SENHOR DAS MOSCAS

Com direção de Zé Henrique de Paula, direção musical de Fernanda Maia e elenco de 13 atores, o texto de William Golding adaptado para o palco por Nigel Williams ganha tradução de Herbert Bianchi e Zé Henrique de Paula.

Senhor das Moscas reestreia no Teatro do SESI para temporada gratuita de 19 de agosto a 3 de dezembro. O elenco é composto por Arthur Berges, Bruno Fagundes, Davi Tápias, Felipe Hintze, Felipe Ramos, Gabriel Neumann, Ghilherme Lobo, Lucas Romano, Paulo Ocanha Jr., Pier Marchi, Rodrigo Caetano, Rodrigo Vellozo e Thalles Cabral.

Sinopse

Crianças inglesas de um colégio interno ficam presas em uma ilha deserta, sem a supervisão de adultos, após a queda do avião que as transportava para longe da guerra. Os meninos se vêm sob duas lideranças naturais: Jack está sempre preocupado em caçar, matar os porcos selvagens que existem na ilha, organizando sua equipe de caçadores; enquanto Ralph ocupa-se em deixar uma fogueira sempre acesa, para que possam ser, um dia, salvos. Ralph deseja voltar para o mundo moderno, para a civilização, enquanto Jack cada vez mais rompe seus laços com ela.

A situação se torna mais complexa quando aparece um “bicho” para aterrorizá-los. Então as crianças escolhem um símbolo sobrenatural: uma cabeça de porco espetada numa estaca, que eles batizaram como Senhor das Moscas e para quem pedem proteção contra os perigos da ilha.

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Sobre a encenação – por Zé Henrique de Paula

“Senhor das Moscas” é um clássico da literatura inglesa – escrito em 1954, em plena Guerra Fria, o romance se tornou um dos mais importantes do século XX e deu a William Golding um Prêmio Nobel de Literatura.  Mas o que existe nele que ainda possa nos interessar e, mais ainda, provocar interesse no jovem de hoje em dia?

Felizmente, a obra sobreviveu ao tempo e está mais atual do que nunca. Em tempos de grande agitação política, de ídolos instantâneos e de fluidez de identidade (especialmente entre os adolescentes), as aventuras de Jack, Ralph, Simon e Porquinho e seus dilemas éticos, morais e afetivos parecem ter sido escritos para o Brasil do século XXI. Como numa saga shakespereana em que há drama, comédia, luta, morte, natureza, aventura e religião – tudo junto numa só história – queremos dar combustível à peça através de uma de suas principais características: a velocidade e a ferocidade dos acontecimentos.

Há muito esse binômio ritmo acelerado/violência tem frequentado o cinema, as graphic novels, o videoclipe. No teatro, o fenômeno é sazonal: visitou os palcos na era elisabetana, reapareceu pontualmente em alguns momentos do século XX. Pois é esse binômio que queremos explorar, acreditando ser a matéria prima que trará à tona os grandes eixos temáticos da obra de Golding – a essência verdadeiramente bestial do ser humano; a luta pela civilização; a formação dos partidos (em sentido mais amplo, não o meramente político); o sentido de amizade, lealdade e a criação dos vínculos afetivos; a natureza do misticismo, a necessidade dos deuses e da epifania espiritual na vida dos homens.

O Núcleo Experimental tem como base de seu trabalho o ator. Aliado à síntese de elementos cênicos e à busca de bons textos, o trabalho dos atores é o foco de nossa pesquisa cênica. Pesquisamos a expressividade da ação física, o sentido de coesão e união cênica e, paralelamente, experimentamos os possíveis usos para a música e o canto no acontecimento teatral. Todos esses elementos permeiam a encenação de “Senhor das Moscas”, já que buscamos uma encenação limpa, de poucos elementos, com iluminação e música com alta significação cenográfica e direcionada aos quatorze intérpretes das crianças criadas por William Golding. Ele que é o nosso protagonista, uma vez que acreditamos que não há bom teatro se não iluminarmos, antes de mais nada, as ideias do autor.

