ATÉ QUE O CASAMENTO NOS SEPARE

Nos dias atuais em que os relacionamentos são tão efêmeros, durando cada vez menos, em que numa semana o casal está na capa da revista mostrando o começo de namoro e na semana seguinte o fim da união, ficar junto durante 20 anos não é tarefa fácil.

Em Até que o Casamento nos Separe, reestreia dia 19 de agosto no Teatro Itália, conta as intimidades de Otávio (Eduardo Martini) e Maria Eduarda (Suzy Rego), durante os seus 20 anos de história.

Com inteligência e romantismo Até que o Casamento nos Separe, é não só uma grande comédia, mas uma seqüência de momentos hilários que poucas vezes são tão bem colocados. Tavinho e Duda com a maior sinceridade abrem sua vida, cheia de comédia, contrapontos e riqueza de detalhes onde fica absolutamente impossível não se identificar com algum fato da vida deles.

Durante a peça eles falam com muito bom humor sobre assuntos pertinentes a qualquer casal: TPM, a lua de mel, o cotidiano da casa, a divisão de tarefas, as brigas, o balanço da relação e de amor. FOTO 02 A.jpg

Até Que o Casamento Nos Separe
Com Eduardo Martini e Suzy Rêgo
Teatro Itália, (Av. Ipiranga 344 – República, São Paulo)
Duração 80 minutos
19/08 até 01/10
Sábado – 21h30; Domingo – 19h
$80
Classificação 12 anos

CARNE DE MULHER

Em Carne de Mulher, a peça dos italianos Dario Fo (Prêmio Nobel) e Franca Rame aparece como parte de um manifesto artístico feminista de uma performer, interpretada por Paula Cohen. Chegando ao teatro, o público encontra um potecom diversos papeis onde estão escritos nomes de mulheres vítimas de feminicídio ou que foram apagadas pela história de todas as épocas, e esses nomes vão parar na pele da performer, na carne viva, para dar vida a história de todas elas, por que a memoria não desaparece.

Desde as Pitonisas Gregas, que eram sacerdotisas da maior importância, até escritoras, cineastas, alquimistas e outras que tiveram destaque, mas não são mais lembradas por conta do machismo de nossa sociedade”, conta Paula.

A peça escrita por Dario Fo e Franca Rame em 1977 traz a história de uma prostituta que está presa no manicômio judiciário por ter ateado fogo no escritório de um industrial. A personagem conta sua trajetória de vida, revelando uma sequencia de abusos, onde o transbordar torna-se inevitável, fazendo com que encontre forças para reagir diante de seus opressores.

Paula conheceu o texto ‘Monólogo da Puta no Manicômio’ há 20 anos quando saiu da EAD (Escola de Artes Dramáticas da USP) e sempre pensou em montá-lo. “Essa poderosa e emocionante obra voltou para mim quando Dario morreu em 2016. Reli e percebi o quanto é atual e senti a urgência de fazer o espetáculo neste momento. É necessário acabar de uma vez por todas com as práticas de violência, repressão e assassinatos que em muitos casos acontecem dentro dos próprios lares. Com isso é preciso que caminhemos para um despertar de uma consciência cada vez maior através de campanhas, políticas públicas, debates sobre gênero nas escolas e todo tipo de discussão nesse sentido. Muitas vezes estes crimes são tidos como passionais, quando é necessário ir direto à verdadeira nomenclatura do ato, e categorizá-los como feminicídios, violência de gênero, evitando correr o risco de romantizar o ato”, conta Paula Cohen.

Quando comprou os direitos para fazer o espetáculo, Paula Cohen convidou Georgette Fadel para dirigir. “É uma poderosíssima artista, inteligente, comprometida com o que faz e com um pensamento crítico maravilhoso. Tínhamos um desejo mútuo de trabalhar juntas um dia e ela foi a primeira pessoa que me veio à cabeça”, conclui a atriz, que também convidou Marisa Bentivegna para assinar a iluminação e o cenário, Claudia Assef para assinar a trilha, Lenise Pinheiro para fazer as fotos e também as produtoras Victoria Martinez e Jessica Rodrigues para completar a ficha técnica de criação composta apenas por mulheres.

