinema, estreou em O Rei da Noite (1975). Participou de outros sete filmes, entre eles A Dama do Lotação (1978), e Mulher Objeto (1981)

Na televisão, estreou na novela “O Décimo Mandamento” (1968), na TV Tupi. Participou também da TV Excelsior, até se mudar para a TV Globo, onde ficou conhecida nacionalmente pelo papel da insegura e neurótica Áurea na novela Dancin’Days (1978). Seu último papel na televisão foi na novela “Fera Radical” (1988).

Infelizmente, veio morrer tragicamente, aos 52 anos, por causa do naufrágio do barco Bateau Mouche, no réveillon de 1989, na Baía de Guanabara (Rio de Janeiro). O acidente vitimou dezenas de pessoas, e os responsáveis pela tragédia jamais foram punidos.

foto

O livro

A biografia escrita por Eduardo Rieche foi indicada ao Prêmio Cesgranrio de Teatro 2016, na Categoria Especial. Além de percorrer a carreira teatral de Yara, Rieche também mostrou a faceta de combativa da atriz. Ela participou de inúmeras campanhas para promover a dignidade profissional e melhorar a relação dos artistas com as empresas que os empregavam — a atriz lutou, por exemplo, pelo estabelecimento de horários alternativos nas salas de espetáculos e pela abertura de novos espaços.

Yara Amaral – A Operária do Teatro tem o prefácio assinado pelo ator, diretor e produtor cultural Sérgio Mamberti e é resultado de uma intensa pesquisa, que envolveu o depoimento de 105 personalidades e o mergulho em entrevistas da atriz, textos e programas de peças de teatro, artigos, matérias, documentos pessoais e registros audiovisuais. O texto — narrativa saborosa que compõe, de forma convidativa, um abrangente retrato da atriz — é acompanhado por cerca de 300 imagens, muitas delas nunca publicadas. São fotografias da profissão e da vida íntima, anúncios de espetáculos, programas, poemas escritos à mão e cartões que, juntos, ajudam a resgatar o brilho hipnótico que Yara emanava, dentro e fora dos palcos.

 

 

TRECHO

Yara Amaral costumava dizer que as personagens eram mais importantes do que ela. Sempre. Afirmava que o único poder que lhe interessava era o poder cênico. Não tinha compromisso com o não falhar; com a competência, sim. E competência, para ela, significava dedicar-se rigorosa e religiosamente ao seu ofício, em detrimento até mesmo de sua vida pessoal. Ao longo de 29 anos dedicados ao teatro, a busca obstinada pela excelência em seu trabalho converteu-se em uma de suas marcas registradas. A capacidade única de conferir densidade a personagens quase sempre complexas e limítrofes, dotando-as não só de sentido como de humanidade, era fruto de um trabalho árduo, contínuo e incansável, ao qual Yara nunca se furtou. Acreditava piamente no teatro de ideias, “mas nascido nas vísceras, com a peneira da razão”. Preocupava-se em construir suas personagens de dentro para fora, emprestando-lhes as próprias vivências, “indo até o fundo de suas almas”. Dona de uma apurada sensibilidade e de amplos recursos interpretativos, Yara Amaral logo se transformaria em uma das principais atrizes de seu tempo. Tornou-se querida e reverenciada pelos colegas, admirada pelo público e respeitada pela crítica especializada.

O AUTOR

Premiado ator e dramaturgo, Eduardo Rieche, 45 anos, participou de cerca de 30 espetáculos profissionais, dirigidos por nomes como Domingos de Oliveira, Moacyr Góes, Enrique Diaz, João Fonseca, Viniciús Arneiro, Ary Fontoura, Wolf Maya, Regina Miranda, Sílvia Monte, Henrique Tavares, João Batista e Márcio Vianna, entre outros. Em 2006, sob os auspícios da Funarte/MinC, foi o pesquisador responsável pela exposição Yara Amaral por Ela Mesma. Além dessas atividades, é tradutor, psicólogo e bacharel em Comunicação Social.

