PLÁCIDO DOMINGO JR E NÁDIA FIGUEIREDO – JUNTOS

Plácido Domingo Jr. e Nádia Figueiredo se uniram para a turnê “Juntos” – que celebra a parceria entre a soprano brasileira e o barítono mexicano, filho do famoso tenor Plácido Domingo  – passando por várias cidades do Brasil como Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador e Fortaleza. Acompanhados pelos renomados músicos João Carlos Assis Brasil (piano) – premiado pianista reconhecido internacionalmente e atualmente também é professor da Escola de Música Villa-Lobos no Rio de Janeiro -, Antón Caballo (violino), Alexandre Ito (contrabaixo) e Ary Dias (percussão), os artistas se apresentarão em São Paulo no dia 01 de junho, no Teatro J. Safra, e prometem emocionar o público com um repertório de clássicos italianos, franceses e um pouco de música brasileira.

Além dos números solo de cada um, Nádia e Plácido Jr. farão dueto em seis canções: “The way you look tonight” (letra de Dorothy Fields e música de Jerome Kern), “Garota de Ipanema” (Antônio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes), “Manhã de Carnaval” (Luiz Bonfá e Antônio Maria), “La vie en Rose” (letra de Édith Piaf e música de Louis Guglielmi), “Sous le ciel de Paris” (Hubert Giraud e Jean Drejac) e “Parla Più Piano” (letra de Larry Kusik e música de Nino Rota).

Já se passaram três anos desde a gravação do nosso primeiro dueto. Eu sempre tive o imenso desejo de cantar com o Plácido Jr. no Brasil. É um sonho que está se realizando e sou muito grata por ele ter confiado e acreditado em mim. Espero que todos gostem do que estamos preparando para essa turnê”, diz Nádia, que fez a sua primeira parceria através das redes sociais com o barítono em 2014, na gravação de “Lacrime D’inchiostro” um clipe gravado virtualmente em estilo pop, com vozes líricas.

Já o primeiro encontro presencial da dupla só aconteceu no ano passado (2016), quando Plácido esteve pela primeira vez no Brasil e convidou a soprano para prestigiar a apresentação do seu pai no “Amazônia Live”, projeto socioambiental do Rock in Rio.

Me sinto muito feliz em visitar o Brasil novamente. Eu tive o prazer de colaborar com a Nádia em duas gravações e o resultado foi lindo. Agradeço a ela de todo coração pela confiança em mim e por ter me escolhido como parceiro profissional para uma maravilhosa turnê em seu país. Será uma experiência única e inesquecível”, comenta Plácido, que, além de cantor, também é compositor e produtor.

 

Ficha técnica

Cantores: Plácido Domingo Jr. & Nádia Figueiredo
Piano: João Carlos Assis Brasil
Violino: Anton Carballo
Baixo acústico: Alexandre Ito
Percussão: Ary Dias
Violoncelo: Renato Amaral

SERVIÇO

Plácido Domingo Jr. e Nádia Figueiredo

Data: 01 de junho de 2017

Horário: quinta às 21h

Classificação: Livre

Duração: 75 minutos

Valores

Plateia Premium: R$300,00

Plateia Vip: R$270,00

Mezanino: R$160,00

Mezanino com visão parcial: R$80,00

Teatro J. Safra (Endereço: Rua Josef Kryss, 318 – Barra Funda – São Paulo)

O GRANDE AMOR DA MINHA VIDA

O Grande Amor da Minha Vida conta com muito humor, romantismo, dúvidas e incertezas, a história de amor de Maria Helena e Luis Eduardo. Como uma palestra, o casal apresenta um manual bem-humorado que nos mostra os caminhos para encontrar o grande amor, e não desperdiçar essa oportunidade, que eles acreditam ser única na vida.

Como se comportar no primeiro encontro? O primeiro ano de namoro? Como viver uma grande cena de amor? Como enfrentar os problemas que podem surgir? Os encontros e desencontros, as diferenças de gostos, a incompatibilidade de gênios, a primeira grande briga, os planos para o futuro, fidelidade e traição, o fim do amor…O fim? Sim, o fim!