SINOPSE
Uma mulher está sendo interrogada por uma médica e sua equipe. A partir do seu depoimento, nos deparamos com a trajetória de alguém que foi alvo de uma sequência de violências de gênero ao longo da vida e que de repente decide colocar em prática, como com a força de um grito, o seu ato de libertação.

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Carne de Mulher
Com Paula Cohen
Teatro de Arena (Rua Dr. Teodoro Baima, 98 – República, São Paulo)
Duração 50 minutos
05 a 27/07
Quarta e Quinta – 21h
$40
Classificação 12 anos

ASSIM É (SE LHE PARECE)

A premiada montagem de Assim é (se lhe parece), dirigida por Marco Antônio Pâmio, mistura humor, ironia, suspense e melodrama para discutir a natureza da verdade.O espetáculo estreou em 2014 e recebeu os Prêmios: APCA de melhor diretor (para Marco Antônio Pâmio), Shell de melhor ator (para Rubens Caribé) e Arte Qualidade Brasil de melhor atriz em comédia (para Bete Dorgam).

Na história, uma família vai morar numa pequena província do interior da Sicília (sul da Itália), após sobreviver a um terremoto. Na nova cidade, eles começam a chamar a atenção dos habitantes locais. O motivo: a filha, casada, e sua mãe moram em casas separadas. Genro e sogra tentam explicar o fato com duas curiosas e conflitantes versões. A Sra. Frola afirma que ela e a filha vivem em casas diferentes devido à possessividade do marido da última, o Sr. Ponza. Ele, por sua vez, jura que sua primeira esposa, filha da senhora Frola, está morta e que a sogra tem problemas mentais e, por isso, crê que a filha ainda esteja viva.Assim, segundo ele, sua segunda esposa é obrigada a se fazer passar por filha dela para não contrariá-la. Logo, é necessário que as duas morem em casas diferentes. Os moradores da cidade decidem, então, reunir esforços para descobrir qual dos dois está mentindo e quem é, na verdade, a misteriosa Sra. Ponza.

Temos uma história que, mesmo se passando numa outra época,nos faz refletir sobre a curiosidade obsessiva sobre a vida alheia, tão característica dos nossos dias.Os depoimentos conflitantes de sogra e genro evoluem num crescendo de intensidade que atinge seu ápice na cena final, de longe a mais comentada, discutida e citada da peça. Procuramos instigar, provocar, e por que não dizer “enlouquecer” o espectador – assim como enlouquecem os personagens da história – para descobrir a tal “verdade”. Mesmo que esta seja incapaz de ser alcançada. 100 anos depois, Pirandello continua atual e necessário“, comenta o diretor.

Como em junho completam-se 150 anos do nascimento do grande dramaturgo, poeta e romancista italiano, vencedor do Prêmio Nobel de Literatura, o Instituto Italiano de Cultura fez uma parceria com o espetáculo e o inseriu nas comemorações da data, além de incluí-lo no evento de estudos sobre a obra de Pirandello na USP.

Nesta temporada comemorativa houve algumas substituições no elenco: Ricardo Gelli (Lamberto Laudisi), Mateus Monteiro (Sr. Ponza) e Luciano Schwab (Sr. Sirelli). O restante do elenco permanece como no original: Bete Dorgam(Senhora Frola), Joca Andreazza (conselheiro Agazzi), Martha Meola (senhora Amália), Amanda Hayar (Dina), Ella Bellissoni (senhora Sirelli), Regina Maria Remencius (Senhora Cini), Mara Rúbia Monteiro (senhora Nenni e secretária Centuri), Luis Deschamps (copeiro na casa dos Agazzi), Hugo Coelho (Prefeito).