Abaixo, veja a homenagem feita por Miguel Falabella, durante o programa Video Show, no quadro Memória Nacional.

Yara Amaral – A Operária do Teatro
Autor: Eduardo Rieche
Páginas: 736
ISBN: 978-85-5908-007-0
Preço sugerido: R$ 89,90
Dimensões: 20,5x26cm
 
Lançamento em São Paulo
Blooks Livraria Shopping Frei Caneca (Rua Frei Caneca, 569, 3º piso – Consolação, São Paulo
17/01
Terça – a partir das 19 horas

 

BERTA LORAN: 90 ANOS DE HUMOR

A atriz Berta Loran, que completou no dia 23 de março de 2016 90 anos de idade, lançará seu livro biográfico “BERTA LORAN: 90 Anos de Humor – Uma Homenagem ao Talento de Berta Loran por João Luiz Azevedo” no Theatro NET SP  no dia 05 de maio e no Teatro Bradesco – Minas Tênis Clube no dia 11 de maio 2016. 

O livro é apresentado na forma de uma grande entrevista – perguntas e respostas – da atriz Berta Loran ao jornalista João Luiz Azevedo, contando, de forma coloquial, um pouco da vida, carreira e cotidiano dessa grande atriz.

Sua infância pobre no gueto de Varsóvia e a vinda para o Rio de Janeiro com seus pais, irmãos e tios, seus dois casamentos, seus colegas de profissão, religião, política, teatro, tv, música, cinema, casos pitorescos vividos em família e em cena, enfim, um pouco de tudo.

A trajetória da pequena Basza Ajs, nascida na Varsóvia em 1926, a saída da Polônia, ainda  menina, até a chegada ao Brasil, em 1937, instalando-se na cidade do Rio de Janeiro, onde iniciou sua grandiosa carreira artística, passando pelas principais emissoras de TV até chegar à Rede Globo, onde participou de (quase) todos os programas humorísticos da emissora – de “Bairro Feliz” (1966) a “Zorra Total” (2004) – passando por programas de sucesso como “Balança Mas Não Cai”, “Faça Humor, Não Faça a Guerra”, “Satiricom”, “Planeta dos Homens”, “Viva o Gordo”, “A Escolinha do Professor Raimundo”, “Chico Total” entre tantos outros,  destaque em telenovelas como “Amor com Amor se Paga” de Ivani Ribeiro, “Cama de Gato” e “Cordel Encantado” de Duca Rachid e Thelma Guedes,  seriados como “A Grande Família” e “A Diarista” e minisséries como “Chiquinha Gonzaga” alegrando seu fiel público durante mais de 50 anos.

No livro, Berta fala da família, dos maus-tratos sofridos na Polônia por ser judia, narra sobre os que vieram para o Brasil e dos que ficaram e morreram durante a 2ª Guerra Mundial. Igualmente se refere à escola pública onde estudou, ao início da vida no Teatro Judaico (Teatro Idiche) no Rio de Janeiro, passando por suas temporadas de sucesso em Buenos Aires, em revistas na praça Tiradentes e, por seis anos, em Portugal, ao lado dos grandes nomes do teatro lusitano, da época. Temporadas de sucesso em comedias de George Feydeau, João Bithencourt, Oduvaldo Viana Filho, Leilah Assunção e Mauro Rasi.

Berta Loran declara seu carinho por Bibi Ferreira, sua grande amiga durante o período que trabalharam em Portugal, seu agradecimento ao Boni, que a levou para a Rede Globo em 1966, sua admiração ao Jô Soares com quem trabalhou por 11 anos e Chico Anysio por 14 anos em vários programas de humor.

O prefacio do livro foi escrito pelo autor, ator, diretor e produtor Claudio Botelho, a apresentação (orelha do livro) é assinado pela “diva” Bibi Ferreira e conta ainda com cartum exclusivo e inédito do Ique Woitschach.