Com clichês que fogem do lugar comum e alternando entre a comédia e o drama, sempre com muito humor, João Falcão nos surpreende com um final nada surpreendente. Não existe final feliz, pois não existe fim para o grande amor de nossas vidas.

 

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FICHA TÉCNICA

Elenco: Marcello Melo Jr. e Tatyane Goulart
Direção: Pedro Vasconcelos
Autores: Guel Arraes, João Falcão e Karina Falcão
Direção de Produção: Léo Fuchs e Mauro Lemos

Produção e Administração: Claudio Juarez
Produção Executiva: Daniele Nascimento
Tec. De Som/Vídeo: Rodrigo Barom

 

SERVIÇO

Teatro Porto Seguro (Al. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos – São Paulo)

Estreia 07 de junho

Gênero: Comédia Romântica
Duração: 80 minutos
Classificação Etária: 12 anos
Quartas e quintas, às 21h

INGRESSOS

Plateia: R$ 70,00 | R$ 35,00 (meia-entrada)
Balcão: R$ 50,00 | R$ 25,00 (meia-entrada)
Frisas: R$ 50,00 | R$ 25,00 (meia-entrada)

ENQUANTO AS CRIANÇAS DORMEM

Estreia no dia 31 de maio, no Teatro Aliança Francesa, a nova produção da Applauzo e Lugibi, o espetáculo Enquanto as Crianças Dormem, inaugurando o novo horário de peças no Teatro, às quartas e quintas, às 20h30.

Nesse novo texto, um antimusical tragicômico, Dan Rosseto em que também assina a direção, discute o que o ser humano seria capaz de fazer para realizar os seus sonhos.

Enquanto as Crianças Dormem, conta a história de Kelly (Carol Hubner) uma fã do musical O Mágico de Oz, que trabalha como atendente de uma rede de fast-food e sonha em imigrar para a América e se tornar uma atriz de musical na Broadway.

Sem perspectivas para realizar o seu desejo, a mulher fantasia sua rotina transformando em números musicais momentos da sua vida: um dia difícil na lanchonete se torna um show onde ela é a grande estrela. Mas como a vida não sorri para a mulher, à medida que a história avança ela acumula experiências ruins, fazendo com que os sonhos se transformem em pesadelos terríveis.

Num inusitado encontro no supermercado, Kelly vê uma possibilidade de transformar o seu sonho em realidade ao conhecer Ellen (Carolina Stofella), uma mulher disposta a financiar passagem, passaporte e dólares para bancar as suas despesas na América.

Mas qual será o preço a pagar? E se há um preço, o que pode acontecer quando alguém muda por completo a sua vida e embarca numa jornada sem redenção? Kelly e Ellen, serão cúmplices ou inimigas? E você, estaria disposto a tudo para realizar um sonho?

O elenco além das atrizes Carol Hubner e Carolina Stofella, conta com os atores, Diogo Pasquim, Haroldo Miklos, João Sá, Juan Manuel Tellategui, Roque Greco e Samuel Carrasco. A peça terá trilha sonora original composta pelo cantor, ator e compositor Fred Silveira.

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FICHA TÉCNICA:

Texto e direção: Dan Rosseto

Assistente de direção: Diogo Pasquim

Elenco: Carol Hubner, Carolina Stofella, Diogo Pasquim, Haroldo Miklos, João Sá, Juan Manuel Tellategui, Roque Greco e Samuel Carrasco

Direção de produção: Fabio Camara

Produção executiva: Roque Greco

Trilha sonora original: Fred Silveira

Letras originais: Dan Rosseto

Figurinos: Kleber Montanheiro

Assistente de figurino: Marina Borges

Cenário e adereços: Luiza Curvo

Cenotécnico: Domingos Varela

Desenho de luz: César Pivetti e Vania Jaconis

Preparação de elenco: Amazyles de Almeida

Direção de movimentos e coreografias: Alessandra Rinaldo e João Sá

Operador de luz e som: Jackson Oliveira

Designer gráfico: André Kitagawa e Francine Kunghel

Fotos: Leekyung Kim

Assessoria de Imprensa: Fabio Camara

Realização: Applauzo Produções e Lugibi Produções Artísticas

SERVIÇO: 