 

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FICHA TÉCNICA

Texto: Luigi Pirandello. Tradução: Sérgio Nunes Melo. Direção: Marco Antônio Pâmio. Assistência de Direção:Gonzaga Pedrosa. Elenco: Bete Dorgam, Ricardo Gelli, Joca Andreazza, Mateus Monteiro, Martha Meola, Luciano Schwab, Regina Maria Remencius, Ella Bellissoni, Hugo Coelho, Mara Rúbia Monteiro, Amanda Hayar e Luís Deschamps. Cenários e figurinos: Fabio Namatame. Iluminação: Caetano Vilela.  Fotos de Divulgação: Rosano Mauro.Produção: Fernanda Moura e Renata Araújo.Realização: Ministério da Cultura e Palimpsesto Produções Artísticas. Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

SERVIÇO

Assim é (se lhe Parece). Apresentações: de 02 a 25 junho de 2017, sexta e sábado, às 21h e domingo, às 19h no Teatro Itália (Av. Ipiranga, 344 – República, São Paulo). Informações e Vendas: Compre Ingressos (11) 2122-2474 Capacidade: 274 lugares. Classificação etária: Não recomendado para menores de 12 anos.Ingressos: R$ 60 (inteira), R$ 30 (meia – conforme legislação e com cartão vale-cultura)

RIBANCEIRA

Texto inédito do autor Aramyz, o espetáculo RIBANCEIRA estreia dia 10 de março, sexta-feira, às 21h, no Teatro de Arena Eugênio Kusnet. A peça aborda a questão dos desastres ambientais e as tragédias ocasionadas por eles na vida das pessoas menos favorecidas. Com direção de Maria Basilio, a montagem é encenada pela Cia Trilhas da Arte – Pesquisas Cênicas e traz o ator Antonio Ginco em seu primeiro solo após 45 anos de carreira.

RIBANCEIRA, apresenta as lembranças do personagem Zé, sobrevivente de uma catástrofe na qual perdeu mulher e filhos, mas, que tenta refazer a sua vida resgatando o antigo sonho de ser escritor. Zé é humano, tem preconceitos, comete erros e chega a ser cruel. Atribui a Deus as responsabilidades pelo que acontece aos seres humanos, se vê em uma situação da qual só sairá se tomar as rédeas da própria vida.

O texto fala sobre perdas e ganhos, dos valores e direitos pelos quais esquecemos de lutar. Zé representa a vida dessa gente esquecida e que aos poucos foi perdendo a consciência do que é certo e errado, mas nem por isso para de sonhar e rir de suas próprias desgraças”, afirma o autor Aramyz. “Quando escrevi o texto ainda não tinha acontecido a tragédia de Mariana, mas acho que ela tem um diálogo direto com o texto”, completa.

A peça é inspirada na observação de uma realidade vivida por muitas famílias no Brasil e em diversos outros países. Zé, personagem sem sobrenome, representa os diversos sobreviventes de catástrofes sejam as causadas por enchentes, pela falta de recursos financeiros, ou pela impotência de quem vive do lado reservado a uma parcela menos privilegiada da humanidade, demarcado pelo capital e pelo poder”, declara o ator Antonio Ginco.

A montagem tem como norteadores o Teatro Documentário e o Teatro de Narração, além de Eugenio Barba, Piscator e Rudolf Laban, que embasaram o trabalho corporal e de interpretação. “A peça se realiza no plano da memória e no plano da realidade, e ainda que a realidade de Zé seja atemporal, ele nos fala do aqui e do agora. Alguns objetos cênicos criam imagens lúdicas que contrapõem o forte teor dramático”, afirma a diretora Maria Basilio.

Ainda que a interpretação seja feita por apenas um ator, o personagem dialoga com a plateia e com outros personagens que estão em sua memória e que, às vezes, ganham corpo e voz”, finaliza a diretora. A peça tem iluminação de Décio Filho, cenografia e sonoplastia de Maria Basílio e Antonio Ginco, figurinos de Paulo de Moraes e adereços de Eduardo Mena. O trabalho contou também com a colaboração dos pesquisadores Sol Verri e Diego Pereira.