Senhor das Moscas
Com Arthur Berges, Bruno Fagundes, Davi Tápias, Felipe Hintze, Felipe Ramos, Gabriel Neumann, Ghilherme Lobo, Lucas Romano, Paulo Ocanha Jr., Pier Marchi, Rodrigo Caetano, Rodrigo Vellozo e Thalles Cabral
Teatro do SESI (Av. Paulista, 1313 – Jardins, São Paulo)
Duração 90 minutos
17/08 até 03/12
Quinta, Sexta e Sábado – 15h; Domingo – 14h30
Entrada Gratuita
Classificação 14 anos

A VISITA DA VELHA SENHORA

Os cidadãos de Güllen, uma cidade arruinada, esperam ansiosos a chegada da milionária que prometeu salvá-los da falência.

No jantar de boas-vindas, Claire Zahanassian, ex-moradora da cidade, impõe a condição: doará um bilhão à cidade se alguém matar Alfred Krank, o homem por quem foi apaixonada na juventude e a abandonou grávida.

Tendo a proposta rejeitada, Claire decide esperar hospedando-se com seu séquito no hotel da praça principal.

A partir dessa premissa, o suiço Friederich Dürrenmatt cria uma sequência tragicômica de cenas que expõe ao máximo a fragilidade moral do homem quando a palavra é dinheiro. Quem mata Krank? Cairá Güllen na tentação de satisfazer o desejo de vingança da milionária? Ou fará justiça? Até que ponto a linha ética enverga diante do poder do dinheiro?

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A Visita da Velha Senhora
Com Denise Fraga, Tuca Andrade, Ary França, Fábio Herford, Daniel Warren, Romis Ferreira, Maristela Chelala, Renato Caldas, Eduardo Estrela, Beto Matos, Luiz Ramalho e Rafael Faustino
Teatro do SESI (Av. Paulista, 1313 – Jardins, São Paulo)
Duração 120 minutos
18/08 a 26/11
Quinta, Sexta, Sábado e Domingo – 20h
Entrada grátis (reserva pelo site do SESI ou direto na bilheteria)
Classificação 14 anos

HEBE, O MUSICAL

A atriz Débora Reis foi a escolhida para interpretar a apresentadora Hebe Camargo, no musical sobre a sua vida.

Escolhida entre 35 finalistas, Débora já viveu a apresentadora no musical “Rita Lee Mora Ao Lado” (2014).

O espetáculo, com direção de Miguel Falabella, estreia na primeira quinzena de outubro no Teatro Procópio Ferreira.

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(fonte Veja SP)

AUTOBIOGRAFIA AUTORIZADA

Depois de passar por várias cidades do Brasil, o ator Paulo Betti estreiou o monólogo Autobiografia Autorizada, no dia 11 de agosto(sexta-feira, às 21h30), no Teatro Vivo, em São Paulo. O espetáculo, dirigido pelo próprio ator em parceria com Rafael Ponzi, comemora os 40 anos de carreira de Paulo, que também assina o texto. A montagem está em turnê pelo Brasil por meio do projeto Vivo EnCena.

No palco, Betti interpreta, com muito humor, histórias que viveu e ouviu na infância e adolescência. São passagens que ficaram registradas em sua memória e em anotações que fazia sobre tudo que acontecia à sua volta, em busca de compreender a própria vida. Os textos eram anotados em grandes blocos onde também fazia colagens de fatos da época. Este “livro” de memórias compõe a cena do espetáculo.

A história de Paulo Betti (64 anos) começou no mundo rural onde o avô, um imigrante italiano, trabalhava como meeiro para um fazendeiro negro, em Sorocaba, SP. “Eu via a fazenda da perspectiva da senzala”, relembra. Sua mãe, uma camponesa analfabeta, ao se mudar para a cidade, trabalhou como empregada doméstica, para criar os 15 filhos (Paulo é o décimo quinto, temporão, com 10 anos de diferença de do irmão mais novo). Seu pai era esquizofrênico. Apesar disso, Paulo estudou em boas escolas, cursou um Ginásio Industrial em tempo integral, se formou pela Escola de Arte Dramática da USP e foi professor na Unicamp.