O livro conta com perguntas de 70 artistas, jornalistas, produtores culturais, entre eles os atores Stepan Nercessian, Anselmo Vasconcellos, Elisa Lucinda, Aloisio de Abreu e Fernando Eiras, o diretor musical Caíque Botkay, o crítico teatral Rodrigo Monteiro, a cantora Teresa Cristina, o jornalista e crítico musical Mauro Ferreira, o biografo de Cauby Peixoto e Ângela Maria, Rodrigo Faour, o diretor de óperas Fernando Bicudo e depoimentos de 122 colegas da classe artística, jornalistas e familiares, entre eles Boni, Mauricio Sherman, Jô Soares, Ari Fontoura, Ney Latorraca, Fernanda Torres, Fernanda Montenegro, Claudia Raia, Charles Moeller, Cininha De Paula, Renato Aragão, Marcius Melhem, Tom Cavalcante, Luis Gustavo, Claudia Jimenez, Arlete Salles, Rodrigo Sant’Anna,  Débora Bloch, Edson Celulari, Osmar Prado, David Pinheiro, Castrinho, Heloísa Périssé, Tereza Rachel, Dedé Santana, Juca Chaves, Nélson Freitas, Ari Toledo, Rodrigo Fagundes, Orlando Drummond, Antonio Pedro, Emiliano Queiroz, Elke Maravilha, Paulo Silvino, Eliezer Mota, Bemvindo Sequeira, Rogéria, Jane Di Castro, Nizo Neto, Katiuscia Canoro, Murilo Benicio, Claudia Mauro, Gracindo Jr, Cauã Reymond, Solange Couto, Marcos Oliveira as  jornalistas Leda Nagle e Lucia Leme, as autoras de telenovelas Duca Rachid & Thelma Guedes, o bailarino português Carlos Mendonça e a atriz portuguesa Florbela Queiroz, que trabalharam com a Berta, de 1957 a 1963 em Portugal e o ator português e fã Miguel Villa e até a crítica teatral Barbara Heliodora, concedido pouco antes de sua morte.

Nas páginas finais o autor enumera os principais trabalhos da atriz no cinema, televisão e teatro além de apresentar o poema “Ser Atriz” onde a homenageada mostra as dificuldades e prazeres da profissão que escolheu ainda criança.

ALGUNS DEPOIMENTOS

 

 

“Dona de uma capacidade histriônica invejável, ela dança, canta e representa com um desembaraço incrível.” (ARI FONTOURA)

“Berta Loran é sem dúvida uma mulher dos palcos, como se costuma dizer, nasceu pra isso!  É uma grande comediante, que canta, dança… E sozinha num palco é capaz de entreter o público, como se estivesse na sala da sua própria casa.  (ARLETE SALLES)

“Berta Loran é daquelas comediantes que parece ser americana: ela tem o timing de comédia, precisão e ritmo extraordinários.  Ela é uma atriz perfeita sob todos os aspectos”. (BONI)

 

“Berta Loran, linda, maravilhosa, parabéns pelo seus 90 anos, o que eu sei de comedia eu aprendi com você. Quando comecei no “Viva o Gordo”, você era uma das atrizes principais do programa, era uma comediante espetacular, eu achava tanta graça em você que assistia tudo que você fazia.  Eu queria aprender com você.” (CLAUDIA RAIA)

“Para mim Berta, está no panteão onde reinam Lucille Ball, Bob Hope, Martha Raye, Jimmy Durante, Fanny Brice e uma série de outros artistas de origem judaica… um país que tem Dona Berta em seu elenco, tem história, tem estirpe, tem classe!” (CLAUDIO BOTELHO)

“Berta faz parte da nossa vida, faz parte do nosso riso, faz parte da nossa profissão. É tão bonita a sua força.  Eu conheço ela há muitos e ela sempre foi uma mulher muito estruturada, muito elegante, muito cuidada. Vamos aplaudi-la, abraça-la e beijá-la! (FERNANDA MONTENEGRO)

“Tenho o maior orgulho de ter conhecido, convivido e contracenado com a Berta Loran! Fiquei impressionada com seu tempo cômico, com a tranqüilidade com que desenrola a piada, como se ela tivesse vivido aquilo.” (HELOISA PÉRISSÉ).

