À ESPERA

Com direção de Hugo Coelho, o espetáculo À Espera, de Sérgio Roveri, estreia no dia 11 de maio (sexta, às 20h) na Oficina Cultural Oswald de Andrade.

Com elenco formado por Ella BellissoniJean Dandrah e Regina Maria Remencius, a história traz três personagens que podem estar em qualquer lugar, em qualquer tempo: duas mulheres, sem nenhum tipo de memória acordam todos os dias na mesma hora, à espera de algo – até que um dia recebem a visita inesperada de um homem que veio comemorar um aniversário.

A ação acontece no despertar do que deveria ser um sono profundo, Uma (Remencius) e Outra (Bellissoni) se deparam com o sol que insiste em nascer todos os dias, numa indecifrável realidade. Uma é a mais velha. Não anda, vive na cadeira de rodas, não dorme nunca, não sonha e gosta de falar. À noite, conta os pingos que caem de uma torneira e, durante o dia, ocupa-se ouvindo relatos dos sonhos de Outra. Uma não tem memória, nem lembrança do passado. Outra é jovem e cuida de Uma. Sente medo. Dorme, sonha e inventa sonhos para entreter Uma. Ela também não tem memória de quem foi. Ambas não sabem como foram parar ali e esperam que um dia haja explicação para tamanha espera.

Ele (Dandrah) chega sem avisar para uma festa de aniversário, trazendo duas garrafas de bebida, a promessa de um bolo e algumas histórias. Ele conta que em uma festa já foi capaz de cantar 137 vezes uma mesma canção. Logo após sua chegada, Outra aproveita para sair e conhecer o mundo lá fora, e volta com algumas respostas.

Sérgio Roveri diz que o texto, escrito há cerca de dois anos, foi inspirado em uma imagem do juízo final que sempre o perseguiu, desde criança. “Como seria acordar em um (não) lugar apocalíptico e nada acontecer? Embora não saibam exatamente o que estão fazendo ali, os personagens têm as mesmas inquietações, têm a consciência de que haja algum propósito. Estariam aguardando o tal dia do juízo final?”. Ele explica ainda que, nessa espera atemporal, o que os une talvez seja a esperança. “Eles podem representar o fim, mas nada impede que seja também um início. Ainda que o juízo final seja um conceito muito ligado à religião, não é esta particularidade que o texto aborda“, completa o autor”.

Ao contrário do que seria um espetáculo realista, À Espera coloca o espectador diante da intrigante historia dessas personagens que se encontram em lugar e tempo indefinidos. “Apesar de não terem qualquer pista que as remetam a alguma ideia de tempo e identidade, essas mulheres não se desesperam”, diz Bellissoni. “Ao levar uma existência misteriosamente rotineira, acreditam que algo maior está por acontecer, que alguma coisa pode alterar ou mesmo dar um sentido a um cotidiano tão vazio. Não é uma espera por acomodação. Não tem outra possibilidade”, diz Remencius.

Embora se encontrem em uma situação de contornos extremados, os três personagens podem ser uma metáfora do ser humano diante do risco, do perigo, do desconhecido e, principalmente, diante da necessidade de reconstrução. Abordando a impossibilidade de entendimento da vida, do significado da nossa existência, a peça questiona dois caminhos possíveis, o da desistência ou da possibilidade de enfrentá-la. Para o diretor Hugo Coelho, “À Espera é um texto que induz à reflexão. Não reafirma certezas, propõe questionamentos sobre nossos posicionamentos diante da vida, fazendo do teatro um espaço de reflexão crítica sobre a realidade. A falta de memória – dos personagens assim como da nossa história – nos impossibilita de construirmos uma identidade e decidirmos o nosso destino”.

Sobre a encenação, Sérgio Roveri diz que sua expectativa é estética: ver no palco o olhar do diretor e dos atores para algo que ele, talvez, nem enxergasse ao escrever a peça. “O que me surpreende sempre é a expansão do entendimento”, afirma ele. “À Espera pretende ser um espelho por vezes poético, por vezes trágico, por vezes comovente de um mundo onde aflição e conformismo travam um debate eterno”, finaliza o autor.