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Ribanceira
Com Antonio Ginco
Teatro de Arena Eugênio Kusnet (Rua Dr. Teodoro Baima, 94 – República, São Paulo)
Duração 60 minutos
10/03 até 02/04
Sexta e Sábado – 21h; Domingo – 19h
$40
Classificação 12 anos

NA MEDIDA DO POSSÍVEL

Na Medida do Possível” reestreia no dia 03 de março de 2017 e fica mais um mês em cartaz no Teatro Itália, apresentando um retrato bem-humorado da sensibilidade desses machões. São quatro esquetes escritas sob encomenda pelos autores Luíz Carlos Góes, Léo Jaime e João Batista e do próprio diretor Marcelo Saback

A dupla Martini e Saback, amigos há 25 anos, procurava um texto com personagens masculinos que fugissem dos estereótipos, quando resolveu montar um “clube da bolinha” e criar sua própria peça. A partir daí, convidaram outros três homens, é claro, para escrever os textos que enfocam os questionamentos de um desquitado, um viúvo, um solteirão e um casado.

Os homens de hoje em dia fazem parte de uma geração que não sabe para onde ir. Eles estavam sendo criados por seus pais machistas enquanto as mulheres se emancipavam. Os nascidos na década de 60 acabaram ficando perdidos sem saber se deviam trocar a fralda, chorar e falar sobre amor“, explica Eduardo Martini ao contar sobre a inspiração para montar o espetáculo.

Enredo

No primeiro esquete “Coisinhas Pequenas“, de João Batista, Adamastor é um homem separado que diz não sentir saudades da mulher, mas só do que ela fazia. Em “Virou Estrela“, de Luiz Carlos Góes, o personagem, numa tocante interpretação, é um viúvo de uma mulher vinte anos mais velha. O quarentão que nunca se casou protagoniza “O Julgamento Final” escrito por Léo Jaime, mostrando situações hilárias de um solteirão convicto. O autor João Batista assina também junto com Marcelo Saback o último esquete do espetáculo, “O Dia Seguinte“, em que Adamastor descobre que está completamente apaixonado pela sua esposa.

Em meio a situações engraçadas, estes diferentes homens se veem obrigados a questionar e encarar suas crises, chegando a admitir sua porção sensível, o que lhes dá o direito de derramar algumas lágrimas, e quem sabe até sofrer de TPM, sem jamais esquecer, é claro, de manter sua masculinidade.

O espetáculo “Na Medida do Possível” foi a grande surpresa do projeto Grandes Baratos, apresentado pelo teatro Folha, onde cumpriu temporada por dois meses com filas imensas e ingressos esgotados.

 

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Na Medida do Possível
Com Eduardo Martini
Teatro Itália – Sala Drogaria SP – Edifício Itália (Av. Ipiranga, 344 – República, São Paulo)
Duração 75 minutos
03 a 31/03
Sexta – 21h30
$50
Classificação 12 anos
 
Texto: Luíz Carlos Góes, Léo Jaime, João Batista e Marcelo Saback
Direção: Marcelo Saback
Assistente de Direção: Viviane Alfano
Figurino: Adriana Hitomi
Trilha Sonora: Paulo Ivanovitch
Cenário: Adriana Hitomi e Eduardo Martini
Assessoria de Imprensa: Flavia Fusco Comunicação
Operador de Luz: Marcus Filomenus
Operador de Som: Ale Rocha
Produção: Eduardo Martini, Valdir Archanjo e Bira Saide
Administração: Valdir Archanjo e Bira Saide
Realização: Martini Produções

ROSE, A DOMÉSTICA DO BRASIL

Rose, a doméstica do Brasil”, volta a São Paulo para uma temporada no Teatro Itália no mês de março de 2017. Rose é uma mulher batalhadora que ficou famosa por se tornar a doméstica dos gays depois que postou seu vídeo na internet cantando “Grelo”, paródia de “Halo”, da consagrada cantora pop Beyoncé.

Ela agora ganha uma versão para o teatro, onde relembra toda a sua história antes de ficar famosa. Sua vida dura na infância, seus filhos e suas desilusões amorosas são contadas com muita música ao vivo e sotaque nortemineiro – que é a marca registrada da personagem -, além de um divertido sonho com seu ídolo Amado Batista.