“Grande  atriz,  comediante perfeita, que sabe nos fazer rir ,que nos

“Eu amo você. Você é um luxo! A Berta Loran é dona de uma escola, de uma maneira de representar que só ela tem! O tempo, o time! Ela tem uma qualidade de uma atriz que eu acho impressionante, que além do talento que é muito importante, ela é generosa!” (NEY LATORRACA)

“Eu via Berta sempre trabalhando e tornei-me sua fã; ela é extraordinária, um gênio na arte que faz. Além de ser um talento extraordinário, tem coração, alma, pegada; eu sou apaixonada por ela. Eu tenho 36 pneus e todos arriados por ela. Berta é uma pessoa que pega a alma das coisas e transforma em humor, o que é genial.” (ELKE MARAVILHA)

 

 

Grande Atriz, uma mulher especial, única. Lembro dela sempre com seu humor inteligente, sua voz forte, suas pernas perfeitas. Seus personagens cômicos eram únicos, uma composição cuidadosa, suas pausas precisas, e o rosto impávido, um humor cínico, adorável. (STELLA FREITAS)

Berta Loran: 90 anos de Humor
João Luiz Azevedo, jornalista e produtor cultural; autor do livro e produtor do projeto;
Angela Zaremba, fotógrafa;
Dan Strougo, curador e produtor de arte da exposição no Oi Casa Grande/RJ;
Teca Nicolau, curadora da exposição que ocupa a Sala Carlos Couto / Teatro Municipal de Niterói do dia 29/03 a 29/05;
Pedro Cadore, Roteirista e Diretor do filme em homenagem a atriz.
Preço do Livro: R$ 50,00
 
Theatro Net SP – Shopping Vila Olímpia (R. Olimpíadas, 360 – Vila Olímpia, São Paulo)
05/05
Quinta – 16 horas
 
Teatro Bradesco – Minas Tênis Clube (Rua da Bahia 2244 – Lourdes, Belo Horizonte – MG)
11/05
Quarta – 18 horas

‘O CINEMA DOS TRAPALHÕES – POR QUEM FEZ E POR QUEM VIU’

 

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Produzido pelo radialista e pesquisador cultural Rafael Spaca, ‘O CINEMA DOS TRAPALHÕES – POR QUEM FEZ E POR QUEM VIU’, um lançamento da Editora Laços, reúne 132 entrevistas realizadas ao longo de quatro anos com diretores, músicos, técnicos e artistas que trabalharam com os ‘Os Trapalhões’.

Com apresentação do ator e diretor Cássio Scapin, prefácio do jornalista Marcelo Fontana e quarta capa escrita pelo produtor cinematográfico Dênis Feijão, o livro pretende recuperar por meio de extensa pesquisa histórica e depoimentos pessoais uma das mais bem sucedidas experiências do cinema brasileiro.

Além do próprio Renato Aragão, que conversou com o autor por mais de três horas, estão no livro relatos de cineastas como Del Rangel, José Alvarenga Jr., Roberto Farias, Silvio Tendler e Vitor Lustosa, dos roteiristas Braz Chediak, Doc Comparato e Mauro Wilson, das atrizes Alcione Mazzeo, Ana Maria Magalhães, Bia Seidl, Bruna Lombardi, Carla Daniel,Cristina Prochaska, Denise Dummont, Fafy Siqueira, Gisele Fraga e dos atores Carlos Koppa, Ivo Setta, João Bourbonnais, Mário Cardoso, Paulo Reis, Ronnie Von e Tony Tornado.