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À Espera
Com Ella Bellissoni, Jean Dandrah e Regina Maria Remencius. 
Oficina Cultural Oswald de Andrade – Sala 7 (Rua Três Rios, 363 – Bom Retiro, São Paulo)
Duração 60 minutos
11/05 até 07/07 (entre 24/5 a 2/6 não haverá apresentação)
Quinta e Sexta – 20h, Sábado – 16h e 18h
Ingressos: Grátis (retirar com 1h de antecedência)
Classificação 14 anos

FOREVER YOUNG

De forma poética e bem-humorada, Forever Young aborda a vida de seis grandes atores que representam a si mesmos no futuro, quase centenários. Apesar das dificuldades eles continuam cantando, se divertindo e amando. Tudo acontece no palco de um teatro, que foi transformado em retiro para artistas, sempre sob a supervisão de uma enfermeira. Quando ela se ausenta, os simpáticos senhores se transformam e revelam suas verdadeiras personalidades através do bom e velho rock’n’roll e mostram que o sonho ainda não acabou e que eles são eternamente jovens.

A comédia musical consegue relatar não apenas o problema da exclusão social na “melhor idade”, mas também aborda questões sobre a velhice com muito humor e músicas que marcaram várias gerações. Os hits são sucessos do rock/pop mundial de diversos anos, passando pelas décadas de 50, 60, 70, 80 até chegar aos anos 90. Músicas que são verdadeiros hinos como I Love Rock and RollSmells Like a Teen SpiritI Wil SurviveI Got You BabeRoxanneRehabSatisfactionSweet DreamsMusicSan FranciscoCalifornia DreaminLet It BeImagine, e a emblemática Forever Young. Já o repertório nacional conta com canções como Eu Nasci Há 10 Mil Anos Atrás de Raul Seixas, Do Leme ao Pontal de Tim Maia e Valsinha de Chico Buarque.

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Forever Young
Com Nany People, Saulo Vasconcelos, Janaina Bianchi, Rodrigo Miallaret, Marcos Lanza, Carol Bezerra e Rafael Marão
Teatro Porto Seguro (Alameda Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 100 minutos
30/05 até 05/07
Quarta e Quinta – 21h
$50/$70
Classificação 10 anos

PANÇA

Pança é o segundo homem mais importante da maior potência econômica do planeta, braço direito do todo poderoso Don Quixote.
Sua tarefa é explicar para os iniciantes, aspirantes ao poder, quais são as regras quando as regras são as regras da vida; onde vence o mais forte, o mais esperto, o mais organizado, o mais armado.
Pança corta grandes pedaços de carne diante de seus ouvintes, ao mesmo tempo em que esmiúça, com humor e requintes de crueldade, o funcionamento da economia mundial, a decadência do Estado de direito e a instabilidade das relações humanas em sua forma mais bruta.
O boato de que ele costuma virar cachorro atrai ainda mais interessados a ouvir o que ele tem a dizer.
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Pança
Com Beto Magnani
Teatro de Arena Eugenio Kusnet (Rua Dr. Teodoro Baima, 98 – República, São Paulo)
Duração 55 minutos
03 a 27/05
Quarta – 20h, Quinta, Sexta e Sábado – 21h, Domingo – 20h
$30
Classificação 14 anos

DAMA DA NOITE

O ator Luiz Fernando Almeida, volta aos palcos com “Dama da Noite”, uma adaptação do conto de Caio Fernando Abreu, para mais uma temporada em São Paulo. A reestréia acontece no dia 19 de abril, quinta-feira, as 21horas, no Cabaret da Cecília. A direção e de Andre Leahun. A montagem comemora sete anos em cartaz e narra à vida de um ser humano que vê o mundo e não se sente inserido no mundo que vê.

A premiada versão do ator santista Luiz Fernando Almeida para o monólogo “Dama da Noite”, inspirado em um conto de Caio Fernando Abreu (1948-1996), comemora sete anos de existência em sua quarta temporada em São Paulo.

A peça fica em cartaz no Cabaret da Cecília, sempre as quintas-feiras, a partir de 19 de Abril, com apresentações às 21h. Os ingressos são no sistema pague quanto puder. Após cada apresentação é passado um chapéu, onde o público contribui voluntariamente.