LOCAL: Teatro Aliança Francesa, Rua General Jardim, 182 – Vila Buarque. 226 lugares+ 04 PNE. (Estacionamento conveniado em frente)

DATA: 31/05 até 27/07 (Quartas e Quinta às 20h30)

INFORMAÇÕES: 3572 2379 e www.teatroaliancafrancesa.com.br

INGRESSOS: R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia)

DURAÇÃO: 110 min

CLASSIFICAÇÃO: 14 anos

ALEGRIA, ALEGRIA – O MUSICAL

Em 2017 a Tropicália comemora 50 anos! Para celebrar a história deste movimento que revolucionou a Música Popular e a Cultura Brasileira, com suas singularidades e sua importância, estreia em maio, em São Paulo, Alegria Alegria.

Com roteiro e direção de Moacyr Góes, Alegria Alegria tem um elenco de 15 atores e será protagonizado pela cantora Zélia Duncan, que assume o papel de condutora do espetáculo.

A estreia é dia 13 de maio, no Teatro Santander, em São Paulo, Alegria Alegria terá as canções de Caetano Veloso como eixo da encenação, consideradas pelo diretor “a tradução mais fiel do movimento”, mas também contará com composições de Gilberto Gil, Roberto Carlos, Luiz Gonzaga e Vicente Celestino, entre outros.

 

Alegria, Alegria – o Musical
Com Zélia Duncan, Josi Lopes, Laura Carolinah, Luana Zenun, Nay Fernandes, Pamella Machado, Stephanie Serrat, Talitha Pereira, Bruno Fraga, Daniel Caldini, João Felipe, Luiz Araujo, Marcos Lanza, Patrick Amstalden, Cadu Batanero e Ingrid Gaigher.
Teatro Santander (Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 2041 – Itaim Bibi, São Paulo)
Duração 90 minutos
13/05 a 09/07
Quinta e Sexta – 21h; Sábado – 18h e 21h, Domingo – 18h
$50/$250
Classificação livre

Veja abaixo as fotos e vídeos da coletiva.

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SENHOR DAS MOSCAS (OPINIÃO)

Doze jovens estudantes ficam presos em uma ilha desabitada, por causa da queda do seu avião. São de várias escolas e nem todos se conhecem. Precisam arrumar um jeito de sobreviverem, enquanto aguardam o momento de serem resgatados.

A peça é uma parábola sobre o Homem. Temos dentro de nós um dicotomia nata – o Bem e o Mal. Mesmo se recomeçássemos, incorreríamos nos mesmos erros. Queremos dominar o outro, mas passando uma imagem de que somos bons. Não há uma conversa, afinal só falamos e só escutamos o que nos convém. E através do  Poder, fazemos o que queremos – tudo por um Bem maior.

(Não é uma surpresa a realidade do nosso país estar assim. Só há duas classificações – ou você está a favor ou é contra. Não há margem para divergências).

(Desculpem a falta de imparcialidade, mas) amo as montagens do Núcleo Experimental. Há uma coesão na equipe coordenada pelas mãos de Zé Henrique de Paula e Fernanda Maia. Fazem Teatro – contam histórias e despertam sentimentos no público, é impossível sair incólume de suas montagens.

Há estruturas de madeiras que fazem de cenário para a peça, mas tudo está centrado na atuação dos doze jovens atores e na palavra (texto). Poderia falar dos dois pólos – Bruno Fagundes e Ghilherme Lobo, mas é um trabalho de grupo, onde todos têm seu destaque e importância para o resultado do espetáculo.

Você sai cansado do Teatro do SESI. Não é uma história para se divertir, mas sim para pensar e refletir pelos dias pós espetáculo. A única certeza é que o texto de William Golding (1954), montado pelo Núcleo Experimental, tem que ser visto.