Os músicos Afonso Nigro (ex-Dominó), Alex Gill (ex-Polegar) e Lenine se juntam a fenômenos pop como Juninho Bill e Amanda Acosta (ambos ex-Trem da Alegria) e Andreia Faria (ex-Paquita) e contam a respeito de suas participações nos filmes dos Trapalhões.

Dedé Santana também conversou com o autor.

A este time se juntam ainda dezenas de técnicos e outros profissionais da sétima arte como técnicos de som, estagiários, diretores de fotografia, cenógrafos, continuístas, produtores, figurinistas, cartazista, produtor executivo, dublês, produtora de elenco, montadora, assistentes de produção, quadrinistas, assistentes de câmera, diretor de arte, fãs, jornalistas, críticos de cinema no maior levantamento histórico e reflexivo a respeito do cinema realizado pelos Trapalhões.

O livro conta ainda com dois álbuns de fotos raras, cedidas pelos próprios entrevistados, que mostram cenas de bastidores destas produções.

Livro: O Cinema dos Trapalhões: por quem fez e por quem viu
Número de páginas: 554
Editora: Laços
Autor: Rafael Spaca
Preço: R$50,00 (cinquenta reais)
Lançamento: 18 de abril (em São Paulo) e 25 de abril (no Rio de Janeiro)
Caixa Belas Artes (Rua da Consolação, 2.423 – Consolação, São Paulo)
18/04
Segunda – 19h

 

“O QUE É O TEATRO MUSICAL”

O livro “O Que É O Teatro Musical” trata da história do Teatro Musical desde os primórdios até 2015, como foco na origem, influência, principais artistas da Broadway, West End, Brasil.
A obra conta com a gentil participação de artistas, diretores, coreógrafos, produtores relevantes do cenário de musicais no Brasil que contribuem com informações sobre o Teatro Musical, Teatro Musicado e  Teatro de Revista. Assim como, o livro contém livre traduções e referências bibliográficas de obras internacionais que somam para a compreensão do tema.
A publicação vem como contribuição à referencia bibliográfica em língua portuguesa, já que a grande maioria das obras estão em inglês, espanhol, italiano, francês, alemão dentre outros idiomas.
A artista e escritora Suellen Ogando tem 16 anos de carreira artística e há anos pesquisa o Teatro Musical  tentando democratizar o acesso e propagar ao máximo este gênero. Ela fez vários show com o nome Hollywood on Broadway, levando os musicais em vários eventos.  E junto ao SBT são pioneiros na exibição de Teatro Musical na  Tv Aberta no país. Pela primeira vez no Brasil, números de Teatro Musical foram exibidos, graças aos produtores, diretores do SBT que compraram a ideia. Ela venceu o reality show Máquina da Fama,  como Velma de Chicago com o número “All That Jazz”,  em 2014, foco nos musicais da Broadway. E desde então, se apresentou como Carmen Miranda em “As Cantoras do Rádio”  foco e homenagem Era do Rádio- Teatro de Revista no Brasil, em 2014. Em 2015, com reprise em 2016 como Mary Poppins em “Supercalifragilisticexpialidocious”, foco nos musicais  londrinos de West End.
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Lançamento do Livro “O Que É O Teatro Musical”
autoria Suellen Ogando
16/05
Segunda – 17h às 20h
Studio Marconi Araújo (Rua Alabastro, 527 – Aclimação, São Paulo)
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“A Broadway Não É Aqui”

O ator, dramaturgo, diretor e professor de teatro, Gerson Steves, lança seu livro “A Broadway Não É Aqui – Panorama do Teatro Musical no Brasil”. O livro é baseado na sua tese de Mestrado para a Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero
O lançamento será dia 11 de agosto, terça fera, às 19 horas, no Teatro Espaço Parlapatões.

180px-Gerson_StevesGerson procura discutir “a recente colonização imposta pelo musical americano ao teatro musical brasileiro, onde o que se vê atualmente é uma predominância de produções milionárias pelas majors do entretenimento internacional, que visam exclusivamente a mercantilização de projetos culturais”.
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