O testemunho do ator, autor e diretor, que interpreta pai, mãe, avó e muitos outros personagens da própria vida, brinda o público com uma peça emocionante. Com bom humor, poesia e dor, Paulo mergulha na vida dessas personagens de sua história e emerge com uma peça edificante que reafirma a importância do ensino publico e do trabalho social para a valorização do ser humano.

Segundo Paulo Betti, lendo as anotações que fez no decorrer de quase uma vida inteira, chegou à conclusão que, todo o tempo, preparava-se para revelar as extraordinárias condições que o levaram a sobreviver e a contar como isso aconteceu. “Minha fixação pela memória da infância e adolescência, passada num ambiente inóspito e ao mesmo tempo poético, talvez mereça ser compartilhada no intuito de provocar emoção, riso, entretenimento e entendimento”, comenta o artista.

Entre as lembranças vividas em Autobiografia Autorizada, estão os momentos em que ouvia radionovelas enquanto ajudava a mãe na tarefa de passar roupas (ela também desempenhava esta função para completar o orçamento). “Lembro-me bem de Adoniran Barbosa na pele de Charutinho em Histórias das Malocas”, relembra o ator. A história do irmão cavaleiro que dormiu montado no cavalo, a memória da carrocinha que recolhia cachorros de rua, os momentos como funcionário do Hospital Votorantim e a descrição do cardápio do bandejão do Centro Residencial da USP, também estão entre as histórias do espetáculo. E não poderiam ficar de fora fatos curiosos dos bastidores da televisão e do cinema, além da revelação sobre o beijo na TV: afinal, ele é técnico ou real?

A encenação é calcada na interpretação e na força do texto. Além da iluminação e do figurino, belas projeções de vídeo integram a ambientação cênica. O ator também manipula alguns objetos como a faca pontiaguda que sua avó usava para matar o porco e o pião que fazia girar quando criança.

Paulo Betti busca inserir o espectador na história, antes mesmo de entrar em cena. Ainda no saguão, o ator se aproxima do público que, ao entrar no teatro, é envolvido pela trilha sonora com músicas dos anos 60 e 70. Assim, inicia-se a cumplicidade entre o artista e sua plateia.Autobiografia Autorizada é um amalgama do Brasil profundo, inspirada pela inusitada historia de superação de Paulo, que percorre o trajeto riquíssimo da roça à cidade, contando um pouco da historia da Imigração Italiana no Brasil.

Paralelamente ao espetáculo, Paulo produziu e dirigiu um novo longa-metragem que será lançado em breve. Trata-se de A Fera na Selva, baseado na obra do escritor norte-americano Henry James, no qual também atua ao lado de Eliane Giardini. O filme é uma adaptação para o cinema do espetáculo que ele encenou com a atriz e ex-mulher, em 1992, que lhe rendeu o Prêmio Shell de Melhor Ator. As filmagens foram realizadas em Sorocaba, sua cidade natal onde conheceu Eliane.

 

Autobiografia Autorizada
Com Paulo Betti
Teatro Vivo (Av. Dr. Chucri Zaidan, 2460. Vila Cordeiro. São Paulo)
Duração 110 minutos
11/08 até 01/10
Sexta – 21h30; Sábado – 21h; Domingo – 18h
$50
Classificação 12 anos

À MEIA NOITE UM SOLO DE SAX NA MINHA CABEÇA

Com texto e direção de Mário BortolottoÀ Meia Noite Um Solo de Sax na Minha Cabeça” reestreia em São Paulo, em 16 de agosto, quarta-feira, às 21h, em nova temporada, no Cemitério de Automóveis.