(Curiosidade –  “O Senhor das Moscas” é uma tradução literal do nome hebraico de Ba’alzevuv, ou Belzebu)

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Senhor das Moscas
Com Arthur Berges, Bruno Fagundes, Davi Tápias, Felipe Hintze, Felipe Ramos, Gabriel Newman, Ghilherme Lobo, Lucas Romano, Paulo Ocanha Jr., Pier Marchi, Rodrigo Caetano, Rodrigo Velozo, Thalles Cabral
Stand-in: Gabriel Malo, João Paulo Oliveira e Luiz Rodrigues
Teatro do SESI (Av. Paulista, 1313 – Jardins, São Paulo)
Duração 90 minutos
04/05 até 26/11
Quinta, Sexta e Sábado – 15h, Domingo – 14h30
Entrada gratuita (reserva pelo site do SESI ou no dia da apresentação direto na bilheteria do teatro)
 
Texto: Nigel Williams
Tradução: Herbert Bianchi e Zé Henrique de Paula
Direção: Zé Henrique de Paula
Direção musical e preparação vocal: Fernanda Maia
Preparação de atores: Inês Aranha
Coreografia: Gabriel Malo
Cenografia: Bruno Anselmo
Figurinos: Zé Henrique de Paula
Iluminação: Fran Barros
Design de som: João Baracho
Assistente de direção: Rodrigo Caetano
Diretor residente: Lucas Farias
Assistentes de figurino: Danilo Rosa e Leandro Oliveira
Design gráfico e videos: Laerte Késsimos
Coordenação de produção: Claudia Miranda
Produção executiva: Louise Bonassi
Assistentes de produção: Laura Sciuli e Mariana Mello
Fotos: Giovana Cirne
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

DEDO PODRE

Comédia romântica Dedo Podre estreia no Teatro Porto Seguro, dia 19 de abril, com sessões às quartas e quintas, às 21h.

A peça protagonizada por Nívea Stelmann e Guilherme Boury aborda uma das principais questões da mulher quando o assunto é relacionamento: o que é ter “dedo podre”? Com direção de Alexandre Contini e adaptação de Caroline Margoni, o espetáculo é baseado em histórias reais vividas por Nívea Stelmann e Lua Veiga, autoras do livro homônimo.

Colocar a minha vida amorosa falida no papel não foi nada fácil, mas perceber que estaria fazendo mais do que uma terapia e transformando um limão em uma deliciosa limonada me fez acreditar que a vida é isso. Altos e baixos, amores e desamores, alegrias e tristezas. O mais importante é a alegria de viver, pois vale a pena. Amar é muito bom e acreditar, mais ainda!”, conta Nívea Stelmann.

A montagem é leve e divertida e, ao mesmo tempo, provoca a reflexão sobre a ausência de “sorte” ao procurar um parceiro ideal e se o tal “dedo podre”, existe mesmo. O texto propõe um misto de emoções que pretendem provocar no público a sensação de estarem diante de um espelho, podendo gerar certa identificação na plateia.

Nívea Stelmann e Guilherme Boury também atuam juntos e estão no ar na novela A Terra Prometida, da TV Record.

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Dedo Podre
Com Nívea Stelmann e Guilherme Boury.
Teatro Porto Seguro (Al. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos – São Paulo.)
Duração 60 minutos
19/04 até 18/05
Quarta e Quinta – 21h
$50/$60
Classificação 14 anos

 

60! DÉCADA DE ARROMBA – DOC. MUSICAL

Aos primeiros acordes da abertura da ópera “O Guarani” (Carlos Gomes), abrem-se as cortinas do espetáculo “60! Década de Arromba – Doc. Musical“, no palco do Theatro Net São Paulo.

O espetáculo, criado por Frederico Reder e Marcos Nauer, retrata – através de projeções de fotos e filmes – o que aconteceu no nosso país e no mundo durante a década de 60. E como estamos falando de teatro musical, a história é embalada por canções do mesmo período.

O que é um Documentário Musical

Nem os autores sabiam. O formato era algo inovador no gênero do Teatro Musical.

O que ambos sabiam era o desejo que Frederico Reder tinha por fazer um musical com a Wanderléa, segundo Marcos Nauer. Era uma relação de fã e ídola. Do convite até o sim, durou aproximadamente um ano.

O musical conta a história do mundo durante esta década. Não há um protagonista específico. Os autores criaram três fios condutores que atravessam o período: a exploração espacial pelos Estados Unidos e União Soviética; o desenvolvimento da juventude (já que até os anos 50, de criança passava-se direto para adulto) e a transformação do papel da mulher na família e sociedade.

