PASSARINHO

Em temporada no Teatro Eva Herz todas as quintas até 26 de março, PASSARINHO, monólogo da atriz e dramaturga terá um debate especial após a próxima sessão do dia 13 de fevereiro, quinta-feira. Ana Kutner recebe Leandro Karnal para, juntos, falarem sobre a metáfora  do Porco Espinho, proposta por Schopenhauer. A ideia é fazer um paralelo entre a teoria, o espetáculo e trazer também pontos discutidos por Karnal em seu livro “O Dilema do Porco Espinho – como encarar a solidão”.
A dupla deve falar sobre a necessidade de se desenvolver afetos e a solidão nos dias atuais. Primeiro trabalho como dramaturga da atriz Ana Kutner, Passarinho retorna para um temporada no Teatro Eva Herz no próximo dia 6 de fevereiro. Com direção de Clara Kutner, a peça propõe um diálogo com o público por meio de poesia. O espetáculo estreou em 2017 e traz um autobiografia de Ana, em seu primeiro mergulho como autora, falando sobre as experiências afetivas, memórias, dores e descobertas.
Passarinho
Em cena, Ana, que é também iluminadora, opera a própria a luz, além do som,  promove um encontro franco, direto e amoroso com o público, para quem oferece seus relatos num tom que, apesar de confessional, não deixa entrever os limites entre realidade e ficção e se vale de sua experiência particular para falar do que é universal e reconhecível por qualquer um de nós.
A peça foi transformada em livro, que saiu pela editora Cobogó em 2018. O livro estará à venda  nos dias da apresentação e o público poderá ter seu exemplar autografado pela atriz e autora.
Passarinho e o Eva Herz 
Em 2019, Passarinho teve algumas micro temporadas em uma versão mais intimista. Agora, retorna ao palco italiano e em uns lugar que sempre foi um sonho para Ana Kutner. “Quando comecei a fazer o Passarinho, ficou muito claro para mim e para a diretora Clara Kutner que o espetáculo precisava transitar em espaços múltiplos, deslocar, para além das salas de teatro, experimentar outras interlocuções, performar em novos espaços, causando a provocação estética que buscamos: os atravessamentos. Mas sempre estive de olho no Eva Herz. A proximidade com a livraria e seu tamanho me permitem um amplo diálogo com a platéia. Esse desejo só cresceu quando Passarinho alcançou outros ninhos ao se transformar em livro. O Eva Herz faz muito bem esse diálogo entre os palcos e a literatura”, explica Ana Kutner.
A peça se dá em um cenário que é quase uma instalação: no palco, o público vê um banco e uma instalação de múltiplas lâmpadas em alturas diferentes, que criam uma espécie de chão de estrelas ao redor da atriz. A luz e o som são operados pela própria, ao longo da peça. A ideia do cenário é permitir que o espetáculo tenha a versatilidade que mostra desde a sua estreia, adaptando-se aos mais diversos espaços e também possibilitando experimentações na conversa com o público.
Gosto da liberdade que o espetáculo me dá de levar a mensagem a espaços múltiplos. A peça defende o direito e a liberdade de sermos quem somos, sem julgamentos ou rótulos. E neste sentido ela é política e universal. Ela só é radical na não radicalidade. Falo, sim, de meu pai e minha mãe (Paulo José e Dina Sfat), na medida em que eles são também minha história e minha memória, mas falo de muitos outros afetos e de como eles me atravessaram pela vida.” completa Ana.
Além de Passarinho, que Ana deseja fazer pousar em outros ninhos, a atriz também está bem envolvida com o cinema e séries para TV. Recentemente, esteve envolvida em Psi (HBO), Colônia (Canal Brasil), Terrores Urbanos (Sentimental Filmes e Reccord), Boca a Boca (Netflix) e As Aparecidas (filme de Ivan Feijó).
FACE (1)
Passarinho
Com Ana Kutner
Teatro Eva Herz – Livraria Cultura (Av. Paulista, 2073 – Cerqueira César, São Paulo)
Duração 60 minutos
06/02 a 26/03 (27/02 não haverá espetáculo)
Quinta – 20h
$60
Classificação 16 anos

PASSARINHO

Primeiro trabalho como dramaturga da atriz Ana Kutner, Passarinho retorna para duas apresentações na Escrevedeira nos próximos dias 21 e 22 de novembro, quinta e sexta, às 20h30. Com direção de Clara Kutner, a peça vem agora em um novo formato, com Ana propondo um diálogo maior com o público e o espaço, dando ares de performance ao seu solo que estreou em 2017. A peça tem um tom autobiográfico e  fala sobre as experiências afetivas, memórias, dores e descobertas de Ana.
Em cena, Ana, que é também iluminadora, opera a própria a luz, além do som, e promove um encontro franco, direto e amoroso com o público, para quem oferece seus relatos num tom que, apesar de confessional, não deixa entrever os limites entre realidade e ficção e se vale de sua experiência particular para falar do que é universal e reconhecível por qualquer um de nós.
A peça foi transformada em livro, que saiu pela editora Cobogó no ano passado. Quem desejar, poderá comprar seu exemplar nos dias da apresentação também.
Passarinho e a Escrevedeira
Essa é a segunda vez que Passarinho se apresenta na Escrevedeira. A montagem revisita esse ninho recentemente  criado em parceria com o espaço e, juntos, se lançam em mais uma experimentação. “Um ninho de encontros se fez entre nós porque, quando comecei a fazer o Passarinho, ficou muito claro para mim e para a diretora Clara Kutner que o espetáculo precisava transitar em espaços múltiplos, deslocar, para além das salas de teatro, experimentar outras interlocuções, performar em novos espaços, causando a provocação estética que buscamos: os atravessamentos”, explica Ana Kutner.
Em jogo o desafio, a surpresa e o risco, para ambas as partes – público e atriz. Nesta proposta o espetáculo adota um formato de performance, já que a estética será criada a partir do que o espaço nos oferece em seu ambiente, em todos os aspectos. Artista e platéia são convocadas a reconstruir juntas a cena, através dos estímulos encontrados neste ambiente.
Esta voz seria: eu estou aqui, você está aqui, nós estamos aqui nos olhando, falando, nos ouvindo e nos dando permissão de sermos o que somos. Cada ninho se constrói com o que se tem, sem nunca deixar de ser ninho. Convido a todos a ocuparem os lugares em que pousarmos“, conta Ana.
A peça defende o direito e a liberdade de sermos quem somos, sem julgamentos ou rótulos. E neste sentido ela é política e universal. Ela só é radical na não radicalidade. Falo, sim, de meu pai e minha mãe (Paulo José e Dina Sfat), na medida em que eles são também minha história e minha memória, mas falo de muitos outros afetos e de como eles me atravessaram pela vida.” completa Ana.
Além de Passarinho, que Ana deseja fazer pousar em outros ninhos, a atriz também está bem envolvida com o cinema e séries para TV. Recentemente, esteve envolvida em Psi (HBO), Colônia (Canal Brasil), Terrores Urbanos (Sentimental Filmes e Reccord), Boca a Boca (Netflix) e As Aparecidas (filme de Ivan Feijó).
FACE (1)
Passarinho
Com Ana Kutner
Escrevedeira (R. Isabel de Castela, 141 – Vila Madalena, São Paulo)
Duração 60 minutos

21 e 22/11

Quinta e Sexta – 20h30

$40

Classificação 16 anos