Sobre o Personagem

Segundo o ator Lindsay Paulino, que criou e vive a personagem, “A Rose já existe faz muito tempo. Mas não se chamava Rose. O personagem era uma dona de casa do interior com seus conflitos típicos de mãe: problema com os filhos, com o marido, com a casa, etc. Ela se chamava Supriana, bem roceira mesmo, caipira. Quando me mudei pra Belo Horizonte tive a ideia de deixá-la mais urbana. Então dei um corte na peruca que era longa, mudei o nome pra Rose e pensei: porque ela não se especializa em faxina gay? Na época eu morava com um amigo e estava rolando uma onda de fazer blog e postar vídeos. Gravamos no nosso apartamento mesmo e postamos no blog sem pretensão nenhuma de fazer sucesso. Fizemos pros amigos mesmo. Só que o personagem foi crescendo e depois de um tempo eu criei a paródia “Grelo” que foi responsável pelo sucesso”.

A história é inventada, mas é tudo verdade!

Sempre tendo como referência a infância, a família, os vizinhos e vários outros personagens que cruzam nossas vidas e nunca mais deixam nossa imaginação, Lindsay Paulino e a diretora Adriana Soares, entre risos escandalosos e profunda identificação com a Rose, enveredaram em descobrir o rumo para onde estas estórias iriam levar. “Rose apresenta uma narrativa simples e descontraída, como se estivéssemos falando com uma velha conhecida que entre uma espanada e outra, um sonho e outro, divide conosco o seu mundo”, diz Adriana. Soares ainda completa: “O espetáculo “Rose, a doméstica do Brasil”, com certeza já estava pronto na cabeça do ator-criador Lindsay Paulino, que com coragem, muita dedicação e confiança deu à personagem, que já existe há tanto tempo, ainda mais sentido e forma”.

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Rose, a Doméstica do Brasil
Com: Lindsay Paulino
Teatro Itália – Sala Drogaria SP (Av. Ipiranga, 344 – República, São Paulo)
Duração 75 minutos
04/03 até 02/04
Sábado – 21h; Domingo – 18h
$50
Classificação 10 anos
 
Direção: Adriana Soares
Produção: LP Produções
Texto e atuação: Lindsay Paulino
Cenário e luz: Diego Benicá
Figurino: Lindsay Paulino
Bonecos: Paulo Emílio Luz
Preparação Vocal: Beto Sorolli
Coreografias: Alberto Venceslau e Andressa Corso
Voz em off: Luiz Arthur
Trilha Sonora adaptada: Lindsay Paulino
Gravação, mixagem e masterização: Audioartte e Maria Tereza Costa
Backing vocal: Milene Vianna e Raissa Alves
Maquiagem: Bianca Tocafundo
Projeção: Rafael Bastos
Fotografia: Guto Muniz
Programação Visual: Daniel Augusto
Imagens: Self Produções
Cenotécnica: Companhia Cenográfica
Confecção de Figurino: Sisan confecções
Assessoria de Imprensa: Flavia Fusco Comunicação

ENTREVISTA COM EDUARDO MARTINI

Neide Boa Sorte, uma especialista em auto ajuda, participou de um reality show rural e, como prêmio, ganhou uma passagem aérea ao redor do mundo. Com isso, ela pôde passear por Amsterdam, Nova Iorque, Paris e realizar um safári na África. E ela conta tudo isso em “I Love Neide!! A Viagem”.

O ator Eduardo Martini traz de volta seu personagem, que cativou o público brasileiro, no novo espetáculo, que está em cartaz, todas as quintas, às 21 horas, no Teatro Itália.

“I Love Neide!! – A Viagem”
Com Eduardo Martini e Pedro Fabrini
Teatro Itália – Sala Drogaria SP (Av. Ipiranga, 344 – República, São Paulo)
Duração 80 minutos
12/01 até 23/02
Quinta – 21h
$50
Classificação 14 anos
Texto: Pedro Fabrini
Direção: Eduardo Martini
Coreografias: Viviane Alfano
Figurinos e design gráfico: Adriana Hitomi
Trilha: Herbert Azzul
Desenho de luz e operação: Marcus Filomenus
Operação de Som: Alexandra Rocha
Direção de produção: Valdir Archanjo
Produção: Bira Saide, Valdir Archanjo e Eduardo Martini
Assessoria de Imprensa: Flávia Fusco Comunicação