A estreia foi em 2011 nos Parlapatões, depois passou pelo Sesi, Faap , viajou pelo interior de São Paulo e agora volta ao cartaz com o mesmo desejo dos atores de quase uma década atrás: a vontade de estarem juntos no palco atuando. Fábio Espósito e Henrique Stroeter são amigos de longa data e desde 2001 – quando leram o texto pela primeira vez – planejaram este encontro.

Escrita em 1983, a comédia que já passou por diversas direções, ganha vitalidade nas atuações da dupla.

Amigos desde a maternidade, a amizade entre Billy e Jesse é o tema central da história.

Billy interpretado por Henrique Stroeter é um bebê inquieto e já “consciente” sobre as dificuldades que a vida lhe trará. Com o tempo, ele se transforma num adolescente indignado e em um adulto idealista, ativista político e sem dinheiro.

Já Jesse, personagem de Fábio Espósito, é uma criança educada, rica e com boas perspectivas de vida. Na adolescência experimenta comodidades burguesas e na maturidade opta pela segurança financeira e familiar.

Entre 1950 e a passagem do ano de 1983 para 1984, eles compartilham, em 13 quadros, experiências pessoais, políticas e sociais pontuadas por ágeis trocas de figurinos e projeções de fatos reproduzidos em telão. “O foco é contar esse tempo, abordando a música, fatos jornalísticos, moda, pensamento político-social e, claro, o afeto e a lealdade entre esses dois amigos inseparáveis”, diz Espósito.

A grande surpresa da peça é a forma com que Bortolotto conduz a trama, ele surpreende ao lançar um olhar doce e nostálgico à frente desta montagem, segundo avaliação da crítica da Folha de S.Paulo, Christiane Riera (em memória).

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À Meia Noite Um Solo de Sax na Minha Cabeça
Com Henrique Stroeter e Fábio Espósito
Teatro & Bar Cemitério de Automóveis (Rua Frei Caneca, 384 – Consolação. São Paulo)
Duração 55 minutos
16/08 até 12/10
Quarta e Quinta – 21h
$40
Classificação 14 anos

FOREVER YOUNG

Grande sucesso de público, o aclamado espetáculo do suíço Erik Gedeon volta em cartaz com grandes hits mundiais da música pop e rock’n’roll. No elenco também estão Fred Silveira, Paula Capovilla, Naima Ferreira e Fafy Siqueira (em participação especial)

Com temporadas em São Paulo, Rio de Janeiro e mais oito capitais o musical Forever Young volta em cartaz dia 4 de agosto, sexta-feira, às 21h30, no Teatro Nair Bello. Novidade dessa temporada é a entrada dos atores Saulo Vasconcelos e Marcos Lanza no elenco.

De forma poética e bem-humorada, Forever Young aborda seis grandes atores que representam a si mesmos no futuro, quase centenários. Apesar das dificuldades eles continuam cantando, se divertindo e amando. Tudo acontece no palco de um teatro, que foi transformado em retiro para artistas, sempre sob a supervisão de uma enfermeira. Quando ela se ausenta, os simpáticos senhores se transformam e revelam suas verdadeiras personalidades através do bom e velho rock’n’roll e mostram que o sonho ainda não acabou e que eles são eternamente jovens.   A comédia musical consegue relatar não apenas o problema da exclusão social na “melhor idade”, mas também aborda questões sobre a velhice com muito humor e músicas que marcaram várias gerações.

Forever Young é uma grande homenagem a todos os artistas que trouxeram tanta magia para as pessoas. E, principalmente, passa a mensagem que ser jovem é algo eterno, que a vida não para, apenas muda-se a frequência das ações.