Dirigido por André Leahun, o espetáculo revela as angústias de uma pessoa que não consegue se inserir no mundo em que vive. A personagem expurga todo o seu desprezo pela sociedade que a exclui.

Com clima intimista, a montagem é ambientada em um cenário que deve ser escolhido pela imaginação do espectador – pode ser uma balada, um bar, um clube ou qualquer outro lugar.

A montagem ganhou uma adaptação cinematográfica em 2014, dirigida por Dino Menezes. O curta-metragem já foi exibido em vários festivais nacionais.

O espetáculo foi classificado em segundo lugar no “Prêmio Nacional de Teatro de Mogi das Cruzes”, em 2011, e recebeu a premiação de melhor maquiagem no “2º FESTKAOS” no mesmo ano. Além disso, esteve entre os finalistas do “Aplauso Brasil 2013”, nas categorias de melhore ator, diretor e figurino e foi indicado a prêmios da comunidade LGBT na categoria Melhor Espetáculo Teatral LGBT pelos premio do Papo Mix e Guia Gay SP. Participou de eventos como: Corpo Subcorpo- SESC- SP, Festival Mix Brasil (SP, RJ, Acre), Sansex- Mostra da Diversidade Sexual de Santos, SIM- Semana da Diversidade Sexual de Araçatuba, Fringe- Festival de Teatro de Curitiba entre outros.

Plus

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Dama da Noite
Com Luiz Fernando Almeida
Cabaret da Cecília (Rua Fortunato 35- Santa Cecília, São Paulo)
19/04 até 26/07
Quinta – 21h
Pague quanto puder (somente em dinheiro).
Classificação 18 anos

BALADA DA VIRGEM – EM NOME DE DEUS

O coreógrafo, diretor e bailarino Sandro Borelli, da Cia. Carne Agonizante, investiga a figura emblemática da heroína francesa Joana D’Arc em Balada da Virgem – Em Nome de Deus, que estreia no Kasulo Espaço de Arte e Cultura no dia 19 de abril, e segue em cartaz até 20 de maio.

Por volta de 1412, surgia a figura mítica de uma camponesa pobre, analfabeta e religiosa que, sob o comando de mensageiros dos céus, como afirmava, comandou as tropas francesas na Guerra dos 100 anos, lutando pela libertação da França contra o domínio da Inglaterra. Joana D’Arc foi capturada e condenada à fogueira em 1431 por heresia, e acabou se tornando santa da igreja católica e padroeira da França quase 500 anos depois de sua morte.

O novo espetáculo da Cia. Carne Agonizante se alimenta da força física, espiritual e das contradições políticas e religiosas contidas na personalidade dessa mulher. As dores, angústias, perturbações e inabalável crença dela foram transformadas em forma de uma tensão física permanente. E, por meio da dança, o bailarino traz para a cena sua energia revolucionária movida pela fé em nome de uma causa.

Balada da virgem nada mais é do que a necessidade constante de me autodesafiar na busca por novas possibilidades coreográficas. Neste universo, as noções de tempo e espaço se apresentam completamente alteradas, portanto, o real e o não real podem se confundir a ponto de desencadear um outro olhar, uma outra ética, um outro modo de vivenciar uma criação, apoiando-se na potente energia simbólica que D’Arc representa”, explica Borelli.

SINOPSE

O novo espetáculo da Cia. Carne Agonizante apoia-se na energia simbólica, na força física e espiritual e nas contradições de Joana D’Arc para buscar novas possibilidades coreográficas. Nesse universo, as noções de tempo e espaço são alteradas. É um lugar onde a loucura, a transgressão e a opressão, foram transformados em combustível necessário para a perpetuação desta dança.