Para contar a história, os autores também recorreram aos meios de comunicação. No prólogo, é mostrada a década de 20, com o início das transmissões de rádio no país. E passam-se quatro décadas, até chegar a década de 60, com a televisão e o cinema (o palco do teatro é uma grande televisão – que vai do preto e branco até a em cores).

O musical segue uma estrutura cronológica, que vai mostrando os fatos mais importantes, bem como as músicas lançadas, ano após ano. Há uma intercalação entre os momentos de projeção de filmes e fotos, com o dos atores no palco.

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60! Década de Arromba – Doc. Musical

Pelo palco do Teatro NET São Paulo desfilam cerca de 100 canções desta década, por cerca de 180 minutos, interpretadas por um elenco de 23 jovens atores/cantores. (Não há como destacar um só. Todos têm o seu momento de destaque. São a nova geração de atores do nosso Teatro Musical brasileiro)

Wanderléa aparece ao final do primeiro ato, com a canção “Ternura” (1965), que veio lhe dar o apelido de Ternurinha. É um dos momentos mais aguardados pela plateia. Depois ela volta para cantar outros clássicos, como “Pare o Casamento” (1966), “Pode vir quente que estou fervendo” (1966) e “Te Amo” (1967). Ela encerra o espetáculo com “Foi Assim” (1969) e “É preciso saber viver” (1968).

Durante o espetáculo, algumas cenas marcam emocionalmente a plateia: a construção do Muro de Berlim (1961), tragédia do Gran Circo Norte Americano em Niterói/Rio de Janeiro (1961), o envio dos jovens para lutar no Vietnam (1963), a censura durante o tempo da ditadura (1968); além da perda de personalidades, como Marylin Monroe (1962) e John Kennedy (1963).

Mas também há espaço para o humor. Podemos destacar os atores Rodrigo Naice e Tauã Delmiro, que além de interpretarem vários papéis, cuidam do número de plateia (começo do segundo ato). Ambos são duas freiras que irão reger o público num número musical.

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Os próximos Doc. Musicais

Marcos Nauer disse que, devido a receptividade do público carioca (a temporada inicial prevista era de dois meses, ficaram cinco) e do público paulista, já estão previstos os Doc. Musicais dos anos 70, 80 e 90. “2000 ainda não porque está muito perto.” As pesquisas já começaram. E conjuntamente, Marcos está escrevendo “As Vozes que Mudaram o Mundo“, um outro doc. musical que retrata as vozes negras femininas na América.

Ficou com vontade de ver alguns números musicais? Vá na nosso canal do youtube, que publicamos oito vídeos.

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60! Década de Arromba – Doc. Musical
Com Wanderléa, Amanda Döring, Analu Pimenta, André Sigom, Bel Lima, Cássia Raquel, Deborah Marins, Erika Affonso, Fabiana Tolentino, Giu Mallen, Jade Salim, Jullie, Leandro Massaferri, Leo Araujo, Marcelo Ferrari, Mateus Ribeiro, Pedro Arrais, Rachel Cristina, Raphael Rossatto, Rodrigo Morura, Rodrigo Naice, Rodrigo Serphan, Rosana Chayin, Tauã Delmiro
Theatro NET São Paulo – Shopping Vila Olímpia (Rua Olimpíadas, 360 – Vila Olímpia, São Paulo)
Duração 180 minutos
10/04 até 28/05
Quinta e Sexta – 20h30; Sábado – 17h e 21h; Domingo – 17h
$50/$220
Classificação 12 anos
Roteiro e Pesquisa: Marcos Nauer
Direção: Frederico Reder
Direção Musical: Tony Lucchesi
Coreografia: Victor Maia
Figurino: Bruno Perlatto
Cenário: Natália Lana
Iluminação: Daniela Sanchez
Diretora Assistente: Alessandra Brantes
Videografismo cenário: Thiago Stauffer
Desenho de Som: Talita Kuroda e Thiago Chaves
Direção de Produção: Juliana Reder e Frederico Reder
Produtores Associados: Tadeu Aguiar e Eduardo Bakr