Os hits são sucessos do rock/pop mundial de diversos anos, passando pelas décadas de 50, 60, 70, 80 até chegar aos anos 90.Músicas que são verdadeiros hinos como I Love Rock and RollSmells Like a Teen SpiritI Wil SurviveRoxanneRehabSatisfactionSweet DreamsMusicSan FranciscoCalifornia DreaminLet It BeImagine, e a emblemática Forever Young. Já o repertório nacional conta com canções como Eu Nasci Há 10 Mil Anos Atrás de Raul Seixas, Do Leme ao Pontal de Tim Maia e Valsinha de Chico Buarque.

 

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Forever Young
Com Fafy Siqueira, Saulo Vasconcelos, Fred Silveira, Paula Capovilla, Marcos Lanza, Naima Ferreira e Miguel Briamonte.
Teatro Nair Bello – Shopping Frei Caneca (Rua Frei Caneca, 569 – Consolação, São Paulo). 
Duração 100 minutos
04/08 até 01/10
Sexta – 21h30, Sábado – 21h, Domingo – 19h
$80/$90
Classificação 10 anos

CASTELO RÁ-TIM-BUM, O MUSICAL

No dia 09 de setembro, o Porteiro abrirá novamente as portas do castelo que é lar do garoto Nino, de seus tios Victor e Morgana, e de outros moradores. “Castelo Rá-Tim-Bum, o Musical“.

Inspirado na série que passou originalmente na década de 90 na TV Cultura, o espetáculo conta uma história nova de Nino, Zequinha, Biba e Pedro, com canções já conhecidas do público, bem como composições novas. Na coletiva de imprensa que aconteceu hoje, foi apresentado o número “Juntos e Unidos“.

Não se trata de mais um musical infantil. Preparamos um espetáculo de grande porte voltado a toda família, com efeitos especiais, orquestra ao vivo e uma história inédita e surpreendente. Castelo Rá-Tim-Bum, o Musical vem para ser um marco na história do teatro musical brasileiro“, explica Ricardo Marques, produtor e presidente da 4Act Entretenimento.

O espetáculo é uma produção da 4Act Entretenimento (“A Era do Rock“, “Ghost, o Musical“), com direção de Léo Rommano, direção musical de Paulo Nogueira, coreografias de Thiago Jansen e direção artística de Léo Rommano e Ricardo Marques.

Sinopse

O espetáculo conta a história de Nino, um garoto feiticeiro prestes a completar 300 anos, e que vive em um castelo escondido entre os arranha céus de uma grande cidade. Nesse castelo, tem a companhia de seu tio Victor, feiticeiro e inventor de 3.000 anos, e sua tia avó, também feiticeira, Morgana de 6.000 anos. Além da família de feiticeiros, moram no castelo outras tantas criaturas fantásticas. Apesar de morar em um lugar tão fenomenal, Nino se sentia triste, pois queria ter amigos, ir a escola e brincar na rua como as outras crianças.

Em um dia especial, comemoração de seu aniversário, a tristeza de Nino é interrompida com a chegada de PedroBiba Zequinha, três crianças sem magia, mas com o poder de alegrar a vida do menino feiticeiro.

Tudo está indo muito bem, até que coisas estranhas começam a acontecer. Para salvar o Castelo e a todos, Nino terá que provar seu valor e encontrar o caminho da verdadeira magia.

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Castelo Rá-Tim-Bum, o Musical
Com Roberto Rocha, Rodrigo Miallaret, Alessandra Vertamati, Igor Pushinov, Lipe Volpato, Laura Castro, Karol Nascimento, Luiz Henrique Prudêncio, Henry Gaspar, Murillo Martins, Guilherme Leal, Patrick Amstalden, Gabriel Vicente, Maria Clara Manesco, Larissa Landim, Ana Araújo, Luciana Artusi, Joyce Cosmo, Enrico Verta, Dante Arruda, Eduardo Leão, Everton Granado, Lia Canineu, Gabriel Ebling e Bia Freitas
Teatro Opus – Shopping Villa Lobos (Avenida das Nações Unidas, 4777 – Alto de Pinheiros, São Paulo)
09/09 até 19/11
$50/$120
Classificação Livre