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Balada da Virgem – Em Nome de Deus
Com Sandro Borelli
Kasulo Espaço de Arte e Cultura (Rua Sousa Lima, 300 – Barra Funda, São Paulo)
Duração 40 minutos
19/04 até 20/05
Quinta, Sexta, Sábado – 21h, Domingo – 19h
Ingresso: Um quilo de alimento não perecível. Reservas antecipadas pelo APP Cia Carne Agonizante disponível no Google Play e Apple Store.
Classificação: livre

AMOR BARATO – O ROMEU E JULIETA DOS ESGOTOS

Tudo vai mal. Tudo.  Mas mesmo da lama pode surgir um grande amor, capaz de fazer respirar um mundo carregado de intrigas, intolerância e brigas por pequenos (e grandes) poderes.

Esse é o ponto de partida do musical Amor Barato – O Romeu e Julieta dos esgotos, que estreia em abril em São Paulo misturando referências reais, fábulas tradicionais e histórias de amor clássicas para cantar o improvável romance entre Dona e Dom, seres tão estranhos quanto o mundo em que vivem.

Amor Barato – O Romeu e Julieta dos esgotos é dirigido por Fábio Espírito Santo e Ana Paula Bouzas, e estreia para o público no dia 19 de abril, no Teatro Itália, onde cumpre temporada às quartas e quintas-feiras, sempre às 21h, até 31 de maio.

Com dramaturgia de Fábio Espírito Santo e trilha original assinada por Jarbas Bittencourt e Ronei Jorge, a montagem traz seis atores e atrizes em cena, dando voz e corpo a dezenas de personagens criados para narrar e viver as aventuras de um amor impossível, famílias rivais e um desfecho trágico. A história infantil “O casamento da Dona Baratinha” é uma das referências de Amor Barato. Mas não é a única; a trama namora também com “Romeu e Julieta”, de William Shakespeare, e outras histórias clássicas de amor. Tudo recheado com uma pitada generosa de referências reais dos noticiários diários, que transformam a história de amor entre um rato e uma barata nos esgotos de uma metrópole num musical adulto e absolutamente atual.

Na trama, Dona (Aline Machado) é uma jovem com sérios conflitos com seu pai, Dr. Barata (Eric de Oliveira), um empresário da comunicação. Ela se apaixona por Dom (Pietro Leal), um jovem playboy inconsequente, fruto do casamento fracassado de Madame (Adriana Capparelli) e o corrupto Senador (Beto Mettig). Frutos de famílias diferentes e rivais, Dona e Dom vivem, sob o olhar irônico da Narradora (Thaís Dias), uma intensa paixão, apesar de toda adversidade presente nos subterrâneos do poder.

Com 37 composições originais, o musical Amor Barato traz uma dramaturgia sonora que flui através de gêneros musicais tão variados quanto “os sons que correm nas veias de uma cidade”, como afirma Jarbas Bittencourt, musicista com profícua experiência em trilhas para as artes cênicas.  Para criar a música do espetáculo, os compositores partiram do texto de Fábio Espírito Santo com o desafio de preservar a potência dramatúrgica e poética já contida na obra original.

O conceito de gênero musical expandido abre espaço para aproximações estéticas composicionais amplas. “Não há na música de Amor Barato um limite muito claro entre o radiofônico e o experimental, entre o clube e a sala de concerto”, comenta Jarbas, que faz questão de valorizar as referências usadas na obra: elas vão da vanguarda paulista, representada por Itamar Assumpção e Arrigo Barnabé, a operetas, música dodecafônica e atonal, passando ainda pela obra de Tom Zé e pelo teatro alemão do século 20, como o clássico “A Ópera dos Três Vinténs”, de Bertolt Brecht e Kurt Weill.

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Amor Barato – O Romeu e Julieta dos Esgotos
Com Adriana Capparelli, Aline Machado, Beto Mettig, Eric de Oliveira, Pietro Leal e Thaís Dias
Teatro Itália – Sala Drogaria SP (Av. Ipiranga, 344 – República, São Paulo)
Duração 80 minutos
19/04 até 31/05
Quarta e Quinta – 21h
$40
Classificação 16 anos

OS PRODUTORES

O clássico de Mel Brooks Thomas Meehan, lançado em 1968, ganhou uma versão musical na Broadway em 2001 e remake do filme em 2005, este estrelado por Nathan Lane, Matthew Broderick, Uma Thurman, Will Ferrell, entre outras estrelas de Hollywood. No Brasil, Os Produtores ganhou vida pelas mãos do ator, diretor e produtor Miguel Falabella.

Em 2007, a hilária adaptação, que passou por cidades como São Paulo, Porto Alegre, Curitiba e Rio de Janeiro, levou mais de 200 mil pessoas ao teatro e contou com nomes de peso como Juliana Paes e Vladimir Brichta. Para a remontagem da versão brasileira em comemoração dos 10 anos de sua estreia em palcos tupiniquins, o musical volta com estrelas de mesma grandeza e terá em cena, além do próprio Falabella (também responsável pela direção geral), Danielle Winits (atriz já consagrada das telas e dos palcos) e o comediante e apresentador Marco Luque (que faz sua estreia no gênero musical e promete arrancar risadas com seu jeito icônico de fazer comédia).

A reestreia de Os Produtores está marcada para 20 de abril de 2018, e ficará em curta temporada no Teatro Procópio Ferreira, em São Paulo. A produção segue viagem para o Rio de Janeiro, quando estreia em 13 de julho de 2018, no Vivo Rio. Os ingressos para a temporada paulistana já estão à venda pela http://www.ingressorapido.com.br e pontos de vendas oficiais. Vide serviço completo abaixo.

A superprodução volta repaginada em 2018, com mais de 16 cenários, mais de 350 peças de figurino60 perucas, uma orquestra de 11 músicos, equipe técnica e de produção de 100 pessoas e um grande elenco de 25 atores.

A versão atual tem um maior número de cenários, além de mais grandiosos do que a edição de 2007. A cenografia procurou retratar todas as atmosferas que envolvem um espetáculo musical ao recriar ambientes como o espaço de audição, o teatro, além de outros lugares que se passam a história como um tribunal, a casa do diretor, escritório de contabilidade, prisão, tribunal, a cidade. Todos os espaços foram reproduzidos nos mínimos detalhes. A riqueza também está inserida nos figurinos que misturam cores e texturas e se transformam em extensões dos personagens.

SINOPSE
Primavera de 1959 em Nova York. O produtor Max Bialystock (Miguel Falabella) amarga seu último fracasso no teatro quando chega, em seu escritório, um contador tímido e um tanto nervoso, Leo Bloom (Marco Luque), para revisar a contabilidade. Sem querer, Leo descobre que um produtor pode ganhar mais dinheiro com um fracasso do que com um sucesso. “Você pode juntar um milhão de dólares de investidores, gastar cem mil e guardar o resto!”. A ideia faz brilharem os olhos de Max, que convence o até então honesto contador a se associar a ele.

A dupla então se dedica a encontrar a pior obra jamais escrita, conseguir o mais desastroso diretor de teatro e produzir o maior fracasso da história. A eles junta-se Ulla (Danielle Winits), uma dançarina sueca que conquista seu espaço com algum talento e belas pernas. No entanto, nem tudo sai como planejado: a obra resulta num estrondoso sucesso, o golpe é descoberto e ambos são presos. Mas o que parece o fim acaba virando um novo começo. Após saírem da prisão, Max e Leo voltam à Broadway com o musical “Prisioneiros do Amor”. Desta vez, porém, a ideia é fazer sucesso e a peça é um recomeço para os dois.

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Os Produtores
Com Miguel Falabella, Marco Luque, Danielle Winits, Sandro Christopher, Edgar Bustamante, Mauricio Xavier, Brenda Nadler, Carol Costa, Fefa Moreira, Giovanna Zotti, Hellen de Castro, Mariana Belém, Maysa Mundim, Renata Vilela, Talita Real, Thais Garcia, Adriano Tunes, Carlos Leça, Daniel Caldini, Fernando Lourenção, Gustavo Klein, Marcel Octavio, Pedro Paulo Bravo, Rafael Machado, Ubiracy Brasil
Teatro Procópio Ferreira (Rua Augusta, 2.823 – Jardins, São Paulo)
Duração 150 minutos
20/04 até ?
Quinta e Sexta – 21h, Sábado – 17h e 21h, Domingo – 15h30
$75/$250
Classificação 12 anos